Diversão com as mamães enquanto os pequenos jogam beisebol

Meu nome é Alex e, depois de muito tempo lendo e curtindo vários contos no site, finalmente resolvi escrever um dos meus. Espero os comentários de vocês e tomara que seja do agrado de todos. Essa aventura começou há uns anos, mais ou menos no verão de 2013, quando decidi inscrever meu filho, de 8 anos na época, numa liga de beisebol infantil em Los Angeles, Califórnia, onde morávamos naqueles anos. Sendo pai solteiro, busquei o esporte como um jeito de criar um vínculo maior com meu filho (o que realmente aconteceu), mas o que veio junto foi algo que nunca esperei. Como sou muito fã de beisebol e joguei bastante na infância e juventude, depois de apenas duas semanas do início da temporada, o pai de um dos meninos e técnico do time nos dá a notícia de que seria transferido por causa do trabalho para outra cidade e procurava algum pai voluntário para cuidar do time na ausência dele. Depois de uma reunião rápida com os pais, decidiram que eu seria o técnico substituto, o que me surpreendeu, mas aceitei. Do mesmo jeito, escolheriam uma das mães para ser a responsável por controlar todo o dinheiro e a papelada relacionada às atividades do time, e elegemos por voto unânime uma jovem mãe de um dos meninos que, assim como eu, era nova nessa história de participar de eventos esportivos dos nossos filhos. Naquela época, eu tinha 28 anos, moreno, alto, com um corpo atlético, o que me ajudava bastante a pegar mulher, ainda mais sendo um homem solteiro e com uma situação financeira média-alta. Foi só questão de tempo até eu começar a fazer amizade com os pais e mães de todas as crianças, e foi assim que, aos poucos, fui criando uma relação muito boa com todo mundo no geral. Mas a única que não parecia ser tão cordial era a mãe responsável pelo time. O nome dela é Janeth, e naquela época ela devia ter uns 25 anos (relativamente jovem pra ter um filho de 8 anos) cabelo loiro, magra mas com umas curvas que deixavam qualquer homem de boca aberta, especialmente quando usava vestidos colados no corpo e salto alto, o que era bem frequente por causa do trabalho num banco local. Uma tarde liguei pra Janeth pra perguntar umas coisas sobre uniformes e horários, e senti as respostas dela meio secas e um tanto grossas. Mas na época só pensei que era a personalidade dela e pronto. Passaram uns dias e a gente se viu de novo no treino dos pequenos e, ao contrário da última conversa que tivemos, dessa vez ela tava relaxada e super amigável. O que achei estranho e até pensei que ela era meio maluca. No fim do treino, a maioria dos pais e filhos foram embora e, quando eu e ela ficamos sozinhos no banco de reservas enquanto as crianças recolhiam o equipamento, ela me disse que tinha algo importante pra falar. A— Me diz, o que é tão importante? Aconteceu alguma coisa? J— Quero me desculpar por ter sido meio grossa com você no dia que você ligou. A— Não se preocupa, não precisa se desculpar. Mas já que você tocou no assunto... J— É que o Raul (o marido dela) é um homem muito ciumento e não gostou nada de você ter ligado quando viu o identificador de chamadas. A— Deixa eu adivinhar!! Tá com ciúmes. J— Sim, é que ele é muito inseguro e, pra ser sincera, ele não te engole, e imagino que seja porque sua personalidade é totalmente oposta. A— Não entendi o que você quer dizer. J— É que você parece ser uma pessoa muito segura do que faz e amigável com todo mundo. A— Entendi. Então não vou mais te ligar. Tudo relacionado ao time a gente conversa aqui e assim não te causo problema em casa. J— Claro que pode me ligar, só faz isso em horário de trabalho (horário comercial) e tá tudo bem. Quando ela disse isso, virou o rosto pra mim rapidamente, me olhando nos olhos com um olhar e um sorriso disfarçado de vergonha, mas bem safado. Dias depois, estando no meu escritório, vejo que chega uma mensagem de texto de Janeth, primeiro dando um salve e depois perguntando umas merdas sem noção e sem nada a ver com o esporte dos pequenos. E foi assim, todo santo dia, pelas semanas seguintes. Enquanto nos jogos e treinos ela se mostrava séria na frente do marido, mas amigável e tranquila quando ele não tava. Numa segunda de manhã, pouco depois de chegar no escritório, recebo uma mensagem dela dizendo que na noite anterior teve uma briga do caralho com o marido e me enche de detalhes sobre o relacionamento deles, que na real não tavam nem aí pra mim, mas uma coisa ficou bem gravada. Ela revelou que ela e o marido não tinham nenhum tipo de relação de casal (que desprezo, pensei) e tudo por causa do marido ter problemas sérios com drogas e, consequentemente, problemas de relacionamento, como ela tava me contando. Dei uns conselhos pra ver se melhorava a relação deles (quem era eu pra dar esse tipo de conselho), mas na real eu decidi e me propus que era hora de consolar