Quadra de putas 12

Depois do incidente com a tia Fina, as águas voltaram ao normal e o negócio de La Parroquia e seu puteiro voltou a funcionar a todo vapor. Grande parte das vagabundas recrutadas para o puteiro de La Parroquia eram trazidas pelos próprios clientes. A grande maioria deles, na verdade, o público para o qual o local era voltado, eram caras com menos de trinta anos que estavam loucos para comer umas coroas gostosas, umas MILFs autênticas que lembravam alguma tia sarada, uma vizinha espetacular ou, por que não dizer, as próprias mães deles, em muitos casos. Alguns clientes, especialmente os mais tarados, já tinham começado seus casos com alguma puta conhecida ou parente. E mais de um deles convenceu sua vagabunda particular a engrossar o time do bordel. Na verdade, a gente tinha panfletos e cartazes de propaganda com promoções e ofertas pra todo mundo que trouxesse umas vadias pra contratar. Normalmente eram descontos ou vales pra dez ou doze gozadas, além da grana que eles ganhavam sendo cafetões da sua puta. Porque todas, sem exceção, ficavam felizes e doidas pra dar uma parte do lucro pro seu garoto novo. O salário das minas (melhor, das senhoras...) era alto e, além disso, eu insisti em registrar elas, obviamente não como putas, então elas estavam contribuindo. Tinha condições de aceitação, claro. A idade mínima era 40 anos. Não aceitávamos mais novas. Além disso, elas tinham que passar por uns dois testes: uma primeira entrevista de triagem com algum dos meus "colaboradores", geralmente o Moja, minha mãe (a madame de facto do bordel) ou a Fátima, a decana do negócio. Depois vinha o teste prático, pra ver se serviam ou não. Isso consistia numa revisão da minha parte e, se a égua valesse a pena, uma boa trepada de boas-vindas. E, normalmente, eu fazia isso na presença do cafetão da vez, que via como eu submetia a sua rabuda particular a uma revisão rigorosa e comia ela na frente dele. Depois, eu indicava As condições do trabalho: depilação total e definitiva, as tatuagens, se já não tivesse, e impunha as condições de obediência e castidade pros cornos delas, se fossem casadas. Resumindo, a partir da assinatura do contrato, pertenciam à empresa e ao seu macho, então a obediência absoluta virava obrigatória. Foi assim que três caras trouxeram as tias deles, um par trouxe vizinhas gostosonas e outros dois trouxeram as próprias mães. Até a Rosa, a ex-sogra do Óscar, com quem ele tinha retomado contato, entrou pro nosso harém de putas. Todas foram selecionadas, menos uma das vizinhas que tinha 38 anos e que a gente deixou pra daqui a uns dois anos. No futuro, talvez eu conte todos os casos, mas hoje vou falar só de um que achei especialmente original. Era a Teresa, uma foxy de 52 anos que foi trazida pelo sobrinho Jorge, de 25. Era uma coroa cheinha de carne, mas não gorda. Tinha muita bunda, muito peito e umas coxas grossonas igual as da Beyoncé, mas menos firmes, com um toque de celulite, mas sem exagerar. Usava uma linda cabeleira ruiva e uma boca de lábios grossos e bem vermelhos. O melhor do seu rosto bonito. Mas o melhor dela não era o visual espetacular, e sim a história dela. Até os 48 anos, tinha sido freira de clausura, mas depois de uma visita à casa da irmã num verão, o sobrinho dela pegou ela de jeito e, na base da pica, conseguiu botar ela no caminho certo e transformar ela numa foxy de campeonato, como a gente logo viu. A freira gostosa, que já devia estar com a buceta melando um pouco lá no convento, teve uma crise de fé e largou tudo, ficando morando provisoriamente na casa da irmã... E o erro dessa última, se é que dá pra chamar assim, foi colocar ela no mesmo quarto que o filho solteiro do casal, numa cama extra. A verdade é que ela chegou madura em agosto e, em quinze dias, a única coisa que ainda era virgem nela eram as orelhas e o umbigo, tanto que a boca, como a bunda dela e a buceta dela engoliam sem piscar a vara do sobrinho dela. O moleque, cheio de testosterona, não ficou indiferente ao corpo gostoso da tia e no segundo dia já tava passando a mão nela escondido. A tia se benzía e fingia estar ofendida, mas não demorou pra largar as rezas e começar a adorar a pica do sobrinho. E quatro anos depois ainda continuava instalada naquela quartinho minúsculo, submetida