Na segunda-feira seguinte, quando Benito veio almoçar, foi direto procurar a Júlia. Minha tia estendeu a mão pra cumprimentar, mas ele se adiantou e abraçou ela. Ela ficou meio sem graça, mas retribuiu o abraço. O médico agradeceu pelo jantar maravilhoso que ela tinha preparado pra gente, que fez a reunião animar desde o começo. Benito não sabia como mostrar a gratidão dele e abraçou ela de novo. Minha tia, sabendo que ele tava me dando consulta de graça pra ajudar e que, por causa disso, tinha aliviado a prefeita e, de quebra, resolvido aquele problema chato de papelada dela, também abraçou ele com a mesma gratidão, ou até mais. Ela minimizou a importância do jantar e, quando se separaram, abraçou ele de novo, se grudando nele. Eu percebi a intensidade do abraço quando notei que a pica do Benito chegava acima da cintura dela, e isso era sinal de alguma coisa. A Júlia também tava meio ofegante, deviam passar um monte de sensações na cabeça dela. Benito foi direto agradecer ao Ricardo pelo detalhe das bebidas, a verdade é que ele mandou bem nisso. Depois, ele espiou pela porta da cozinha e, sem entrar, elogiou a cozinheira. Ela, pouco acostumada a reconhecimentos, tirou o gorro e deu um beijo nele. Aí ele passou pelo balcão, minha mãe olhava pra ele se divertindo, vendo ele tão feliz antes de ir pra mesa dele. Antes de sentar, ele me disse que precisava me contar uma coisa. Achei que era sobre a Alba, mas era só que o farmacêutico tinha ligado pra ele e dito que a bomba de tirar leite elétrica que ele tinha emprestado tinha quebrado, e que ele fizesse o favor de passar lá ou me mandar pra ver se tinha conserto. Como o caso era urgente, fui na mesma tarde. Passei na farmácia achando que a bomba tava lá, mas ele disse que tava na casa dele, que tinha esquecido de trazer. Mas ele morava perto e eu podia ver lá mesmo. Ele me deu o endereço, era bem perto da farmácia. Quando cheguei, a mulher dele abriu a porta, segurando o pequeno no colo, chorando. Parece que ela tava com fome. A mina ficou feliz em me ver, porque já tava com o mesmo problema de novo, e ainda por cima sem poder usar a bomba tira-leite. Ela quis me mostrar o quanto tava sofrendo, largou o bebê no berço por um instante e foi pegar o aparelho. Quando trouxe, se preparou pra amamentar o moleque, mas não se cobriu como da primeira vez que a vi, com aquele lenço pudico no peito. Em vez disso, tirou o sutiã encharcado de leite ali na minha frente. Os peitos tavam estourando, dava pra ver as veias azuis percorrendo tudo. Enquanto pegava o bebê e aproximava o mamilo da boquinha dele, o moleque engoliu com vontade e começou a mamar.
Eu foquei em achar o defeito do aparelho. Pra ser sincero, não tinha muito mecanismo, então primeiro olhei no plug da tomada. Capaz que um fio tinha soltado. Quando desmontei, vi que um dos cabos tava cortado, não desfiado, mas cortado certinho. Não falei nada enquanto via a mina apertar o peito pra sair mais leite pro moleque. Tava funcionando, porque o bebê engolia quase sem esforço os jatos que saíam do mamilo dela. Ela também apertava o outro peito, vazando leite que escorria por toda a teta. Pedi se ela tinha uma tesoura pra descascar o fio elétrico. Ela quis levantar pra pegar, mas com o moleque no colo, eu impedi. Na gaveta que ela falou, não tava. Ela insinuou que podia estar na de baixo. Abri e também não achei. Tava cheia de roupa. Ela disse que tinha certeza de que tava lá. Enfiei o braço entre as peças pra procurar, mas não encontrei nada. Me virei pra ela. No colo dela, o moleque tinha dormido e largado o mamilo, vazando leite. Quando olhei pra cima pra perguntar se ela tinha certeza, ela mandou eu olhar direito. Ao mesmo tempo, abriu as pernas e, por baixo da saia, fui vendo as coxas dela cada vez mais abertas, até que consegui distinguir os lábios dela envoltos numa camada de pelo crespo. Fiquei parado. Olhando incrédulo, ela pegou o bebê no colo, levantou ele e acabou de abrir as pernas, separando as coxas e os lábios da buceta. Com o bebê nos braços, ela continuou até que eu me aproximei dela de quatro, meu rosto entrou entre as coxas dela, cada vez ficava mais escuro, mas eu não precisava de luz, o cheiro da buceta que exalava me guiava como a estrela polar. A mina deixou o bebê no berço que estava ao lado dela com cuidado, sem fechar as pernas. Eu levantei a saia dela até a cintura e ela empurrou a bunda para a beira do assento. Meus dedos acompanharam minha língua, enquanto eu lambia o clitóris da mina, dois dedos entravam na vagina. A bunda dela estava quase saindo da cadeira, mas ela se segurou para não cair. Meu dedo indicador, lubrificado com o fluxo que escorria, se enfiou no cu da mãe. Ela quis reclamar, mas como já estava lá dentro, não achou necessário. Segurando com as mãos no assento da cadeira, ela aguentou o orgasmo, quase não mexeu a bunda, mas a cabeça balançava de um ombro pro outro, fechando os olhos com força. Meus joelhos doíam de ficar no chão duro, então me levantei antes que ela se recuperasse da gozada. Tirei a calça e coloquei minha pica depilada na frente dela. Vi ela mamar com mais vontade que o bebê dela, parecia que queria engolir, enquanto me enchia de porra, apertando os peitos cheios dela com as mãos. As gotas caíam no chão, mas ela não ligava. Me agarrei no mamilo dela, ainda cheio, e enfiei até a aréola na boca, chupei e chupei com força, os jatos de leite batiam na minha campainha. Quando soltei, parecia que a aréola estava maior que a outra, por causa da marca da mamada. Ela preparou na cama um forro que usava pra trocar o bebê, esticou na beirada e se deitou de bruços. As pernas dela pendiam até o chão, as mãos separaram as nádegas e ela pediu pra eu jogar um pouco da minha porra. Apertei um mamilo dela e molhei os dedos até escorrer, passei na bunda dela e com o dedo de antes espalhei. ao redor e até por dentro, não resisti à tentação de enfiar a pica na buceta dela antes, ela se surpreendeu porque já estava com o cu aberto, mas não reclamou nada. Depois de algumas enfiadas, minha pica se cravou no cu dela e sumiu lá dentro, caí sobre as costas dela, pelos lados apareciam os peitos dela cheios de porra que continuavam vazando, apertei eles com a tranquilidade de que não ia sujar a roupa de cama. Ela gozou de novo com minha pica no cu dela, sem nenhuma reclamação, só uns gemidos, com as mãos agarradas no lençol foi aguentando os tremores até passarem. Eu ia gozar, mas ela disse que não, que queria mamar mais ainda, se virou e enfiou a pica na boca, não parou de chupar até os jatos de porra escorrerem pelo canto dos lábios dela. Olhei o relógio, quase na hora de fechar a farmácia, a mina sem falar nada pegou a tesoura debaixo de uma fralda que tava em cima do móvel, sempre soube que tava ali, e eu sabia que o cabo tinha sido cortado de propósito com aquela tesoura, arrumei o cabo rapidinho e me vesti, e quando vi que o motor tava girando, ouvi a porta da rua, era o marido dela. Ela pegou o aparelho de mim e colocou no peito que o bebê não tinha mamado, tava cheio e não demorou pra os jatos de porra encherem o recipiente, com a outra mão balançava o berço do bebê, o marido olhava admirado, me deu um tapinha nas costas e disse que ia ser sempre grato a mim e pra mandar lembranças dele pro Benito. O menino continuava dormindo com um sorriso. Quando cheguei em casa tomei banho, a pica tava cheirando a buceta mas a cara tava cheirando a porra de mãe, depois desci pro bar. Fazia dias que eu tava notando algo estranho na Raquel, ela não era uma mina séria mas tava com o olhar triste, perguntei num momento de descanso, ela disse que a avó não tava bem, que tava de cama há vários dias e que ela ia cuidar dela, a mãe dela preparava as comidas e Fazia as compras pra ela, parecia que era um problema de reumatismo que não deixava ela andar. Me ofereci pra ajudar em qualquer coisa, ela disse que se virava bem, limpava a casa e trocava os lençóis da cama. Insisti, lembrando do cachorro, afinal Thor era meu e minha responsabilidade, então ela topou e combinamos pra tarde. Quando cheguei, a Raquel já tava lá há um tempão, tinha lavado o chão e tirado o pó dos móveis, a casa tava em ordem. A avó dela tava orgulhosa da Raquel, me chamou do quarto assim que ouviu minha voz, mal tive tempo de abraçar a Raquel atrás da porta. Eu gostava da mina, mesmo com o cabelo meio bagunçado e a cara vermelha de tanto trampar, ela tava meio suada, o que fazia ela parecer mais mulher batalhadora.
- Manu! É você? Vem aqui que eu quero te ver, já fazia um tempão que você não vinha me visitar, pensei que já tinha esquecido dessa velha.
- Nem pensar, dona Encarna, pergunto pra sua neta sobre a senhora direto.
- Aposto que eu me lembro mais de você do que você de mim, e são todas boas lembranças, mas agora tô aqui há uns dias sem conseguir levantar.
Raquel entrou com uns lençóis nos braços.
