(imagens meramente ilustrativas)
Minha família é composta pelo meu pai, minha mãe, minha avó, minha irmã, meu irmão e eu. A história gira em torno da minha avó e de mim; mantemos um relacionamento incestuoso dentro de casa, escondido dos outros membros.
A história começou um dia em que ficamos só eu e minha avó em casa. Geralmente, eu sou muito tarado e passo o tempo trancado no meu quarto me acabando na punheta. E, pra minha sorte, naquele dia minha irmã e meu irmão tinham sumido e eu nem ligava, minha mãe tinha ido fazer compras e meu pai tava no trabalho, suponho. Achava que minha avó tinha ido com minha mãe.
Rapidamente peguei meu celular e fui pro banheiro ver uns vídeos pornô pra fazer uma punheta magistral. E lá estava eu, sentado no vaso, me esfregando uma bronha com os fones de ouvido, vendo o pornô.
Não passou muito tempo quando minha avó entrou no banheiro, já que eu não tinha trancado a porta, e me viu batendo uma. Ela se assustou ao me ver ali com a pica pra fora e, pior, me masturbando. Saiu do banheiro e foi para a sala. Eu, por minha vez, estava apavorado e não saía do banheiro, só fechei a porta. Parei a punheta, tava com medo e vergonha, óbvio... Depois de um tempo, ouço baterem na porta do banheiro e, de novo, não tinha trancado, então a porta abriu e a avó entrou pra falar comigo. Eu ainda estava com a braguilha da calça aberta e o pau mole, rapidamente me tapei com as mãos. A avó parecia indiferente à situação e começou a falar:
Avó – Filho, o que você tá fazendo é normal, e me desculpa por ter entrado no banheiro sem bater antes, só que eu precisava usar, mas não esperava te encontrar aqui nesse ato. E como eu tava dizendo, é normal pros garotos fazerem isso.
Eu – Só te peço, por favor, não conta nada pro papai e pra mamãe.
Avó – Não, não vou contar nada. Não é algo que eles precisem saber.
Eu – Valeu, vó, mas agora tô com dor e queria que você saísse pra eu me aliviar dessa dor. – falei envergonhado.
Avó – *sorri* Que tal se eu te ajudar dessa vez, já que fui a culpada de você não ter gozado agora pouco?
Eu – *desconfortável* Tô com vergonha de você me ver.
Avó – Mas eu já te vi, além disso é uma pequena compensação, e ninguém precisa saber, já que é só uma vez.
Dito isso, ela pegou no meu pau e começou a me punhetar.
Não consegui fazer nada pra evitar de aproveitar a punheta que minha avó tava me dando
Eu não falava nada, tava com vergonha, mas ao mesmo tempo tava curtindo a punheta que minha avó fazia em mim, logo ela levou meu pau na boca
Eu estava em êxtase e não conseguia acreditar no que minha avó estava fazendo, tinha medo de que alguém chegasse e nos descobrisse. Tentava aproveitar ao máximo o oral que a vovó estava me dando.
Vovó – Você gosta que sua avó chupe sua pica?
Eu – Adoro, vovó, continua, por favor.
Vovó – Ahhg ughs ahgs, que pica gostosa você tem, amor.
Eu – E é toda sua, vovó.
Vovó – Dá seu gozo pra mim, filho.
Levei uns 10 minutos para gozar e joguei tudo na boca da vovó.
Eu—toma o leite, vó.
Vó—tá tão quente e grosso, filho, obrigada. Agora sai que quero usar o banheiro.
Saí do banheiro e fui pro meu quarto. Em algumas horas, meus irmãos chegaram, e por último minha mãe, e no final meu pai... A vó e eu agimos normal, embora eu me sentisse desconfortável ao vê-la.
Minha família é composta pelo meu pai, minha mãe, minha avó, minha irmã, meu irmão e eu. A história gira em torno da minha avó e de mim; mantemos um relacionamento incestuoso dentro de casa, escondido dos outros membros.
A história começou um dia em que ficamos só eu e minha avó em casa. Geralmente, eu sou muito tarado e passo o tempo trancado no meu quarto me acabando na punheta. E, pra minha sorte, naquele dia minha irmã e meu irmão tinham sumido e eu nem ligava, minha mãe tinha ido fazer compras e meu pai tava no trabalho, suponho. Achava que minha avó tinha ido com minha mãe.
Rapidamente peguei meu celular e fui pro banheiro ver uns vídeos pornô pra fazer uma punheta magistral. E lá estava eu, sentado no vaso, me esfregando uma bronha com os fones de ouvido, vendo o pornô.
Não passou muito tempo quando minha avó entrou no banheiro, já que eu não tinha trancado a porta, e me viu batendo uma. Ela se assustou ao me ver ali com a pica pra fora e, pior, me masturbando. Saiu do banheiro e foi para a sala. Eu, por minha vez, estava apavorado e não saía do banheiro, só fechei a porta. Parei a punheta, tava com medo e vergonha, óbvio... Depois de um tempo, ouço baterem na porta do banheiro e, de novo, não tinha trancado, então a porta abriu e a avó entrou pra falar comigo. Eu ainda estava com a braguilha da calça aberta e o pau mole, rapidamente me tapei com as mãos. A avó parecia indiferente à situação e começou a falar:Avó – Filho, o que você tá fazendo é normal, e me desculpa por ter entrado no banheiro sem bater antes, só que eu precisava usar, mas não esperava te encontrar aqui nesse ato. E como eu tava dizendo, é normal pros garotos fazerem isso.
Eu – Só te peço, por favor, não conta nada pro papai e pra mamãe.
Avó – Não, não vou contar nada. Não é algo que eles precisem saber.
Eu – Valeu, vó, mas agora tô com dor e queria que você saísse pra eu me aliviar dessa dor. – falei envergonhado.
Avó – *sorri* Que tal se eu te ajudar dessa vez, já que fui a culpada de você não ter gozado agora pouco?
Eu – *desconfortável* Tô com vergonha de você me ver.
Avó – Mas eu já te vi, além disso é uma pequena compensação, e ninguém precisa saber, já que é só uma vez.
Dito isso, ela pegou no meu pau e começou a me punhetar.
Não consegui fazer nada pra evitar de aproveitar a punheta que minha avó tava me dando Eu não falava nada, tava com vergonha, mas ao mesmo tempo tava curtindo a punheta que minha avó fazia em mim, logo ela levou meu pau na boca
Eu estava em êxtase e não conseguia acreditar no que minha avó estava fazendo, tinha medo de que alguém chegasse e nos descobrisse. Tentava aproveitar ao máximo o oral que a vovó estava me dando. Vovó – Você gosta que sua avó chupe sua pica?
Eu – Adoro, vovó, continua, por favor.
Vovó – Ahhg ughs ahgs, que pica gostosa você tem, amor.
Eu – E é toda sua, vovó.
Vovó – Dá seu gozo pra mim, filho.
Levei uns 10 minutos para gozar e joguei tudo na boca da vovó.
Eu—toma o leite, vó. Vó—tá tão quente e grosso, filho, obrigada. Agora sai que quero usar o banheiro.
Saí do banheiro e fui pro meu quarto. Em algumas horas, meus irmãos chegaram, e por último minha mãe, e no final meu pai... A vó e eu agimos normal, embora eu me sentisse desconfortável ao vê-la.
2 comentários - Foder escondido da família