Quero contar pra vocês a fantasia que tenho, tô obcecado pela minha cunhada, a irmã mais velha da minha esposa. Ela é um ano mais nova que eu e um ano mais velha que minha esposa. Ela é muito gostosa, não é uma mulher espetacular, mas o jeito dela é o que mais me atrai, e fisicamente o que mais me encanta são os peitos dela, já imaginei eles muitas vezes. Outro dia, minha esposa esqueceu o celular no carro e eu fui trabalhar, quando voltei vi o celular e confesso... dei uma espiada pra ver o que tinha e encontrei uma foto da minha cunhada só de sutiã, mostrando uns peitos bem grandes. Imaginei que, por ter amamentado dois filhos, podia ter perdido a firmeza, mas não ligo. Desde então, tenho batido umas punhetas enormes com essa imagem. Essa foto eu achei na internet e parece muito com ela....
Um tempo fiquei desempregado e nessa época meus sogros deixaram a gente morar com eles pra ver se eu conseguia trampo onde eles moram. Aí um dia, bem de madrugada, levantei pra tomar banho, mas não esperava que minha cunhada já tava lá dentro. Fiquei espiando ela morbidamente por uma frestinha na porta, não consegui ver tudo, só vi a bucetinha peluda dela por uns segundos, porque ela entrou no chuveiro e não deu pra ver mais. Tive que voltar pra cama e bater uma punheta pra aliviar o tesão que aquela imagem gostosa me deu.
Deixa eu contar que também podia ter apalpado tudo aquilo que me excita tanto nela. No dia da formatura dela, fomos pra festa, minha cunhada, que vou chamar de Ivette, tava com um vestido longo e decotado que deixava ver os peitos lindos dela. Quando a gente dançou, não consegui evitar de olhar pros peitões da minha cunhada, ela percebeu, e preferi não chamar ela pra dançar de novo o resto da noite. Claro que ela ficou podre de bêbada, e eu tive que levar minha esposa e minha filha recém-nascida. Depois, o resto da família chegou na casa dos meus sogros, e como todos os quartos estavam ocupados, minha cunhada ficou dormindo na sala. Eu desci até o carro porque esquecemos a mamadeira, e quando voltei, vi minha cunhada sozinha lá, totalmente bêbada. Passou pela minha cabeça enfiar a mão debaixo do cobertor e finalmente tocar naqueles melões gostosos e nos biquinhos que tanto imaginei. Mas minha consciência falou pra não fazer, porque podia descer alguém. Desde então, fico me batendo, porque talvez tenha sido a única chance de pegar aqueles tesouros preciosos.
Ela é mãe solteira, se separou do pai dos filhos depois de três anos juntos. Desde então, teve uns namoros, mas não entrou em nada sério que eu saiba, embora imagine que deve dar uns pegas. Vou contar a fantasia que tive com ela no passado, porque já imaginei isso tantas vezes.
Era um dia chuvoso, eu tive que ir a uma... Juntei no escritório do meu trampo, que teria que continuar no dia seguinte, então fiquei na casa dos meus sogros, onde também mora minha cunhada. Meus sogros estavam viajando, então só estava minha cunhada e os filhos dela, que vivem grudados no Xbox. Eu tava meio cansado, então propus pra minha cunhada ir tomar uma cerveja, como já fomos eu, minha esposa e ela, só que dessa vez minha esposa não ia junto. Fiquei meio sem graça com medo dela não topar, mas pra minha surpresa, ela disse que sim. Então fomos pro bar, pedimos duas cervejas e ouvimos a banda de rock, pedindo mais uma cerveja atrás da outra até ficarmos tontos. Decidimos ir embora porque no dia seguinte eu tinha que trampar. Enquanto saíamos, Ivette caiu, eu levantei ela e abracei, o que fez com que, ao se levantar, nossos rostos ficassem juntos e, no calor das bebidas, eu dei um beijo nela, que não recusou, e ficamos nos beijando um tempão, até que ela caiu na real de com quem estava se beijando. Ela disse: "Isso é errado." Eu respondi: "Talvez, mas não consegui evitar. Você me atrai há muito tempo, e entendo o que pode rolar, mas só queria que acontecesse uma vez e depois a gente esquece." Ela não disse nada e me devolveu o beijo. Assim continuamos até entrar no carro, e a putaria continuou. Comecei a passar a mão nas pernas dela e, aos poucos, subi até os peitos dela. Finalmente pude apalpar por cima da roupa, ela já tava excitada e só gemia, enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça. Decidi que o lugar não era adequado porque tem muito policial que ia foder o momento, então liguei o carro e fomos pro motel. Eu tava nervoso, mas ela não falava nada, só continuava me tocando e eu tocando ela. Não trocávamos palavras, sabíamos que não adiantava falar naquele momento. Chegamos no motel e desci do carro. Não deixei ela descer sozinha, então dei a volta, abri a porta dela, tirei ela do carro, peguei no colo e levei pro quarto. Chegamos e continuamos nos beijando.
