Assuntos de Família 2

Fiquei mais uma hora no quarto vendo o vídeo dela e batendo uma punheta, pensando no que ia fazer com a minha mãe a partir de agora. Finalmente desci e encontrei ela parada no meio da sala, suja, muda e sem piscar um olho. Dava pra ver que ela mal conseguia se manter em pé.
— Como eu te disse, agora quem manda aqui sou eu. Você vai fazer tudo o que eu mandar. Tudo, sem dar desculpas ou reclamar. Vou te dar umas regras que você vai ter que cumprir. “Se entendeu, balança a cabeça, mas não abre a boca até eu te dar permissão.”
Minha mãe balançou a cabeça entre lágrimas e ficou ali parada, olhando pro chão. Peguei uma teta dela, que claro estava exposta, e apertei até machucar. Ela deu um pulo, mas não saiu do lugar.
— Vai tomar um banho e se arrumar. Quando descer, quero te ver mais gostosa do que nunca. Então já sabe, capricha e não me decepciona, senão volta pro depósito.
Desci depois de três quartos de hora. Ela parecia outra. Linda e magérrima. Tinha vestido um conjunto de calça e blusa pretos com salto alto, cabelo e maquiagem perfeitos.
— Quando estiver na minha frente e não estiver cumprindo uma ordem, vai ficar parada, em posição de sentido, ou de joelhos, sentada nos calcanhares, com as pernas abertas. Se eu quiser mais de você, já te falo.
— Você tá muito gata, mas quero que ande com os peitos de fora a partir de agora, então tira a blusa.
Cheia de vergonha, ela tirou a blusa e ficou só de salto alto e calça preta bem larga.
— Anda ao meu redor.
Como eu mandei, minha mãe começou a andar meio envergonhada pela sala. Quando passou do meu lado, dei um tapa na bunda dela, o que fez ela dar um pulinho e ficar vermelha.
— Vou te dar uma notícia que acho que vai te alegrar. No final, não mandei seu vídeo pra ninguém, então a partir de amanhã você volta ao trabalho. Mandei um e-mail pra todos os seus contatos dizendo que você ia ficar ausente por questões de família. umas semanas. Sorriu. Eu disse:
— Não vai me agradecer?
— Obrigada.
E se aproximou para me dar um beijo. Segurei a cabeça dela, aproximei meus lábios dos dela e enfiei minha língua na boca dela. Ela ficou muito surpresa e no começo não se mexeu. Aos poucos, começou a mover a língua no ritmo da minha e ficamos assim por dez minutos. Deslizei minha mão até a virilha dela e acariciei a buceta por cima da calça. Ela se assustou e tentou se afastar, mas eu a segurava firme pelas costas. Até que decidi parar, e ela ficou parada de novo no meio da sala, morrendo de vergonha, olhando para o chão, sem dizer uma palavra. Sem dúvida, ela tinha aprendido. E além disso, o beijo e as carícias pareciam ter agradado ela. Ela começava a aceitar o que ia acontecer daí em diante.
— Hoje você vai ficar assim o dia todo. A partir de amanhã, vou te dar novas regras. Agora vá para a cozinha preparar o jantar.
Ela se virou e foi envergonhada, balançando levemente a bunda, o que me deixou duro de novo.
Jantei na mesa, enquanto ela comia no chão e sem usar as mãos. Sujou a calça.
— Tira isso — ordenei. — Você tem que estar limpa pra mim. Fica de pé.
Ela se levantou e tirou a calça, ficando em posição de sentido, de calcinha preta de renda e salto alto. Linda.
Vem pra sala e fica na sua posição. Ela ficou parada no meio da sala. Eu me sentei e disse: Vou te dar as primeiras regras, que entram em vigor assim que eu terminar de falar. Ela concordou com a cabeça.
• Em casa, você vai ficar sempre nua. Sempre vai usar meia-calça preta e salto alto, de preferência sandálias. Ah, e mais uma coisinha que a gente ainda vai combinar.
• Para trabalhar em casa, pode ficar vestida da cintura pra cima, caso precise falar com alguém por videoconferência.
• Para trabalhar fora, vai sempre vestida de saia, até eu autorizar outra coisa. Também não vai usar calcinha nem sutiã. Quando for sair pra Você vai vir pra rua pra eu te passar em revista.
• Sempre vai me chamar de amo. Sim, amo… agora mesmo, amo… Dependendo de com quem estivermos, vou autorizar você a me chamar de outro jeito.
• A partir de agora, vou te chamar de “Bea” ou “Gata”. É simples: quando eu te chamar, você vem. Se eu chamar de “gata” ou “gatinha”, vem na hora andando de quatro, igual uma boa gatinha. Quando eu chamar de Bea, você vem andando ou correndo. Além disso, você não sai de casa enquanto eu não der permissão.
• Se desobedecer qualquer uma dessas regras, vou te castigar com força.
– Entendeu as regras? –
Ela balançou a cabeça de novo e ficou bem quieta.
– Beleza, anota elas porque logo vão ter novas.

