Morava com minha parceira num apartamento confortável, prático e funcional, embora sem luxos, já que nossos salários não permitiam. Até aquele momento, nunca tinha cometido nenhum deslize, porque nosso relacionamento era perfeito pelo que sentíamos um pelo outro; não tínhamos real necessidade de outras pessoas no meio da nossa parada, a gente se esquentava pra caralho um com o outro e, com isso e o amor que sentíamos, era suficiente. Ter cometido esse deslize que vou contar não tira nem um pouco de todo o amor e desejo que tenho pela minha mulher.
Mas um belo dia, precisei comprar uns cadernos pra faculdade, e, bendita seja a hora em que entrei por acaso numa papelaria onde nunca tinha ido, a poucas quadras da nossa casa.
Ao entrar no estabelecimento, fui recebido por um cara alto, meio careca e de sobrancelhas grossas, que me encarava do outro lado do balcão. Me perguntou, meio de má vontade, o que eu estava procurando, então dei as especificações do tipo de caderno que precisava. Ele, sem dizer mais nada, virou-se e foi pra parte dos fundos da loja. Naqueles instantes em que me deixou sozinho, que não deve ter passado de um minuto, percebi, pelos barulhos que ele fazia — provavelmente arrumando pastas ou algo assim — que, entre umas estantes a uns três metros de distância, devia ter outra pessoa.
Logo apareceu na frente de uma das estantes e se abaixou pra pegar uns materiais que precisava arrumar: uma mulher formidável, uns 35 anos, cabelo castanho cheio de cachos grandes e comprido até a metade das costas. Usava uma saia preta bem curta, embora por baixo trouxesse umas meias também pretas que deixavam entrever um par de pernas de dar água na boca, e por cima, uma camisa florida de manga curta que caía muito bem nela.
Ela nem reparou na minha presença, ocupada com seus afazeres. Já eu, fiquei besta observando ela, porque as curvas dela me pareciam extremamente apetitosas. Como ela não levantava o olhar das pastas, tossi com força, então ela me olhou por uns segundos que foram suficientes pra desmontar o que ainda restava inteiro em mim, o olhar profundo e amável dela me feriu através de dois olhões azuis impressionantes, quase turquesas, diria, mais que azuis. Em seguida, me sorriu com uma brancura radiante que apareceu por trás dos lábios carnudos e desejáveis dela, pra continuar quase que instantaneamente com as tarefas dela.
Naquele exato instante, eu soube que teria que voltar naquele lugar pra comprar coisas que talvez nem precisasse, só pra sentir de novo o calor daquele olhar, a brisa refrescante daquele sorriso.
O cara que me atendeu, me trouxe os cadernos, paguei e fui embora. Esse mal-humorado parecia ser um obstáculo, embora eu não soubesse que tipo de relação ou parentesco minha musa tinha com esse cara de poucos amigos...
Foi assim que, dois dias depois da minha primeira visita, eu apareci de novo na livraria com a desculpa de comprar uma caneta. Dessa vez, oh surpresa, não tinha vestígio do quase careca e fui atendido diretamente pela que confirmei de perto como uma mulher descomunal, principalmente porque, além do corpo, rosto e cabelos de uma beleza incrível, ela ainda completava com uma voz super sensual que me convenceu da minha missão, aparentemente impossível, de fazer com que aquela pedaço de mulher fosse minha de algum jeito.
Ela me cumprimentou educadamente e perguntou o que eu queria, ao que respondi;
“Depende, cê tá falando das mercadorias da loja, né?”
“Ha ha, olha só, você é bem atrevido, hein? Se meu marido te ouvir (pá!), ele pode ficar bravo.”
“Ha ha, ok, ok, só quero uma daquelas canetas que você tem aí, e um bloquinho pra anotar seu número de telefone.”
“Você quer de verdade ou só tá tentando me seduzir? Olha que meu marido tá nos fundos da loja e vem a qualquer momento...”
“Não, tá de boa, só me dá a caneta e outro dia eu volto pra pegar seu número...”
“Ha, ok, mas você é insistente, hein? Aqui está, são quatro pesos e cinquenta...”
Então paguei, Sorri, e ela respondeu com outro sorriso devastador que formava umas covinhas deliciosas no começo das maçãs do rosto. Acenei com a mão no ar e fui embora dali pensando em como eu gostava daquela mulher e como ela era irresistível pra mim. Tudo nela transbordava personalidade e sobriedade, mas sem deixar de lado uma boa dose de simpatia e sensualidade, parecia a perfeição de saia, inacreditável.
De tal forma o corpaço e a beleza daquela mulher me impactaram, que nos dias seguintes visitei o negócio várias vezes, comprando coisas que me vinham na hora, mas teve uma semana inteira em que foi impossível passar por lá nem um minuto, porque eu tava ocupado demais. Várias vezes, naquela mesma semana, me peguei pensando nela insistentemente enquanto fazia alguma tarefa no escritório ou quando tava em casa. Deixei passar três ou quatro dias e voltei então ao ataque, precisava vê-la.
Assim que entrei na livraria, fui atendido pelo mal-humorado, que azar, pensei, mas fazer o quê, já que tava no baile, tinha que dançar. Quando ele perguntou o que eu queria, respondi que tava procurando um grampeador de grampos número 64, enquanto ele procurava nuns armários, ela apareceu... uau, impressionante, quase uma aparição moderna, camiseta cinza lisa que destacava nitidamente a firmeza e a dureza de dois peitos perfeitos, uma calça jeans gasta que devia ter vestido com um calçador, porque grudava no corpo de um jeito que a bunda linda dela parecia explodir. Ela tava de cara lavada, sem maquiagem nenhuma, mas isso, em vez de deixá-la pior do que na outra vez, destacava a beleza natural de um rosto realmente lindo, enfim, uma mulher completa, gostosa por onde se olhe.
