Aconteceu algo parecido comigo em Senillosa, "Vaca Morta". A caminhonete quebrou a 45 km do poço, num 30 de dezembro. Como era o último turno, só tinha sobrado uma grua, a segurança e as secretárias. A gente voltou no dia 6 de janeiro pro poço. O cara que... O cara que cobria o turno da grua já tinha ido embora porque a gente tava num poço a só 40 km da base. O guarda não sabia dirigir e só tinham sobrado a Fany (secretária) e a Nadia (secretária). A base não podia ficar sozinha porque todas as caminhonetes estavam com as chaves na ignição. Então tiveram que vir me buscar as duas secretárias. Como eu era o chefe de turno e o Martin o chefe de poço, a gente sempre era o último a ir embora, porque tinha que conferir se tudo tava "assegurado", por assim dizer... Vou direto ao ponto: a Fany e a Nadia vieram nos buscar no poço e, no meio da conversa, tocamos no assunto do Ano Novo. A Nadia, que era a mais patricinha, uns 24 anos, perguntou o que a gente ia fazer no Ano Novo. Eu falei que passava um tempo com a família e depois ia pra uma balada conhecida em Neuquén. O Martin, uns 38 anos, era um cara muito gostoso, solteiro, sem filhos e cheio da grana, me disse (com uma parecença impressionante com o Potro Rodrigo): — Eu topo, Carli (meu nome é outro, mas podem me chamar de Carl). — A gente faz um esquenta na minha casa e depois sai. Só que alguém tem que dirigir porque vão tomar a caminhonete da gente (lei de álcool zero em Neuquén). A Fany, de uns 32 ou 33 anos, entra na conversa e fala: — Se vocês quiserem me convidar, eu vou e dirijo, já que eu não posso... beber álcool. Nessa época, ela tava grávida de 3 meses, mas a gente ainda não sabia. Porque o Martin era um dos chefões da empresa e grávida não podia trabalhar... — Ah, fala sério, mas você vai ficar entediada! — falei eu, nem besta nem lerdo, dando uma indireta pra convidar a Nadia. — Nadia, o que você acha? — retrucou a Fany. — Pô, mas eu combinei de passar com meu namorado e a família dele. Desculpa, mas não dá — disse a Nadia, jogando nosso plano todo por água abaixo. Já tava imaginando a gente enfestado com as duas na casa do Tincho... Um silêncio invadiu a caminhonete por 1 minuto e aí eu soltei: "Fany, se quiser, posso chamar minha irmã, que tem a sua idade", me jogando na piscina como minha última opção e sabendo que, se rolasse algo nessa saída, minha irmã ia acabar com o Martin. Minha irmã é uma ruiva, peituda pra caralho, olhos castanhos e bem festeira, pra não dizer puta. Só que tem um sério problema com droga (a personalidade é igual à da Moni Argento). "Ela é mó gente boa, Melu", fala o Martin, "embora meio patinada que nem você, Fany" hahaha, todo mundo riu.
F: "Beleza então, topo! Mas repito, eu não bebo álcool."
M: "Qual é, ano passado na festa do petróleo você não largava o daiquiri bêbada!"
Eu: "É verdade, você acabou vomitando na Trafic hahaha"
F: "Mas a festa do petróleo é uma exceção!" – retrucou a Fani.
Eu: "E ano novo tem que ser outra!" – falei sem pensar duas vezes, já imaginando a trepada que queria dar nela (ou que a gente ia dar).
Chegamos na base e a Trafic já tava esperando pra levar a gente pra casa. No caminho, não se falou mais da saída porque tava o motorista, o guarda e outro cara que eu nem conhecia. Passamos pra deixar a Nadia, que era a primeira a descer, em Centenário. Depois a Fany, que morava em Neuquén, e seguimos rumo a Plottier, onde o Tincho morava. Eu era o último a descer, em Cipolletti. Quando o Martin desce, ele me fala: "Mano, tu pediu o número da Fany?"
Eu: "Não seja otário, tu que tem que ter, se é o chefe, não tá de sacanagem, né?"
M: "Não, mano, pensei que tu tinha pedido, juro!"
