Fala, galera. Depois de uma pausa por causa dos rolês, hoje vou postar mais um pedaço do que tá rolando com a minha mulher. Vou continuar soltando mais detalhes aos poucos.
Depois de um par de semanas sem saber dela, deixei ela entrar em casa de novo, porque como eu disse antes, ela veio pra cidade e nenhum de nós tem ninguém, e tudo que temos foi conquistado pelos dois juntos.
Naquela primeira semana, ela tentou falar comigo, mas eu fingi indiferença. Nessas semanas, eu demorava mais que o normal no trabalho e comia na rua, só pra não ter que sentar à mesa com ela. Também troquei de quarto, ela tentou me convencer a dividir a cama de novo, mas no fim eu não quis.
Depois de alguns dias, ela começou a me esperar vestida de um jeito bem sensual, nunca antes ela tinha se vestido assim pra mim, e eu tentava não dar muita atenção.
Numa dessas tardes, no fim das contas não tinha mais nada pra fazer no escritório, saí pra casa no horário de sempre. Planejava tomar um banho e ficar vendo TV na sala, como vinha fazendo toda noite. Ela já estava lá, imagino que cozinhando pelo cheiro que vinha da cozinha. Só avisei que tinha chegado e fui tomar banho. Ela me perguntou se eu queria comer, respondi que não precisava se preocupar, que eu fazia um sanduíche ou algo assim. Ela disse: "Sem problema, cozinhei o suficiente pros dois." "Tá bom, já vou pegar." Ela falou: "Fica aí que eu levo pra você."
Quando ela saiu da cozinha, estava praticamente nua, com uma lingerie bem provocante. Imagino que tenha comprado naqueles dias, porque nunca tinha visto ela usar aquilo. O fato é que ela colocou a comida na minha frente e não disse nada, só ficou me olhando pra ver qual seria minha reação. Eu tentei controlar meus impulsos. Com todo esforço do mundo, só peguei a comida e comecei a comer, tentando não olhar pra ela. No fim da janta, ela levou o prato dela primeiro e disse pra eu deixar o meu na mesa (uma mesinha de enfeite que fica entre o sofá e a TV). Preferi não fazer isso, levei o prato pra cozinha e lavei. Ela só me olhou como quem diz: "Você não vai se render, né?" Eu já sabia que ela me tinha nas mãos e que eu só estava me enganando. Me fazendo de durão, e não era mentira, meu nível de excitação já tava bem alto, mas mesmo assim eu me segurava, pelo menos pra fazer ela sofrer um pouco.
Sentei de novo pra ver TV, ela chega e me dá uma cerveja, ela também pega uma pra ela, começa a falar que cometeu um erro enorme, e que tá disposta a fazer qualquer coisa pra se redimir. Aí a gente começou a conversar, mas o assunto não me agradava nada e os ciúmes estavam voltando. Lembro que perguntei o motivo da traição dela, e lembro que foi um deslize, uma fuga da monotonia que ela tava vivendo. Lembro que falei: "Tanto que te falei pra sairmos, pra inventarmos algo, pra fugir da rotina, e você sempre arrumava uma desculpa". A conversa foi nesse vai e vem, embora ela não tentasse se defender dos ataques, ela tava fazendo eu despejar tudo que sentia por dentro, e tava conseguindo, como uma boa manipuladora. Durante a conversa, a gente já tinha tomado umas cervejas, e quando a mesa tava cheia de garrafas vazias, a sem-vergonha vira de costas pra mim e se abaixa pra pegar elas, me deixando ver a buceta dela toda na minha frente, ela só usava um fiozinho e o babydoll, que era tão curto que deixou tudo à mostra. Quando eu ia agarrar ela por trás, ela se levanta e volta pra cozinha, e traz outra cerveja, mas como tinham muitas garrafas, ela faz a mesma coisa de novo. Depois volta e faz o mesmo, mas já não tinha mais garrafas, só trouxe algo pra limpar a mesa, e cada vez aproxima mais a buceta do meu rosto, não sei se é por causa da bebida que ela vem pra cima de mim ou se é de propósito.
Naquele momento, não aguentei, já tinha tomado umas cervejas, agarrei ela por trás e comecei a chupar a buceta dela com gosto, puxei o fiozinho pro lado e comecei a meter a língua nos dois buracos dela, senti que ela tava toda molhada, e continuei brincando com minha língua. Ela se inclina mais, ouço os gemidos dela. Ela começa a mexer o quadril, as pernas dela começam a tremer, ela goza num orgasmo enorme. Engulo todos os fluidos dela, mas continuo lambendo todos os buracos dela. Ela se vira, com as pernas quase não aguentando, me dá um beijo apaixonado. Eu ainda tô no sofá, ela sobe em cima e coloca a pussy dela de novo pra eu continuar chupando. Depois de uns minutos, ela goza num outro orgasmo, menos forte que o anterior, mas mais longo.