Quando entramos, deitei ela devagar na cama e comecei a tocar ela por cima da roupa. Até que decidi começar a desembrulhar aquele tesouro.
Abri a blusa dela e vi aqueles peitos lindos. Tirei minha camisa e depois a calça enquanto ela desabotoava a dela, e pedi pra ela parar, que eu faria. Então desci a calça dela e vi a calcinha fio dental e os pelinhos aparecendo por cima, o que me excitou ainda mais.
Assim, de roupa íntima, subi em cima dela e desci as alças do sutiã até que aqueles montes deliciosos saltaram, coroados com um mamilo marrom bem formado. Fiquei um tempo com eles nas mãos, observando e me deliciando com aquela cena linda, até que não aguentei mais e coloquei o mamilo direito na boca. Quando ela sentiu minha língua no mamilo, arqueou o corpo e abraçou minha cabeça, não queria que eu parasse de chupar — o que nem passou pela minha cabeça. Passei pro outro peito, sugando e lambendo desde a parte de baixo até em cima, dando pequenas mordidas no mamilo.
Nesse momento, desci a mão até a bucetinha dela, que já estava tão molhada que a calcinha fio dental estava encharcada. Então toquei os pelinhos por dentro da calcinha e desci até o clitóris. Tive que me segurar porque a excitação já era grande; na hora, queria meter minha vara, mas sabia que antes tinha que provar aquele manjar.
Desci devagar, beijando a barriga dela, que não é firme porque ela não é magra — mas isso é algo que eu gosto. Não parei no púbis, desci até beijar as pernas e panturrilhas dela. Nesse momento, aproveitei pra tirar a linda calcinha fio dental de renda branca e subi de novo até colocar minha boca nos lábios menores dela. Devagar, minha língua encontrou o caminho para a glória. Finalmente, tinha na boca aquele clitóris tantas vezes sonhado. Ela abriu as pernas e apertou minha cabeça contra a boceta dela, arqueava o corpo e gemia sem parar, se acariciava os peitos enquanto eu saboreava a rachinha dela e feliz bebia os fluidos dela, com os pelinhos enchendo minha boca. Então ela fez um movimento e ficamos na posição 69, nunca imaginei que minha cunhada ia querer meu pau na boca dela, mas foi delicioso o jeito que ela mamava meu cacete. Parecia um bezerro querendo tirar leite, então tive que me segurar pra não gozar na boca dela. Depois de um tempo nessa posição, ela se separou e me olhou fixamente pra dizer: quero você dentro de mim. Então tive que pegar rápido a camisinha e colocar. Naquele momento, me acomodei entre as pernas dela e coloquei meu pau na entrada e, olhando nos olhos dela, falei: finalmente você vai ser minha. Ela respondeu: você demorou demais pra fazer isso.Nessa hora eu não aguentei mais e enfiei até o fundo, já que a bucetinha dela tava bem molhada, deixou eu possuir ela rapidinho. Ela tremia e gemia igual uma louca, eu metia e tirava como se o mundo fosse acabar no dia seguinte. Enquanto tava por cima, não largava dos peitos dela, chupava, lambia, apertava com força, e ela me segurava com as mãos e me puxava mais pra perto com as pernas, enquanto a gente suava pra caralho. Nessa hora ela falou: me come por trás, quero ser sua putinha. Eu não pensei duas vezes e quando virei ela, ela já levantou a raba pra me mostrar o cuzinho, mas preferi continuar naquela buceta gostosa dela. Enquanto tava atrás dela, lambia as costas e mordia os ombros, sem soltar os peitões dela com as mãos, enquanto ela dizia: você é meu garanhão, como me come gostoso, ninguém nunca me comeu assim, continua, continua, não para, eu respondi: princesa, você me excita demais.Assim continuamos até que ela disse: quero montar em você. Em dois segundos nos movemos e ela ficou por cima de mim, enfiando meu pau na bucetinha dela. Subia e descia enquanto os peitos dela balançavam com força, a visão pra mim era divina, sabia que tinha chegado ao paraíso, mas ainda faltava mais.