Nessa hora, um desânimo já tinha tomado conta de mim, tanta vontade de comer a Fany tinha ido pro caralho. Ia ter que esperar até o Dia de Reis pra ver ela de novo na base. Queria cortar a pica, literalmente. Bom, me levaram até Cipolletti, desci na casa dos meus pais porque ia dormir lá pra organizar tudo pro réveillon. Cheguei e nem bati na porta. Porta pelo costume de chegar e entrar. Trancada com chave!! Entro pela janela do que foi meu quarto e vou direto pro banheiro, quando de repente entro e minha irmã tava saindo do chuveiro. Fiquei chocado! Os peitos mais perfeitos que já vi, juro! A partir desse momento, minha irmã entra em ação na história. Melu: que que cê tá fazendo, idiota, não sabe bater? Eu: desculpa, Melu, é que tô há 3 horas sentado na van e como tava fechado na frente, entrei pelo meu quarto. Ela volta pro chuveiro e se cobre com a cortina do banheiro. M: vai, mija logo e me faz o favor de pegar a toalha que deixei em cima do aquecedor. Comecei a mijar e nisso vejo pelo espelho do armário que minha irmã mais velha tava me encarando enquanto eu mijava. Sem rodeios, falo: que foi, Mel, nunca viu alguém mijar?... Ela se escondeu de novo no chuveiro e rebate: e você nunca viu uma gostosa tomando banho? Olha que você não tirava o olho dos meus peitos, seu tarado, hein, me faz o favor de pegar uma toalha, seu idiota, vai? Eu: já vou te trazer, sua carnuda, não me deixa nem mijar em paz… me sacudi o pau e vi que tava endurecendo. Subi as calças o mais rápido que pude e fui pro andar de cima buscar a maldita toalha pra Mel. No caminho, fiquei pensando nos peitos lindos da Mel que não conseguia tirar da cabeça, mesmo sabendo que era errado. Fui pensando o caminho inteiro em pedir desculpas pra minha irmã por ter entrado de repente no banheiro e por ter ficado olhando pros peitos dela. Quando de repente percebo a ereção enorme que eu tava, ia explodir o moletom! E a Mel lá de baixo gritando: andaaa, idiota, com a toalha!! Já vou, gritei de volta, quando chego no banheiro entro de costas pra ela não ver a ereção enorme que eu tava e passo a toalha. Mel: que que cê tá fazendo, idiota, por que entrou assim? Eu: porque cê tá pelada, Mel, e me desculpa por ter entrado assim e ficado olhando seus peitos. Mel: Ai, Deus, como se você nunca tivesse visto uns! Além do mais, não são lá essas coisas. Eu: Sem pensar, escapou um: "São sim. filho! Mel: Gostou das minhas tetas, irmão, de verdade? Eu: Sim, verdade, Mel, você tem umas tetas lindas. Mel: Obrigada, irmãozinho, pelo que vi, você também tem um pau muito bonito! Nessa altura, o pau já estava explodindo de tão duro, apertava muito a calça e parecia que ia gozar em cima. Eu: Sério, Mel? Quando me viro de propósito, totalmente na pilha, e vejo a Mel colocando o sutiã, percebo que o olhar dela crava direto na minha virilha. Mel: E você, o que acha? Olha como você está, Carlitos! Eu: Não, Mel, desculpa, não queria que você visse isso (mas queria). Mel: Irmão, por que você não tira ele pra respirar um pouco? Tantos dias no campo, seu pobre pau deve estar se afogando. Fiquei duro ao ouvir isso da minha própria irmã, a que me levava pra escola, a que cuidava de mim quando meus pais não estavam, a mesma que me preparava pra prova de inglês. Minha única irmã me pedindo pra tirar o pau!! Mel: Vai tirar ele pra tomar um ar? Imagino que minhas tetas causaram isso, né? Não pensei duas vezes, abaixei a calça e tirei o pau pra respirar. Mel: Uau! Que pedaço de pau você tem, irmão! E olha essas bolas como pendem! Você já mediu ele alguma vez, Carli? Eu: Não, irmã, nunca, mas deve ter uns 18 cm, mais ou menos! Mel: 18 cm? Nem fodendo, isso mede entre 24 e 25 cm. Eu: Nah, irmã, impossível medir isso, seria