O SENHOR DO TELEFONE 3
Depois da minha experiência de submissão na minha própria casa com o Suárez, minha cabeça estava bem "revolucionada". Minhas atitudes e o que senti ao fazer aquilo me confundiam completamente. Cheguei a um ponto em que comecei a sentir que o que o senhor do telefone me dizia era verdade, que eu era uma puta. Ter traído meu marido com um paciente, ter sido submetida por dois homens no mesmo dia sem conhecer nenhum dos dois, ter sido apalpada por cinco desconhecidos num lugar sujo e ter gostado a ponto de querer ser comida por eles, e ser dominada e submetida na minha própria casa, me davam as pistas claras, por mais que eu quisesse negar, que tudo tinha sido real e eu tinha curtido.
Na semana seguinte, tentei levar uma vida normal, tentando deixar esse assunto de lado. Mas, como sempre, o que me esperava estava longe do que eu imaginava. Na quarta-feira, meu marido me disse que precisava viajar na quinta a trabalho e ficaria fora até sábado, e me pediu para ir à festa da empresa dele. Eu disse que iria sem problemas, que ele não se preocupasse. Na quinta cedo, ele saiu para o aeroporto e eu fui para meu consultório, como sempre. Os pais dele iam buscar as crianças e ficariam com elas até domingo. Tudo foi normal naquele dia. Na sexta, acordei, tomei um banho e fui para o consultório. Ao chegar, encontrei a Marta, minha assistente:
- Bom dia, Marta
- Bom dia, Doutora
- Alguma novidade?
- Sim, Doutora, tem um senhor esperando na sala, acho que começa hoje as sessões.
- Tá bom, Marta, me prepara um café e me leva?
- Sim, Doutora.
- Obrigada.
Peguei a correspondência como todos os dias e fui para a sala, onde faço as sessões de terapia com os pacientes. Abri a porta e fiquei paralisada: o Suárez estava no sofá esperando. Sim, o Suárez, o mesmo que me dominou e submeteu na minha própria casa. Fiquei olhando pra ele... Olhando pra ele, ele me olhou de volta, sorriu e disse:
- E aí, doutora, como cê tá?
- Bé... bem... o que o senhor precisa?
Ele não respondeu, só tirou o celular do bolso, ligou pra alguém e desligou. Ficou me encarando de cima a baixo, aí meu celular tocou:
- Doutora, bom dia, como vai?
- Se... senhor, como cê tá? (tava apavorada, não esperava por isso, não no meu consultório, já era demais, mas depois do que rolou na minha casa, nada mais devia me surpreender)
- Doutora, como cê vê, o Suárez tá aí. Calculo que ele te traz boas lembranças, né? Então arrumei uma visita surpresa pra você, acho que cê não tá levando isso a sério, então melhor fazer você repensar. É simples, hoje não tem tarefa de mensageira, só isso: cê fica às ordens do Suárez, ele manda, você obedece sem reclamar, combinado? E não se preocupa com seus pacientes, ninguém vai aparecer hoje, isso já foi resolvido. Aproveita, putinha, e depois pensa, hahaha
Me deixou sem palavras, me pegou de surpresa de verdade. Então fiquei ali, esperando ele falar ou fazer algo. Ele me olhava, esfregava a pica e me encarava.
- Beleza, putinha, sem enrolação, tira tudo, fica de sutiã e fio dental, anda logo.
- Ma... mas senhor, esse é meu consultório, aqui não, pelo amor...
- Shh, nada de mas, putinha, cê sabe o que acontece se não obedecer, então não opina nem pensa, obedece e pronto. Combinado?
- Sim, senhor
Obedeci, quase tremendo, era a primeira vez que isso acontecia comigo, agora sim o medo era medo de verdade. Sem escolha, tirei a roupa e fiquei de sutiã e fio dental. Ele me olhou e mandou eu me ajoelhar no chão. Fiz isso, ele se aproximou, abaixou o zíper e deu a ordem: "chupa", assim, simples. Olhei pra porta do quarto que tava fechada, rezando pra Marta não entrar e me ver daquele jeito, virei o rosto, abri a boca e comecei a chupar a pica do Suárez. A partir daquele momento, a alma voltou pro corpo, o gosto da pica dele, o cheiro, tudo isso me acalmou de algum jeito; e meu corpo começava a reagir. sinais de prazer: minha buceta ficava molhada, meus mamilos duros e minha bunda pulsava, sinais de que eu realmente tava gostando do que tava rolando. Num instante o celular dele tocou, ele atendeu, falou 2 palavras e desligou, me olhou e sorriu; segundos depois eu olhei pra ele e ele tava olhando pra porta, ouvi a porta abrir e olhei, nessa hora meu coração foi pra garganta: a Marta tava parada ali, e se aproximou; eu, com a pica do Suárez na minha boca, olhando, sem me mexer, congelada, imóvel total:
- Oi amor, tá se divertindo? - disse a Marta
- Tô sim, minha vida, muito bem. A verdade é que sua chefe é uma puta do caralho, olha só, de fio dental e sutiã, de joelhos chupando minha pica. Vai, puta, cumprimenta minha esposa, a Marta..
Minha cara naquela hora mostrava tudo, olhos bem abertos, boca bem aberta, não acreditava no que tava rolando, a Marta, minha assistente, esposa do Suárez e ainda me pegando de joelhos, de lingerie, chupando a pica do marido.
- Oi... oi, Marta...
- Haha, tua cara, pelo amor de Deus hahaha, então, escuta bem, eu vou vazar, tenho coisas pra fazer, então você fica com minha esposa, e obedece ela, ela é sua chefe, mas é melhor ela mesma te explicar.
- Espera, antes de ir, toma um café comigo, tenho que falar contigo sobre o negócio de hoje à noite.
- Beleza, 5 minutos amor, tô meio atrasado.
- Sim, vamos ver, como vou te chamar: puta? Lixo? Suja? Idiota? Hmm, tenho que decidir como vou te chamar, mas por enquanto, vai pra cozinha e prepara café pra mim e meu marido, vai, mas sem sutiã, algumas coisas vão mudar por aqui, vai, anda logo!!!
Sem falar nada, tirei o sutiã e fui pra cozinha, deixando os dois lá. Na cozinha fiquei e pensei: "E agora??" Já tinha meio que aceitado o jogo do Suárez e do cara do telefone, mas agora era uma mulher entrando no jogo. Pensei que talvez, por ser mulher, fosse diferente, talvez até mais compreensiva. E na mesma hora percebi que já Não pensei nisso como algo desagradável, estava mais preocupada com o novo integrante. Fiz o café e voltei pro quarto, entreguei as duas xícaras e fiquei ali, esperando.
- Senta no chão e escuta. A partir de agora, algumas coisas vão mudar aqui. Primeiro, você vai me chamar de Senhora Martha, fala comigo com respeito e me obedece em tudo que eu mandar. Você vai continuar atendendo seus pacientes normalmente, isso não muda, mas quando ficarmos sozinhas, você vai ficar de roupa íntima e vai vir até minha mesa, se ajoelha e me pergunta se preciso de algo. Vou te chamar do jeito que eu quiser, então fica esperta. Agora deita de bruços no chão e se masturba, vou me despedir do meu marido, sua puta.
- Sim, Senhora Martha.
Ela acompanhou o marido até a porta, enquanto eu fiz o que ela mandou: deitei de bruços no chão e comecei a me masturbar. Ela voltou e disse:
- Olha só, minha chefe, tão fina quando fala e anda, tão distinta, agora jogada no chão, seminu e se tocando, que puta nojenta você é, dá nojo, mas vai me servir pra me entreter um pouco, haha.
Martha é uma mulher de 42 anos, morena, cabelo cacheado, com um corpo gostoso, mas agora tava mostrando algo mais: o jeito dela, bem dominadora e dura. Sentou no sofá que eu uso sempre, tirou a calça e ficou de camisa e uma calcinha fio dental bem justa. Abriu as pernas bem abertas e mandou eu acender um cigarro pra ela. Fiz isso, entreguei e, com a voz seca, ordenou que eu me aproximasse de quatro e começasse a beijar a virilha dela, devagar. Ela pegou o celular e ligou pra alguém:
- Continua assim, sua suja, beija devagar. Acabei de ligar pra uma amiga muito próxima, ela vai me ajudar a explicar como isso funciona. Vou me divertir às suas custas.