O cara se virou pra ela e disse;
Mas um belo dia, precisei comprar uns cadernos pra faculdade, e, bendita seja a hora em que entrei por acaso numa papelaria onde nunca tinha ido, a poucas quadras da nossa casa.
Ao entrar no estabelecimento, fui recebido por um cara alto, meio careca e de sobrancelhas grossas, que me encarava do outro lado do balcão. Me perguntou, meio de má vontade, o que eu estava procurando, então dei as especificações do tipo de caderno que precisava. Ele, sem dizer mais nada, virou-se e foi pra parte dos fundos da loja. Naqueles instantes em que me deixou sozinho, que não deve ter passado de um minuto, percebi, pelos barulhos que ele fazia — provavelmente arrumando pastas ou algo assim — que, entre umas estantes a uns três metros de distância, devia ter outra pessoa.
Logo apareceu na frente de uma das estantes e se abaixou pra pegar uns materiais que precisava arrumar: uma mulher formidável, uns 35 anos, cabelo castanho cheio de cachos grandes e comprido até a metade das costas. Usava uma saia preta bem curta, embora por baixo trouxesse umas meias também pretas que deixavam entrever um par de pernas de dar água na boca, e por cima, uma camisa florida de manga curta que caía muito bem nela.
Ela nem reparou na minha presença, ocupada com seus afazeres. Já eu, fiquei besta observando ela, porque as curvas dela me pareciam extremamente apetitosas. Como ela não levantava o olhar das pastas, tossi com força, então ela me olhou por uns segundos que foram suficientes pra desmontar o que ainda restava inteiro em mim, o olhar profundo e amável dela me feriu através de dois olhões azuis impressionantes, quase turquesas, diria, mais que azuis. Em seguida, me sorriu com uma brancura radiante que apareceu por trás dos lábios carnudos e desejáveis dela, pra continuar quase que instantaneamente com as tarefas dela.
Naquele exato instante, eu soube que teria que voltar naquele lugar pra comprar coisas que talvez nem precisasse, só pra sentir de novo o calor daquele olhar, a brisa refrescante daquele sorriso.
O cara que me atendeu, me trouxe os cadernos, paguei e fui embora. Esse mal-humorado parecia ser um obstáculo, embora eu não soubesse que tipo de relação ou parentesco minha musa tinha com esse cara de poucos amigos...
Foi assim que, dois dias depois da minha primeira visita, eu apareci de novo na livraria com a desculpa de comprar uma caneta. Dessa vez, oh surpresa, não tinha vestígio do quase careca e fui atendido diretamente pela que confirmei de perto como uma mulher descomunal, principalmente porque, além do corpo, rosto e cabelos de uma beleza incrível, ela ainda completava com uma voz super sensual que me convenceu da minha missão, aparentemente impossível, de fazer com que aquela pedaço de mulher fosse minha de algum jeito.
Ela me cumprimentou educadamente e perguntou o que eu queria, ao que respondi;
“Depende, cê tá falando das mercadorias da loja, né?”
“Ha ha, olha só, você é bem atrevido, hein? Se meu marido te ouvir (pá!), ele pode ficar bravo.”
“Ha ha, ok, ok, só quero uma daquelas canetas que você tem aí, e um bloquinho pra anotar seu número de telefone.”
“Você quer de verdade ou só tá tentando me seduzir? Olha que meu marido tá nos fundos da loja e vem a qualquer momento...”
“Não, tá de boa, só me dá a caneta e outro dia eu volto pra pegar seu número...”
“Ha, ok, mas você é insistente, hein? Aqui está, são quatro pesos e cinquenta...”
Então paguei, Sorri, e ela respondeu com outro sorriso devastador que formava umas covinhas deliciosas no começo das maçãs do rosto. Acenei com a mão no ar e fui embora dali pensando em como eu gostava daquela mulher e como ela era irresistível pra mim. Tudo nela transbordava personalidade e sobriedade, mas sem deixar de lado uma boa dose de simpatia e sensualidade, parecia a perfeição de saia, inacreditável.
De tal forma o corpaço e a beleza daquela mulher me impactaram, que nos dias seguintes visitei o negócio várias vezes, comprando coisas que me vinham na hora, mas teve uma semana inteira em que foi impossível passar por lá nem um minuto, porque eu tava ocupado demais. Várias vezes, naquela mesma semana, me peguei pensando nela insistentemente enquanto fazia alguma tarefa no escritório ou quando tava em casa. Deixei passar três ou quatro dias e voltei então ao ataque, precisava vê-la.
Assim que entrei na livraria, fui atendido pelo mal-humorado, que azar, pensei, mas fazer o quê, já que tava no baile, tinha que dançar. Quando ele perguntou o que eu queria, respondi que tava procurando um grampeador de grampos número 64, enquanto ele procurava nuns armários, ela apareceu... uau, impressionante, quase uma aparição moderna, camiseta cinza lisa que destacava nitidamente a firmeza e a dureza de dois peitos perfeitos, uma calça jeans gasta que devia ter vestido com um calçador, porque grudava no corpo de um jeito que a bunda linda dela parecia explodir. Ela tava de cara lavada, sem maquiagem nenhuma, mas isso, em vez de deixá-la pior do que na outra vez, destacava a beleza natural de um rosto realmente lindo, enfim, uma mulher completa, gostosa por onde se olhe.
O cara se virou pra ela e disse;

Cynthia, você viu a caixa dos grampeadores?"