- Vamos, vó, vou trocar sua roupa de cama pra senhora ficar mais confortável.
- De novo, Raquel? Se eu tô confortável, mulher.
- Nada, a senhora vai ver como vai ficar fresquinha e dormir a tarde toda.
A avó não conseguiu reclamar, Raquel se virava muito bem. Pegou o lençol da cama e levantou com a avó dentro, virando ela de lado. Me mandou segurar ela de lado enquanto ela desenrolava o lençol limpo e esticava por baixo dela. Depois, veio pro meu lado da cama e repetiu a operação, virou ela pro outro lado e puxou o lençol limpo por baixo. Com um puxão, tirou o sujo e a avó ficou em cima do lençol trocado. Eu tava admirado com a habilidade da mina, ela fazia tudo no automático. Com as viradas, a camisola da Encarna tinha subido, e eu percebi como a pele dela era fina. Depois de tudo, mesmo sendo avó, era mais por ter uma neta do que pela idade — não chegava aos 70 anos e muito bem vividos. Passei a mão pelas pernas dela pra sentir a pele macia, e ela instintivamente abriu as pernas. Eu continuei até os joelhos. Raquel me olhava de canto de olho, sorrindo. Quando acariciei as coxas de Encarna, a avó de Raquel, ela sussurrou pra mim:
— Por favor, Manu, não me torture mais.
Ela abriu as pernas o máximo que pôde, a buceta grisalha ficou exposta, e eu passei a mão por cima com suavidade. Ela não parava de dizer:
— Por favor, por favor, continua.
Quando passei os dedos entre os lábios dela, a mulher suspirou e abriu ainda mais as pernas, dentro das limitações dela. A buceta ainda não tava escorrendo, mas fui com meus dedos ao encontro dela. Logo encontrei: a buceta dela começava a reagir. Mas quando acariciei o clitóris, senti meus dedos ficarem encharcados de lubrificação. Com a outra mão, levantei a camisola dela até os peitos — eles balançavam como pudins, mas os bicos estavam durinhos. Ela pegou minha mão e fez eu acelerar o ritmo. Enfiei três dedos e ela não aguentou mais: gozou, com a barriga, o estômago e os peitos vibrando enquanto eu continuava mexendo os dedos dentro dela. Só disse baixinho:
— Obrigada, Manu.
E dormiu. Saí do quarto depois de cobri-la com um lençol limpo e fui procurar Raquel. A garota me deu um beijinho, perguntando como a avó estava. Falei que tava tranquila e dormindo. Ela me abraçou, colando os peitos lindos dela no meu peito, enquanto me beijava com tesão. Senti um roçar na minha perna — era o Thor me cumprimentando. Logo ele tava lambendo minha mão e querendo brincar. Tive que me separar de Raquel, a contragosto, porque meu cachorro não me deixava em paz. A garota se resignou e me deixou pra continuar com as tarefas dela. Parecia que a magia do momento tinha se desfeito. O cachorro não sabia o que fazer pra brincar, já grandão, dava conta de mim. Perguntei a Raquel quem cuidava do cachorro. Enquanto a avó dela estava na cama, ela, da cozinha, me disse que uma vizinha que tinha outro cachorro pequeno levava ele pra passear todo dia. Fiquei feliz, porque era um problema pra todo mundo, mas vendo a alegria que isso tinha dado a ela, me ofereci pra levar o cachorro naquele momento. O cachorro veio com a coleira na boca me esperar na porta de casa, era super convincente. Saímos na rua, ele puxava a coleira e me guiava até o parque onde costumava passear e brincar. Ficou um tempinho comigo calmo e eu soltei ele. Enquanto eu olhava os outros cachorros brincando e cuidando pra ele não brigar com ninguém, não percebi que ele saiu correndo pra onde tinha outro cachorro igual a ele, um boxer. Era tigrado, lindo pra caralho, mas tava na coleira, sendo levado por uma senhora, uns quarenta anos mais ou menos. Mas o que me chamou atenção foi como ela tava bem vestida, cheia de anéis e colares. Achei meio estranha a roupa pra levar o cachorro passear e me aproximei pra separar os cachorros, pra não incomodar, e vi que na verdade eles estavam brincando entre si. Mais calmo, me apresentei pra senhora. Ela me olhou com uma certa indiferença, mas me explicou que não costumava levar o cachorro, mas a filha dela tinha ido pra cidade e pediu pra ela passear com ele. Percebi que Thor não parava de cheirar por trás o outro, que na verdade era uma cadela. A senhora me disse que a filha tinha avisado pra ter cuidado porque a cadela tava no cio. Thor, claro, já sabia disso, e só tentava montar por trás a cadela. A senhora não parava de puxar a coleira pra meu cachorro não chegar perto, mas Thor tinha outros planos: montou por trás e tirou o pau da bainha, tentando meter na cadela. A senhora tapou os olhos e disse:
— Pelo amor de Deus, que coisa, tão vermelho, tão molhado, tão feio.
— Pois é, senhora, os cachorros têm assim. Deduzo que a senhora nunca tinha visto o pau de um cachorro.
— Não, verdade, não imaginava assim, tão grande e tão grosso, parece o do meu falecido marido, ou talvez maior. Desde então não tinha visto nenhuma, e já faz três anos, coitada, um acidente de carro. Agora eu e minha filha moramos sozinhas com a cadela, tudo mulher, até o jardineiro é mulher.
— E sua filha não tem algum namorado que traga pra casa?
— Qual nada! Ela só tem 17 anos, nunca traz os amigos pra cá, só vai do colégio pra casa. Gosta muito de animais, quer ser veterinária como a tia. Aliás, ela disse que queria criar mais uns boxer se achasse um bom candidato.
— Então me deu uma ideia: por que não fica com meu cachorro uns dias? Parece que ele se dá muito bem com a sua, e eles podem ter filhotes.
— Não é má ideia, não. Sério, seu cachorro é lindo, tenho certeza que a Pilar vai gostar.
— Então vou te passar meu telefone, e você me liga se sua filha gostar da ideia.
— Beleza, mas por que não me deixa o cachorro pra ela ver, assim você não precisa fazer outra viagem.
— Eu ia ficar sem graça de te incomodar, senhora.
— Por favor, não me trata de senhora, me chamo Carmina.
— Prazer, Carmina, eu sou o Manu. Me abracei no Thor pra me despedir. Carmina também me deu o endereço dela, era bem perto, um chalézinho com um jardim pequeno. O Thor ia ficar bem lá com a cadela, e ainda tirava um pouco o problema da Encarna. Passei a coleira no Thor e acompanhei a Carmina até a casa dela. Ela me fez entrar e me mostrou o jardim todo, onde os cachorros iam brincar. Quando ela tirou a jaqueta que tava usando, fiquei surpreso com a elegância que ela vestia, mas principalmente com o corpaço que escondia debaixo das roupas largas. Não quis atrapalhar mais e fui pra casa da Encarna. A mulher ainda tava dormindo, tinha ficado de pernas abertas e roncava feito um tronco. A Raquel já tinha terminado, tava guardando umas coisas e ficou feliz quando contei a história do cachorro. De qualquer jeito, ela não podia acompanhar a Encarna, então era uma boa solução por enquanto. Abracei a Raquel, queria continuar as carícias que a gente tinha começado e levar ela pra cama grande, mas ela olhou o relógio e... Disse que Elvira, a mãe dela, tava chegando pra fazer a comida pra Encarna. Como compensação, deixou eu chupar os bicos dos peitos dela. Quando cheguei em casa, pouco depois recebi uma ligação. Era da Carmina, a dona da cadela boxer. A filha dela tinha visto o meu cachorro e gostado muito, queria que a gente conversasse sobre o assunto. De tarde, fui na casa da Carmina. Quem me abriu a porta foi uma garota mais ou menos da minha idade, muito magrinha, com traços bem doces, loira de cabelo liso, olhos azuis. Parecia a típica gata nórdica. Também dava pra ver a influência da mãe, tão sofisticada. Ela foi super educada comigo e me fez entrar na sala. Era bem espaçosa, decorada com móveis minimalistas. Pra mim, parecia muito fria e sem personalidade, mas cada um com seu gosto. O que me encantou foi a janelona que ia até o teto, a parede inteira de vidro, dando pra um porche e pro jardim, muito bem cuidado, cheio de flores por todo lado. Me ofereceram café e biscoitos. Fiquei contando um pouco sobre o meu cachorro, que tinha um pedigree muito bom e dava pra fazer uma ninhada bonita. A filha me perguntou, meio tímida, o que eu pretendia fazer com os filhotes. Eu não tinha pensado nisso e não soube o que responder. No fim, a Carmina deu uma ideia:
— Se vocês quiserem, ficam com um, e se tiver mais, a tia Feli pode vender.
Achei a ideia perfeita, porque pra mim a ideia de ter mais cachorros não me animava, dado o estilo de vida que eu levava. Agora, hóspede na casa da Júlia, e daqui a pouco ia voltar pra Ana, ia ser ainda mais problema.
— Então a gente fala com a tia quando ela chegar. Aliás, já tá demorando.
Na mesma hora, ouvi a porta bater e uma voz lá de dentro:
— Já cheguei, meninas, desculpa o atraso.
Quando ela entrou na sala, eu fiquei pasmo, mas ela também. Aí meu cérebro foi ligando os pontos na velocidade da luz: Carol, a filha, queria ser veterinária; a tia se chamava Feli; e eu conhecia, e bem, uma veterinária chamada Feli. A garota também não esperava por aquela. Nunca me viu ali e, depois de uns segundos de tensão, me cumprimentou.