ela do jeito que ela merecia. Seguimos com nossas trocas de mensagens diárias de rotina, que eu fui aumentando o nível (sexualmente falando), mas tomando cuidado pra não ser vulgar ou grosso, pensando que era só questão de tempo até as coisas rolarem do jeito que eu tava planejando. Quando vi que ela começou a participar e, longe de se assustar, me contou algumas experiências sexuais dela (bem bestas, por sinal, por falta de experiência), e eu contei muitas das minhas, esperando que ela se excitasse e se tocasse ao pensar nelas. E pra minha surpresa, foi exatamente isso que aconteceu, e eu sei porque ela confessou. Depois dessa última troca de textos reveladores, ela não me escreveu por vários dias, e quando eu via ela nos treinos, só me cumprimentava sem olhar na cara, e mesmo quando o marido não tava por perto, ela mantinha distância. Até que eu me decidi e, um dia, mais ou menos sabendo a hora que ela saía pra almoçar, liguei pra ela: J- Oi. Como cê tá? Que estranho você me ligar, normalmente manda mensagem. A- Oi. Cê tá ocupada? Podemos conversar? Uns minutos? J- Tô saindo do banco. Vou pegar alguma coisa pra comer na cafeteria da frente. Mas me fala. A- É que hoje tenho algo pra te dizer e acho melhor conversar do que ficar mandando mensagem, mesmo que o ideal fosse pessoalmente, sei que não dá. Não vou te tomar muito tempo, só queria me desculpar pelas mensagens daquele dia. Acho que passei do ponto e me desculpa se te ofendi. J- Não, de jeito nenhum. Não me ofendeu nem um pouco, eu também dei corda pra conversa chegar até ali. Mas o verdadeiro motivo de eu ter me afastado é que me sinto atraída por você e, sendo uma mulher casada, acho que não posso fazer isso. A- Entendo e fica tranquila, esse assunto não vai ser tocado de novo. J- Obrigada por entender e a gente se vê depois. Depois daquela ligação, eu sabia que, mesmo ela se fazendo de santa e se remoendo, já tinha compartilhado umas coisas comigo que me tornavam cúmplice dela, e tinha certeza de que ela tava esperando minha investida. Era só questão de tempo. A gente se via nos jogos e treinos dos pequenos, e os olhares entre nós dois eram intensos, imagino que várias pessoas perceberam, era impossível não notar. Vendo ela tão gostosa, me decidi e me aproximei, e de cara falei como ela tava linda. Ela corou e me agradeceu. Quando surgiu uma oportunidade e não tinha ninguém por perto, falei que precisava vê-la em outro lugar, a sós, pra poder conversar e esclarecer umas coisas. Ela disse que não dava naqueles dias, mas que no fim de semana seguinte o marido dela ia levar o filho pra visitar a avó a umas horas de distância de Los Angeles, e como ela e a sogra não se davam bem, ela ia ficar, e que talvez naquele dia a gente pudesse sair pra comer algo. E me deixou saber que uns dias depois daquele fim de semana seria o aniversário dela, e que eu não esquecesse de levar um presentinho. Queria surpreendê-la com um presente que a fizesse se sentir especial e que me desse, finalmente, a chave pra abrir. Essas pernas. Haha. Flores e essas coisas não iam rolar, já que ela é casada e tal. Aí me veio a ideia e mandei pro escritório dela um ursinho de pelúcia numa caixa, junto com um vale-presente da Victoria’s Secret (ela tinha me falado que amava aquilo em uma das mensagens eróticas que a gente trocou uma vez) e escrevi um bilhete pedindo que o presente era pra ela, mas que o que quer que ela comprasse, teria que modelar pra mim no dia do nosso encontro (o bilhete era direto e eu tava arriscando ela falar não e cancelar o encontro). Ela não disse que não, só falou que tava com vergonha, mas que ia pensar — então, já que não foi um não, já era lucro. Os dias foram passando devagar, esperando a tão desejada data, e combinamos de jantar num sábado num restaurante bem chique perto da minha casa. Eu não tirava os olhos do celular, esperando a hora chegar. Cheguei no restaurante uns 10 minutos antes do combinado pra tomar um drink antes dela aparecer, e o bartender me conhecia bem porque eu frequentava o bar direto — um drink virou cinco. Passou mais de uma hora do horário marcado, e ela me manda uma mensagem dizendo que não ia vir porque tinha se arrependido. Paguei a conta e, saindo do bar andando pro estacionamento, vejo ela linda, toda arrumada e maquiada, sentada no carro dela, curvada olhando pro celular como se estivesse viajando. Chego perto e bato no vidro; ela levanta a cara e dá um pulo de susto, porque não viu quando eu me aproximei. Ela me pede desculpa e fala que tem que ir, que isso não pode estar acontecendo. Mas eu abro a porta, estendo a mão pra ela descer, tiro as chaves dela, travo o carro e levo ela pela mão até o restaurante. Ela tava linda com um vestido preto justinho e um decote que deixava ver aqueles peitos maravilhosos, e umas sapatilhas altas que realçavam aquela bunda redonda, dava até pra ver o