Nisso, ela desce do sofá e tira a camiseta que eu tô usando, a calça e a cueca, tudo muito rápido. Ela se ajoelha na minha frente e começa a me dar um boquete de campeonato. Não lembro, em todos os anos que tô com ela, dela ter chupado minha rola daquele jeito. Ficou assim por uns minutos. Quando vou gozar, aviso ela, e em vez de parar, ela continua chupando até eu gozar na boca dela. Ela mostra a porra e engole tudo. Foi a coisa mais excitante que ela já fez comigo nesses anos. Meu pau, depois de ver aquilo, em vez de perder a pressão, continua duro como se eu não tivesse gozado.
Ela se levanta e tira a calcinha fio dental e o sutiã — em que momento ela tirou o baby doll, não sei dizer — e fica na minha frente. Sobe em mim, pega meu pau com as mãos e começa a descer até enfiar ele sozinha. Começa a cavalgar. Eu agarro os peitos dela e aperto, chupo, brinco com eles. Ela se levanta e vira de costas pra mim, e se senta de novo, enfiando sozinha. Começo a brincar com o cu dela, enfiando um dedo. Aquela área tá molhada, por causa da minha saliva, dos fluidos dela e do suor. Ela começa a gemer mais forte. Nisso, ela sai de cima, pega minha mão e me levanta. Ela se deita no sofá, eu fico por cima e começo a meter nela com toda a minha força. Depois de alguns minutos, ela me para e fica de quatro. Começo a bombar devagar, mas com força. Ela começa a gritar de prazer. Enfio até dois dedos no cu dela. Ela me fala que ainda não quero que meta lá, que quer gozar de novo e que eu acabe dentro dela. Ela começa a falar obscenidades e me excita. No final, gozamos juntos.
Pensei que a noite ia ser durou até ali, mas minha surpresa foi quando ela mesma se levantou do sofá, e assim, eu ainda estava de pé, me secando o suor, com a pica agora meio mole, de uma vez ela se ajoelha de novo e me dá mais um boquete, fazendo a pica subir de novo, e dessa vez ela diz: quero que você meta o pau no meu cu, mas primeiro chupa ele. Fiz o que ela mandou e comecei a cuspir e passar a língua, ela se deitou no sofá de barriga pra cima com o quadril no apoio, e abriu as pernas completamente, a buceta dela estava toda aberta e dava pra ver uns grumos do meu gozo. Ela enfia dois dedos na buceta e começa a se masturbar, eu fiquei besta com a pica prestes a estourar, aí ela leva os dedos à boca e passa de novo na buceta e, pra minha surpresa, enfia dois dedos no cu. E me diz: não espera mais, mete e arrebenta. Não tinha terminado de falar quando eu já estava metendo, enquanto arrebentava o cu dela com força, ela se masturbava, não aguentei muito antes de gozar, mas ela também gozou.
Depois dessa sessão em que os dois ficamos exaustos, ela me pega pela mão e tenta me levar pro quarto principal, mas eu só falei: isso não muda nada, foi só sexo e por causa do álcool, e ela responde: entendo, não queria outra coisa mesmo. Aí entrou no quarto. Tenho que admitir que esperava outro tipo de reação.
Na manhã seguinte, acordei um pouco antes do horário de sempre pra não trombar com ela no corredor ou na cozinha, geralmente ela acorda bem mais cedo pra preparar café da manhã e a marmita do trabalho, mas meus esforços foram em vão, ela já estava de pé, tinha arrumado a bagunça que a gente deixou na sala, parecia que nada tinha acontecido na noite anterior. Quando cheguei na cozinha, ela estava cozinhando completamente pelada. Nesse momento ela procura Me dar um beijo, eu me afasto e dou um na bochecha de bom dia. Por educação, pergunto no que posso ajudar. Ela me deixa encarregado de algo na cozinha e sai. Eu tava morrendo de vontade de agarrar ela e meter ali mesmo, mas me segurei, não podia deixar ela ter o controle de novo.
Quando desço de novo pra cozinha, ela tá com um conjunto esportivo, mas praticamente transparente, que dava pra ver ela pelada.
Café da manhã, quando terminou ela foi se trocar, eu fiz o mesmo e no final cada um foi trabalhar.
Ao meio-dia chego em casa, como fazia normalmente antes de descobrir a traição dela, e como antes, o almoço tava pronto, só de esquentar.
