Sábado chegou, a Ana e minha mãe tinham combinado de ir fazer compras à tarde, meu tio aproveitou pra ir pro futebol, eu fui no encontro com meu amigo Carlos, ele já tava me esperando, fomos buscar a garota que morava perto, ela não demorou pra descer, fiquei impressionado com a mudança, na aula ela era bonitinha, mas agora tava um arraso, gostosa, um corpo espetacular e muito simpática. O cinema ficava no centro, rodeado de cafeterias e lojas, fazia tempo que não ia ao cinema e a novidade do 3D pra mim me deixava animado, não tinha muita gente e sentamos num lugar bem bom, no meio da sala e com uma visão ótima, meu amigo passou entre a fileira de cadeiras abrindo caminho e quando achou os lugares sentou, Emi vinha atrás e eu sentei do lado esquerdo dela, não esperamos muito, com os óculos que nos deram testamos antes e, pra ser sincero, não confiava em ver grande coisa. Quando finalmente as luzes se apagaram, o espetáculo começou, o som nos envolveu como um aviso do que tava por vir, já tinha colocado os óculos e de repente parecia que tava em outro mundo, tava dentro da ação, só ligava pro que rolava na tela, num momento de pura emoção quis compartilhar com meus amigos, me virei e vi que Carlos tinha passado o braço no pescoço da Emi e tentava beijar ela, tirei os óculos e percebi que a garota tentava se esquivar, mas as mãos dele passeavam pelas tetas dela, deixando pouca chance de defesa, logo uma das mãos sumiu por baixo da blusa da Emi, os nós dos dedos do Carlos apareciam sobre a teta esquerda da garota, me pareceu que ela tinha se conformado com o amasso do Carlos, pelo menos não ia além. Coloquei os óculos de novo e continuei com o filme, era uma enxurrada de emoções, de repente senti a mão da Emi caída na minha perna, ignorei e foquei na tela, a mão foi se movendo em direção à minha braguilha, meu pau não entendia de 3D e começou a crescer, a mão feminina amassava meu pau por cima da calça, por Pelo canto do olho, vi ela tirar a mão do Carlos da blusa dela, deixando ela caída pra fora, mas a outra mão continuava apertando meu pau. Carlos se afastou irritado, ela virou pra mim e deu as costas pra ele. Carlos começou a olhar pro relógio e, cinco minutos depois, levantou, acenou com a mão e foi embora pela fileira de poltronas. Eu continuei de óculos, olhando pra frente. Emi se encostou em mim, pegou meu braço e colocou nos ombros dela, segurou minha mão e a pôs sobre o peito direito dela, afrouxou a blusa e enfiou por baixo. O que encontrei foi uma bagunça de pano, o sutiã todo amassado. Como primeiro movimento, arrumei o tecido com dois dedos e, quando cheguei na pele, estiquei pra deixar do jeito certo. Ela agradeceu com um beijo no meu pescoço. Depois, procurei a alça do sutiã, deslizei pelo ombro dela até deixar caída. Minha mão desceu direto pro peito dela e, com dois dedos, puxei a taça pra baixo, deixando o peito todo livre. Ao subir, procurei o mamilo e já o encontrei duro. Enrolei ele com dois dedos e puxei pra fora, esticando. A pele lisa e macia endureceu. A resposta da Emi foi soltar meu cinto e abaixar o zíper. Meu pau, preso na cueca, fazia uma curva dolorosa. Ela libertou ele, esticando a glande pra fora. Até com os óculos 3D dava pra ver o bico brilhando. Minha outra mão foi pro outro peito, mas dessa vez levantei a blusa. Senti o fecho do sutiã entre as duas taças. Com um movimento rápido, soltei ele. As taças se separaram na hora e os peitos encheram minhas mãos. Estavam duros, altos, ásperos nas aréolas. Apertei eles de leve enquanto Emi suspirava. Ela tinha tirado meu pau pra fora e estava segurando ele com a mão. Olhei pras pessoas, todas distraídas de óculos. Com a outra mão, ela puxou minha cueca pra baixo. Agora só cobria meu pau com as mãos dela, as minhas cheias de peitos. Quando soltei um, minha mão deslizou por baixo do vestido dela. Não era muito largo, então tive que me contentar em acariciar as coxas dela até bem alto. Ela estava de meia, e cheguei até a... elástico, por um momento soltou a rola, se levantou, fechou o sutiã e se ergueu. Eu fiquei paralisado, ela saiu por entre as poltronas, sem dizer nada, eu me resignei e coloquei os óculos, subindo o zíper. Cinco minutos depois, senti alguém sentar ao meu lado, era a Emi, quando se sentou, levantou a saia por trás e se aninhou entre meus braços, procurou de novo minha rola mole e colocou minha mão no ombro dela. Minha rola não guarda rancor e ficou dura de novo, me rendi sem entender, mas minha mão passou por baixo da blusa, os dois peitos vieram ao meu encontro, já não senti o sutiã, ela tinha tirado, minha outra mão foi para a coxa dela, a saia agora levantada não ofereceu resistência, quando as meias acabaram, segui para cima, o calor se sentia na virilha, também não estava de calcinha, as pernas se abriram como uma flor e os lábios molhados da buceta esperavam minha visita, Emi tirou a bunda do assento, a saia ficou dobrada na cintura dela, as pernas totalmente abertas e minha mão fuçando na vagina dela, um dedo, dois e depois três, a mão dela descontrolada subia e descia na minha rola, o clitóris duro me procurava, os bicos dos peitos eram torcidos e apertados pela minha mão hiperativa, quando ela se esticou com os pés debaixo da poltrona da frente e a cabeça quase no assento dela, começou a tremer, o barulho do filme era ensurdecedor, e os gritos de prazer dela foram abafados, ela demorou para se sentar de novo, quando sentou, se inclinou direto sobre mim, abriu minha calça e enfiou a rola na boca, se ajoelhou entre minhas pernas, eu estava envergonhado, se alguém olhasse, seria o fim, mas não, era o auge do filme e das minhas bolas também, ela começou a vomitar porra sem parar, Emi fez de tudo para não cair no carpete do chão, embora um pouco caiu na blusa e na saia dela, vimos isso depois na rua, já arrumados ela perguntou…
- Ah! E aí, curtiu o filme?
