Nem pensei duas vezes, comecei a foder a boca da minha nova puta. Primeiro devagar, bem devagar, como ela pediu. Depois fui aumentando o ritmo, mesmo que não coubesse muito — só a metade do meu pedaço de carne entrava, e ela já engasgava. Fiquei uns 5 minutos metendo na boca dela, a saliva que ela babava chegava até meu cu, as pernas todas meladas de cuspe. Cansou a posição, aí coloquei ela no futon de barriga pra cima, com as pernas apoiadas no encosto, e comecei a bombar. De novo, fui devagar e acelerando o ritmo conforme as estocadas que aquela boquinha recebia. Só se ouvia o "awwwrrarara awrrwrw" da minha puta engasgando e babando igual uma lhama. Fiquei uns 10 minutos nessa até cansar e sentar. Ela sentou do meu lado e, sozinha, baixou a cabeça até meu pau. Já sabia o que fazer, então começou o trabalho dela — dessa vez ela se movia, ia cada vez mais fundo até conseguir enfiar ¾ do meu pedaçao de carne na boca. E eu, pra não ficar atrás, agarrei a cabeça dela e comecei a empurrar tanto que ela acabou vomitando nas minhas bolas. Não senti nojo, senti prazer em ver minha irmã engasgada com meu pau e vomitando nas minhas bolas.
Mel: Seu filho da puta, olha como me deixou, idiota, que nojo!
Eu: Que sei eu, adorei que você vomitou no meu pau e nas bolas, enfiou tudo na boca, putinha, e ainda não gozei, então continua!
Mel: Cê tá doido, vou continuar chupando teu pau todo vomitado assim? Vai lavar e a gente continua, vagabundo, tá? Agora é minha vez!
Tava numa situação complicada, tinha que passar pela varanda todo vomitado! Fui pra escada e vi a cueca largada, peguei, subi as escadas; nem entrei na varanda, me limpei com a cueca e voltei. Quando cheguei na garagem, vi minha puta de quatro no futon, se masturbando com uma garrafa pequena de Coca-Cola. Me aproximei com o pau duro e fiquei cutucando aquela buceta linda. hamburguesa, a puta se vira e fala pra mim: Mel, cê já tá doente? Quer me comer, punheteiro? Já vai pra merda, boludo. Eu: mas qual é a diferença? Você me bateu uma, chupou minha pica tanto que chegou a vomitar, puta, e eu sei que você gostou. Ou vai me dizer que não gosta desse pedaço de carne? Falo enquanto bato com a pica nas bochechas dela. Quer que eu te coma, puta? Mel: É, cê tem razão, punheteirinho, já tamo nessa, vamos continuar, né? Mas primeiro você vai ter que ralar que nem eu, ela fala enquanto fica de quatro, deixando à disposição a buceta e o cuzinho dela. Eu: me fala o que você quer, que seu irmão chupe a xota por um bom tempo e depois te coma gostoso pela buceta e pelo cu, puta minha, me pede, por favor. Mel: quero que meu irmão chupe minha buceta e me coma gostoso pelo cu e pela putaria, por favor, irmãozinho, já chega, chupa minha bucetinha. Não se fala mais, tinha aquela puta gostosa pra meu prazer, desci na hora e comecei a dedilhar ela. Vocês não imaginam como essa buceta tava molhada. Comecei com um dedinho, entrou muito fácil, dois dedos também, três dedos e nada. Dava pra ver que tinha levado bastante pica e que aquela hamburguesa tinha uma longa estrada. Enfiei a mão, senhores, até o pulso, fiquei impressionado com o quanto ela tava aberta. Os sucos escorriam da