Minha tia Dora é professora numa escola rural. Quase o ano todo ela passava na escola, porque aqui na Colômbia, do jeito que as coisas funcionam, ter um cargo assim significa que você também tem que tocar outras funções, tipo ser diretora da própria escola. Isso fazia com que ela praticamente só tivesse uns poucos dias de folga por ano.
Quando saí da universidade, ela me convidou pra ir na escola dela pra fazer companhia durante o verão, pra ela não se sentir sozinha. Quando cheguei, a primeira coisa que notei foi que o clima era muito quente, claro, diferente de onde a gente vinha, eu e minha tia Dora, que era mais ameno. Depois, a cidade era pequena, segundo me falaram, uns dois mil habitantes. Então, quando cheguei, já me apresentei pros vizinhos como sobrinho dela, pra não levantar suspeitas, saca?
Minha convivência com minha tia era normal durante as tardes. Ela chegava, jantávamos e conversávamos um pouco antes de dormir. Por causa do calor, era muito comum ela andar pela casa usando shorts curtos e justos, com camisetas igualmente apertadas que realçavam a sua anatomia. Naquela época, eu não a via com malícia nenhuma — não que eu não notasse que ela tinha umas pernas morenas e bem torneadas, uma bunda redonda, empinada e grande, e uns peitos de bom tamanho. Até para dormir, ela usava pijamas bem sexy, que nos primeiros dias cheguei a perceber que ela vestia, mas que não despertavam nada em mim. Eu ainda a via como minha querida tia.
O melhor aconteceu no primeiro fim de semana que passei com ela, porque ela me disse pra irmos num lugar que ficava umas duas horas daí, pra eu me distrair um pouco, e também porque ela tinha um assunto pra resolver por aquelas bandas. Ela falou que a gente ia só rapidinho, e que era só eu levar um dinheiro caso quisesse comprar alguma coisa, e que na mesma tarde a gente voltava pra cidade. Mas pra nossa desgraça ou sorte, caiu um temporal daqueles que não deixou a gente chegar no ponto onde pegávamos o transporte. A gente tava tão se divertindo que nem viu a hora passar, e não deu pra pegar o último ônibus. Já eram umas seis da tarde, e eu perguntei se não tinha outro ônibus mais tarde pra voltar. Ela disse que a maior parte da estrada era de terra, e com a chuva e de noite, os motoristas não se arriscavam. Além disso, era só uns trocados a mais que eles podiam ganhar, já que não ia muita gente pro lado que a gente tava indo, então não valia a pena. Ela falou pra eu não me preocupar, que conhecia alguém que trabalhava num dos hotéis da cidade e que podia nos arrumar um lugar pra ficar de graça.
Chegamos com a amiga da minha tia e ela disse que só tinha um quarto disponível porque era temporada de férias, e que só tinha uma cama de casal. Com isso, ela se virou pra me olhar, como se dissesse pra minha tia que sabia que ela era casada e que não era certo ela dormir junto com outro homem. Minha tia, percebendo a reação da amiga, disse que não tinha problema e me apresentou como sobrinho dela. Ela nos levou até o quarto que, de fato, só tinha uma cama e um banheiro. Disse que era para os funcionários e por isso era simples. Além disso, tinha um ventilador em cima da cama, o que agradecemos por causa do calor e da umidade que viria depois da chuva. A gente estava ensopado. Ela nos deu uma toalha para nos secar, mas pediu desculpas à minha tia por não ter roupa seca para emprestar. Eu disse à minha tia que podia emprestar uma das minhas camisetas, já que eu era bem mais alto que ela, ia servir perfeitamente para dormir. Ela foi para o banheiro, enquanto isso eu também troquei a camiseta que estava encharcada e coloquei uma seca. Quando minha tia saiu, começou uma das melhores noites da minha vida.