— Oi Manu, beleza? O que você faz aqui? Sou irmã da Carmina.
Carol e a mãe dela se olharam, sem entender nada. Tentei me explicar.
— Bem, como vocês sabem, me chamo Manu e sou assistente do doutor Benito. Conheço um pouco a Feli dos encontros na casa da dona Francisca.
Feli, aliviada, seguiu a conversa e logo derivou pros cachorros. A proposta de deixar os filhotes na clínica dela pra vender não teve problema, e ela disse que dividiria o dinheiro que a gente ganhasse. Pra mim, foi perfeito.
Num momento em que ficamos sozinhos, Feli me disse:
— Tô feliz de te ver, Manu. É uma coincidência você ter conhecido minha família, e tô feliz por dois motivos que já vou te contar.
— E como você tá das suas dores?
— Bom, se eu dissesse que tô mal, estaria mentindo, mas a verdade é que não tô cem por cento.
— Então já sabe, no dia que quiser, a gente pode te ver de novo.
— É, mas não precisa nós dois me verem. Pelo pouco que me incomoda, acho que você sozinho já me cura. E também acho que não precisa ir ao consultório. Se você passar lá em casa, pode me examinar, mas não esquece das pomadas e géis que me fizeram muito bem.
Quando mãe e filha se juntaram a nós, já não tinha muito o que tratar. Feli ficou conversando com a irmã enquanto Carol me contava a empolgação de ter um filhote. Falei pra ela ficar com o mais bonito. Ela ficou toda feliz e me deu um abraço leve.
Feli se despediu logo, só tinha vido de visita. Aproveitei pra ir também. Comecei a andar na calçada quando um carro parou do meu lado. A cabeça da Feli apareceu na janela e ela disse:
— Posso te levar em algum lugar?
— Sei não, não tenho plano nenhum.
— Sobe! Vamos pra minha casa.
A garota dirigia rápido, mais do que o recomendado dentro da cidade, mas mostrava um baita domínio do carrinho pequeno e caro dela. Eu sempre fui... Gostei que a mina dirigisse, e ela mandava muito bem. Passamos pela rua da farmácia, falei pra Feli se podia parar um minutinho pra comprar os cremes que eu precisava. Quando entrei, o farmacêutico me atendeu pessoalmente, mandou eu passar pra rebotica pra tomar um café na cafeteira que ele tinha no escritório dele. Eu não queria me demorar, porque a Feli tava me esperando com o motor ligado na rua. O farmacêutico insistiu tanto que tive que tomar o café enquanto apressava ele pra me dar os cremes e os géis. Ele incluiu um pacote de camisinhas, caso um dia eu precisasse, piscou o olho e apontou no rótulo que eram texturizadas, de prazer máximo. Agradeci e quis pagar, ele recusou e ainda agradeceu pelo que eu fazia pela mulher dele. Disse que ela tinha ficado bem relaxada depois que eu fui embora, e também perguntou se o tratamento que ela tava fazendo ia durar muito, porque mal dava pra foder e exigia muitos cuidados. Tive que falar que o processo era longo e que valia a pena o sacrifício, porque depois ela ia gozar muito mais. Ele ficou esperançoso, me fazendo prometer que eu não demoraria pra visitar a mulher dele de novo, pra ver como tava a cura dela. A Feli ainda tava no carro com o motor ligado quando eu saí. Corri, entrei no carro e ela arrancou na hora. Tive que contar que eu tava tratando a mulher do farmacêutico. Ela sabia, pelos encontros que eles tinham juntos, que a mulher tinha problemas em casa, mas não sabia que era de saúde. Falei que não era bem de saúde, mas sim coisa da época de amamentação do pequeno e das limitações dela. Quando chegamos na casa dela, entramos direto na garagem, e pelo elevador fomos pro apartamento. Enquanto isso, fui contando a coincidência que me levou a conhecer a irmã e a sobrinha dela. Ela disse que um dia ia me contar umas paradas sobre elas. Eu fiquei quieto, na minha. O elevador nos deixou na porta da casa dela, que abria com chave, e entramos num hall muito bem decorado. Não tinha nada a ver com o da irmã dela. Ao Entrar já dava uma sensação de aconchego, dava pra perceber que ela gostava de animais, tinha fotos artísticas de bichos exóticos por toda parte. A mina jogou a bolsa num sofá e entrou no quarto dela, falou pra eu esperar um momento. Eu fiquei de boa vendo as fotos penduradas por todo lado, algumas tinham ganhado prêmios internacionais. Olhei pra porta do quarto da Feli, em cima da cama tava a roupa que ela tinha acabado de tirar e dava pra ouvir a água correndo no chuveiro. Fiquei curioso e dei uma espiada, pelo vidro da cabine dava pra ver o corpo da gata transparecendo. Ela tava se ensaboando toda, tinha uns peitos lindos, passava espuma neles por baixo, rodeando e principalmente nos bicos. Percebi que nos bicos ela se demorava mais que o normal, até beliscava e esticava eles. Depois as mãos foram descendo até chegar na buceta, ensaboou tudo abrindo os lábios, se esfregava com a esponja natural nos lábios desde a ppk até o cu, quando passava no clitóris fazia mais devagar, até repetia várias vezes. Com os dedos, passou nos lábios menores e na vagina. Quando se enxaguou, a água morna ficou correndo um tempão nos peitos dela, espalhava entre os dois, principalmente nas aréolas e por baixo dos peitos. Quando chegou na ppk, deixou o chuveirinho fixo enquanto a água batia com força, regulou a água mais quente e com dois dedos separou os lábios, com a outra mão beliscou o clitóris até começar a gemer. Nos espasmos, se apoiou no vidro amassando os peitos nele, os bicos ficaram grudados como tatuagens no vidro enquanto ela, com a cara virada de lado, se concentrava nas carícias dela. Devagar, voltei pelo mesmo caminho e quando passei pela cama dela, peguei a calcinha, cheirei e tinha um cheiro forte de lubrificação, tava molhada. Sentei num sofá pra esperar lendo uma revista de natureza, a mina saiu correndo se desculpando que precisava urgentemente de um banho, e que... Ela tava com todos os músculos travados, veio enrolada num roupão de felpa e me perguntou se eu conseguia reconhecê-la agora. Eu já tinha separado os cremes e géis de antemão e, claro, me preparei, levantei do sofá pra reconhecer ela, nem precisava de muito espaço, mas ela disse que seria mais confortável no quarto dela. Ao entrar, elogiei como era aconchegante, como se fosse a primeira vez que via o lugar, em cima da cama já não tinha nada de roupa, pelo contrário, ela tinha destapado a colcha e só tinha o lençol, mas quando mostrei os cremes e óleos, ela mandou eu esperar e tirou de uma gaveta um lençol impermeável, esticou ele e subiu na cama, quando chegou lá em cima, tirou os chinelos que ainda tava usando e abriu o roupão totalmente, me dando a visão do corpo inteiro dela pelada, tomada banho e perfumada. Peguei os cremes e os outros frascos e coloquei eles alinhados por ordem de uso, mas quando vi que a área a ser tratada não era a específica da dor, mudei a ordem e coloquei primeiro os óleos de massagem. Quando destampo o primeiro frasco e fiz menção de jogar um pouquinho nas pernas dela, ela me fez esperar e tirou o roupão de vez pra não sujar. Eu, da beirada da cama, tentava não respingar o óleo e me sujar também, quando mandei ela primeiro ficar de bruços, aproveitei pra tirar minha roupa, menos a cueca, pressenti que ia me sujar todo. A pele dela ficava arrepiada quando eu passava pelas panturrilhas, mas quando cheguei nas coxas, ela foi abrindo elas devagarzinho pra facilitar a massagem, fiquei massageando uma até chegar na virilha, em nenhum momento passei dali, embora ela se abrisse mais, os lábios da buceta dela tavam brilhando e não era por causa do meu óleo, quando passei pra outra coxa, aconteceu a mesma coisa, chegava bem na virilha e voltava, ela levantava a bunda cada vez, passei pelos quadris até a cintura descendo pelas nádegas, repassei várias vezes, até reparei controlando a inflamação que ela tinha já tinha desaparecido, agora no lugar só tinha a pele um pouco mais escura como era normal e o buraco do cu perfeitamente fechado e enrugado. Subi nela sentado sobre as coxas dela, consegui massagear os rins, e quando subia em direção às costas, meu pau fazia o trajeto entre as coxas dela, a bunda dela e voltava, eu ainda estava de cueca que, mesmo molhada de óleo, segurava meu pau no lugar com dificuldade. Cheguei até o pescoço, ela prendeu o cabelo e levantou ele pra cima da cabeça, com minhas mãos passei pelos lados do corpo dela, com os braços pra cima os peitos dela saíam o suficiente pra que cada vez que eu passava as mãos eles aparecessem um pouco mais, insisti até que os bicos dos peitos ficaram pra fora, estavam oleados e brilhando, mas principalmente duros, afundavam no lençol. No pescoço e na nuca me demorei mais, notei que devia ser uma área especialmente erógena pra ela, porque assim que eu aproximava as mãos dos ombros ela não parava de mexer o pescoço buscando meu contato, o máximo foram as orelhas, os lóbulos causaram o primeiro orgasmo nela, a tensão acumulada se espalhou como uma pedra num lago, uma série de tremores nasceram da nuca até os pés, ela se agitava toda, as costas contagiavam