Minha timidez e minha tia gostosa

Minha família sempre foi muito formal, conservadora e de bons costumes. Aos meus quinze anos, eu passava os dias estudando e ajudando minha mãe, não tinha outros interesses. Desde os doze anos, carregava a responsabilidade de apoiar minha mãe em tudo. Assumi isso sem perceber, quando, depois de um acontecimento que partiu minha vida, meu pai, inesperadamente, ficou doente e em poucos dias faleceu, não sem antes me fazer prometer que ajudaria minha mãe em tudo e obedeceria à minha família. Com essa idade, fazia o que estava ao meu alcance para que minha mãe não sentisse tanto a falta de um homem em casa, ajudava em tudo e, de quebra, agradecia como podia a ajuda que recebíamos da minha família. Aos quinze anos, no meu aniversário, vi meus sacrifícios de criança recompensados com o sonho da minha vida, em forma de cachorro. Minha mãe me deu um filhote de boxer, era tudo que sempre desejei. Desde aquele dia, me dediquei exclusivamente aos cuidados dele. Preciso contar que minha mãe era a segunda irmã de quatro. A mais velha, Júlia, era separada, tinha uma filha e morava em outra cidade, talvez por isso fossem um pouco distanciadas. Minha mãe, Clara, tinha 40 anos, e as duas irmãs seguintes, Ana, casada com 35 anos, e Cris, com 30 anos, solteira. As irmãs se pareciam bastante. Tenho que admitir que não eram o que se diz umas gostosas, não eram feias, não, mas sem chamar atenção, compensavam com o bom caráter. Minha rotina mudou com o cachorro. Arranjava tempo de onde podia para levá-lo para passear e brincar com ele. Ele já tinha crescido bastante e, para não incomodar ninguém, ia com ele para a praia. Eu não morava longe e, com a temperatura boa que quase sempre fazia, era o lugar perfeito. Uma tarde, ele escapou, saiu correndo e eu perdi ele de vista. Chamei por ele e já estava desesperado quando o vi perto de uma garota que o acariciava. Estranhei, porque ele não era muito sociável, mas, ao me aproximar, reconheci minha tia Ana. Ela não morava longe e também ia passear com a cadela dela, era pequena e Muito nervosa, meu cachorro não parava de cheirar a putinha e não deixava ela trepar, a Ana se preocupava em esconder a putinha, mas meu cachorro devia estar no cio e procurava ela sem parar. Ela se abaixou e escondeu a cadela entre os braços, mas meu cachorro ficou atrás dela, colocou as patas nas costas dela e se grudou por trás, empurrando ela. Minha tia me olhou e se virou pra ver o que o cachorro tava fazendo. O bicho tinha tirado o pau vermelho da bainha e tava encostando ele na bunda da minha tia. A Ana, que tava de legging, sentiu claramente o calor do pau canino e, me olhando com um sorriso, falou: — Puxa, parece que seu cachorro tá bem animado, olha só o que ele mostrou. Enquanto falava, apontou com o dedo pro pau molhado e vermelho do boxer até encostar nele, levantou ele pra dar mais impacto, mas o impacto foi em mim, melhor dizendo, no meu pau. Debaixo da calça de moletom, ele tinha escapado por baixo da cueca e tinha ganhado comprimento. A Ana não deixou passar despercebido e, com o mesmo gesto, tocou ele com o dedo, levantando ele. Fiquei sem saber reagir, tava em choque, só ouvi minha tia murmurar: — Adoraria sentir ele dentro de mim. Me despedi rapidamente, puxei meu cachorro e, sem me virar, acenei com a mão pra evitar o volume enorme que marcava minha calça. De volta pra casa, comecei a refletir sobre o que tinha acontecido, não conseguia entender. Nunca tinha reparado na Ana, na verdade ela era uma garota normal, não tinha peitão nem decote, nem bunda, e era bem magrinha, sempre se vestia discretamente e era casada, tudo bem normal. Quando cheguei em casa, a ereção já tinha baixado e minha mãe tratou de me fazer esquecer de tudo me dando tarefas. O marido da minha tia