Tudo por ser uma boa amiga III

Tudo por ser uma boa amiga III
Bom, recomendo que leiam meus outros relatos pra saber do que estou falando. Este é o último que escrevo e não, não é uma trilogia, é o que realmente aconteceu comigo. Espero que me perdoem pela demora, mas tive outras coisas pra fazer na escola e não tive tempo de escrever. E desde já, obrigada pelos comentários, sugestões e explicações.

Enfim, depois de muito discutir e ouvir as desculpas do Carlos por um bom tempo na escola, eu o perdoei, e Carlos e eu combinamos de fazer o trabalho no fim de semana na casa dele, já que ele tinha um programa instalado no computador dele, tudo pra fazer o trabalho melhor e tirar uma boa nota.

Na sexta, antes do encontro com o Carlos, eu já não aguentava mais as reclamações do Eduardo:
- Por que com ele você vai e comigo não? Não vá, eu te proíbo, reprova a matéria mas não vá, eu vou com você, etc.

E um monte de coisas de ciumento que acabou me deixando com raiva dele, e fui sozinha pra casa.

No dia seguinte, me arrumei o melhor possível pra ir encontrar o Carlos. Cheguei às 4 da tarde na casa dele e ele me recebeu bem tímido, notei no olhar dele, embora já tivéssemos conversado sobre o que aconteceu, ele ainda tinha medo de eu ficar com raiva dele de novo. Cheguei e abracei ele como de costume, ele, em vez de me abraçar, só me deu um beijo na bochecha e disse:
- Entra, que não tem ninguém, minha mãe saiu, daqui a pouco volta. Vamos trabalhar.

Isso pra mim era bem familiar, porque eu sempre fazia a mesma coisa e a mãe dele já me conhecia há um tempão. Aproveitei isso e subimos pro quarto dele pra começar a trabalhar. Já no quarto, nos acomodamos no sofá da escrivaninha do computador, que fica do lado da cama dele. Trabalhamos umas duas horas no computador e ele não parava de olhar pros meus peitos, porque eu tava usando um top pequeno e uma saia florida que batia acima do joelho. Com o top que eu tava usando e da perspectiva superior que ele tinha, dava pra ele ver meus peitos, já que eu não... Coloquei um sutiã porque meus peitos não são tão grandes. Carlos, ao perceber que eu notei que ele estava me olhando, tentou disfarçar, e o idiota mudou rápido a tela do computador, mexeu nas teclas e do nada apareceu uma pasta cheia de fotos de mulheres peladas e outras transando, além de vídeos. Eu já imaginava que era esse tipo de putaria. Ele ficou desesperado, mas já era tarde demais, eu já tinha visto tudo. Ele tentou mudar de novo, mas eu falei:

— Olha, Carlos, não sei o que você vai pensar do que vou te dizer, mas você é o único em quem confio. Eduardo quer transar comigo, eu não deixei ele passar dos limites, mas já não sei mais o que fazer. Eu nunca estive com nenhum homem, e você sabe disso. Você foi o único que já me viu pelada. E por isso, como amigos que somos e com a experiência que sei que você tem, quero e te peço, por favor, que me ajude a saber até onde posso ir sem perder minha virgindade.

Carlos ficou paralisado por um momento e depois começou a falar:

— Marians, mas por que você está me pedindo isso? Se somos amigos e tudo, e você sabe que eu te amo pra caralho, mas tem certeza de que quer aprender e, mais ainda, que eu te ensine?

— Carlos, se eu quisesse transar só por transar, com Eduardo já bastava, não acha? Mas não, o que eu quero é aprender a fazer as coisas e, principalmente, como me proteger.

Carlos se acalmou, virou pro computador e me disse:

— Bem, na internet você encontra tudo o que quiser ou precisar saber. Por exemplo, nesse site tem isso, e aquilo, e isso, e mais disso, etc.

Eu vi um monte de sites pornôs, e ele continuou:

— Mas, por exemplo, se você quer aprender ou tem alguma dúvida, entra em fóruns femininos onde vocês fazem perguntas e se respondem e dão conselhos umas às outras.