Ela continuou montando até que disse que já estava quase gozando, então empurrei ela pra trás pra ficar por cima, levantei as pernas dela até os pés tocarem meus ombros. Naquele momento, continuei o vai e vem até ouvi-la dizer: vou gozar, vou gozar. E eu explodi numa gozada deliciosa enquanto fiquei deitado por cima dela, lambendo e beijando os peitos lindos dela.
Espero que tenham gostado, espero comentários.
Um tempo fiquei desempregado e nessa época meus sogros deixaram a gente morar com eles pra ver se eu conseguia trampo onde eles moram. Aí um dia, bem de madrugada, levantei pra tomar banho, mas não esperava que minha cunhada já tava lá dentro. Fiquei espiando ela morbidamente por uma frestinha na porta, não consegui ver tudo, só vi a bucetinha peluda dela por uns segundos, porque ela entrou no chuveiro e não deu pra ver mais. Tive que voltar pra cama e bater uma punheta pra aliviar o tesão que aquela imagem gostosa me deu.Deixa eu contar que também podia ter apalpado tudo aquilo que me excita tanto nela. No dia da formatura dela, fomos pra festa, minha cunhada, que vou chamar de Ivette, tava com um vestido longo e decotado que deixava ver os peitos lindos dela. Quando a gente dançou, não consegui evitar de olhar pros peitões da minha cunhada, ela percebeu, e preferi não chamar ela pra dançar de novo o resto da noite. Claro que ela ficou podre de bêbada, e eu tive que levar minha esposa e minha filha recém-nascida. Depois, o resto da família chegou na casa dos meus sogros, e como todos os quartos estavam ocupados, minha cunhada ficou dormindo na sala. Eu desci até o carro porque esquecemos a mamadeira, e quando voltei, vi minha cunhada sozinha lá, totalmente bêbada. Passou pela minha cabeça enfiar a mão debaixo do cobertor e finalmente tocar naqueles melões gostosos e nos biquinhos que tanto imaginei. Mas minha consciência falou pra não fazer, porque podia descer alguém. Desde então, fico me batendo, porque talvez tenha sido a única chance de pegar aqueles tesouros preciosos.
Ela é mãe solteira, se separou do pai dos filhos depois de três anos juntos. Desde então, teve uns namoros, mas não entrou em nada sério que eu saiba, embora imagine que deve dar uns pegas. Vou contar a fantasia que tive com ela no passado, porque já imaginei isso tantas vezes.
Era um dia chuvoso, eu tive que ir a uma... Juntei no escritório do meu trampo, que teria que continuar no dia seguinte, então fiquei na casa dos meus sogros, onde também mora minha cunhada. Meus sogros estavam viajando, então só estava minha cunhada e os filhos dela, que vivem grudados no Xbox. Eu tava meio cansado, então propus pra minha cunhada ir tomar uma cerveja, como já fomos eu, minha esposa e ela, só que dessa vez minha esposa não ia junto. Fiquei meio sem graça com medo dela não topar, mas pra minha surpresa, ela disse que sim. Então fomos pro bar, pedimos duas cervejas e ouvimos a banda de rock, pedindo mais uma cerveja atrás da outra até ficarmos tontos. Decidimos ir embora porque no dia seguinte eu tinha que trampar. Enquanto saíamos, Ivette caiu, eu levantei ela e abracei, o que fez com que, ao se levantar, nossos rostos ficassem juntos e, no calor das bebidas, eu dei um beijo nela, que não recusou, e ficamos nos beijando um tempão, até que ela caiu na real de com quem estava se beijando. Ela disse: "Isso é errado." Eu respondi: "Talvez, mas não consegui evitar. Você me atrai há muito tempo, e entendo o que pode rolar, mas só queria que acontecesse uma vez e depois a gente esquece." Ela não disse nada e me devolveu o beijo. Assim continuamos até entrar no carro, e a putaria continuou. Comecei a passar a mão nas pernas dela e, aos poucos, subi até os peitos dela. Finalmente pude apalpar por cima da roupa, ela já tava excitada e só gemia, enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça. Decidi que o lugar não era adequado porque tem muito policial que ia foder o momento, então liguei o carro e fomos pro motel. Eu tava nervoso, mas ela não falava nada, só continuava me tocando e eu tocando ela. Não trocávamos palavras, sabíamos que não adiantava falar naquele momento. Chegamos no motel e desci do carro. Não deixei ela descer sozinha, então dei a volta, abri a porta dela, tirei ela do carro, peguei no colo e levei pro quarto. Chegamos e continuamos nos beijando.