- Pra gozar de gosto, respondi. E o que aconteceu com Carlos?
— É um idiota e ainda tem umas mãos que parecem garras, você sim sabe acariciar. Convidei ele pra tomar um drink num dos bares, tava cheio de gente bonita, uma mina me chamou atenção, tinha um corpo de dar inveja, tava de costas, uma bunda imponente, umas pernas que pareciam colunas, uma cintura fina e uma cabeleira morena cacheada e sedosa, tava se beijando apaixonadamente com alguém, quando contornei elas fiquei chocado, quem tava beijando ela com tanta paixão era uma garota e reconheci minha tia Ana…, não era minha mãe… mas se não tinha a cabeleira dela, tava com cabelo curto estilo menino, mas tinha o mesmo tipo físico, que loucura, dei outra volta, a garota me olhou e piscou um olho, não eram elas, era minha outra tia Cris. Que forte, Emi percebeu mas achou que eu tava besta com a gostosona e me disse…
— Pô Manu, ainda não teve o suficiente?
Levei ela pra outro bar, tava pasmo, minha tia Cris era mais nova que Ana, devia ter uns 25 anos mais ou menos, tinha visto ela poucas vezes, era muito independente, as irmãs dela diziam que era meio “esquisitinha”, agora não sei mais o que queriam dizer, não sei se sabiam que era lésbica ou se era só liberal, não sabiam de nada, se viam pouco, só nos aniversários e festas importantes, eu sabia pouco dela. Quando cheguei em casa minha mãe já tinha chegado, tinha se trocado e tava preparando o jantar, eu também me troquei e ajudei no que pude, montei a mesa e deixei tudo pronto, na cozinha ela tava cuidando de várias coisas ao mesmo tempo, eu comecei a lavar umas louças e como se nada perguntei…
— Clara, e sua irmã Cris? Sabe alguma coisa dela?
— Bom, agora que você falou, faz tempo que não falo com ela, quando tiver um tempinho vou ligar.
— É que achei que vi ela no centro, parecia muito com vocês, parecia gêmea.
— É, a verdade é que todas as irmãs nos parecemos muito, temos quase o mesmo tipo físico, a Julia é um pouco mais cheinha, tem Uma com mais peito e quadril do que eu. A Ana você já conhece, e a Cris é ainda mais magra que a gente, lisinha total, sempre foi muito independente e é feliz do jeito que é. Parece que a Cris leu nossos pensamentos, porque na hora ligou perguntando como a gente estava e tal. Minha mãe falou que eu tinha visto ela, e a Cris disse que nem tinha percebido... Combinaram de vir outro dia. Minha mãe mudou de assunto rapidinho, serviu o jantar e enquanto a gente comia, me perguntou como tinha sido o filme. Contei tudo, menos a companhia da Emi, claro. Ela me contou que tinham ido fazer compras, lanchado numa cafeteria e se divertido pra caramba. Perguntei se tinha comprado algo bonito e ela disse que sim, as duas tinham esquentado o cartão de crédito, falou rindo. Depois do jantar, a gente arrumou a mesa juntos e sentou no sofá. Ela tirou os sapatos, subiu as pernas no assento e me contou as voltas que deram nas lojas, as risadas nos provadores, como trocaram de roupa igual menininhas e se deram conselhos uma pra outra. Nisso, ela teve a ideia de me incluir na opinião das compras. Não achei ruim. Pulou do sofá e trouxe vários pacotes do quarto. Começou a abrir: um vestido rodado. Tirou o roupão que estava usando e vestiu na hora. Se afastou pra eu ver de longe, deu uma volta fazendo a saia rodar. Gostei, ainda mais com aquele decote em V que valorizava muito. Depois veio um lenço, um suéter, uma camisa, mas numa caixa bem decorada ela guardava a surpresa. Tirou o vestido e saiu correndo pro quarto. Quando voltou, tava usando um conjunto de lingerie preto: a calcinha fio dental com só um triângulo na frente, além de renda transparente, e o sutiã dois triângulos que grudavam no corpo sem alças, também transparente, marcando os bicos e as aréolas. Ela se virou, os fios quase invisíveis do fio dental deixavam as pernas dela ainda mais longas. As nalgas mais redondas, o sutiã por trás deixava ela usar vestidos bem decotados. Ela veio na minha direção com passos lentos, arqueando a cintura, quando chegou perto falou…
- Pela tua cara vejo que tu gosta de mim, mas vou perguntar pro teu amigo.
Ela colocou a mão no meu volume, meu pau me traiu e não deu pra disfarçar, já tava duro fazia um tempão.
- Tira pra mim?
Ela virou de costas e eu passei as mãos do pescoço pros ombros, quando ela levantou os braços, segui pelas axilas, com dois dedos soltei o fecho e caiu no chão, segui pela cintura e pelos quadris, passei os dedos por baixo das tiras e soltei o que tava escondido entre as nádegas, no chão juntou com o sutiã, ela se abaixou pra pegar e a bunda dela ficou na altura do meu rosto, agarrei nas coxas dela e enfiei a cara entre as nádegas, com a língua lambi o buraco escuro e rugoso, ela não esperava e tentou se esquivar, mas não conseguiu, tava bem presa então continuei lambendo, quando ela relaxou, ela mesma separou com as mãos as nádegas e minha boca afundou entre elas.
A ponta da língua lutava pra entrar nem que fosse meio centímetro, ela queria ajudar mas não conseguia, se abaixou ainda mais, não resisti à tentação de descer e lamber os lábios da buceta dela, isso acabou de relaxar ela, vi a bunda dela se abrir e aí minha língua entrou quase um centímetro.