Saiu do banheiro com minha camiseta vestida, que nela ficava como um shortinho curto cobrindo o suficiente. Naquele momento, uma sensação de tesão tomou conta de mim ao vê-la com o cabelo molhado, os mamilos durinhos por causa do efeito que a água tinha causado nela. Não sabia como reagir, mas minha tia não percebeu nada em mim, nem mesmo a ereção do pau que surgiu naquela hora. – Foi um dia longo – ela disse – vou dormir como um bebê esta noite. Tiramos os lençóis que não eram necessários por causa do calor que estava no quarto. Só ela se cobriu com um dos lençóis, por razões óbvias, para que eu não visse algo além das pernas torneadas dela. Tínhamos confiança entre nós, mas não tanta. Ela se deitou do lado direito da cama e dormiu rápido. Apaguei a luz, mas acendi o abajur que estava do meu lado esquerdo. Não conseguia dormir. A imagem sensual que minha tia tinha me mostrado não saía da minha cabeça, e eu tinha duas opções: ou ia ao banheiro e me masturbava com o sutiã dela nas mãos, que com certeza ela tinha deixado, ou tirava da mente esse pensamento de luxúria que me dominava e dormia tranquilamente. Felizmente, minha tia decidiu o que aconteceria nos minutos seguintes. Por estar tão cansada, esqueceu de me pedir para ligar o ventilador. O calor estava insuportável, pelo menos para ela, porque eu achava que era meu tesão que me fazia suar. Então ela se virou para o lado direito, o lençol estava no chão, minha camiseta só cobria a cintura dela e, portanto, a bunda dela. A bunda linda dela se apresentou diante de mim, era magnífica. Uma fio dental foi o que também notei que ela estava usando, mas ela se perdia entre aquele par de nádegas morenas e deliciosas que ela tinha. Não sabia o que fazer, meu pau ficou ainda mais duro, minhas mãos suavam mais e, como se tivessem mente própria, se aproximavam da bunda dela para poder tocá-la. Nisso, ela se virou de novo de barriga para cima, e o susto que levei foi de pavor, pensei que ela tinha notado o que o sobrinho dela estava tentando fazer. Não foi assim, entre Sonhos, ela me disse – liga o ventilador, tá muito calor aqui – ela achou que ainda estava coberta pelo lençol, mas não tava, o lençol só cobria até a metade da perna dela e notei que o que me excitou mais do que a tanga dela, que já era minúscula por trás, foi que na frente era um triângulo pequeno que mal cobria a buceta dela, mas o que me deixou ainda mais tesudo foi o fato de que a bocetinha dela não estava depilada, tinha um monte de pentelho saindo daquela tanga minúscula.
Levantei e liguei o ventilador, continuei observando minha tia sem saber o que fazer ou como chegar nela. De novo, ela me deu a resposta: outra vez, entre sonhos, minha tia falou comigo e provavelmente me confundiu com o marido dela — "por que você não me abraça?" — consegui ouvir naquele momento. Ela pegou minha mão e colocou debaixo dos peitos dela. Eu, com o punho fechado e sentindo a redondeza dos peitos dela no meu braço, me relaxei e estendi a mão para tocá-los e senti-los por completo. Meu pau estava mais duro e, já sem nenhum remorso, encostei ele na bunda dela pra ela sentir. Nessa hora, ela reagiu e lembrou onde estava, mas eu já a tinha presa nos meus braços e não ia dar um passo atrás. — "O que você tá fazendo, sobrinho?" — perguntou. Minhas mãos estavam esfregando os peitos dela por cima da camiseta, meus lábios estavam perto das orelhas dela, então sussurrei, ou melhor, implorei: — "Por favor, tia, tô muito tesudo, te desejo tanto, deixa eu te comer." — Evidentemente irritada, respondeu: — "Mas você sabe que isso não é certo, não é permitido." — Minha mão desceu até a buceta dela, ela apertou as pernas pra eu não enfiar a mão na vagina dela, e antes de falar qualquer coisa, roubei um beijo na boca dela, enfiei minha língua pra ela sentir a dela. Meus dedos conseguiram penetrar a buceta dela; um dedo servia pra estimular o clitóris dela, depois enfiei um dos meus dedos dentro dela. Ela soltou um gemido leve, o corpo todo relaxou. Quando tirei meus dedos da vagina dela, notei que estavam bem molhados. — "Tá certo que não transo há três longos meses, que passei me masturbando, exceto esta semana que você tá em casa e não consegui fazer isso, que também tô muito tesuda, principalmente porque notei como você me olhava quando saí do banheiro, mas isso não é motivo suficiente pra transar com meu sobrinho." — Argumento muito bom pra não discutir, mas eu continuava muito, muito tesudo. Então peguei a mão dela e a levei até meu pau pra ela sentir, e com a outra mão continuei esfregando a buceta dela. Pena, talvez, mas minha tia aceitou. fazer isso com seu sobrinho tarado – mas tem outro problema, você não trouxe proteção e sabe o que pode acontecer – respondi – bom, existem outras formas – com uma risada sedutora ela disse – perfeito, num dia só não vou só dar pra esse meu sobrinho pervertido, como também vou levar ele no cu –.