tinha um bom emprego, permitia que ela vivesse bem, embora o obrigasse a viajar bastante. Eu me dava muito bem com ele, era muito simpático e sempre me trazia uma lembrança de onde ia, ficava na expectativa de quando ele voltava pra ir na casa dele abrir o presente. Talvez por isso não estranhei nada quando minha tia ligou pra minha mãe e Disse que se eu podia passar na casa dela pra fazer um favor, claro que fui iludido esperando um presente. Minha tia me recebeu sorrindo, e na minha cara de decepção falou que o marido ainda não tinha chegado, mas queria me pedir um favor: que eu acompanhasse ela pra levar a cadela no veterinário. Claro que aceitei, e enquanto ela se arrumava, eu me distraía brincando com a cadela. Num dado momento, ela saiu do banheiro e foi pro quarto, passando por mim. Tava maquiada, mas só vestia uma calcinha minúscula e um sutiã pequeno que mal escondia uns peitos pequenos. Continuei brincando com a cadela, não dei muita importância, mas pelo visto meu pau sim — ficou marcado escandalosamente pra cima, quase chegando no cinto. Quando minha tia voltou, tinha colocado meia-calça e sapatos de salto alto. Levantei pra deixar ela passar, e quando chegou perto de mim, roçou meu pau com um dedo. Virou e disse: — Sobrinho, não me diga que isso é por brincar com a cadela… Senti meu rosto queimar de vergonha. Ana, longe de me acalmar, chegou perto de mim, pegou meu pau com a mão toda e falou no meu ouvido: — Manuel, vou te pedir um favor. Na primeira vez que vi o volume aí, prometi a mim mesma que um dia ia ter isso dentro de mim. Acho que hoje é o dia. Tudo bem pra você? Não cheguei a responder. Não tinha processado a situação na minha cabeça quando as mãos habilidosas de Ana já tinham soltado o cinto, abaixado a braguilha e as calças até os tornozelos. Ela ficou de joelhos na minha frente. Por baixo da cueca, meu pau pulsava pra sair, apontando pra cima e pra frente. Minha tia ficou extasiada na frente dele, sem ousar descobrir o que apontava pra ela, e eu não fazia ideia do que fazer. Por fim, ela passou as mãos dos meus joelhos pra cima, até a cintura, pegou a cueca pela borda e foi puxando pra baixo. Meu pau tava forçado até doer. O tronco apareceu primeiro, os olhos da minha tia não piscavam, a boca entreaberta deixava escapar um suspiro mal contido. A glande opôs muita resistência... resistência pra sair, a dobra estava enganchada na roupa, impaciente, Ana com uma mão agarrou o tronco da pica e puxou a cueca de uma vez, a pica saltou soltando da mão de Ana passando na frente dos olhos dela, vermelha, inchada, venosa, brilhante e com uma gota na ponta, ela acompanhava com os olhos de cima a baixo, colocou as duas mãos nas minhas nádegas e esperou se nivelar, a boca dela se abriu e depois de lamber a glande em volta enfiou entre os lábios sugando, a língua dela apertou contra o céu da boca e eu achei que ia morrer de prazer. Ficou só meio minuto com a pica na boca, quando tirou só conseguiu falar… -       Isso não pode ser desperdiçado. Pegou na minha pica e puxando me levou até o sofá, sentou ou melhor deitou e me arrastou pra cima dela, eu mal conseguia andar com a calça nos tornozelos, foi me subindo em cima dela, minhas mãos não sabiam o que fazer nem onde colocar, só consegui me apoiar nela, quando minha cara ficou do lado da dela pensei em beijá-la mas ela tinha outros planos, com uma mão molhada de saliva molhou minha glande, afastou a calcinha pro lado e apontou minha pica entre as pernas dela, eu empurrei desajeitado, ela sussurrou… -       Não espera, isso é minha virilha, agora sim, entra devagar, bem devagar… Não lembro de ter ouvido isso último, quando senti a umidade da buceta dela na minha glande empurrei fundo, enterrei até o saco, quando olhei pra ela os olhos expressavam entre surpresa