Pensar no que a gente viveu hoje, eu e minha mina, é tão difícil de acreditar, mas é verdade e tenho que dizer que me fascina. Nosso relacionamento sempre foi muito bom, nunca teve mal-entendido que estragasse de alguma forma nosso namoro. Claro que rolava umas brigas, mas nada que complicasse demais a nossa relação.
A gente já tinha completado um ano juntos quando conheceu o Toño e a Valéria. O Toño era meu amigo fazia uns dois anos, e a Valéria a gente conheceu por acaso do destino. Era uma mina de fora que tinha acabado de chegar na cidade, e aos poucos nossa amizade e confiança foram ficando mais próximas.
O assunto surgiu durante uma conversa no WhatsApp, meio na brincadeira. O Toño fez um comentário sobre dividir a Valéria, tipo, eu e a Mariana fazermos um menage com ela. Eu fingi que não entendi, mas a Mariana respondeu na hora, dizendo que era melhor se os quatro participassem. A maioria respondeu com risadas e mais besteiras, todo mundo levando na brincadeira.
mas a ideia de ver a mariana sendo comida pelo toño e de ter a valéria nos meus braços me deixou com muito tesão, fiquei pensando nisso o dia inteiro, então sem hesitar muito chamei o toño pra tomar umas cervejas num bar, depois de umas duas cervejas falei na lata que tinha gostado da ideia de fazer troca de casais, o toño ficou mudo por um instante, acho que ficou nervoso, insisti que tava falando sério e que se ele não tivesse problema em compartilhar a valéria, eu convenceria a mariana, depois de pensar um pouco e ver que eu tava falando sério, ele disse que adoraria a ideia.
Sabia que não podia contar pra Mariana do mesmo jeito. O temperamento dela é instável demais, e no momento em que eu tocasse no assunto, ela me mandaria pro inferno junto com a nossa relação. Mas foi aí que lembrei: a Mariana, depois de uns copos de álcool, ficava bem mais soltinha. No fim das contas, sempre que saíamos pra festa e ela bebia, a gente acabava fazendo todo tipo de putaria. Por exemplo, uma vez ela me chupou na frente da casa dela até eu gozar, e engoliu tudo todinho. Outra vez, amarrei meu cinto no pescoço dela feito uma coleira e comi ela como se fosse uma puta, enquanto ela gritava obscenidades tipo "castiga sua puta" ou "arrebenta meu cu". Ela era tão vulgar quando tava bêbada que pensei que esse era o jeito de tudo dar certo sem problemas.Valéria, por ser de fora, morava sozinha e a casa dela sempre era o ponto de encontro pra jantares, almoços e festas. Eu cuidei de levar bastante álcool naquela noite. Falei pro Toño que a Mariana tinha aceitado e que ia ser tudo uma putaria gostosa. Valéria era a mais nova da gente, tinha 24 anos, bem magrinha, sem peitos e com uma bundinha pequena, altura média, mas muito divertida. Mariana era mais baixinha, meio gordinha, também não tinha muita bunda, mas tinha uns peitões enormes com bicos marrons que eu amava.
Finalmente, depois de rir, dançar, comemorar como loucos e de muito álcool, levei a Mariana pro quarto da Valéria. Comecei a beijar ela e a acariciar. Tinha pensado que, se ela resistisse por algum motivo, forçaria um pouco, mas não foi o caso. Igual às outras vezes, ela simplesmente se deixou levar. Depois de 5 minutos de beijos e carícias, tirei a blusa e o sutiã dela. Os peitões enormes dela saltaram pra fora e comecei a chupar as tetas dela do jeito que ela gosta, com mordidas e tapas nos peitos. Metia os dedos na buceta dela, que já tava mais que molhada, e ela chupava meus dedos pra beber o próprio mel. Por um momento, esqueci do plano e me deixei levar.
Foi quando a porta do quarto abriu. Toño puxava a Valéria pelo braço, que mal conseguia andar de tão bêbada que tava. Mariana quis se levantar pra ver o que rolava, mas eu me joguei por cima dela e beijei ela pra segurar. Finalmente, Toño e Valéria se jogaram na mesma cama, bem do nosso lado. Nós quatro na mesma cama: eu por cima da Mariana e Toño por cima da Valéria.