"Vi sim, meu amor, tá no depósito", ela respondeu me sorrindo.
"Ok, valeu", disse o marido dela e saiu por uma portinha lateral, me falando antes pra esperar ele um momento.
Eu, grato pelo cara sumir pelo menos por uns minutos, sorri pra Cynthia e falei sem rodeios:
"Tenho que ser sincero, já nem sei mais o que vir comprar, só venho aqui pra ter a chance de te ver nem que seja um minuto por dia..."
"Tá falando sério? Sou uma mulher casada..."
"Eu também sou casado, mas você me enlouquece, é inevitável."
"Ha ha, adoro como você é ousado, como fala as coisas na lata."
Quando eu ia responder, o marido dela apareceu com o grampeador, me entregou, falou o preço, paguei e saí da loja, meio frustrado por não ter conseguido definir a situação. Mas quando tava indo embora, olhei pela vitrine da papelaria, e Cynthia, aproveitando que o marido tava de costas pra ela, fez um sinal com os dedos pra mim;
"Vi sim, meu amor, tá no depósito", ela respondeu me sorrindo.
"Ok, valeu", disse o marido dela e saiu por uma portinha lateral, me falando antes pra esperar ele um momento.
Eu, grato pelo cara sumir pelo menos por uns minutos, sorri pra Cynthia e falei sem rodeios:
"Tenho que ser sincero, já nem sei mais o que vir comprar, só venho aqui pra ter a chance de te ver nem que seja um minuto por dia..."
"Tá falando sério? Sou uma mulher casada..."
"Eu também sou casado, mas você me enlouquece, é inevitável."
"Ha ha, adoro como você é ousado, como fala as coisas na lata."
Quando eu ia responder, o marido dela apareceu com o grampeador, me entregou, falou o preço, paguei e saí da loja, meio frustrado por não ter conseguido definir a situação. Mas quando tava indo embora, olhei pela vitrine da papelaria, e Cynthia, aproveitando que o marido tava de costas pra ela, fez um sinal com os dedos pra mim;

Às nove, aqui".
Nove dedos primeiro e depois o indicador apontando pro chão, me pareceu que deviam ser interpretados daquele jeito.
Fui embora feliz pela oportunidade que se apresentava e, obviamente, comecei a maquinar situações na minha cabeça, imaginando o que podia rolar entre a gente, se ela só queria conversar ou se tinha gostado de mim e queria fechar algo, não sabia realmente o que pensar, embora desejasse que nosso encontro fosse o mais pessoal e íntimo possível.
Passei a tarde toda desejando que as horas voassem pra ir ao encontro daquela besta gostosa por quem eu tava realmente ansioso e quase desesperado de tesão, acho que teria ficado contente com pelo menos um beijo daquela boca dos sonhos. Finalmente, depois de intermináveis olhadas no relógio e horas improdutivas no escritório, deu oito da noite, então liguei pra casa e avisei que tinha um jantar com uns colegas e que chegaria um pouco tarde. O terreno já tava preparado, embora não soubesse o que me aguardava no encontro com a Cynthia, queria ter a chance de dispor de todo o tempo necessário.
Cheguei na livraria às 20h45, tava fechada, como era de se esperar naquela hora, já que, segundo o cartazinho com os horários, fechavam às 19h30.
Fiquei sentado esperando num canteiro com plantas que tinha na calçada, até que, da esquina mais distante, vi avançar na minha direção a figura infartante da Cynthia. Quando chegou, me cumprimentou com um beijo na bochecha, a gente riu e se apresentou formalmente, já que eu só sabia o nome dela porque o marido tinha mencionado e ela nem sabia o meu.
Na sequência, ela tirou umas chaves da bolsa, abriu o cadeado que fechava a grade de metal que protegia a vitrine, depois abriu a porta e me disse:
"Vamos pra dentro, me segue".
"Achei que a gente ia se encontrar aqui mas que iria tomar um café ou algo assim..."
"Tenho café dentro da loja, se é isso que te apetece..."
"Café não é meu objetivo, mas aceito um de você. um enquanto a gente conversa.
A gente passou, ela trancou a porta atrás da gente e me levou até o depósito pequeno que ficava nos fundos do negócio. Lá também tinha um par de cadeiras, uma mesinha, uma máquina de café e um frigobar. Junto com o depósito, tinha um banheiro minúsculo.
Assim que a gente entrou, ela falou que eu podia deixar meu casaco e minha mochila num armário de metal que tava encostado numa das paredes. Fiz isso e, ao mesmo tempo, ela tirou uma jaqueta leve que tava usando, ficando vestida exatamente como eu tinha visto de manhã.
Ela também deixou a roupa no armário e virou pra mim. Eu não sabia o que esperar, mas tava com mais vontade dela do que nunca. Naquele momento, ela disse:
"Tô muito feliz que você teve coragem de me contar o que tava rolando com você. Assim que te vi sorrir pra mim pela primeira vez, senti uma coisa que não sentia há muito tempo..."
"Sério? Quando eu vi teu sorriso, quase desabei em mil pedaços!"
"Sim, sério. Com meu marido, a gente tá numa fase de tentar salvar o que não tem mais salvação, já não tem mais faísca. Mas com você, senti exatamente isso: afinidade, química. Gostei da sua cara de pau na hora e você realmente entrou na minha cabeça, porque pensei bastante em você..."
"Feliz coincidência! Não consegui tirar você da minha cabeça desde o momento que te vi. Acho que nunca tive tanta vontade de ficar com alguém, de beijar alguém tanto quanto quero beijar você e essa boca maravilhosa que você tem..."