e decepção. Quando fechou os olhos me disse baixinho no ouvido… -       Manuel, te falei devagar, bem devagar, vamos começar de novo, mas não tira ela toda, hein? Arrependido, tirei como ela tinha dito, lentamente até quase tirar, quando a glande ia sair ela envolveu minha cintura com as pernas e foi pressionando meus rins fazendo cada dobra da buceta dela pular junto com a da minha glande, eu sentia pela pressão que fazia na minha pica. Quando me prendeu, pegou na minha cara e me deu um beijo na boca que me deixou tonto. Foi meu primeiro beijo e foi completo, desde mordiscadas até lambidas e jogo de língua. Quando ela me soltou do abraço das pernas, minha cintura pareceu acordar; até então eu tava pressionando meu pau dentro da buceta da Ana, mas de repente ela reagiu e saiu de uma vez, dessa vez completamente, mas quando a buceta ainda não tinha fechado, entrou de novo, fundo como já sabia, e não parou até que minha tia, entre suspiros, me implorou pra parar. Eu sentia as pulsações da cabeça do pau dentro dela, não liguei até que, sem saber bem o que tava fazendo, enchi ela de porra até vazar, molhando minhas bolas. Ela ficou imóvel, com as pernas abertas, a calcinha de lado, meu pau dentro e eu ofegando em cima dela. De repente, me deu um ataque de timidez, saí de dentro dela, vesti minha calça e, pegando a coleira da cadela, puxei ela e saí correndo… — Vou passear com a cadela. Não parei de correr até a esquina da rua. Percebi que a cadela mal conseguia me acompanhar, meu coração parecia um tambor. Comecei a perceber que tinha transado pela primeira vez, ou melhor, que tinham transado comigo, que tinha beijado pela primeira vez, e que beijo, e acima de tudo, tinha feito tudo com minha tia Ana, nada menos que com a Ana. Quando consegui me acalmar, me arrependi, pensei no que minha tia tinha feito por mim, na verdade o melhor presente, e eu tinha agido como um moleque com ela. Minha vergonha se transformou em culpa, até que meus passos me levaram até a porta da minha tia. Quando apertei a campainha, esperava uma bronca enorme, tava preparado pra aguentar e pedir desculpas até não aguentar mais. A porta se abriu, minha tia se afastou pra eu entrar. Eu esperava que ela pedisse a cadela e depois me expulsasse. Ela pegou a coleira da cadela e se pendurou no meu braço, me acompanhou até a sala. Eu não levantava a cara de vergonha. Ela me sentou no sofá onde um tempo antes ela tinha estado. Meu olhar tava fixo nos sapatos de salto dela, não piscaram até ver que o robe que cobria minha tia caía sobre eles. Fui subindo o olhar, os Tornozelos, joelhos, coxas, eu subia como hipnotizado, mas quando cheguei na buceta dela, acordei. Me agarrei na cintura dela e, entre soluços, falei…
— Desculpa, Ana, quero te comer toda.
Minha tia não respondeu, só abriu as coxas, com os dedos separou os lábios da buceta e deixou o clitóris brilhante à mostra. Minha língua, instintivamente, grudou nele. Ninguém tinha me explicado, mas eu sabia que era uma delícia. Lambi, mordi e chupei até não aguentar mais. Ana segurava minha cabeça e me guiava enquanto suspirava e abria mais e mais as pernas. Ela subiu uma perna no sofá, meu rosto se enfiou entre as coxas dela. A língua já não lambia só o clitóris, se aventurava pela buceta, e os lábios estavam molhados de saliva e sucos. Quando, com a ponta, alcancei o círculo do cu, minha tia desabou no sofá ao meu lado. Percebi que ela também não tava de sutiã. Os peitos pequenos dela mal cabiam na palma da mão, mas um mamilo duro se destacava, provocante, era marrom escuro, enrugado.
