Mi tía viuda 2

A situação no concurso ideal de necessidades, a justificativa moral que anestesia as possíveis culpas, tudo está coberto para dar rédea solta às nossas necessidades sexuais insatisfeitas. Depois daquele primeiro encontro incrível, a vontade de repetir aumenta, nunca percebemos o quanto precisamos de algo até provar de novo o quanto é necessário. Após nosso primeiro ato sexual, o acordo tácito de repeti-lo, corrigido e aumentado, era a ideia que cada um foi moldando desde o momento em que trocamos os números do celular, adicioná-los com nomes alterados era a forma de estarmos presentes. Logo antes de completar as duas quadras que me separavam de casa, recebi aquele mensagem inquietante da Elina com uma imagem nua: "isso está te esperando..." na imagem, a palma da mão dela sobre a nádega com o bumbum empinado. Claro que as mensagens seguintes foram chegando com a prudência e prevenção para não cair em momentos comprometedores, um envio de prevenção e a resposta do "via livre" era a chave para receber aquelas fotos que ela precisava enviar para acalmar a fogueira que deixei acesa ao sair da cama dela. Na manhã seguinte, saí para fazer a corrida matinal, como naquele final de semana longo a filha não estaria, era o momento propício para um rapidinho. Avisei quando saía para que ela estivesse "preparada", mais e melhor do que fantasiava. Elina tinha preparado até o último detalhe, como nos filmes, escreveu: "a chave está debaixo de uma pedra no jardim". Seguindo as instruções, entrei para surpreendê-la, mas a encontrei com um roupão preso por um laço bem grande e com o café fumegando sob o calor do desejo. A cena erótica se completou quando, ao desatar o laço do roupão, ela abriu a nudez, os lábios de baixo levemente tremeluzindo com um brilho nacarado, e disse: "estávamos te esperando!". Ela inclinou o corpo para frente, colocando o peito bem à mostra como se estivesse pronta para resistir àquela... lamida feroz, tanto que não consegui conter o impulso de pegar seu seio esquerdo, apertado entre minhas mãos, e devorar seu mamilo. Engolindo, lambendo e chupando com a frenesi de quem busca a água vital depois de uma travessia pelo deserto da abstinência sexual. O abraço perdeu o contexto de todos os preparativos; pegando-a nos braços, coloquei-a sobre a bancada da cozinha, encostada na parede, as pernas flexionadas se elevam e repousam sobre meus ombros. Vou decidido a devorar sua "boca" brilhante, movendo a minha de um lado para o outro, abro o espaço necessário para começar aquela lambida que a deixou sem palavras.

Os gemidos vibram e se agitam em seu ventre, os movimentos incontroláveis se repetem em agitação crescente. As palavras saem mordidas e estranguladas pela tesão que a invadiu; a surpresa da chupada tremenda a desconcertou. Que fizessem sexo oral nela era algo inédito, muito menos imaginava que dessa forma alcançaria os níveis de excitação que percorria naquele instante, subindo do inferno de não saber o que ou como se controlar, como conter essa espiral crescente e veloz de sensações, o formigamento e a corrente elétrica que mobilizam todo seu corpo sem conseguir se controlar. Suas mãos se agitam procurando algo para se agarrar; primeiro foram apertar os seios como forma de sustentar a sensação incrível de não saber como suportar tanta excitação, depois a luxúria mobiliza suas mãos como pás de um moinho para tomar conta da minha cabeça, pressionar com força, agitando sua pélvis para produzir o movimento da foda.

Elina se sente mobilizada, agitada por dentro com a força de sua libido no limite, move a pélvis com decisão e descontrole, agarrada aos meus cabelos. Somos dois adversários em uma luta feroz, minhas mãos agarradas com ferocidade às suas nádegas e minha boca lambendo e chupando até esgotar sua capacidade de resistir a esse cerco do assédio desmedido à sua buceta.

