Senti meu estômago revirar enquanto a Dra. Saenz se aproximava da mesa de operações.
— O paciente está preso e pronto pra gente começar os procedimentos?
— Sim, Doutora — confirmou a Enfermeira, se posicionando à minha direita, colocando uma máscara cirúrgica, calçando um par de luvas de látex e preparando os instrumentos numa bandeja.
A Doutora me olhou e viu como eu tinha sido posicionado, a atitude dela era concentrada e profissional, sem fazer contato visual comigo. Com certeza a Doutora teria aceitado me darem uma posição mais digna pra me examinar. Não tinha necessidade nenhuma de eu estar tão exposto nem de minhas pernas estarem tão abertas. Ela era uma profissional da medicina e com certeza ia ser razoável. Tentei chamar a atenção dela levantando minha cabeça da mesa (o melhor que consegui).
— Mmmmmm.... mmmmm.... mmmmm....
A Doutora ignorou minhas tentativas de me comunicar. Em vez disso, sentou num banquinho entre minhas pernas e se aproximou da minha virilha enquanto a Enfermeira oferecia um par de luvas de látex. A Doutora calçou as luvas fazendo aquele "snap-snap" típico enquanto observava de perto meu pau e minhas bolas e se inclinava pra ter uma visão melhor do meu cu exposto, como se estivesse avaliando cuidadosamente a conveniência (pra necessidades dela mesma) da minha posição extremamente humilhante. Me mexi de novo o máximo que pude.
— Mmmmm.... mmmmm.... mmmm... — tentei chamar a atenção dela enquanto ela dirigia o olhar pra bandeja com os instrumentos que a Enfermeira tinha preparado.
— MMMMMM.... MMMMMM...
Finalmente a Doutora virou a cabeça e me olhou nos olhos, reconhecendo minha presença ali como se eu fosse algo mais que um espécime.
— Levantar a cabeça desse jeito faz mal pro seu pescoço — ela disse, e a voz dela ficou visivelmente mais severa — Quero você com a cabeça apoiada na mesa de operações, vamos!
Eu estava meio atordoado pela apatia completa dela em relação às minhas tentativas de estabelecer uma comunicação, mas, por algum motivo, obedeci. Minha cabeça estava rodando. Eu estava desconfortável e envergonhado naquela posição tão exposta e tensa. Estava muito preocupado com como a revisão estava se desenrolando e, no entanto, quando me mandaram inclinar a cabeça, eu instantaneamente segui as instruções e relaxei sobre a mesa de operações. Ela fez um "tst" com a língua.
- São todos iguais, feito crianças... - disse a Doutora, e notei um leve sorriso no rosto normalmente severo da linda Enfermeira que estava de pé ao meu lado.
Observei a Doutora atentamente, hipnotizado por ela, procurando alguma pista do que ia acontecer, sabendo que estava à mercê dela. Seus olhos sérios e lindos me examinaram de cima a baixo de novo, prestando muita atenção nas minhas partes antes de abaixar a cabeça e observar de perto meu cu mais uma vez.
- Hmmmm... - a Doutora balançou a cabeça e se virou para a Enfermeira - Enfermeira, quero meu paciente deitado em posição dorsal.
- Sim, Doutora... Já vai, Doutora - a Enfermeira mexeu em algo debaixo da mesa de operações e de repente senti que estava sendo reclinado ainda mais.
- Aí está bom, perfeito... abre as pernas dele também... quero ele totalmente acessível para o procedimento.
- Claro, Doutora - respondeu a Enfermeira enquanto mexia de novo em algo sob a mesa de operações e eu lentamente senti minhas pernas se abrindo ainda mais.
- MMMMMMMMM... MMMMMMM - me sacudi, desconfortável, na mesa de operações, só para me deparar instantaneamente com um dedo levantado da Dra. Saenz.
- Shhh... quietinho! Quero você de boca fechada e bem paradinho... assim... muito bem... se comporta.
Me senti resignado à autoridade dela enquanto toda a mesa de operações descia de nível e ela, ao mesmo tempo, ajustava o banquinho dela para um nível mais alto. Agora eu olhava para a Dra. Saenz de baixo enquanto ela aproximava o banquinho o máximo possível da mesa de operações, me encarando de cima.
- Muito bem... agora vou poder te examinar do meu jeito! - A Enfermeira ficou atenta, com as mãos enluvadas de cada lado da bandeja com os instrumentos, pronta pra ajudar a Doutora assim que ela precisasse. E mais uma vez a Dra. Saenz me olhou diretamente.