ator pornô! Mel: Vamos fazer uma coisa, vamos pra garagem pegar a caixa de ferramentas do papai e medir. Eu: Mas o que eu ganho com isso? Já sei! Se medir menos de 24, você me ajuda a baixar essa dureza. Mel: E se eu ganhar, você me compra 1000 de pó pra amanhã (sim, minha irmã é uma doida). Eu: Ok, vamos pegar a fita. Temos uma casa bem grande, mas é dividida em duas porque eu tenho meu apê e meus pais e minha irmã ficaram só na casa, então pra ir pra garagem tem que subir pro andar de cima e descer uma escada que fica no terraço. Quando subimos a escada, minha irmã fala: Mel: Sobe você, que do terraço podem me ver… Eu: Não, trato é trato. Combinado, vamos nós dois. Olha, eu também tô de cueca e de pau duro! Bora, sobe, falei… MINHA NOSSA! MINHA IRMÃ AINDA COM A TOALHA VESTIDA. Fiquei babando vendo a buceta dela, mas era uma coisa de louco, depiladinha pelo pouco que dava pra ver e bem estilo “hambúrguer”. Cheguei num ponto que senti um jatinho de pré-gozo (bem generoso) escapar, mesmo ainda de pau duro, esperando pra pelar a rola da minha irmã de novo. Finalmente chegamos na garagem e não achamos a caixa!! Virei a garagem toda procurando a maldita caixa! Era minha chance de minha irmã me ajudar a bater uma e quem sabe mais! Não podia desperdiçar, então falei pra ela: Eu: “Espera 2 minutinhos que vou ver entre as coisas do sótão se acho algo pra medir!” Mel: “Tá bom, mas se liga que os pais tão pra chegar, saíram faz umas 2 horas, Carlitos!” Eu: “Relaxa, nessa época os supermercados explodem, vão demorar mais 2 horas com certeza.” Saí correndo pro sótão, passei de cueca pelo terraço e uns pedreiros gritaram “Lá vai o perna de lã”, achando que eu tava fugindo de algum corno. Revirei o sótão inteiro, achei álbuns de foto, figurinhas do tempo da onça, mas nenhuma maldita régua/fita/esquadro NADA!. Devo ter demorado uns 5 minutos e nisso o pau tinha baixado. Quando de repente acendeu a luz! A CAIXA DE COSTURA DA MINHA MÃE. Nunca corri tão rápido pra pegar a caixa de costura kkkk e achei o objeto tão precioso que procurava! A fita que as velhas usam pra costurar. Fui correndo pra garagem e lá estava Mel me esperando ainda. Mel: “Anda, mano, foi comprar uma fita? Tira logo pra gente tirar a dúvida… olha, eu já vi pica, mas tão grande assim não, irmão!” Eu: “Mas Mel, tem um problema, demorei tanto que já broxei.” Mel: “E acorda ele, porra, sei lá, se toca ou bate uma!” Eu: “E se a gente fizer mais fácil e você tirar a toalha? Prometo não te tocar, só olhar já me ajuda pra caralho.” Mel: “Ok, mas rápido, hein, porque…” Estava me banhando pra sair. Tiro a toalha e fico com todo o esplendor do corpo dela na minha frente. Automaticamente, olhei pra aquela buceta gostosa, já que na escada não tinha conseguido apreciar muito. Era uma hamburguesa literalmente, depiladinha na navalha, uma delícia pra qualquer homem. Sentia o pau enchendo de sangue.
Mel: Rápido, Carlitos, cê gosta tanto assim das tetas da sua irmã?
Eu: Agora que vi tua buceta, gosto mais ainda, irmã. Você tem ela perfeita! Até parece maquiada, Mel!
Mel: Cê é um fofo, gordão. Beleza, vamos ao que interessa, porque pelo que vejo, já tá de pau duro em 30 segundos, seu tarado de merda.
Eu: Mede você mesma, assim tira a dúvida se não é tão grande de perto, o que cê acha?
Mel: Claro, porque você vai me foder todo pra eu te ajudar, porco!
Mel pegou e me fez sentar num futon. — Se tocar, perdeu — me ameaça. Nunca imaginei estar nessa situação: com minha irmã pelada, ela se abaixando e colocando a carinha de puta perto do meu pau pra medir. Eu pedia a Deus, a São La Morte e ao Papa Francisco que medisse menos de 24 cm, e ela com certeza queria que fosse maior pra se entupir de pó no Ano Novo.
