Martita, que ainda não tinha largado o pacote do Nicolás, deu o segundo passo. Pegou o zíper comprido do macacão e foi descendo devagar, enquanto se ajoelhava. Logo teve a pica do mecânico entre os dedos. Pica não muito comprida, mas grossa, portentosa, cheia de veias, cabeçuda. Não muito limpa, combinando com o dono, mas Martita não ligou. Acariciou ela, puxou os ovos pra fora e também acariciou. Se aproximou e beijou a cabeça dela, começou a encher de beijos o tronco e os ovos. Nicolás só suspirava. Martita abriu bem a boquinha delicada e tentou engolir a pica. Custou, engasgou, teve ânsia, tentou de novo. O que uma garota inocente, que nunca nem viu um pornô, podia saber de chupar pica? Só tinha ouvido algumas amigas do colégio falando que adoravam chupar a pica dos namorados e como eles gozavam com isso. Do jeito que deu, continuou chupando, descobriu que adorava aquilo, sentia a calcinha encharcando e também sentia como o mecânico curtia, sem parar de suspirar. Quando engasgava, tirava e passava a língua: cabeça, tronco, ovos, tudo. E metia de novo na boca. Nicolás sentiu que se continuasse assim, ia gozar rápido, e isso não tava nos planos dele. Levantou Martita e sentou ela no capô de um Falcon velho que tava consertando. Levantou a saia plissada dela e tirou a calcinha rosa, deixando manchas de graxa dos dedos. Se deparou com uma buceta rosada enfeitada com um tufinho de pelos loiros e afundou a cabeça grossa pra comer tamanho manjar. Martita sentiu um prazer indescritível, os gemidos viraram gritos e não demorou pra gozar, entregando ao amante bruto uma quantidade generosa de sucos que o mecânico bebeu com lambidas. Ele continuou chupando e levantou ela um pouco pra chegar no cu dela. Martita quase desmaiou de prazer ao sentir a língua do mecânico ali. Nunca imaginou que aquilo podia dar tanto tesão. prazer. O bruto não acreditava que estava comendo aquelas iguarias e, diante de um novo orgasmo de Martita, decidiu que já era hora de passar para a próxima etapa. Colocou as pernas da garota sobre os ombros e, assim, de pé como estava, investiu com o pau. Quando Martita sentiu a cabeçona entrando, deu um pulo para trás. Doeu. Nicolás entendeu que precisava ir devagar e foi enfiando lentamente. O pau grosso dele foi preenchendo a buceta da garota, e ela fazia caretas de dor, mas não de rejeição. O homem deixou o pau ali por uns instantes e começou a bombar. Primeiro devagar, depois mais rápido. Desabotoou a camisa, levantou o sutiã e começou a apalpar com as mãos calejadas aqueles peitinhos delicados. Se abaixou e lambeu eles enquanto continuava metendo. Depois, baixou as pernas, virou ela de bruços, deitada no capô com a bunda pra cima. Lambeu e babou tudo de novo, e Martita gozava sem perceber o que ia acontecer. Nicolás colocou a cabeça do pau no cu encharcado da garota e empurrou. Uma onda de dor invadiu Martita, que não conseguiu escapar, e quando se deu conta já tinha meio pau pra dentro. Com mais um empurrão, enfiou tudo. Começou uma bombada lenta e, enquanto com uma mão acariciava a buceta dela, aumentava o ritmo cada vez mais forte. Martita só soltava um gemido leve até que o mecânico, entre bufadas, encheu o cu dela de porra quente. Saiu de Martita e ficou parado. Arrependido do que fez. Martita se virou e encarou ele. Algo tinha mudado. O olhar dela não era o mesmo. Estava séria. — Perdão! — sussurrou o mecânico. Como única resposta, Martita se jogou nele, deu dois socos no peito dele, abaixou e chupou o pau de um jeito que logo ficou duro, e não demorou pra gozar na boca dela. Engoliu toda a porra. Nenhum dos orifícios dela era mais virgem. Sorriu pra ele, se vestiu e foi pra casa. Tirou a roupa e tomou banho. Se sentia realmente satisfeita. Confirmou que o sexo era a vida dela. Pela primeira vez não sentia culpa. Ria quando