"Ai, tô adorando você, cara. Acho que vai ser difícil te tirar dos meus pensamentos... vem, se dá o gosto e me dá também, me beija tanto quanto você sonhou."
Sem esperar um segundo, peguei ela pela cintura, puxando ela pra mim. A gente se colou um no outro, cara a cara. Quando os lábios dela quase roçavam os meus, comecei a mordiscar eles com cuidado e a tocar só com a ponta da minha língua e um pouco com meus próprios lábios. Senti um arrepio percorrer o corpo dela, ela relaxou e, naquele instante, antes mesmo de consumar o beijo tão desejado, eu soube que... Ela estava completamente entregue aos meus desejos, que eu podia fazer o que quisesse com o corpo dela. Diante dessa perspectiva, meu pau, que antes tinha começado a despertar, agora ficou duro como pedra. Ela, sentindo a pressão, colocou a mão na minha nuca e me beijou apaixonadamente, enfiando a língua o mais fundo que pôde na minha boca. Saboreei ela com prazer, nossas línguas se entrelaçavam e nossos lábios se chupavam com gosto, o desejo era palpável, mais do que presente. Me dediquei a aproveitá-la sem pressa, com calma, descendo minhas mãos pelas costas dela, subindo pelo peito, passando minhas palmas abertas pelo abdômen liso, apertando com força as bundas dela e pesando com ansiedade e desejo os peitos duros e lindos dela. No meio dessa onda de sensações, desejos e prazeres prestes a serem realizados, ela me disse: "Tira tudo de mim, quero ficar pelada e que você faça o que quiser comigo, me faz sua, preciso de você agora." "Não se preocupa, o que eu mais quero é ter você agora, não me importa mais nada." Na hora tirei a camiseta dela, ela fez o mesmo comigo, os peitos dela pareciam duas rochas debaixo de um sutiã branco cujas alças pareciam prestes a arrebentar pela tensão extrema que aquelas tetas fabulosas impunham. Desabotoei a calça jeans dela e puxei até os joelhos, a parte de trás da calcinha fio-dental branca se perdia nos confins de duas bundas generosas, que davam forma à raba mais linda que eu já tinha visto. Cynthia então desabotoou minha calça, deixando cair pelas minhas pernas. Nós dois tiramos as calças por completo, e aí notei que as pernas dela eram realmente espetaculares, dava pra ver o trabalho de academia nelas, mas ao mesmo tempo tinham uma fineza notável. Por outro lado, minha ereção era evidente, a cueca mal conseguia conter meu pau duro e cheio de vontade por aquela deusa. Com suavidade e segurando ela pelas cinturas de novo, girei ela devagar e desabotoei o sutiã dela, pegando em seguida por trás, os peitos dela. Peguei aquelas tetas lindas com minhas mãos, curti à vontade, apalpando, amassando e apertando com gosto. Ela se contorcia de tesão e curtia pra caralho o contato. Os bicos eram quase pretos e tavam mostrando que a pegação tava excitando ela, porque ficaram bem duros, num tamanho surpreendente. Quando senti que tavam durinhos assim, não resisti e virei ela de novo, levando minha boca pra aquelas tetonas gostosas. Comecei a chupar com vontade, mordendo os bicos eretos e enchendo as auréolas lindas de saliva. Enquanto eu tava nessa, ela me empurrou pra cima de uma pilha retangular de mercadoria embalada com filme plástico, puxou minha cueca de uma vez, fez uma cara de putaria e tesão incrível, mordendo o lábio inferior e olhando vidrada pro meu pau balançando, e disse:
"Meu amor, se eu já te queria antes, imagina agora. Quero sentir essa vara linda dentro de mim, quero chupar ela toda, quero fazer de tudo com você..."
"Temos tempo e você pode fazer tudo que quiser comigo, quero te satisfazer por completo, sua puta linda."
Ela se sentiu lisonjeada com o insulto-elogio, mas nesses momentos de calor, a gente se permite mais coisas do que a frio... bah, não sei, mas costumo falar meio sujo nessas horas, me excita mais do que já tô. Ela sorriu satisfeita com minha resposta e se jogou no meu pau duro, enfiou até a metade na primeira tentativa. Ali começou a me dar uma das melhores boquetas que eu já tinha experimentado. Passava a língua por todo o tronco, e quando chegava na ponta da glande, enfiava até o fundo da garganta. Pra completar, quando olhava ela me chupando, via aquela cara divina transformada numa puta perfeita, com o cabelo todo balançando no ritmo da chupada infernal e aquelas tetas espetaculares também rebolando no compasso da fellatio impressionante que ela tava me fazendo — não contra minha vontade, vale deixar claro.
Ela me deixou ali deitado, curtindo aquela chupada. Por uns minutos, até que diminuiu um pouco o ímpeto dela no meu pau pra finalmente tirar ele da boca e me dizer:
"Vem, pussy, agora é sua vez..."
Ela se jogou na pilha de mercadoria e arrancou literalmente a calcinha, abrindo as pernas exageradamente, colocando todo aquele corpaço espetacular à minha disposição. Com uma mão, ela esfregava a vulva vermelha e visivelmente molhada, e com a outra, pesava e acariciava uma das suas deliciosas tetas, enquanto dizia:
"Ahhh sim, como eu gosto de gozar, sou toda uma slut, uma slut, o que você quiser pra você."