a um regime "pesado" de duas gozadas por dia, no mínimo. Gozadas que ela curtia como uma boa puta vocacional. O sobrinho, em particular, tratava ela como uma vagabunda submissa. No quarto, mandava ela se vestir com lingerie provocante, mas, ao mesmo tempo, fazia ela colocar um crucifixo bem grande pendurado entre as tetonas dela e usar a touca de freira na cabeça. Essa, invariavelmente, acabava coberta por uns respingos de porra que não iam parar na garganta, bunda ou buceta dela. Era tudo bem doentio. Principalmente porque, pra fora, ele obrigava ela a se vestir recatadamente e com roupas, digamos, antiluxúria. Mesmo que por baixo só tivesse uma calcinha fio dental e umas bolas chinesas no cu. Obviamente, tinha mandado depilar a rabuda por completo e definitivamente, além de tatuar nela algum motivo religioso, tipo um cristo crucificado na ppk. Era um desenho bem realista, embora brega pra caralho, um pouco no estilo legionário. Também tinha tatuadas umas coroas de espinhos envolvendo as coxas dela e duas asas de anjo enormes nas costas. Era tudo de um mau gosto do caralho, mas dava um toque kitsch na nossa freirinha que aumentava o tesão. Desde que abrimos "A Paróquia", o moleque tinha virado freguês. Mais porque o tipo de puta que a gente oferecia era o que interessava ele. E, vendo os cartazes pedindo vagabundas, ele decidiu botar a mão na massa e convencer a freirinha de que tinha chegado a hora de ganhar dinheiro pra sair do barraco dela. pais. O objetivo dele era alugar um apartamento pra ela, onde, claro, ele ia se meter pra curtir ela e, de quebra, pegar alguma outra mina que conseguisse. Ainda lembro do dia que o cara chegou com a sua puta. Os dois entraram no meu escritório. Ele todo sorridente e orgulhoso, e ela atrás, de cabeça baixa, tímida, como se tivesse vergonha de ter um corpo de dar tesão. Eu apertei a mão do cara educadamente e fiquei olhando pra Promíscua, como quem admira um objeto precioso mas sem vida. Sem pensar nem um pouco no que ela pudesse sentir. No começo, eu gostava de zoar um pouco as vadias e tratar elas como mercadoria, humilhar pra elas sacarem quem manda aqui. O cara aceitou o copo que eu servi e se acomodou no sofá, observando a cena com um sorriso debochado. Sem perder nenhum detalhe de como o novo dono da tia dele tava examinando ela como se fosse um peão olhando gado. Enquanto eu rodeava e apalpava o corpo dela, ia fazendo perguntas pro cara como se ela não estivesse ali: — Essa porca não tá nada mal, e como você disse que ela chama? — Teresa. É minha tia, irmã da minha mãe. Uma maravilha na cama! Ela chupa que é uma beleza! Bom, deve ser menos que isso, pensei. Levantei o queixo dela com o dedo, de leve, e ela, submissa, obedeceu ao gesto e ergueu a cara. — Você é linda, Teresa. — falei. Ela esboçou um sorriso, e eu aproveitei pra cuspir com força, um cuspe que espalhou do olho dela até o nariz, escorrendo pra boca. O sorriso congelou na cara dela de susto, e eu continuei. — Lambe tudo, puta! É um presente de boas-vindas. — ao mesmo tempo, dei um tapinha suave e enfiei as mãos por baixo do casinho recatado dela pra apalpar aqueles peitões enormes. Ela obedeceu, passando a língua nos lábios, e eu, virando pro sobrinho, perguntei: — Quantos anos tem essa porca? — Acabou de fazer 52, Marcos... — Uma idade ótima... Vira, porca! — gritei. Ela obedeceu na hora, e eu empurrei o corpo dela pra mesa, fazendo ela se curvar e colocar a bunda pra cima. Levantei a saia dela. Ela se apertou, dobrada sobre a mesa e empinou a bunda submissamente. Tá claro que o sobrinho dela tinha bem ensinado. Ao levantar a saia rústica de flanela que ela usava, pude apreciar as suas estupendas partes traseiras, culminadas por umas enormes e balançantes nádegas, dentro das quais se perdia o fio dental da tanga que ela tava usando. Dei uns tapas fortes em cada nádega e gritei: — Abre essa bunda, Promíscua! Ela obedeceu na hora e, com as duas mãos, separou as nádegas mostrando um buraquinho marrom lindo sobre o qual o fio da tanga preta descansava. — Essa merda tá me incomodando. — falei e, pegando uma tesoura que tinha na mesa, cortei as tiras da tanga que caiu no chão. Peguei ela por um momento e cheirei a parte que tinha estado em contato com a buceta. Uma delícia! Depois levei até o rosto