Ana, deitada no sofá, me deixava fazer. Às vezes, pela minha inexperiência, ela guiava meu rosto, enquanto ia desabotoando minha roupa. Aos poucos, me vi nu igual a ela. Tava com a cara entre as pernas dela, devorando a buceta com vontade, enquanto ela levantava o quadril buscando minha boca. As mãos dela, com suavidade, procuraram minhas pernas e as abriram bem em cima do rosto dela. Os lábios dela buscaram e encontraram sem dificuldade minha cabeça inchada. Não demorou pra desaparecer na boca dela. Ela agarrou minhas nádegas e puxou, me fazendo abrir mais as pernas e descer mais nela, enfiando meu pau até o fundo da garganta. Mal dava pra respirar, mas as mãos dela acariciavam minhas bolas, massageando, deixando elas duras.
As pernas de Ana descansavam uma no encosto do sofá e a outra no chão. Os movimentos do quadril dela mostravam que ela tava sentindo todo o prazer que eu podia dar. Uma leve vibração na barriga dela foi aumentando até chegar na buceta, quase sem pelos, só os lábios. Estavam depilados. Quando voltei a chupar o clitóris ereto dela, livre da capuz, ela abriu mais as pernas e levantou a bunda na direção do meu rosto, oferecendo a buceta pra minha boca. Umas convulsões me surpreenderam; por um momento achei que tinha feito algo errado, porque a boca dela largou meu pau e me abraçou pela cintura enquanto enfiava a cara entre minhas bolas. Os tremores na buceta foram aumentando, os gritos abafados dela contra minhas bolas acompanhavam as convulsões. Minha língua recolhia uns sucos bem mais grossos; mal conseguia continuar com a boca grudada na buceta dela, abraçado, eu tremia junto com ela. Quando se acalmou, não se mexeu — percebi porque a boca dela voltou a engolir meu pau. Com várias lambidas, ele ficou duro de novo como antes. Tentei me levantar, mas ela não deixou; continuou lambendo e chupando até eu não aguentar mais. Uma corrente elétrica subiu da nuca até as bolas, uma explosão de porra inundou a garganta da Ana. Não ouvi ela reclamar, só engolindo toda a goza que enchia ela. Quando os últimos espasmos me deixaram vazio, ela lambeu minha glande e me deu um beijo carinhoso. Levantei devagar; nossos corpos estavam encharcados de suor. Nos beijamos na boca, foi tão intenso quanto da primeira vez, agora com mais motivo. Minha mão pousou numa teta, ela pegou minha mão e passeou por todo o corpo dela, depois aproximou o rosto dela do meu peito pra eu morder o mamilo. Não quis que o outro ficasse seco, lambi ele suavemente, deixando ele ainda mais duro. Depois de recuperar as forças, minha tia pegou minha mão, sem dizer nada me levou pro chuveiro. Quando a água saiu quente, entramos os dois debaixo do jato. O corpo pequeno da minha tia se movia ágil, as mãos dela percorreram meu corpo me ensaboando e enxaguando. Minhas mãos atrapalhadas não sabiam onde pousar, então ela teve que se lavar sozinha. Depois de nos secar, saímos pra sala; me vesti enquanto ela vestia de novo o roupão com que me recebeu. Quando fiquei pronto, ela me beijou na ponta do nariz e me acompanhou até a porta… - Pois é, meu garotão, pra casa com a mamãe, depois a gente conversa. Eu queria perguntar se a gente podia repetir, mas ela colocou a mão nos lábios e me mandou calar a boca. Desci a escada de dois em dois degraus, pelo tom que ela falou, parece que não me saí tão mal e a gente ia se ver de novo a sós. Quando passei por uma perfumaria, tive a ideia de fazer um agrado pra Ana, deixei a vendedora me aconselhar e, depois de experimentar uns perfumes, escolhi um de marca. Quando cheguei em casa, minha mãe tava atarefada como sempre, com a blusa de sempre, na cozinha limpando o forno. Cheguei perto dela e dei um beijo, ela ficou parada um instante pensando, foram uns segundos, o suficiente pra ela sentir o cheiro da colônia que eu tava usando e pra eu, sem querer, olhar pelo decote vazio da blusa fina, enquanto pensava que, embora ela tivesse mais ou menos o mesmo tipo que a Ana, o decote dela marcava um vale bem apetitoso. Ela me olhou e perguntou…

