Tá subentendido em proporções épicas que eu entrei em pânico no instante em que ela fechou a porta: não tinha como sair dali sem meu Atestado Médico, mas naquele momento da minha vida eu era ridiculamente tímido e odiava só de pensar em passar pelo que agora parecia que ia ser um exame médico bem profundo feito por uma gostosa daquelas.
Enquanto minha mente acelerava, percebi que só tinham três minutos e comecei a me despir tão rápido que quase me atrapalhei, mas, pra minha tristeza, tirei a calça e depois (ainda mais pra minha tristeza) tirei a cueca e deixei com o resto das minhas roupas.
Aí coloquei o avental... ou pelo menos o que restava dele. Tava tão gasto e fino que era praticamente transparente, sem falar que só tinha umas tiras pra amarrar atrás do pescoço e nada nas costas.
Sem dúvida, a pior parte é que ele mal dava pra cobrir minhas partes íntimas ou minha bunda, mas definitivamente não dava pra tampar os dois ao mesmo tempo.
Mal tinha conseguido apoiar minha bunda nua na maca com a frente do avental puxada pra frente e pra baixo o suficiente pra cobrir minha buceta confortavelmente quando a Dra. Cristina voltou a entrar no Consultório sem nem bater na porta.
Ela deu um sorrisinho e disse:
— Bom... vejo que decidiu se submeter ao exame — e dito isso, começou a fazer as coisas que normalmente fazem nos exames médicos, então eu, inocente, comecei a relaxar um pouco.
Na verdade, ela começou olhando meus olhos, depois as orelhas, nariz, e dentro da minha boca também, me fazendo engasgar um pouco com um abaixador de língua na garganta. Depois, ela ouviu com cuidado meu coração e pulmões e checou meus reflexos.
Não lembro a sequência exata, mas em algum momento, ela fez um exame neurológico rápido durante o qual tocou meu rosto e pescoço. Suavemente em vários lugares enquanto eu estava de olhos fechados e depois eu disse onde ela tinha me tocado.
As próximas instruções dela foram que eu ficasse de pé, já que ela queria auscultar meu coração e verificar meu pulso porque disse que estava "aceleradinho".
Considerando que minha bata era completamente inadequada pra preservar minha intimidade, eu realmente não queria participar do que ela estava sugerindo, mas também não queria que ela encerrasse abruptamente a Revisão e me expulsasse do Hospital, então senti que não tinha escolha a não ser obedecer.
Ela então me mandou pular no mesmo lugar até que ela me dissesse pra parar, o que, contra minha vontade, comecei a fazer, mesmo percebendo imediatamente que minha miserável bata só cobriria parcialmente (na melhor das hipóteses) meus genitais balançando.
E assim fiquei pulando enquanto tentava fracamente preservar um pouco da minha intimidade puxando minha roupa inadequada pra baixo, mesmo sabendo que era um esforço inútil. Depois que ela pegou meu pulso e auscultou meu coração, me fez fazer uma série de flexões pra demonstrar meu equilíbrio e flexibilidade, ou pelo menos foi o que pensei.
Ela concluiu os exercícios me fazendo fazer uma série de polichinelos, que, claro, garantiram que meus genitais quicando e pulando ficassem quase completamente expostos, e foi assim que ela teve sua primeira (e infelizmente não última) visão da minha bunda exposta ao ficar atrás de mim enquanto eu tocava meus pés.
Ela finalmente disse que eu podia parar, mas antes de eu me levantar, a Doutora me empurrou pra baixo e deslizou os dedos suave e lentamente ao longo da minha coluna várias vezes, e foi a primeira vez durante o exame que eu tremi um pouco.
Quando ela terminou, me levantei revelando meu rosto vermelho, em parte pelo exercício sim, mas também pela vergonha, embora naquele momento eu não soubesse o que era estar realmente envergonhado. Então eu tinha conseguido Outra primeira vez: fazer exercícios praticamente nu na frente de uma mulher praticamente desconhecida.
Depois, a Dra. Cristina me deu um copo com sei lá o quê e mandou eu tomar, acrescentando de forma enigmática:
— Isso é algo novo, mas vai facilitar uma parte da Revisão.
E me deixou sentar e descansar por um tempo.
Logo em seguida, porém, ela deu outro golpe na minha timidez.
— Esse avental tá mais atrapalhando do que ajudando... tira ele e vem pra cá... quero você em pé, bem na minha frente, com as mãos na cabeça!
No começo, desejei em vão que ela estivesse brincando ou que eu tivesse entendido errado, mas o olhar de impaciência que começou a se formar no rosto dela me fez perceber que a Doutora estava falando sério. E assim, lentamente, fiz o que ela mandou e andei até ficar na frente dela, nu como vim ao mundo: ainda estava vermelho, mas agora completamente de vergonha. E, infelizmente pra mim, em vez de melhorar, ia piorar muito.
