É a primeira vez que publico um conto, espero que curtam.
Umas 3 anos atrás fui morar numa cidade litorânea, e no tempo que passei lá conheci a Karina, 25 anos, baixinha e com os melhores peitos e a melhor bunda que já vi na vida. Ela era da Espanha e tava num intercâmbio voluntário.
Quando nos conhecemos, não nos demos muito bem, mas como eu trabalhava onde ela tava no intercâmbio, a gente foi se aproximando. Ela é uma mina de personalidade muito forte e dominadora. Depois de 5 meses de amizade, começamos a ficar mais próximos, conversando até altas horas da noite.
Numa dessas noites:
— Sabe, faz 6 meses que não fico com ninguém, e as punhetas não são a mesma coisa.
Eu respondi bem tranquilo, porque a gente tinha muita intimidade e zoava um ao outro pra caralho:
— Tô no mesmo barco, talvez a gente possa se ajudar.
Ela só soltou um sorriso e um olhar bem safado.
Na noite seguinte, a gente tava conversando besteira e, de repente, os dois ficaram em silêncio, se olhando fixamente, até que a gente se deu um beijo muito apaixonado. Como estávamos sentados um do lado do outro, peguei ela, coloquei no meu colo e comecei a apalpar aquela bunda linda. Ela começou a rebolgar em cima do meu pau, que já tava durasso. Tirei a camisa e o sutiã dela, vi os melhores peitos da minha vida, redondinhos, um pouco maiores que o normal, e os bicos já estavam durinhos de tesão. Comecei a chupá-los igual um louco. Nessa hora, ela parou e falou:
— Levanta, vamos pro quarto, alguém pode nos ver aqui.
Levantamos, ela se vestiu de novo e fomos pro quarto tentando não fazer barulho. Mal fechou a porta e começou de novo os beijos apaixonados. Queria tirar a camisa dela de novo, mas ela não deixou.
— Para, não podemos transar hoje, tô naqueles dias.
— Ufff! Mas como me deixa assim?
Ela pegou no meu pau por cima da calça, me olhou nos olhos e disse sussurrando:
— Te compenso.
A gente deu um selinho e eu saí daquele quarto. Não consegui dormir. pensando em como ela queria me recompensar. Três dias depois de uma espera infernal, ela me disse. - Vem pro meu quarto hoje à noite, tipo umas 11. Entrei no quarto em silêncio e ela tava saindo do chuveiro, na hora agarrei ela por trás, comecei a beijar o pescoço dela, tirei a toalha enquanto beijava o pescoço, ela esfregava a bunda no meu pau que tava querendo sair, ela se virou, ajoelhou e tirou minha calça, só deu um beijinho e falou. - Depois é sua vez. Ela se deitou na cama e fez sinal pra eu chupar a buceta dela, tava bem depiladinha, comecei com minhas mãos a tocar as coxas dela bem suavemente e aos poucos me aproximava da buceta dela, comecei a tocar em volta dos lábios, vi que tava bem molhada e comecei a dar beijinhos nos lábios, subi devagar até o clitóris e comecei a mexer minha língua bem devagar de um lado pro outro, depois de cima pra baixo, a cada segundo ela se contorcia mais e mais de prazer, eu brincava com o ritmo do movimento da minha língua, enfiei dois dedos na buceta dela e comecei a tirar e colocar devagar, depois de pouco tempo ela começou a ter um orgasmo, me agarrou pelo cabelo pra eu não me afastar da buceta dela enquanto ela tremia de um lado pro outro, soltou um gemido muito forte que deu pra ouvir lá fora de casa, ela ficou um tempo deitada recuperando a força das pernas depois daquele orgasmo que teve, se levantou, me jogou na cama e falou. - Espera um pouco que agora é sua vez. Ela tirou de um móvel duas cachecóis, com um me amarrou as mãos na cama e com o outro me vendeu os olhos. Começou a me beijar por todo lado e desceu bem devagar pro meu pau, com um dos mamilos dela acariciou