- Sim, Senhora Martha.
Pouco depois, a campainha tocou. Ela mandou eu me vestir e ir abrir. Fiz isso e fui. Era uma mulher de uns trinta e poucos anos, muito linda, alta, loira, bem fina e muito bem vestida. Passamos pro quarto. Elas se cumprimentaram, riram e Martha explicou como era a situação. A mulher, chamada Erica, se virou e me olhou, depois voltou a falar com ela. Eu continuei parada, sem saber o que ia acontecer, até que Marta me disse:
- Vamos lá, sua puta, tira essa roupa, anda.
- Sim, Senhora Martha.
- Agora vou sentar aqui e aproveitar, você obedece ela. Combinado?
- Sim, Senhora Martha.
Me despi e fiquei ali. Erica me olhou, se aproximou e, sem dizer nada, começou a me tocar, a beijar meu pescoço, meus peitos, a passar a mão na minha buceta. Eu estava ficando muito excitada. Ela andou, se afastou e começou a tirar a roupa, ficando só com um body de couro preto. Tinha um corpo incrível, olhei pra ela e ela perguntou: "Você gosta?". Eu não respondi nada, ela riu e foi pro banheiro. Dez minutos depois, apareceu, me pegou pela mão e me levou até o banheiro:
- Então, gostosa, aqui acaba a simpatia. (E me deu um tapa na cara, e outro, e outro)
- Mas, mas...
- Cala a boca, puta, ajoelha aqui, anda.
Apontou pro chão, onde tinha um pedaço grande de papel com merda fresca que ela tinha acabado de fazer. Chamou a Martha pra vir ajudar. Eu estava ajoelhada na frente daquele papel, e pelo jeito que as coisas estavam indo, já comecei a imaginar o que viria. Martha entrou no banheiro com umas luvas amarelas (aquelas de limpeza). Ela vestiu as luvas e pediu pra Martha me segurar pelos cabelos. Erica pegou a merda dela com as mãos e começou a esfregar na minha cara. "Vai, puta", ela dizia, "vai que isso vai te encantar, sua puta nojenta..." Encheu minha cara de merda, que ainda estava quente e mole, eu mal conseguia respirar por causa do cheiro, mas aquela sensação me invadia de novo... puro prazer, meu deus, eu estava gostando, meu deus, eu era uma puta, bem nojenta, bem puta.
Depois de deixar minha cara toda lambuzada de merda, Erica me colocou dentro da banheira, me fez ajoelhar, ela ficou na minha frente, abriu as pernas e começou a mijar em mim. "Agora é hora de se lavar, haha, puta... isso é o que você merece, hahaha." Martha olhava e ria. Eu curtia aquilo… igualzinho a mim. Quando terminou, saiu da banheira e mandou eu tomar um banho: “Tira esse cheiro de merda e mijo sujo…” enquanto as duas saíam do banheiro.
Depois de me lavar, voltei pra onde elas estavam. Me colocaram de joelhos contra a parede e me deixaram lá. Elas conversaram um tempo até que a Erica teve que ir embora. Se despediram e a Martha mandou eu acompanhar ela até a porta, do jeito que eu tava, pelada. Eu obedeci e voltei. A Martha sentou de novo no sofá e mandou eu ir de quatro e, dessa vez, chupar a buceta dela. Assim ela me deixou um bom tempo, até que mandou eu vazar, que por enquanto não queria me usar mais. Me vesti e voltei pra casa.
Cheguei, tomei banho, fiz um café e fiquei pensando. Minha cabeça não aguentava mais, por que eu agia daquele jeito? Ficava pensando, não achava resposta nenhuma, a única coisa que vinha na cabeça era que, como o cara do telefone dizia, eu era uma puta, mas definitivamente não aceitava essa ideia. Olhei pro relógio, era quase 19h30, e lembrei da festa da empresa do meu marido. Então, tranquila, comecei a preparar a roupa que ia vestir.
Como toda mulher, demorei pra escolher, mas no fim me decidi: coloquei um vestido vermelho, como tava frio escolhi um par de botas pretas, um suéter e um casaco preto. Esperei até as 21h e saí.
O salão ficava na região de Palermo, cheguei com o convite e entrei. Um lugar bonito, iluminado, com as mesas arrumadas e uma lista dos convidados já com lugar em cada mesa. Quando dei meu nome pro recepcionista, ele me indicou que o salão ficava embaixo, no subsolo. Me acompanhou e me levou até lá. Passei por uma cortina vermelha e ele me mostrou minha mesa. Tava meio escuro, com bastante vermelho na decoração, pouca luz e um palco com microfone. Então sentei e esperei. Começaram a chegar os convidados e foram se acomodando. Era pouca gente e na minha mesa ainda não tinha chegado ninguém. Depois de um tempo, alguém se aproximou da minha mesa e tocou nas minhas costas. Virei e, sinceramente, não conseguia acreditar no que que eu estava vendo: Suárez e Martha, mais atrás, Bruno (o paciente com quem transei no meu consultório). Não entendia nada, nada mesmo. Eles se sentaram na mesa e sorriram entre si. Martha me disse: "Ainda falta mais alguém que você precisa conhecer." Eu não sabia o que fazer, fiz menção de sair, mas Suárez me segurou pelo braço e me fez sentar. "Fica tranquila", ele disse, "agora vem a parte boa". Em poucos minutos, chegou a pessoa que faltava: um homem grande, um pouco mais velho (uns 45 anos, talvez) e se apresentou:
- Doutora Montes, você é a esposa do Nicolás?
- Sim, prazer em conhecê-lo.
- Sou o senhor Marco, e você já me conhece, doutora... pelo telefone.
- Você? É??... É!!...
- Sim, sua putinha, sim, sou eu. Além de ser o homem do telefone, sou o presidente da companhia. Suárez, que você já conhece, é procurador da empresa, a mulher dele, Martha, e Bruno, o chefe do seu marido e irmão de Martha.
- Ah, porra... (Fiquei sem palavras, de boca aberta, não conseguia de jeito nenhum entender, nada, absolutamente nada me fazia reagir naquele momento).
Aquela reunião foi uma surpresa total, e estava só começando. Durante o jantar, eles conversaram como se nada fosse, eu nem pensava na comida e por isso não toquei em nada. Só pensava: "Os chefes do meu marido, me enrolei com os chefes do meu marido, fui comida pelos chefes do meu marido! Não tenho saída, estou presa, não há desculpas nem reclamações, nada."
Depois do jantar, eles continuaram conversando até que Martha disse ao Marco: "Já está na hora, não?" Marco me olhou e disse:
- Doutora, tudo isso começou com sua infidelidade, esse foi o pontapé inicial. Mas essa não foi a causa, e sim uma consequência do que você esconde. Quando eu disse que você é uma putinha, vi que você nunca reagiu. Não foi a infidelidade em si, porque se não fosse com Bruno, teria sido com qualquer outro. Você encontrou resposta para o fato de que, ao ser dominada por nós, acabou gostando? Porque você acabou gostando, não?
- Sim (já não sentia necessidade de ocultar que eu curtia a onda de ser dominada por estranhos, me excitava e sentia prazer fazendo isso, então eu simplesmente ouvia cada palavra que o Marco falava e sim, ele acertava em tudo)
- Viu, então, eu não estava errado em pensar que você era uma puta
- Não, é verdade (acabei aceitando isso, o Marco tinha razão, eu era uma puta)
- Beleza, então, vamos extrair o melhor disso (ele sorria enquanto me dizia isso)
O Marco fez um sinal pra Martha e ela me levou da mesa pro banheiro. Lá, eu quis comentar com ela sobre a minha conversa, mas ela me deu um tapa e disse:
- Não se engana, puta barata; só porque o Marco falou isso não significa que você pode falar comigo assim na cara dura, estamos entendidas, sexy girl?
- Sim, senhora Martha, desculpa (o jogo continuava, então eu fiz o mesmo)
- Beleza, tira o vestido, o suéter, fica só de tanga e com as botas, vai
- Sim, senhora Martha.