Eu falei:

— Claro que já fiz isso. Você acha que sou burra ou o quê? Já perguntei nesse tipo de fórum (ele não sabe que é o ba-k, e nunca contei). Coloquei uma pergunta sobre como manter minha virgindade e minha... namorado ao mesmo tempo? E o que a maioria me recomendou foi não perder a virgindade e manter meus princípios, mas manter meu namorado com sexo anal, acho que é disso que se trata, mas não sei como vou falar isso pro Eduardo. Mmm... quero sexo anal? Eu morreria de vergonha se fizesse isso.

Carlos pensou um pouco, voltou pro computador e colocou um vídeo, e se virou pra mim com o olhar e disse:
- Olha Marians, vê esse vídeo, é só sexo anal. Vou pra cozinha, já volto. Se tiver alguma dúvida quando eu voltar, me pergunta. Ok?
- Ok

Fiquei vendo o vídeo, era de uma mina que enfiavam um pau no cu dela (sexo anal), parecia que doía pra caralho e ela gritava, tanto que tive que baixar o volume. Durou uns 15 minutos, e no final o cara gozava nas costas dela. Quando o vídeo acabou, Carlos voltou, me encarou e perguntou:
- E aí, dúvidas?
- Sim, dói muito? Tem algum risco?

Carlos sentou do meu lado e começou a pesquisar na internet, dizendo:
- Olha, Marianita, se eu te falar talvez você não acredite, mas na internet tem muita informação sobre isso pra você ver que não tô mentindo.

Começamos a ler algumas referências e Carlos tentava explicar, mas teve uma que apareceram imagens e eu fiquei meio vermelha e muito nervosa, tanto que Carlos percebeu e rapidamente mudou de página e me perguntou:
- Marians, você já viu um pinto alguma vez?
Eu respondi que sim, na internet tem muito disso.
- Não, desses não, ao vivo e a cores?
- Não, verdade, não.

Carlos levantou do assento e me disse:
- Por aí a gente devia ter começado.

Ele se certificou de que a mãe dele não tinha voltado e trancou a porta do quarto com chave, se aproximou de mim e começou a abaixar a calça, dizendo:
- Quer ver um pinto?

Eu não sabia o que dizer, tava muito nervosa e excitadíssima com a situação, então só aceitei com a cabeça. Ele se aproximou devagar e começou a desabotoar a calça, abaixou até os joelhos e ficou só de cueca, eu podia ver como o pau dele começava a se mexer, parecia que queria sair da cueca, me assustei e tentei recuar, mas Carlos segurou meu pulso e disse:
- Não se assusta, é normal ter medo porque você nunca fez isso, mas se não quiser aprender a gente para por aqui. Agora, se quiser, eu posso te ensinar direitinho, pra isso que somos amigos.

Eu me acalmei e me deixei levar. Ele pegou minha mão e colocou dentro da cueca dele, fez eu tocar. Era todo peludo e começou a crescer e crescer na minha mão. Eu tirei a mão rapidinho, nunca tinha tocado num desses, muito menos de propósito, e ele só sorriu e disse:
- A primeira coisa que você precisa aprender é a se proteger. Você sabe o que é uma camisinha ou não?
- Claro que sei, é um preservativo pra homem.
- Ah, que bom, mas você sabe como se usa ou como se coloca?

Não consegui responder, só falei:
- Acho que sim.

Carlos foi até a cômoda, pegou uma caixa de camisinhas e jogou na cama. Pegou uma, abriu, tirou o pau da cueca e começou a colocar. Nessa hora, o pau dele tava bem duro, ereto e já tinha crescido mais. Ele colocou a camisinha e fez eu tocar de novo. Tava meio babado e me deu um pouco de nojo. Ele tirou e disse:
- Coloca uma em mim. Faz de conta que seu namorado quer transar e não sabe como colocar uma camisinha. Vai, coloca uma em mim, você já viu como faz.

Ele tava de pé no meio do quarto, com as bolas de fora da cueca e o pau apontando pro teto. Peguei uma camisinha da cama e me aproximei devagar do Carlos. Tentei abrir o pacotinho, mas não conseguia. Então Carlos pegou da minha mão, abriu e disse:
- Vai, pega outra, você já viu como abre. Vai.