Mel: Epa, o que houve aqui? Já tá babando o pau e nem cheguei perto. Pra mim, falta um pouquinho pra acordar. Posso dar um incentivo a mais, irmão?
Eu: Sim. Nesse momento, eu nem conseguia falar, tava num nível de excitação que nunca senti. Fechei os olhos e relaxei, imaginei uma boa chupada de pau, mas não aconteceu nada. Sério? Ela só tava roçando a fita, a filha da puta. Mas funcionou, sim!
Mel: Agora sim, irmão. Se prepara pra saber quanto mede teu pauzão! Sinto ela apoiar a fita na base do pau e subir devagar, roçando com o que parecia ser uma unha. Eu já não aguentava mais!
Mel: Vamoooos, sabia, a puta mãe. 24,3, irmãozinho, você perdeu! Se é que eu não entendo de paus, já comi tantos desde... Chizitos ponjas, até o preto que vende óculos lá em Neuquén! Eu não podia acreditar. Onde ela guardava uma pica desse tamanho? Será que a excitação de ver minha irmã assim fez minha rola crescer mais? Pode ser que sim, pode ser que não, eu tinha minha única irmã pelada na minha frente com minha pica ainda na mão, comemorando. Definitivamente não dava pra deixar assim. Foi quando minha irmã me disse: Mel: Amanhã me dá a grana, irmão, porque se me der hoje, vou gastar tudo. Eu pensava e pensava, não dava pra deixar assim, cheguei tão perto da puta da minha irmã me dar pelo menos 10 sacudidas de glande (porque do jeito que eu tava, 11 não aguentava), quando de repente ela fechou tudo. Essa jovem não tinha um puto pra virada de ano e aproveitou a situação do banheiro pra me tirar grana! Só queria dinheiro! Eu: Ei, Mel, dobro ou nada! Mel: Como assim dobro ou nada, punheteiro? O que é isso? Eu: Ora, você mediu minha pica, agora se eu adivinhar as medidas dos seus peitos, você me ajuda a baixar essa pica dura, e se eu não adivinhar, foda-se, mil pila a mais. O que acha? Mel: Hahaha, você vai ficar sem grana, punheteiro! Por que não paga uma puta boa com esses mil a mais que vai perder? Eu: Porque eu quero te comer, Mel! Adorei sua buceta, irmã! Mel: Comer? Você tá doido, Carlos? Posso te dar uma punheta, mas comer nem pensar, ainda bem que a drogada sou eu, seu doente! Eu: Ok, aceita ou não? Mel: Claro que sim, grana de graça pro meu punheteiro. Eu não fazia nem ideia de como adivinhar as medidas dos peitos lindos dela, só sabia as medidas das modelos, que era 90-60-90, o mais comum, mas minha irmã puta tinha muito mais, algo tipo a Lulipop, mas naturais. Mas qual era o número exato? Então me joguei pra perguntar: Eu: Qual a margem de erro que eu tenho? Você disse que me dava 2, entre 24 e 25… Mel: E você nunca vai acertar, então não vou te dar 2, vou te dar 10! E vai lavar essa cueca primeiro, olha, tá toda manchada com sua babinha, e depois a gente vai. A esquecer! Dei ouvidos pra Mel e fui colocar a cueca pra lavar na máquina que fica no banheiro, quando abro a tampa e vejo a roupa que a Mel tinha tirado antes de tomar banho, beleza! Peguei a calcinha dela e cheirei, era um tesão! Tava meio sujinha com um pouco de fluxo, acho que era, algo tipo líquido pré-seminal das mulheres e não aguentei mais! Comecei a bater uma com a calcinha branca da minha irmã enrolada no tronco do meu pau, cheirando e passando a língua nos fiapos de gozo… quando olho e vejo um sutiã saindo da máquina (que já tava rodando), pronto, é a minha chance, falei! Desliguei a máquina, abri a tampa e peguei o sutiã, e vejo um número nos ganchinhos: "4". Achei que era tamanho 4, então saí correndo pro que era meu quarto antigo pegar meu celular na mochila e pesquisar no Google "tabela de tamanhos de sutiã" e aparece a bendita tabela falando que tamanho 4 equivale a 105-120 de busto. Pronto, tinha que ser 113, era minha! Minha irmã ia me masturbar e sei lá mais o quê! Desci de novo pra garagem e ela tava lá, já tinha se vestido, mas não ia durar muito. Mel: E aí, masturbador? Colocou sua porcaria pra lavar? Eu: Sim, Mel, e achei uma calcinha na máquina! Que cheiro gostoso de buceta tinha, sua burra, e tinha uns fiapos tipo de fluxo, você tava se esquentando, sua porca? Mel: Que nojo que você é, masturbador!! Não me diga que usou ela pra bater uma? Então foi minha ajuda, já era, estamos feitos, irmão! Ah, e o fluxo era gozo porque hoje o Roberto veio assim que os pais saíram e me comeu um pouco, mas não serve pra muita coisa. Na teoria, você cheirou meu fluxo e a porra do Roberto hahahaha, por masturbador, te acontece! Eu: E você, irmã, sua idiota, não se cuida? Quer que a mãe te ponha pra fora, sua burra? Não quis contar que tinha passado a língua na mistura dos sucos dela e do Roberto… Mel: hahahaha, você é doente? Com todas as picas que já comi, por que você acha que nunca engravidei? Tenho cisto nos ovários e, como se não bastasse, coloquei o DIU ano passado, paJERiitoo, então podem encher minha buceta de porra 20 caras que não vou ter um filho da puta! Só de pensar nas putarias que minha irmã tinha me falado, já endureceu de novo em segundos e eu consegui falar:
Eu: e aí, no final vamos redobrar a aposta, mel? Olha pra mim, ainda não baixou... Continuaaaa...
F: "Beleza então, topo! Mas repito, eu não bebo álcool."
M: "Qual é, ano passado na festa do petróleo você não largava o daiquiri bêbada!"
Eu: "É verdade, você acabou vomitando na Trafic hahaha"
F: "Mas a festa do petróleo é uma exceção!" – retrucou a Fani.
Eu: "E ano novo tem que ser outra!" – falei sem pensar duas vezes, já imaginando a trepada que queria dar nela (ou que a gente ia dar).
Chegamos na base e a Trafic já tava esperando pra levar a gente pra casa. No caminho, não se falou mais da saída porque tava o motorista, o guarda e outro cara que eu nem conhecia. Passamos pra deixar a Nadia, que era a primeira a descer, em Centenário. Depois a Fany, que morava em Neuquén, e seguimos rumo a Plottier, onde o Tincho morava. Eu era o último a descer, em Cipolletti. Quando o Martin desce, ele me fala: "Mano, tu pediu o número da Fany?"
Eu: "Não seja otário, tu que tem que ter, se é o chefe, não tá de sacanagem, né?"
M: "Não, mano, pensei que tu tinha pedido, juro!"
Nessa hora, um desânimo já tinha tomado conta de mim, tanta vontade de comer a Fany tinha ido pro caralho. Ia ter que esperar até o Dia de Reis pra ver ela de novo na base. Queria cortar a pica, literalmente. Bom, me levaram até Cipolletti, desci na casa dos meus pais porque ia dormir lá pra organizar tudo pro réveillon. Cheguei e nem bati na porta. Porta pelo costume de chegar e entrar. Trancada com chave!! Entro pela janela do que foi meu quarto e vou direto pro banheiro, quando de repente entro e minha irmã tava saindo do chuveiro. Fiquei chocado! Os peitos mais perfeitos que já vi, juro! A partir desse momento, minha irmã entra em ação na história. Melu: que que cê tá fazendo, idiota, não sabe bater? Eu: desculpa, Melu, é que tô há 3 horas sentado na van e como tava fechado na frente, entrei pelo meu quarto. Ela volta pro chuveiro e se cobre com a cortina do banheiro. M: vai, mija logo e me faz o favor de pegar a toalha que deixei em cima do aquecedor. Comecei a mijar e nisso vejo pelo