puta, ela tava pegando fogo! Como eu tava ajoelhado, já tava meio desconfortável, então peguei um travesseiro e o que eu encontro? A garrafinha de coca. Será que esse cu aguenta? Me perguntei e me respondi: siiiim. Peguei a garrafa e apontei pro cu dela enquanto masturbava a buceta dela com o punho inteiro. Custou pra entrar, verdade que o cu não tava tão aberto quanto a buceta. Foi épico, minha irmã de quatro com uma garrafa no cu e meu punho na buceta dela. Não tava dando muita importância pra ela, tava mais me deleitando olhando aquela cena do caralho. Comecei a liquidar ela literalmente com toda a velocidade que pude até ela ter um orgasmo tremendo que chegou a mijar, e aí não Cara, mas eu mergulhei na buceta dela pra aproveitar os sucos que a ppk dela tava soltando. Era um manjar delicioso. Mel: me come agora, por favor, me come gostoso, seu punheteiro. Eu: por onde você quer primeiro, putinha? Por onde for, mas enfia logo, pelo amor de deus, irmão!!! Peguei, tirei o vidrinho da bunda dela e enfiei no cu! Mel: aiii, siim, que gostoso, arrebenta tudo meu cu, irmão! Eu: você gosta, sua vadia? Vai me dar quando eu quiser agora? Mel: sim, seu punheteiro, me come quando você quiser e onde quiser, sou sua putinha. Arrebentei o cu dela por uns 15 minutos até que já tava toda arrombada, mas ainda não tinha enfiado naquela hamburguerzinha que ela tem, então tirei do cu e meti na buceta que já tava toda dilatada pelo meu punho. E peguei a garrafa e enfiei de volta no lugar dela, no cu. Passaram uns 5 minutos de vai e vem na buceta e eu já ia gozar. Onde você quer a porra, sua vadia? Mel: na boquinha toda, por favor, hmmm. Tirei da ppk mas deixei a garrafa enfiada até o fundo no cu, mal dava pra ver a bunda por causa da garrafa, ela se ajoelhou na boca pra ordenhar sozinha, bem na hora que eu tava prestes a gozar, ouvimos o carro estacionar na garagem… meus pais tinham chegado! Minha irmã tentou tirar a rola da boca mas não deixei e comecei a meter com toda força até gozar, impressionante a quantidade de porra que joguei, que até pelo nariz saiu! Minha irmã queria se soltar mas ainda saíam jatos! Eu: toma, putinha, era isso que você queria? A porra do masturbador do seu irmão? Mel: siim, papai, que gostoso é seu leitinho! Quando você vai me dar mais? Eu: quando você quiser, putinha, a partir de hoje você vai ser minha vadia, ouviu? Mel: sim, irmãozinho, sou sua vadia, você vai me comer quando quiser com esse pauzão que você tem. Meus pais tinham que dar a volta toda pra entrar o carro já que a garagem abre só por dentro. Ouvi eles terminarem de descer as coisas que compraram e gritei: eu entro o carro agora, não sei. Relaxa! Ahh, filho bom. Falei pra Mel: "Aproveita, vai rápido tomar um banho enquanto eu dou uma limpada aqui." Ela conseguiu tirar a garrafa que tava enfiada no cu e eu perguntei: "O que a gente faz? Vai almoçar com a garrafa enfiada no cu, ficou de putinha minha, é?" Ela só balançou a cabeça que sim, com a bunda tão arrombada que a gente tinha dado, não sobrou muita vontade de discutir, haja. Terminei de limpar a garagem e arejei, porque tava na cara que tinha rolado uma guerra naquele lugar. Subi