Sem esperar mais um segundo, fui direto na buceta dela, mas comecei chupando com minha língua desde o buraco do cu dela, subindo devagar, parando com dedicação especial no clitóris inchado. Quando mordi ele de leve, ela explodiu no primeiro orgasmo e agarrou meu cabelo com força, como se quisesse garantir que eu continuasse meu trabalho na buceta dela. Continuei lambendo e consegui arrancar mais dois orgasmos intensos, vibrantes — ela realmente curtia o sexo e adorava demonstrar. Ver ela daquele jeito só aumentava minha excitação; meu pau estava tão duro que as veias que o percorriam pareciam prestes a estourar a todo momento.
Depois de um bom tempo chupando bem aquela buceta depilada, sem deixar nenhum cantinho daquela gruta gostosa sem explorar, ela se virou. Eu segurei ela pela cintura, encostei a cabeça do meu pau na entrada da vulva dela e, empurrando de leve, fui deslizando centímetro por centímetro pra dentro dela. Enquanto eu penetrava, Cynthia suspirava e gemia de tesão. Quando enfiei todo o meu pau na buceta dela, comecei a bombar com dedicação e força. Ela gemia quase aos gritos, mas eu não dava trégua — tava dando tudo que tinha, sem reservas, buscando o prazer dela e, claro, o meu.
"Ahhhh ahhhgggg aiiii sim, meu amor, me mata, me come assim, por favorrr, não para."
"Fica tranquila, mulher, não vou parar, vou encher você de porra quente, bebê."
"Sim, sim, Me dá tudo, mas quero comer, me dá na boquinha.
Isso me deixou a mil, pior do que já estava, continuei metendo forte por trás, freneticamente, me agarrando nos peitos dela que balançavam gostosamente. De vez em quando, cuspia bastante numa das minhas mãos e passava nos peitos dela, especialmente nos bicos, me deixa louco sentir eles molhados.
Umas cinco minutos depois, já tava quase no limite, sentindo que a qualquer momento ia gozar, aí tirei meu pau da buceta dela, falei que ia gozar e ela, colocando entre os peitos, começou a bater uma punheta, chupando quando subia entre as tetona dela, isso fez com que em segundos eu já tivesse a ponto, senti um torrente dentro de mim e então gozei em cima da Cynthia, quase todo o meu leite grosso foi parar na boca dela, ela se lambia e engolia o quanto podia, enquanto com uma mão espalhava o que tinha caído nos peitos dela, com a outra apertava meu pau, tentando espremer pra aproveitar até a última gota de porra.
"Quanto você gozou, piranha, impressionante, mas adorei e engoli toda sua porra, viu?"
"Sim, gostosa, adorei que você fez isso, espera eu me recuperar um pouquinho e vou te mostrar o quanto me excitou ver você fazendo isso..."
Depois de uns minutos e acariciando suavemente meu pau meio mole, ela disse:
"Se recupera rápido, tenho mais uma coisa pra te oferecer..."
Meu pau reagiu na hora, porque imaginar penetrando aquele cu dos sonhos não era algo que eu conseguia resistir, esqueci o cansaço da trepada que acabou de rolar e em só mais alguns segundos, já tava pronto e duro pra pegar o que ela me oferecesse.
Mas não precisei esperar muito, porque pegando um pote de creme da bolsa dela, tirou um pouco e começou a passar sensualmente no cu, massageando com o creme e dilatando devagar, como esperando que eu pegasse ela. Me aproximei mais e tirei a mão dela, substituindo pela minha, com o índice desenhava pequenos círculos dentro do buraquinho apertado dela, ela se contorcia de prazer e pedia mais. Depois de um tempo, meti mais um dedo, até que, aos poucos, a relaxação foi tanta que consegui enfiar três dedos no cu dela e suspeito que um quarto caberia, mas já tava com muita vontade pra testar.
O creme já tinha feito quase todo o trabalho, mas talvez por costume, cuspi na minha pica e passei, deixando bem molhadinha, apoiei a cabeça da minha pica no cu dela e comecei a empurrar com força, quase toda a pica entrou bem rápido no rabo dela, Cynthia soltou um grito quase bestial, mistura de dor e prazer extremo, com as mãos segurava as próprias nádegas e as separava com força pra deixar minha penetração mais sensível e profunda.
"Ahhh, sim siiiim, cê gosta do meu cu, papai? Gosta de arrebentar ele? Mete em mim, assim assiiim, me come e enche minhas tripas de porra, meu amorrrr!!!"
O que acrescentar a um pedido desses? Nada, claro, então me dediquei a meter quase com desespero, queria que aquele cu me engolisse inteiro, não aguentava mais de tanto prazer de ter dominado aquela fera que tinha sido meu sonho de consumo por um bom tempo, tava certo de que continuaria comendo ela a vida toda se dependesse de mim.
Tava nesses pensamentos, beliscando os peitos dela quando ela pediu um beijo. Continuei comendo o cu dela e me estiquei pra saborear os lábios e a língua dela de novo, ela começou a me beijar, mordendo meus lábios, passando a língua como se tivesse desesperada pela minha boca e queixo, até que com um espasmo curto e umas convulsões delicadas me mostrou que tinha gozado de novo, relaxou e deixou eu continuar bombando com paixão na bunda dela.
Depois de mais uns minutos, gozei dentro do cu dela, mas continuei me mexendo, diminuindo devagar a velocidade e a intensidade das estocadas, até parar completamente, colado nas costas dela, a porra escorrendo do cu dela e respingando nas nossas pernas. Levantei o cabelo perfumado dela, beijei e mordi de leve a nuca dela. Ela, extasiada, me disse:
"Meu amor, acredita em mim quando eu falo que foi a melhor transa da minha vida, faz tempo que não me sinto tão satisfeita, tão cheia, quero que isso não acabe aqui..."
Eu, com meu ego um pouco inflado por essas palavras virem de uma mulher tão gostosa, respondi:
"Tava pensando exatamente nisso, a gente pode continuar assim e se encontrar quando os dois estiverem livres, né?"