- Hum, me parece que você tá cheirando a mulher, tô enganada? Senti que fiquei vermelho, mas tive presença de espírito pra improvisar.

- Poxa, você estragou a surpresa, queria te dar um presente pra mostrar o quanto te amo. Minha mãe arregalou os olhos, pegou o pacote e, abrindo, admirou como o vidro era bonito.

- Valeu, Manu, posso experimentar?

- Claro, mãe, é pra você, espero que goste. Minha mãe abriu a tampa e, levantando o cabelo, passou um pouco de perfume no pescoço. Depois virou de costas pra mim e disse…

- Tá gostando? Eu amei. Cheguei perto dela por trás, ela com as duas mãos segurava a cabeleira pra cima, eu a envolvi com as mãos na barriga e aproximei meu rosto do pescoço dela. Inspirei e senti a pele dela ganhar vida, enquanto o cheiro era maravilhoso, todos os pelinhos da nuca se arrepiaram. Minhas mãos a pegaram pela frente e meus dedos abrangeram o arco debaixo dos peitos dela, eles endureceram e, ao esticar a blusa, pude sentir os bicos dela. se destacavam como os da Ana, no reflexo que o vidro do forno fazia, marcavam na roupa. Minha cabeça fervia olhando o vidro, minhas mãos sentiam como o coração da minha mãe pulsava, e meu pau começou a crescer sem me consultar. Minha mãe quis me agradecer se aproximando de mim, não soltou o cabelo e também não fez sinais de desgosto onde minhas mãos pousavam, mas se grudou em mim. Quando tentei me afastar, já era tarde; a bunda dela estava colada no meu pau, involuntariamente se encaixou entre as bandas da bunda dela. Não devia estar de calcinha muito grande, porque se incrustou entre as nádegas dela. Foram uns minutos escassos, mas muito intensos; tudo se desvaneceu quando, num impulso, beijei o pescoço dela até chegar ao ombro. Um arrepio percorreu o peito dela, senti nas minhas mãos e, na hora, ela se afastou de mim, pigarreando. Soltou o cabelo e, quando se virou para mim, esticou o suéter que tinha grudado na pele, formando o formato de um sutiã. Uma olhada rápida no meu pau e, virando-se, saiu da cozinha; a saia estava beliscada entre as nádegas quando desapareceu da minha vista. A partir daí, a atitude da minha mãe mudou bastante; já não me mandava fazer os recadinhos simples, comprar fruta ou pão. Agora contava comigo para coisas mais importantes, me consultava e se interessava pela minha opinião, me fazia sentir mais importante. Poucos dias depois, minha tia Ana veio em casa; estava linda pra caralho, tinha ido fazer compras e queria mostrar as novidades pra minha mãe. Ao se cumprimentarem, percebeu na hora o perfume que ela usava, afastou ela um pouco e disse… — Ei, tem algo especial pra me contar? Tá usando um perfume muito sexy, foi presente de alguém muito especial? Enquanto falava, cheirava ela de novo e piscava o olho. Minha mãe entrou na brincadeira por um momento, mas depois contou a verdade: tinha sido eu. Foi um detalhe muito bonito de um "jovem", isso ela disse com certa intenção. Minha tia me olhou e, me mandando um beijinho no ar, disse… — Já imaginava que seria de um homem, não não importa a idade dela. Fiquei vermelho e saí andando pro meu quarto, liguei o computador e sentei na frente, não sabia o que fazer, minha cabeça tava girando igual um pião. Tentei abrir algum site pornô, mas não conseguia me concentrar em nada, coloquei uns jogos e não conseguia prestar atenção, só ouvia as duas irmãs conversando e rindo na sala. Levei um susto quando ouvi me chamarem, quando cheguei minha tia tava experimentando um vestido, era estampado e ficava uma maravilha nela, não tive escolha a não ser elogiar. Ela animou e quis que eu visse outra roupa, sem me dar tempo de piscar ela levantou o vestido pela cabeça e ficou só de calcinha e sutiã, era um conjunto preto de renda, os bicos pareciam dois faróis de carro. Minha mãe reclamou de leve...
— Anaaa, o menino tá na frente.
— Ah! Não importa, é da família.
Meu pau começou a aparecer, então me escondi atrás de um sofá. De um pacote ela tirou uma blusa e uma saia, a blusa era decotada e dava pra ver as alças do sutiã. Minha mãe tentou esconder, mas ainda dava pra ver. Ela tirou a blusa de novo e revirou outro pacote, tirou um sutiã branco sem alças e, sem piscar, tirou um e colocou o outro. Eu tentei desviar o olhar, minha mãe percebeu e sorriu satisfeita com minha discrição. A blusa da minha tia não ficou legal com o sutiã branco novo, de mau humor ela tirou a blusa de novo e ficou olhando pro sutiã...
— Já vi, o sutiã tá meio grande e deforma a blusa, em você ficaria perfeito, você tem mais peito que eu, experimenta aí.
Minha mãe ficou sem graça, não queria experimentar na minha frente, nem mandar eu sair, mas minha tia insistiu, então ela virou de costas e tirou a camisa. O sutiã que ela usava era bem simples, de ficar em casa, de costas era igual ao da Ana, mas quando ela virou com o sutiã vestido eu amei, as taças eram tipo meia-taça e cobriam até o bico, mas o que escondia dava pra ver quase A blusa transparente deixava ver os peitos, tinham o tamanho perfeito pra caber numa mão, com o mamilo escapando entre os dedos. Ana me olhou de canto, sabia o efeito que aquela cena teria em mim e imaginava como meu pau devia estar escondido atrás do sofá. Quando se virou pra minha mãe, sorriu com malícia…