Dava pra ver a humilhação e a vergonha nela, mas na mesma hora ela se despiu, ficando só com as sandálias de salto e olhando pro chão.
– Meu amo autoriza essa gata a subir pra colocar as meias e os sapatos?
– Vai, gatinha – eu falei.
Na hora ela se colocou de quatro e subiu assim pra se trocar. Era uma delícia ver ela rebolando a bunda enquanto subia de quatro pela escada. Em cinco minutos, ela já estava no meio da sala de joelhos na posição dela, linda com as meias pretas e as sandálias de salto, parecia uma modelo.
– Tem que admitir que você é uma gostosa, gatinha.

Ela ficou parada e quieta. Começou a perceber que o que tinha rolado era só o começo.
Sentei na poltrona e falei:
– Agora vem aqui, gatinha.
Sem levantar o olhar do chão, ela se aproximou de mim de quatro e perguntou:
– O que você quer?
Dei um tapa na bunda nua dela que fez ela dar um grito.
– … o que você quer, amo? Entendeu? –
– Sim, amo.
Respondeu vermelha de humilhação.
– Fica aqui do lado do braço da poltrona – falei.
Ela se moveu de quatro, balançando aquela bunda linda, e se posicionou debaixo do braço da poltrona, deixando a bunda maravilhosa ao alcance da minha mão. Passei a mão da cabeça dela, descendo pelas costas até a bunda, e enfiei entre as nádegas dela. Não sei como consegui segurar o tesão. Não dava pra aguentar. acreditar. Eu tinha minha mãe completamente submissa pra fazer o que eu quisesse. De qualquer forma, decidi agir sem pressa. Fiquei acariciando a bunda e os peitos dela por um tempo. Ela deu sinais de querer reclamar, mas, aos poucos, foi cedendo a vontade dela. Não foi muito difícil perceber o tesão dela, porque ela encharcou minha mão com os fluidos assim que eu cheguei perto da buceta dela. Também vi uma poça no chão na mesma altura.

— Me traz a manteiga, gatinha. — ordenei, dando um tapa na bunda dela. Fiquei completamente surpreso. Jurava que ela ia de quatro e sorrindo. Ela voltou com o pote de manteiga e me entregou. Voltou pra posição anterior, perto do braço do sofá. Peguei uma boa quantidade de manteiga com o dedo e levei até o cu dela. Enfiei até o fundo. Ela não se mexia e ficava tensa, com os olhos bem abertos. Pela apertura, devia ser virgem naquele buraquinho, mas não foi tão difícil por causa da manteiga. Comecei a mexer o dedo pra dentro e pra fora, girando dentro do cu dela. Aos poucos, ela foi esquentando e começou a fazer movimentos pra frente e pra trás pra que meu dedo entrasse por completo.

— Tô vendo que você gosta. Amanhã vamos fazer algo pra alargar esse buraquinho.
— O que o amo decidir. — respondeu resignada.