imaginava o que poderia estar passando pela cabeça do mecânico. Ainda não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Tinha coisas que não se perdoava, como não ter usado camisinha. Ela ainda não se cuidava e, embora o mecânico tivesse gozado no cu dela, sempre era um risco, sem falar nas doenças. Por sorte, depois de alguns dias percebeu que não tinha engravidado. Mas aquele risco não podia correr de novo. O tempo passou e a Martita aprendeu a se cuidar, a administrar a vida dela. Queria dar dois passos grandes. Um era largar a faculdade. Aquele curso não era pra ela, queria estudar algo que a preenchesse mais, mas ainda não sabia o quê. O outro era se independentizar. Arrumar um trampo e ir morar sozinha. Conversou com os pais. A mãe dela, como de costume, deu um berro. O pai entendeu e ofereceu um cargo na empresa dele. — Você é boa com números — disse ele — me faria bem ter alguém da família no setor contábil. Alguém pra cuidar das finanças. E foi assim que, graças ao bom salário que o pai pagava e com uma ajuda extra, conseguiu alugar um apartamento legal de dois cômodos num bairro bacana da capital. Lá a Martita se sentiu livre. Começou uma vida dupla. De um lado, com a família e no trampo, continuava sendo a mesma garota pura e alegre que todo mundo conhecia, mas depois, a liberdade da nova vida tinha dado a chance de continuar tendo novas experiências sexuais, de continuar aprendendo e experimentando esse novo mundo que se apresentava. Vários caras passaram pelo apê dela. Embora preferisse encontros em hotéis, por privacidade, quando tinha confiança levava eles pra lá. Nessa época eu a conheci. Meio por acaso. Não teve café nem jantar no meio, só queria transar. Não nos conhecíamos pessoalmente, mas nos encontramos uma manhã cedo que consegui escapar do trampo e fui. Foi num hotel tradicional de Palermo e tinha promoção de turnos de Cinco horas. Quando a vi, fiquei impactado com a beleza dela. —Aproveita e come ela agora, porque não vai ter outra chance— pensei comigo mesmo. Ela me deu um beijo na bochecha e disse: —Tá preparado? O que restava daquela menina inocente que só se tocava? Nada. Ou talvez sempre foi assim, e aquela menina era só o embrião da mulher que eu acabara de encontrar. Com o tempo, confirmei que a segunda opção era a mais certa. Subindo no elevador, nos devoramos a boca como desesperados, e já no quarto, ainda de pé, fui tirando a roupa dela, beijando e lambendo o corpo todo. Quando cheguei na pussy, puxei a calcinha dela e chupei com desespero, depois virei ela e fiz o mesmo com a bunda dela, a bunda mais linda e rosadinha que já comi. Descobri o ponto fraco dela, e agora ela gemia de prazer. Com a mão, ela se masturbava enquanto eu não parava de lamber o cuzinho dela até ela gozar. Joguei ela na cama, tirei minha roupa e coloquei uma camisinha numa velocidade incrível, e a gente trepou desesperadamente até gozar os dois. A noite foi longa, eram cinco horas, deu tempo de conversar e continuar fodendo. Ela simpatizou comigo, começou a contar a história dela, enquanto isso a gente se acariciava deitados na cama, as carícias ficavam cada vez mais quentes até a gente trepar de novo. A gente se chupou, se beijou, fez de tudo. Me dei ao luxo de fazer booty nela, bem devagar e aproveitando. Ela se deu ao luxo de me chupar até tomar meu gozo... Com o tempo, a gente foi ficando amigo, de um jeito muito estranho. Passava um tempão sem se falar, mas depois a gente se procurava e lá estávamos trepando de novo. Uma vez ela me ligou e disse: —Quero experimentar algo novo, nunca estive com dois ao mesmo tempo, quero tentar. Fiquei duro só de pensar. —Tenho um amigo, gente boa— ela disse —ele também quer tentar, e aí pensei que você poderia ser o outro. Quer? CONTINUA...
2 comentários - O segredo da Martita. 2
espero la tercera