os solavancos pros peitos que sobressaíam pelos lados e depois de agitar a bunda chegavam até os tornozelos. Deixei ela relaxar um momento e desci pro chão, observava como as coxas e a bunda dela tremiam, quando se acalmou sussurrei pra ela virar, sem abrir os olhos ela se virou ficando com os braços caídos, as pernas juntas, os peitos separados e terminados em ponta. Espalhei óleo direto da garrafa sobre o corpo dela, o gotejamento na pele dela causava arrepios, joguei entre os peitos, na barriga até o umbigo, o ventre dela acusou um estremecimento, os ombros redondos massageei bem até a nuca, ela levantava a cabeça e virava quando eu passava pelo pescoço, com as mãos molhadas de óleo percorri os braços, das axilas para baixo, ao passar pelo começo dos peitos dela, notei a dureza que já tinham, mas continuei até as mãos e, principalmente, os dedos. Ela sentia um prazer especial quando meus dedos se enroscavam nos dela. Depois, deixei os braços dela colados ao corpo. Do pescoço, desci até o peito. Feli respirava ofegante, mas não abria os olhos. Minhas mãos passaram entre os peitos dela; ela fez menção de se virar um pouco para que eu os acariciasse, mas preferi passar sem roçar. Entre eles, havia um espaço considerável; estavam inchados, duros e erguidos, mas separados. As aréolas, que em outras garotas ficam redondas seguindo a curva do peito, nela eram pontiagudas, formando um conjunto com o mamilo que as coroava. Quando cheguei à barriga, a cabeça dela roçava meu volume por baixo da cueca. Notei que as mãos dela queriam se mexer, mas ficaram quietas. As minhas, ao subir, passaram pelos lados dos peitos, contornaram-nos e passaram por baixo, em círculos, até que as palmas passassem sobre os mamilos dela. Feli não aguentou mais; as mãos dela saltaram como se libertadas de algemas e procuraram minha cueca. Enquanto uma pegava meu pau pelo tronco por fora, a outra puxava o elástico para baixo até descobrir a glande. Ela esticou, e meu pau ficou sobre a testa dela. Vi o olhar fixo dela mirando ao mesmo tempo minha cabecinha. Na próxima vez que passei as mãos sobre os mamilos dela, belisquei e estiquei. Ela levantou a cabeça e meteu minha cabecinha na boca. A cueca caiu no chão. Minhas mãos percorriam os peitos dela até a barriga; ela, com a boca aberta, admitia, no meu movimento de vai e vem, a entrada e saída do meu pau na boca dela, com a cabeça esticada. Dava para sentir na garganta dela a chegada da minha glande lá dentro. Quando já estava engasgando, fui avançando sobre ela ao mesmo tempo que regava com óleo a ppk dela. A cabeça dela voltou à posição normal, mas sem soltar meu pau. Feli não esperou que eu indicasse nada; abriu as pernas, encolhendo-as para que chegou aos seus lábios, abrindo-os e deixando as virilhas à mostra. Quando eu separei com os dedos, a garota já tinha agarrado minhas bolas e me liberado do prepúcio para que a glande entrasse limpinho na boca dela. O clitóris da Feli estava solitário entre os lábios, dava pra ver como pulsava e se mexia, eu estava olhando pra ele quando ele veio na minha direção, a Feli tinha levantado a bunda na direção do meu rosto, minha boca pegou ele no ar, e não soltei até que entre meus dentes ele endureceu. A Feli gemia quando soltava meu pau pra poder respirar, levantei as pernas dela deixando as nádegas abertas e elevadas, com a língua percorri o trajeto do clitóris até o cu, parando um momento na buceta, ela não esperava que eu chegasse no cu, ainda estava traumatizada pela inflamação dela, mas eu já tinha visto que estava curada e passei a língua ao redor, estendi a mão e peguei o gel que esquenta e borrifei toda a rachadura. No começo, o frescor do spray fez ela fechar as pernas, mas na hora uma ardência inundou a buceta e o cu dela, logo ela soltou meu pau e me virou, me deixando debaixo dela. Não demorou nada pra subir em cima de mim, lambeu os dedos e lubrificou a buceta inutilmente porque já estava escorrendo, e quis tirar o tesão que sentia entre as pernas. Sentou em mim assim que sentiu meu pau na buceta dela, os peitos quase escapavam por baixo dos braços de tão abertos que estavam, mas eu peguei e juntei eles, ofereci um mamilo pra boca dela e ela alcançou esticando a língua, lambeu várias vezes enquanto gozava em cima de mim. Quando se deitou completamente me esmagando, meu pau entrava nela como um êmbolo, ela me mordeu no ombro e gozou, não foi mais um tremor controlado, foi um terremoto que eu tive que segurar pra ela não cair com meu pau dentro. Por fim, ela se virou e caiu ao meu lado de bruços com os braços abertos. Ficou quase um minuto vibrando em cima do lençol enquanto eu me levantava e ficava atrás dela, subindo meu pau entre as coxas dela, esperei até que Acabou de gozar o orgasmo dela, mas quando percebeu que eu me apoiava nas costas dela sentindo minha glande entre as bundas dela, ela tentou se virar pra impedir. Tentei convencer ela, mas não queria, a experiência ruim tinha traumatizado ela, mas prometi e jurei que ela não sentiria nada, tive que apelar pro creme mais refrescante que eu tinha, aos poucos ela foi abrindo as pernas mas a bunda continuava apertada, coloquei um travesseiro dobrado embaixo da pélvis dela e levantei a bunda até a cabeça dela encostar nos lençóis, pra dar mais confiança falei pra ela abrir a própria bunda, e fiquei um tempão passando a cabecinha entre a buceta e o cu, ela sempre mantinha a esperança de que eu escolhesse a ppk, mas quando apoiei a glande pontuda no buraco preto lubrificado dela ela já se tensou, sabia que era sério, mandei ela encher os pulmões de ar e apertei de leve, Tão dilatado e lubrificado que a glande entrou sem quase esforço, ela mesma falou quando já tinha meia rola dentro… - Posso respirar agora? - Sim Feli, já pode respirar. Quando soltou todo o ar dos pulmões eu apertei até o fundo, ela não percebeu até se sentir cheia. - Cê tinha razão Manu, não doeu nada, já pode meter tudo. - Quem me dera ter mais pra continuar metendo a rola, cê tem ela toda dentro de você. - Com a mão entre as pernas dela, ela confirmou e se convenceu quando pegou minhas bolas coladas na bunda dela. - Mete fundo Manu, mete fundo e me faz gozar de novo, pelo cu, esse eu vou aproveitar de verdade. Apoiei os cotovelos do lado dela, minhas mãos agarraram os peitos que apareciam e sem deixar meu peso cair nela comecei a foder o cu dela, só sentia três pontos de referência e os três davam prazer pra ela, minha rola e minhas mãos nos peitos dela, todos os sentidos dela se focaram neles e aconteceu de novo, quando beijei atrás da nuca dela, um arrepio que percorreu o corpo todo fez ela tremer, os peitos dela endureceram e a bunda dela apertou bloqueando meu pau, não me deixou mexer até os espasmos passarem, quando consegui tirar ela disse.
- Agora pode gozar no meu cu.
- Prefiro gozar nos seus peitos, mas antes chupa ele. Eu já tava sentado na barriga dela e adiantando o pau pra ela alcançar com a boca, coloquei o travesseiro debaixo da cabeça dela e fui enfiando de boa, ela só tinha que cuidar pra os dentes não roçarem no freio, fui acelerando quando passou do que ela aguentava ela pegava nas minhas bolas e acariciava, quase segui e enchi a garganta dela de porra mas a promessa era nos peitos, então tirei da boca dela, ela juntou os dois segurando pelos bicos, entre as duas tetas escorreram os jatos de sêmen até sumir no canal que se formou.
- Valeu Manu, você me fez recuperar a confiança nos homens, o que achou da recuperação?
- Valeu você por confiar em mim, do reconhecimento posso garantir que você tá totalmente recuperada, foda-se a alta. A gente se abraçou e deitou um tempão, ficamos falando de besteiras até que surgiu o assunto do cachorro, ela disse que era bom a puta da irmã dela parir e baixinho falou.
- E minha irmã também precisa de um bom pau.
- Virei surpreso pra ela com o comentário e ela confirmou.
- Minha irmã não viveu nada, casou e só o marido tocou nela e infelizmente morreu de repente e pelo que deduzo da minha irmã ele não era muito ativo sexualmente.
- Entendi, quando ela se assustou ao ver o pau do meu cachorro parecia que tinha visto um milagre.
- Claro, pra ela é uma obsessão, sabe de uma coisa?, quando encontrei aquele cara ela confessou que não conseguia dormir sem se masturbar antes e perguntou se meu namorado não teria um amigo pra sairmos as duas juntas, tava louca pra foder, mas quando ela mostrou como aquele bruto tinha deixado minha bunda, ele se assustou, mas continua obcecado. Quando viu o cachorro metendo com tanta facilidade naquela puta, ficou com muito tesão. Tendo você do lado, pensou em te levar pra casa e te foder ali mesmo, mas no fim se segurou. Depois chegou minha sobrinha e, pra piorar, eu também apareci. Ele confessou que, se a gente não tivesse chegado, teria te seduzido, e acredito nele. Minha irmã é muito gostosa, tem um corpo muito melhor que o meu e quase não foi "usada".
