Depois daquele encontro incrível com seu Geraldo, fiquei com vontade de mais! E ele também, porra, mas a gente tinha que inventar a desculpa perfeita, já que ele e a esposa são muito grudados e é raro se separarem.
A última coisa que aconteceu foi que, uma semana depois daquele encontro, a gente tava trotando no parque, conversando um pouco, quando dona Finita disse que tinha esquecido o celular e pediu pro Geraldo buscar, porque o filho dela ia ligar. Aproveitei pra pedir o banheiro e, claro, pra ver o que dava pra fazer, mas sabia que não podia demorar. Fui com ele e, assim que entrei, ele me puxou pelo cabelo.
— Olha como eu tô
A ereção dele era impressionante, os 60 anos ficavam de lado na hora de ver aquele pedaço de carne.
— Chupa, deixa eu sentir sua boca
Ele me segurava com força e eu, sem resistir, comecei a chupar sem parar, insaciável. Não duramos muito, e logo ele gozou na minha boca.
Foi só um rapidinha, voltamos rápido pro parque, ele satisfeito e eu com um mar na buceta.
Passaram-se dias e a gente não conseguia realizar aquelas fantasias, eu e seu Geraldo. A esposa sempre junto, e não tinha oportunidade.
Até que um dia chegou a doença perfeita, por assim dizer, hehe.
Dona Finita tava gripada, febre alta e tontura. O médico receitou uns comprimidos e injeções que praticamente a deixavam apagada. Ela me ligou e pediu um favor: se eu podia ajudar por um dia, pra ela não ficar sozinha, já que o marido tinha saído pra fazer umas compras. Aceitei até o Geraldo chegar. Uma jantinha leve pra ela, que não tava com fome, e o que ela queria era descansar. Tomou os remédios, chamaram uma senhora pra aplicar a injeção e, em poucos minutos, ela apagou que nem um tronco!
Oportunidade que a gente não ia deixar escapar.
Seu Geraldo se aproximou e disse: — Vamos pra sala, ela não acorda até amanhã.
Começou a me beijar e pegar nos meus peitos devagar, ele queria me curtir, e eu, que já queria ser comida, tentava manter a calma e comecei a... acariciar o pau dele que já tava duríssimo. Comecei a puxar pra fora e bater uma.
— Que foi, filhinha, tá com tanta vontade do meu pau assim?
— Sim, pussy!
A situação era tão quente porque a esposa dele tava num quarto daquela casa, e isso tornava tudo extremamente excitante.
Peguei na mão do Gerardo e falei:
— Toca aqui, sente como você me deixou.
— Tá bem molhadinha, bebê, deixa eu limpar esses sucos.
Levantei e ele começou a tirar o vestido que eu tava usando e a calcinha, me deixando só com a camiseta.
— Buceta enorme, bebê, vira.
Me virei e ele pediu pra eu me abaixar pra ver minha bunda em todo o esplendor. Ele ajoelhado, com minha bunda na cara dele, começou a passar a língua no meio das minhas nádegas e, aos poucos, enfiando. Abriu mais minhas pernas e lambeu minha buceta.
— Gosta quando eu faço assim, filhinha?
— Sim, papai, faz o que quiser comigo, sou sua!
De repente, ele abriu minhas nádegas e começou a dar linguadas no meu cu e enfiava os dedos na minha buceta rapidamente. Eu comecei a ofegar cada vez mais forte.
— Gosta como eu chupo seu cu?
— Aaaaah! Sim, meu amor, siiiim! Continua! Continua!
Ele continuava chupando, era indescritível o que eu sentia. De repente, ele se levantou e eu só senti o pau dele começando a penetrar minha buceta, me abrindo devagar com aquele pedaço de carne duro e grosso. Ele começou a meter e tirar cada vez mais rápido.
— Tá gostando?
— Sim, papai! Aaaaah!! Aaaaah!! Assim, assim!
— Você é uma putinha, é minha putinha, gosta do pau do velho?
— Siiiiim! Amo seu pau! Sou sua puta, papai! Sou sua puta!
— Sim, filha, você é minha puta!
Isso nos excitava demais, fingindo que eu era filha dele e ele meu pai.
Enquanto ele me penetrava, começou a enfiar o dedo no meu cu, começando a dilatar. Eu sentia saliva escorrendo no meu cu — ele ia me comer por ali, e eu não tava muito convencida. Até que ele tirou o dedo e eu comecei a sentir a cabeça do pau no meu cu.
— Não, papai, pelo cu não! Vai doer!
— Aaaaah!! Papai!! Aaaaaah!!