O que aconteceu na tarde daquele dia e nos dias seguintes, vou contar outra hora.
Depois de um par de semanas sem saber dela, deixei ela entrar em casa de novo, porque como eu disse antes, ela veio pra cidade e nenhum de nós tem ninguém, e tudo que temos foi conquistado pelos dois juntos.
Naquela primeira semana, ela tentou falar comigo, mas eu fingi indiferença. Nessas semanas, eu demorava mais que o normal no trabalho e comia na rua, só pra não ter que sentar à mesa com ela. Também troquei de quarto, ela tentou me convencer a dividir a cama de novo, mas no fim eu não quis.
Depois de alguns dias, ela começou a me esperar vestida de um jeito bem sensual, nunca antes ela tinha se vestido assim pra mim, e eu tentava não dar muita atenção.
Numa dessas tardes, no fim das contas não tinha mais nada pra fazer no escritório, saí pra casa no horário de sempre. Planejava tomar um banho e ficar vendo TV na sala, como vinha fazendo toda noite. Ela já estava lá, imagino que cozinhando pelo cheiro que vinha da cozinha. Só avisei que tinha chegado e fui tomar banho. Ela me perguntou se eu queria comer, respondi que não precisava se preocupar, que eu fazia um sanduíche ou algo assim. Ela disse: "Sem problema, cozinhei o suficiente pros dois." "Tá bom, já vou pegar." Ela falou: "Fica aí que eu levo pra você."
Quando ela saiu da cozinha, estava praticamente nua, com uma lingerie bem provocante. Imagino que tenha comprado naqueles dias, porque nunca tinha visto ela usar aquilo. O fato é que ela colocou a comida na minha frente e não disse nada, só ficou me olhando pra ver qual seria minha reação. Eu tentei controlar meus impulsos. Com todo esforço do mundo, só peguei a comida e comecei a comer, tentando não olhar pra ela. No fim da janta, ela levou o prato dela primeiro e disse pra eu deixar o meu na mesa (uma mesinha de enfeite que fica entre o sofá e a TV). Preferi não fazer isso, levei o prato pra cozinha e lavei. Ela só me olhou como quem diz: "Você não vai se render, né?" Eu já sabia que ela me tinha nas mãos e que eu só estava me enganando. Me fazendo de durão, e não era mentira, meu nível de excitação já tava bem alto, mas mesmo assim eu me segurava, pelo menos pra fazer ela sofrer um pouco.
Sentei de novo pra ver TV, ela chega e me dá uma cerveja, ela também pega uma pra ela, começa a falar que cometeu um erro enorme, e que tá disposta a fazer qualquer coisa pra se redimir. Aí a gente começou a conversar, mas o assunto não me agradava nada e os ciúmes estavam voltando. Lembro que perguntei o motivo da traição dela, e lembro que foi um deslize, uma fuga da monotonia que ela tava vivendo. Lembro que falei: "Tanto que te falei pra sairmos, pra inventarmos algo, pra fugir da rotina, e você sempre arrumava uma desculpa". A conversa foi nesse vai e vem, embora ela não tentasse se defender dos ataques, ela tava fazendo eu despejar tudo que sentia por dentro, e tava conseguindo, como uma boa manipuladora. Durante a conversa, a gente já tinha tomado umas cervejas, e quando a mesa tava cheia de garrafas vazias, a sem-vergonha vira de costas pra mim e se abaixa pra pegar elas, me deixando ver a buceta dela toda na minha frente, ela só usava um fiozinho e o babydoll, que era tão curto que deixou tudo à mostra. Quando eu ia agarrar ela por trás, ela se levanta e volta pra cozinha, e traz outra cerveja, mas como tinham muitas garrafas, ela faz a mesma coisa de novo. Depois volta e faz o mesmo, mas já não tinha mais garrafas, só trouxe algo pra limpar a mesa, e cada vez aproxima mais a buceta do meu rosto, não sei se é por causa da bebida que ela vem pra cima de mim ou se é de propósito.
Naquele momento, não aguentei, já tinha tomado umas cervejas, agarrei ela por trás e comecei a chupar a buceta dela com gosto, puxei o fiozinho pro lado e comecei a meter a língua nos dois buracos dela, senti que ela tava toda molhada, e continuei brincando com minha língua. Ela se inclina mais, ouço os gemidos dela. Ela começa a mexer o quadril, as pernas dela começam a tremer, ela goza num orgasmo enorme. Engulo todos os fluidos dela, mas continuo lambendo todos os buracos dela. Ela se vira, com as pernas quase não aguentando, me dá um beijo apaixonado. Eu ainda tô no sofá, ela sobe em cima e coloca a pussy dela de novo pra eu continuar chupando. Depois de uns minutos, ela goza num outro orgasmo, menos forte que o anterior, mas mais longo.