as escadas e vi a Mel saindo do banho, parecia exausta! Entrei no banho e minha mãe me chamou pra almoçar. Desci do banho e vi a Mel em pé enquanto meus pais punham a mesa. Falei: "Por que não ajuda o papai a pôr a mesa?" Mel: "Tô cansada." Eu: "E você tem cara de quem foi pra Terceira Guerra Mundial, mais ou menos." Mel: "É, algo assim." Aproveitei que meus pais foram se servir da comida e agarrei ela por trás: "Imagino que não tirou o presentinho que deixei aí atrás, putinha, né?" Mel: "Não, seu taradinho, tá aqui, olha:" Ela abaixou o shortinho e fez força como se fosse tirar. Eu: "Ah, é obediente, minha putinha." E enfiei de volta pra dentro. A comida já tava servida e a Mel não queria sentar. Minha mãe perguntou: "Mela, não vai comer?" Mel: "Daqui a pouco, mãe." Eu: "Ela andou estranha hoje de manhã, não sei o que tá rolando, até vomitou na garagem!" Mãe: "Isso é porque ela tá anêmica, tem que tomar mais porra." Eu: "Sim, sim, eu dei bastante porra hoje, mãe, não se preocupa que até 6 de janeiro eu tô aqui, então vou dar bastante porra." Olhei pra ela com um sorrisinho safado. Ela me olhou séria, como se estivesse arrependida do que tinha rolado. "Senta na mesa, Mela, não venho nunca e você não divide uma refeição comigo. Vem, senta do meu lado." A cara de dor quando ela sentou do meu lado doeu até em mim. Ficamos conversando sobre coisas do trabalho e terminamos de comer. Mel não tocou na comida... Na sobremesa, meu pai levantou e trouxe um vinho. Continuamos conversando e eu me aproximei mais da Mel e peguei na mão dela. Enfiei no meu pau, no seu, digo no tom da Franchella. Mel não queria, porque tirou a mão, mas eu peguei de novo e falei: "Quando você quiser, onde você quiser, você me disse." Já tava com o pau duro de novo, ainda mais com o tesão de ver meus pais ali enquanto minha irmã me punhetava debaixo da mesa. Ficou uns 10 minutos assim, até meus pais começarem a levantar a mesa. Quando meu pai pegou a garrafa de vinho pra jogar fora, falei: "Não, pai, não joga fora, vou usar." Mel arregalou os olhos e, com a mão que tava me punhetando, apertou meu pau, como se vingando do que ia rolar. "Pra que você quer?" perguntou meu pai. "Pra uma garota que recicla elas", falei, sorrindo pra Mel, que apertou meu pau de novo. Meus pais foram lavar a louça e ficamos só nós dois de novo. "Faz eu gozar, vai, sua putinha", falei, e acelerei a punheta o máximo que dava. Quando tava quase gozando de novo, parei e falei: "Mel, desculpa, mas a mamãe disse que você tinha que tomar bastante porra." Então peguei o prato da Mel, que tinha ficado na mesa, e joguei uns 5 jatos de porra bem grossa. "Agora come, sua putinha." Quando ela começou a comer, minha mãe apareceu e falou: "Ah, tá comendo, ainda bem." "É que coloquei um ingrediente secreto, mamãe, que a Mel adora, hehe." Continua...
Mel: Seu filho da puta, olha como me deixou, idiota, que nojo!
Eu: Que sei eu, adorei que você vomitou no meu pau e nas bolas, enfiou tudo na boca, putinha, e ainda não gozei, então continua!
Mel: Cê tá doido, vou continuar chupando teu pau todo vomitado assim? Vai lavar e a gente continua, vagabundo, tá? Agora é minha vez!