— Tá gostando, putinha!? Vou te comer pelo cu, mesmo que você não queira! aaaah! Aaaaaah! Me come, me come!
Eu sentia que ia me partir no meio, mas não tava nem aí, queria sentir dor, tava gostando e queria mais.
.- me come aaaaah!! Aaaaah!
.- cê gosta, filhinha? Cê gosta no cu, slutty?
Eu tava prestes a ter meu primeiro orgasmo da noite.
.- siiiim, papaiiiii aaaaaaaah!!! Papaiiiii! Tô gozandooo! Aaaah!
Enquanto eu gozava, ele continuava metendo, não parava, e minhas pernas mal aguentavam, dobravam de tanto prazer que eu tava sentindo. Nisso, ele tirou o pau do cu, sentou no sofá e me fez ficar de frente pra ele, me sentando no pau dele e penetrando minha buceta de novo, e eu ainda no meu orgasmo.
Ele me sentou e começou a me comer de novo, tirou minha blusa e meu sutiã que eu ainda tava usando, começou a chupar meus peitos e morder os bicos, o que me deixava ainda mais excitada, ele não parava de me comer, de meter.
.- que gostosa você tá, mamãe, se meus amigos soubessem o que eu tô comendo, não iam acreditar!
.- que rabão você tem, que nalgota!, de quem é, filhinha?
.- seu, papai, só seu, papai!
.- me come, papai, me come! Me dá mais!
E eu tava prestes a ter outro orgasmo, e eu sem me mexer, minhas pernas não aguentavam mais, e ele sabia disso.
.- quero que você me molhe toda, slutty.
.- sim, papai! Siiiiim! O que você quiser! Aaaaah! Aaaay! Aaaaaah!
Meus gritos de prazer já estavam muito altos, dava pra ouvir pela casa toda praticamente.
.- me dá! Me dá! Me dá! Aaaaaah! Papaiiiii! Aaaaaaaay! Uhmmmmmmm!
Eu tava tendo outro orgasmo e ele simplesmente não parava.
.- vou te dar meu leite, filhinha!
.- sim, papai, me dá tudo, me dá!
Só senti o leite dele saindo e inundando minha buceta, era demais, e ele continuava bombeando, minhas coxas estavam cheias dos meus fluidos e do leite dele. Fiquei deitada no peito dele, exausta, mas ainda com o pau dele dentro, e sentia que não diminuía.
Ficamos assim uns minutos, dando uma leve descansada, até que ele falou:
.- vem, vamos ali.
A gente tava entrando no quarto onde a esposa dele tava profundamente dormindo, e a excitação voltou em mim. Sobe na cama
Me colocou na ponta daquela cama, abriu minhas pernas e começou a me foder de novo.
.— Vou gritar pra ver o que acontece, seu velho filho da puta, aaaah!
.— Grita, vagabunda, ninguém vai te ouvir!
.— Aaaaah! Aaaaah! Assim! Assim! Papai, me come mais!
.— Olha, sua puta, como eu te fodo!
.— Aprende, sua velha, aaaah! É assim que seu marido mete em mim, aaaah! Aaaaaah! Papaiiii! Chega, papai! Chega, não aguento mais!
.— Como assim chega, vagabunda, se a gente tá no melhor? Vou te comer até não poder mais!
E a verdade é que eu tava sentindo algo além de um orgasmo, uma vontade imensa de mijar!!
Tentava me soltar, mas ele me segurava firme pelos quadris e não me deixava.
.— Papai, quero mijar, sai de cima, papaiii!!!
.— Goza, rabuda! Me dá!
Com essas palavras, não aguentei mais, um orgasmo enorme tava vindo, minha buceta ardia pra caralho, e eu só sentia algo escorrendo pelas minhas pernas, que já não aguentavam mais, mas Gerardo me segurava com muita força.
.— Assim, vagabunda, me molha toda! Assim, sua rabuda! Que rabo gostoso você tem! E me dava tapas na bunda enquanto eu jorrava tudo.
.— Agora é minha vez, vagabunda!
Tirou o pau e de repente meteu no meu cu com uma força desgraçada, que me fez dar um grito do caralho.
.— Aaaaaaaaaaah!!!! Ai! Papaiiii! Tá doendo!
.— Toma minha porra nesse rabo gostoso, uhmmmm! Uhmmm!
Sinceramente, nem senti a porra entrando em mim, minhas pernas doíam pra caralho e minha buceta ardia como nunca, mas eu adorava aquela dor.
Quando ele terminou, sentou na cama na frente da esposa dele, e a gente ficou lá descansando um pouco.