Quando entramos, deitei ela devagar na cama e comecei a tocar ela por cima da roupa. Até que decidi começar a desembrulhar aquele tesouro.
Abri a blusa dela e vi aqueles peitos lindos. Tirei minha camisa e depois a calça enquanto ela desabotoava a dela, e pedi pra ela parar, que eu faria. Então desci a calça dela e vi a calcinha fio dental e os pelinhos aparecendo por cima, o que me excitou ainda mais.
Assim, de roupa íntima, subi em cima dela e desci as alças do sutiã até que aqueles montes deliciosos saltaram, coroados com um mamilo marrom bem formado. Fiquei um tempo com eles nas mãos, observando e me deliciando com aquela cena linda, até que não aguentei mais e coloquei o mamilo direito na boca. Quando ela sentiu minha língua no mamilo, arqueou o corpo e abraçou minha cabeça, não queria que eu parasse de chupar — o que nem passou pela minha cabeça. Passei pro outro peito, sugando e lambendo desde a parte de baixo até em cima, dando pequenas mordidas no mamilo.
Nesse momento, desci a mão até a bucetinha dela, que já estava tão molhada que a calcinha fio dental estava encharcada. Então toquei os pelinhos por dentro da calcinha e desci até o clitóris. Tive que me segurar porque a excitação já era grande; na hora, queria meter minha vara, mas sabia que antes tinha que provar aquele manjar.
Desci devagar, beijando a barriga dela, que não é firme porque ela não é magra — mas isso é algo que eu gosto. Não parei no púbis, desci até beijar as pernas e panturrilhas dela. Nesse momento, aproveitei pra tirar a linda calcinha fio dental de renda branca e subi de novo até colocar minha boca nos lábios menores dela. Devagar, minha língua encontrou o caminho para a glória. Finalmente, tinha na boca aquele clitóris tantas vezes sonhado. Ela abriu as pernas e apertou minha cabeça contra a boceta dela, arqueava o corpo e gemia sem parar, se acariciava os peitos enquanto eu saboreava a rachinha dela e feliz bebia os fluidos dela, com os pelinhos enchendo minha boca. Então ela fez um movimento e ficamos na posição 69, nunca imaginei que minha cunhada ia querer meu pau na boca dela, mas foi delicioso o jeito que ela mamava meu cacete. Parecia um bezerro querendo tirar leite, então tive que me segurar pra não gozar na boca dela. Depois de um tempo nessa posição, ela se separou e me olhou fixamente pra dizer: quero você dentro de mim. Então tive que pegar rápido a camisinha e colocar. Naquele momento, me acomodei entre as pernas dela e coloquei meu pau na entrada e, olhando nos olhos dela, falei: finalmente você vai ser minha. Ela respondeu: você demorou demais pra fazer isso.Nessa hora eu não aguentei mais e enfiei até o fundo, já que a bucetinha dela tava bem molhada, deixou eu possuir ela rapidinho. Ela tremia e gemia igual uma louca, eu metia e tirava como se o mundo fosse acabar no dia seguinte. Enquanto tava por cima, não largava dos peitos dela, chupava, lambia, apertava com força, e ela me segurava com as mãos e me puxava mais pra perto com as pernas, enquanto a gente suava pra caralho. Nessa hora ela falou: me come por trás, quero ser sua putinha. Eu não pensei duas vezes e quando virei ela, ela já levantou a raba pra me mostrar o cuzinho, mas preferi continuar naquela buceta gostosa dela. Enquanto tava atrás dela, lambia as costas e mordia os ombros, sem soltar os peitões dela com as mãos, enquanto ela dizia: você é meu garanhão, como me come gostoso, ninguém nunca me comeu assim, continua, continua, não para, eu respondi: princesa, você me excita demais.Assim continuamos até que ela disse: quero montar em você. Em dois segundos nos movemos e ela ficou por cima de mim, enfiando meu pau na bucetinha dela. Subia e descia enquanto os peitos dela balançavam com força, a visão pra mim era divina, sabia que tinha chegado ao paraíso, mas ainda faltava mais.
Ela continuou montando até que disse que já estava quase gozando, então empurrei ela pra trás pra ficar por cima, levantei as pernas dela até os pés tocarem meus ombros. Naquele momento, continuei o vai e vem até ouvi-la dizer: vou gozar, vou gozar. E eu explodi numa gozada deliciosa enquanto fiquei deitado por cima dela, lambendo e beijando os peitos lindos dela.
Espero que tenham gostado, espero comentários.
1 comentários - Minha fantasia com minha cunhada gostosa