Fiquei só de tanga e com as botas, como ela pediu. Ela se aproximou de mim, me pegou pelos cabelos e me encostou na parede, começou a passar a mão na minha buceta, que já estava molhada, e disse:
- Tanga turquesa e botas pretas, ha, você se veste como uma puta arrombada, hein? Se prepara, suja, agora vem o show… ah, e lembra disso, em algum momento da noite eu vou arrebentar bem o seu cu, estamos? E você vai me implorar pra fazer isso, estamos?
- Sim, senhora Martha.
A Martha me mantinha encostada na parede e me segurava pelos cabelos. O que ela queria dizer com aquilo de que agora começava o show? Bom, eu estava prestes a descobrir. O Suárez entrou no banheiro, me olhou e disse:
- Beleza, puta, agora você vai fazer o seguinte: Quando o Marco te chamar, você vai direto pro palco, sem falar nada, e vai obedecer tudo o que ele mandar, estamos?
- Sim, senhor, mas todo mundo já foi embora da reunião?
- Não, puta, eles estão aí, esperando pra conhecer a escrava da noite. Se comporte bem porque estão os colegas de trabalho do seu marido, estamos?
- Como?? (A Martha puxou meus cabelos e me deu um tapa, e entendi o sinal)
- Sim, senhor, como o senhor mandar.
Bom, naquele instante fiquei completamente dura. Eu já tinha aceitado o jogo de amo e escrava com eles, mas com gente que conhecia meu marido!!! Não, pelo amor de Deus!!! Agora sim, isso tinha saído completamente do controle pra mim. Mas a jogada já estava feita, eu mesma aceitei o que o Marco me disse, não tinha volta.
O Marco me chamou e eu entrei, exatamente como o Suárez mandou, e fui pro palco. De cabeça baixa, caminhei e, sem conseguir evitar, ouvi alguns comentários das pessoas: "Essa é a mulher do Nico?" – "Ah, bom, coitado do Nico, mas que puta!" Essas foram as exclamações, e cheguei ao palco:
- Senhores, esta é a puta da noite. Alguns a conhecem, é a esposa do Nicolau... lembram? Psicóloga, muito fina ao falar, distinta, e bom, no final mostrou o que é... e acho que hoje vocês vão conhecê-la um pouquinho mais, haha. Puta, cumprimenta o pessoal.
- Oi... oi, boa... noite.
- Ela é um pouco tímida, haha. Mas bom, vamos começar, essa suja vai passar de mesa em mesa, cumprimentar vocês, e vocês, homens e mulheres, podem apalpar ela. 5 minutos por mesa. Vai, puta, anda...
E foi assim que eu fiz, comecei a ir nas mesas onde cumprimentava e, na mesa, além de me xingarem e falarem todo tipo de barbaridade, me apalpavam. Homens e mulheres, sem distinção, metiam a mão na minha buceta, no meu cu, etc. Numa mesa onde tinha mulheres, elas me apalparam, me agarraram pelos cabelos e me esbofetearam todas, enquanto diziam: "Puta de merda, o Nico é um cara legal, e você fode ele assim, puta!!". E assim passei por todas as mesas. No final, voltei pro palco. O Marco escolheu 10 pessoas, 5 homens e 5 mulheres, e pediu que esperassem de lado. Ele abriu a braguilha, tirou o pau pra fora (grande, de comprimento normal, mas bem grosso), me chamou e mandou eu chupar o pau dele ali mesmo. Eu fiz, e enquanto chupava, ele pediu pras outras pessoas subirem pra outra sala, e pediu encarecidamente que nada do que tinha Passado lá, comentaram lá fora, senão ele ia tomar represálias sérias. O povo obedeceu e saiu daquele salão. Marco mandou eu me levantar e a Martha me levou pro banheiro de novo. Ela mandou eu ficar de cócoras numa privada, a mais suja, amarrou minhas mãos num toalheiro e eu fiquei ali. Antes de ir, ela disse: “Agora você vai ser usada pelos colegas do seu marido, não recuse nada, tá claro?” e eu respondi como sempre.
As pessoas que o Marco escolheu foram passando, homem e mulher. Eu conhecia eles, alguns jantaram lá em casa, outros foram apresentados pelo meu marido. Os homens me olhavam e gritavam: “Que puta, sempre achei que você era gostosa, mas nunca pensei que ia te encontrar assim, chupa, vai, puta” e as mulheres, eram mais cruéis, além de me xingar, me davam tapas, puxavam meu cabelo, cuspiam em mim, algumas mijavam em mim. Foram 20 minutos aguentando o mais baixo que existia, por quê? Porque eram pessoas que me conheciam. Mas no fim, acabaram de passar e demorou um tempão até a Martha vir me buscar. Ela veio, me soltou e me levou pra fora do banheiro.
- Se veste, puta, anda..
- Sim, senhora Martha.
- Agora vamos começar o final dessa noite.
Saímos e uma caminhonete nos esperava, entrei junto com o Marco, o Suárez, a Martha, o Bruno e a Erica (essa eu não tinha visto no começo, mas tava lá) e partimos. Um tempo depois, estávamos na porta da minha casa. Eu não falava nada, descemos e entramos em casa. A Martha tava no comando:
- Então, puta, tamos na sua casa, se despe e vai fazer café pra todo mundo, anda, sua nojenta.
- Sim, senhora Martha.
Fui pra cozinha, e pra ser sincera, já não tava muito preocupada se os vizinhos viam alguma coisa, até porque tava tudo fechado. A Erica foi me ver na cozinha, quando virei pra olhar ela, tava de calcinha fio dental e sutiã de couro, bem justo, se aproximou e enquanto enfiava a mão na minha bunda e na minha buceta, falava baixinho:
- Quando você quiser, vem me visitar lá em casa, te quero foder todinha linda, você tá muito puta assim, toda tesuda, com a buceta molhada e a bunda molhada também, quero arrebentar todos os seus buracos, tenho um kit de consolos pra usar com você, puta
O apalpação e as coisas que ele me falava me deixavam mais excitada, já tava vermelha e a Erica sabia, ria de me ver assim "Que puta nojenta, você tá pedindo pra ser fodida bem suja" e foi embora.
Voltei com a bandeja de café, apoiei a bandeja na mesinha e fiquei parada ali. Todo mundo tava de roupa íntima. A Martha tava com um conjunto branco e os homens de sunga. A Martha distribuiu as xícaras de café e tirou a bandeja. Me olhou e mandou eu ficar na frente deles, de cócoras, abrindo as pernas e fumar um cigarro. Fiz isso, me posicionei e acendi um cigarro (como pra tentar acalmar um pouco meu tesão). Quando terminei de fumar, o Suárez levantou, com o pau duro e colocou música. "Dança, puta..." – a Martha falou – "dança e esquenta todo mundo, vai!!" Fiz isso, pelada, na sala da minha casa, comecei a dançar pra cinco pessoas que me dominavam, me usavam. E dancei, usei o tesão que tava em cima de mim e comecei a rebolar no ritmo da música. E tava fazendo efeito, dançava feito uma gostosa de balada, mexia a bunda, me abaixava, passava a mão no cabelo, apertava os peitos e as nádegas, e o povo ficou com tesão. A Martha levantou, me puxou pelo cabelo e chamou o Bruno e a Erica, e me levaram pra cozinha:
- Puta do caralho, você tá com tesão? Quer pau? Vai ter, sua suja!!! – disse a Martha enquanto me puxava pelo cabelo
A Erica pegou o latão de lixo, tirou o saco de dentro e colocou no chão, aberto. A Martha me segurou pela nuca, me fez ficar de quatro e enfiou minha cabeça no saco.