Clara se apoiou pra trás contra meu rosto, já não precisava segurar ela e minhas mãos foram pro clitóris e pra buceta dela que depois de molhar com os sucos, um dedo entrou no cu já relaxado. Quando ela percebeu que não era mais minha língua e que tava entrando, ela virou pra mim esperando, perguntei com o olhar se podia continuar, ela só levantou as sobrancelhas.
Meu dedo sumiu entre as nádegas brancas, o cu sedoso contrastava com a buceta rugosa, não incomodava ela, dava curiosidade, me atrevi a tirar o dedo e continuar molhando o buraco, ela pareceu ficar impaciente rebolando, no dedo juntou o outro, o esfíncter apertou um pouco mas pronto ela me deixou continuar, Clara suspirava quando meus dedos giravam dentro dela, me levantei e tirei a pica, ela não viu, mas quando enfiei três dedos já se mexia inquieta, com muita paciência fui aumentando o calibre do buraco, quando ela ficava desconfortável me aproximei e deixei cair saliva na cabecinha e substituí pelos dedos, Clara virou de novo com os olhos bem abertos, perguntei e ela fechou os olhos devagar assentindo. A pressão foi aumentando até o glande desaparecer entre as nádegas, Clara se apoiou na borda da mesa, com a mão me incentivou a continuar, enquanto abria mais as bandas do cu, o tronco da minha pica molhado de saliva foi sumindo até a metade, ela levantou uma mão pedindo tempo, parei e fiquei tentado a tirar, mas então ela me animou de novo com a mão, voltei a pressionar e dessa vez não encontrei resistência, fui até o fundo, grudei nela, minha pica dentro dela totalmente e minhas bolas molhadas pelos sucos dela na buceta. Abracei Clara por trás, sentei no sofá e ela passou as pernas para o lado das minhas, olhou entre elas e se certificou de que estava enfiada pelo cu, não acreditava, a buceta dela livre e minha pica no cu dela, pegou minhas mãos e colocou nos peitos, fiquei amassando os pequenos globos, até que me dediquei a acariciar o clitóris dela e com a outra mão enfiava dois dedos na vagina, ela pulava levemente com cuidado mas até o fundo, se recostou em mim e virando a cabeça procurou meus lábios me beijando, como estava senti um calafrio percorrer o corpo dela e ela gozou forte, não consegui segurar minha emoção, Clara, gozando com minha pica no cu dela pela primeira vez e gozei junto, enchi ela de porra e quando conseguiu se levantar um rego de sêmen saiu sob pressão. Fomos dormir exaustos. Depois da primeira ligação delas combinaram de se visitar, Cris apareceu na porta da minha casa, se beijaram com muito carinho, já tinha passado tempo demais sem se verem, minha mãe me Ela se apresentou e fez de conta que quase não me conhecia, não quis desfeitiá-la e entrei na dela. Só falei que tinha visto ela sentada num bar. Ela se interessou muito por mim, perguntou se eu tinha namorada e se tava indo bem nos estudos, era super animada e simpática, me convidou pra casa dela, no começo recusei mas ela insistiu tanto que minha mãe entrou na dela, no final tive que aceitar. No dia marcado cheguei na hora, quem abriu foi a Cris, dentro da simplicidade ela tava bem arrumada, quase sem maquiagem e com o cabelo curtinho, era atraente, gostei muito da casa, tava decorada com bom gosto mas simples. Na sala sentamos numa mesinha com aquecedor, era bem aconchegante, ficamos conversando sobre vários assuntos, ela no começo me tratava como se eu fosse um moleque, mas conforme a conversa foi rolando ela foi me tratando como eu realmente era, no final chegou no assunto sexo, me sondou sobre minha opinião sobre homossexualidade, acho que minha total aceitação encantou ela e foi me guiando pelos caminhos que levariam ela a dizer que gostava de homens e mulheres, pra mim foi super normal e ela se animou a contar um pouco das experiências dela. - Quando eu era mais nova tive um namorado, era como se chamava na época, a gente ficou junto por um bom tempo, achei que o relacionamento ia longe, mas esfriou por uma bobagem e terminamos, fiquei muito abalada e me cerquei das minhas amigas, amava muito elas até que uma me consolou, me apoiei nela e um dia aconteceu algo especial, a gente se beijou e aos poucos fomos pro love, desde então tive várias parceiras mas sempre mulheres, agora mesmo tô saindo com a Sofia, é uma garota estupenda, você vai gostar dela por vários motivos, é simpática, carinhosa e… é uma gostosa, ela vai vir daqui a pouco e você vai conhecê-la. Gostei da sinceridade da Cris, simpatizei muito com ela, me senti à vontade, começamos a brincar e ficamos íntimos. Daqui a pouco tocou a campainha, a Cris foi abrir, quando a Sofia entrou fiquei grudado na cadeira, era uma gostosa de Mulher, teria a mesma idade que a Cris, mas o visual era totalmente oposto, feminina até o extremo. Levantei e beijei suas bochechas, cheirava maravilhosamente bem, a pele era como um pêssego. Mal me tocou, mas arrepiou os pelos da minha nuca. Cris estava na expectativa, nos observando. Sentamos num sofá baixo, a Cris colocou ela a par da minha mente aberta, e isso as relaxou. Começaram a fazer brincadeiras, até carícias. Primeiro foram toques leves, até que vieram beijos suaves e, por fim, os apaixonados. Eu estava como espectador e as incentivava. Elas estavam soltas, até que a Cris percebeu que eu estava de fora e decidiu me incluir na brincadeira.
— Manu, o que você acha de nós? Fazemos um bom par?
Antes que eu pudesse abrir a boca, minha tia pulou e sumiu no quarto dela. Quando voltou, trazia um lenço nas mãos, vinha pulando e disse:
— Tive uma ideia sensacional. Vamos fazer um jogo, Manu. Você vai nos comparar e vai ver como não somos tão diferentes, afinal somos duas mulheres.
