Foi sublime. Majestoso. Incrível. Semanas de paixão contida, de um tesão quase desumano. Meses de insinuações, indiretas, frases de duplo sentido, roçadas distraídas dos nossos corpos ao passar perto. Por que não rolou antes? Talvez pelo simples fato de que ela era a melhor amiga da minha namorada. E olha que no passado eu tentei de tudo, paquerei pra caralho, mostrei as "vantagens" de ficar comigo, prometi um monte de coisa impossível de provar... e nada. Ela firme, não queria nada comigo. Agora, desde o dia em que comecei a comer a Débora, ela me olhou com outros olhos. "Ela" é a Cecília. Loira, cabelo curto, olhos verdes. Uma vibe de Meg Ryan jovem, pra você visualizar. Um corpo gostoso a magrinha. Usava jeans justo e regata sempre, um visual que eu amo. A primeira vez que saímos em grupo depois que eu e a Débora já estávamos juntos (éramos 4 caras e 5 minas, tudo amigo), fomos pro Bosque, em Quilmes. A Cecília não parou de me olhar a noite toda, e pedia permissão de brincadeira pra Débora pra dançar comigo. Álcool, dança, roçadas, encostadas, olhares, mais álcool... a noite foi quente pra caralho. Quando saímos da balada pra ir embora, dois caras foram com duas minas num dos carros, e eu entrei com a Débora no banco de trás do carro do meu melhor amigo, que foi com uma das gurias que ele tava comendo no banco da frente. Não sei se a mina já tinha planejado ou foi na hora, mas a Cecília entrou por último, me deixando no meio dela e da Débora. A questão é que em poucas quadras eu já tava beijando e apalpando a Débora, e sinto uma mão na minha perna... a Ceci. Óbvio que não esperava, e a situação me excitou pra caralho. A Ceci me acariciava, chegando bem perto da minha virilha com a mão, e voltava a descer, tudo isso enquanto minha língua se enroscava com a da Débora. Na mesma hora, a Ceci aproximou a boca da minha orelha e passou a língua de cima pra baixo, mordendo meu lóbulo e chupando quando chegou lá. Juro que se não gozei na hora foi pelo cagaço de a Débora perceber a situação! Longe disso, ela me beijava como se nada tivesse acontecido, meio tesuda, meio bêbada. Bom, três quartos bêbada, na verdade a gente tinha bebido de tudo. Eu não queria tirar a mão da cintura da Débora pra afastar um pouco a Ceci, com medo dela abrir os olhos, e a outra mão tava presa entre a Débora e o banco, então deixei ela fazer o que quisesse. E a filha da puta continuou. Enquanto agora começou a me lamber e dar beijinhos bem leves no pescoço, levou a mão até minha virilha e começou a acariciar minha pica, já bem dura naquela altura, por cima da calça jeans. Eu já não tava nem aí pra nada. A Ceci menos ainda.
Eu queria deitar com as duas. Meu primeiro menage! Mas faltava muito pra isso. Débora jamais ia aceitar. Conhecia ela demais, tinha certeza que antes nos matava eu e a Ceci com mil facadas. Como não queria virar manchete de jornal, virei o máximo que pude pro lado da Débora, dando a entender pra Ceci parar.
Meu amigo parou num posto YPF, e a gente desceu pra comprar chiclete e cigarro. Débora disse que tava tonta, que ia ficar no carro. Descemos e, assim que nos afastamos um pouco das duas minas, meu amigo me fala:
— Pedaço de filho da puta!
— O que foi, Fer? — me fiz de super otário.
— Fala sério, arrombado! Vi tudo pelo retrovisor! Se a Deby te pega, corta teus ovos com um Tramontina enferrujado!
— Beleza, mano, o que você quer que eu faça!?
— Sei lá, mas se a Kari perceber (a outra amiga que tava na frente com ele), fode tudo!
Ele tinha razão! Karina! Nem passou pela minha cabeça, mas se ela virasse um pouco o pescoço e visse o que tava rolando no banco de trás... uffff.
Compramos as coisas e voltamos pro carro. Débora tinha dormido. Óbvio que não acordei ela. Arrancamos de novo. Senti a Ceci me devorando com o olhar. Virei o rosto e ficamos nos encarando por uns segundos. É incrível como a gente pode dizer absolutamente tudo sem Pronunciar palavra. Vi o desejo dela. Dava pra sentir quase. Sabia que a gente ia trepar de um jeito nada convencional. Que as consequências iam ser uma merda... mas inevitáveis. Não ia parar. Ela menos. Aproximamos nossas bocas ao mesmo tempo, e começamos a nos beijar como se o mundo fosse acabar. Eu rezava pra que, entre a música alta e o álcool no sangue, a Karina não percebesse nada. A gente se deu um tempo. Chegamos na minha casa. Aí descemos eu, a Ceci e a Débora.
— Tem certeza que não quer que eu te leve, Ceci? — perguntou o Fer pra não levantar suspeitas.
— Não, Fer, valeu... vocês vão pro outro lado... vou pegar um táxi daqui agora.
— Fala sério, burra, se eu vou ter que pegar o carro pra levar a Deby daqui a pouco, te dou uma carona (ela morava na esquina, em cima) — falei.