- E sua sobrinha Carol?
- Minha sobrinha tem amigos no colégio, mas não mostra vontade de ter um parceiro. Minha irmã fica insistindo pra ver se ela leva alguém pra casa e fode com ele, mas não tem sorte. Não sei o que fazer pra ajudá-la. Já pensei até em falar com o Benito pra vocês darem um tratamento de emergência nela.
- Não seria nada mal não. Pelo pouco que vi, sua irmã me agradou. Como você disse, ela é muito gostosa e pelo que conta, merece uma boa pica. Tô matutando aqui pra ver se encontro uma solução. Me dá uns dias e te conto.
Antes de sair da casa da Feli, tomamos banho juntos, nos ensaboamos um ao outro. O chuveiro era grande o suficiente pra nós dois, e ela pediu pra eu sentar no chão. Enquanto a água quente caía sobre a gente, ela sentou em cima de mim, ficou pulando, enfiando minha pica até gozarmos juntos. Sentimos as mesmas sensações, e quando ela se levantou, a água enxaguou minha pica de porra e fluidos.
Ela se ofereceu pra me levar em casa, mas preferi ir andando. Não era tão longe e eu precisava pensar no que fazer pra ajudar a Carmina.
Continua...
Agradeceria seus comentários. Obrigado.
- Quem te comeu melhor das duas? Quase tirei a roupa de novo, mas me segurei e, beijando elas de novo, fui embora.
Continua...
Eu foquei em achar o defeito do aparelho. Pra ser sincero, não tinha muito mecanismo, então primeiro olhei no plug da tomada. Capaz que um fio tinha soltado. Quando desmontei, vi que um dos cabos tava cortado, não desfiado, mas cortado certinho. Não falei nada enquanto via a mina apertar o peito pra sair mais leite pro moleque. Tava funcionando, porque o bebê engolia quase sem esforço os jatos que saíam do mamilo dela. Ela também apertava o outro peito, vazando leite que escorria por toda a teta. Pedi se ela tinha uma tesoura pra descascar o fio elétrico. Ela quis levantar pra pegar, mas com o moleque no colo, eu impedi. Na gaveta que ela falou, não tava. Ela insinuou que podia estar na de baixo. Abri e também não achei. Tava cheia de roupa. Ela disse que tinha certeza de que tava lá. Enfiei o braço entre as peças pra procurar, mas não encontrei nada. Me virei pra ela. No colo dela, o moleque tinha dormido e largado o mamilo, vazando leite. Quando olhei pra cima pra perguntar se ela tinha certeza, ela mandou eu olhar direito. Ao mesmo tempo, abriu as pernas e, por baixo da saia, fui vendo as coxas dela cada vez mais abertas, até que consegui distinguir os lábios dela envoltos numa camada de pelo crespo. Fiquei parado. Olhando incrédulo, ela pegou o bebê no colo, levantou ele e acabou de abrir as pernas, separando as coxas e os lábios da buceta. Com o bebê nos braços, ela continuou até que eu me aproximei dela de quatro, meu rosto entrou entre as coxas dela, cada vez ficava mais escuro, mas eu não precisava de luz, o cheiro da buceta que exalava me guiava como a estrela polar. A mina deixou o bebê no berço que estava ao lado dela com cuidado, sem fechar as pernas. Eu levantei a saia dela até a cintura e ela empurrou a bunda para a beira do assento. Meus dedos acompanharam minha língua, enquanto eu lambia o clitóris da mina, dois dedos entravam na vagina. A bunda dela estava quase saindo da cadeira, mas ela se segurou para não cair. Meu dedo indicador, lubrificado com o fluxo que escorria, se enfiou no cu da mãe. Ela quis reclamar, mas como já estava lá dentro, não achou necessário. Segurando com as mãos no assento da cadeira, ela aguentou o orgasmo, quase não mexeu a bunda, mas a cabeça balançava de um ombro pro outro, fechando os olhos com força. Meus joelhos doíam de ficar no chão duro, então me levantei antes que ela se recuperasse da gozada. Tirei a calça e coloquei minha pica depilada na frente dela. Vi ela mamar com mais vontade que o bebê dela, parecia que queria engolir, enquanto me enchia de porra, apertando os peitos cheios dela com as mãos. As gotas caíam no chão, mas ela não ligava. Me agarrei no mamilo dela, ainda cheio, e enfiei até a aréola na boca, chupei e chupei com força, os jatos de leite batiam na minha campainha. Quando soltei, parecia que a aréola estava maior que a outra, por causa da marca da mamada. Ela preparou na cama um forro que usava pra trocar o bebê, esticou na beirada e se deitou de bruços. As pernas dela pendiam até o chão, as mãos separaram as nádegas e ela pediu pra eu jogar um pouco da minha porra. Apertei um mamilo dela e molhei os dedos até escorrer, passei na bunda dela e com o dedo de antes espalhei. ao redor e até por dentro, não resisti à tentação de enfiar a pica na buceta dela antes, ela se surpreendeu porque já estava com o cu aberto, mas não reclamou nada. Depois de algumas enfiadas, minha pica se cravou no cu dela e sumiu lá dentro, caí sobre as costas dela, pelos lados apareciam os peitos dela cheios de porra que continuavam vazando, apertei eles com a tranquilidade de que não ia sujar a roupa de cama. Ela gozou de novo com minha pica no cu dela, sem nenhuma reclamação, só uns gemidos, com as mãos agarradas no lençol foi aguentando os tremores até passarem. Eu ia gozar, mas ela disse que não, que queria mamar mais ainda, se virou e enfiou a pica na boca, não parou de chupar até os jatos de porra escorrerem pelo canto dos lábios dela. Olhei o relógio, quase na hora de fechar a farmácia, a mina sem falar nada pegou a tesoura debaixo de uma fralda que tava em cima do móvel, sempre soube que tava ali, e eu sabia que o cabo tinha sido cortado de propósito com aquela tesoura, arrumei o cabo rapidinho e me vesti, e quando vi que o motor tava girando, ouvi a porta da rua, era o marido dela. Ela pegou o aparelho de mim e colocou no peito que o bebê não tinha mamado, tava cheio e não demorou pra os jatos de porra encherem o recipiente, com a outra mão balançava o berço do bebê, o marido olhava admirado, me deu um tapinha nas costas e disse que ia ser sempre grato a mim e pra mandar lembranças dele pro Benito. O menino continuava dormindo com um sorriso. Quando cheguei em casa tomei banho, a pica tava cheirando a buceta mas a cara tava cheirando a porra de mãe, depois desci pro bar. Fazia dias que eu tava notando algo estranho na Raquel, ela não era uma mina séria mas tava com o olhar triste, perguntei num momento de descanso, ela disse que a avó não tava bem, que tava de cama há vários dias e que ela ia cuidar dela, a mãe dela preparava as comidas e Fazia as compras pra ela, parecia que era um problema de reumatismo que não deixava ela andar. Me ofereci pra ajudar em qualquer coisa, ela disse que se virava bem, limpava a casa e trocava os lençóis da cama. Insisti, lembrando do cachorro, afinal Thor era meu e minha responsabilidade, então ela topou e combinamos pra tarde. Quando cheguei, a Raquel já tava lá há um tempão, tinha lavado o chão e tirado o pó dos móveis, a casa tava em ordem. A avó dela tava orgulhosa da Raquel, me chamou do quarto assim que ouviu minha voz, mal tive tempo de abraçar a Raquel atrás da porta. Eu gostava da mina, mesmo com o cabelo meio bagunçado e a cara vermelha de tanto trampar, ela tava meio suada, o que fazia ela parecer mais mulher batalhadora.
- Manu! É você? Vem aqui que eu quero te ver, já fazia um tempão que você não vinha me visitar, pensei que já tinha esquecido dessa velha.
- Nem pensar, dona Encarna, pergunto pra sua neta sobre a senhora direto.
- Aposto que eu me lembro mais de você do que você de mim, e são todas boas lembranças, mas agora tô aqui há uns dias sem conseguir levantar.
Raquel entrou com uns lençóis nos braços.
- Vamos, vó, vou trocar sua roupa de cama pra senhora ficar mais confortável.
- De novo, Raquel? Se eu tô confortável, mulher.
- Nada, a senhora vai ver como vai ficar fresquinha e dormir a tarde toda.
A avó não conseguiu reclamar, Raquel se virava muito bem. Pegou o lençol da cama e levantou com a avó dentro, virando ela de lado. Me mandou segurar ela de lado enquanto ela desenrolava o lençol limpo e esticava por baixo dela. Depois, veio pro meu lado da cama e repetiu a operação, virou ela pro outro lado e puxou o lençol limpo por baixo. Com um puxão, tirou o sujo e a avó ficou em cima do lençol trocado. Eu tava admirado com a habilidade da mina, ela fazia tudo no automático. Com as viradas, a camisola da Encarna tinha subido, e eu percebi como a pele dela era fina. Depois de tudo, mesmo sendo avó, era mais por ter uma neta do que pela idade — não chegava aos 70 anos e muito bem vividos. Passei a mão pelas pernas dela pra sentir a pele macia, e ela instintivamente abriu as pernas. Eu continuei até os joelhos. Raquel me olhava de canto de olho, sorrindo. Quando acariciei as coxas de Encarna, a avó de Raquel, ela sussurrou pra mim:
— Por favor, Manu, não me torture mais.
Ela abriu as pernas o máximo que pôde, a buceta grisalha ficou exposta, e eu passei a mão por cima com suavidade. Ela não parava de dizer:
— Por favor, por favor, continua.