Sofia era tão cética quanto eu, mas achou a ideia ótima para quebrar o gelo, e para mim, para ficar mais perto daquela gostosa. Sobre o tapete redondo que cobria quase toda a salinha, ela colocou uma cadeira, me fez sentar e vendeu meus olhos, prometendo que eu não me arrependeria. Depois foi me instruindo, disse que elas se amavam como eu poderia amar uma mulher e que a buceta delas era igual à minha. Para comprovar, eu teria que tocar as duas e assim perceberia que eram dois corpos iguais se não os visse com os olhos. Eu assenti com a cabeça e me preparei para qualquer coisa. A princípio, disseram que não falariam para não me distrair, eu aceitava tudo. Ouvi o barulho da roupa caindo, depois senti elas se aproximando de mim. Minha tia pegou minhas mãos, levantou-as, uma direcionou para Sofia e a outra para ela. As instruções eram claras: eu deveria tocar a mesma coisa com as duas mãos e comparar. Cris começou... Colocando a mão no rosto, Sofia aproximou o dela do meu. As diferenças eram claras: a juba cacheada da morena e o cabelo liso da Cris. Me preparei pra curtir. Acariciei as bochechas delas, os olhos, as orelhas. Com os lábios me demorei mais: carnudos os da morena e finos os da minha tia, mas ela abriu a boca e chupou meu dedo, sugando ele. O pescoço e os ombros eu gostei dos dois. Quando cheguei no peito, passei direto pelas tetas e desci pra barriga. Cris pegou minha mão de novo e levou pro lado da teta dela, não queria que eu deixasse nada de fora. Da barriga fui subindo a mão. Entre meus dedos da esquerda senti o arco do começo da teta da Sofia: era quente, macia e dura. Na direita não encontrei nada, mal se via um volume na pele, era macia, morna, mas lisa, até mais que a da irmã dela, Ana. Não percebi nada até sentir a aréola do mamilo, era bem mais larga que a da Ana e da Clara, e o mamilo em si era saliente como o delas. Me concentrei na da Sofia. Meus dedos pegavam cada vez mais carne, sempre dura, elevada, redonda. Quando achei que ia chegar no mamilo, ainda senti um novo volume, era como uma teta em cima da outra, e senti a aspereza da aréola e o mamilo que se misturava nela. Apertei e minha mão se encheu de mamilo. Ouvi Sofia suspirar. Meu pau começou a crescer. Quis continuar explorando. Passei de uma teta pra outra: um sulco fundo as separava, as curvas eram suaves e quentes. No caso da Cris, era como uma tábua, dava até pra sentir as costelas. A outra teta era igualmente inexistente. Com Sofia era tudo diferente. Não demorei pra pegar o outro montinho, era tão sensual quanto o primeiro. Me distraí apertando, pesando e beliscando ele. Deu uma vontade imensa de chupar aquilo, encher a boca com essa maravilha. Cris me tirou do devaneio, guiou minha mão pra barriga. A da Cris era completamente lisa, até côncava. A da Sofia era mais cheinha, com um umbigo carnudo e fundo. Os quadris redondos da Sofia e As escapadas da Cris, as bundas, sem desprezar a da minha tia, que tava alta e dura. A Sofia tinha umas nádegas duras e apertadas, dava pra ver perfeitamente os furinhos. Minha tia se virou pra eu passar pro púbis, eu esperava ansioso pra chegar lá, principalmente no da Sofia. Tive uma surpresa: as duas estavam completamente depiladas, mas na Cris os lábios eram muito altos, começavam no meio do púbis. O da Sofia era carnudo e com os lábios fechados, bem baixinhos. Quando continuei apalpando a Cris, levei um susto: abri os lábios dela e entre meus dedos apareceu o clitóris. Mesmo reconhecendo minha pouca experiência em sexo, não esperava um clitóris daquele tamanho. Era longo e duro, sobressaía pra caralho entre os lábios finos, parecia o pinto pequeno de um menino de três anos, com sua cabecinha e prepúcio. Passei os dedos em volta e notei que a Cris abria as coxas involuntariamente. Aproveitei pra rodeá-lo e apertar, ele endureceu muito mais, e enfiei dois dedos na buceta dela pra sentir a umidade. Na vulva da Sofia também investiguei o clitóris dela: era longo e pouco saliente, coberto de pele, e a buceta apertada dela me recebeu com gosto, enfiei os dois dedos bem justinhos. Nessa altura, meu pau tava a mil por hora. Minha tia, sem tirar a mão da boceta dela, puxou pra eu me levantar, tocou no meu pau e disse: — Pô, Manu, vejo que você gosta do que toca, seja de quem for. Queria te pedir um favor. Como já te contei, tive um namorado há muitos anos, desde então não toquei em nenhum pau, e o seu me parece dos bons. Posso tirar ele pra fora? Eu só balancei a cabeça que sim, não tinha nem saliva na boca. A Cris, habilidosa, soltou minha calça e puxou meu pau pra fora, apontando num ângulo de 45 graus pro teto. — Manu, desculpa, mas tenho que te pedir: queria pegar nele. Já faz tempo que não sinto um. Ela pegou. Senti ela desembainhar e apertar, notando a dureza. — Manu, vou te contar um segredo: a Sofia nunca esteve com um homem, nunca tocou num pau. Pau, consegue fazer isso? Um "sim" baixinho escapou dos meus lábios, e eu notei as duas mãos femininas medindo e apreciando a grossura.
- Manu, vou te pedir mais um favor, posso chupar um pouquinho do seu pau?
Nem respondi. A boca dela envolveu meu pau depois de umas lambidas, e eu já não aguentei…
- Cris, agora posso te pedir uma coisa?
- O que você quiser, Manu.
- Eu queria muito comer sua buceta, especialmente esse clitóris tão grande.