dela. Não precisei explicar nada, ela simplesmente abriu a boca e enfiou pra dentro. Era pequenininha e com certeza não incomodava nada chupar ela um pouco. Ela continuava com a bunda exposta e eu me agachei e aproximei o rosto. Pude ver que tava perfeitamente depilada. Tanto o cu, quanto a vulva que se via por baixo. Primeiro cheirei um pouco o cu. O cheirinho deixou meu pau duro que nem um cacete. Depois comecei a lamber e a penetrar com a língua, enquanto com os dedos eu masturbava ela. A safada tava escorrendo e não demorou nem dois segundos pra começar a gemer e babar, através da calcinha que amordaçava ela, em cima da mesa. — Tá com tesão, hein? — falei — Siiiiiiim... — conseguiu dizer com a boca cheia. O sobrinho olhava ela, saboreando o copo dele e esfregando o pau por cima da calça. Percebi e resolvi marcar um ponto com o moleque. — Tô vendo que você gosta do tratamento que tô dando pra essa porca... — Pois é, me deixa com tesão... — respondeu. — O negócio é que sua tia me agrada. Parece material de primeira. E, como cortesia, enquanto eu testo ela, em vez de deixar vai bater uma punheta, que é o que costumam fazer os caras que trazem as putas deles enquanto passam no exame. Vou chamar uma das meninas pra te fazer um boquete... tá de boa? O moleque arregalou os olhos e ficou sem palavras com a oferta generosa, balançando a cabeça que sim. Tava felizão, a freirinha prometia, e, mentalmente, já tava bolando planos e performances com ela. Já me via com a Sor Teresa e a Fátima, uma de touca na cabeça e a outra de hijab, fazendo um puta número lésbico enquanto algum sortudo comia as duas. Peguei o telefone da mesa e liguei: — Mãe, quem tá livre agora? — Bufff! — bufou minha mãe do outro lado da linha — Pois é, tá quase todo mundo ocupado... Bom, eu tô livre, mas teria que largar a recepção... — Não, não... — respondi — prefiro que você fique na porta. Então não tem mais ninguém? — Bom, tem a Rosa, a ex-sogra do Óscar, mas ela ainda tá meio verdinha. Começou faz uns dois dias e ainda tá em período de treinamento, por assim dizer. — Ah, sem problema. Pode mandar ela, é só um boquete... E isso, pelo que o Óscar me disse, ela manja bem, ha, ha, ha. — Ok, já vou mandar ela aí. — respondeu minha mãe. — Perfeito, até já. Virei pro sobrinho da Teresa e falei: — Pode ir tirando a rola pra fora. Já vem uma das minas aí e vai te chupar enquanto eu vou comendo sua tia. — Show, valeu Marcos — enquanto falava, já tinha tirado o pau pra fora e tava batendo uma. — Não vai tão rápido, cara. Vai que você goza antes da puta chegar... — falei entre risadas. E me virei pra Teresa, que mal tinha se mexido. Dessa vez, resolvi fazer ela gozar. Então comecei a lamber ela do cu à buceta como se fosse uma vaca lambendo os bezerrinhos, enquanto massageava o clitóris dela a toda velocidade. O corpo dela começou a tremer e, em menos de dois minutos, ela gozou que nem uma besta. Tava gemendo como uma possessa, enquanto eu dava as últimas lambidas na bunda dela, bem na hora que a pequena Rosa, nossa mais nova aquisição, entrou no meu escritório. Ela vestia um tipo de espartilho antigo que fazia os peitões enormes dela transbordarem por cima. Não estava de calcinha, só umas meias pretas e uma cinta-liga. Além de uns sapatos de salto agulha que mal disfarçavam a baixa estatura dela. A figura dela, com aquele espartilho apertado e uns peitos e uma bunda tão grandes, além das coxas grossas, fazia a palavra voluptuosidade parecer fraca. Por um momento, quando olhei pra ela, deu vontade de largar a Sor Teresa e meter um belo de um pau na Rosa, mas quando tem trampo, tem trampo, e agora era a vez do teste da nova "membro" do clube. A Rosa, ao entrar, parou por um instante ao ver a cena. Com a Teresa dobrada sobre a mesa, se recuperando do orgasmo, e o sobrinho dela de pau pra fora no sofá, enquanto eu, com a cara ainda molhada de chupar a buceta e o cu da freirinha, começava a abrir a braguilha. Mas a Rosa, que já tava se acostumando com o trampo na "Paróquia", sabia que, no nosso negócio, essas coisas eram o pão nosso de cada dia, então se recompôs na hora. -Oi, Marcos, você me chamou! -Oi, Rosa, beleza. Sim, olha. Por favor, cê vai ter que dar um boquete nesse garoto aqui, enquanto eu vou fazendo o teste com a tia dele. -Claro, Marcos, sem