Quando passei os dedos entre os lábios dela, a mulher suspirou e abriu ainda mais as pernas, dentro das limitações dela. A buceta ainda não tava escorrendo, mas fui com meus dedos ao encontro dela. Logo encontrei: a buceta dela começava a reagir. Mas quando acariciei o clitóris, senti meus dedos ficarem encharcados de lubrificação. Com a outra mão, levantei a camisola dela até os peitos — eles balançavam como pudins, mas os bicos estavam durinhos. Ela pegou minha mão e fez eu acelerar o ritmo. Enfiei três dedos e ela não aguentou mais: gozou, com a barriga, o estômago e os peitos vibrando enquanto eu continuava mexendo os dedos dentro dela. Só disse baixinho:
— Obrigada, Manu.
E dormiu. Saí do quarto depois de cobri-la com um lençol limpo e fui procurar Raquel. A garota me deu um beijinho, perguntando como a avó estava. Falei que tava tranquila e dormindo. Ela me abraçou, colando os peitos lindos dela no meu peito, enquanto me beijava com tesão. Senti um roçar na minha perna — era o Thor me cumprimentando. Logo ele tava lambendo minha mão e querendo brincar. Tive que me separar de Raquel, a contragosto, porque meu cachorro não me deixava em paz. A garota se resignou e me deixou pra continuar com as tarefas dela. Parecia que a magia do momento tinha se desfeito. O cachorro não sabia o que fazer pra brincar, já grandão, dava conta de mim. Perguntei a Raquel quem cuidava do cachorro. Enquanto a avó dela estava na cama, ela, da cozinha, me disse que uma vizinha que tinha outro cachorro pequeno levava ele pra passear todo dia. Fiquei feliz, porque era um problema pra todo mundo, mas vendo a alegria que isso tinha dado a ela, me ofereci pra levar o cachorro naquele momento. O cachorro veio com a coleira na boca me esperar na porta de casa, era super convincente. Saímos na rua, ele puxava a coleira e me guiava até o parque onde costumava passear e brincar. Ficou um tempinho comigo calmo e eu soltei ele. Enquanto eu olhava os outros cachorros brincando e cuidando pra ele não brigar com ninguém, não percebi que ele saiu correndo pra onde tinha outro cachorro igual a ele, um boxer. Era tigrado, lindo pra caralho, mas tava na coleira, sendo levado por uma senhora, uns quarenta anos mais ou menos. Mas o que me chamou atenção foi como ela tava bem vestida, cheia de anéis e colares. Achei meio estranha a roupa pra levar o cachorro passear e me aproximei pra separar os cachorros, pra não incomodar, e vi que na verdade eles estavam brincando entre si. Mais calmo, me apresentei pra senhora. Ela me olhou com uma certa indiferença, mas me explicou que não costumava levar o cachorro, mas a filha dela tinha ido pra cidade e pediu pra ela passear com ele. Percebi que Thor não parava de cheirar por trás o outro, que na verdade era uma cadela. A senhora me disse que a filha tinha avisado pra ter cuidado porque a cadela tava no cio. Thor, claro, já sabia disso, e só tentava montar por trás a cadela. A senhora não parava de puxar a coleira pra meu cachorro não chegar perto, mas Thor tinha outros planos: montou por trás e tirou o pau da bainha, tentando meter na cadela. A senhora tapou os olhos e disse:
— Pelo amor de Deus, que coisa, tão vermelho, tão molhado, tão feio.
— Pois é, senhora, os cachorros têm assim. Deduzo que a senhora nunca tinha visto o pau de um cachorro.
— Não, verdade, não imaginava assim, tão grande e tão grosso, parece o do meu falecido marido, ou talvez maior. Desde então não tinha visto nenhuma, e já faz três anos, coitada, um acidente de carro. Agora eu e minha filha moramos sozinhas com a cadela, tudo mulher, até o jardineiro é mulher.
— E sua filha não tem algum namorado que traga pra casa?
— Qual nada! Ela só tem 17 anos, nunca traz os amigos pra cá, só vai do colégio pra casa. Gosta muito de animais, quer ser veterinária como a tia. Aliás, ela disse que queria criar mais uns boxer se achasse um bom candidato.
— Então me deu uma ideia: por que não fica com meu cachorro uns dias? Parece que ele se dá muito bem com a sua, e eles podem ter filhotes.
— Não é má ideia, não. Sério, seu cachorro é lindo, tenho certeza que a Pilar vai gostar.
— Então vou te passar meu telefone, e você me liga se sua filha gostar da ideia.
— Beleza, mas por que não me deixa o cachorro pra ela ver, assim você não precisa fazer outra viagem.
— Eu ia ficar sem graça de te incomodar, senhora.
— Por favor, não me trata de senhora, me chamo Carmina.
— Prazer, Carmina, eu sou o Manu. Me abracei no Thor pra me despedir. Carmina também me deu o endereço dela, era bem perto, um chalézinho com um jardim pequeno. O Thor ia ficar bem lá com a cadela, e ainda tirava um pouco o problema da Encarna. Passei a coleira no Thor e acompanhei a Carmina até a casa dela. Ela me fez entrar e me mostrou o jardim todo, onde os cachorros iam brincar. Quando ela tirou a jaqueta que tava usando, fiquei surpreso com a elegância que ela vestia, mas principalmente com o corpaço que escondia debaixo das roupas largas. Não quis atrapalhar mais e fui pra casa da Encarna. A mulher ainda tava dormindo, tinha ficado de pernas abertas e roncava feito um tronco. A Raquel já tinha terminado, tava guardando umas coisas e ficou feliz quando contei a história do cachorro. De qualquer jeito, ela não podia acompanhar a Encarna, então era uma boa solução por enquanto. Abracei a Raquel, queria continuar as carícias que a gente tinha começado e levar ela pra cama grande, mas ela olhou o relógio e... Disse que Elvira, a mãe dela, tava chegando pra fazer a comida pra Encarna. Como compensação, deixou eu chupar os bicos dos peitos dela. Quando cheguei em casa, pouco depois recebi uma ligação. Era da Carmina, a dona da cadela boxer. A filha dela tinha visto o meu cachorro e gostado muito, queria que a gente conversasse sobre o assunto. De tarde, fui na casa da Carmina. Quem me abriu a porta foi uma garota mais ou menos da minha idade, muito magrinha, com traços bem doces, loira de cabelo liso, olhos azuis. Parecia a típica gata nórdica. Também dava pra ver a influência da mãe, tão sofisticada. Ela foi super educada comigo e me fez entrar na sala. Era bem espaçosa, decorada com móveis minimalistas. Pra mim, parecia muito fria e sem personalidade, mas cada um com seu gosto. O que me encantou foi a janelona que ia até o teto, a parede inteira de vidro, dando pra um porche e pro jardim, muito bem cuidado, cheio de flores por todo lado. Me ofereceram café e biscoitos. Fiquei contando um pouco sobre o meu cachorro, que tinha um pedigree muito bom e dava pra fazer uma ninhada bonita. A filha me perguntou, meio tímida, o que eu pretendia fazer com os filhotes. Eu não tinha pensado nisso e não soube o que responder. No fim, a Carmina deu uma ideia:
— Se vocês quiserem, ficam com um, e se tiver mais, a tia Feli pode vender.
Achei a ideia perfeita, porque pra mim a ideia de ter mais cachorros não me animava, dado o estilo de vida que eu levava. Agora, hóspede na casa da Júlia, e daqui a pouco ia voltar pra Ana, ia ser ainda mais problema.
— Então a gente fala com a tia quando ela chegar. Aliás, já tá demorando.
Na mesma hora, ouvi a porta bater e uma voz lá de dentro:
— Já cheguei, meninas, desculpa o atraso.
Quando ela entrou na sala, eu fiquei pasmo, mas ela também. Aí meu cérebro foi ligando os pontos na velocidade da luz: Carol, a filha, queria ser veterinária; a tia se chamava Feli; e eu conhecia, e bem, uma veterinária chamada Feli. A garota também não esperava por aquela. Nunca me viu ali e, depois de uns segundos de tensão, me cumprimentou.
— Oi Manu, beleza? O que você faz aqui? Sou irmã da Carmina.
Carol e a mãe dela se olharam, sem entender nada. Tentei me explicar.
— Bem, como vocês sabem, me chamo Manu e sou assistente do doutor Benito. Conheço um pouco a Feli dos encontros na casa da dona Francisca.
Feli, aliviada, seguiu a conversa e logo derivou pros cachorros. A proposta de deixar os filhotes na clínica dela pra vender não teve problema, e ela disse que dividiria o dinheiro que a gente ganhasse. Pra mim, foi perfeito.
Num momento em que ficamos sozinhos, Feli me disse:
— Tô feliz de te ver, Manu. É uma coincidência você ter conhecido minha família, e tô feliz por dois motivos que já vou te contar.
— E como você tá das suas dores?
— Bom, se eu dissesse que tô mal, estaria mentindo, mas a verdade é que não tô cem por cento.
— Então já sabe, no dia que quiser, a gente pode te ver de novo.
— É, mas não precisa nós dois me verem. Pelo pouco que me incomoda, acho que você sozinho já me cura. E também acho que não precisa ir ao consultório. Se você passar lá em casa, pode me examinar, mas não esquece das pomadas e géis que me fizeram muito bem.