"Sem problema, quero que a gente aproveite muito isso, essa química não aparece do nada, não vamos desperdiçar."
"Não poderia concordar mais", falei.
A gente se beijou e se acariciou ainda pelados, por longos minutos, prometi que passaria umas duas vezes por semana por lá pra ver se dava pra fazer algo.
É assim que, desde então, passo pela livraria, sem precisar comprar nada (ainda bem, porque minha grana já tava indo pro ralo). Na real, nem entro mais, porque pela vitrine a gente combina tudo com nosso sistema de sinais e assim evito o olhar e o mau humor do marido dela.
O ponto de encontro é sempre a livraria, embora às vezes a gente se veja lá e depois vá pra um motel.
Nossa relação é puramente sexual, mas isso não nos preocupa, os dois tão satisfeitos com o que a gente se dá, principalmente porque, desde que começamos, nossos respectivos parceiros ficaram estranhamente mais fortes...
Nove dedos primeiro e depois o indicador apontando pro chão, me pareceu que deviam ser interpretados daquele jeito.
Fui embora feliz pela oportunidade que se apresentava e, obviamente, comecei a maquinar situações na minha cabeça, imaginando o que podia rolar entre a gente, se ela só queria conversar ou se tinha gostado de mim e queria fechar algo, não sabia realmente o que pensar, embora desejasse que nosso encontro fosse o mais pessoal e íntimo possível.
Passei a tarde toda desejando que as horas voassem pra ir ao encontro daquela besta gostosa por quem eu tava realmente ansioso e quase desesperado de tesão, acho que teria ficado contente com pelo menos um beijo daquela boca dos sonhos. Finalmente, depois de intermináveis olhadas no relógio e horas improdutivas no escritório, deu oito da noite, então liguei pra casa e avisei que tinha um jantar com uns colegas e que chegaria um pouco tarde. O terreno já tava preparado, embora não soubesse o que me aguardava no encontro com a Cynthia, queria ter a chance de dispor de todo o tempo necessário.
Cheguei na livraria às 20h45, tava fechada, como era de se esperar naquela hora, já que, segundo o cartazinho com os horários, fechavam às 19h30.
Fiquei sentado esperando num canteiro com plantas que tinha na calçada, até que, da esquina mais distante, vi avançar na minha direção a figura infartante da Cynthia. Quando chegou, me cumprimentou com um beijo na bochecha, a gente riu e se apresentou formalmente, já que eu só sabia o nome dela porque o marido tinha mencionado e ela nem sabia o meu.
Na sequência, ela tirou umas chaves da bolsa, abriu o cadeado que fechava a grade de metal que protegia a vitrine, depois abriu a porta e me disse:
"Vamos pra dentro, me segue".
"Achei que a gente ia se encontrar aqui mas que iria tomar um café ou algo assim..."
"Tenho café dentro da loja, se é isso que te apetece..."
"Café não é meu objetivo, mas aceito um de você. um enquanto a gente conversa.
A gente passou, ela trancou a porta atrás da gente e me levou até o depósito pequeno que ficava nos fundos do negócio. Lá também tinha um par de cadeiras, uma mesinha, uma máquina de café e um frigobar. Junto com o depósito, tinha um banheiro minúsculo.
Assim que a gente entrou, ela falou que eu podia deixar meu casaco e minha mochila num armário de metal que tava encostado numa das paredes. Fiz isso e, ao mesmo tempo, ela tirou uma jaqueta leve que tava usando, ficando vestida exatamente como eu tinha visto de manhã.
Ela também deixou a roupa no armário e virou pra mim. Eu não sabia o que esperar, mas tava com mais vontade dela do que nunca. Naquele momento, ela disse:
"Tô muito feliz que você teve coragem de me contar o que tava rolando com você. Assim que te vi sorrir pra mim pela primeira vez, senti uma coisa que não sentia há muito tempo..."
"Sério? Quando eu vi teu sorriso, quase desabei em mil pedaços!"
"Sim, sério. Com meu marido, a gente tá numa fase de tentar salvar o que não tem mais salvação, já não tem mais faísca. Mas com você, senti exatamente isso: afinidade, química. Gostei da sua cara de pau na hora e você realmente entrou na minha cabeça, porque pensei bastante em você..."
"Feliz coincidência! Não consegui tirar você da minha cabeça desde o momento que te vi. Acho que nunca tive tanta vontade de ficar com alguém, de beijar alguém tanto quanto quero beijar você e essa boca maravilhosa que você tem..."
"Ai, tô adorando você, cara. Acho que vai ser difícil te tirar dos meus pensamentos... vem, se dá o gosto e me dá também, me beija tanto quanto você sonhou."