problema. – e, sem pestanejar, pegou uma das almofadas do sofá, colocou no chão e, depois de se ajoelhar entre as pernas do rapaz, engoliu o pau até a campainha. Era um pau mais ou menos normal, pra ser sincero. Jorge soltou um gemido abafado e se deixou levar, segurando a pequena Rosa pelo cabelo. Eu, enquanto isso, mandei a Teresa tirar a roupa. Enquanto ela se despia e eu admirava o corpanzil dela, fiz o mesmo e fiquei pelado também, com o pau bem duro. Sor Teresa sorriu e abaixou a cabeça, submissa. Tá claro que a Sobrinho tinha ela bem treinada. Eu me sentei na poltrona do escritório e mandei ela pegar uma almofada. — Agora, vamos ver se você é tão boa chupando pau quanto seu sobrinho diz. Pode começar. Ela colocou a almofada no chão, entre minhas pernas abertas. Ajoelhou-se e, depois de cuspir no pau, engoliu ele até a cabeça sem piscar. Começou um vai e vem rápido, com a rola atravessando a garganta dela, que me deixou pregado no assento e quase sem fôlego. A verdade é que a freirinha era abençoada pelo deus dos boquetes. Era uma máquina de verdade e estava me deixando de boca aberta. Do sofá da frente, o sobrinho dela sorria orgulhoso. E até a Rosa tinha parado o boquete por um momento pra observar o trabalho excelente da Teresa. Teve um instante breve em que o tempo pareceu congelar, com os três olhares dos presentes na sala observando o balanço ritmado da cabeça dela engolindo minha pica. Só se ouvia o chape-chape do pau entrando na garganta, enquanto fios de saliva escorriam pelas minhas bolas, molhando a poltrona e formando uma poça no chão. O encanto durou só um minuto. Percebi que estava quase gozando e agarrei ela pelos cabelos pra parar o boquete. Ela, ofegando como um peixe fora d'água, me olhou surpresa e disse, assustada: — O que foi, Marcos, não tô fazendo direito? — Não, gostosa, não, pelo contrário... — tranquilizei ela acariciando as bochechas suadas. — O problema é que você tá fazendo bem demais, e a última coisa que quero é gozar tão rápido. Antes quero provar o resto do corpo dela. Mas acho que você já passou no exame com louvor... A Rosa, que tava ouvindo a conversa enquanto chupava a vara do sobrinho, dobrou a intensidade das chupadas, pra alegria do rapaz. Parece que queria imitar a campeã que acabou de ver. Mas é claro que faltava prática e ela só se engasgava, babava e tinha ânsia. O sobrinho, no entanto, Ele não parecia nem um pouco preocupado com isso e deixava ela fazer à vontade, marcando o ritmo com a mão, largado no sofá e saboreando, de vez em quando, o copo que tinha na mesinha. Eu dei um puta amasso na Teresa, agarrei ela pelos pulsos e, depois de levantá-la, mandei ela se apoiar de novo na mesa, inclinada pra frente. Fiquei atrás dela e comecei a foder ela com força, alternando entre o cu e a buceta. Ela começou a gemer alto. O sobrinho, que observava tudo do sofá, me perguntou se ele também podia foder a Rosa. Eu disse que claro. E acho que fiz um baita favor pra pobre da Rosa, que levantou a cabeça toda vermelha. Felizona por se livrar da porra do boquete. Na hora sentou na pica do sobrinho e começou a cavalgar num ritmo bom. Mas ele queria mais e, depois de apalpar a bunda dela, a boa da Rosa sacou qual era a dele e trocou a pica de buraco. Isso pareceu agradar bem mais o garoto, que começou a gemer. Depois de uns dez minutos em que praticamente só se ouvia gemidos e squelch no quarto, resolvi ir encerrando a sessão: — Vamos, vadias, as duas de joelhos no meio da sala! — gritei. As duas putas se viraram e correram pra se ajoelhar na frente da minha pica. Com um gesto, mandei o sobrinho se aproximar e, parado do meu lado, ele começou a bater punheta na frente das caras suadas das vadias. Trinta segundos depois, gozamos os dois. Deixamos as caras das duas parecendo uma lata de tinta, cheias de porra e respingos. Elas, que estavam de boca aberta, mal receberam uma pequena parte do leite na língua. A maior parte do sêmen ficou espalhada pelas caras delas, pelos peitos e pelo resto dos corpos gostosos. Olhei pra ambas, satisfeito, e falei: — Trabalho excelente, putas! Agora podem lamber as caras e limpar toda essa bagunça. Enquanto elas faziam isso, apertei a mão do malandro da Teresa e o parabenizei. pelo excelente treinamento da sua Promíscua. -Porra, cara, é