Quando mãe e filha se juntaram a nós, já não tinha muito o que tratar. Feli ficou conversando com a irmã enquanto Carol me contava a empolgação de ter um filhote. Falei pra ela ficar com o mais bonito. Ela ficou toda feliz e me deu um abraço leve.
Feli se despediu logo, só tinha vido de visita. Aproveitei pra ir também. Comecei a andar na calçada quando um carro parou do meu lado. A cabeça da Feli apareceu na janela e ela disse:
— Posso te levar em algum lugar?
— Sei não, não tenho plano nenhum.
— Sobe! Vamos pra minha casa.
A garota dirigia rápido, mais do que o recomendado dentro da cidade, mas mostrava um baita domínio do carrinho pequeno e caro dela. Eu sempre fui... Gostei que a mina dirigisse, e ela mandava muito bem. Passamos pela rua da farmácia, falei pra Feli se podia parar um minutinho pra comprar os cremes que eu precisava. Quando entrei, o farmacêutico me atendeu pessoalmente, mandou eu passar pra rebotica pra tomar um café na cafeteira que ele tinha no escritório dele. Eu não queria me demorar, porque a Feli tava me esperando com o motor ligado na rua. O farmacêutico insistiu tanto que tive que tomar o café enquanto apressava ele pra me dar os cremes e os géis. Ele incluiu um pacote de camisinhas, caso um dia eu precisasse, piscou o olho e apontou no rótulo que eram texturizadas, de prazer máximo. Agradeci e quis pagar, ele recusou e ainda agradeceu pelo que eu fazia pela mulher dele. Disse que ela tinha ficado bem relaxada depois que eu fui embora, e também perguntou se o tratamento que ela tava fazendo ia durar muito, porque mal dava pra foder e exigia muitos cuidados. Tive que falar que o processo era longo e que valia a pena o sacrifício, porque depois ela ia gozar muito mais. Ele ficou esperançoso, me fazendo prometer que eu não demoraria pra visitar a mulher dele de novo, pra ver como tava a cura dela. A Feli ainda tava no carro com o motor ligado quando eu saí. Corri, entrei no carro e ela arrancou na hora. Tive que contar que eu tava tratando a mulher do farmacêutico. Ela sabia, pelos encontros que eles tinham juntos, que a mulher tinha problemas em casa, mas não sabia que era de saúde. Falei que não era bem de saúde, mas sim coisa da época de amamentação do pequeno e das limitações dela. Quando chegamos na casa dela, entramos direto na garagem, e pelo elevador fomos pro apartamento. Enquanto isso, fui contando a coincidência que me levou a conhecer a irmã e a sobrinha dela. Ela disse que um dia ia me contar umas paradas sobre elas. Eu fiquei quieto, na minha. O elevador nos deixou na porta da casa dela, que abria com chave, e entramos num hall muito bem decorado. Não tinha nada a ver com o da irmã dela. Ao Entrar já dava uma sensação de aconchego, dava pra perceber que ela gostava de animais, tinha fotos artísticas de bichos exóticos por toda parte. A mina jogou a bolsa num sofá e entrou no quarto dela, falou pra eu esperar um momento. Eu fiquei de boa vendo as fotos penduradas por todo lado, algumas tinham ganhado prêmios internacionais. Olhei pra porta do quarto da Feli, em cima da cama tava a roupa que ela tinha acabado de tirar e dava pra ouvir a água correndo no chuveiro. Fiquei curioso e dei uma espiada, pelo vidro da cabine dava pra ver o corpo da gata transparecendo. Ela tava se ensaboando toda, tinha uns peitos lindos, passava espuma neles por baixo, rodeando e principalmente nos bicos. Percebi que nos bicos ela se demorava mais que o normal, até beliscava e esticava eles. Depois as mãos foram descendo até chegar na buceta, ensaboou tudo abrindo os lábios, se esfregava com a esponja natural nos lábios desde a ppk até o cu, quando passava no clitóris fazia mais devagar, até repetia várias vezes. Com os dedos, passou nos lábios menores e na vagina. Quando se enxaguou, a água morna ficou correndo um tempão nos peitos dela, espalhava entre os dois, principalmente nas aréolas e por baixo dos peitos. Quando chegou na ppk, deixou o chuveirinho fixo enquanto a água batia com força, regulou a água mais quente e com dois dedos separou os lábios, com a outra mão beliscou o clitóris até começar a gemer. Nos espasmos, se apoiou no vidro amassando os peitos nele, os bicos ficaram grudados como tatuagens no vidro enquanto ela, com a cara virada de lado, se concentrava nas carícias dela. Devagar, voltei pelo mesmo caminho e quando passei pela cama dela, peguei a calcinha, cheirei e tinha um cheiro forte de lubrificação, tava molhada. Sentei num sofá pra esperar lendo uma revista de natureza, a mina saiu correndo se desculpando que precisava urgentemente de um banho, e que... Ela tava com todos os músculos travados, veio enrolada num roupão de felpa e me perguntou se eu conseguia reconhecê-la agora. Eu já tinha separado os cremes e géis de antemão e, claro, me preparei, levantei do sofá pra reconhecer ela, nem precisava de muito espaço, mas ela disse que seria mais confortável no quarto dela. Ao entrar, elogiei como era aconchegante, como se fosse a primeira vez que via o lugar, em cima da cama já não tinha nada de roupa, pelo contrário, ela tinha destapado a colcha e só tinha o lençol, mas quando mostrei os cremes e óleos, ela mandou eu esperar e tirou de uma gaveta um lençol impermeável, esticou ele e subiu na cama, quando chegou lá em cima, tirou os chinelos que ainda tava usando e abriu o roupão totalmente, me dando a visão do corpo inteiro dela pelada, tomada banho e perfumada. Peguei os cremes e os outros frascos e coloquei eles alinhados por ordem de uso, mas quando vi que a área a ser tratada não era a específica da dor, mudei a ordem e coloquei primeiro os óleos de massagem. Quando destampo o primeiro frasco e fiz menção de jogar um pouquinho nas pernas dela, ela me fez esperar e tirou o roupão de vez pra não sujar. Eu, da beirada da cama, tentava não respingar o óleo e me sujar também, quando mandei ela primeiro ficar de bruços, aproveitei pra tirar minha roupa, menos a cueca, pressenti que ia me sujar todo. A pele dela ficava arrepiada quando eu passava pelas panturrilhas, mas quando cheguei nas coxas, ela foi abrindo elas devagarzinho pra facilitar a massagem, fiquei massageando uma até chegar na virilha, em nenhum momento passei dali, embora ela se abrisse mais, os lábios da buceta dela tavam brilhando e não era por causa do meu óleo, quando passei pra outra coxa, aconteceu a mesma coisa, chegava bem na virilha e voltava, ela levantava a bunda cada vez, passei pelos quadris até a cintura descendo pelas nádegas, repassei várias vezes, até reparei controlando a inflamação que ela tinha já tinha desaparecido, agora no lugar só tinha a pele um pouco mais escura como era normal e o buraco do cu perfeitamente fechado e enrugado. Subi nela sentado sobre as coxas dela, consegui massagear os rins, e quando subia em direção às costas, meu pau fazia o trajeto entre as coxas dela, a bunda dela e voltava, eu ainda estava de cueca que, mesmo molhada de óleo, segurava meu pau no lugar com dificuldade. Cheguei até o pescoço, ela prendeu o cabelo e levantou ele pra cima da cabeça, com minhas mãos passei pelos lados do corpo dela, com os braços pra cima os peitos dela saíam o suficiente pra que cada vez que eu passava as mãos eles aparecessem um pouco mais, insisti até que os bicos dos peitos ficaram pra fora, estavam oleados e brilhando, mas principalmente duros, afundavam no lençol. No pescoço e na nuca me demorei mais, notei que devia ser uma área especialmente erógena pra ela, porque assim que eu aproximava as mãos dos ombros ela não parava de mexer o pescoço buscando meu contato, o máximo foram as orelhas, os lóbulos causaram o primeiro orgasmo nela, a tensão acumulada se espalhou como uma pedra num lago, uma série de tremores nasceram da nuca até os pés, ela se agitava toda, as costas contagiavam os solavancos pros peitos que sobressaíam pelos lados e depois de agitar a bunda chegavam até os tornozelos. Deixei ela relaxar um momento e desci pro chão, observava como as coxas e a bunda dela tremiam, quando se acalmou sussurrei pra ela virar, sem abrir os olhos ela se virou ficando com os braços caídos, as pernas juntas, os peitos separados e terminados em ponta. Espalhei óleo direto da garrafa sobre o corpo dela, o gotejamento na pele dela causava arrepios, joguei entre os peitos, na barriga até o umbigo, o ventre dela acusou um estremecimento, os ombros redondos massageei bem até a nuca, ela levantava a cabeça e virava quando eu passava pelo pescoço, com as mãos molhadas de óleo percorri os braços, das axilas para baixo, ao passar pelo começo dos peitos dela, notei a dureza que já tinham, mas continuei até as mãos e, principalmente, os dedos. Ela sentia um prazer especial quando meus dedos se enroscavam nos dela. Depois, deixei os braços dela colados ao corpo. Do pescoço, desci até o peito. Feli respirava ofegante, mas não abria os olhos. Minhas mãos passaram entre os peitos dela; ela fez menção de se virar um pouco para que eu os acariciasse, mas preferi passar sem roçar. Entre eles, havia