Por questões que não vêm ao caso, conheci uma jovem estudante de outra cidade do meu estado. E além das coisas que nos uniam, se estabeleceu entre nós uma relação especial, uma espécie de "amizade íntima" à distância. Ambos tínhamos e temos nossos relacionamentos mais ou menos estáveis em nossas cidades, mas por um bom tempo notei como construíamos uma comunicação profunda pelo telefone e internet. Do jeito que cada um levava, essa relação não passava de alguns beijos apaixonados e carícias furtivas toda vez que nos encontrávamos, porque sempre tinha outros amigos por perto.
Numa quinta-feira, encontrei uma mensagem dizendo que ela viria para minha cidade no fim de semana. Liguei para ela no trabalho e ela confirmou a notícia. Prometi que íamos passar "só nós dois e do melhor jeito", e ela disse que era exatamente isso que queria.
Chegou sexta-feira na casa de uns parentes, e à tarde fui buscá-la. Ela vinha com a tia chegando de fazer umas compras, bem na hora em que parei meu carro na frente da casa dela. Ficou como que congelada ao me ver. Desci, atravessei a rua e, sem rodeios, falei "Oi, gostosa" e dei um beijão na boca dela. A tia entrou em casa correndo com as sacolas e nos deixou sozinhos. Enquanto ela tentava puxar conversa, eu disse que passaria para buscá-la à noite, e ela topou. "Às onze eu venho. Tchau" foram minhas palavras, e selei com outro beijo nos lábios doces dela e um toque suave no cabelo. "Te espero, love" disse ela, me olhando com um ar estranho.
Carolina é uma mulherzinha de 24 anos, olhos verdes e rostinho redondo, peitos e bunda firmes e teimosamente sedutores. Dessa vez vi os olhos dela brilharem com uma força que eu não reconhecia.
Na hora prometida cheguei, toquei a campainha e ela saiu correndo para a porta. Beijei ela de novo, subimos no carro e eu falei "Já jantou, bonita? Porque eu tô com uma fome..." Ela só colocou a mão na minha perna e disse sem me olhar "Vamos pra onde você quiser"
Fomos a uma lanchonete no centro, Comemos algo rápido e tomamos umas cervejas. Cada um contava sobre sua vida num tom confessional e bem irônico: eu da minha profissão, ela dos estudos dela, eu da minha amante, ela do namorado dela, e por aí vai. Num momento, peguei as mãos dela nas minhas e falei: "love, quero que a gente se divirta pra caralho, então vou te levar numa balada meio clandestina que conheço, e de lá a gente vê." Chamei o garçom e pedi a conta. Pagamos e saímos de mãos dadas.
Chegamos na balada, tomamos uns drinks no balcão olhando a fauna que circulava por ali, dançamos umas músicas, compramos mais bebidas e fomos pra uns sofás num canto da pista. Começamos com abraços, beijos e, como ela tava de saia curta e uma blusa soltinha, passei a mão nos peitos e nas pernas dela sem muito disfarce. Ela se entregou. Eu já tava entregue.
Enquanto massageava os peitos dela e beliscava os bicos por baixo da blusa, ela colocou a mão na minha virilha e começou a apertar. "Cuidado que não tô de cueca", falei entre gemidos, e ela respondeu: "Eu também não tô de calcinha." Aproveitando a escuridão, tirei meu pau pra fora pra ela brincar com ele do jeito que quisesse, e enfiei a mão entre as pernas dela pra tocar a buceta dela, só coberta por uns pelinhos.
Ela também não tava de sutiã, então levantei a blusa dela e comecei a lamber os peitos dela. Ela sentou em cima de mim pra facilitar, e eu levantei um pouco a saia dela, deixando meu pau a centímetros da buceta dela. Ela engoliu seco e se aproximou o suficiente pra gente transar ali, no meio da música e protegidos pela escuridão. A gente deu umas metidas e, soltando minha boca por um instante, ela sussurrou no meu ouvido: "Isso é lindo, sempre sonhei em fazer isso numa balada, love. Pode gozar tranquilo, eu tomo pílula. Mas depois a gente vai pra outro lugar. Tenho um monte de coisas pra fazer pela primeira vez hoje à noite." Minha excitação foi tanta que comecei a meter sem prestar atenção em nada, e em menos de 10 minutos gozei dentro dela. Ela soltou um gemido profundo, anunciando o orgasmo dela.
Ajeitamos nossas roupas. Roupas, terminamos as bebidas e saímos da balada antes das 3 da manhã. Fomos pra um hotel nos arredores da cidade, pegamos um quarto duplo e já no elevador começamos de novo. Ao chegar no quarto, ela me confessou que queria se iniciar no sexo oral e anal comigo, que não tinha nenhuma experiência, e que se a gente gostasse, seríamos amantes pra vida toda, e o que pudéssemos construir em cima disso. Quase comecei a chorar de emoção.