Vi o Toño tirar a blusa da Valéria e notei os peitões pontudos da magrinha. Pareciam tetas de puta, totalmente rosadas e durinhas. Toño chupou eles e eu fui tirando minha roupa enquanto Mariana virava pra olhar a Valéria e o Toño. Era o momento decisivo: se ela fosse embora, tudo estaria ferrado. Mas a putinha da minha namorada começou a tirar a calça jeans sem parar de olhar pra Valéria e pro Toño. Toño levantou a vista e olhou fixamente pra Mariana, ainda lembro do olhar lascivo do meu amigo sobre os peitos da minha namorada, e da Mariana se esfregando os peitos olhando pro Toño como quem convida ele pra chupar.
Sentei numa cadeira bem na frente da cama. "O que você está esperando? Chupa eles", falei pro Toño. Mariana se mexeu até ficar do lado da Valéria, e o Toño começou a chupar os peitos da Mariana. Ele tava em êxtase com aquele par de melancias da Mariana, com uma mão dedando a Vale e com a outra esfregando os peitos da Mariana, que não parava de gemer. Levantei, dei a volta na cama, puxei a Vale pra beirada e, enquanto abria as pernas da magrinha, olhava pra Mariana com a cara de puta dela curtindo tudo aquilo.
Comecei a chupar a buceta rosadinha da Vale, ela fechava os olhos e cravava as unhas na cama enquanto eu comia a boceta dela uma vez e outra. Mariana ficou de quatro, deitou o Toño de costas na cama e começou a chupar o pau. Só se ouvia gemido pelo quarto inteiro. Olhei de canto a Mariana chupando o pau e depois lambendo as bolas do meu amigo. Peguei a Vale de novo e subi em cima dela, coloquei minhas bolas na cara dela e a puta começou a chupar também. "Você adora chupar pau, né, puta?" gritei pra Mariana. "Adoro sim", respondeu a sem-vergonha sem tirar o pau da boca. Fiquei muito excitado com a resposta dela, então levantei e fui até ela, puxei ela pelo cabelo e forcei ela a chupar o meu também. Ela chupava o meu pau e depois o do Toño, nós dois batendo com o pau na cara dela.
O Toño sentou na cadeira e disse: "Senta aqui". A puta da minha namorada foi e engoliu tudo de uma sentada. Os peitos dela balançavam a cada sentada que ela dava, e a cara de puta dela nunca vou esquecer. Eu coloquei a Vale de quatro na cama bem na frente da Mariana e também enfiei. Como aquela magrinha apertava! Olhando de frente, eu e a Mariana, ela pulava como coelha no pau do Toño e eu partia a magrinha da Vale ao meio. "Arrebenta o cu dessa puta", a Mariana me disse quando a Vale começou a berrar que nem louca: "Que delícia!", ela dizia a cada Metida com tudo que eu dava nela, e a puta da Valéria gozava mais quanto mais eu sodomizava ela. "Vou arrebentar o cu da sua namorada, Toño!" gritei enquanto cuspia no cu da Valéria. "E eu vou arrebentar o da sua!" respondeu o filho da puta.
Mariana começou a dizer: "Não, pelo meu cu não, por favor, por favor, por aí não", mas já era tarde demais. Toño jogou ela na cama e eu vi ele abrir as nádegas da minha namorada. Fui eu o primeiro a penetrar a Valéria pelo cu. A muito promíscua abria as próprias nádegas pra mim, enquanto gemia que nem uma louca. Ela já estava acostumada com pau no rabo. "Amiga, seu namorado encheu meu cu de pica!" dizia a puta enquanto eu enfiava. "Amiga, seu namorado tá rasgando meu cu todinho!" repetia. Depois ouvi o grito da Mariana: "Já meteram tudoooo! Me ajuda, pelo amor de Deus, me ajuda, tão me rasgando todinha!" dizia entre gemidos e soluços, minha namorada enquanto estava sendo fodida. O filho da puta do Toño metia inteiro, e minha namorada, com os olhos cheios de lágrimas, aguentava como podia. O cu virgem dela tinha sido desflorado...