Ela se sente vulnerável, incapaz... de conter toda a energia feminina que meu trabalho oral gera, a ardência desencadeada produz uma agitação entusiástica, uma inquietação por não conseguir suportar o nervosismo de ser levada ao ponto máximo e demorar para dar um fim, eu queria levar a excitação ao extremo, esticar o estado de agitação para alcançar a explosão final com toda a orquestra, dar a ela um momento único e irrepetível. A combinação engenhosa de novidade e habilidade para explorar a virgindade do sexo oral superou em muito o objetivo desse homem jovem que pretendia se firmar entre seus desejos mais ardentes.

Os gemidos vão aumentando, a intensidade contagia o volume da expressão…

- Ahhh…, por favor, por favor! Tem um pouco de piedade, eu gosto, eu gosto… muuuuito… mas você está me matando.

- Você gosta? (enquanto recupero o fôlego)

- Sim!!! Siiim, muito, muito, muito, mas eu não aguento mais. Duas ou três vezes você me levou até o delírio e me soltou. Por favor, por favor! Me deixa gozar… Não dá, amor, não dá maaais…

A excitação chegou ao limite das suas forças, dava para sentir com nitidez a rigidez do seu corpo, imobilidade total, como aquele momento prévio de alcançar a altura máxima, chegar ao instante de quietude total, para se deixar cair em um gemido que a jogue no vazio. O gemido engasgado na garganta era a resposta àquele orgasmo que a colocou à beira de perder os sentidos, relaxar nos meus braços e voltar à vida em um instante, se debater ao máximo para ficar deitada sustentada pelas minhas mãos e apoiada nos meus ombros.

Aquele orgasmo, apenas um, mas com todos os ingredientes de um momento que ela não soube explicar, as sensações de sufocamento e desamparo. Ela gozou na minha boca, sufocando as palpitações da sua buceta apertando minha boca contra ela, continuou se mexendo, esfregando a xota nos meus lábios totalmente irritados pelo atrito dos seus pelos pubianos.

Terminado o ato, exaustos, acabados, felizes. Me afastei para contemplar a obra finalizada, encostada na parede, as pernas, abertas. Pendurada na bancada da cozinha, exibindo aquela buceta linda e suculenta ofegando os últimos batimentos de um orgasmo feroz. Enquanto ela se recuperava, eu não conseguia parar de observar a notável excitação do meu pau. Assim que a desci, ela se colocou entre minhas pernas para me despir e me dar uma chupada suculenta, suas carícias e lambidas me levaram a pegá-la pela cintura, levantá-la e sentá-la na beirada da mesa, com os quadris bem na borda para enfiá-la de uma só vez. Ela ergueu as pernas sobre meus ombros para deixar sua boceta totalmente aberta. Não foi preciso muito esforço, a excitação da Elina ainda estava no auge, minha tesão vinha com tanta força que ultrapassava minha capacidade de segurar por mais tempo.

As enfiadas profundas, impulsionadas pela iminência da ejaculação, foram anunciadas por um bufada abafada que se misturou com o último gemido do orgasmo dela. Aconteceu aquele momento tão desejado e raramente alcançado: fazer com que o orgasmo e a ejaculação fossem um ato simultâneo. Seus músculos vaginais vibraram acoplados às pulsações do pau ao gozar com todo o sêmen gerado pela tremenda tesão. Deitada sobre a mesa, ela recebeu os jatos de porra morna, o melhor café da manhã da sua vida.

- Eu te ligo, vou ter uma surpresa para você antes de você voltar para Buenos Aires.

Um beijo com gosto de "quero mais" foi a despedida daquela manhã.

Passaram-se dois dias sem que tivéssemos a chance de nos encontrar, mas na noite anterior ao último dia da minha estadia, recebi a ligação da Elina:

- Amanhã você tem que sair para correr, estarei esperando por você, tenho um presentinho para você...

- Também tenho um presente para você.

Esses dois dias sem sexo foram intermináveis, essa ligação foi completada com o lembrete no WhatsApp e a foto de um grande laço de seda vermelha. A tesão me acompanhou a noite toda, ao me levantar para a última sessão de corrida, eu estava com uma ereção tão forte que foi difícil voltar ao normal.