espelho do armário que minha irmã mais velha tava me encarando enquanto eu mijava. Sem rodeios, falo: que foi, Mel, nunca viu alguém mijar?... Ela se escondeu de novo no chuveiro e rebate: e você nunca viu uma gostosa tomando banho? Olha que você não tirava o olho dos meus peitos, seu tarado, hein, me faz o favor de pegar uma toalha, seu idiota, vai? Eu: já vou te trazer, sua carnuda, não me deixa nem mijar em paz… me sacudi o pau e vi que tava endurecendo. Subi as calças o mais rápido que pude e fui pro andar de cima buscar a maldita toalha pra Mel. No caminho, fiquei pensando nos peitos lindos da Mel que não conseguia tirar da cabeça, mesmo sabendo que era errado. Fui pensando o caminho inteiro em pedir desculpas pra minha irmã por ter entrado de repente no banheiro e por ter ficado olhando pros peitos dela. Quando de repente percebo a ereção enorme que eu tava, ia explodir o moletom! E a Mel lá de baixo gritando: andaaa, idiota, com a toalha!! Já vou, gritei de volta, quando chego no banheiro entro de costas pra ela não ver a ereção enorme que eu tava e passo a toalha. Mel: que que cê tá fazendo, idiota, por que entrou assim? Eu: porque cê tá pelada, Mel, e me desculpa por ter entrado assim e ficado olhando seus peitos. Mel: Ai, Deus, como se você nunca tivesse visto uns! Além do mais, não são lá essas coisas. Eu: Sem pensar, escapou um: "São sim. filho! Mel: Gostou das minhas tetas, irmão, de verdade? Eu: Sim, verdade, Mel, você tem umas tetas lindas. Mel: Obrigada, irmãozinho, pelo que vi, você também tem um pau muito bonito! Nessa altura, o pau já estava explodindo de tão duro, apertava muito a calça e parecia que ia gozar em cima. Eu: Sério, Mel? Quando me viro de propósito, totalmente na pilha, e vejo a Mel colocando o sutiã, percebo que o olhar dela crava direto na minha virilha. Mel: E você, o que acha? Olha como você está, Carlitos! Eu: Não, Mel, desculpa, não queria que você visse isso (mas queria). Mel: Irmão, por que você não tira ele pra respirar um pouco? Tantos dias no campo, seu pobre pau deve estar se afogando. Fiquei duro ao ouvir isso da minha própria irmã, a que me levava pra escola, a que cuidava de mim quando meus pais não estavam, a mesma que me preparava pra prova de inglês. Minha única irmã me pedindo pra tirar o pau!! Mel: Vai tirar ele pra tomar um ar? Imagino que minhas tetas causaram isso, né? Não pensei duas vezes, abaixei a calça e tirei o pau pra respirar. Mel: Uau! Que pedaço de pau você tem, irmão! E olha essas bolas como pendem! Você já mediu ele alguma vez, Carli? Eu: Não, irmã, nunca, mas deve ter uns 18 cm, mais ou menos! Mel: 18 cm? Nem fodendo, isso mede entre 24 e 25 cm. Eu: Nah, irmã, impossível medir isso, seria ator pornô! Mel: Vamos fazer uma coisa, vamos pra garagem pegar a caixa de ferramentas do papai e medir. Eu: Mas o que eu ganho com isso? Já sei! Se medir menos de 24, você me ajuda a baixar essa dureza. Mel: E se eu ganhar, você me compra 1000 de pó pra amanhã (sim, minha irmã é uma doida). Eu: Ok, vamos pegar a fita. Temos uma casa bem grande, mas é dividida em duas porque eu tenho meu apê e meus pais e minha irmã ficaram só na casa, então pra ir pra garagem tem que subir pro andar de cima e descer uma escada que fica no terraço. Quando subimos a escada, minha irmã fala: Mel: Sobe você, que do terraço podem me ver… Eu: Não, trato é trato. Combinado, vamos nós dois. Olha, eu também tô de cueca e de pau duro! Bora, sobe, falei… MINHA NOSSA! MINHA IRMÃ AINDA COM A TOALHA VESTIDA. Fiquei