Sem esperar um segundo, peguei ela pela cintura, puxando ela pra mim. A gente se colou um no outro, cara a cara. Quando os lábios dela quase roçavam os meus, comecei a mordiscar eles com cuidado e a tocar só com a ponta da minha língua e um pouco com meus próprios lábios. Senti um arrepio percorrer o corpo dela, ela relaxou e, naquele instante, antes mesmo de consumar o beijo tão desejado, eu soube que... Ela estava completamente entregue aos meus desejos, que eu podia fazer o que quisesse com o corpo dela. Diante dessa perspectiva, meu pau, que antes tinha começado a despertar, agora ficou duro como pedra. Ela, sentindo a pressão, colocou a mão na minha nuca e me beijou apaixonadamente, enfiando a língua o mais fundo que pôde na minha boca. Saboreei ela com prazer, nossas línguas se entrelaçavam e nossos lábios se chupavam com gosto, o desejo era palpável, mais do que presente. Me dediquei a aproveitá-la sem pressa, com calma, descendo minhas mãos pelas costas dela, subindo pelo peito, passando minhas palmas abertas pelo abdômen liso, apertando com força as bundas dela e pesando com ansiedade e desejo os peitos duros e lindos dela. No meio dessa onda de sensações, desejos e prazeres prestes a serem realizados, ela me disse: "Tira tudo de mim, quero ficar pelada e que você faça o que quiser comigo, me faz sua, preciso de você agora." "Não se preocupa, o que eu mais quero é ter você agora, não me importa mais nada." Na hora tirei a camiseta dela, ela fez o mesmo comigo, os peitos dela pareciam duas rochas debaixo de um sutiã branco cujas alças pareciam prestes a arrebentar pela tensão extrema que aquelas tetas fabulosas impunham. Desabotoei a calça jeans dela e puxei até os joelhos, a parte de trás da calcinha fio-dental branca se perdia nos confins de duas bundas generosas, que davam forma à raba mais linda que eu já tinha visto. Cynthia então desabotoou minha calça, deixando cair pelas minhas pernas. Nós dois tiramos as calças por completo, e aí notei que as pernas dela eram realmente espetaculares, dava pra ver o trabalho de academia nelas, mas ao mesmo tempo tinham uma fineza notável. Por outro lado, minha ereção era evidente, a cueca mal conseguia conter meu pau duro e cheio de vontade por aquela deusa. Com suavidade e segurando ela pelas cinturas de novo, girei ela devagar e desabotoei o sutiã dela, pegando em seguida por trás, os peitos dela. Peguei aquelas tetas lindas com minhas mãos, curti à vontade, apalpando, amassando e apertando com gosto. Ela se contorcia de tesão e curtia pra caralho o contato. Os bicos eram quase pretos e tavam mostrando que a pegação tava excitando ela, porque ficaram bem duros, num tamanho surpreendente. Quando senti que tavam durinhos assim, não resisti e virei ela de novo, levando minha boca pra aquelas tetonas gostosas. Comecei a chupar com vontade, mordendo os bicos eretos e enchendo as auréolas lindas de saliva. Enquanto eu tava nessa, ela me empurrou pra cima de uma pilha retangular de mercadoria embalada com filme plástico, puxou minha cueca de uma vez, fez uma cara de putaria e tesão incrível, mordendo o lábio inferior e olhando vidrada pro meu pau balançando, e disse:
"Meu amor, se eu já te queria antes, imagina agora. Quero sentir essa vara linda dentro de mim, quero chupar ela toda, quero fazer de tudo com você..."
"Temos tempo e você pode fazer tudo que quiser comigo, quero te satisfazer por completo, sua puta linda."
Ela se sentiu lisonjeada com o insulto-elogio, mas nesses momentos de calor, a gente se permite mais coisas do que a frio... bah, não sei, mas costumo falar meio sujo nessas horas, me excita mais do que já tô. Ela sorriu satisfeita com minha resposta e se jogou no meu pau duro, enfiou até a metade na primeira tentativa. Ali começou a me dar uma das melhores boquetas que eu já tinha experimentado. Passava a língua por todo o tronco, e quando chegava na ponta da glande, enfiava até o fundo da garganta. Pra completar, quando olhava ela me chupando, via aquela cara divina transformada numa puta perfeita, com o cabelo todo balançando no ritmo da chupada infernal e aquelas tetas espetaculares também rebolando no compasso da fellatio impressionante que ela tava me fazendo — não contra minha vontade, vale deixar claro.
Ela me deixou ali deitado, curtindo aquela chupada. Por uns minutos, até que diminuiu um pouco o ímpeto dela no meu pau pra finalmente tirar ele da boca e me dizer:
"Vem, pussy, agora é sua vez..."
Ela se jogou na pilha de mercadoria e arrancou literalmente a calcinha, abrindo as pernas exageradamente, colocando todo aquele corpaço espetacular à minha disposição. Com uma mão, ela esfregava a vulva vermelha e visivelmente molhada, e com a outra, pesava e acariciava uma das suas deliciosas tetas, enquanto dizia:
"Ahhh sim, como eu gosto de gozar, sou toda uma slut, uma slut, o que você quiser pra você."
Sem esperar mais um segundo, fui direto na buceta dela, mas comecei chupando com minha língua desde o buraco do cu dela, subindo devagar, parando com dedicação especial no clitóris inchado. Quando mordi ele de leve, ela explodiu no primeiro orgasmo e agarrou meu cabelo com força, como se quisesse garantir que eu continuasse meu trabalho na buceta dela. Continuei lambendo e consegui arrancar mais dois orgasmos intensos, vibrantes — ela realmente curtia o sexo e adorava demonstrar. Ver ela daquele jeito só aumentava minha excitação; meu pau estava tão duro que as veias que o percorriam pareciam prestes a estourar a todo momento.
Depois de um bom tempo chupando bem aquela buceta depilada, sem deixar nenhum cantinho daquela gruta gostosa sem explorar, ela se virou. Eu segurei ela pela cintura, encostei a cabeça do meu pau na entrada da vulva dela e, empurrando de leve, fui deslizando centímetro por centímetro pra dentro dela. Enquanto eu penetrava, Cynthia suspirava e gemia de tesão. Quando enfiei todo o meu pau na buceta dela, comecei a bombar com dedicação e força. Ela gemia quase aos gritos, mas eu não dava trégua — tava dando tudo que tinha, sem reservas, buscando o prazer dela e, claro, o meu.