- Enquanto te deixavam bem limpinho pra poder te penetrar como manda o figurino, tive uma pequena conversa com sua namorada que me chamou a atenção, especialmente considerando... bem... uma coisa que observei quando te examinei na maca. Então, antes de prosseguir com seu exame retal... - mais uma vez senti a sensação dos dedos macios dela cobertos pelas luvas de látex na parte mais sensível da minha anatomia, enquanto os dedos indicador e polegar da mão direita seguravam a base e o dedo indicador da mão esquerda deslizava de cima pra baixo no meu pau. Ela se inclinou pra frente pra chegar mais perto e observar melhor. No começo, senti ondas percorrendo meu corpo inteiro enquanto ela me tocava, mas aí ela começou a beliscar. Mais cedo, quando eu tava amarrado na maca, a Doutora tinha me feito sentir no céu com as palpações delicadas e íntimas dela, mas agora tava bem menos agradável. Ela segurava firme a base do meu membro enquanto beliscava e puxava brutalmente a pele que cobre meu pau. O clima era bem diferente de quando eu tava na maca. O Consultório tava em silêncio. Tão silencioso que eu conseguia ouvir as luvas de látex da minha Doutora deslizando, e acho que até a respiração da Enfermeira. Em vez do toque delicado e feminino de antes, ela era mais violenta, manipulava meu pau como se tivesse inspecionando. Não queria levantar a cabeça e desobedecer ela, e não conseguia ver muito, mas sentia como ela beliscava e puxava meu prepúcio pra cima e pra baixo e até minha glande, estudando minha anatomia com cuidado. Por sorte, ela soltou meu pau (mas a mão direita ainda segurava a base firme) e procurou as luzes de cirurgia sobre minha virilha. Ela aproximou e ajustou algo que deixou ele mais brilhante.
– Hmmmm... Enfermeira... vem dar uma olhada nisso.
A linda Enfermeira loira inclinou a cabeça, olhando de perto meu pau enquanto a Doutora o manipulava, como se estivesse mostrando alguma coisa. A proximidade da Enfermeira era excitante, conforme ela se inclinava, chegava tão perto que eu sentia a respiração morna dela no meu pau. Senti um beliscão e meu prepúcio deslizado e esticado.
– Não acha que a pele tá meio avermelhada?
A Enfermeira continuou com a inspeção cuidadosa.
– Ah sim, com certeza, Doutora...
A Doutora balançou a cabeça.
– Tá um pouco inflamada, né?... até... olha! isso não é uma escoriação?!
A Enfermeira se inclinou pra chegar ainda mais perto.
– Ah sim, Doutora... concordo com seu diagnóstico.
Não tinha certeza, mas me pareceu que a Enfermeira segurava um sorriso enquanto respondia pra Doutora.
— O paciente está preso e pronto pra gente começar os procedimentos?
— Sim, Doutora — confirmou a Enfermeira, se posicionando à minha direita, colocando uma máscara cirúrgica, calçando um par de luvas de látex e preparando os instrumentos numa bandeja.
A Doutora me olhou e viu como eu tinha sido posicionado, a atitude dela era concentrada e profissional, sem fazer contato visual comigo. Com certeza a Doutora teria aceitado me darem uma posição mais digna pra me examinar. Não tinha necessidade nenhuma de eu estar tão exposto nem de minhas pernas estarem tão abertas. Ela era uma profissional da medicina e com certeza ia ser razoável. Tentei chamar a atenção dela levantando minha cabeça da mesa (o melhor que consegui).
— Mmmmmm.... mmmmm.... mmmmm....
A Doutora ignorou minhas tentativas de me comunicar. Em vez disso, sentou num banquinho entre minhas pernas e se aproximou da minha virilha enquanto a Enfermeira oferecia um par de luvas de látex. A Doutora calçou as luvas fazendo aquele "snap-snap" típico enquanto observava de perto meu pau e minhas bolas e se inclinava pra ter uma visão melhor do meu cu exposto, como se estivesse avaliando cuidadosamente a conveniência (pra necessidades dela mesma) da minha posição extremamente humilhante. Me mexi de novo o máximo que pude.
— Mmmmm.... mmmmm.... mmmm... — tentei chamar a atenção dela enquanto ela dirigia o olhar pra bandeja com os instrumentos que a Enfermeira tinha preparado.
— MMMMMM.... MMMMMM...
Finalmente a Doutora virou a cabeça e me olhou nos olhos, reconhecendo minha presença ali como se eu fosse algo mais que um espécime.
— Levantar a cabeça desse jeito faz mal pro seu pescoço — ela disse, e a voz dela ficou visivelmente mais severa — Quero você com a cabeça apoiada na mesa de operações, vamos!
Eu estava meio atordoado pela apatia completa dela em relação às minhas tentativas de estabelecer uma comunicação, mas, por algum motivo, obedeci. Minha cabeça estava rodando. Eu estava desconfortável e envergonhado naquela posição tão exposta e tensa. Estava muito preocupado com como a revisão estava se desenrolando e, no entanto, quando me mandaram inclinar a cabeça, eu instantaneamente segui as instruções e relaxei sobre a mesa de operações. Ela fez um "tst" com a língua.