Tava numa situação complicada, tinha que passar pela varanda todo vomitado! Fui pra escada e vi a cueca largada, peguei, subi as escadas; nem entrei na varanda, me limpei com a cueca e voltei. Quando cheguei na garagem, vi minha puta de quatro no futon, se masturbando com uma garrafa pequena de Coca-Cola. Me aproximei com o pau duro e fiquei cutucando aquela buceta linda. hamburguesa, a puta se vira e fala pra mim: Mel, cê já tá doente? Quer me comer, punheteiro? Já vai pra merda, boludo. Eu: mas qual é a diferença? Você me bateu uma, chupou minha pica tanto que chegou a vomitar, puta, e eu sei que você gostou. Ou vai me dizer que não gosta desse pedaço de carne? Falo enquanto bato com a pica nas bochechas dela. Quer que eu te coma, puta? Mel: É, cê tem razão, punheteirinho, já tamo nessa, vamos continuar, né? Mas primeiro você vai ter que ralar que nem eu, ela fala enquanto fica de quatro, deixando à disposição a buceta e o cuzinho dela. Eu: me fala o que você quer, que seu irmão chupe a xota por um bom tempo e depois te coma gostoso pela buceta e pelo cu, puta minha, me pede, por favor. Mel: quero que meu irmão chupe minha buceta e me coma gostoso pelo cu e pela putaria, por favor, irmãozinho, já chega, chupa minha bucetinha. Não se fala mais, tinha aquela puta gostosa pra meu prazer, desci na hora e comecei a dedilhar ela. Vocês não imaginam como essa buceta tava molhada. Comecei com um dedinho, entrou muito fácil, dois dedos também, três dedos e nada. Dava pra ver que tinha levado bastante pica e que aquela hamburguesa tinha uma longa estrada. Enfiei a mão, senhores, até o pulso, fiquei impressionado com o quanto ela tava aberta. Os sucos escorriam da puta, ela tava pegando fogo! Como eu tava ajoelhado, já tava meio desconfortável, então peguei um travesseiro e o que eu encontro? A garrafinha de coca. Será que esse cu aguenta? Me perguntei e me respondi: siiiim. Peguei a garrafa e apontei pro cu dela enquanto masturbava a buceta dela com o punho inteiro. Custou pra entrar, verdade que o cu não tava tão aberto quanto a buceta. Foi épico, minha irmã de quatro com uma garrafa no cu e meu punho na buceta dela. Não tava dando muita importância pra ela, tava mais me deleitando olhando aquela cena do caralho. Comecei a liquidar ela literalmente com toda a velocidade que pude até ela ter um orgasmo tremendo que chegou a mijar, e aí não Cara, mas eu mergulhei na buceta dela pra aproveitar os sucos que a ppk dela tava soltando. Era um manjar delicioso. Mel: me come agora, por favor, me come gostoso, seu punheteiro. Eu: por onde você quer primeiro, putinha? Por onde for, mas enfia logo, pelo amor de deus, irmão!!! Peguei, tirei o vidrinho da bunda dela e enfiei no cu! Mel: aiii, siim, que gostoso, arrebenta tudo meu cu, irmão! Eu: você gosta, sua vadia? Vai me dar quando eu quiser agora? Mel: sim, seu punheteiro, me come quando você quiser e onde quiser, sou sua putinha. Arrebentei o cu dela por uns 15 minutos até que já tava toda arrombada, mas ainda não tinha enfiado naquela hamburguerzinha que ela tem, então tirei do cu e meti na buceta que já tava toda dilatada pelo meu punho. E peguei a garrafa e enfiei de volta no lugar dela, no cu. Passaram uns 5 minutos de vai e vem na buceta e eu já ia gozar. Onde você quer a porra, sua vadia? Mel: na boquinha toda, por favor, hmmm. Tirei da ppk mas deixei a garrafa enfiada até o fundo no cu, mal dava pra ver a bunda por causa da garrafa, ela se ajoelhou na boca pra ordenhar sozinha, bem na hora que eu tava prestes a gozar, ouvimos o carro estacionar na garagem… meus pais tinham chegado! Minha irmã tentou tirar a rola da boca mas não deixei e comecei a meter com toda força até gozar, impressionante a quantidade de porra que joguei, que até pelo nariz saiu! Minha irmã queria se soltar mas ainda saíam jatos! Eu: toma, putinha, era isso que você queria? A