Fui dormir e falei:
— Vem, gatinha.

Ela me seguiu de quatro até meu quarto. Falei:
— Hoje você vai dormir no tapete como uma boa gatinha. Amanhã continuamos com o treinamento. Entendeu tudo?
— Miauu — disse ela, com a carinha corada. Percebi como ela era bonita. Fomos dormir.

Na manhã seguinte, acordei e minha mãe não estava. Desci pra cozinha e encontrei ela lá, nua, de meia-calça e salto. Ela me olhou com uma mistura de submissão e carinho e perguntou: O que meu amo quer no café da manhã.
— Quero que você suba na mesa, abra as pernas e se masturbe pra mim.

Ela já tinha aceitado ser minha escrava, mas ainda ficou Corada de vergonha enquanto subia na mesa e começava a se tocar. Primeiro os peitos lindos, depois foi descendo a mão direita e seguiu pelo umbigo e pela monte de Vênus, continuou descendo e pegou o botãozinho com dois dedos. Tava quase gozando quando eu falei: — Não te autorizei a gozar. Para e desce da mesa. Desceu da mesa quase chorando. — De joelhos, ordenei. Ela se ajoelhou sobre os calcanhares, olhando pro chão, com um tesão que fazia escorrer fluido entre as pernas. — Vamos fazer umas compras pela internet, Bea. Traz teu cartão de crédito. Ela foi correndo e trouxe. Entrei numa loja erótica online e comprei três plugs anais com rabo de pelo de tamanhos diferentes, uma tiara com duas orelhinhas de gata, vibradores de vários tamanhos, um deles gigantesco, uma coleira e uma corrente longa com dois cadeados e um par de algemas, umas pinças para os mamilos ligadas por uma correntinha e outras para os lábios da buceta e o clitóris. Também pedi vários tubos de lubrificante. Noutra loja, pedi um chicote de couro. Paguei com o cartão de crédito e fechei o notebook. — Agora chega perto e se inclina pra frente, quero tocar teus peitos. Na hora ela fez, e comecei a apalpar os peitos dela, beliscando os mamilos até doer, mas em vez de gritar, ela ronronava que nem uma gata. A putinha tava muito molhada. — Aproxima a buceta, falei. Ela deu um passinho pra frente, abrindo mais as pernas. Assim que toquei no clitóris, ela deu um pulo e começou a respirar pesado. Sabia que não podia gozar até eu autorizar, então passou 15 minutos de desespero até que finalmente falei: — Goza. Na hora, ela deu um grito e começou a jorrar fluido enquanto o corpo todo tremia. Teve o maior orgasmo da vida dela. Com as bochechas rosadas, sussurrou: — Pode fazer o que quiser comigo. Até agora eu não tinha comido ela. Ela, por um lado, queria; por outro... o que restava da moral dela, em forma de consciência distante, ainda dizia que aquilo era um pecado grave. Mas já tinha perdido a vontade e sabia que estava totalmente submissa a mim. Então sabia que logo chegaria o momento.
— Tenho que ir ao banheiro, amo. — Ela disse.
Respondi que não.
— Amo, por favor. — Disse ela, quase chorando.
— Eu disse que não e é a última vez que repito. Vou te punir por isso.
Ela aceitou, baixando a cabeça.
— Agora mesmo você vai beber dois copos d'água.
Segurando a barriga, foi até a geladeira e encheu um copo d'água.
— De um gole só. — Falei.
Assim fez. Com a mão tremendo, encheu o segundo copo. Dessa vez não falei nada, e ela começou a beber devagar. Quando terminou, eu disse:
— Vem cá, gatinha.
Ela ficou de quatro e veio lentamente, com cara de dor.
— Quando você viu uma gata ir ao banheiro? — Perguntei.
Ela não soube o que dizer.
— Quando eu autorizar, você faz ali mesmo, onde está.