- Adoro que você peça isso. Vou te contar que foi por causa dele que terminei com meu ex.
- Como assim? Ele não gostava?
- Ele tinha nojo ou algum bloqueio, sei lá.
- Bom, eu amo. Comeria ele inteiro.
A resposta foi ela tirar a venda dos meus olhos. A visão que eu tive era como se estivesse no céu: à minha esquerda, um anjo voluptuoso, com umas curvas de matar; à direita, a Cris, magra, reta, mas com uns quadris bem femininos e um rosto sensual. As duas estavam com as mãos no meu pau.
Cris se ajoelhou no tapete, pegou o pau e levou à boca. A mão da Sofia segurava e balançava devagar. Depois de chupar um pouco, ela se levantou e foi pro quarto. Quando voltou, trouxe uma caixinha. De dentro, tirou um consolador bem realista, preto, e entregou pra Sofia. Ela me mostrou e disse:
- Te apresento o Simba, nosso homem.
Ela também sentou no tapete. Cris se deitou e abriu as pernas totalmente, me oferecendo aquele clitóris gigante que parecia um nariz entre os lábios. Eu me deitei ao lado dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela. Com a língua, senti que ele estava duro, parecia um dedo mindinho. Não achei nada desprezível e meti ele na boca. Minha tia abriu ainda mais as pernas e gemeu de prazer. Eu enfiava os dedos na vagina apertada até onde dava, enquanto ela suspirava e a Sofia acariciava os pezinhos dela e beijava sua boca. Cris esticou a mão, pegou o consolador que chamavam carinhosamente de Simba pra Sofia meter e colaborar no prazer. Sofia se deitou ao lado da Cris. abrindo as pernas, Cris foi enfiando o consolador depois de ter chupado ele, deixou quase inteiro pra dentro, a morena levantou os quadris pra Cris meter o consolador rápido, tanto prazer que recebia que, sem querer, talvez inconscientemente, se aproximou de mim e meteu meu pau na boca, era a primeira vez que tinha contato com um homem, mas não pensou nisso enquanto eu chupava a Cris, ela enfiava o Simba na buceta da morena e eu chupava o pau dela, era uma cena das mais eróticas, teria sido se não tivesse me excitado tanto o boquete que ela me dava, que tirou da boca e montou em cima de mim, apontou minha glande na vagina dela e se deixou cair de uma vez, não parou de pular em cima de mim até a Cris gritar que ia gozar, a Sofia respondeu que também ia, e eu não pude dizer nada porque tava com a boca cheia, mas gozei do mesmo jeito, enchi de porra a buceta da Sofia, na juventude dela já tinha tido um pau dentro e dessa vez encheu de leite. Quando nos desvencilhamos da roda sexual, estávamos exaustos, minha boca cheia do melado da Cris, que, exausta, deixava escorrer entre as virilhas. A Sofia se levantou com os jatos de sêmen escorrendo entre os lábios da vagina, se deixou cair entre nós, até que conseguimos nos vestir. Voltei pra casa com as pernas bambas, tinha conhecido minha tia Cris, a parceira dela e a gente tinha transado os três, e estávamos encantados com a promessa de repetir tudo de novo.
- Ah! E aí, curtiu o filme?
- Pra gozar de gosto, respondi. E o que aconteceu com Carlos?
— É um idiota e ainda tem umas mãos que parecem garras, você sim sabe acariciar. Convidei ele pra tomar um drink num dos bares, tava cheio de gente bonita, uma mina me chamou atenção, tinha um corpo de dar inveja, tava de costas, uma bunda imponente, umas pernas que pareciam colunas, uma cintura fina e uma cabeleira morena cacheada e sedosa, tava se beijando apaixonadamente com alguém, quando contornei elas fiquei chocado, quem tava beijando ela com tanta paixão era uma garota e reconheci minha tia Ana…, não era minha mãe… mas se não tinha a cabeleira dela, tava com cabelo curto estilo menino, mas tinha o mesmo tipo físico, que loucura, dei outra volta, a garota me olhou e piscou um olho, não eram elas, era minha outra tia Cris. Que forte, Emi percebeu mas achou que eu tava besta com a gostosona e me disse…
— Pô Manu, ainda não teve o suficiente?
Levei ela pra outro bar, tava pasmo, minha tia Cris era mais nova que Ana, devia ter uns 25 anos mais ou menos, tinha visto ela poucas vezes, era muito independente, as irmãs dela diziam que era meio “esquisitinha”, agora não sei mais o que queriam dizer, não sei se sabiam que era lésbica ou se era só liberal, não sabiam de nada, se viam pouco, só nos aniversários e festas importantes, eu sabia pouco dela. Quando cheguei em casa minha mãe já tinha chegado, tinha se trocado e tava preparando o jantar, eu também me troquei e ajudei no que pude, montei a mesa e deixei tudo pronto, na cozinha ela tava cuidando de várias coisas ao mesmo tempo, eu comecei a lavar umas louças e como se nada perguntei…
— Clara, e sua irmã Cris? Sabe alguma coisa dela?
— Bom, agora que você falou, faz tempo que não falo com ela, quando tiver um tempinho vou ligar.
— É que achei que vi ela no centro, parecia muito com vocês, parecia gêmea.