porra do masturbador do seu irmão? Mel: siim, papai, que gostoso é seu leitinho! Quando você vai me dar mais? Eu: quando você quiser, putinha, a partir de hoje você vai ser minha vadia, ouviu? Mel: sim, irmãozinho, sou sua vadia, você vai me comer quando quiser com esse pauzão que você tem. Meus pais tinham que dar a volta toda pra entrar o carro já que a garagem abre só por dentro. Ouvi eles terminarem de descer as coisas que compraram e gritei: eu entro o carro agora, não sei. Relaxa! Ahh, filho bom. Falei pra Mel: "Aproveita, vai rápido tomar um banho enquanto eu dou uma limpada aqui." Ela conseguiu tirar a garrafa que tava enfiada no cu e eu perguntei: "O que a gente faz? Vai almoçar com a garrafa enfiada no cu, ficou de putinha minha, é?" Ela só balançou a cabeça que sim, com a bunda tão arrombada que a gente tinha dado, não sobrou muita vontade de discutir, haja. Terminei de limpar a garagem e arejei, porque tava na cara que tinha rolado uma guerra naquele lugar. Subi as escadas e vi a Mel saindo do banho, parecia exausta! Entrei no banho e minha mãe me chamou pra almoçar. Desci do banho e vi a Mel em pé enquanto meus pais punham a mesa. Falei: "Por que não ajuda o papai a pôr a mesa?" Mel: "Tô cansada." Eu: "E você tem cara de quem foi pra Terceira Guerra Mundial, mais ou menos." Mel: "É, algo assim." Aproveitei que meus pais foram se servir da comida e agarrei ela por trás: "Imagino que não tirou o presentinho que deixei aí atrás, putinha, né?" Mel: "Não, seu taradinho, tá aqui, olha:" Ela abaixou o shortinho e fez força como se fosse tirar. Eu: "Ah, é obediente, minha putinha." E enfiei de volta pra dentro. A comida já tava servida e a Mel não queria sentar. Minha mãe perguntou: "Mela, não vai comer?" Mel: "Daqui a pouco, mãe." Eu: "Ela andou estranha hoje de manhã, não sei o que tá rolando, até vomitou na garagem!" Mãe: "Isso é porque ela tá anêmica, tem que tomar mais porra." Eu: "Sim, sim, eu dei bastante porra hoje, mãe, não se preocupa que até 6 de janeiro eu tô aqui, então vou dar bastante porra." Olhei pra ela com um sorrisinho safado. Ela me olhou séria, como se estivesse arrependida do que tinha rolado. "Senta na mesa, Mela, não venho nunca e você não divide uma refeição comigo. Vem, senta do meu lado." A cara de dor quando ela sentou do meu lado doeu até em mim. Ficamos conversando sobre coisas do trabalho e terminamos de comer. Mel não tocou na comida... Na sobremesa, meu pai levantou e trouxe um vinho. Continuamos conversando e eu me aproximei mais da Mel e peguei na mão dela. Enfiei no meu pau, no seu, digo no tom da Franchella. Mel não queria, porque tirou a mão, mas eu peguei de novo e falei: "Quando você quiser, onde você quiser, você me disse." Já tava com o pau duro de novo, ainda mais com o tesão de ver meus pais ali enquanto minha irmã me punhetava debaixo da mesa. Ficou uns 10 minutos assim, até meus pais começarem a levantar a mesa. Quando meu pai pegou a garrafa de vinho pra jogar fora, falei: "Não, pai, não joga fora, vou usar." Mel arregalou os olhos e, com a mão que tava me punhetando, apertou meu pau, como se vingando do que ia rolar. "Pra que você quer?" perguntou meu pai. "Pra uma garota que recicla elas", falei, sorrindo pra Mel, que apertou meu pau de novo. Meus pais foram lavar a louça e ficamos só nós dois de novo. "Faz eu gozar, vai, sua putinha", falei, e acelerei a punheta o máximo que dava. Quando tava quase gozando de novo, parei e falei: "Mel, desculpa, mas a mamãe disse que você tinha que tomar bastante porra." Então peguei o prato da Mel, que tinha ficado na mesa, e joguei uns 5 jatos de porra bem grossa. "Agora come, sua putinha." Quando ela começou a comer, minha mãe apareceu e falou: "Ah, tá comendo, ainda bem." "É que coloquei um ingrediente secreto, mamãe, que a Mel adora, hehe." Continua...
4 comentários - Minha irmã é uma puta gostosa III