um espaço considerável; estavam inchados, duros e erguidos, mas separados. As aréolas, que em outras garotas ficam redondas seguindo a curva do peito, nela eram pontiagudas, formando um conjunto com o mamilo que as coroava. Quando cheguei à barriga, a cabeça dela roçava meu volume por baixo da cueca. Notei que as mãos dela queriam se mexer, mas ficaram quietas. As minhas, ao subir, passaram pelos lados dos peitos, contornaram-nos e passaram por baixo, em círculos, até que as palmas passassem sobre os mamilos dela. Feli não aguentou mais; as mãos dela saltaram como se libertadas de algemas e procuraram minha cueca. Enquanto uma pegava meu pau pelo tronco por fora, a outra puxava o elástico para baixo até descobrir a glande. Ela esticou, e meu pau ficou sobre a testa dela. Vi o olhar fixo dela mirando ao mesmo tempo minha cabecinha. Na próxima vez que passei as mãos sobre os mamilos dela, belisquei e estiquei. Ela levantou a cabeça e meteu minha cabecinha na boca. A cueca caiu no chão. Minhas mãos percorriam os peitos dela até a barriga; ela, com a boca aberta, admitia, no meu movimento de vai e vem, a entrada e saída do meu pau na boca dela, com a cabeça esticada. Dava para sentir na garganta dela a chegada da minha glande lá dentro. Quando já estava engasgando, fui avançando sobre ela ao mesmo tempo que regava com óleo a ppk dela. A cabeça dela voltou à posição normal, mas sem soltar meu pau. Feli não esperou que eu indicasse nada; abriu as pernas, encolhendo-as para que chegou aos seus lábios, abrindo-os e deixando as virilhas à mostra. Quando eu separei com os dedos, a garota já tinha agarrado minhas bolas e me liberado do prepúcio para que a glande entrasse limpinho na boca dela. O clitóris da Feli estava solitário entre os lábios, dava pra ver como pulsava e se mexia, eu estava olhando pra ele quando ele veio na minha direção, a Feli tinha levantado a bunda na direção do meu rosto, minha boca pegou ele no ar, e não soltei até que entre meus dentes ele endureceu. A Feli gemia quando soltava meu pau pra poder respirar, levantei as pernas dela deixando as nádegas abertas e elevadas, com a língua percorri o trajeto do clitóris até o cu, parando um momento na buceta, ela não esperava que eu chegasse no cu, ainda estava traumatizada pela inflamação dela, mas eu já tinha visto que estava curada e passei a língua ao redor, estendi a mão e peguei o gel que esquenta e borrifei toda a rachadura. No começo, o frescor do spray fez ela fechar as pernas, mas na hora uma ardência inundou a buceta e o cu dela, logo ela soltou meu pau e me virou, me deixando debaixo dela. Não demorou nada pra subir em cima de mim, lambeu os dedos e lubrificou a buceta inutilmente porque já estava escorrendo, e quis tirar o tesão que sentia entre as pernas. Sentou em mim assim que sentiu meu pau na buceta dela, os peitos quase escapavam por baixo dos braços de tão abertos que estavam, mas eu peguei e juntei eles, ofereci um mamilo pra boca dela e ela alcançou esticando a língua, lambeu várias vezes enquanto gozava em cima de mim. Quando se deitou completamente me esmagando, meu pau entrava nela como um êmbolo, ela me mordeu no ombro e gozou, não foi mais um tremor controlado, foi um terremoto que eu tive que segurar pra ela não cair com meu pau dentro. Por fim, ela se virou e caiu ao meu lado de bruços com os braços abertos. Ficou quase um minuto vibrando em cima do lençol enquanto eu me levantava e ficava atrás dela, subindo meu pau entre as coxas dela, esperei até que Acabou de gozar o orgasmo dela, mas quando percebeu que eu me apoiava nas costas dela sentindo minha glande entre as bundas dela, ela tentou se virar pra impedir. Tentei convencer ela, mas não queria, a experiência ruim tinha traumatizado ela, mas prometi e jurei que ela não sentiria nada, tive que apelar pro creme mais refrescante que eu tinha, aos poucos ela foi abrindo as pernas mas a bunda continuava apertada, coloquei um travesseiro dobrado embaixo da pélvis dela e levantei a bunda até a cabeça dela encostar nos lençóis, pra dar mais confiança falei pra ela abrir a própria bunda, e fiquei um tempão passando a cabecinha entre a buceta e o cu, ela sempre mantinha a esperança de que eu escolhesse a ppk, mas quando apoiei a glande pontuda no buraco preto lubrificado dela ela já se tensou, sabia que era sério, mandei ela encher os pulmões de ar e apertei de leve, Tão dilatado e lubrificado que a glande entrou sem quase esforço, ela mesma falou quando já tinha meia rola dentro… - Posso respirar agora? - Sim Feli, já pode respirar. Quando soltou todo o ar dos pulmões eu apertei até o fundo, ela não percebeu até se sentir cheia. - Cê tinha razão Manu, não doeu nada, já pode meter tudo. - Quem me dera ter mais pra continuar metendo a rola, cê tem ela toda dentro de você. - Com a mão entre as pernas dela, ela confirmou e se convenceu quando pegou minhas bolas coladas na bunda dela. - Mete fundo Manu, mete fundo e me faz gozar de novo, pelo cu, esse eu vou aproveitar de verdade. Apoiei os cotovelos do lado dela, minhas mãos agarraram os peitos que apareciam e sem deixar meu peso cair nela comecei a foder o cu dela, só sentia três pontos de referência e os três davam prazer pra ela, minha rola e minhas mãos nos peitos dela, todos os sentidos dela se focaram neles e aconteceu de novo, quando beijei atrás da nuca dela, um arrepio que percorreu o corpo todo fez ela tremer, os peitos dela endureceram e a bunda dela apertou bloqueando meu pau, não me deixou mexer até os espasmos passarem, quando consegui tirar ela disse.
- Agora pode gozar no meu cu.
- Prefiro gozar nos seus peitos, mas antes chupa ele. Eu já tava sentado na barriga dela e adiantando o pau pra ela alcançar com a boca, coloquei o travesseiro debaixo da cabeça dela e fui enfiando de boa, ela só tinha que cuidar pra os dentes não roçarem no freio, fui acelerando quando passou do que ela aguentava ela pegava nas minhas bolas e acariciava, quase segui e enchi a garganta dela de porra mas a promessa era nos peitos, então tirei da boca dela, ela juntou os dois segurando pelos bicos, entre as duas tetas escorreram os jatos de sêmen até sumir no canal que se formou.
- Valeu Manu, você me fez recuperar a confiança nos homens, o que achou da recuperação?
- Valeu você por confiar em mim, do reconhecimento posso garantir que você tá totalmente recuperada, foda-se a alta. A gente se abraçou e deitou um tempão, ficamos falando de besteiras até que surgiu o assunto do cachorro, ela disse que era bom a puta da irmã dela parir e baixinho falou.
- E minha irmã também precisa de um bom pau.
- Virei surpreso pra ela com o comentário e ela confirmou.
- Minha irmã não viveu nada, casou e só o marido tocou nela e infelizmente morreu de repente e pelo que deduzo da minha irmã ele não era muito ativo sexualmente.
- Entendi, quando ela se assustou ao ver o pau do meu cachorro parecia que tinha visto um milagre.
- Claro, pra ela é uma obsessão, sabe de uma coisa?, quando encontrei aquele cara ela confessou que não conseguia dormir sem se masturbar antes e perguntou se meu namorado não teria um amigo pra sairmos as duas juntas, tava louca pra foder, mas quando ela mostrou como aquele bruto tinha deixado minha bunda, ele se assustou, mas continua obcecado. Quando viu o cachorro metendo com tanta facilidade naquela puta, ficou com muito tesão. Tendo você do lado, pensou em te levar pra casa e te foder ali mesmo, mas no fim se segurou. Depois chegou minha sobrinha e, pra piorar, eu também apareci. Ele confessou que, se a gente não tivesse chegado, teria te seduzido, e acredito nele. Minha irmã é muito gostosa, tem um corpo muito melhor que o meu e quase não foi "usada".
- E sua sobrinha Carol?
- Minha sobrinha tem amigos no colégio, mas não mostra vontade de ter um parceiro. Minha irmã fica insistindo pra ver se ela leva alguém pra casa e fode com ele, mas não tem sorte. Não sei o que fazer pra ajudá-la. Já pensei até em falar com o Benito pra vocês darem um tratamento de emergência nela.
- Não seria nada mal não. Pelo pouco que vi, sua irmã me agradou. Como você disse, ela é muito gostosa e pelo que conta, merece uma boa pica. Tô matutando aqui pra ver se encontro uma solução. Me dá uns dias e te conto.
Antes de sair da casa da Feli, tomamos banho juntos, nos ensaboamos um ao outro. O chuveiro era grande o suficiente pra nós dois, e ela pediu pra eu sentar no chão. Enquanto a água quente caía sobre a gente, ela sentou em cima de mim, ficou pulando, enfiando minha pica até gozarmos juntos. Sentimos as mesmas sensações, e quando ela se levantou, a água enxaguou minha pica de porra e fluidos.
Ela se ofereceu pra me levar em casa, mas preferi ir andando. Não era tão longe e eu precisava pensar no que fazer pra ajudar a Carmina.
Continua...
Agradeceria seus comentários. Obrigado.
- Quem te comeu melhor das duas? Quase tirei a roupa de novo, mas me segurei e, beijando elas de novo, fui embora.
Continua...
1 comentários - Minha timidez e minhas tias 40