Nisso, ela desce do sofá e tira a camiseta que eu tô usando, a calça e a cueca, tudo muito rápido. Ela se ajoelha na minha frente e começa a me dar um boquete de campeonato. Não lembro, em todos os anos que tô com ela, dela ter chupado minha rola daquele jeito. Ficou assim por uns minutos. Quando vou gozar, aviso ela, e em vez de parar, ela continua chupando até eu gozar na boca dela. Ela mostra a porra e engole tudo. Foi a coisa mais excitante que ela já fez comigo nesses anos. Meu pau, depois de ver aquilo, em vez de perder a pressão, continua duro como se eu não tivesse gozado.
Ela se levanta e tira a calcinha fio dental e o sutiã — em que momento ela tirou o baby doll, não sei dizer — e fica na minha frente. Sobe em mim, pega meu pau com as mãos e começa a descer até enfiar ele sozinha. Começa a cavalgar. Eu agarro os peitos dela e aperto, chupo, brinco com eles. Ela se levanta e vira de costas pra mim, e se senta de novo, enfiando sozinha. Começo a brincar com o cu dela, enfiando um dedo. Aquela área tá molhada, por causa da minha saliva, dos fluidos dela e do suor. Ela começa a gemer mais forte. Nisso, ela sai de cima, pega minha mão e me levanta. Ela se deita no sofá, eu fico por cima e começo a meter nela com toda a minha força. Depois de alguns minutos, ela me para e fica de quatro. Começo a bombar devagar, mas com força. Ela começa a gritar de prazer. Enfio até dois dedos no cu dela. Ela me fala que ainda não quero que meta lá, que quer gozar de novo e que eu acabe dentro dela. Ela começa a falar obscenidades e me excita. No final, gozamos juntos.
Pensei que a noite ia ser durou até ali, mas minha surpresa foi quando ela mesma se levantou do sofá, e assim, eu ainda estava de pé, me secando o suor, com a pica agora meio mole, de uma vez ela se ajoelha de novo e me dá mais um boquete, fazendo a pica subir de novo, e dessa vez ela diz: quero que você meta o pau no meu cu, mas primeiro chupa ele. Fiz o que ela mandou e comecei a cuspir e passar a língua, ela se deitou no sofá de barriga pra cima com o quadril no apoio, e abriu as pernas completamente, a buceta dela estava toda aberta e dava pra ver uns grumos do meu gozo. Ela enfia dois dedos na buceta e começa a se masturbar, eu fiquei besta com a pica prestes a estourar, aí ela leva os dedos à boca e passa de novo na buceta e, pra minha surpresa, enfia dois dedos no cu. E me diz: não espera mais, mete e arrebenta. Não tinha terminado de falar quando eu já estava metendo, enquanto arrebentava o cu dela com força, ela se masturbava, não aguentei muito antes de gozar, mas ela também gozou.
Depois dessa sessão em que os dois ficamos exaustos, ela me pega pela mão e tenta me levar pro quarto principal, mas eu só falei: isso não muda nada, foi só sexo e por causa do álcool, e ela responde: entendo, não queria outra coisa mesmo. Aí entrou no quarto. Tenho que admitir que esperava outro tipo de reação.
Na manhã seguinte, acordei um pouco antes do horário de sempre pra não trombar com ela no corredor ou na cozinha, geralmente ela acorda bem mais cedo pra preparar café da manhã e a marmita do trabalho, mas meus esforços foram em vão, ela já estava de pé, tinha arrumado a bagunça que a gente deixou na sala, parecia que nada tinha acontecido na noite anterior. Quando cheguei na cozinha, ela estava cozinhando completamente pelada. Nesse momento ela procura Me dar um beijo, eu me afasto e dou um na bochecha de bom dia. Por educação, pergunto no que posso ajudar. Ela me deixa encarregado de algo na cozinha e sai. Eu tava morrendo de vontade de agarrar ela e meter ali mesmo, mas me segurei, não podia deixar ela ter o controle de novo.
Quando desço de novo pra cozinha, ela tá com um conjunto esportivo, mas praticamente transparente, que dava pra ver ela pelada.
Café da manhã, quando terminou ela foi se trocar, eu fiz o mesmo e no final cada um foi trabalhar.
Ao meio-dia chego em casa, como fazia normalmente antes de descobrir a traição dela, e como antes, o almoço tava pronto, só de esquentar.
O que aconteceu na tarde daquele dia e nos dias seguintes, vou contar outra hora.
2 comentários - Por um direct parte 2