Tudo começou no Tinder. Ela se chamava Belén, tinha uns 25 anos.
Pela foto, parecia ser gordinha, pele bem branquinha, uns cachos lindos e dois peitos do tamanho de uma melancia. Parecia meio feminazi, o que era bom porque, por experiência própria,
sei que são as mais safadas na cama, e era exatamente isso que eu procurava — coisas bem sujas. Nunca imaginei como a gente ia terminar.
Conversamos por uma semana até marcarmos de nos encontrar pra foder, direto, obviamente os dois tavam com um tesão danado, e não
ligávamos muito pros pequenos detalhes que as fotos podiam esconder.
Assim que vi ela na esquina, com os lábios pintados de vermelho forte, um vestidinho preto de verão com um decote enorme que deixava ver aquelas veiazinhas nos peitos que me deixam louco,
olhei pra ela e fiquei doido, quase não conseguia falar de tanto tesão.
Ela sentou no carro e, sem dizer nada, mas entendendo tudo, fomos pro hotel.
Mal chegamos lá, beijei ela por uns segundos e sentei ela na cama. Eu continuei de pé, queria olhar descaradamente pra aquele decote. A putaria tava no limite.
Tinha uma gostosa que mal conhecia sentada na cama, pronta pra tudo, e eu não ia me afobar com a safadeza. Queria tomar meu tempo pra aproveitar e levar as coisas ao extremo.
Comecei a acariciar o rosto dela, passando meu polegar pelos lábios vermelhos. O instinto dela foi enfiar o dedo inteiro na boca, me olhando nos olhos. Eu segurei firme o rosto dela e tirei o dedo,
queria mostrar que eu controlava o ritmo. Na hora, o olhar dela mudou de safado pra um pouco assustado. Naquele dia, eu queria que ela fosse minha escrava.
Enfiei de novo meu dedo babado na boca dela, sentia a língua quente em volta do meu dedo inteiro e adorava. Enquanto meu dedo era chupado, meti a outra mão dentro do vestido dela, mas não pelo decote, como todo mundo esperaria.
Enfiei a mão pela manga e, sem escalas, atravessei o sutiã. Ela deu um pequeno pulo, e eu percebi que ela tinha uma... Sensibilidade superior nos peitos. Naquele momento, já sabia por onde atacar pra fazer ela gritar igual um porco.
Rapidamente, passei meus quatro dedos pela parte de baixo daquela bolsa de carne e, com ajuda do polegar e do indicador, peguei um dos mamilos dela. Ainda não sabia a cor nem o formato deles. Decidi não perder mais tempo e finalmente correr a cortina, mas não ia fazer do jeito normal.
Com o mamilo ainda preso entre meus dois dedos, comecei a puxar pra tirar o peito dela pela manga. Ela quase tentou resistir, acho que por medo, mais que tudo, mas o tesão falou mais alto e ela se entregou. Finalmente, depois de uns puxões, consegui tirar aquele peito da prisão. Eu via como a pressão da manga apertava aquele peitão enorme, deixando o mamilo apontando pra cima, como se estivesse me encarando. A pressão da roupa também dava um formato perfeitamente redondo e uma consistência muito mais pesada, além de fazer o mamilo parecer bem maior, e isso me encantou. Rapidamente, fui pro outro peito, e ela ficou com os dois peitos pra fora do vestido. Pareciam prestes a explodir, e era isso que eu queria. Minha pulsão era querer levá-los ao limite.
Queria vê-los explodir num orgasmo, queria comê-los, cuspir neles e comê-los de novo, queria esfregar minhas bolas nos mamilos dela, queria apertar forte os peitos dela e deixá-la sem respiração. Decidi acalmar minha besta interior com o único objetivo de soltá-la no momento certo. Por enquanto, só curtia a visão daqueles dois balões d'água.
Ela continuava ali, submissa, entregue a mim, chupando meus dedos um por um e sempre me olhando nos olhos, com os dois peitos pra fora, e eu com minha pica prestes a explodir. Precisava de prazer, precisava sentir a carne dela no meu membro, mas decidi me segurar e alimentar a besta.
Tirei o cinto, baixei as calças e fiquei com minha cueca apertada a alguns centímetros do rosto dela. Ela não parava de olhar pro meu volume. que ela estava surpresa
Meu polegar ainda estava na boca dela e usei como gancho pra esfregar o rosto dela no meu volume, queria que sentisse o cheiro de um homem, que sentisse o cheiro do líquido pré-seminal que começava a manchar minha cueca, mas não foi suficiente
Tirei a cueca de propósito, pra que meu pau batesse no rosto dela quando se soltasse da pressão do elástico
Meu cacete saltou, bateu no nariz dela e deixou duas gotas de líquido pré-seminal na bochecha dela, peguei meu pau e comecei a espalhar por todo o rosto dela
Ela ficou com a cara brilhando, coberta por uma fina camada do meu líquido grosso.
Não lembro muito do meu estado mental, mas sei que as imagens impossíveis que passaram pela minha cabeça nem o mais febril dos poetas malditos poderia ter imaginado.