uma Promíscua extraordinária! Contrato ela ipso facto. Quando ela pode começar a trabalhar conosco? -Obrigado, Marcos! Bem, quando for melhor pra vocês. Se quiser, amanhã mesmo mando ela. -Perfeito então. Manda ela amanhã. – virei-me para Rosa, que depois de lamber o rosto de Teresa, tinha se enroscado com ela num beijo babado. – Rosa, linda, agora quando sair, fala pra minha mãe pegar os dados da Teresa e explicar como funciona. Diz que ela começa amanhã e pra indicar onde fica a contabilidade pra ela ir assinar o contrato. -Tá bom, Marcos. Já vou falar com ela. – E se levantou, ajeitando o corset e procurando os sapatos de salto, antes de sair voando pra recepção, onde minha mãe estava esperando os clientes. Teresa foi se vestindo enquanto isso. E eu aproveitei pra dar uns tapas na bunda dela várias vezes e parabenizá-la efusivamente pelo comportamento excelente. Ela, de cabeça baixa e submissa como sempre, sorriu e murmurou um tímido: -Muito obrigada. – antes de sair do quarto seguindo o sobrinho orgulhoso. No chalé, nossa nova casa, eu tinha transformado o andar de cima num puteiro pra dividir com a porca da mamãe. Embaixo, ficavam a sala de estar e o quarto de casal, onde de vez em quando ela dormia com o corno, quando ele vinha pra casa. O velho, cada vez mais gordo e, por que não dizer, mais preguiçoso, evitava subir as escadas sempre que podia. Bastava ficar perto da cozinha ou na frente da TV. Quem passava o dia subindo e descendo era a mamãe. Com a desculpa de arrumar os quartos de cima ou ir passar e lavar roupa. Eu já tinha tratado de colocar um varal e um quarto pra máquina de lavar e passar no andar de cima. O que o corno não sabia era que eu levava a roupa suja pra lavar e passar com a senhora que limpava “A Paróquia”. Então, quando a mamãe subia pro andar de cima, duas ou três vezes cada dia pra ficar pelo menos uma hora inteira, eu fazia isso pra chupar a pica dela ou pra ela me foder em todos os buracos. A gente fazia na maior cara de pau, e bem de boa. Por causa da segurança da casa, com medo de roubo e essas merdas, eu tinha enchido a casa de sensores e colocado um detector na escada que acendia uma luz vermelha quando alguém subia, então dava tempo da puta se esconder se o corno resolvesse fazer uma visita surpresa. Mas, dado o jeito do broxa, a gente não se preocupava muito com a possibilidade de uma visita surpresa: entre a geladeira, cheia de canapés, latas de cerveja e outras babaquices, e a tela de plasma que eu tinha instalado pra ele, com todos os canais do mundo de futebol e tal, era bem improvável que o gordo resolvesse subir por conta própria. De qualquer forma, o velho continuava na rotina de trabalho de duas ou três semanas fora e uma em casa, então minha puta de mãe e eu tínhamos carta branca pra fazer a maior sacanagem que a gente quisesse. Então, quando o corno não tava, eu deixava ela pelada o tempo todo também no andar de baixo da casa. E fodía ela de um jeito selvagem em todo lugar, sem respeitar, claro, o quarto de casal. Na verdade, eu costumava gozar bem gostoso na cama de casal, colocando a foto do casamento feliz num lugar bem visível, pra lembrar a mamãe quem era o novo macho da casa. Um par de vezes eu aproveitei pra gozar em cima da foto do corno sorridente e obriguei ela, esmagando a cabeça dela contra o vidro, a lamber toda a porra da foto, enquanto eu cuspia na cara dela e xingava. Eu tava no auge sexual. Bom, na verdade a gente tava, porque mamãe também tava se aperfeiçoando como puta. Cada dia era mais safada e adorava fazer propostas mais ousadas. De vez em quando a gente trazia alguma promíscua da "Paróquia" pra fazer um menage... Teve um dia que mamãe e Nós trouxemos a Teresa, a ex-freira, pra casa. Antes de sair da "Paróquia", a mamãe sempre se vestia com as roupas adequadas pra uma recatada dona de casa. Mais do que tudo, pra evitar perguntas chatas do corno quando chegasse em casa. Naquele dia, ela fez isso e pediu pra nossa freirinha porca vestir o hábito antigo dela, que ainda guardava. No carro, fiz a Irmã Teresa sentar no banco do carona, porque queria que ela me chupasse a pica no caminho, pra ir me aquecendo. Mamãe, no banco de trás, ia se dedilhando e avisando se tinha chance de alguém nos ver. Cheguei na garagem de casa com