- Cheira o lixo, seu cheiro, vai, cheira. Bruno!! Mete nela...ela tá servida pra você
E o Bruno não esperou, meteu na minha buceta molhada e começou a me foder ali. Ele bombava, cada vez mais rápido, a Martha e a Erica tiravam minha cabeça, me esfregavam o lixo na minha cara, me esbofeteavam e enfiavam de volta no saco de lixo. Bruno gozou nas minhas costas, Erica me pegou pelo braço, me levantou e me levou pro banheiro. Lá, me colocou na banheira, deitada, ela enfiou a buceta na minha cara e começou a esfregar: "Chupa, sua suja, chupa". Ela parou, me tirou da banheira e me fez ficar de quatro com a cabeça virada pra ela; Apareceu o Suárez e, sem dizer nada, enfiou o pau no meu cu e começou a bombar. Eu cheguei a gemer, mas nem tive tempo porque Erica me puxou pelos cabelos pra levantar a cabeça e, na minha cara, mijou em mim. Suárez bombava forte, Erica terminou de mijar em mim e me esbofeteava, colocava shampoo na minha boca, Suárez tirava o pau, enfiava na minha boca pra eu chupar e formava espuma na minha boca, mesmo assim sentia o gosto de pau, shampoo e meu cu, uma mistura muito estranha.
Suárez gozou no meu cu, me tiraram do banheiro. Meu estado era bem lastimável, nua, despenteada, boca aberta com espuma, olhos perdidos, cu e buceta molhados e abertos, escorrendo porra. Me deixaram no corredor da sala até que o Marco veio, me ordenou que subisse pro meu quarto de quatro, me lavasse e esperasse ele lá. Pouco depois, ele chegou no quarto, me olhou e disse pra eu deitar na cama de barriga pra cima. Ele se despiu e subiu em cima de mim, sentou no meu peito e mostrou o pau, duro, grosso, e enfiou na minha boca; Começou a se mexer, enfiando na minha boca, enquanto falava comigo, me xingava num tom de voz muito quente. Eu estiquei os braços pra trás, me segurando na cabeceira da cama. Ele tirou o pau da minha boca, me olhou e disse pra eu levantar as duas pernas e juntar no peito, então pegou uma corda, amarrou um dos meus joelhos, passou a corda por trás da minha cabeça e terminou amarrando no outro joelho. Eu estava amarrada, com os joelhos na altura dos meus peitos, mas de pernas abertas. Ele se colocou em cima de mim e foi enfiando o pau até o fundo:
- Você gosta assim, sua puta?
- Sim, senhor
- Sim Sentei, sua putinha, senti meu pau dentro de você
- Ahhh, sim senhor, sim, sinto ele dentro
- Mmm, sim, putinha, assim, sente ele, sua suja, sente
- Ahhhhhhhh, sim senhor, siiiiiim……. (Marco começou a se mover mais rápido, ele estava me comendo forte e rápido, e meu tesão explodiu)
- Você gosta, putinha? Gosta?
- Siiiiim senhor, por favor, continua me comendo assiiiiim……………..ahhhhhh…deus, como eu gosto……..ahhhhhhh, me dá seu pau, me dá essa pirocaaa…… (comecei a gritar que nem uma louca)
- Grita que você é uma putinha, vai, grita, gostosa!!
- Siiiiim senhor, siiiiiim….SOU UMA PUTAAAAA!!! Siiiii, meu deus, eu amo isso, senhor, por favor, mais forteeEEE!!
Já não ligava se os vizinhos ouviam, aliás, a ideia de poderem me ouvir me deixava ainda mais excitada. Martha chegou com uma câmera e me filmava, me perguntando umas coisas:
- Você gosta do jeito que o Marco te come, putinha?
- Siiiiim, eu amo, eu amo……ahhhh deus, ele tá me matando….eu amo…ahhhhh deus, deus…………….
- Come melhor que seu marido?
- Siiiiiiiiiiiiiiiim, come melhor que meu marido…siiiiiiiiiiii
Marco tirou o pau e gozou na minha cara. Fiquei morta, sem fôlego, ele me pegou como um animal. Levantou e chamou o resto: estavam ele, Bruno, Erica e Martha. Estranhei que o Suárez não tivesse vindo, mas nem liguei, já não me importava mais com nada. Então Martha abriu a bolsa e tirou um cinto com um consolo bem grande (um arnês, o famoso cinturão), me olhou e disse:
- Lembra do que eu te falei no banheiro do salão?
- Sim, senhora Martha (ela disse que em algum momento da noite ia arrebentar meu cu e que eu ia pedir pra ela fazer isso)
- Então, chegou a hora
Fiquei de quatro na cama, Erica e Bruno seguraram meus braços pra eu não me mexer, e Martha colocou o cinto com o consolo, cuspiu no meu cu e começou a meter.
- Ayyyyy, senhora Martha, meu cu…………ayyyyyyyyy
- Cala a boca, sua suja, você merece isso por ser tão putinha e safada!!!!
- Sim, senhora Martha
- Vamos, putinha, me pede, vai
- Senhora Martha, por favor, Arrebenta meu cu, senhora Martha, por favor (falei quase chorando, mistura de dor e tesão, queria que ela arrebentasse meu cu de verdade)
E foi o que ela fez, enfiou o consolo no meu cu e começou a se mexer. Tava destruindo meu cu, metia forte, dava tapas na minha bunda enquanto Bruno e Erica me seguravam. Depois de um tempo, Martha tirou o consolo. Senti que meu cu ficou arrebentado, pra fora. Bruno gozou de novo e jogou a porra na minha cara, igual o Marco. Martha pegou na minha cabeça e perguntou:
- Gostou, putinha?
- Sim, senhora Martha
- Gostou que a gente te comeu na sua casa, na sua cama de casada?
- Sim, senhora Martha
- A gente te comeu melhor que seu marido, puta barata?
- Sim, senhora Martha
Eu fiquei sentada sobre minhas pernas, com a bunda virada pra porta do quarto, Erica me filmava e na mesa de cabeceira eu via o que ela tava filmando. Tava um bagaço, com a cara cheia de porra escorrendo, olhos perdidos, cabelo bagunçado, suada e com o cu bem aberto, pra fora, uma puta completa, mas puta de verdade. Aí Martha veio por trás de mim e disse "Bom, tudo que você falou, você vai ter que explicar pra ele" e virou minha cabeça pra olhar pra porta. Ali, naquele momento, todo o prazer, a safadeza, a excitação sumiu, me deixando totalmente muda; Meu marido parado na porta do lado do Suárez. Ele me olhava atônito, sem palavras, com cara de não acreditar no que via e ao mesmo tempo com cara de nojo de mim. Queria morrer ali mesmo. A sensação é inexplicável. Não tinha como explicar nem dar desculpa pra aquilo que ele via. Duas mulheres seminuas e dois homens totalmente pelados no quarto, e eu naquele estado deplorável, nua em cima da cama.
Eles se vestiram e foram embora, meu marido arrumou uma mochila com algumas roupas dele e também foi, sem dizer nada. Eu também não conseguia falar com ele. Passei a noite toda chorando, tinha perdido o que eu mais amava, minha família. Fiquei destruída, aquela semana não saí de casa. Em casa, sem ir trabalhar, não conseguia nem queria reagir. Uma semana depois tentei voltar ao trabalho, cheguei no meu consultório, a Martha estava lá. Eu pensando que a situação que vivi tinha mudado tudo, cheguei como se nada tivesse acontecido, mas a Martha me fez lembrar que tudo continuava. Ela me fez tirar a roupa na base do tapa, tive pacientes amigos dela que me comeram no meu consultório, e olha, naquela altura nada mais me importava. Fui visitar a Erica, também me comeu. Enfim, o jogo continuava, mas já não me excitava como antes. Então parei de ir ao consultório e fui pra casa dos meus tios em Córdoba.
Já faz quase 2 anos de tudo isso. Meu marido foi morar sozinho, não pediu o divórcio, mas vejo ele muito pouco, só quando vem buscar os meninos. Eu voltei e me instalei num bairro da Capital. Tenho meu consultório e minha casa em cima. Levo uma vida normal, trabalhando. Da Martha nunca mais soube nada, assim como do Bruno, do Suárez e da Erica. Enfim, tentei apagar meu passado e tudo que me prende ou me faz lembrar dele.
A única coisa que não larguei nem deletei foi meu celular, não sei por quê, talvez pelos contatos dos meus pacientes. O fato é que de vez em quando o celular toca… e eu atendo:
- Alô, a Doutora Montes?
- Sim, é ela, quem fala?
- Oi, sua puta… sou o Marco, tenho uma coisa pra você……..