a cabeça do meu pau, depois passou a língua pelo tronco de baixo pra cima, continuou com minhas bolas, lambeu elas todas até enfiar o pau na boca e começou a descer e subir tentando enfiar tudo, chupava minhas bolas enquanto com uma mão me pajeava, colocou a pica no meio dos peitos e me fez um espanhol brutal, não demorei muito pra gozar, falei que tava quase, ela enfiou a pica na boca, engoliu tudo e me deixou a pica limpinha. Tirou a venda dos meus olhos, como eu ainda tava com a pica durona, ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar, era lindo ver os peitos dela balançando enquanto cavalgava minha pica, virou de costas e vi a bunda dela quicando enquanto cavalgava, tirou a pica e sentou na minha cara pra soltar minhas mãos enquanto eu provava aquela buceta. Ela ficou de quatro e eu comecei a meter e tirar bem devagar, aos poucos aumentava a força das minhas estocadas enquanto enfiava um dedo no cu dela, coloquei ela de pé na minha frente, enquanto a gente se beijava, peguei as pernas dela com meus dois braços, levantei, enfiei minha pica e comecei a bombar com força, ela gemia cada vez mais alto, não demorou muito pra gozar de novo, coloquei ela de quatro de novo, cuspi no cu dela e aos poucos enfiei minha pica lá, metia e tirava devagar pra ela se acostumar, ela muito excitada me disse:
– Filho da puta, mais rápido.
Eu bombava o mais rápido que podia, tava quase gozando.
– Vou gozar.
– Jorra nos meus peitos.
Ela virou rapidinho e saíram dois jatos de porra que terminaram nos peitos dela. Ela passou a língua nos peitos pra limpar e engolir o sêmen.
Os dois terminamos exaustos, deitados um do lado do outro, dormimos. Na manhã seguinte acordamos, demos um beijo e cada um foi cuidar das coisas que tinha pra fazer naquele dia.
Tenho mais relatos de todas as coisas que fiz com a Karina, espero compartilhar mais pra frente.
Umas 3 anos atrás fui morar numa cidade litorânea, e no tempo que passei lá conheci a Karina, 25 anos, baixinha e com os melhores peitos e a melhor bunda que já vi na vida. Ela era da Espanha e tava num intercâmbio voluntário.
Quando nos conhecemos, não nos demos muito bem, mas como eu trabalhava onde ela tava no intercâmbio, a gente foi se aproximando. Ela é uma mina de personalidade muito forte e dominadora. Depois de 5 meses de amizade, começamos a ficar mais próximos, conversando até altas horas da noite.
Numa dessas noites:
— Sabe, faz 6 meses que não fico com ninguém, e as punhetas não são a mesma coisa.
Eu respondi bem tranquilo, porque a gente tinha muita intimidade e zoava um ao outro pra caralho:
— Tô no mesmo barco, talvez a gente possa se ajudar.
Ela só soltou um sorriso e um olhar bem safado.
Na noite seguinte, a gente tava conversando besteira e, de repente, os dois ficaram em silêncio, se olhando fixamente, até que a gente se deu um beijo muito apaixonado. Como estávamos sentados um do lado do outro, peguei ela, coloquei no meu colo e comecei a apalpar aquela bunda linda. Ela começou a rebolgar em cima do meu pau, que já tava durasso. Tirei a camisa e o sutiã dela, vi os melhores peitos da minha vida, redondinhos, um pouco maiores que o normal, e os bicos já estavam durinhos de tesão. Comecei a chupá-los igual um louco. Nessa hora, ela parou e falou:
— Levanta, vamos pro quarto, alguém pode nos ver aqui.
Levantamos, ela se vestiu de novo e fomos pro quarto tentando não fazer barulho. Mal fechou a porta e começou de novo os beijos apaixonados. Queria tirar a camisa dela de novo, mas ela não deixou.
— Para, não podemos transar hoje, tô naqueles dias.
— Ufff! Mas como me deixa assim?