Caímos na cama, liguei um aparelhinho de som, e com as luzes acesas fomos nos despindo um ao outro devagar, beijando e acariciando cada parte que deixávamos à mostra. Ao chegar na saia dela, puxei pra baixo, apertei as nádegas dela e beijei a buceta. Ela tirou minha calça e beijou meu pau com devoção. Fomos pro banheiro e tomamos um banho rápido. Voltamos pra cama numa enxurrada de beijos e risadas.
Dediquei pelo menos meia hora a lamber a boceta e o cu dela, penetrei os buracos dela com meus dedos e ouvi seus soluços e gemidos. Bebi o mel dela com tanto prazer que quase gozei de novo.
Depois, me deitei de costas e deixei meu pau à disposição dela. Ela beijou, apalpou, lambeu minhas bolas e chupou meu pau como se estivesse desesperada. Ficou nisso uns quinze minutos e ganhou de prêmio uma forte descarga de porra na boca, que engoliu com doçura me olhando nos olhos.
Descansamos sem falar nada por um tempo e dormimos abraçados. Uma hora depois acordamos e, sem dizer nada, virei ela de costas, coloquei os travesseiros na barriga dela e me dediquei a dilatar o cu virgem dela com minha língua e meus dedos. Ela pegou meu pau com a boca e deixou duríssimo e bem babado. Ela abriu as nádegas com as mãos e esperou. Apoiei a cabeça do meu pau no cu dela e fui descendo com meu peso. Em cinco minutos, tinha meu pau inteiro dentro, e comecei a me mexer, primeiro devagar e depois mais forte, até que os gritos dela e os meus me avisaram do orgasmo juntos. Fiquei parado com meu pau ainda dentro dela, acariciando os peitos dela e beijando o cabelo dela.
Umas 9 da manhã, o despertador tocou. telefone do quarto. Acordamos abraçados e pelados. Tomamos banho juntos e saímos. Tomamos um café num bar do centro, com o cabelo molhado e os olhos inchados pela noite de putaria que a gente viveu. Deixei ela em casa, sob o olhar de reprovação da tia dela, que tava regando o jardim.
A gente tem sido amantes nos últimos seis meses. Enquanto isso, ela continua com o namorado dela, eu com a minha amante, ela com os estudos e eu com a minha profissão. Com visitas rápidas, com ligações e com trocas de mensagem, a gente mantém uma relação que tem tanto de selvagem e apaixonado quanto de doce e carinhoso.
Numa quinta-feira, encontrei uma mensagem dizendo que ela viria para minha cidade no fim de semana. Liguei para ela no trabalho e ela confirmou a notícia. Prometi que íamos passar "só nós dois e do melhor jeito", e ela disse que era exatamente isso que queria.
Chegou sexta-feira na casa de uns parentes, e à tarde fui buscá-la. Ela vinha com a tia chegando de fazer umas compras, bem na hora em que parei meu carro na frente da casa dela. Ficou como que congelada ao me ver. Desci, atravessei a rua e, sem rodeios, falei "Oi, gostosa" e dei um beijão na boca dela. A tia entrou em casa correndo com as sacolas e nos deixou sozinhos. Enquanto ela tentava puxar conversa, eu disse que passaria para buscá-la à noite, e ela topou. "Às onze eu venho. Tchau" foram minhas palavras, e selei com outro beijo nos lábios doces dela e um toque suave no cabelo. "Te espero, love" disse ela, me olhando com um ar estranho.
Carolina é uma mulherzinha de 24 anos, olhos verdes e rostinho redondo, peitos e bunda firmes e teimosamente sedutores. Dessa vez vi os olhos dela brilharem com uma força que eu não reconhecia.
Na hora prometida cheguei, toquei a campainha e ela saiu correndo para a porta. Beijei ela de novo, subimos no carro e eu falei "Já jantou, bonita? Porque eu tô com uma fome..." Ela só colocou a mão na minha perna e disse sem me olhar "Vamos pra onde você quiser"
Fomos a uma lanchonete no centro, Comemos algo rápido e tomamos umas cervejas. Cada um contava sobre sua vida num tom confessional e bem irônico: eu da minha profissão, ela dos estudos dela, eu da minha amante, ela do namorado dela, e por aí vai. Num momento, peguei as mãos dela nas minhas e falei: "love, quero que a gente se divirta pra caralho, então vou te levar numa balada meio clandestina que conheço, e de lá a gente vê." Chamei o garçom e pedi a conta. Pagamos e saímos de mãos dadas.