FIM
Depois da minha experiência de submissão na minha própria casa com o Suárez, minha cabeça estava bem "revolucionada". Minhas atitudes e o que senti ao fazer aquilo me confundiam completamente. Cheguei a um ponto em que comecei a sentir que o que o senhor do telefone me dizia era verdade, que eu era uma puta. Ter traído meu marido com um paciente, ter sido submetida por dois homens no mesmo dia sem conhecer nenhum dos dois, ter sido apalpada por cinco desconhecidos num lugar sujo e ter gostado a ponto de querer ser comida por eles, e ser dominada e submetida na minha própria casa, me davam as pistas claras, por mais que eu quisesse negar, que tudo tinha sido real e eu tinha curtido.
Na semana seguinte, tentei levar uma vida normal, tentando deixar esse assunto de lado. Mas, como sempre, o que me esperava estava longe do que eu imaginava. Na quarta-feira, meu marido me disse que precisava viajar na quinta a trabalho e ficaria fora até sábado, e me pediu para ir à festa da empresa dele. Eu disse que iria sem problemas, que ele não se preocupasse. Na quinta cedo, ele saiu para o aeroporto e eu fui para meu consultório, como sempre. Os pais dele iam buscar as crianças e ficariam com elas até domingo. Tudo foi normal naquele dia. Na sexta, acordei, tomei um banho e fui para o consultório. Ao chegar, encontrei a Marta, minha assistente:
- Bom dia, Marta
- Bom dia, Doutora
- Alguma novidade?
- Sim, Doutora, tem um senhor esperando na sala, acho que começa hoje as sessões.
- Tá bom, Marta, me prepara um café e me leva?
- Sim, Doutora.
- Obrigada.
Peguei a correspondência como todos os dias e fui para a sala, onde faço as sessões de terapia com os pacientes. Abri a porta e fiquei paralisada: o Suárez estava no sofá esperando. Sim, o Suárez, o mesmo que me dominou e submeteu na minha própria casa. Fiquei olhando pra ele... Olhando pra ele, ele me olhou de volta, sorriu e disse:
- E aí, doutora, como cê tá?
- Bé... bem... o que o senhor precisa?
Ele não respondeu, só tirou o celular do bolso, ligou pra alguém e desligou. Ficou me encarando de cima a baixo, aí meu celular tocou:
- Doutora, bom dia, como vai?
- Se... senhor, como cê tá? (tava apavorada, não esperava por isso, não no meu consultório, já era demais, mas depois do que rolou na minha casa, nada mais devia me surpreender)
- Doutora, como cê vê, o Suárez tá aí. Calculo que ele te traz boas lembranças, né? Então arrumei uma visita surpresa pra você, acho que cê não tá levando isso a sério, então melhor fazer você repensar. É simples, hoje não tem tarefa de mensageira, só isso: cê fica às ordens do Suárez, ele manda, você obedece sem reclamar, combinado? E não se preocupa com seus pacientes, ninguém vai aparecer hoje, isso já foi resolvido. Aproveita, putinha, e depois pensa, hahaha
Me deixou sem palavras, me pegou de surpresa de verdade. Então fiquei ali, esperando ele falar ou fazer algo. Ele me olhava, esfregava a pica e me encarava.
- Beleza, putinha, sem enrolação, tira tudo, fica de sutiã e fio dental, anda logo.
- Ma... mas senhor, esse é meu consultório, aqui não, pelo amor...
- Shh, nada de mas, putinha, cê sabe o que acontece se não obedecer, então não opina nem pensa, obedece e pronto. Combinado?
- Sim, senhor
Obedeci, quase tremendo, era a primeira vez que isso acontecia comigo, agora sim o medo era medo de verdade. Sem escolha, tirei a roupa e fiquei de sutiã e fio dental. Ele me olhou e mandou eu me ajoelhar no chão. Fiz isso, ele se aproximou, abaixou o zíper e deu a ordem: "chupa", assim, simples. Olhei pra porta do quarto que tava fechada, rezando pra Marta não entrar e me ver daquele jeito, virei o rosto, abri a boca e comecei a chupar a pica do Suárez. A partir daquele momento, a alma voltou pro corpo, o gosto da pica dele, o cheiro, tudo isso me acalmou de algum jeito; e meu corpo começava a reagir. sinais de prazer: minha buceta ficava molhada, meus mamilos duros e minha bunda pulsava, sinais de que eu realmente tava gostando do que tava rolando. Num instante o celular dele tocou, ele atendeu, falou 2 palavras e desligou, me olhou e sorriu; segundos depois eu olhei pra ele e ele tava olhando pra porta, ouvi a porta abrir e olhei, nessa hora meu coração foi pra garganta: a Marta tava parada ali, e se aproximou; eu, com a pica do Suárez na minha boca, olhando, sem me mexer, congelada, imóvel total:
- Oi amor, tá se divertindo? - disse a Marta
- Tô sim, minha vida, muito bem. A verdade é que sua chefe é uma puta do caralho, olha só, de fio dental e sutiã, de joelhos chupando minha pica. Vai, puta, cumprimenta minha esposa, a Marta..
Minha cara naquela hora mostrava tudo, olhos bem abertos, boca bem aberta, não acreditava no que tava rolando, a Marta, minha assistente, esposa do Suárez e ainda me pegando de joelhos, de lingerie, chupando a pica do marido.
- Oi... oi, Marta...
- Haha, tua cara, pelo amor de Deus hahaha, então, escuta bem, eu vou vazar, tenho coisas pra fazer, então você fica com minha esposa, e obedece ela, ela é sua chefe, mas é melhor ela mesma te explicar.
- Espera, antes de ir, toma um café comigo, tenho que falar contigo sobre o negócio de hoje à noite.
- Beleza, 5 minutos amor, tô meio atrasado.
- Sim, vamos ver, como vou te chamar: puta? Lixo? Suja? Idiota? Hmm, tenho que decidir como vou te chamar, mas por enquanto, vai pra cozinha e prepara café pra mim e meu marido, vai, mas sem sutiã, algumas coisas vão mudar por aqui, vai, anda logo!!!
Sem falar nada, tirei o sutiã e fui pra cozinha, deixando os dois lá. Na cozinha fiquei e pensei: "E agora??" Já tinha meio que aceitado o jogo do Suárez e do cara do telefone, mas agora era uma mulher entrando no jogo. Pensei que talvez, por ser mulher, fosse diferente, talvez até mais compreensiva. E na mesma hora percebi que já Não pensei nisso como algo desagradável, estava mais preocupada com o novo integrante. Fiz o café e voltei pro quarto, entreguei as duas xícaras e fiquei ali, esperando.
- Senta no chão e escuta. A partir de agora, algumas coisas vão mudar aqui. Primeiro, você vai me chamar de Senhora Martha, fala comigo com respeito e me obedece em tudo que eu mandar. Você vai continuar atendendo seus pacientes normalmente, isso não muda, mas quando ficarmos sozinhas, você vai ficar de roupa íntima e vai vir até minha mesa, se ajoelha e me pergunta se preciso de algo. Vou te chamar do jeito que eu quiser, então fica esperta. Agora deita de bruços no chão e se masturba, vou me despedir do meu marido, sua puta.
- Sim, Senhora Martha.
Ela acompanhou o marido até a porta, enquanto eu fiz o que ela mandou: deitei de bruços no chão e comecei a me masturbar. Ela voltou e disse:
- Olha só, minha chefe, tão fina quando fala e anda, tão distinta, agora jogada no chão, seminu e se tocando, que puta nojenta você é, dá nojo, mas vai me servir pra me entreter um pouco, haha.
Martha é uma mulher de 42 anos, morena, cabelo cacheado, com um corpo gostoso, mas agora tava mostrando algo mais: o jeito dela, bem dominadora e dura. Sentou no sofá que eu uso sempre, tirou a calça e ficou de camisa e uma calcinha fio dental bem justa. Abriu as pernas bem abertas e mandou eu acender um cigarro pra ela. Fiz isso, entreguei e, com a voz seca, ordenou que eu me aproximasse de quatro e começasse a beijar a virilha dela, devagar. Ela pegou o celular e ligou pra alguém:
- Continua assim, sua suja, beija devagar. Acabei de ligar pra uma amiga muito próxima, ela vai me ajudar a explicar como isso funciona. Vou me divertir às suas custas.