"Ahhhh ahhhgggg aiiii sim, meu amor, me mata, me come assim, por favorrr, não para."
"Fica tranquila, mulher, não vou parar, vou encher você de porra quente, bebê."
"Sim, sim, Me dá tudo, mas quero comer, me dá na boquinha.
Isso me deixou a mil, pior do que já estava, continuei metendo forte por trás, freneticamente, me agarrando nos peitos dela que balançavam gostosamente. De vez em quando, cuspia bastante numa das minhas mãos e passava nos peitos dela, especialmente nos bicos, me deixa louco sentir eles molhados.
Umas cinco minutos depois, já tava quase no limite, sentindo que a qualquer momento ia gozar, aí tirei meu pau da buceta dela, falei que ia gozar e ela, colocando entre os peitos, começou a bater uma punheta, chupando quando subia entre as tetona dela, isso fez com que em segundos eu já tivesse a ponto, senti um torrente dentro de mim e então gozei em cima da Cynthia, quase todo o meu leite grosso foi parar na boca dela, ela se lambia e engolia o quanto podia, enquanto com uma mão espalhava o que tinha caído nos peitos dela, com a outra apertava meu pau, tentando espremer pra aproveitar até a última gota de porra.
"Quanto você gozou, piranha, impressionante, mas adorei e engoli toda sua porra, viu?"
"Sim, gostosa, adorei que você fez isso, espera eu me recuperar um pouquinho e vou te mostrar o quanto me excitou ver você fazendo isso..."
Depois de uns minutos e acariciando suavemente meu pau meio mole, ela disse:
"Se recupera rápido, tenho mais uma coisa pra te oferecer..."
Meu pau reagiu na hora, porque imaginar penetrando aquele cu dos sonhos não era algo que eu conseguia resistir, esqueci o cansaço da trepada que acabou de rolar e em só mais alguns segundos, já tava pronto e duro pra pegar o que ela me oferecesse.
Mas não precisei esperar muito, porque pegando um pote de creme da bolsa dela, tirou um pouco e começou a passar sensualmente no cu, massageando com o creme e dilatando devagar, como esperando que eu pegasse ela. Me aproximei mais e tirei a mão dela, substituindo pela minha, com o índice desenhava pequenos círculos dentro do buraquinho apertado dela, ela se contorcia de prazer e pedia mais. Depois de um tempo, meti mais um dedo, até que, aos poucos, a relaxação foi tanta que consegui enfiar três dedos no cu dela e suspeito que um quarto caberia, mas já tava com muita vontade pra testar.
O creme já tinha feito quase todo o trabalho, mas talvez por costume, cuspi na minha pica e passei, deixando bem molhadinha, apoiei a cabeça da minha pica no cu dela e comecei a empurrar com força, quase toda a pica entrou bem rápido no rabo dela, Cynthia soltou um grito quase bestial, mistura de dor e prazer extremo, com as mãos segurava as próprias nádegas e as separava com força pra deixar minha penetração mais sensível e profunda.
"Ahhh, sim siiiim, cê gosta do meu cu, papai? Gosta de arrebentar ele? Mete em mim, assim assiiim, me come e enche minhas tripas de porra, meu amorrrr!!!"
O que acrescentar a um pedido desses? Nada, claro, então me dediquei a meter quase com desespero, queria que aquele cu me engolisse inteiro, não aguentava mais de tanto prazer de ter dominado aquela fera que tinha sido meu sonho de consumo por um bom tempo, tava certo de que continuaria comendo ela a vida toda se dependesse de mim.
Tava nesses pensamentos, beliscando os peitos dela quando ela pediu um beijo. Continuei comendo o cu dela e me estiquei pra saborear os lábios e a língua dela de novo, ela começou a me beijar, mordendo meus lábios, passando a língua como se tivesse desesperada pela minha boca e queixo, até que com um espasmo curto e umas convulsões delicadas me mostrou que tinha gozado de novo, relaxou e deixou eu continuar bombando com paixão na bunda dela.
Depois de mais uns minutos, gozei dentro do cu dela, mas continuei me mexendo, diminuindo devagar a velocidade e a intensidade das estocadas, até parar completamente, colado nas costas dela, a porra escorrendo do cu dela e respingando nas nossas pernas. Levantei o cabelo perfumado dela, beijei e mordi de leve a nuca dela. Ela, extasiada, me disse:
"Meu amor, acredita em mim quando eu falo que foi a melhor transa da minha vida, faz tempo que não me sinto tão satisfeita, tão cheia, quero que isso não acabe aqui..."
Eu, com meu ego um pouco inflado por essas palavras virem de uma mulher tão gostosa, respondi:
"Tava pensando exatamente nisso, a gente pode continuar assim e se encontrar quando os dois estiverem livres, né?"
"Sem problema, quero que a gente aproveite muito isso, essa química não aparece do nada, não vamos desperdiçar."
"Não poderia concordar mais", falei.
A gente se beijou e se acariciou ainda pelados, por longos minutos, prometi que passaria umas duas vezes por semana por lá pra ver se dava pra fazer algo.
É assim que, desde então, passo pela livraria, sem precisar comprar nada (ainda bem, porque minha grana já tava indo pro ralo). Na real, nem entro mais, porque pela vitrine a gente combina tudo com nosso sistema de sinais e assim evito o olhar e o mau humor do marido dela.
O ponto de encontro é sempre a livraria, embora às vezes a gente se veja lá e depois vá pra um motel.
Nossa relação é puramente sexual, mas isso não nos preocupa, os dois tão satisfeitos com o que a gente se dá, principalmente porque, desde que começamos, nossos respectivos parceiros ficaram estranhamente mais fortes...
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