a pica dura que nem um mastro. Custou pra guardar na calça. A porca da freira tinha os lábios grossos vermelhos e as babas escorrendo pelo queixo. Eu olhei nos olhos dela com carinho e fiz o que costumo fazer nesses casos. Pedi pra ela abrir a boca, cuspi um cuspe grosso e dei umas palmadinhas "carinhosas" nela, enquanto lembrava o quão puta ela era. Ela sorriu orgulhosa. Eu empurrei ela sobre o capô, mandei levantar o hábito e, com a ajuda da mamãe, tirei a tanga dela aos trancos. Depois, joguei a tanga pra mamãe enquanto dizia: - Anda, limpa a cara da porca, que parece mais uma puta do que uma freira... Vamos ver se vamos escandalizar o viadinho do teu marido... Mamãe deu uma gargalhada e recolheu com a tanga toda a baba da boca da Irmã Teresa, que, submissa, se deixou fazer. Ao entrar na sala de jantar, encontramos a cena de sempre: o filho da puta do meu pai largado na frente da TV com uma lata de cerveja e uma tigela de batatas fritas, vendo esportes na televisão. Assim, claro, ele ia ficar em forma rapidinho... Ele fez menção de se levantar pra cumprimentar a freira que tinha acabado de entrar, mas a barriga enorme e a gravidade impediram, e ele afundou de novo no sofá com estardalhaço. Mamãe me olhou sorrindo, e eu fiz cara de pôquer. A Irmã Teresa colocou sua melhor cara de santa beatífica e se aproximou dele. sofá para cumprimentar o cuck: -Não se levante, não se levante... Eu sou a Irmã Teresa, do Convento das Trinitárias, vim fazer uma visita à paróquia e sua esposa e seu filho, que são muito gentis, me convidaram para entrar. -Encantado, encantado... – disse papai se espreguiçando e tentando se levantar para beijar a freirinha. Eu, rápido e sem que o velho me visse, fiz um sinal para a Teresa para que, nem fodendo, ela aproximasse o rosto da cara do cuck. Ela sacou na hora e deixou meu pai na posição de cobra interruptus enquanto estendia a mão para acariciar a do pobre otário. Papai apertou a mão dela e se deixou cair de novo. -Desculpe não me levantar... – disse o velho. - Mas acabei de operar o menisco e... – sim, isso era verdade, mas também era verdade a barriga de preguiçoso dele... O que, por outro lado, me era ótimo pra foder a puta da esposa dele... -Claro, claro, fique tranquilo, não se preocupe... – respondeu ela educadamente -Papai, – intervim eu – vamos subir com a Irmã Teresa e a mamãe. A Irmã Teresa precisa nos mostrar umas coisas no computador sobre a missão da paróquia na África e no Terceiro Mundo... -Muito bem, muito bem... – calmos, disse ele. - Vão com Deus... – tentou fazer uma das piadinhas sem graça dele... -Até logo. – respondemos os três em uníssono. E lá fomos nós três subindo. Minhas duas vadias e eu, prontos pra passar um tempinho gostoso. Naquele dia eu estava especialmente perverso e, assim que chegamos no quarto, mandei elas deixarem a porta aberta, pra poder ouvir se o cuck resolvesse subir as escadas e estragar a festa. Embora, isso, como contrapartida, tivesse a desvantagem de que os berros das duas porcas podiam ser ouvidos da sala. Rapidamente fiz um cálculo de “custo-benefício” da situação e concluí com um “que se foda o viadinho”... e optei por ligar a TV bem alta, como sempre, com vídeos musicais de reggaeton ou de minas gostosas em geral, e esperar que, se algum grito ou gemido vazasse, o cuck atribuísse à televisão. Mas, nessa altura, o que o cuzão do meu progenitor pensava já me importava muito pouco. Só poupava ele do desgosto de ver o quão puta a esposa dele era, por respeito a ela, que não queria chateá-lo mais do que o necessário. No fundo, ela era uma santa... ha, ha, ha. Em seguida, ordenei que elas se pelassem todas, enquanto eu, com a pica apontando pro teto, as esperava na cama king size que tinha no meu quarto. Quando vi elas se aproximando, balançando as tetonas, gritei imperativo: — Ei, você, Santa Teresa! — a freirinha parou na hora. — Coloca de volta a porra da touca de camarão preto que você tava usando, que me dá um tesão foder você com isso vestido... Vamos, anda logo! Teresa sorriu e, de cabeça baixa, correu pra colocar a touca. Enquanto fazia isso, a mamãe já tinha se enfiado pra lamber minhas bolas e o cu, pelos quais tinha predileção... No final, tive a Teresa por pouco tempo com a touca. Deixei ela se aproximar e começar a