babando vendo a buceta dela, mas era uma coisa de louco, depiladinha pelo pouco que dava pra ver e bem estilo “hambúrguer”. Cheguei num ponto que senti um jatinho de pré-gozo (bem generoso) escapar, mesmo ainda de pau duro, esperando pra pelar a rola da minha irmã de novo. Finalmente chegamos na garagem e não achamos a caixa!! Virei a garagem toda procurando a maldita caixa! Era minha chance de minha irmã me ajudar a bater uma e quem sabe mais! Não podia desperdiçar, então falei pra ela: Eu: “Espera 2 minutinhos que vou ver entre as coisas do sótão se acho algo pra medir!” Mel: “Tá bom, mas se liga que os pais tão pra chegar, saíram faz umas 2 horas, Carlitos!” Eu: “Relaxa, nessa época os supermercados explodem, vão demorar mais 2 horas com certeza.” Saí correndo pro sótão, passei de cueca pelo terraço e uns pedreiros gritaram “Lá vai o perna de lã”, achando que eu tava fugindo de algum corno. Revirei o sótão inteiro, achei álbuns de foto, figurinhas do tempo da onça, mas nenhuma maldita régua/fita/esquadro NADA!. Devo ter demorado uns 5 minutos e nisso o pau tinha baixado. Quando de repente acendeu a luz! A CAIXA DE COSTURA DA MINHA MÃE. Nunca corri tão rápido pra pegar a caixa de costura kkkk e achei o objeto tão precioso que procurava! A fita que as velhas usam pra costurar. Fui correndo pra garagem e lá estava Mel me esperando ainda. Mel: “Anda, mano, foi comprar uma fita? Tira logo pra gente tirar a dúvida… olha, eu já vi pica, mas tão grande assim não, irmão!” Eu: “Mas Mel, tem um problema, demorei tanto que já broxei.” Mel: “E acorda ele, porra, sei lá, se toca ou bate uma!” Eu: “E se a gente fizer mais fácil e você tirar a toalha? Prometo não te tocar, só olhar já me ajuda pra caralho.” Mel: “Ok, mas rápido, hein, porque…” Estava me banhando pra sair. Tiro a toalha e fico com todo o esplendor do corpo dela na minha frente. Automaticamente, olhei pra aquela buceta gostosa, já que na escada não tinha conseguido apreciar muito. Era uma hamburguesa literalmente, depiladinha na navalha, uma delícia pra qualquer homem. Sentia o pau enchendo de sangue.
Mel: Rápido, Carlitos, cê gosta tanto assim das tetas da sua irmã?
Eu: Agora que vi tua buceta, gosto mais ainda, irmã. Você tem ela perfeita! Até parece maquiada, Mel!
Mel: Cê é um fofo, gordão. Beleza, vamos ao que interessa, porque pelo que vejo, já tá de pau duro em 30 segundos, seu tarado de merda.
Eu: Mede você mesma, assim tira a dúvida se não é tão grande de perto, o que cê acha?
Mel: Claro, porque você vai me foder todo pra eu te ajudar, porco!
Mel pegou e me fez sentar num futon. — Se tocar, perdeu — me ameaça. Nunca imaginei estar nessa situação: com minha irmã pelada, ela se abaixando e colocando a carinha de puta perto do meu pau pra medir. Eu pedia a Deus, a São La Morte e ao Papa Francisco que medisse menos de 24 cm, e ela com certeza queria que fosse maior pra se entupir de pó no Ano Novo.
Mel: Epa, o que houve aqui? Já tá babando o pau e nem cheguei perto. Pra mim, falta um pouquinho pra acordar. Posso dar um incentivo a mais, irmão?
Eu: Sim. Nesse momento, eu nem conseguia falar, tava num nível de excitação que nunca senti. Fechei os olhos e relaxei, imaginei uma boa chupada de pau, mas não aconteceu nada. Sério? Ela só tava roçando a fita, a filha da puta. Mas funcionou, sim!
Mel: Agora sim, irmão. Se prepara pra saber quanto mede teu pauzão! Sinto ela apoiar a fita na base do pau e subir devagar, roçando com o que parecia ser uma unha. Eu já não aguentava mais!