Ela tirou a camiseta e suas tetas enormes com os mamilos duros apareceram. Ela ia tirar a calcinha fio dental, mas eu impedi; eu adorava como ela ficava com ela. Minha boca e lábios imediatamente procuraram as tetas dela, chupei enquanto minha língua brincava com os mamilos. Ela abriu as pernas, procurei no mar de pelos o clitóris, chupei um pouco e com meu dedo estimulei um pouco o cu dela pra ir se acostumando com o que vinha. Estiquei o máximo que pude a calcinha fio dental dela pra parte de trás entrar na buceta dela já bem molhada e estimular. Minha tia só conseguia dar uns gemidos leves, mordia um pouco o travesseiro, tava no máximo de temperatura possível e pela umidade da buceta dela já teve o primeiro orgasmo. Coloquei os travesseiros debaixo das costas dela pra levantar mais a bunda, lubrifiquei com saliva meu pau e enfiei devagar. Ela só arqueou um pouco mais as costas pra eu penetrar melhor e a mão dela foi pro clitóris pra estimular enquanto eu metia e tirava na bunda dela. As tetas dela foram atendidas de novo pela minha boca, até mordi um pouco os mamilos e puxei pra mim, deixando minha tia mais excitada e dando um bom orgasmo nela. Ao mudar de posição, beijei minha tia de novo, nossas línguas se encontraram. A mão dela começou a esfregar meu pau e eu com as minhas pegava nas tetas dela. Agora era eu quem tava de barriga pra cima. Minha tia se ajeitou e começou a me montar, devagar foi enfiando meu pau no cu dela. Ao fazer isso, com o movimento da cintura dela, as tetas balançavam freneticamente, me excitando ainda mais. Só conseguia agarrar elas, apertar o mais forte e beliscar os mamilos, que era o que minha tia mais gostava que eu fizesse. De novo tirei meu pau do cu dela pra agora ficar, como a gente fala aqui, de quatro. Essa é a posição que eu mais gosto porque sentia como a bunda dela batia no meu corpo. Não aguentava mais, era muita excitação, então sem perguntar onde ela queria que eu gozasse, gozei dentro do cu dela. Os dois terminamos exaustos e suados. — Caralho. que eu tava precisando de uma boa foda – e a gente dormiu pelado se abraçando.
Na manhã seguinte, acordamos quase ao mesmo tempo. Ela me olhou com uma cara séria, levantou e foi pro banheiro só de fio dental. Vendo ela rebolar aquele rabo assim, fiquei duro de novo. Segui ela, lavei um pouco, e continuávamos sem trocar uma palavra. Fiquei pensando que talvez ela estivesse se arrependendo do que a gente tinha feito. Me aproximei pra tentar conversar, ela abaixou a tampa do vaso, sentou, e quando cheguei perto, pegou no meu pau e começou a me dar um boquete espetacular, como uma verdadeira expert em sexo oral. Nem preciso dizer que gozei nos peitos dela enquanto ela se esfregava com os dedos dentro da própria buceta. Saímos do hotel, e antes de pegar o ônibus, passei numa farmácia e comprei umas camisinhas. A buceta dela teria que ser minha durante a semana — não podia deixar escapar.
