Olá, gente linda! Neste terceiro post, vou contar meu segundo encontro gay. Espero que gostem 😘 Bom, depois que, quando era pequeno, tive uma experiência muito ruim com um primo, fiquei bem ressentido com pessoas do mesmo sexo que eu. Foi aà que, como contei no meu segundo post, conheci uma mina muito transante com quem perdi minha virgindade. Mas, depois de terminar com a Leila, senti que precisava experimentar de novo com um homem, mas como? Foi então que um colega de escola brigou com o pai e foi parar na minha casa. Minha mãe trabalhava à noite, então a casa era só nossa. Eu sabia o que queria, mas como começar? E foi aà que sugeri jogar truco, e começamos a apostar dinheiro. Quando ficou mais interessante, sugeri que quem perdesse teria que se vestir de mulher, mas quem ganhasse escolheria o que vestir. Como era de se esperar, eu perdi, então peguei entre as roupas da minha mãe uma tanga bem pequena e umas calcinhas. Com cara de quem não gostava da ideia, me vesti assim e, não conseguindo evitar ver que o pau dele tinha endurecido, fingi que não vi nada. Depois, ele perdeu, então escolhi uma roupinha bem de puta pra ele, e quando ele voltou de se trocar, um pedaço do pau bem preto escapava da tanga. Como as coisas já estavam bem quentes, e pra desempatar, ele opinou que quem perdesse entregaria a bunda. Mas ele não queria por medo de perder, então convenci ele de que seria só esfregar ou bater uma com o pau entre as nádegas da bunda, sem penetrar. Jogamos e eu perdi, então me deitei de bruços e ele se colocou por cima de mim. Naquele momento, senti medo por causa do meu primeiro encontro trágico, mas por outro lado, tinha muita vontade de sentir como é ter a bunda feita com meu consentimento e, o mais importante, era que, sem dúvida, o pau do meu colega era muito mais fino e menor do que o do meu primo. Então, depois que ele subiu em cima de mim, abriu minhas nádegas, cuspiu, colocou o pau entre elas e abraçou como se estivesse se masturbando. Masturbação russa, depois começou a subir e descer, e era muito gostoso sentir uma rola quentinha quentinha e dura no meu rabo, então perguntei se ele queria tentar meter e ele disse que sim, mas falei pra ele primeiro enfiar um dedo bem devagar, e ele fez isso, foi tão delicado, tão delicado que de tanta vontade que eu tava, meu rabo dilatou de um jeito que eu adorei. Aà pedi pra ele enfiar devagarinho, e ele começou encostando aquela cabeça preta no buraquinho e foi pressionando, pressionando mais e mais, enquanto eu tentava relaxar mas sem parar de morder o travesseiro, até que senti a cabeça passar e ele foi enfiando mais fundo devagar. Depois ele abriu minhas nádegas e meteu mais fundo, e eu não consegui segurar um gemido igual ao de uma mulher que tá gozando pra caralho. Nessa hora senti ele começando a bombar meu rabo, mas a gente tava tão na pira que na segunda vez que ele abriu minhas nádegas e meteu o mais fundo que podia, senti algo muito quente dentro do meu rabo, algo que nunca tinha sentido antes, e ao mesmo tempo sentia a rola dele pulsando dentro de mim. Na mesma hora que ele meteu até o fundo, eu soltei um gemido fudido de prazer e dor, seguido de um monte de porra entre minha barriga e o colchão. Depois desse encontro, entendi que não era hétero, mas sim bissexual: adorava pra caralho bundas, peitos e bucetas, mas também uma rola bem dura é muito gostosa. E na hora de estar numa cama, até hoje a palavra NÃO comigo não cola.
2 comentários - Segunda vez provando
van p