- Sim, Senhora Martha.
Pouco depois, a campainha tocou. Ela mandou eu me vestir e ir abrir. Fiz isso e fui. Era uma mulher de uns trinta e poucos anos, muito linda, alta, loira, bem fina e muito bem vestida. Passamos pro quarto. Elas se cumprimentaram, riram e Martha explicou como era a situação. A mulher, chamada Erica, se virou e me olhou, depois voltou a falar com ela. Eu continuei parada, sem saber o que ia acontecer, até que Marta me disse:
- Vamos lá, sua puta, tira essa roupa, anda.
- Sim, Senhora Martha.
- Agora vou sentar aqui e aproveitar, você obedece ela. Combinado?
- Sim, Senhora Martha.
Me despi e fiquei ali. Erica me olhou, se aproximou e, sem dizer nada, começou a me tocar, a beijar meu pescoço, meus peitos, a passar a mão na minha buceta. Eu estava ficando muito excitada. Ela andou, se afastou e começou a tirar a roupa, ficando só com um body de couro preto. Tinha um corpo incrível, olhei pra ela e ela perguntou: "Você gosta?". Eu não respondi nada, ela riu e foi pro banheiro. Dez minutos depois, apareceu, me pegou pela mão e me levou até o banheiro:
- Então, gostosa, aqui acaba a simpatia. (E me deu um tapa na cara, e outro, e outro)
- Mas, mas...
- Cala a boca, puta, ajoelha aqui, anda.
Apontou pro chão, onde tinha um pedaço grande de papel com merda fresca que ela tinha acabado de fazer. Chamou a Martha pra vir ajudar. Eu estava ajoelhada na frente daquele papel, e pelo jeito que as coisas estavam indo, já comecei a imaginar o que viria. Martha entrou no banheiro com umas luvas amarelas (aquelas de limpeza). Ela vestiu as luvas e pediu pra Martha me segurar pelos cabelos. Erica pegou a merda dela com as mãos e começou a esfregar na minha cara. "Vai, puta", ela dizia, "vai que isso vai te encantar, sua puta nojenta..." Encheu minha cara de merda, que ainda estava quente e mole, eu mal conseguia respirar por causa do cheiro, mas aquela sensação me invadia de novo... puro prazer, meu deus, eu estava gostando, meu deus, eu era uma puta, bem nojenta, bem puta.
Depois de deixar minha cara toda lambuzada de merda, Erica me colocou dentro da banheira, me fez ajoelhar, ela ficou na minha frente, abriu as pernas e começou a mijar em mim. "Agora é hora de se lavar, haha, puta... isso é o que você merece, hahaha." Martha olhava e ria. Eu curtia aquilo… igualzinho a mim. Quando terminou, saiu da banheira e mandou eu tomar um banho: “Tira esse cheiro de merda e mijo sujo…” enquanto as duas saíam do banheiro.
Depois de me lavar, voltei pra onde elas estavam. Me colocaram de joelhos contra a parede e me deixaram lá. Elas conversaram um tempo até que a Erica teve que ir embora. Se despediram e a Martha mandou eu acompanhar ela até a porta, do jeito que eu tava, pelada. Eu obedeci e voltei. A Martha sentou de novo no sofá e mandou eu ir de quatro e, dessa vez, chupar a buceta dela. Assim ela me deixou um bom tempo, até que mandou eu vazar, que por enquanto não queria me usar mais. Me vesti e voltei pra casa.
Cheguei, tomei banho, fiz um café e fiquei pensando. Minha cabeça não aguentava mais, por que eu agia daquele jeito? Ficava pensando, não achava resposta nenhuma, a única coisa que vinha na cabeça era que, como o cara do telefone dizia, eu era uma puta, mas definitivamente não aceitava essa ideia. Olhei pro relógio, era quase 19h30, e lembrei da festa da empresa do meu marido. Então, tranquila, comecei a preparar a roupa que ia vestir.
Como toda mulher, demorei pra escolher, mas no fim me decidi: coloquei um vestido vermelho, como tava frio escolhi um par de botas pretas, um suéter e um casaco preto. Esperei até as 21h e saí.
O salão ficava na região de Palermo, cheguei com o convite e entrei. Um lugar bonito, iluminado, com as mesas arrumadas e uma lista dos convidados já com lugar em cada mesa. Quando dei meu nome pro recepcionista, ele me indicou que o salão ficava embaixo, no subsolo. Me acompanhou e me levou até lá. Passei por uma cortina vermelha e ele me mostrou minha mesa. Tava meio escuro, com bastante vermelho na decoração, pouca luz e um palco com microfone. Então sentei e esperei. Começaram a chegar os convidados e foram se acomodando. Era pouca gente e na minha mesa ainda não tinha chegado ninguém. Depois de um tempo, alguém se aproximou da minha mesa e tocou nas minhas costas. Virei e, sinceramente, não conseguia acreditar no que que eu estava vendo: Suárez e Martha, mais atrás, Bruno (o paciente com quem transei no meu consultório). Não entendia nada, nada mesmo. Eles se sentaram na mesa e sorriram entre si. Martha me disse: "Ainda falta mais alguém que você precisa conhecer." Eu não sabia o que fazer, fiz menção de sair, mas Suárez me segurou pelo braço e me fez sentar. "Fica tranquila", ele disse, "agora vem a parte boa". Em poucos minutos, chegou a pessoa que faltava: um homem grande, um pouco mais velho (uns 45 anos, talvez) e se apresentou:
- Doutora Montes, você é a esposa do Nicolás?
- Sim, prazer em conhecê-lo.
- Sou o senhor Marco, e você já me conhece, doutora... pelo telefone.
- Você? É??... É!!...
- Sim, sua putinha, sim, sou eu. Além de ser o homem do telefone, sou o presidente da companhia. Suárez, que você já conhece, é procurador da empresa, a mulher dele, Martha, e Bruno, o chefe do seu marido e irmão de Martha.
- Ah, porra... (Fiquei sem palavras, de boca aberta, não conseguia de jeito nenhum entender, nada, absolutamente nada me fazia reagir naquele momento).
Aquela reunião foi uma surpresa total, e estava só começando. Durante o jantar, eles conversaram como se nada fosse, eu nem pensava na comida e por isso não toquei em nada. Só pensava: "Os chefes do meu marido, me enrolei com os chefes do meu marido, fui comida pelos chefes do meu marido! Não tenho saída, estou presa, não há desculpas nem reclamações, nada."
Depois do jantar, eles continuaram conversando até que Martha disse ao Marco: "Já está na hora, não?" Marco me olhou e disse:
- Doutora, tudo isso começou com sua infidelidade, esse foi o pontapé inicial. Mas essa não foi a causa, e sim uma consequência do que você esconde. Quando eu disse que você é uma putinha, vi que você nunca reagiu. Não foi a infidelidade em si, porque se não fosse com Bruno, teria sido com qualquer outro. Você encontrou resposta para o fato de que, ao ser dominada por nós, acabou gostando? Porque você acabou gostando, não?
- Sim (já não sentia necessidade de ocultar que eu curtia a onda de ser dominada por estranhos, me excitava e sentia prazer fazendo isso, então eu simplesmente ouvia cada palavra que o Marco falava e sim, ele acertava em tudo)
- Viu, então, eu não estava errado em pensar que você era uma puta
- Não, é verdade (acabei aceitando isso, o Marco tinha razão, eu era uma puta)
- Beleza, então, vamos extrair o melhor disso (ele sorria enquanto me dizia isso)
O Marco fez um sinal pra Martha e ela me levou da mesa pro banheiro. Lá, eu quis comentar com ela sobre a minha conversa, mas ela me deu um tapa e disse:
- Não se engana, puta barata; só porque o Marco falou isso não significa que você pode falar comigo assim na cara dura, estamos entendidas, sexy girl?
- Sim, senhora Martha, desculpa (o jogo continuava, então eu fiz o mesmo)
- Beleza, tira o vestido, o suéter, fica só de tanga e com as botas, vai
- Sim, senhora Martha.