Quando saí da universidade, ela me convidou pra ir na escola dela pra fazer companhia durante o verão, pra ela não se sentir sozinha. Quando cheguei, a primeira coisa que notei foi que o clima era muito quente, claro, diferente de onde a gente vinha, eu e minha tia Dora, que era mais ameno. Depois, a cidade era pequena, segundo me falaram, uns dois mil habitantes. Então, quando cheguei, já me apresentei pros vizinhos como sobrinho dela, pra não levantar suspeitas, saca?
Minha convivência com minha tia era normal durante as tardes. Ela chegava, jantávamos e conversávamos um pouco antes de dormir. Por causa do calor, era muito comum ela andar pela casa usando shorts curtos e justos, com camisetas igualmente apertadas que realçavam a sua anatomia. Naquela época, eu não a via com malícia nenhuma — não que eu não notasse que ela tinha umas pernas morenas e bem torneadas, uma bunda redonda, empinada e grande, e uns peitos de bom tamanho. Até para dormir, ela usava pijamas bem sexy, que nos primeiros dias cheguei a perceber que ela vestia, mas que não despertavam nada em mim. Eu ainda a via como minha querida tia.
O melhor aconteceu no primeiro fim de semana que passei com ela, porque ela me disse pra irmos num lugar que ficava umas duas horas daí, pra eu me distrair um pouco, e também porque ela tinha um assunto pra resolver por aquelas bandas. Ela falou que a gente ia só rapidinho, e que era só eu levar um dinheiro caso quisesse comprar alguma coisa, e que na mesma tarde a gente voltava pra cidade. Mas pra nossa desgraça ou sorte, caiu um temporal daqueles que não deixou a gente chegar no ponto onde pegávamos o transporte. A gente tava tão se divertindo que nem viu a hora passar, e não deu pra pegar o último ônibus. Já eram umas seis da tarde, e eu perguntei se não tinha outro ônibus mais tarde pra voltar. Ela disse que a maior parte da estrada era de terra, e com a chuva e de noite, os motoristas não se arriscavam. Além disso, era só uns trocados a mais que eles podiam ganhar, já que não ia muita gente pro lado que a gente tava indo, então não valia a pena. Ela falou pra eu não me preocupar, que conhecia alguém que trabalhava num dos hotéis da cidade e que podia nos arrumar um lugar pra ficar de graça.
Chegamos com a amiga da minha tia e ela disse que só tinha um quarto disponível porque era temporada de férias, e que só tinha uma cama de casal. Com isso, ela se virou pra me olhar, como se dissesse pra minha tia que sabia que ela era casada e que não era certo ela dormir junto com outro homem. Minha tia, percebendo a reação da amiga, disse que não tinha problema e me apresentou como sobrinho dela. Ela nos levou até o quarto que, de fato, só tinha uma cama e um banheiro. Disse que era para os funcionários e por isso era simples. Além disso, tinha um ventilador em cima da cama, o que agradecemos por causa do calor e da umidade que viria depois da chuva. A gente estava ensopado. Ela nos deu uma toalha para nos secar, mas pediu desculpas à minha tia por não ter roupa seca para emprestar. Eu disse à minha tia que podia emprestar uma das minhas camisetas, já que eu era bem mais alto que ela, ia servir perfeitamente para dormir. Ela foi para o banheiro, enquanto isso eu também troquei a camiseta que estava encharcada e coloquei uma seca. Quando minha tia saiu, começou uma das melhores noites da minha vida.