— É, a verdade é que todas as irmãs nos parecemos muito, temos quase o mesmo tipo físico, a Julia é um pouco mais cheinha, tem Uma com mais peito e quadril do que eu. A Ana você já conhece, e a Cris é ainda mais magra que a gente, lisinha total, sempre foi muito independente e é feliz do jeito que é. Parece que a Cris leu nossos pensamentos, porque na hora ligou perguntando como a gente estava e tal. Minha mãe falou que eu tinha visto ela, e a Cris disse que nem tinha percebido... Combinaram de vir outro dia. Minha mãe mudou de assunto rapidinho, serviu o jantar e enquanto a gente comia, me perguntou como tinha sido o filme. Contei tudo, menos a companhia da Emi, claro. Ela me contou que tinham ido fazer compras, lanchado numa cafeteria e se divertido pra caramba. Perguntei se tinha comprado algo bonito e ela disse que sim, as duas tinham esquentado o cartão de crédito, falou rindo. Depois do jantar, a gente arrumou a mesa juntos e sentou no sofá. Ela tirou os sapatos, subiu as pernas no assento e me contou as voltas que deram nas lojas, as risadas nos provadores, como trocaram de roupa igual menininhas e se deram conselhos uma pra outra. Nisso, ela teve a ideia de me incluir na opinião das compras. Não achei ruim. Pulou do sofá e trouxe vários pacotes do quarto. Começou a abrir: um vestido rodado. Tirou o roupão que estava usando e vestiu na hora. Se afastou pra eu ver de longe, deu uma volta fazendo a saia rodar. Gostei, ainda mais com aquele decote em V que valorizava muito. Depois veio um lenço, um suéter, uma camisa, mas numa caixa bem decorada ela guardava a surpresa. Tirou o vestido e saiu correndo pro quarto. Quando voltou, tava usando um conjunto de lingerie preto: a calcinha fio dental com só um triângulo na frente, além de renda transparente, e o sutiã dois triângulos que grudavam no corpo sem alças, também transparente, marcando os bicos e as aréolas. Ela se virou, os fios quase invisíveis do fio dental deixavam as pernas dela ainda mais longas. As nalgas mais redondas, o sutiã por trás deixava ela usar vestidos bem decotados. Ela veio na minha direção com passos lentos, arqueando a cintura, quando chegou perto falou…
- Pela tua cara vejo que tu gosta de mim, mas vou perguntar pro teu amigo.
Ela colocou a mão no meu volume, meu pau me traiu e não deu pra disfarçar, já tava duro fazia um tempão.
- Tira pra mim?
Ela virou de costas e eu passei as mãos do pescoço pros ombros, quando ela levantou os braços, segui pelas axilas, com dois dedos soltei o fecho e caiu no chão, segui pela cintura e pelos quadris, passei os dedos por baixo das tiras e soltei o que tava escondido entre as nádegas, no chão juntou com o sutiã, ela se abaixou pra pegar e a bunda dela ficou na altura do meu rosto, agarrei nas coxas dela e enfiei a cara entre as nádegas, com a língua lambi o buraco escuro e rugoso, ela não esperava e tentou se esquivar, mas não conseguiu, tava bem presa então continuei lambendo, quando ela relaxou, ela mesma separou com as mãos as nádegas e minha boca afundou entre elas.
A ponta da língua lutava pra entrar nem que fosse meio centímetro, ela queria ajudar mas não conseguia, se abaixou ainda mais, não resisti à tentação de descer e lamber os lábios da buceta dela, isso acabou de relaxar ela, vi a bunda dela se abrir e aí minha língua entrou quase um centímetro.
Clara se apoiou pra trás contra meu rosto, já não precisava segurar ela e minhas mãos foram pro clitóris e pra buceta dela que depois de molhar com os sucos, um dedo entrou no cu já relaxado. Quando ela percebeu que não era mais minha língua e que tava entrando, ela virou pra mim esperando, perguntei com o olhar se podia continuar, ela só levantou as sobrancelhas.
Meu dedo sumiu entre as nádegas brancas, o cu sedoso contrastava com a buceta rugosa, não incomodava ela, dava curiosidade, me atrevi a tirar o dedo e continuar molhando o buraco, ela pareceu ficar impaciente rebolando, no dedo juntou o outro, o esfíncter apertou um pouco mas pronto ela me deixou continuar, Clara suspirava quando meus dedos giravam dentro dela, me levantei e tirei a pica, ela não viu, mas quando enfiei três dedos já se mexia inquieta, com muita paciência fui aumentando o calibre do buraco, quando ela ficava desconfortável me aproximei e deixei cair saliva na cabecinha e substituí pelos dedos, Clara virou de novo com os olhos bem abertos, perguntei e ela fechou os olhos devagar assentindo. A pressão foi aumentando até o glande desaparecer entre as nádegas, Clara se apoiou na borda da mesa, com a mão me incentivou a continuar, enquanto abria mais as bandas do cu, o tronco da minha pica molhado de saliva foi sumindo até a metade, ela levantou uma mão pedindo tempo, parei e fiquei tentado a tirar, mas então ela me animou de novo com a mão, voltei a pressionar e dessa vez não encontrei resistência, fui até o fundo, grudei nela, minha pica dentro dela totalmente e minhas bolas molhadas pelos sucos dela na buceta. Abracei Clara por trás, sentei no sofá e ela passou as pernas para o lado das minhas, olhou entre elas e se certificou de que estava enfiada pelo cu, não acreditava, a buceta dela livre e minha pica no cu dela, pegou minhas mãos e colocou nos peitos, fiquei amassando os pequenos globos, até que me dediquei a acariciar o clitóris dela e com a outra mão enfiava dois dedos na vagina, ela pulava levemente com cuidado mas até o fundo, se recostou em mim e virando a cabeça procurou meus lábios me beijando, como estava senti um calafrio percorrer o corpo dela e ela gozou forte, não consegui segurar minha emoção, Clara, gozando com minha pica no cu dela pela primeira vez e gozei junto, enchi ela de porra e quando conseguiu se levantar um rego de sêmen saiu sob pressão. Fomos dormir exaustos. Depois