engolir meu pau até a campainha enquanto a mamãe me penetrava o cu com a língua. Gostei, mas ao ver que não conseguia controlar a cabeça da freirinha pegando ela pelo cabelo do jeito que eu gostava, arranquei a touca da cabeça dela enquanto gritava: — Tira essa merda, porca! — ela colaborou e soltou a melena ruiva ao ar. Na hora, agarrei ela pelos cabelos e comecei a empurrar a pica garganta abaixo até as bolas. Ela engasgava, juntando a cabeça quase com a da mamãe. Soltava babas nas minhas bolas que acabavam escorrendo na cara da minha mãe. Eu berrava como um possesso. Estávamos fazendo uma puta bagunça. Parece mentira que o corno não ouvisse lá de baixo. Acho que ele devia pensar que era a TV, ou algo assim. Creio que já devia estar acostumado com os barulhos estranhos. Com a parada de foder minha mãe, a puta da esposa dele, na base de tapas na bunda e gritos sem freio, ele já devia considerar esses barulhos "estranhos" como normais. Suponho que, por um lado, não queria desconfiar e, por outro lado, se de vez em quando caía uma punheta mal feita da sua amante esposa, já bastava pra ele. De vez em quando eu apertava bem forte a cabeça da freira contra minhas bolas, até ver que ela tava sem fôlego. Aí eu puxava ela com força e ela boqueava igual um peixe fora d'água, engolindo ar que nem uma louca, com os olhos lacrimejando e a cara cheia de baba. Eu chegava ela perto da minha boca e gritava: "Uuuuuuh, olha a santinha que cara de porca tem!", cuspia várias vezes nela antes de esfregar bem a saliva no rosto dela e meter ela de novo na pica assim que recuperava o fôlego. Repeti a operação várias vezes, até me cansar. Enquanto isso, mamãe continuava me lambendo a bunda. Quando já tava nessa há uns quinze minutos, gritei:
- Vamos, vadias, troca de casais!
E minha mãe, que já sabia qual era a do rolê, começou a chupar minha pica, enquanto Teresa recuperava a garganta arrebentada me lambendo a bunda. Mamãe, que conhecia meus gostos, ficou de quatro com a bunda empinada perto da minha cara e das minhas garras. Então, enquanto com uma mão eu guiava a cabeça dela no vai-e-vem, com a outra eu ia apalpando aquele rabão, dando palmadas sonoras, como se fosse um tambor, até deixar ele bem vermelho. Depois, quando já tava quase gozando, enfiava os dedos na bunda dela pra estimular o boquete. No final, gozei que nem um animal, enfiando o dedo indicador no cu dela até o fundo e apertando a cabeça dela com força até minhas bolas, pra porra entrar bem lá dentro. Ao mesmo tempo, apertava minhas pernas pra Sor Teresa colar a cara e, principalmente, a boca e a língua na minha bunda babada. Soltei um grunhido de bicho, que tenho certeza que fez o corno do meu pai pular no sofá, e cuspi forte na bochecha da minha mãe, que bufava e fazia bolhas de baba pelos buracos do nariz. Como sempre que fazia uma dessas sessões pesadas, tinha preparado a câmera de vídeo HD. num tripé para gravar o show e depois me divertir e preparar algum vídeo pro site do puteiro. Levei um minuto longo pra relaxar, enquanto meu pau ia pulsando e soltando esperma na garganta da mamãe. Eu bufava entre os dentes e, finalmente, apertando com força a cabeça da minha puta, falei: — Escuta bem, Promíscua nojenta, vou te soltar e não quero que você engula o prêmio, nem perca uma gota... certo? — Mmmmmmiiiií! — tentou responder ela com o pau entalado na garganta. — Muito bem, porca! Agora quero que você compartilhe seu prêmio com nossa adorada freira... E, dando um puxão forte na cabeça dela, levantei do meu pau morecilhona, deixando um rastro de babas que se espalharam pela cabeça da outra puta e se derramaram pela cama toda. Embora ela, sabendo das instruções que eu tinha acabado de dar, depois de recuperar o fôlego, fechou rapidamente a boca pra não perder nada de porra. Eu, ao mesmo tempo, tinha tirado o dedo do cu dela e cheirei por um momento, sentindo os aromas anais, antes de esfregar bem no nariz da Sor Teresa e mandar ela chupar direitinho e deixar limpo. Ela fez um pequeno movimento de recuar o rosto depois de cheirar, mas depois de um tapa e um puxão de cabelo, logo viu o absurdo da atitude e engoliu o dedo chupando com avidez. Depois, Teresa se posicionou como eu tinha mandado minhas vadias fazerem quando eu as comia em dupla, bem debaixo da cara