A gente já tinha completado um ano juntos quando conheceu o Toño e a Valéria. O Toño era meu amigo fazia uns dois anos, e a Valéria a gente conheceu por acaso do destino. Era uma mina de fora que tinha acabado de chegar na cidade, e aos poucos nossa amizade e confiança foram ficando mais próximas.
O assunto surgiu durante uma conversa no WhatsApp, meio na brincadeira. O Toño fez um comentário sobre dividir a Valéria, tipo, eu e a Mariana fazermos um menage com ela. Eu fingi que não entendi, mas a Mariana respondeu na hora, dizendo que era melhor se os quatro participassem. A maioria respondeu com risadas e mais besteiras, todo mundo levando na brincadeira.
mas a ideia de ver a mariana sendo comida pelo toño e de ter a valéria nos meus braços me deixou com muito tesão, fiquei pensando nisso o dia inteiro, então sem hesitar muito chamei o toño pra tomar umas cervejas num bar, depois de umas duas cervejas falei na lata que tinha gostado da ideia de fazer troca de casais, o toño ficou mudo por um instante, acho que ficou nervoso, insisti que tava falando sério e que se ele não tivesse problema em compartilhar a valéria, eu convenceria a mariana, depois de pensar um pouco e ver que eu tava falando sério, ele disse que adoraria a ideia.
Sabia que não podia contar pra Mariana do mesmo jeito. O temperamento dela é instável demais, e no momento em que eu tocasse no assunto, ela me mandaria pro inferno junto com a nossa relação. Mas foi aí que lembrei: a Mariana, depois de uns copos de álcool, ficava bem mais soltinha. No fim das contas, sempre que saíamos pra festa e ela bebia, a gente acabava fazendo todo tipo de putaria. Por exemplo, uma vez ela me chupou na frente da casa dela até eu gozar, e engoliu tudo todinho. Outra vez, amarrei meu cinto no pescoço dela feito uma coleira e comi ela como se fosse uma puta, enquanto ela gritava obscenidades tipo "castiga sua puta" ou "arrebenta meu cu". Ela era tão vulgar quando tava bêbada que pensei que esse era o jeito de tudo dar certo sem problemas.Valéria, por ser de fora, morava sozinha e a casa dela sempre era o ponto de encontro pra jantares, almoços e festas. Eu cuidei de levar bastante álcool naquela noite. Falei pro Toño que a Mariana tinha aceitado e que ia ser tudo uma putaria gostosa. Valéria era a mais nova da gente, tinha 24 anos, bem magrinha, sem peitos e com uma bundinha pequena, altura média, mas muito divertida. Mariana era mais baixinha, meio gordinha, também não tinha muita bunda, mas tinha uns peitões enormes com bicos marrons que eu amava.
Finalmente, depois de rir, dançar, comemorar como loucos e de muito álcool, levei a Mariana pro quarto da Valéria. Comecei a beijar ela e a acariciar. Tinha pensado que, se ela resistisse por algum motivo, forçaria um pouco, mas não foi o caso. Igual às outras vezes, ela simplesmente se deixou levar. Depois de 5 minutos de beijos e carícias, tirei a blusa e o sutiã dela. Os peitões enormes dela saltaram pra fora e comecei a chupar as tetas dela do jeito que ela gosta, com mordidas e tapas nos peitos. Metia os dedos na buceta dela, que já tava mais que molhada, e ela chupava meus dedos pra beber o próprio mel. Por um momento, esqueci do plano e me deixei levar.
Foi quando a porta do quarto abriu. Toño puxava a Valéria pelo braço, que mal conseguia andar de tão bêbada que tava. Mariana quis se levantar pra ver o que rolava, mas eu me joguei por cima dela e beijei ela pra segurar. Finalmente, Toño e Valéria se jogaram na mesma cama, bem do nosso lado. Nós quatro na mesma cama: eu por cima da Mariana e Toño por cima da Valéria.