Fiquei só de tanga e com as botas, como ela pediu. Ela se aproximou de mim, me pegou pelos cabelos e me encostou na parede, começou a passar a mão na minha buceta, que já estava molhada, e disse:
- Tanga turquesa e botas pretas, ha, você se veste como uma puta arrombada, hein? Se prepara, suja, agora vem o show… ah, e lembra disso, em algum momento da noite eu vou arrebentar bem o seu cu, estamos? E você vai me implorar pra fazer isso, estamos?
- Sim, senhora Martha.
A Martha me mantinha encostada na parede e me segurava pelos cabelos. O que ela queria dizer com aquilo de que agora começava o show? Bom, eu estava prestes a descobrir. O Suárez entrou no banheiro, me olhou e disse:
- Beleza, puta, agora você vai fazer o seguinte: Quando o Marco te chamar, você vai direto pro palco, sem falar nada, e vai obedecer tudo o que ele mandar, estamos?
- Sim, senhor, mas todo mundo já foi embora da reunião?
- Não, puta, eles estão aí, esperando pra conhecer a escrava da noite. Se comporte bem porque estão os colegas de trabalho do seu marido, estamos?
- Como?? (A Martha puxou meus cabelos e me deu um tapa, e entendi o sinal)
- Sim, senhor, como o senhor mandar.
Bom, naquele instante fiquei completamente dura. Eu já tinha aceitado o jogo de amo e escrava com eles, mas com gente que conhecia meu marido!!! Não, pelo amor de Deus!!! Agora sim, isso tinha saído completamente do controle pra mim. Mas a jogada já estava feita, eu mesma aceitei o que o Marco me disse, não tinha volta.
O Marco me chamou e eu entrei, exatamente como o Suárez mandou, e fui pro palco. De cabeça baixa, caminhei e, sem conseguir evitar, ouvi alguns comentários das pessoas: "Essa é a mulher do Nico?" – "Ah, bom, coitado do Nico, mas que puta!" Essas foram as exclamações, e cheguei ao palco:
- Senhores, esta é a puta da noite. Alguns a conhecem, é a esposa do Nicolau... lembram? Psicóloga, muito fina ao falar, distinta, e bom, no final mostrou o que é... e acho que hoje vocês vão conhecê-la um pouquinho mais, haha. Puta, cumprimenta o pessoal.
- Oi... oi, boa... noite.
- Ela é um pouco tímida, haha. Mas bom, vamos começar, essa suja vai passar de mesa em mesa, cumprimentar vocês, e vocês, homens e mulheres, podem apalpar ela. 5 minutos por mesa. Vai, puta, anda...
E foi assim que eu fiz, comecei a ir nas mesas onde cumprimentava e, na mesa, além de me xingarem e falarem todo tipo de barbaridade, me apalpavam. Homens e mulheres, sem distinção, metiam a mão na minha buceta, no meu cu, etc. Numa mesa onde tinha mulheres, elas me apalparam, me agarraram pelos cabelos e me esbofetearam todas, enquanto diziam: "Puta de merda, o Nico é um cara legal, e você fode ele assim, puta!!". E assim passei por todas as mesas. No final, voltei pro palco. O Marco escolheu 10 pessoas, 5 homens e 5 mulheres, e pediu que esperassem de lado. Ele abriu a braguilha, tirou o pau pra fora (grande, de comprimento normal, mas bem grosso), me chamou e mandou eu chupar o pau dele ali mesmo. Eu fiz, e enquanto chupava, ele pediu pras outras pessoas subirem pra outra sala, e pediu encarecidamente que nada do que tinha Passado lá, comentaram lá fora, senão ele ia tomar represálias sérias. O povo obedeceu e saiu daquele salão. Marco mandou eu me levantar e a Martha me levou pro banheiro de novo. Ela mandou eu ficar de cócoras numa privada, a mais suja, amarrou minhas mãos num toalheiro e eu fiquei ali. Antes de ir, ela disse: “Agora você vai ser usada pelos colegas do seu marido, não recuse nada, tá claro?” e eu respondi como sempre.
As pessoas que o Marco escolheu foram passando, homem e mulher. Eu conhecia eles, alguns jantaram lá em casa, outros foram apresentados pelo meu marido. Os homens me olhavam e gritavam: “Que puta, sempre achei que você era gostosa, mas nunca pensei que ia te encontrar assim, chupa, vai, puta” e as mulheres, eram mais cruéis, além de me xingar, me davam tapas, puxavam meu cabelo, cuspiam em mim, algumas mijavam em mim. Foram 20 minutos aguentando o mais baixo que existia, por quê? Porque eram pessoas que me conheciam. Mas no fim, acabaram de passar e demorou um tempão até a Martha vir me buscar. Ela veio, me soltou e me levou pra fora do banheiro.
- Se veste, puta, anda..
- Sim, senhora Martha.
- Agora vamos começar o final dessa noite.
Saímos e uma caminhonete nos esperava, entrei junto com o Marco, o Suárez, a Martha, o Bruno e a Erica (essa eu não tinha visto no começo, mas tava lá) e partimos. Um tempo depois, estávamos na porta da minha casa. Eu não falava nada, descemos e entramos em casa. A Martha tava no comando:
- Então, puta, tamos na sua casa, se despe e vai fazer café pra todo mundo, anda, sua nojenta.
- Sim, senhora Martha.
Fui pra cozinha, e pra ser sincera, já não tava muito preocupada se os vizinhos viam alguma coisa, até porque tava tudo fechado. A Erica foi me ver na cozinha, quando virei pra olhar ela, tava de calcinha fio dental e sutiã de couro, bem justo, se aproximou e enquanto enfiava a mão na minha bunda e na minha buceta, falava baixinho:
- Quando você quiser, vem me visitar lá em casa, te quero foder todinha linda, você tá muito puta assim, toda tesuda, com a buceta molhada e a bunda molhada também, quero arrebentar todos os seus buracos, tenho um kit de consolos pra usar com você, puta
O apalpação e as coisas que ele me falava me deixavam mais excitada, já tava vermelha e a Erica sabia, ria de me ver assim "Que puta nojenta, você tá pedindo pra ser fodida bem suja" e foi embora.
Voltei com a bandeja de café, apoiei a bandeja na mesinha e fiquei parada ali. Todo mundo tava de roupa íntima. A Martha tava com um conjunto branco e os homens de sunga. A Martha distribuiu as xícaras de café e tirou a bandeja. Me olhou e mandou eu ficar na frente deles, de cócoras, abrindo as pernas e fumar um cigarro. Fiz isso, me posicionei e acendi um cigarro (como pra tentar acalmar um pouco meu tesão). Quando terminei de fumar, o Suárez levantou, com o pau duro e colocou música. "Dança, puta..." – a Martha falou – "dança e esquenta todo mundo, vai!!" Fiz isso, pelada, na sala da minha casa, comecei a dançar pra cinco pessoas que me dominavam, me usavam. E dancei, usei o tesão que tava em cima de mim e comecei a rebolar no ritmo da música. E tava fazendo efeito, dançava feito uma gostosa de balada, mexia a bunda, me abaixava, passava a mão no cabelo, apertava os peitos e as nádegas, e o povo ficou com tesão. A Martha levantou, me puxou pelo cabelo e chamou o Bruno e a Erica, e me levaram pra cozinha:
- Puta do caralho, você tá com tesão? Quer pau? Vai ter, sua suja!!! – disse a Martha enquanto me puxava pelo cabelo
A Erica pegou o latão de lixo, tirou o saco de dentro e colocou no chão, aberto. A Martha me segurou pela nuca, me fez ficar de quatro e enfiou minha cabeça no saco.