Eu avisei a ela no momento antes de sair, as poucas quadras que nos separavam de "meu presente" transformei na corrida pelo desejo. Ela estava me esperando de roupão, discretamente maquiada e os lábios com batom "para beijar meu homem", disse com seu melhor sorriso.
- Quero ver meu presente!
Entreguei o biquíni "estampa animal", super mega mini. - Para você usar comigo e guardar o aroma do seu macho até eu voltar para fazer amor com você. Quero ver o meu!!
- Muito bem, senhor, este é seu presente...
Ela abriu o roupão e apareceu "vestida" apenas com uma fita de seda vermelha, ao virar-se tinha um grande laço que caía entre as nádegas...
- Desata! Este é seu presente. - balançando as nádegas graciosamente. - Percebi que você não parava de tocar minha bunda, sempre que podia seus dedinhos estavam ansiosos para entrar, principalmente da última vez, quando você me tinha na bancada da cozinha me lambendo, sentia a curiosidade do seu dedo entrando e saindo do meu cu, o seu é um pouco mais grosso que o do falecido, e o dele doía quando enfiava, o seu um pouco mais grosso e com tanto tempo sem uso, uff, claro que eu gostaria de sentir mas me assusta um pouco. Ah, a demora foi porque fiz depilação com "tira de bumbum" para você encontrar o caminho do "marrom" livre de todo pelinho. Tudo para meu amor, minha bunda é sua...
- Vou ser cuidadoso...
- Eu sei... bom, todos dizem isso e quando estão dentro esquecem todas as promessas...
- Bom, vou acreditar em você, vou entregar para você, mas antes de fazer... por favor!!! Uma lambida como na bancada, por favor...
Com esses dengos quem pode negar, principalmente com o quanto eu gostava de comer aquela buceta suculenta, agora com os pelos delicadamente alinhados. A chupada se estendeu mais do que o previsto, precisava levá-la ao limite da sua excitação e o suficiente para poder atrasar a minha e aproveitar aquele magnífico bumbum que tinha ficado sem atenção.
Fazer uma chupada que a deixou cheia de prazer mas parei algumas vezes sem permitir o orgasmo, precisava tê-la bem quente, não fosse ela mudar de ideia arrepender-se no último instante. Com a última lambida, umedeci o dedo para sondar o cu, uma aproximação do grande prêmio. Era hora de colocá-la de bruços, ela mesma posicionou o travesseiro sob o ventre, as nádegas bem empinadas, elevadas, a fenda coberta pelo laço vermelho… Desfazê-lo foi algo desfrutado, lento e saboreando o tão desejado presente, parecia tão bem depilada como a pele de um bebê, mostrava-se rosado e incitante, movendo as coxas o cu parecia despertar do letargo do esquecimento, o movimento muscular contraindo e dilatando assemelhava-se aos lábios pronunciando o número dois. Não podia me ver mas estava consciente de que esse delicioso "marrom" era mobilizador das minhas mãos para colocar o membro em condições de penetrá-lo.

- Por favor, devagar, devagar. Tenho um pote de creme na mesa de cabeceira.
- Não é necessário, vou por diante até me lubrificar nos seus sucos, com isso basta. Gosto de sentir como é o contato sem o creme.
- Hmmm… mas por favor, devagar, devagar…

A última recomendação chegou justamente quando abria os lábios para entrar na sua buceta, pletórica de sucos pelo cerco da língua. Quisera continuar brincando dentro de sua vagina, mas o desejo de fazer o cu se impunha sobre qualquer outra coisa. Os dedos enxutos na buceta foram o lubrificante para esfregar o círculo anal, algumas vezes, até que o pau estava em plena ereção, sentia-o duro como nunca.

- Abre as nádegas para eu entrar…

Suas mãos desobstruíram a abertura, a cabeça brilhante apoiou-se bem no centro, comecei a pressionar devagar, lentamente, enquanto minhas mãos moviam as nádegas, em círculo, abrindo e movendo para ajudar a relaxar o esfíncter. Precisei de algumas tentativas para conseguir abri-lo, a cabeça atravessou o desafio de penetrar o resistente anel, os músculos cederam à pressão do pau.