Não podia acreditar, tinha uma completa desconhecida, com dois peitões monumentais balançando e o rosto coberto de líquido pré-seminal, NEM EU MESMO PODIA IMAGINAR COMO ISSO IA ACABAR
Isso é só o começo
Pela foto, parecia ser gordinha, pele bem branquinha, uns cachos lindos e dois peitos do tamanho de uma melancia. Parecia meio feminazi, o que era bom porque, por experiência própria,
sei que são as mais safadas na cama, e era exatamente isso que eu procurava — coisas bem sujas. Nunca imaginei como a gente ia terminar.
Conversamos por uma semana até marcarmos de nos encontrar pra foder, direto, obviamente os dois tavam com um tesão danado, e não
ligávamos muito pros pequenos detalhes que as fotos podiam esconder.
Assim que vi ela na esquina, com os lábios pintados de vermelho forte, um vestidinho preto de verão com um decote enorme que deixava ver aquelas veiazinhas nos peitos que me deixam louco,
olhei pra ela e fiquei doido, quase não conseguia falar de tanto tesão.
Ela sentou no carro e, sem dizer nada, mas entendendo tudo, fomos pro hotel.
Mal chegamos lá, beijei ela por uns segundos e sentei ela na cama. Eu continuei de pé, queria olhar descaradamente pra aquele decote. A putaria tava no limite.
Tinha uma gostosa que mal conhecia sentada na cama, pronta pra tudo, e eu não ia me afobar com a safadeza. Queria tomar meu tempo pra aproveitar e levar as coisas ao extremo.
Comecei a acariciar o rosto dela, passando meu polegar pelos lábios vermelhos. O instinto dela foi enfiar o dedo inteiro na boca, me olhando nos olhos. Eu segurei firme o rosto dela e tirei o dedo,
queria mostrar que eu controlava o ritmo. Na hora, o olhar dela mudou de safado pra um pouco assustado. Naquele dia, eu queria que ela fosse minha escrava.
Enfiei de novo meu dedo babado na boca dela, sentia a língua quente em volta do meu dedo inteiro e adorava. Enquanto meu dedo era chupado, meti a outra mão dentro do vestido dela, mas não pelo decote, como todo mundo esperaria.
Enfiei a mão pela manga e, sem escalas, atravessei o sutiã. Ela deu um pequeno pulo, e eu percebi que ela tinha uma... Sensibilidade superior nos peitos. Naquele momento, já sabia por onde atacar pra fazer ela gritar igual um porco.
Rapidamente, passei meus quatro dedos pela parte de baixo daquela bolsa de carne e, com ajuda do polegar e do indicador, peguei um dos mamilos dela. Ainda não sabia a cor nem o formato deles. Decidi não perder mais tempo e finalmente correr a cortina, mas não ia fazer do jeito normal.
Com o mamilo ainda preso entre meus dois dedos, comecei a puxar pra tirar o peito dela pela manga. Ela quase tentou resistir, acho que por medo, mais que tudo, mas o tesão falou mais alto e ela se entregou. Finalmente, depois de uns puxões, consegui tirar aquele peito da prisão. Eu via como a pressão da manga apertava aquele peitão enorme, deixando o mamilo apontando pra cima, como se estivesse me encarando. A pressão da roupa também dava um formato perfeitamente redondo e uma consistência muito mais pesada, além de fazer o mamilo parecer bem maior, e isso me encantou. Rapidamente, fui pro outro peito, e ela ficou com os dois peitos pra fora do vestido. Pareciam prestes a explodir, e era isso que eu queria. Minha pulsão era querer levá-los ao limite.
Queria vê-los explodir num orgasmo, queria comê-los, cuspir neles e comê-los de novo, queria esfregar minhas bolas nos mamilos dela, queria apertar forte os peitos dela e deixá-la sem respiração. Decidi acalmar minha besta interior com o único objetivo de soltá-la no momento certo. Por enquanto, só curtia a visão daqueles dois balões d'água.
Ela continuava ali, submissa, entregue a mim, chupando meus dedos um por um e sempre me olhando nos olhos, com os dois peitos pra fora, e eu com minha pica prestes a explodir. Precisava de prazer, precisava sentir a carne dela no meu membro, mas decidi me segurar e alimentar a besta.
Tirei o cinto, baixei as calças e fiquei com minha cueca apertada a alguns centímetros do rosto dela. Ela não parava de olhar pro meu volume. que ela estava surpresa
Meu polegar ainda estava na boca dela e usei como gancho pra esfregar o rosto dela no meu volume, queria que sentisse o cheiro de um homem, que sentisse o cheiro do líquido pré-seminal que começava a manchar minha cueca, mas não foi suficiente
Tirei a cueca de propósito, pra que meu pau batesse no rosto dela quando se soltasse da pressão do elástico
Meu cacete saltou, bateu no nariz dela e deixou duas gotas de líquido pré-seminal na bochecha dela, peguei meu pau e comecei a espalhar por todo o rosto dela
Ela ficou com a cara brilhando, coberta por uma fina camada do meu líquido grosso.
Não lembro muito do meu estado mental, mas sei que as imagens impossíveis que passaram pela minha cabeça nem o mais febril dos poetas malditos poderia ter imaginado.
Não podia acreditar, tinha uma completa desconhecida, com dois peitões monumentais balançando e o rosto coberto de líquido pré-seminal, NEM EU MESMO PODIA IMAGINAR COMO ISSO IA ACABAR
Isso é só o começo
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