Fui pegar outra na cama e de novo não conseguia abrir, o pacotinho tava meio escorregadio e eu tava muito nervosa com aquela coisa apontada pra mim. Me aproximei do Carlos e ele pediu pra eu me ajoelhar na frente dele e colocar. Como não consegui abrir com as mãos, abri com a boca, e Carlos me repreendeu, dizendo que eu podia romper a camisinha com os dentes, que fizesse com muito cuidado, tirei a camisinha toda babada e peguei o pau do Carlos pra colocar nele, mas travava muito, não consegui e quase rasguei. O membro do Carlos é muito comprido, não muito grosso, mas comprido ou grande, não sei descrever direito. Carlos me disse que faltava lubrificante na camisinha pra facilitar a colocação, então tinha que passar um pouco. Tava quase me levantando quando ele segurou minha cabeça e disse:
— Aonde, aonde, cê acha que é o lubrificante, marianinha?
Fiquei calada e ele falou:
— Ué, sua saliva, amor. Passa um pouco e esfrega com a mão, vai roçando bem pra camisinha entrar.
Fiz isso, passei saliva no pau dele e fiquei esfregando um tempo, mas ainda assim a camisinha não deslizava, então ele disse:
— Sabe o quê? Melhor enfiar ele inteirinho na sua boquinha e com sua língua passar saliva em tudo, pra lubrificar melhor.
Fiquei congelada, tipo, enfiar na minha boca? Aquele membro? Nem louca. Tentei me levantar de novo, mas Carlos me segurou e começou a aproximar o pau da minha cara, devagarzinho até minha boca. Eu só dei uns beijinhos e ele falou:
— Abre a boquinha, marianinha, abre. Imagina que é uma escova de dente e cê tá lavando a boca. Não morde porque dói, mas pode chupar como um pirulito.
Devo confessar que em qualquer outro momento jamais teria feito uma coisa dessas, mas naquela hora eu já tava molhada e excitada com a situação, então fiz foi obedecer. Abri minha boca e comecei a enfiar o pau dele devagarzinho enquanto esfregava com a língua. Era incrível o que meu corpo sentia com aquilo. Aos poucos fui enfiando até ter ele todo dentro da minha boca, tanto que quase vomitava de tão fundo que chegava na minha garganta. Carlos tirou e enfiou de novo de repente, começou a brincar com minha boca, só segurava minha cabeça e ele fazia o movimento pro pau dele entrar e sair da minha boca. Depois de um tempo, ele tirou completamente e se... tava tudo molhado pela minha saliva e minha boca escorrendo um pouco da minha própria saliva, aí ele pediu pra eu colocar a camisinha e realmente deu pra colocar mais fácil e rápido, depois Carlos tirou de novo e me levantou do chão, ficou me olhando e disse:
- Quer continuar?
Eu já tava muito excitada e respondi que sim
Ele me beijou na boca e começou a me abraçar forte e esfregar o pau dele entre minhas pernas, depois levantou minha saia e começou a tocar minha bunda por cima da calcinha, esfregava com tanta força e se encostava em mim que eu sentia o pinto dele se enfiando na minha virilha, me beijou o pescoço e o peito, apertava meus peitos tão forte que doía mas me fazia sentir bem por dentro, ele se afastou de mim e disse
- Vou te dar uma massagem primeiro pra você experimentar algo sensacional, já vai ver que vai gostar, e depois a gente parte pra ação de verdade.
Ele me deitou na cama, tirou completamente a cueca e a camiseta e começou a massagem, me colocou de bruços, levantou um pouco minha saia e montou em mim, começou a me dar uma massagem que percorria toda minha costa até o pescoço, passava por todos meus braços, esticava eles até ficar completamente deitado em cima de mim, se apoiava com todo o peso dele em cima de mim, ao mesmo tempo que eu sentia o pau dele bem encostado na minha bunda, era tipo um tronco bem grande que queria se meter ali mas não deixava minha calcinha, eu sentia os pelos dele roçando minha bunda e parte das minhas pernas, a massagem dele era muito excitante, depois ele desceu e ficou montado quase nos meus pés e começou a percorrer minhas pernas, primeiro as coxas e aos poucos foi subindo pelas minhas pernas até chegar na minha bunda, a saia já não protegia mais nada, só minha calcinha branca que eu coloquei de manhã era minha única defesa, chegando lá ele apertava bem forte e começou a me beijar bem gostoso por cima da minha calcinha, quando passou a mão na minha buceta, sentiu minha umidade e esfregou com muita Habilidade que senti explodir e me contorci um pouco, ele percebeu e só disse:
- Calma, calma, o melhor ainda vem.
Continuou com a massagem e começou a puxar minha calcinha devagar, bem aos poucos, e enquanto puxava, beijava minha pele e minha rachinha. Eu estava me contorcendo de prazer e o melhor ainda estava por vir, não podia acreditar. Carlos continuou puxando a calcinha até os joelhos e depois tirou minha saia. Quando conseguiu, parou para me admirar, e quando eu ia me virar pra ver o que rolava, ele se jogou em cima de mim e enfiou a cara inteira na minha bunda, beijava e começou a lamber toda a minha rachinha, TUDINHA, desde onde começava até minha buceta. Me senti maravilhosa, muito molhada e excitada. Carlos ficou ali uns 10 minutos, e eu só me contorcia e suava de prazer, até que, segundo ele, eu já estava bem molhada e pronta pro próximo nível. Ele me virou e colocou meus pés no pescoço dele, minha calcinha branca nos joelhos, e passou o pau dele por toda a minha buceta, da frente pra trás. Tirou minha calcinha completamente e subiu pra me beijar na boca. Era algo muito excitante, ele me beijava com muita vontade e eu respondia igual. Enfiou a língua na minha boca e eu fazia o mesmo. Ele abaixou um pouco o top e puxou um dos meus peitos pra fora, começou a chupar e morder meu mamilo, isso me fez tremer de novo no fundo do meu ser. Ele percebeu e continuou por mais um tempo. Depois, tirou meu top completamente e beijou meus peitos à vontade enquanto esfregava minha buceta, que ficava cada vez mais molhada. Aí ele parou e me fez deitar de lado, com ele atrás de mim. Ele beijava meu pescoço e eu queria beijar ele na boca, mas ele disse:
- Você já tá bem molhada, vamos começar.
Levantou um pouco minha perna e me empurrou pra frente, deixando minha bunda pronta pra tudo que vinha. Começou a passar o pau dele pela minha buceta, completamente molhada com meus fluidos e a saliva dele. Passava o pau e depois apontava pro meu cuzinho e tentava enfiar bem devagar. Isso me causava muita dor, me fazia mexer muito. De repente, Carlos me segurou e disse:
— Calma, só vai doer no começo. Deixa só a pontinha entrar, depois o resto vai inteiro. É mais fácil e gostoso pra você. Aguenta a pontinha.