O Fer obviamente não insistiu e arrancou com a Kari. Subimos pro meu apê. A Débora tirou os sapatos e se jogou no sofá.
— Não aguento mais — conseguiu falar antes de dormir de novo.
— Já vou fazer um café e te levar — falei... nunca soube se ela me ouviu.
Silêncio. De novo, olhar cúmplice com a Ceci. Ela faz sinal com o dedo pra eu chegar perto. Obedeci. Já era dela.
Retomamos nossos beijos. As línguas molhadas, quentes. Meu quarto era do lado do sofá onde a Deby dormia. Não dava. Sem parar de nos beijar e nos tocar feito loucos, fui guiando ela até o tanque, que ficava no canto mais afastado do apê. Tirei a regata dela. O sutiã voou também. Uns peitos que eu já tinha imaginado mil vezes ficaram finalmente na minha frente. Pequeninos, durinhos, lindos. Ela desabotoou meu cinto. Soltou o botão da minha calça jeans. Abriu minha braguilha. Parou de me beijar, olhou nos meus olhos e enfiou os dedos na boca. Passou a língua neles com uma cara de puta no cio do caralho. Quase explodiu minha cabeça. As cabeças, pra ser sincero. Levei a mão dela por baixo da minha cueca. Ela encontrou meu pau, que já tava grosso pra caralho naquela altura. Usou os dedos molhados pra passar na cabeça toda do meu pau. Subia e descia eles, batendo uma só na cabeça, sem tirar ela completamente da cueca, enquanto chupava minha língua de novo. Não queria gozar na hora, então tirei a calça jeans e a tanguinha minúscula que ela tava usando. Sentei ela na bancada, abri bem as pernas dela e comecei a chupar a pussy dela. Totalmente depiladinha, bem macia e completamente encharcada. Ela arqueou as costas pra trás e gemeu bem alto. Nem ousei olhar pra porta, continuei no meu foco. Ela me agarrou forte pelos cabelos e disse:
-Mmmmm sim, filho da puta... chupa toda a minha pussy!
Minha língua subia e descia por toda a vulva dela. Queria comer ela inteira. Quando cheguei no clitóris, já tava bem durinho e ereto. Adoro lamber ele quando tá assim, então me concentrei nele e lambi por um bom tempo em círculos, de fora pra dentro. Os gemidos dela aumentaram, assim como os espasmos.
-Goza na minha boca, puta - ordenei quase.
O orgasmo dela foi fantástico. Três ou quatro jatos que encharcaram minha cara, acompanhados de um tremor forte e um grito de prazer.
-Por favor, me fode toda - ela soltou.
Abaixei a calça jeans e a cueca até os tornozelos e penetrei ela com vontade. Ela, sentada na bancada, prendeu as pernas nas minhas costas. A gente se beijava apaixonadamente de boca aberta. Ela puxava meu cabelo. Eu aumentei o ritmo das minhas estocadas. Não ia aguentar muito mais. Ela percebeu, porque disse:
-Quero toda a sua porra na minha boca.
Que palavras doces. Poucas frases me vêm à mente mais perfeitas do que essa. Assim que ouvi, saí de dentro dela. Ela pulou no chão, se ajoelhou e no mesmo movimento pegou meu pau e enfiou na boca. Ela passou a mão umas duas vezes enquanto esperava meu presentinho de boca aberta e a língua roçando a cabeça do meu pau.
Devo ter gozado meio litro. Ela recebeu tudo com muito gosto. Mostrou a boca cheia de porra antes de engolir até a última gota.
Divina. Um anjo. Ceci foi pro banheiro e eu levei um café pra Débora, que ainda tava desmaiada no sofá. Nós três tomamos café entre risadas. Por sorte ela não tinha percebido nada.
Eu queria deitar com as duas. Meu primeiro menage! Mas faltava muito pra isso. Débora jamais ia aceitar. Conhecia ela demais, tinha certeza que antes nos matava eu e a Ceci com mil facadas. Como não queria virar manchete de jornal, virei o máximo que pude pro lado da Débora, dando a entender pra Ceci parar.
Meu amigo parou num posto YPF, e a gente desceu pra comprar chiclete e cigarro. Débora disse que tava tonta, que ia ficar no carro. Descemos e, assim que nos afastamos um pouco das duas minas, meu amigo me fala:
— Pedaço de filho da puta!
— O que foi, Fer? — me fiz de super otário.
— Fala sério, arrombado! Vi tudo pelo retrovisor! Se a Deby te pega, corta teus ovos com um Tramontina enferrujado!
— Beleza, mano, o que você quer que eu faça!?
— Sei lá, mas se a Kari perceber (a outra amiga que tava na frente com ele), fode tudo!
Ele tinha razão! Karina! Nem passou pela minha cabeça, mas se ela virasse um pouco o pescoço e visse o que tava rolando no banco de trás... uffff.