Depois, tomamos um banho e limpamos a bagunça que fizemos, haha! Simplesmente fascinante!
A última coisa que aconteceu foi que, uma semana depois daquele encontro, a gente tava trotando no parque, conversando um pouco, quando dona Finita disse que tinha esquecido o celular e pediu pro Geraldo buscar, porque o filho dela ia ligar. Aproveitei pra pedir o banheiro e, claro, pra ver o que dava pra fazer, mas sabia que não podia demorar. Fui com ele e, assim que entrei, ele me puxou pelo cabelo.
— Olha como eu tô
A ereção dele era impressionante, os 60 anos ficavam de lado na hora de ver aquele pedaço de carne.
— Chupa, deixa eu sentir sua boca
Ele me segurava com força e eu, sem resistir, comecei a chupar sem parar, insaciável. Não duramos muito, e logo ele gozou na minha boca.
Foi só um rapidinha, voltamos rápido pro parque, ele satisfeito e eu com um mar na buceta.
Passaram-se dias e a gente não conseguia realizar aquelas fantasias, eu e seu Geraldo. A esposa sempre junto, e não tinha oportunidade.
Até que um dia chegou a doença perfeita, por assim dizer, hehe.
Dona Finita tava gripada, febre alta e tontura. O médico receitou uns comprimidos e injeções que praticamente a deixavam apagada. Ela me ligou e pediu um favor: se eu podia ajudar por um dia, pra ela não ficar sozinha, já que o marido tinha saído pra fazer umas compras. Aceitei até o Geraldo chegar. Uma jantinha leve pra ela, que não tava com fome, e o que ela queria era descansar. Tomou os remédios, chamaram uma senhora pra aplicar a injeção e, em poucos minutos, ela apagou que nem um tronco!
Oportunidade que a gente não ia deixar escapar.
Seu Geraldo se aproximou e disse: — Vamos pra sala, ela não acorda até amanhã.
Começou a me beijar e pegar nos meus peitos devagar, ele queria me curtir, e eu, que já queria ser comida, tentava manter a calma e comecei a... acariciar o pau dele que já tava duríssimo. Comecei a puxar pra fora e bater uma.
— Que foi, filhinha, tá com tanta vontade do meu pau assim?
— Sim, pussy!
A situação era tão quente porque a esposa dele tava num quarto daquela casa, e isso tornava tudo extremamente excitante.
Peguei na mão do Gerardo e falei:
— Toca aqui, sente como você me deixou.
— Tá bem molhadinha, bebê, deixa eu limpar esses sucos.
Levantei e ele começou a tirar o vestido que eu tava usando e a calcinha, me deixando só com a camiseta.
— Buceta enorme, bebê, vira.
Me virei e ele pediu pra eu me abaixar pra ver minha bunda em todo o esplendor. Ele ajoelhado, com minha bunda na cara dele, começou a passar a língua no meio das minhas nádegas e, aos poucos, enfiando. Abriu mais minhas pernas e lambeu minha buceta.
— Gosta quando eu faço assim, filhinha?
— Sim, papai, faz o que quiser comigo, sou sua!
De repente, ele abriu minhas nádegas e começou a dar linguadas no meu cu e enfiava os dedos na minha buceta rapidamente. Eu comecei a ofegar cada vez mais forte.
— Gosta como eu chupo seu cu?
— Aaaaah! Sim, meu amor, siiiim! Continua! Continua!
Ele continuava chupando, era indescritível o que eu sentia. De repente, ele se levantou e eu só senti o pau dele começando a penetrar minha buceta, me abrindo devagar com aquele pedaço de carne duro e grosso. Ele começou a meter e tirar cada vez mais rápido.
— Tá gostando?
— Sim, papai! Aaaaah!! Aaaaah!! Assim, assim!
— Você é uma putinha, é minha putinha, gosta do pau do velho?
— Siiiiim! Amo seu pau! Sou sua puta, papai! Sou sua puta!
— Sim, filha, você é minha puta!
Isso nos excitava demais, fingindo que eu era filha dele e ele meu pai.
Enquanto ele me penetrava, começou a enfiar o dedo no meu cu, começando a dilatar. Eu sentia saliva escorrendo no meu cu — ele ia me comer por ali, e eu não tava muito convencida. Até que ele tirou o dedo e eu comecei a sentir a cabeça do pau no meu cu.
— Não, papai, pelo cu não! Vai doer!
— Aaaaah!! Papai!! Aaaaaah!!
— Tá gostando, putinha!? Vou te comer pelo cu, mesmo que você não queira! aaaah! Aaaaaah! Me come, me come!