Isso me deixou pensativa: INTEIRO? Por mais que eu tentasse, não entrava e já estava doendo demais. Naquela hora, ele parou e pegou alguma coisa da gaveta dele. Não sei o que era, mas passou no meu rabo. Era frio, mas com a mão dele esfregando na minha pele, esquentou rápido. Ele começou a empurrar o pau dele de novo pra cravar dentro de mim. Doía pra caralho, mas dessa vez eu consegui sentir o pau dele lá dentro. Ao mesmo tempo, ele falou:

— Ah, Marianita, você é bem apertadinha mesmo. Mas não se preocupa, daqui a pouco fica no tamanho certo. É só relaxar e aproveitar o momento.

Mal terminou de falar, empurrou com mais força e eu senti o pau dele entrando cada vez mais fundo em mim. Depois mais ainda. Era algo incrível, não sei explicar. Era gostoso e ao mesmo tempo dolorido pra cacete. Tanto que soltei umas lágrimas — não sei se de dor ou do prazer imenso que eu tava sentindo. Mesmo doendo muito, ele fazia com toda delicadeza pra não me machucar. Quando finalmente Carlos conseguiu enfiar quase tudo, eu já tava quase de bruços e ele por cima de mim. Ele continuou me penetrando com cuidado até deitar em cima de mim e falou:

— Pronto, já passou a parte mais difícil, Marianita. Agora vem o melhor, minha menina. Se prepara pra suar mais do que já suou. Só vou te pedir um favor: com suas mãozinhas, abre o máximo que puder suas nadeguinhas pra ficar mais fácil.

Eu só obedeci. De bruços, peguei minha bunda com as mãos e separei minhas nadeguinhas o máximo que consegui. Aí Carlos começou a meter e tirar o pau dele. Cada vez mais rápido. Eu sentia a respiração dele no meu pescoço e quase comecei a gritar, mas me segurei porque a gente tava na casa dele. Aguentei o grito, mas era incrível. Sentir o pau dele dentro de mim, entrando e saindo rápido, fiquei assim curtindo uns 10 minutos até que de repente não aguentei mais e soltei um suspiro, quase um grito que escapou de prazer. Um instante depois, ele soltou um gemido parecido e senti uma enfiada mais forte dentro de mim, meteu tudo de uma vez e senti o esperma dele enchendo minha bunda toda. Essa sensação foi incrível. Ele ficou um tempão em cima de mim enquanto a gente recuperava o fôlego, e quando começou a tirar, teve dificuldade porque minha bunda ainda apertava forte. Ele tirou e o pau dele ainda tava duro. Me virei e toquei minha bunda, que ainda doía, senti algo escorrendo e, sim, era o esperma dele escorrendo pelas minhas nádegas.