Chegamos na balada, tomamos uns drinks no balcão olhando a fauna que circulava por ali, dançamos umas músicas, compramos mais bebidas e fomos pra uns sofás num canto da pista. Começamos com abraços, beijos e, como ela tava de saia curta e uma blusa soltinha, passei a mão nos peitos e nas pernas dela sem muito disfarce. Ela se entregou. Eu já tava entregue.
Enquanto massageava os peitos dela e beliscava os bicos por baixo da blusa, ela colocou a mão na minha virilha e começou a apertar. "Cuidado que não tô de cueca", falei entre gemidos, e ela respondeu: "Eu também não tô de calcinha." Aproveitando a escuridão, tirei meu pau pra fora pra ela brincar com ele do jeito que quisesse, e enfiei a mão entre as pernas dela pra tocar a buceta dela, só coberta por uns pelinhos.
Ela também não tava de sutiã, então levantei a blusa dela e comecei a lamber os peitos dela. Ela sentou em cima de mim pra facilitar, e eu levantei um pouco a saia dela, deixando meu pau a centímetros da buceta dela. Ela engoliu seco e se aproximou o suficiente pra gente transar ali, no meio da música e protegidos pela escuridão. A gente deu umas metidas e, soltando minha boca por um instante, ela sussurrou no meu ouvido: "Isso é lindo, sempre sonhei em fazer isso numa balada, love. Pode gozar tranquilo, eu tomo pílula. Mas depois a gente vai pra outro lugar. Tenho um monte de coisas pra fazer pela primeira vez hoje à noite." Minha excitação foi tanta que comecei a meter sem prestar atenção em nada, e em menos de 10 minutos gozei dentro dela. Ela soltou um gemido profundo, anunciando o orgasmo dela.
Ajeitamos nossas roupas. Roupas, terminamos as bebidas e saímos da balada antes das 3 da manhã. Fomos pra um hotel nos arredores da cidade, pegamos um quarto duplo e já no elevador começamos de novo. Ao chegar no quarto, ela me confessou que queria se iniciar no sexo oral e anal comigo, que não tinha nenhuma experiência, e que se a gente gostasse, seríamos amantes pra vida toda, e o que pudéssemos construir em cima disso. Quase comecei a chorar de emoção.
Caímos na cama, liguei um aparelhinho de som, e com as luzes acesas fomos nos despindo um ao outro devagar, beijando e acariciando cada parte que deixávamos à mostra. Ao chegar na saia dela, puxei pra baixo, apertei as nádegas dela e beijei a buceta. Ela tirou minha calça e beijou meu pau com devoção. Fomos pro banheiro e tomamos um banho rápido. Voltamos pra cama numa enxurrada de beijos e risadas.
Dediquei pelo menos meia hora a lamber a boceta e o cu dela, penetrei os buracos dela com meus dedos e ouvi seus soluços e gemidos. Bebi o mel dela com tanto prazer que quase gozei de novo.
Depois, me deitei de costas e deixei meu pau à disposição dela. Ela beijou, apalpou, lambeu minhas bolas e chupou meu pau como se estivesse desesperada. Ficou nisso uns quinze minutos e ganhou de prêmio uma forte descarga de porra na boca, que engoliu com doçura me olhando nos olhos.
Descansamos sem falar nada por um tempo e dormimos abraçados. Uma hora depois acordamos e, sem dizer nada, virei ela de costas, coloquei os travesseiros na barriga dela e me dediquei a dilatar o cu virgem dela com minha língua e meus dedos. Ela pegou meu pau com a boca e deixou duríssimo e bem babado. Ela abriu as nádegas com as mãos e esperou. Apoiei a cabeça do meu pau no cu dela e fui descendo com meu peso. Em cinco minutos, tinha meu pau inteiro dentro, e comecei a me mexer, primeiro devagar e depois mais forte, até que os gritos dela e os meus me avisaram do orgasmo juntos. Fiquei parado com meu pau ainda dentro dela, acariciando os peitos dela e beijando o cabelo dela.
Umas 9 da manhã, o despertador tocou. telefone do quarto. Acordamos abraçados e pelados. Tomamos banho juntos e saímos. Tomamos um café num bar do centro, com o cabelo molhado e os olhos inchados pela noite de putaria que a gente viveu. Deixei ela em casa, sob o olhar de reprovação da tia dela, que tava regando o jardim.
A gente tem sido amantes nos últimos seis meses. Enquanto isso, ela continua com o namorado dela, eu com a minha amante, ela com os estudos e eu com a minha profissão. Com visitas rápidas, com ligações e com trocas de mensagem, a gente mantém uma relação que tem tanto de selvagem e apaixonado quanto de doce e carinhoso.
2 comentários - Minha doce Daniela