— Ficou maravilhosa em você, pode ficar, você vai usar melhor que eu.
— Humm, obrigada Ana, muito obrigada mesmo, tô precisando renovar meu guarda-roupa, a partir de hoje vou me modernizar, você me ajuda?
— Claro, já vai ver como as coisas mudam.

As duas irmãs se abraçaram forte, eu só conseguia reparar que os peitos delas se apertaram e os quatro mamilos se tocaram, cada um mais lindo que o outro.

— Ah! Ia esquecendo, pensei em fazer umas mudanças nos móveis e sozinha não vou dar conta, será que o Manuel podia vir me ajudar um dia, quando puder, não tem pressa, é que quero surpreender meu marido quando ele voltar da viagem.
— Claro, pode contar com o Manu quando quiser, né Manu? Você não sabe como ele é prestativo.
— Tenho certeza disso, se quiser vem almoçar amanhã.
— Tá bem tia, amanhã eu vou, espero fazer as coisas do seu jeito.
— Confio no seu tino, sobrinho.

Quando cheguei na casa da minha tia, já tinha recebido as instruções da minha mãe: ela tinha me aconselhado a tratar bem a Ana, porque ela gostava muito de mim, assim como o marido dela. Prometi. Minha tia me esperava com a mesa posta, vestia um vestido abotoado na frente, com um decote redondo bem recatado. Dei um beijo no rosto dela e, enquanto puxava a cadeira da mesa, ela perguntou…

— A gente come antes ou depois?…

Não sentei na mesa, fui pro sofá que eu já conhecia, mas Ana me pegou pela mão e puxou. Quando me encostou nela, disse…

— Vem, vamos ficar mais à vontade.