Carlos se aproximou e me beijou na boca enquanto passava a mão na minha bunda e dizia:
— Já aprendeu, minha menina, o que é sexo anal. Agora só falta me masturbar um pouco e eu fico satisfeito. Você ainda precisava de mais uma fodida na sua bucetinha, mas acho que não me deixaria fazer isso.

Nessa hora, juntei e fechei minhas pernas, e ele continuou:
— Então só peço que me masturbe um pouco e pronto, marianita.

Peguei o pau dele com as mãos e comecei a esfregar. Fiquei assim um tempo, tentando colocar na boca porque Carlos aproximava demais, quando de repente ouvi a porta da entrada bater. Rápido, Carlos começou a se vestir, porque a mãe dele tinha voltado.

Peguei minha roupa depressa e entrei no banheiro para me vestir. Quando me vi no espelho, não acreditei: a menina boazinha da família acabava de ser comida no cu. Me virei um pouco para ver minha bunda, mas não consegui enxergar direito. Me limpei o máximo que pude com papel higiênico e me vesti. A roupa estava bem amassada, mas não importava. Ajeitei a saia e o top, molhei um pouco o rosto com água fria e sequei depois. Quando saí do banheiro, Carlos estava trabalhando no computador, e eu sentei na cama. Nisso, a mãe dele bateu na porta. Ele abriu e a Mamãe nos ofereceu um refri e disse que ia sair com a vizinha por um tempinho, que voltava mais tarde. Fechou a porta e só ficamos eu e Carlos nos olhando. Quando ouvimos a porta de baixo bater, ele se jogou em cima de mim de novo, me derrubou na cama e começou a me beijar igual um louco, e eu respondi do mesmo jeito. Ele me apalpou tudo de novo, do jeito que quis, e queria me despir outra vez, mas não deixei. Acho que ele entendeu meu sentimento e se acalmou pra gente conversar um pouco.

— Bom, Marianita, acho que você já sabe o que queria. E se tiver mais alguma dúvida, tô aqui pra te ajudar.

Eu já não sabia o que dizer, só agradeci por tudo e pedi permissão pra tomar um banho antes de ir. Ele aceitou de boa. Levantei da cama e fui pro banheiro. Tava super confusa com a situação, mas enfim, me despi e já ia entrar no chuveiro quando Carlos bateu na porta e falou:

— Posso tomar banho com você?

Eu só abri a porta e falei:

— Mas nada de sexo.

Ele não respondeu, mas entrou comigo, se despiu e a gente foi pro chuveiro. Lá dentro, eu vi o pau dele endurecer de novo, e ele disse:

— Marians, só quero te agradecer por deixar eu te ensinar essas coisas. Acho que agora somos mais que bons amigos.

Ele me abraçou forte e a gente se beijou de novo, e eu senti o pau dele se enfiar entre minhas pernas. Eu me afastei, e ele falou:

— Desculpa, mas é que eu só quero te abraçar. Isso é uma reação que eu não controlo muito bem.

Carlos terminou de me lavar inteirinha, e claro, passou a mão em cada parte do meu corpo do jeito que ele quis, pra me deixar limpinha por todos os lados.

No final, ele me secou, me vestiu, e a gente se despediu com um beijo. Fui pra minha casa como se nada tivesse acontecido entre a gente.

Mas agora que eu já sei o que é sexo anal, acho que o Eduardo não merece isso, e tô feliz por ter deixado o Carlos me ensinar. Embora eu ache que isso é uma traição com o Eduardo, ou não sei... acho que tô confusa. Por isso, espero suas opiniões. comentários e opiniões, galera.
Valeu por me ouviremTudo por ser uma boa amiga III

2 comentários - Tudo por ser uma boa amiga III

Mi amor que hermosa esperiencia gracias por compartir tu debut . van 10 puntos