Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=1lvpZL3RfUc
Finalmente acontece.
Anos de encher o saco dela, anos de fazer ela fantasiar em ser o recheio de um sanduíche de homens. Também anos de recusas, de desculpas e inseguranças, quando eu já achava impossível, algo mudou nela que a fez aceitar, aceitar o próprio desejo e o que ela podia provocar em outros homens. Mesmo sendo mãe, mesmo sendo "veterana".
De tarde, depois da depilação enquanto ela experimentava um conjunto novo de lingerie, já dava pra ver a excitação nela e a gente acabou numa daquelas gozadas rápidas e explosivas.
Fomos jantar e regamos a comida com bastante vinho (absolutamente necessário para o que viria), depois partimos pro clube onde finalmente ia rolar.
Antes de entrar, perguntei pela última vez se ela tinha certeza, e ela respondeu que "o seguro morreu de velho", mas que entrássemos e víssemos qual é a dela.
Por sorte, tinha gente, a música tava boa e uma recepcionista muito simpática contou como o lugar funcionava. Fui no balcão comprar algo pra beber e quando voltei, um cara tava falando com ela, ela tava rindo e pelo jeito que olhava pra ele, percebi que tava afim. Dei um tempo dando uma volta pelo lugar e quando cheguei, eles tavam dançando. Me apresentei e falei com o cara.
—Vamos para os reservados, assim se conhecem melhor? — Nós a escoltamos sem explicar muito e, quando estávamos na escuridão, o cara comeu a boca dela... Ver aquilo deixou minha pica dura que nem pedra. Sentamos no sofá e, enquanto eles se pegavam forte, minha mão foi por baixo da calcinha dela; ela estava molhadíssima. Eu a masturbei, enfiando os dedos, e o cara não perdeu tempo: foi beijando o pescoço dela, chegou no decote, puxou o sutiã e se agarrou... Senti ela gozar de olhos fechados, apertando minha mão com as pernas. O cara puxou uma pica tremenda, minha mulher chupou gostosa, e eu aproveitei para tirar a calcinha dela. Outro cara, completamente pelado e de pau duro, se aproximou e começou a tocar nela. Eu me afastei para vê-la assim, febril, em chamas. O cara enfiou a pica, sentou e, segurando ela pela cintura, meteu até o talo... Uau, ver como enfiam a porra na mãe dos seus filhos é muito forte, muito quente. O outro cara aproximou a pica do rosto dela, mas ela não engoliu; afastou um pouco e, como prêmio de consolo, bateu uma punheta pra ele. Assim, ocupada, ela se virou, me olhou e perguntou:
— Cê tá gostando do que tá vendo?
-Muito
—e por que você não vem?—eu me aproximei, beijei ela, e senti o cheiro do outro macho que tava comendo ela, me despi às pressas e fiquei atrás, lambi a buceta dela enquanto ela subia e descia enfiando a vara do cara, enfiei um dedo (dava pra sentir entrando) e depois apoiei a pika... custou, saía... a posição era desconfortável, mas num instante enfiei de uma vez... ela explodiu e puxou o cara que tava batendo punheta até poder chupar a pika dele, cheia de carne por todos os lados, oferecendo todos os buracos pras nossas pikas, gozou nos três.
Jogada no sofá, quase pelada e enxugando o queixo com um lenço, ela me diz:
- Escuta!, não poderia ser mais na hora (tava tocando Cerati cantando “Finalmente acontece”)
Finalmente acontece.
Anos de encher o saco dela, anos de fazer ela fantasiar em ser o recheio de um sanduíche de homens. Também anos de recusas, de desculpas e inseguranças, quando eu já achava impossível, algo mudou nela que a fez aceitar, aceitar o próprio desejo e o que ela podia provocar em outros homens. Mesmo sendo mãe, mesmo sendo "veterana".
De tarde, depois da depilação enquanto ela experimentava um conjunto novo de lingerie, já dava pra ver a excitação nela e a gente acabou numa daquelas gozadas rápidas e explosivas.
Fomos jantar e regamos a comida com bastante vinho (absolutamente necessário para o que viria), depois partimos pro clube onde finalmente ia rolar.
Antes de entrar, perguntei pela última vez se ela tinha certeza, e ela respondeu que "o seguro morreu de velho", mas que entrássemos e víssemos qual é a dela.
Por sorte, tinha gente, a música tava boa e uma recepcionista muito simpática contou como o lugar funcionava. Fui no balcão comprar algo pra beber e quando voltei, um cara tava falando com ela, ela tava rindo e pelo jeito que olhava pra ele, percebi que tava afim. Dei um tempo dando uma volta pelo lugar e quando cheguei, eles tavam dançando. Me apresentei e falei com o cara.
—Vamos para os reservados, assim se conhecem melhor? — Nós a escoltamos sem explicar muito e, quando estávamos na escuridão, o cara comeu a boca dela... Ver aquilo deixou minha pica dura que nem pedra. Sentamos no sofá e, enquanto eles se pegavam forte, minha mão foi por baixo da calcinha dela; ela estava molhadíssima. Eu a masturbei, enfiando os dedos, e o cara não perdeu tempo: foi beijando o pescoço dela, chegou no decote, puxou o sutiã e se agarrou... Senti ela gozar de olhos fechados, apertando minha mão com as pernas. O cara puxou uma pica tremenda, minha mulher chupou gostosa, e eu aproveitei para tirar a calcinha dela. Outro cara, completamente pelado e de pau duro, se aproximou e começou a tocar nela. Eu me afastei para vê-la assim, febril, em chamas. O cara enfiou a pica, sentou e, segurando ela pela cintura, meteu até o talo... Uau, ver como enfiam a porra na mãe dos seus filhos é muito forte, muito quente. O outro cara aproximou a pica do rosto dela, mas ela não engoliu; afastou um pouco e, como prêmio de consolo, bateu uma punheta pra ele. Assim, ocupada, ela se virou, me olhou e perguntou:
— Cê tá gostando do que tá vendo?
-Muito
—e por que você não vem?—eu me aproximei, beijei ela, e senti o cheiro do outro macho que tava comendo ela, me despi às pressas e fiquei atrás, lambi a buceta dela enquanto ela subia e descia enfiando a vara do cara, enfiei um dedo (dava pra sentir entrando) e depois apoiei a pika... custou, saía... a posição era desconfortável, mas num instante enfiei de uma vez... ela explodiu e puxou o cara que tava batendo punheta até poder chupar a pika dele, cheia de carne por todos os lados, oferecendo todos os buracos pras nossas pikas, gozou nos três.
Jogada no sofá, quase pelada e enxugando o queixo com um lenço, ela me diz:
- Escuta!, não poderia ser mais na hora (tava tocando Cerati cantando “Finalmente acontece”)
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