Ela me olhou, corando, e assentiu com a cabeça. Passou o pior momento da vida dela, se contorcendo de quatro. Mandei ela deitar de costas, levantar as pernas dobradas e abrir os joelhos. Ela já não aguentava mais. Coloquei a mão na buceta dela e falei:
— Agora, mija.
Ela ficou vermelha de novo, mas não aguentou mais e começou a soltar líquido dourado igual uma louca. Espirrava na minha mão e ia pra barriga e pros peitos dela, se espalhando pelo chão.
— Limpa isso. — Falei.
Fui pra sala e sentei no sofá. Quando terminou de limpar, veio de quatro e se ajoelhou aos meus pés.
— Miauuu. — Disse com cara de satisfação.
Tirei os sapatos e coloquei os pés em cima dela. Ela se deitou no chão de barriga pra cima, e comecei a acariciar ela com os pés, de cima a baixo, parando nos peitos dela, até arrancar uns gemidinhos. Depois fui descendo até a buceta. Nesse ponto, ela abriu as pernas o máximo que pôde. Comecei a esfregar o botãozinho dela com um pé, enquanto o outro enfiava na vagina dela quase até a metade. Em cinco minutos depois, ele gozava jorrando uma porrada de fluxo.
— Quem te deu permissão pra gozar, gata? Vem aqui e deita no meu colo.
Ela obedeceu na hora, com cara de medo. Assim que ficou na posição, dei um tapa que fez ela gritar e tentar colocar a mão. Eu disse:
— Vou te dar vinte palmadas e mais duas pra cada vez que você tentar colocar a mão na frente.
Dei uma por uma as vinte palmadas, parando em alguns momentos. Ela sofreu, chorou e gemeu, mas não moveu um dedo. A bunda ficou primeiro vermelha e em algumas partes roxa. Quando terminei o castigo, mandei ela ficar de pé e me agradecer.
— Obrigada, amo, disse ela.
— Agora me dá um beijo na boca pelo bem que tratei essa bunda.
Humilhada, ela se aproximou de mim e, abrindo os lábios, enfiou a língua na minha boca, suspirando e fechando os olhos. Agora vai praquele canto, de cara pra parede, e fica lá com as mãos cruzadas em cima da cabeça até eu mandar.
Eu tinha adorado castigar ela. Ia ter que repetir isso mais vezes.
Nessa hora, o telefone tocou. Atendi. Era a Cristina avisando que viriam nos visitar no fim de semana. Sábado era meu aniversário. Eu tava fazendo 18 anos.
— A Cristina ligou, falei,… que ela, a Alicia e a Almudena vão passar aqui esse fim de semana pro meu aniversário.
— Como o amo quer que a gente aja durante a visita? Perguntou ela, sem sair do canto.
— Vamos agir como sempre. Você vai usar um vestido acima do joelho, sem calcinha e uma blusa. Também não vai usar sutiã. As sandálias de salto e meia preta. Vai se referir a mim como Jorge e eu a você como mãe. Elas não podem perceber o que rola aqui, pelo menos por enquanto. Vai me tratar como antes. Se pisar na bola ou me desrespeitar, vou te castigar quando ficarmos sozinhos.
— Por hoje, vou suspender o castigo. Pode vir sentar comigo no sofá, Bea.
Ela veio sorrindo e massageando a bunda, que tava bem judiada, e se aninhou do meu lado no sofá. Eu comecei a passar a mão na bunda dela. Quando eu passava pelas áreas doloridas, ela dava um leve sobressalto, mas a respiração dela foi ficando ofegante. Deixava ela muito excitada eu tocá-la. Começamos a conversar.
— Como estão as coisas no estúdio? — perguntei.
Afinal, mesmo tendo uma pequena fortuna no banco, vivíamos do dia a dia do estúdio, e era de lá que saía o dinheiro que sustentava toda a família.
— Muito bem. Tem vários projetos importantes que deram certo, e o Pedro cuida de tudo isso muito bem. A verdade é que temos muita sorte de tê-lo lá. Mas tem um probleminha que me preocupa.
— Qual? — perguntei, interessado.