Ela me levou pro quarto dela, abriu a cama e sentou, abrindo os braços me convidando pra subir. Olhei em volta, o quarto da minha tia me impressionava: ao mesmo tempo que era o quarto dela, era também o do meu… Cara, e ainda por cima era o lugar ideal pra foder, tipo minha estreia oficial. Tirei a roupa rapidinho, minha tia esperava paciente sentada na cama, quando só tinha a cueca, pulei pra cima, ela deitou do meu lado, o vestido abotoado chegava quase até os pés dela, me ajoelhei ao lado e admirei o corpo dela, parecia mais comprido que antes. Desci até os pés dela, minhas mãos acariciaram subindo pelos tornozelos, panturrilhas até chegar na beirada do vestido. Quando encontrei o primeiro botão, abri com dificuldade, minha tia olhando pro teto com os braços abertos. Depois do segundo, veio o terceiro, e assim foram se revelando as coxas, depois a calcinha, reconheci na hora, já fui mais rápido, o umbigo e depois da barriga o sutiã. Sim, era o mesmo conjunto que vi na minha casa. Simplesmente abri o vestido como um livro, no meio o corpo macio da Ana, não toquei. Desci de novo até os pés e dessa vez com a boca fui subindo pelas pernas, molhei a calcinha com saliva e rodeei os lábios com a língua, molhei o umbigo e subi até o sutiã. Só quando cheguei nos ombros, mordi as alças e deslizei pros lados, com os dentes puxei as taças até a barriga, deixando dois peitinhos quase imperceptíveis à mostra. Com os bicos fui cruel, puxava com os dentes até quase arrancar, sugava e com o ar frio eles endureciam ainda mais, com a língua apertava contra o céu da boca e a Ana gemia de prazer, os braços em cruz, se mexia sem parar. Quando desci pra calcinha, puxei até os tornozelos, conforme subia as coxas dela iam se abrindo sem querer. Quando cheguei nos lábios dela, quis lamber o clitóris, mal consegui porque ela segurou minha cabeça e me parou. Ela sussurrou… — Tenho que te dar uma notícia ruim. Fiquei gelado, não sabia o que viria. Esperei ansioso, ela só afastou devagar as pernas até o máximo e me olhou com cara de pena. — Olha, presta atenção. Desci até colocar meu rosto entre as pernas dela, não vi nada, estava tudo tão deliciosamente apetitoso quanto no primeiro dia, os lábios abertos deixavam o clitóris ainda encapuzado aparecer, os lábios menores carnudos e escuros brilhavam, mas notei que da buceta saía um cordãozinho, quase invisível, olhei pra ela e ela deu de ombros, me deitei ao lado dela e ela me beijou na boca. - Desculpa, não esperava por isso, embora te confesse que estava impaciente, da primeira vez que você meteu em mim gozou tão rápido que não consegui prever, mas não aguentava esperar pra ficar com você, se quiser vou te fazer o melhor boquete que você já recebeu. Desci de novo entre as pernas dela ainda abertas, fiquei beijando a barriga dela, aos poucos descia até o púbis, Ana se mexia devagar conforme eu me aproximava, mas preparada caso eu passasse do ponto, os pelos bem depilados me distraíram um pouco enquanto Ana levantava o quadril, o clitóris brilhava molhado quando com a ponta da língua tirei a pele que o cobria, minha tia me pegou pelo cabelo puxando de leve, eu continuei entre as pernas dela, passei sobre a buceta vedada e me aproximei das nádegas, com minhas bochechas as separei o suficiente pra alcançar com a língua o círculo escuro e rodeá-lo de saliva. Ana deu um pulo, não esperava por isso, mas depois do primeiro momento relaxou e me deixou continuar, a língua molhava completamente o períneo e o cu enrugado, as nádegas se separaram e minha língua chegava fácil, tentei introduzir a ponta da língua mas estava estreito demais, um dedo veio ajudar, Ana