da primeira ligação delas combinaram de se visitar, Cris apareceu na porta da minha casa, se beijaram com muito carinho, já tinha passado tempo demais sem se verem, minha mãe me Ela se apresentou e fez de conta que quase não me conhecia, não quis desfeitiá-la e entrei na dela. Só falei que tinha visto ela sentada num bar. Ela se interessou muito por mim, perguntou se eu tinha namorada e se tava indo bem nos estudos, era super animada e simpática, me convidou pra casa dela, no começo recusei mas ela insistiu tanto que minha mãe entrou na dela, no final tive que aceitar. No dia marcado cheguei na hora, quem abriu foi a Cris, dentro da simplicidade ela tava bem arrumada, quase sem maquiagem e com o cabelo curtinho, era atraente, gostei muito da casa, tava decorada com bom gosto mas simples. Na sala sentamos numa mesinha com aquecedor, era bem aconchegante, ficamos conversando sobre vários assuntos, ela no começo me tratava como se eu fosse um moleque, mas conforme a conversa foi rolando ela foi me tratando como eu realmente era, no final chegou no assunto sexo, me sondou sobre minha opinião sobre homossexualidade, acho que minha total aceitação encantou ela e foi me guiando pelos caminhos que levariam ela a dizer que gostava de homens e mulheres, pra mim foi super normal e ela se animou a contar um pouco das experiências dela. - Quando eu era mais nova tive um namorado, era como se chamava na época, a gente ficou junto por um bom tempo, achei que o relacionamento ia longe, mas esfriou por uma bobagem e terminamos, fiquei muito abalada e me cerquei das minhas amigas, amava muito elas até que uma me consolou, me apoiei nela e um dia aconteceu algo especial, a gente se beijou e aos poucos fomos pro love, desde então tive várias parceiras mas sempre mulheres, agora mesmo tô saindo com a Sofia, é uma garota estupenda, você vai gostar dela por vários motivos, é simpática, carinhosa e… é uma gostosa, ela vai vir daqui a pouco e você vai conhecê-la. Gostei da sinceridade da Cris, simpatizei muito com ela, me senti à vontade, começamos a brincar e ficamos íntimos. Daqui a pouco tocou a campainha, a Cris foi abrir, quando a Sofia entrou fiquei grudado na cadeira, era uma gostosa de Mulher, teria a mesma idade que a Cris, mas o visual era totalmente oposto, feminina até o extremo. Levantei e beijei suas bochechas, cheirava maravilhosamente bem, a pele era como um pêssego. Mal me tocou, mas arrepiou os pelos da minha nuca. Cris estava na expectativa, nos observando. Sentamos num sofá baixo, a Cris colocou ela a par da minha mente aberta, e isso as relaxou. Começaram a fazer brincadeiras, até carícias. Primeiro foram toques leves, até que vieram beijos suaves e, por fim, os apaixonados. Eu estava como espectador e as incentivava. Elas estavam soltas, até que a Cris percebeu que eu estava de fora e decidiu me incluir na brincadeira.
— Manu, o que você acha de nós? Fazemos um bom par?
Antes que eu pudesse abrir a boca, minha tia pulou e sumiu no quarto dela. Quando voltou, trazia um lenço nas mãos, vinha pulando e disse:
— Tive uma ideia sensacional. Vamos fazer um jogo, Manu. Você vai nos comparar e vai ver como não somos tão diferentes, afinal somos duas mulheres.
Sofia era tão cética quanto eu, mas achou a ideia ótima para quebrar o gelo, e para mim, para ficar mais perto daquela gostosa. Sobre o tapete redondo que cobria quase toda a salinha, ela colocou uma cadeira, me fez sentar e vendeu meus olhos, prometendo que eu não me arrependeria. Depois foi me instruindo, disse que elas se amavam como eu poderia amar uma mulher e que a buceta delas era igual à minha. Para comprovar, eu teria que tocar as duas e assim perceberia que eram dois corpos iguais se não os visse com os olhos. Eu assenti com a cabeça e me preparei para qualquer coisa. A princípio, disseram que não falariam para não me distrair, eu aceitava tudo. Ouvi o barulho da roupa caindo, depois senti elas se aproximando de mim. Minha tia pegou minhas mãos, levantou-as, uma direcionou para Sofia e a outra para ela. As instruções eram claras: eu deveria tocar a mesma coisa com as duas mãos e comparar. Cris começou... Colocando a mão no rosto, Sofia aproximou o dela do meu. As diferenças eram claras: a juba cacheada da morena e o cabelo liso da Cris. Me preparei pra curtir. Acariciei as bochechas delas, os olhos, as orelhas. Com os lábios me demorei mais: carnudos os da morena e finos os da minha tia, mas ela abriu a boca e chupou meu dedo, sugando ele. O pescoço e os ombros eu gostei dos dois. Quando cheguei no peito, passei direto pelas tetas e desci pra barriga. Cris pegou minha mão de novo e levou pro lado da teta dela, não queria que eu deixasse nada de fora. Da barriga fui subindo a mão. Entre meus dedos da esquerda senti o arco do começo da teta da Sofia: era quente, macia e dura. Na direita não encontrei nada, mal se via um volume na pele, era macia, morna, mas lisa, até mais que a da irmã dela, Ana. Não percebi nada até sentir a aréola do mamilo, era bem mais larga que a da Ana e da Clara, e o mamilo em si era saliente como o delas. Me concentrei na da Sofia. Meus dedos pegavam cada vez mais carne, sempre dura, elevada, redonda. Quando achei que ia chegar no mamilo, ainda senti um novo volume, era como uma teta em cima da outra, e senti a aspereza da aréola e o mamilo que se misturava nela. Apertei e minha mão se encheu de mamilo. Ouvi Sofia suspirar. Meu pau começou a crescer. Quis continuar explorando. Passei de uma teta pra outra: um sulco fundo as separava, as curvas eram suaves e quentes. No caso da Cris, era como uma tábua, dava até pra sentir as costelas. A outra teta era igualmente inexistente. Com Sofia era tudo diferente. Não demorei pra pegar o outro montinho, era tão sensual