Mel: Vamoooos, sabia, a puta mãe. 24,3, irmãozinho, você perdeu! Se é que eu não entendo de paus, já comi tantos desde... Chizitos ponjas, até o preto que vende óculos lá em Neuquén! Eu não podia acreditar. Onde ela guardava uma pica desse tamanho? Será que a excitação de ver minha irmã assim fez minha rola crescer mais? Pode ser que sim, pode ser que não, eu tinha minha única irmã pelada na minha frente com minha pica ainda na mão, comemorando. Definitivamente não dava pra deixar assim. Foi quando minha irmã me disse: Mel: Amanhã me dá a grana, irmão, porque se me der hoje, vou gastar tudo. Eu pensava e pensava, não dava pra deixar assim, cheguei tão perto da puta da minha irmã me dar pelo menos 10 sacudidas de glande (porque do jeito que eu tava, 11 não aguentava), quando de repente ela fechou tudo. Essa jovem não tinha um puto pra virada de ano e aproveitou a situação do banheiro pra me tirar grana! Só queria dinheiro! Eu: Ei, Mel, dobro ou nada! Mel: Como assim dobro ou nada, punheteiro? O que é isso? Eu: Ora, você mediu minha pica, agora se eu adivinhar as medidas dos seus peitos, você me ajuda a baixar essa pica dura, e se eu não adivinhar, foda-se, mil pila a mais. O que acha? Mel: Hahaha, você vai ficar sem grana, punheteiro! Por que não paga uma puta boa com esses mil a mais que vai perder? Eu: Porque eu quero te comer, Mel! Adorei sua buceta, irmã! Mel: Comer? Você tá doido, Carlos? Posso te dar uma punheta, mas comer nem pensar, ainda bem que a drogada sou eu, seu doente! Eu: Ok, aceita ou não? Mel: Claro que sim, grana de graça pro meu punheteiro. Eu não fazia nem ideia de como adivinhar as medidas dos peitos lindos dela, só sabia as medidas das modelos, que era 90-60-90, o mais comum, mas minha irmã puta tinha muito mais, algo tipo a Lulipop, mas naturais. Mas qual era o número exato? Então me joguei pra perguntar: Eu: Qual a margem de erro que eu tenho? Você disse que me dava 2, entre 24 e 25… Mel: E você nunca vai acertar, então não vou te dar 2, vou te dar 10! E vai lavar essa cueca primeiro, olha, tá toda manchada com sua babinha, e depois a gente vai. A esquecer! Dei ouvidos pra Mel e fui colocar a cueca pra lavar na máquina que fica no banheiro, quando abro a tampa e vejo a roupa que a Mel tinha tirado antes de tomar banho, beleza! Peguei a calcinha dela e cheirei, era um tesão! Tava meio sujinha com um pouco de fluxo, acho que era, algo tipo líquido pré-seminal das mulheres e não aguentei mais! Comecei a bater uma com a calcinha branca da minha irmã enrolada no tronco do meu pau, cheirando e passando a língua nos fiapos de gozo… quando olho e vejo um sutiã saindo da máquina (que já tava rodando), pronto, é a minha chance, falei! Desliguei a máquina, abri a tampa e peguei o sutiã, e vejo um número nos ganchinhos: "4". Achei que era tamanho 4, então saí correndo pro que era meu quarto antigo pegar meu celular na mochila e pesquisar no Google "tabela de tamanhos de sutiã" e aparece a bendita tabela falando que tamanho 4 equivale a 105-120 de busto. Pronto, tinha que ser 113, era minha! Minha irmã ia me masturbar e sei lá mais o quê! Desci de novo pra garagem e ela tava lá, já tinha se vestido, mas não ia durar muito. Mel: E aí, masturbador? Colocou sua porcaria pra lavar? Eu: Sim, Mel, e achei uma calcinha na máquina! Que cheiro gostoso de buceta tinha, sua burra, e tinha uns fiapos tipo de fluxo, você tava se esquentando, sua porca? Mel: Que nojo que você é, masturbador!! Não me diga que usou ela pra bater uma? Então foi minha ajuda, já era, estamos feitos, irmão! Ah, e o fluxo era gozo porque hoje o Roberto veio assim que os pais saíram e me comeu um pouco, mas não serve pra muita coisa. Na teoria, você cheirou meu fluxo e a porra do Roberto hahahaha, por masturbador, te acontece! Eu: E você, irmã, sua idiota, não se cuida? Quer que a mãe te ponha pra fora, sua burra? Não quis contar que tinha passado a língua na mistura dos sucos dela e do Roberto… Mel: hahahaha, você é doente? Com todas as picas que já comi, por que você acha que nunca engravidei? Tenho cisto nos ovários e, como se não bastasse, coloquei o DIU ano passado, paJERiitoo, então podem encher minha buceta de porra 20 caras que não vou ter um filho da puta! Só de pensar nas putarias que minha irmã tinha me falado, já endureceu de novo em segundos e eu consegui falar:
Eu: e aí, no final vamos redobrar a aposta, mel? Olha pra mim, ainda não baixou... Continuaaaa...
7 comentários - Minha irmã é uma puta gostosa
Ojala hubieras ganado vos, jeje.
Bien trola tu hermana.
Abrazo.
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