Enquanto minha mente acelerava, percebi que só tinham três minutos e comecei a me despir tão rápido que quase me atrapalhei, mas, pra minha tristeza, tirei a calça e depois (ainda mais pra minha tristeza) tirei a cueca e deixei com o resto das minhas roupas.
Aí coloquei o avental... ou pelo menos o que restava dele. Tava tão gasto e fino que era praticamente transparente, sem falar que só tinha umas tiras pra amarrar atrás do pescoço e nada nas costas.
Sem dúvida, a pior parte é que ele mal dava pra cobrir minhas partes íntimas ou minha bunda, mas definitivamente não dava pra tampar os dois ao mesmo tempo.
Mal tinha conseguido apoiar minha bunda nua na maca com a frente do avental puxada pra frente e pra baixo o suficiente pra cobrir minha buceta confortavelmente quando a Dra. Cristina voltou a entrar no Consultório sem nem bater na porta.
Ela deu um sorrisinho e disse:
— Bom... vejo que decidiu se submeter ao exame — e dito isso, começou a fazer as coisas que normalmente fazem nos exames médicos, então eu, inocente, comecei a relaxar um pouco.
Na verdade, ela começou olhando meus olhos, depois as orelhas, nariz, e dentro da minha boca também, me fazendo engasgar um pouco com um abaixador de língua na garganta. Depois, ela ouviu com cuidado meu coração e pulmões e checou meus reflexos.
Não lembro a sequência exata, mas em algum momento, ela fez um exame neurológico rápido durante o qual tocou meu rosto e pescoço. Suavemente em vários lugares enquanto eu estava de olhos fechados e depois eu disse onde ela tinha me tocado.
As próximas instruções dela foram que eu ficasse de pé, já que ela queria auscultar meu coração e verificar meu pulso porque disse que estava "aceleradinho".
Considerando que minha bata era completamente inadequada pra preservar minha intimidade, eu realmente não queria participar do que ela estava sugerindo, mas também não queria que ela encerrasse abruptamente a Revisão e me expulsasse do Hospital, então senti que não tinha escolha a não ser obedecer.
Ela então me mandou pular no mesmo lugar até que ela me dissesse pra parar, o que, contra minha vontade, comecei a fazer, mesmo percebendo imediatamente que minha miserável bata só cobriria parcialmente (na melhor das hipóteses) meus genitais balançando.
E assim fiquei pulando enquanto tentava fracamente preservar um pouco da minha intimidade puxando minha roupa inadequada pra baixo, mesmo sabendo que era um esforço inútil. Depois que ela pegou meu pulso e auscultou meu coração, me fez fazer uma série de flexões pra demonstrar meu equilíbrio e flexibilidade, ou pelo menos foi o que pensei.
Ela concluiu os exercícios me fazendo fazer uma série de polichinelos, que, claro, garantiram que meus genitais quicando e pulando ficassem quase completamente expostos, e foi assim que ela teve sua primeira (e infelizmente não última) visão da minha bunda exposta ao ficar atrás de mim enquanto eu tocava meus pés.
Ela finalmente disse que eu podia parar, mas antes de eu me levantar, a Doutora me empurrou pra baixo e deslizou os dedos suave e lentamente ao longo da minha coluna várias vezes, e foi a primeira vez durante o exame que eu tremi um pouco.
Quando ela terminou, me levantei revelando meu rosto vermelho, em parte pelo exercício sim, mas também pela vergonha, embora naquele momento eu não soubesse o que era estar realmente envergonhado. Então eu tinha conseguido Outra primeira vez: fazer exercícios praticamente nu na frente de uma mulher praticamente desconhecida.
Depois, a Dra. Cristina me deu um copo com sei lá o quê e mandou eu tomar, acrescentando de forma enigmática:
— Isso é algo novo, mas vai facilitar uma parte da Revisão.
E me deixou sentar e descansar por um tempo.
Logo em seguida, porém, ela deu outro golpe na minha timidez.
— Esse avental tá mais atrapalhando do que ajudando... tira ele e vem pra cá... quero você em pé, bem na minha frente, com as mãos na cabeça!
No começo, desejei em vão que ela estivesse brincando ou que eu tivesse entendido errado, mas o olhar de impaciência que começou a se formar no rosto dela me fez perceber que a Doutora estava falando sério. E assim, lentamente, fiz o que ela mandou e andei até ficar na frente dela, nu como vim ao mundo: ainda estava vermelho, mas agora completamente de vergonha. E, infelizmente pra mim, em vez de melhorar, ia piorar muito.
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