- São todos iguais, feito crianças... - disse a Doutora, e notei um leve sorriso no rosto normalmente severo da linda Enfermeira que estava de pé ao meu lado.
Observei a Doutora atentamente, hipnotizado por ela, procurando alguma pista do que ia acontecer, sabendo que estava à mercê dela. Seus olhos sérios e lindos me examinaram de cima a baixo de novo, prestando muita atenção nas minhas partes antes de abaixar a cabeça e observar de perto meu cu mais uma vez.
- Hmmmm... - a Doutora balançou a cabeça e se virou para a Enfermeira - Enfermeira, quero meu paciente deitado em posição dorsal.
- Sim, Doutora... Já vai, Doutora - a Enfermeira mexeu em algo debaixo da mesa de operações e de repente senti que estava sendo reclinado ainda mais.
- Aí está bom, perfeito... abre as pernas dele também... quero ele totalmente acessível para o procedimento.
- Claro, Doutora - respondeu a Enfermeira enquanto mexia de novo em algo sob a mesa de operações e eu lentamente senti minhas pernas se abrindo ainda mais.
- MMMMMMMMM... MMMMMMM - me sacudi, desconfortável, na mesa de operações, só para me deparar instantaneamente com um dedo levantado da Dra. Saenz.
- Shhh... quietinho! Quero você de boca fechada e bem paradinho... assim... muito bem... se comporta.
Me senti resignado à autoridade dela enquanto toda a mesa de operações descia de nível e ela, ao mesmo tempo, ajustava o banquinho dela para um nível mais alto. Agora eu olhava para a Dra. Saenz de baixo enquanto ela aproximava o banquinho o máximo possível da mesa de operações, me encarando de cima.
- Muito bem... agora vou poder te examinar do meu jeito! - A Enfermeira ficou atenta, com as mãos enluvadas de cada lado da bandeja com os instrumentos, pronta pra ajudar a Doutora assim que ela precisasse. E mais uma vez a Dra. Saenz me olhou diretamente.
- Enquanto te deixavam bem limpinho pra poder te penetrar como manda o figurino, tive uma pequena conversa com sua namorada que me chamou a atenção, especialmente considerando... bem... uma coisa que observei quando te examinei na maca. Então, antes de prosseguir com seu exame retal... - mais uma vez senti a sensação dos dedos macios dela cobertos pelas luvas de látex na parte mais sensível da minha anatomia, enquanto os dedos indicador e polegar da mão direita seguravam a base e o dedo indicador da mão esquerda deslizava de cima pra baixo no meu pau. Ela se inclinou pra frente pra chegar mais perto e observar melhor. No começo, senti ondas percorrendo meu corpo inteiro enquanto ela me tocava, mas aí ela começou a beliscar. Mais cedo, quando eu tava amarrado na maca, a Doutora tinha me feito sentir no céu com as palpações delicadas e íntimas dela, mas agora tava bem menos agradável. Ela segurava firme a base do meu membro enquanto beliscava e puxava brutalmente a pele que cobre meu pau. O clima era bem diferente de quando eu tava na maca. O Consultório tava em silêncio. Tão silencioso que eu conseguia ouvir as luvas de látex da minha Doutora deslizando, e acho que até a respiração da Enfermeira. Em vez do toque delicado e feminino de antes, ela era mais violenta, manipulava meu pau como se tivesse inspecionando. Não queria levantar a cabeça e desobedecer ela, e não conseguia ver muito, mas sentia como ela beliscava e puxava meu prepúcio pra cima e pra baixo e até minha glande, estudando minha anatomia com cuidado. Por sorte, ela soltou meu pau (mas a mão direita ainda segurava a base firme) e procurou as luzes de cirurgia sobre minha virilha. Ela aproximou e ajustou algo que deixou ele mais brilhante.
– Hmmmm... Enfermeira... vem dar uma olhada nisso.
A linda Enfermeira loira inclinou a cabeça, olhando de perto meu pau enquanto a Doutora o manipulava, como se estivesse mostrando alguma coisa. A proximidade da Enfermeira era excitante, conforme ela se inclinava, chegava tão perto que eu sentia a respiração morna dela no meu pau. Senti um beliscão e meu prepúcio deslizado e esticado.
– Não acha que a pele tá meio avermelhada?
A Enfermeira continuou com a inspeção cuidadosa.
– Ah sim, com certeza, Doutora...
A Doutora balançou a cabeça.
– Tá um pouco inflamada, né?... até... olha! isso não é uma escoriação?!
A Enfermeira se inclinou pra chegar ainda mais perto.
– Ah sim, Doutora... concordo com seu diagnóstico.
Não tinha certeza, mas me pareceu que a Enfermeira segurava um sorriso enquanto respondia pra Doutora.
1 comentários - À Mercê da Doutora - Parte 4