Saiu do banheiro com minha camiseta vestida, que nela ficava como um shortinho curto cobrindo o suficiente. Naquele momento, uma sensação de tesão tomou conta de mim ao vê-la com o cabelo molhado, os mamilos durinhos por causa do efeito que a água tinha causado nela. Não sabia como reagir, mas minha tia não percebeu nada em mim, nem mesmo a ereção do pau que surgiu naquela hora. – Foi um dia longo – ela disse – vou dormir como um bebê esta noite. Tiramos os lençóis que não eram necessários por causa do calor que estava no quarto. Só ela se cobriu com um dos lençóis, por razões óbvias, para que eu não visse algo além das pernas torneadas dela. Tínhamos confiança entre nós, mas não tanta. Ela se deitou do lado direito da cama e dormiu rápido. Apaguei a luz, mas acendi o abajur que estava do meu lado esquerdo. Não conseguia dormir. A imagem sensual que minha tia tinha me mostrado não saía da minha cabeça, e eu tinha duas opções: ou ia ao banheiro e me masturbava com o sutiã dela nas mãos, que com certeza ela tinha deixado, ou tirava da mente esse pensamento de luxúria que me dominava e dormia tranquilamente. Felizmente, minha tia decidiu o que aconteceria nos minutos seguintes. Por estar tão cansada, esqueceu de me pedir para ligar o ventilador. O calor estava insuportável, pelo menos para ela, porque eu achava que era meu tesão que me fazia suar. Então ela se virou para o lado direito, o lençol estava no chão, minha camiseta só cobria a cintura dela e, portanto, a bunda dela. A bunda linda dela se apresentou diante de mim, era magnífica. Uma fio dental foi o que também notei que ela estava usando, mas ela se perdia entre aquele par de nádegas morenas e deliciosas que ela tinha. Não sabia o que fazer, meu pau ficou ainda mais duro, minhas mãos suavam mais e, como se tivessem mente própria, se aproximavam da bunda dela para poder tocá-la. Nisso, ela se virou de novo de barriga para cima, e o susto que levei foi de pavor, pensei que ela tinha notado o que o sobrinho dela estava tentando fazer. Não foi assim, entre Sonhos, ela me disse – liga o ventilador, tá muito calor aqui – ela achou que ainda estava coberta pelo lençol, mas não tava, o lençol só cobria até a metade da perna dela e notei que o que me excitou mais do que a tanga dela, que já era minúscula por trás, foi que na frente era um triângulo pequeno que mal cobria a buceta dela, mas o que me deixou ainda mais tesudo foi o fato de que a bocetinha dela não estava depilada, tinha um monte de pentelho saindo daquela tanga minúscula.
Levantei e liguei o ventilador, continuei observando minha tia sem saber o que fazer ou como chegar nela. De novo, ela me deu a resposta: outra vez, entre sonhos, minha tia falou comigo e provavelmente me confundiu com o marido dela — "por que você não me abraça?" — consegui ouvir naquele momento. Ela pegou minha mão e colocou debaixo dos peitos dela. Eu, com o punho fechado e sentindo a redondeza dos peitos dela no meu braço, me relaxei e estendi a mão para tocá-los e senti-los por completo. Meu pau estava mais duro e, já sem nenhum remorso, encostei ele na bunda dela pra ela sentir. Nessa hora, ela reagiu e lembrou onde estava, mas eu já a tinha presa nos meus braços e não ia dar um passo atrás. — "O que você tá fazendo, sobrinho?" — perguntou. Minhas mãos estavam esfregando os peitos dela por cima da camiseta, meus lábios estavam perto das orelhas dela, então sussurrei, ou melhor, implorei: — "Por favor, tia, tô muito tesudo, te desejo tanto, deixa eu te comer." — Evidentemente irritada, respondeu: — "Mas você sabe que isso não é certo, não é permitido." — Minha mão desceu até a buceta dela, ela apertou as pernas pra eu não enfiar a mão na vagina dela, e antes de falar qualquer coisa, roubei um beijo na boca dela, enfiei minha língua pra ela sentir a dela. Meus dedos conseguiram penetrar a buceta dela; um dedo servia pra estimular o clitóris dela, depois enfiei um dos meus dedos dentro dela. Ela soltou um gemido leve, o corpo todo relaxou. Quando tirei meus dedos da vagina dela, notei que estavam bem molhados. — "Tá certo que não transo há três longos meses, que passei me masturbando, exceto esta semana que você tá em casa e não consegui fazer isso, que também tô muito tesuda, principalmente porque notei como você me olhava quando saí do banheiro, mas isso não é motivo suficiente pra transar com meu sobrinho." — Argumento muito bom pra não discutir, mas eu continuava muito, muito tesudo. Então peguei a mão dela e a levei até meu pau pra ela sentir, e com a outra mão continuei esfregando a buceta dela. Pena, talvez, mas minha tia aceitou. fazer isso com seu sobrinho tarado – mas tem outro problema, você não trouxe proteção e sabe o que pode acontecer – respondi – bom, existem outras formas – com uma risada sedutora ela disse – perfeito, num dia só não vou só dar pra esse meu sobrinho pervertido, como também vou levar ele no cu –.