- Cheira o lixo, seu cheiro, vai, cheira. Bruno!! Mete nela...ela tá servida pra você
E o Bruno não esperou, meteu na minha buceta molhada e começou a me foder ali. Ele bombava, cada vez mais rápido, a Martha e a Erica tiravam minha cabeça, me esfregavam o lixo na minha cara, me esbofeteavam e enfiavam de volta no saco de lixo. Bruno gozou nas minhas costas, Erica me pegou pelo braço, me levantou e me levou pro banheiro. Lá, me colocou na banheira, deitada, ela enfiou a buceta na minha cara e começou a esfregar: "Chupa, sua suja, chupa". Ela parou, me tirou da banheira e me fez ficar de quatro com a cabeça virada pra ela; Apareceu o Suárez e, sem dizer nada, enfiou o pau no meu cu e começou a bombar. Eu cheguei a gemer, mas nem tive tempo porque Erica me puxou pelos cabelos pra levantar a cabeça e, na minha cara, mijou em mim. Suárez bombava forte, Erica terminou de mijar em mim e me esbofeteava, colocava shampoo na minha boca, Suárez tirava o pau, enfiava na minha boca pra eu chupar e formava espuma na minha boca, mesmo assim sentia o gosto de pau, shampoo e meu cu, uma mistura muito estranha.
Suárez gozou no meu cu, me tiraram do banheiro. Meu estado era bem lastimável, nua, despenteada, boca aberta com espuma, olhos perdidos, cu e buceta molhados e abertos, escorrendo porra. Me deixaram no corredor da sala até que o Marco veio, me ordenou que subisse pro meu quarto de quatro, me lavasse e esperasse ele lá. Pouco depois, ele chegou no quarto, me olhou e disse pra eu deitar na cama de barriga pra cima. Ele se despiu e subiu em cima de mim, sentou no meu peito e mostrou o pau, duro, grosso, e enfiou na minha boca; Começou a se mexer, enfiando na minha boca, enquanto falava comigo, me xingava num tom de voz muito quente. Eu estiquei os braços pra trás, me segurando na cabeceira da cama. Ele tirou o pau da minha boca, me olhou e disse pra eu levantar as duas pernas e juntar no peito, então pegou uma corda, amarrou um dos meus joelhos, passou a corda por trás da minha cabeça e terminou amarrando no outro joelho. Eu estava amarrada, com os joelhos na altura dos meus peitos, mas de pernas abertas. Ele se colocou em cima de mim e foi enfiando o pau até o fundo:
- Você gosta assim, sua puta?
- Sim, senhor
- Sim Sentei, sua putinha, senti meu pau dentro de você
- Ahhh, sim senhor, sim, sinto ele dentro
- Mmm, sim, putinha, assim, sente ele, sua suja, sente
- Ahhhhhhhh, sim senhor, siiiiiim……. (Marco começou a se mover mais rápido, ele estava me comendo forte e rápido, e meu tesão explodiu)
- Você gosta, putinha? Gosta?
- Siiiiim senhor, por favor, continua me comendo assiiiiim……………..ahhhhhh…deus, como eu gosto……..ahhhhhhh, me dá seu pau, me dá essa pirocaaa…… (comecei a gritar que nem uma louca)
- Grita que você é uma putinha, vai, grita, gostosa!!
- Siiiiim senhor, siiiiiim….SOU UMA PUTAAAAA!!! Siiiii, meu deus, eu amo isso, senhor, por favor, mais forteeEEE!!
Já não ligava se os vizinhos ouviam, aliás, a ideia de poderem me ouvir me deixava ainda mais excitada. Martha chegou com uma câmera e me filmava, me perguntando umas coisas:
- Você gosta do jeito que o Marco te come, putinha?
- Siiiiim, eu amo, eu amo……ahhhh deus, ele tá me matando….eu amo…ahhhhh deus, deus…………….
- Come melhor que seu marido?
- Siiiiiiiiiiiiiiiim, come melhor que meu marido…siiiiiiiiiiii
Marco tirou o pau e gozou na minha cara. Fiquei morta, sem fôlego, ele me pegou como um animal. Levantou e chamou o resto: estavam ele, Bruno, Erica e Martha. Estranhei que o Suárez não tivesse vindo, mas nem liguei, já não me importava mais com nada. Então Martha abriu a bolsa e tirou um cinto com um consolo bem grande (um arnês, o famoso cinturão), me olhou e disse:
- Lembra do que eu te falei no banheiro do salão?
- Sim, senhora Martha (ela disse que em algum momento da noite ia arrebentar meu cu e que eu ia pedir pra ela fazer isso)
- Então, chegou a hora
Fiquei de quatro na cama, Erica e Bruno seguraram meus braços pra eu não me mexer, e Martha colocou o cinto com o consolo, cuspiu no meu cu e começou a meter.
- Ayyyyy, senhora Martha, meu cu…………ayyyyyyyyy
- Cala a boca, sua suja, você merece isso por ser tão putinha e safada!!!!
- Sim, senhora Martha
- Vamos, putinha, me pede, vai
- Senhora Martha, por favor, Arrebenta meu cu, senhora Martha, por favor (falei quase chorando, mistura de dor e tesão, queria que ela arrebentasse meu cu de verdade)
E foi o que ela fez, enfiou o consolo no meu cu e começou a se mexer. Tava destruindo meu cu, metia forte, dava tapas na minha bunda enquanto Bruno e Erica me seguravam. Depois de um tempo, Martha tirou o consolo. Senti que meu cu ficou arrebentado, pra fora. Bruno gozou de novo e jogou a porra na minha cara, igual o Marco. Martha pegou na minha cabeça e perguntou:
- Gostou, putinha?
- Sim, senhora Martha
- Gostou que a gente te comeu na sua casa, na sua cama de casada?
- Sim, senhora Martha
- A gente te comeu melhor que seu marido, puta barata?
- Sim, senhora Martha
Eu fiquei sentada sobre minhas pernas, com a bunda virada pra porta do quarto, Erica me filmava e na mesa de cabeceira eu via o que ela tava filmando. Tava um bagaço, com a cara cheia de porra escorrendo, olhos perdidos, cabelo bagunçado, suada e com o cu bem aberto, pra fora, uma puta completa, mas puta de verdade. Aí Martha veio por trás de mim e disse "Bom, tudo que você falou, você vai ter que explicar pra ele" e virou minha cabeça pra olhar pra porta. Ali, naquele momento, todo o prazer, a safadeza, a excitação sumiu, me deixando totalmente muda; Meu marido parado na porta do lado do Suárez. Ele me olhava atônito, sem palavras, com cara de não acreditar no que via e ao mesmo tempo com cara de nojo de mim. Queria morrer ali mesmo. A sensação é inexplicável. Não tinha como explicar nem dar desculpa pra aquilo que ele via. Duas mulheres seminuas e dois homens totalmente pelados no quarto, e eu naquele estado deplorável, nua em cima da cama.
Eles se vestiram e foram embora, meu marido arrumou uma mochila com algumas roupas dele e também foi, sem dizer nada. Eu também não conseguia falar com ele. Passei a noite toda chorando, tinha perdido o que eu mais amava, minha família. Fiquei destruída, aquela semana não saí de casa. Em casa, sem ir trabalhar, não conseguia nem queria reagir. Uma semana depois tentei voltar ao trabalho, cheguei no meu consultório, a Martha estava lá. Eu pensando que a situação que vivi tinha mudado tudo, cheguei como se nada tivesse acontecido, mas a Martha me fez lembrar que tudo continuava. Ela me fez tirar a roupa na base do tapa, tive pacientes amigos dela que me comeram no meu consultório, e olha, naquela altura nada mais me importava. Fui visitar a Erica, também me comeu. Enfim, o jogo continuava, mas já não me excitava como antes. Então parei de ir ao consultório e fui pra casa dos meus tios em Córdoba.
Já faz quase 2 anos de tudo isso. Meu marido foi morar sozinho, não pediu o divórcio, mas vejo ele muito pouco, só quando vem buscar os meninos. Eu voltei e me instalei num bairro da Capital. Tenho meu consultório e minha casa em cima. Levo uma vida normal, trabalhando. Da Martha nunca mais soube nada, assim como do Bruno, do Suárez e da Erica. Enfim, tentei apagar meu passado e tudo que me prende ou me faz lembrar dele.
A única coisa que não larguei nem deletei foi meu celular, não sei por quê, talvez pelos contatos dos meus pacientes. O fato é que de vez em quando o celular toca… e eu atendo:
- Alô, a Doutora Montes?
- Sim, é ela, quem fala?
- Oi, sua puta… sou o Marco, tenho uma coisa pra você……..
FIM
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