Ela pegou no meu pau por cima da calça, me olhou nos olhos e disse sussurrando:
— Te compenso.
A gente deu um selinho e eu saí daquele quarto. Não consegui dormir. pensando em como ela queria me recompensar. Três dias depois de uma espera infernal, ela me disse. - Vem pro meu quarto hoje à noite, tipo umas 11. Entrei no quarto em silêncio e ela tava saindo do chuveiro, na hora agarrei ela por trás, comecei a beijar o pescoço dela, tirei a toalha enquanto beijava o pescoço, ela esfregava a bunda no meu pau que tava querendo sair, ela se virou, ajoelhou e tirou minha calça, só deu um beijinho e falou. - Depois é sua vez. Ela se deitou na cama e fez sinal pra eu chupar a buceta dela, tava bem depiladinha, comecei com minhas mãos a tocar as coxas dela bem suavemente e aos poucos me aproximava da buceta dela, comecei a tocar em volta dos lábios, vi que tava bem molhada e comecei a dar beijinhos nos lábios, subi devagar até o clitóris e comecei a mexer minha língua bem devagar de um lado pro outro, depois de cima pra baixo, a cada segundo ela se contorcia mais e mais de prazer, eu brincava com o ritmo do movimento da minha língua, enfiei dois dedos na buceta dela e comecei a tirar e colocar devagar, depois de pouco tempo ela começou a ter um orgasmo, me agarrou pelo cabelo pra eu não me afastar da buceta dela enquanto ela tremia de um lado pro outro, soltou um gemido muito forte que deu pra ouvir lá fora de casa, ela ficou um tempo deitada recuperando a força das pernas depois daquele orgasmo que teve, se levantou, me jogou na cama e falou. - Espera um pouco que agora é sua vez. Ela tirou de um móvel duas cachecóis, com um me amarrou as mãos na cama e com o outro me vendeu os olhos. Começou a me beijar por todo lado e desceu bem devagar pro meu pau, com um dos mamilos dela acariciou a cabeça do meu pau, depois passou a língua pelo tronco de baixo pra cima, continuou com minhas bolas, lambeu elas todas até enfiar o pau na boca e começou a descer e subir tentando enfiar tudo, chupava minhas bolas enquanto com uma mão me pajeava, colocou a pica no meio dos peitos e me fez um espanhol brutal, não demorei muito pra gozar, falei que tava quase, ela enfiou a pica na boca, engoliu tudo e me deixou a pica limpinha. Tirou a venda dos meus olhos, como eu ainda tava com a pica durona, ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar, era lindo ver os peitos dela balançando enquanto cavalgava minha pica, virou de costas e vi a bunda dela quicando enquanto cavalgava, tirou a pica e sentou na minha cara pra soltar minhas mãos enquanto eu provava aquela buceta. Ela ficou de quatro e eu comecei a meter e tirar bem devagar, aos poucos aumentava a força das minhas estocadas enquanto enfiava um dedo no cu dela, coloquei ela de pé na minha frente, enquanto a gente se beijava, peguei as pernas dela com meus dois braços, levantei, enfiei minha pica e comecei a bombar com força, ela gemia cada vez mais alto, não demorou muito pra gozar de novo, coloquei ela de quatro de novo, cuspi no cu dela e aos poucos enfiei minha pica lá, metia e tirava devagar pra ela se acostumar, ela muito excitada me disse:
– Filho da puta, mais rápido.
Eu bombava o mais rápido que podia, tava quase gozando.
– Vou gozar.
– Jorra nos meus peitos.
Ela virou rapidinho e saíram dois jatos de porra que terminaram nos peitos dela. Ela passou a língua nos peitos pra limpar e engolir o sêmen.
Os dois terminamos exaustos, deitados um do lado do outro, dormimos. Na manhã seguinte acordamos, demos um beijo e cada um foi cuidar das coisas que tinha pra fazer naquele dia.
Tenho mais relatos de todas as coisas que fiz com a Karina, espero compartilhar mais pra frente.
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