Eu sentia que ia me partir no meio, mas não tava nem aí, queria sentir dor, tava gostando e queria mais.
.- me come aaaaah!! Aaaaah!
.- cê gosta, filhinha? Cê gosta no cu, slutty?
Eu tava prestes a ter meu primeiro orgasmo da noite.
.- siiiim, papaiiiii aaaaaaaah!!! Papaiiiii! Tô gozandooo! Aaaah!
Enquanto eu gozava, ele continuava metendo, não parava, e minhas pernas mal aguentavam, dobravam de tanto prazer que eu tava sentindo. Nisso, ele tirou o pau do cu, sentou no sofá e me fez ficar de frente pra ele, me sentando no pau dele e penetrando minha buceta de novo, e eu ainda no meu orgasmo.
Ele me sentou e começou a me comer de novo, tirou minha blusa e meu sutiã que eu ainda tava usando, começou a chupar meus peitos e morder os bicos, o que me deixava ainda mais excitada, ele não parava de me comer, de meter.
.- que gostosa você tá, mamãe, se meus amigos soubessem o que eu tô comendo, não iam acreditar!
.- que rabão você tem, que nalgota!, de quem é, filhinha?
.- seu, papai, só seu, papai!
.- me come, papai, me come! Me dá mais!
E eu tava prestes a ter outro orgasmo, e eu sem me mexer, minhas pernas não aguentavam mais, e ele sabia disso.
.- quero que você me molhe toda, slutty.
.- sim, papai! Siiiiim! O que você quiser! Aaaaah! Aaaay! Aaaaaah!
Meus gritos de prazer já estavam muito altos, dava pra ouvir pela casa toda praticamente.
.- me dá! Me dá! Me dá! Aaaaaah! Papaiiiii! Aaaaaaaay! Uhmmmmmmm!
Eu tava tendo outro orgasmo e ele simplesmente não parava.
.- vou te dar meu leite, filhinha!
.- sim, papai, me dá tudo, me dá!
Só senti o leite dele saindo e inundando minha buceta, era demais, e ele continuava bombeando, minhas coxas estavam cheias dos meus fluidos e do leite dele. Fiquei deitada no peito dele, exausta, mas ainda com o pau dele dentro, e sentia que não diminuía.
Ficamos assim uns minutos, dando uma leve descansada, até que ele falou:
.- vem, vamos ali.
A gente tava entrando no quarto onde a esposa dele tava profundamente dormindo, e a excitação voltou em mim. Sobe na cama
Me colocou na ponta daquela cama, abriu minhas pernas e começou a me foder de novo.
.— Vou gritar pra ver o que acontece, seu velho filho da puta, aaaah!
.— Grita, vagabunda, ninguém vai te ouvir!
.— Aaaaah! Aaaaah! Assim! Assim! Papai, me come mais!
.— Olha, sua puta, como eu te fodo!
.— Aprende, sua velha, aaaah! É assim que seu marido mete em mim, aaaah! Aaaaaah! Papaiiii! Chega, papai! Chega, não aguento mais!
.— Como assim chega, vagabunda, se a gente tá no melhor? Vou te comer até não poder mais!
E a verdade é que eu tava sentindo algo além de um orgasmo, uma vontade imensa de mijar!!
Tentava me soltar, mas ele me segurava firme pelos quadris e não me deixava.
.— Papai, quero mijar, sai de cima, papaiii!!!
.— Goza, rabuda! Me dá!
Com essas palavras, não aguentei mais, um orgasmo enorme tava vindo, minha buceta ardia pra caralho, e eu só sentia algo escorrendo pelas minhas pernas, que já não aguentavam mais, mas Gerardo me segurava com muita força.
.— Assim, vagabunda, me molha toda! Assim, sua rabuda! Que rabo gostoso você tem! E me dava tapas na bunda enquanto eu jorrava tudo.
.— Agora é minha vez, vagabunda!
Tirou o pau e de repente meteu no meu cu com uma força desgraçada, que me fez dar um grito do caralho.
.— Aaaaaaaaaaah!!!! Ai! Papaiiii! Tá doendo!
.— Toma minha porra nesse rabo gostoso, uhmmmm! Uhmmm!
Sinceramente, nem senti a porra entrando em mim, minhas pernas doíam pra caralho e minha buceta ardia como nunca, mas eu adorava aquela dor.
Quando ele terminou, sentou na cama na frente da esposa dele, e a gente ficou lá descansando um pouco.
Depois, tomamos um banho e limpamos a bagunça que fizemos, haha! Simplesmente fascinante!
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