Vi o Toño tirar a blusa da Valéria e notei os peitões pontudos da magrinha. Pareciam tetas de puta, totalmente rosadas e durinhas. Toño chupou eles e eu fui tirando minha roupa enquanto Mariana virava pra olhar a Valéria e o Toño. Era o momento decisivo: se ela fosse embora, tudo estaria ferrado. Mas a putinha da minha namorada começou a tirar a calça jeans sem parar de olhar pra Valéria e pro Toño. Toño levantou a vista e olhou fixamente pra Mariana, ainda lembro do olhar lascivo do meu amigo sobre os peitos da minha namorada, e da Mariana se esfregando os peitos olhando pro Toño como quem convida ele pra chupar.
Sentei numa cadeira bem na frente da cama. "O que você está esperando? Chupa eles", falei pro Toño. Mariana se mexeu até ficar do lado da Valéria, e o Toño começou a chupar os peitos da Mariana. Ele tava em êxtase com aquele par de melancias da Mariana, com uma mão dedando a Vale e com a outra esfregando os peitos da Mariana, que não parava de gemer. Levantei, dei a volta na cama, puxei a Vale pra beirada e, enquanto abria as pernas da magrinha, olhava pra Mariana com a cara de puta dela curtindo tudo aquilo.
Comecei a chupar a buceta rosadinha da Vale, ela fechava os olhos e cravava as unhas na cama enquanto eu comia a boceta dela uma vez e outra. Mariana ficou de quatro, deitou o Toño de costas na cama e começou a chupar o pau. Só se ouvia gemido pelo quarto inteiro. Olhei de canto a Mariana chupando o pau e depois lambendo as bolas do meu amigo. Peguei a Vale de novo e subi em cima dela, coloquei minhas bolas na cara dela e a puta começou a chupar também. "Você adora chupar pau, né, puta?" gritei pra Mariana. "Adoro sim", respondeu a sem-vergonha sem tirar o pau da boca. Fiquei muito excitado com a resposta dela, então levantei e fui até ela, puxei ela pelo cabelo e forcei ela a chupar o meu também. Ela chupava o meu pau e depois o do Toño, nós dois batendo com o pau na cara dela.
O Toño sentou na cadeira e disse: "Senta aqui". A puta da minha namorada foi e engoliu tudo de uma sentada. Os peitos dela balançavam a cada sentada que ela dava, e a cara de puta dela nunca vou esquecer. Eu coloquei a Vale de quatro na cama bem na frente da Mariana e também enfiei. Como aquela magrinha apertava! Olhando de frente, eu e a Mariana, ela pulava como coelha no pau do Toño e eu partia a magrinha da Vale ao meio. "Arrebenta o cu dessa puta", a Mariana me disse quando a Vale começou a berrar que nem louca: "Que delícia!", ela dizia a cada Metida com tudo que eu dava nela, e a puta da Valéria gozava mais quanto mais eu sodomizava ela. "Vou arrebentar o cu da sua namorada, Toño!" gritei enquanto cuspia no cu da Valéria. "E eu vou arrebentar o da sua!" respondeu o filho da puta.
Mariana começou a dizer: "Não, pelo meu cu não, por favor, por favor, por aí não", mas já era tarde demais. Toño jogou ela na cama e eu vi ele abrir as nádegas da minha namorada. Fui eu o primeiro a penetrar a Valéria pelo cu. A muito promíscua abria as próprias nádegas pra mim, enquanto gemia que nem uma louca. Ela já estava acostumada com pau no rabo. "Amiga, seu namorado encheu meu cu de pica!" dizia a puta enquanto eu enfiava. "Amiga, seu namorado tá rasgando meu cu todinho!" repetia. Depois ouvi o grito da Mariana: "Já meteram tudoooo! Me ajuda, pelo amor de Deus, me ajuda, tão me rasgando todinha!" dizia entre gemidos e soluços, minha namorada enquanto estava sendo fodida. O filho da puta do Toño metia inteiro, e minha namorada, com os olhos cheios de lágrimas, aguentava como podia. O cu virgem dela tinha sido desflorado...
2 comentários - Comendo minha namorada gostosa