O "Ahhhh" foi a primeira resposta de Elina a uma penetração forçada, fiz uma pausa enquanto prometi esperar que ela relaxasse. É, é isso que eu quero, mas… tá difícil. Você tem ela bem grossa, a falta de uso e um pouco de medo fazem o resto.
- Relaxa, espero que você se acostume…
Me movendo só o mínimo pra conseguir conter minha ansiedade, momento infinito, ardendo de vontade de atravessar e me enterrar no seu cu. Sem esperar consentimento comecei a me mexer, devagar, os gemidos tímidos eram como um rumor distante, mas conforme fui dominando a situação e a penetração começou a ter um vai e vem rítmico, os gemidos foram ganhando textura e volume.

A tesura tomou meus sentidos, as precauções se dissolveram na fornalha da excitação do macho poderoso que atravessa a passagem mais ardente.

As frases mais obscenas e palavrões típicos desses momentos onde a libido e os freios éticos perdem o sentido, era o momento perfeito do homem exibindo todo seu poder de macho, tomando posse da sua mulher, exercendo toda a força selvagem da tesura e do descontrole.

As palmadas na bunda fizeram parte do amplo espectro e variedade de movimentos, entrar e sair, me mover com força inusitada, voltar a dar palmadas enquanto puxo seus cabelos pra dominá-la. Ela entendeu a mensagem e a provocação, respondeu se mexendo, tentando sair da montaria, apertei meus joelhos na cavalgadura, beijei o pescoço e até mordi a nuca como um garanhão cobrindo sua sexy girl.

- Isso, isso, quero assim, morde, morde. Sou sua sexy girl, rebelde. Tenta me domar!!!

Ela entende o jogo, gritando obscenidades, provocando uma penetração mais enérgica, mais selvagem, mais profunda.

Aproveitamos esse jogo de animais no cio, dominados pelas emoções vamos chegando no momento onde o cavaleiro leva sua montaria até a beira do abismo. Minha mão se juntou com as da Elina para acariciar o clitóris, explorar entre os lábios da buceta até explodir num gemido alto e contundente que anuncia a iminência do orgasmo. Foi o momento escolhido para Penetrá-la com mais intensidade, afundar-me dentro do ânus e gozar num gemido abafado vindo do além dos sentidos. Enterrado na sua bunda, fortemente apertado contra seu corpo, movendo minimamente os quadris para terminar de lançar o resto da ejaculação. Depois… o silêncio, os corpos suados, o coração batendo a mil, a respiração ofegante, deitado sobre suas costas repousa o corpo do guerreiro inerte e vazio depois de descarregar toda sua energia masculina dentro dessa mulher incrível.
- Não sai, por favor não sai, fica até perder um pouco a ereção, senão você vai me machucar, mais do que já me machucou.
Esses momentos são os que a mulher precisa do consolo do seu homem, suas carícias para suavizar o incômodo físico e acalmar as emoções.
Desmontado esperei seu retorno, o rosto desfigurado, olhos lacrimejantes, o batom dos seus lábios borrado pelas mordidas próprias e tanto esfregar com a língua e morder o travesseiro.
- Você é um animal, arrombou minha bunda… Ahhh, ainda está latejando, e como lateja!!!
- Me perdoa, mas… eu me excitei, nunca tinha sentido algo assim, como o seu, e tão apertadinha.
- Tá bem… te perdôo, sabia que ia doer, mas não tanto. Era meu presente, você merecia…
- E agora…
- E agora…
- Não sei, mas não diga nada, vamos deixar isso, fazer uma pausa até…, até você voltar por mais?
Essa última palavra resumia tudo, com a simplicidade e contundência de não saber o que o destino nos reservaria, ou apenas uma pausa, um impasse, uma promessa de algo que não nos animamos nem a pensar em voz alta.
No momento de escrever esta catarse estava recebendo um whatsapp da Elina, foto exibindo biquíni animal print que dei a ela e um breve vídeo se masturbando para mim.

4 comentários - Mi tía viuda 2

Excelente post...!! me encantó la trama, y sobretodo, la redacción... un placer leer.
Acordate.... que prometiste un videito de la tia....jeje!! lo prometido es deuda.. o querés que vaya por tu tia...jeje!! un abrazo.
+10 man, muy buen relato, ojala nos puedas regalar unas fotitos, gracias.