quanto o primeiro. Me distraí apertando, pesando e beliscando ele. Deu uma vontade imensa de chupar aquilo, encher a boca com essa maravilha. Cris me tirou do devaneio, guiou minha mão pra barriga. A da Cris era completamente lisa, até côncava. A da Sofia era mais cheinha, com um umbigo carnudo e fundo. Os quadris redondos da Sofia e As escapadas da Cris, as bundas, sem desprezar a da minha tia, que tava alta e dura. A Sofia tinha umas nádegas duras e apertadas, dava pra ver perfeitamente os furinhos. Minha tia se virou pra eu passar pro púbis, eu esperava ansioso pra chegar lá, principalmente no da Sofia. Tive uma surpresa: as duas estavam completamente depiladas, mas na Cris os lábios eram muito altos, começavam no meio do púbis. O da Sofia era carnudo e com os lábios fechados, bem baixinhos. Quando continuei apalpando a Cris, levei um susto: abri os lábios dela e entre meus dedos apareceu o clitóris. Mesmo reconhecendo minha pouca experiência em sexo, não esperava um clitóris daquele tamanho. Era longo e duro, sobressaía pra caralho entre os lábios finos, parecia o pinto pequeno de um menino de três anos, com sua cabecinha e prepúcio. Passei os dedos em volta e notei que a Cris abria as coxas involuntariamente. Aproveitei pra rodeá-lo e apertar, ele endureceu muito mais, e enfiei dois dedos na buceta dela pra sentir a umidade. Na vulva da Sofia também investiguei o clitóris dela: era longo e pouco saliente, coberto de pele, e a buceta apertada dela me recebeu com gosto, enfiei os dois dedos bem justinhos. Nessa altura, meu pau tava a mil por hora. Minha tia, sem tirar a mão da boceta dela, puxou pra eu me levantar, tocou no meu pau e disse: — Pô, Manu, vejo que você gosta do que toca, seja de quem for. Queria te pedir um favor. Como já te contei, tive um namorado há muitos anos, desde então não toquei em nenhum pau, e o seu me parece dos bons. Posso tirar ele pra fora? Eu só balancei a cabeça que sim, não tinha nem saliva na boca. A Cris, habilidosa, soltou minha calça e puxou meu pau pra fora, apontando num ângulo de 45 graus pro teto. — Manu, desculpa, mas tenho que te pedir: queria pegar nele. Já faz tempo que não sinto um. Ela pegou. Senti ela desembainhar e apertar, notando a dureza. — Manu, vou te contar um segredo: a Sofia nunca esteve com um homem, nunca tocou num pau. Pau, consegue fazer isso? Um "sim" baixinho escapou dos meus lábios, e eu notei as duas mãos femininas medindo e apreciando a grossura.
- Manu, vou te pedir mais um favor, posso chupar um pouquinho do seu pau?
Nem respondi. A boca dela envolveu meu pau depois de umas lambidas, e eu já não aguentei…
- Cris, agora posso te pedir uma coisa?
- O que você quiser, Manu.
- Eu queria muito comer sua buceta, especialmente esse clitóris tão grande.
- Adoro que você peça isso. Vou te contar que foi por causa dele que terminei com meu ex.
- Como assim? Ele não gostava?
- Ele tinha nojo ou algum bloqueio, sei lá.
- Bom, eu amo. Comeria ele inteiro.
A resposta foi ela tirar a venda dos meus olhos. A visão que eu tive era como se estivesse no céu: à minha esquerda, um anjo voluptuoso, com umas curvas de matar; à direita, a Cris, magra, reta, mas com uns quadris bem femininos e um rosto sensual. As duas estavam com as mãos no meu pau.
Cris se ajoelhou no tapete, pegou o pau e levou à boca. A mão da Sofia segurava e balançava devagar. Depois de chupar um pouco, ela se levantou e foi pro quarto. Quando voltou, trouxe uma caixinha. De dentro, tirou um consolador bem realista, preto, e entregou pra Sofia. Ela me mostrou e disse:
- Te apresento o Simba, nosso homem.
Ela também sentou no tapete. Cris se deitou e abriu as pernas totalmente, me oferecendo aquele clitóris gigante que parecia um nariz entre os lábios. Eu me deitei ao lado dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela. Com a língua, senti que ele estava duro, parecia um dedo mindinho. Não achei nada desprezível e meti ele na boca. Minha tia abriu ainda mais as pernas e gemeu de prazer. Eu enfiava os dedos na vagina apertada até onde dava, enquanto ela suspirava e a Sofia acariciava os pezinhos dela e beijava sua boca. Cris esticou a mão, pegou o consolador que chamavam carinhosamente de Simba pra Sofia meter e colaborar no prazer. Sofia se deitou ao lado da Cris. abrindo as pernas, Cris foi enfiando o consolador depois de ter chupado ele, deixou quase inteiro pra dentro, a morena levantou os quadris pra Cris meter o consolador rápido, tanto prazer que recebia que, sem querer, talvez inconscientemente, se aproximou de mim e meteu meu pau na boca, era a primeira vez que tinha contato com um homem, mas não pensou nisso enquanto eu chupava a Cris, ela enfiava o Simba na buceta da morena e eu chupava o pau dela, era uma cena das mais eróticas, teria sido se não tivesse me excitado tanto o boquete que ela me dava, que tirou da boca e montou em cima de mim, apontou minha glande na vagina dela e se deixou cair de uma vez, não parou de pular em cima de mim até a Cris gritar que ia gozar, a Sofia respondeu que também ia, e eu não pude dizer nada porque tava com a boca cheia, mas gozei do mesmo jeito, enchi de porra a buceta da Sofia, na juventude dela já tinha tido um pau dentro e dessa vez encheu de leite. Quando nos desvencilhamos da roda sexual, estávamos exaustos, minha boca cheia do melado da Cris, que, exausta, deixava escorrer entre as virilhas. A Sofia se levantou com os jatos de sêmen escorrendo entre os lábios da vagina, se deixou cair entre nós, até que conseguimos nos vestir. Voltei pra casa com as pernas bambas, tinha conhecido minha tia Cris, a parceira dela e a gente tinha transado os três, e estávamos encantados com a promessa de repetir tudo de novo.
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