já não estava parada, tinha tirado o vestido e soltado o sutiã que a apertava, do peito dela só os mamilos pretos apareciam. Ana levantou as pernas por cima de mim e com as mãos as segurou pelos joelhos, o cu aberto era uma tentação grande demais pra mim, e a novidade me animava a explorar mais, a primeira falange do dedo foi uma forte impressão inicial, mas conforme o dedo ia entrando eu sentia o esfíncter se relaxava e facilitava a entrada, ouvi um barulho de móvel e minha tia me estendeu um pote que, ao abrir, senti a maciez de um hidratante. O dedo com o creme foi um avanço definitivo e entrou até onde pude, me animei a colocar dois dedos. O creme ajudou, embora o diâmetro fosse o dobro. Quando os dois já tinham entrado, tentei colocar o terceiro. A primeira falange entrou, mas minha tia suspirava forte. Entendi que estava chegando no limite dela. Quando pegou minha rola com uma mão e apertou, me indicou que eu mudasse de tática. — Por favor, Manu, não aguento mais. Me virei e fiquei por cima dela. Minha rola estava apontada tanto pra buceta quanto pro cu. Pra mim foi uma decisão difícil, mas optei por virá-la. Ela ficou de quatro, o cu aberto e, mais embaixo, o cordão pendurado na buceta. Me estendeu o pote de creme pra eu não esquecer. Carreguei dois dedos cheios de creme e espalhei pelo ânus e pelas nádegas. Por dentro, enchi também, e minha rola foi forrada de creme. Quando me aproximei da Ana, o contato da minha rola fez ela hesitar, mas as mãos dela se agarraram ao lençol e ela se apertou contra mim. Apontei a cabeça da rola no cu. Parecia impossível que coubesse ali. Não quis assustá-la e segurei seus quadris. Com movimentos suaves, fui apertando. Ela respirava soprando e ficava em silêncio. Eu só esperava dar boas notícias, embora ela já devesse ter percebido. Quando metade da cabeça já tinha sumido entre as nádegas dela, perguntei: — Ana, como você está? Quer que eu pare? — Nãooo, agora não. Continua, mas bem devagar, por favor. Ela disse com um fio de voz, mas estava decidida. Percebi quando, finalmente, o anel da cabeça desapareceu dentro da Ana. Um suspiro dela me confirmou. Pensei que a partir dali seria mais fácil. Fui testando até encontrar o caminho do reto. A rola foi entrando até que minhas bolas encostaram na buceta da Ana. Senti o corpo inteiro dela relaxar. Ela apoiou a cabeça no lençol e deixou o cu à minha disposição. Disposição, meu pau foi saindo e entrando devagar, o creme fazia o trabalho dele e deixava meu pau sumir até as bolas. Minha tia suspirava e gemia, dessa vez de prazer, enquanto rebocava com a bunda. Ela me implorou pra não parar, pra aguentar, queria gozar comigo dentro. Conseguiu bem na hora que eu me esvaziava dentro do intestino dela. Ondas de porra quente encheram ela, e ela desabou na cama me arrastando pra cima dela. Ainda consegui ficar dentro, passei as mãos por baixo até alcançar os mamilos dela e fiquei massageando durante os espasmos do orgasmo. Quando saí, meu pau já mole fez um plop! Um fio de soro escorreu entre as nádegas dela até molhar a entrada da buceta. Quando ela se virou, me puxou pra perto e me abraçou forte...
— Você me fez muito feliz, nunca tinha dado o cu pra ninguém, mas confiei em você. Você é muito cuidadoso, obrigada. A partir de agora não vou mais ter medo de engravidar. Junto com a lingerie, comprei pílulas anticoncepcionais por sua causa. Você pode gozar dentro de mim sem medo.
Depois de comer, minha tia me deu um boquete foda. Depois, mudamos dois móveis de lugar pra justificar. Com toda certeza, eu tinha muito trabalho a fazer com minha tia Ana.

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