formato de uma calcinha fio dental de renda por baixo do vestido. Quase na entrada do restaurante, ela me puxa pelo braço e fala: que melhor a gente ir pra outro lugar onde não tivesse tanta gente. E esse foi o sinal que eu precisava. Dei meia-volta e caminhei pro meu carro com ela de mão dada, e ela disse que precisava pegar a bolsa dela, foi rápido no carro dela, e eu fiquei parado esperando e observando aquele rebolado gostoso de vai e vem. A gente foi embora e eu levei ela direto pra um motel conhecido que eu frequentava sempre, porque mesmo sendo solteiro nunca gostei de levar mulher pra minha casa. Entramos no motel e ela tava super nervosa, tremia as pernas e os braços como se soubesse o que ia rolar. Falei pra ela ficar à vontade e que voltava em alguns minutos. Disse que ia até uma lojinha de bebida que ficava bem do lado do motel e traria um vinho pra brindar. Quando tava fechando a porta, perguntei se ela tinha trazido o presente dela pra modelar pra mim, e ela só virou o rosto pra mim, sorriu e ficou vermelha ao mesmo tempo. Voltei 10 minutos depois com uma garrafa de chardonnay e dois copos improvisados de plástico que achei na loja. Quando entro no quarto, vejo a porta do banheiro fechada e a luz acesa. Passam uns 10 minutos e ela não sai. Bato na porta e pergunto se tá tudo bem, ela não responde, e eu me dei a liberdade de abrir a porta. Quando ouço que entrei, percebo que ela tá com um conjunto lindo de babydoll de renda preta e uma calcinha fio-dental minúscula que fica linda nela. Ela tenta se esconder um pouco atrás da cortina do chuveiro, mas eu puxo ela pela mão e ao mesmo tempo dou uma volta completa nela, e quando ela fica de frente pra mim de novo, dou um beijo longo nela. No começo ela não cede, mas depois de alguns segundos ela mesma enche de paixão. A gente se beija por um bom tempo, e ao mesmo tempo vou guiando ela devagar até a cama. Deito ela e começo a beijar desde o pescoço dela, devagarinho, até chegar nos peitos perfeitos dela, e mordo e beijo por cima e por baixo do babydoll. Ao mesmo tempo, começo a percorrer a buceta com meus dedos e ao passar pela calcinha fio dental encontro uma completamente depilada e molhada rachadinha. Eventualmente cheguei até ela com minha boca e já totalmente entregue, Janeth geme de prazer, tanto que acho que dava pra ouvir no andar inteiro. Depois de saborear essa buceta suculenta, virei ela e coloco de quatro e ela, pensando que eu ia penetrar, me pede pra usar proteção, mas essa não era minha intenção ainda. Passei a língua no cu dela e pude ver como o corpo dela se contraiu e a pele arrepiou, e ela me disse que aquilo era novo pra ela. Continuei por mais alguns minutos até sentir que ela já ia gozar e, com a língua no buraquinho dela e uma mão brincando com o clitóris, ela deu uns gritos quase de terror e gozou de um jeito tão forte que deixou a cama inundada, depois de um show de squirt na minha cara, que nem ela mesma sabia como aconteceu. Deixei ela descansar não mais que uns 2 minutos e deitei ela na cama molhada. Tirei minha roupa rapidinho e, antes que ela tivesse tempo de me pedir pra colocar proteção, enfiei até o fundo com a ajuda de como ela ainda estava molhada. Fiz ela gozar mais duas vezes e ela me pediu pra não gozar dentro dela por causa do risco de engravidar, mas eu disse pra ela não se preocupar, sem ela saber o que eu tinha planejado. Peguei ela pela mão e levei até um sofá, coloquei ela de quatro nele e, quando comecei a salivar o cu dela, ela percebeu minhas intenções e me pediu pra não fazer porque nunca tinha feito por ali e que ia doer muito. Pouco me importou o que ela pediu e continuei na minha. Ela dizia que não, mas não oferecia resistência nenhuma. Devagarinho fui enfiando meu pau, que não é muito comprido, só 12cm, mas é bem grosso, e ela reclamava de dor, mas depois de um tempo, já com a carne toda dentro até as bolas, os gemidos de dor foram virando gritos de prazer e, depois que ela gozou pelo menos umas três vezes com tudo. E aí chegou minha vez de gozar. Descarreguei todo o meu leite dentro do cu dela com toda força, mais excitado do que nunca com a visão daquele par de bundas e uma lingerie linda que, mais do que um presente pra ela, foi um presente pra mim mesmo, me dando essa vista incrível. Depois de umas horas dormindo, levantamos e nos vestimos. Saímos e ela mal conseguia sentar depois daquela trepada violenta. Levei ela de volta pro carro dela e, desde então, ela virou minha putinha pessoal por vários anos. Transformei ela numa verdadeira expert. Hoje moramos em cidades distantes, mas nos vemos uma vez por ano pra relembrar os velhos tempos e deixar camas de hotel completamente encharcadas com seus squirts intermináveis.

1 comentários - Diversão com as mamães enquanto os pequenos jogam beisebol

Excelente relato pero ubiera estado mejor con una foto de janeth