Compramos as coisas e voltamos pro carro. Débora tinha dormido. Óbvio que não acordei ela. Arrancamos de novo. Senti a Ceci me devorando com o olhar. Virei o rosto e ficamos nos encarando por uns segundos. É incrível como a gente pode dizer absolutamente tudo sem Pronunciar palavra. Vi o desejo dela. Dava pra sentir quase. Sabia que a gente ia trepar de um jeito nada convencional. Que as consequências iam ser uma merda... mas inevitáveis. Não ia parar. Ela menos. Aproximamos nossas bocas ao mesmo tempo, e começamos a nos beijar como se o mundo fosse acabar. Eu rezava pra que, entre a música alta e o álcool no sangue, a Karina não percebesse nada. A gente se deu um tempo. Chegamos na minha casa. Aí descemos eu, a Ceci e a Débora.
— Tem certeza que não quer que eu te leve, Ceci? — perguntou o Fer pra não levantar suspeitas.
— Não, Fer, valeu... vocês vão pro outro lado... vou pegar um táxi daqui agora.
— Fala sério, burra, se eu vou ter que pegar o carro pra levar a Deby daqui a pouco, te dou uma carona (ela morava na esquina, em cima) — falei.
O Fer obviamente não insistiu e arrancou com a Kari. Subimos pro meu apê. A Débora tirou os sapatos e se jogou no sofá.
— Não aguento mais — conseguiu falar antes de dormir de novo.
— Já vou fazer um café e te levar — falei... nunca soube se ela me ouviu.
Silêncio. De novo, olhar cúmplice com a Ceci. Ela faz sinal com o dedo pra eu chegar perto. Obedeci. Já era dela.
Retomamos nossos beijos. As línguas molhadas, quentes. Meu quarto era do lado do sofá onde a Deby dormia. Não dava. Sem parar de nos beijar e nos tocar feito loucos, fui guiando ela até o tanque, que ficava no canto mais afastado do apê. Tirei a regata dela. O sutiã voou também. Uns peitos que eu já tinha imaginado mil vezes ficaram finalmente na minha frente. Pequeninos, durinhos, lindos. Ela desabotoou meu cinto. Soltou o botão da minha calça jeans. Abriu minha braguilha. Parou de me beijar, olhou nos meus olhos e enfiou os dedos na boca. Passou a língua neles com uma cara de puta no cio do caralho. Quase explodiu minha cabeça. As cabeças, pra ser sincero. Levei a mão dela por baixo da minha cueca. Ela encontrou meu pau, que já tava grosso pra caralho naquela altura. Usou os dedos molhados pra passar na cabeça toda do meu pau. Subia e descia eles, batendo uma só na cabeça, sem tirar ela completamente da cueca, enquanto chupava minha língua de novo. Não queria gozar na hora, então tirei a calça jeans e a tanguinha minúscula que ela tava usando. Sentei ela na bancada, abri bem as pernas dela e comecei a chupar a pussy dela. Totalmente depiladinha, bem macia e completamente encharcada. Ela arqueou as costas pra trás e gemeu bem alto. Nem ousei olhar pra porta, continuei no meu foco. Ela me agarrou forte pelos cabelos e disse:
-Mmmmm sim, filho da puta... chupa toda a minha pussy!
Minha língua subia e descia por toda a vulva dela. Queria comer ela inteira. Quando cheguei no clitóris, já tava bem durinho e ereto. Adoro lamber ele quando tá assim, então me concentrei nele e lambi por um bom tempo em círculos, de fora pra dentro. Os gemidos dela aumentaram, assim como os espasmos.
-Goza na minha boca, puta - ordenei quase.
O orgasmo dela foi fantástico. Três ou quatro jatos que encharcaram minha cara, acompanhados de um tremor forte e um grito de prazer.
-Por favor, me fode toda - ela soltou.
Abaixei a calça jeans e a cueca até os tornozelos e penetrei ela com vontade. Ela, sentada na bancada, prendeu as pernas nas minhas costas. A gente se beijava apaixonadamente de boca aberta. Ela puxava meu cabelo. Eu aumentei o ritmo das minhas estocadas. Não ia aguentar muito mais. Ela percebeu, porque disse:
-Quero toda a sua porra na minha boca.
Que palavras doces. Poucas frases me vêm à mente mais perfeitas do que essa. Assim que ouvi, saí de dentro dela. Ela pulou no chão, se ajoelhou e no mesmo movimento pegou meu pau e enfiou na boca. Ela passou a mão umas duas vezes enquanto esperava meu presentinho de boca aberta e a língua roçando a cabeça do meu pau.
Devo ter gozado meio litro. Ela recebeu tudo com muito gosto. Mostrou a boca cheia de porra antes de engolir até a última gota.
Divina. Um anjo. Ceci foi pro banheiro e eu levei um café pra Débora, que ainda tava desmaiada no sofá. Nós três tomamos café entre risadas. Por sorte ela não tinha percebido nada.
31 comentários - Cecília, a perversa de Quilmes
gracias por pasar preciosa!
abrazo
Gracias por compartir.
Saludos de la peversa de Parque Patricios...
un honor que hayas pasado
muero por conocer a la perversa de Parque Patricios a ver quien es mejor jeje
un honor que hayas pasado
muero por conocer a la perversa de Parque Patricios a ver quien es mejor jeje