Ela tirou a camiseta e suas tetas enormes com os mamilos duros apareceram. Ela ia tirar a calcinha fio dental, mas eu impedi; eu adorava como ela ficava com ela. Minha boca e lábios imediatamente procuraram as tetas dela, chupei enquanto minha língua brincava com os mamilos. Ela abriu as pernas, procurei no mar de pelos o clitóris, chupei um pouco e com meu dedo estimulei um pouco o cu dela pra ir se acostumando com o que vinha. Estiquei o máximo que pude a calcinha fio dental dela pra parte de trás entrar na buceta dela já bem molhada e estimular. Minha tia só conseguia dar uns gemidos leves, mordia um pouco o travesseiro, tava no máximo de temperatura possível e pela umidade da buceta dela já teve o primeiro orgasmo. Coloquei os travesseiros debaixo das costas dela pra levantar mais a bunda, lubrifiquei com saliva meu pau e enfiei devagar. Ela só arqueou um pouco mais as costas pra eu penetrar melhor e a mão dela foi pro clitóris pra estimular enquanto eu metia e tirava na bunda dela. As tetas dela foram atendidas de novo pela minha boca, até mordi um pouco os mamilos e puxei pra mim, deixando minha tia mais excitada e dando um bom orgasmo nela. Ao mudar de posição, beijei minha tia de novo, nossas línguas se encontraram. A mão dela começou a esfregar meu pau e eu com as minhas pegava nas tetas dela. Agora era eu quem tava de barriga pra cima. Minha tia se ajeitou e começou a me montar, devagar foi enfiando meu pau no cu dela. Ao fazer isso, com o movimento da cintura dela, as tetas balançavam freneticamente, me excitando ainda mais. Só conseguia agarrar elas, apertar o mais forte e beliscar os mamilos, que era o que minha tia mais gostava que eu fizesse. De novo tirei meu pau do cu dela pra agora ficar, como a gente fala aqui, de quatro. Essa é a posição que eu mais gosto porque sentia como a bunda dela batia no meu corpo. Não aguentava mais, era muita excitação, então sem perguntar onde ela queria que eu gozasse, gozei dentro do cu dela. Os dois terminamos exaustos e suados. — Caralho. que eu tava precisando de uma boa foda – e a gente dormiu pelado se abraçando.
Na manhã seguinte, acordamos quase ao mesmo tempo. Ela me olhou com uma cara séria, levantou e foi pro banheiro só de fio dental. Vendo ela rebolar aquele rabo assim, fiquei duro de novo. Segui ela, lavei um pouco, e continuávamos sem trocar uma palavra. Fiquei pensando que talvez ela estivesse se arrependendo do que a gente tinha feito. Me aproximei pra tentar conversar, ela abaixou a tampa do vaso, sentou, e quando cheguei perto, pegou no meu pau e começou a me dar um boquete espetacular, como uma verdadeira expert em sexo oral. Nem preciso dizer que gozei nos peitos dela enquanto ela se esfregava com os dedos dentro da própria buceta. Saímos do hotel, e antes de pegar o ônibus, passei numa farmácia e comprei umas camisinhas. A buceta dela teria que ser minha durante a semana — não podia deixar escapar.
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