— Notei que está sumindo um pouco de dinheiro do caixa do meu escritório. Não são quantias grandes, mas me preocupa.
A conversa ficou por ali. Fomos dormir, eu na cama e a Bea no tapete.
No dia seguinte, à tarde, chegaram os dois pacotes com as coisas que comprei pela internet. Peguei na porta do terreno e dei uma gorjeta pro entregador.
Entrei em casa e levei os pacotes pra sala.
— Bea, vem aqui. Abre o pacote grande.
A primeira coisa que apareceu foram os tubos de lubrificante.
— Como vamos nos divertir com isso — falei.
Ela deu um meio sorriso, já imaginando a buceta dela sendo invadida. Depois tirou uma caixa e, ao abrir, viu os plugs anais com rabos de pelo, que, diga-se de passagem, eram lindos. Ela parou de sorrir. Abriu outro pacote e era a tiara com orelhinhas de gata.
— Deixa esse pacote e abre o outro.
Era comprido, e ela já desconfiou do que tinha dentro.
— Abre.
Ela abriu e tirou um chicote lindo de couro preto. Olhou pra ele de olhos bem abertos e me entregou com as duas mãos esticadas.
— Vira de costas — ordenei. Ela virou bem devagar. Dei umas batidinhas leves com o chicote na bunda dela, e ela deu um pulinho.
— Você vai provar ele quando desobedecer — falei.
Pendurei o chicote nuns pregos que eu tinha deixado livres em cima da lareira.
— Vem aqui, gatinha — falei já do sofá. Ela se aproximou de quatro.
— Fica aqui. E agora me mostra sua bunda. Afasta as nádegas com as mãos. Ela fez com medo, mas sem reclamar. Passei bastante lubrificante no buraquinho e tirei da caixa o plug menor. Aproximei da bunda dela e fui introduzindo aos poucos. Ela fazia cara de dor, mas continuava sem reclamar. Chegou um ponto em que fez "glup" e entrou pra dentro. Ela suspirou de alívio. Incomodava, mas depois que entrou não doía muito. Ela ia sofrer pra sentar. Dei a tiara que tinha umas presilhas pequenas pra prender no cabelo e falei: coloca. Ela fez na hora. Coloquei a coleira nela. Ela tava linda de quatro, com a Booty, a coleira e as orelhinhas de gata. Você vai usar sempre e só vai tirar quando eu autorizar. Peguei o celular e tirei uma foto. Mostrei pra ela e ela sorriu. Tava bonita. Tão bonita que não aguentei e ali mesmo joguei ela no tapete e comi ela por uma hora, sentindo o plug apertando do cu dela cada vez que eu entrava na bucetinha deliciosa dela. A gente teve o maior orgasmo das nossas vidas. Ela esticou a linguinha e começou a lamber e limpar minha pica que tava cheia de porra. Miauuu..., ela falou enquanto se aninhava do meu lado e ali mesmo dormimos até o dia seguinte. Passaram uns dois dias em que minha mãe pedia permissão pra ir ao banheiro, eu autorizava ela a tirar a Booty e ela colocava de novo assim que terminava as necessidades. Um dia, ela ia subir pro banheiro quando eu falei: - Espera, vou com você, quero te ver. Ela ficou com as bochechas vermelhas. Peguei na mão dela e subimos pro banheiro. Com o olhar, ela pediu permissão pra tirar a Booty. Eu assenti. Ela tirou num instante. Já não parecia doer e lavou com cuidado, deixando na mesinha do lavatório. Sentou no vaso e deu uma longa mijada. Depois começou a cagar e cada vez ficava mais corada. - Se limpa, falei. Ela se limpou e foi pro bidê. - Deixa comigo, falei. E lavei a racha do cu dela e o buraquinho, enfiando e tirando o dedo ensaboado, o o que me deixou bem tarado, e ela também. Falei pra ela vestir a Booty de novo, e ela fez isso sem mais lubrificante que um pouco de saliva. Lavei as mãos e saímos. Continua…

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