da mamãe e com a boca aberta. Enquanto eu contemplava a cena e ia me recuperando, minha mãe ia derramando o coquetel de esperma e babas sobre a boca aberta de Teresa, que tentava conservar o conteúdo como se fosse um recipiente, sem que uma mísera gota escapasse dos lábios. Eu as fiz repetir a operação por alguns minutos, enquanto meu pau ia relaxando. De vez em quando contribuía com um cuspe pra animá-las, que elas recebiam com alegria escancarada. Quando me cansei do show, mandei elas repartissem a sobremesa e, olhando pra câmera que eu tinha pegado naquele momento, mostrassem o conteúdo antes de engolir. — Muito bem! — falei — E agora, um sorrisão pros seus fãs... As duas sorriram igual umas putinhas. Eu relaxei e me deitei na cama, um pouco elevado com a ajuda do travesseiro, pra prestar atenção nos vídeos que passavam na TV. Teresa se aninhou do meu lado, com o rosto apoiado no meu peito e a mãozinha acariciando minha rola descansada com suavidade. Minha mãe ia fazer o mesmo, mas eu parei ela: — Espera um pouco, Promiscuous. Me faz um favor, vai. — Fala, amor — respondeu ela, obediente. — Desce lá e traz duas latinhas de cerveja, que bateu uma sede... — Mas... — ela respondeu, surpresa... sabia que a aparência dela não era a mais adequada pra passar na frente do marido amado, indo pra cozinha. — Nem mas, nem porra! — cortei, seco — Veste um roupão ou o que te der na telha e traz, tá bom, sua puta? — Claro, Marcos, claro... — respondeu ela, submissa, pegando uma camiseta que, amassada, tava no fundo do quarto. Vestiu, sem sutiã nem nada. Felizmente, os peitões dela ainda se mantinham bem firmes graças ao esporte. Os bicos marcavam forte pelo tecido. Depois pegou um shortinho de spinning que tava por ali e também vestiu sem calcinha, marcando a bucetona perfeita. Antes de sair, me olhou. — Tô boa assim, filho? — perguntou, insinuante. Eu fiz um sinal pra ela girar. Ela deu uma volta completa e me olhou de novo, sorrindo. Mandei um beijo e confirmei o óbvio: — Tá perfeita! Parece uma puta de academia de verdade... — O que eu sou... — disse ela, virando-se e descendo a escada. — Espera! — parei ela — Pensei numa coisa enquanto me recupero... por que você não sobe a piroca? — Qual? A grande? — Sim, vadia Promiscuous, a grande... qual vai ser? — Tá bom, tá bom, de acordo...! — respondeu ela. ofendida – Achava que era só pra ocasiões especiais...
- Hoje é uma ocasião especial... Não tá vendo que temos aqui a Madre Teresa de Calcutá, pronta pro martírio... – e, entre risadas, peguei Teresa pelo cabelo e dei um puta amasso nela. Mamãe desceu as escadas rebolando a bunda gostosamente, enquanto minha freirinha favorita continuava acariciando meu pau que já começava a endurecer, enquanto eu olhava na tela a Beyonce mexendo aquele rabão. Cinco minutos depois, apareceu minha putinha de mãe com um pack de seis cervejas geladas e um saco plástico com o pauzão dentro. Distribuiu três latas que começamos a beber com gosto.
- Me diz, como é que tá o viadinho? – perguntei pra mamãe.
- Lá tá ele, largado, vendo TV... Me olhou com uma cara meio estranha quando passei, mas não falou nada. Acho que pensa que tô fazendo ginástica aqui em cima ou algo assim...
- É, claro, que bobão... – interferiu Teresa – Ginástica com os peitos empinados, ha, ha, ha...
- Ei, porca – cortei – Nem vem que eu vou deixar você zoar meu pai! – mamãe riu da minha intervenção – Só a gente pode zoar o corno! Né, mamãe?
- Claro, meu bem... – mamãe tava deitada do meu lado e chegou o rosto pra me dar um selinho. – O viadinho de pau mole é nosso...

Quando acabamos a cerveja, decidi continuar a festa.
- Então, mamãe, agora quero me divertir um pouco vendo um bom show. Pode tirar o pauzão.

Mamãe abriu o saco e tirou um dildo de látex de uns quarenta centímetros, com uma bolinha de cada lado. Era grosso e flexível, ideal pra duas vadias sentarem ao mesmo tempo... No meio, tinha uma marca vermelha feita com caneta permanente.
- Agora quero que vocês duas fiquem de quatro, de cara uma pra outra, e engulam o pauzão até o fundo. Tem que chegar até a marca vermelha e se beijar de língua. – eu, só de pensar na cena, já tava com o pau duro como pedra, e olha que não fazia nem vinte minutos que eu tinha gozado. – Assim, que, se não me falham as contas, vocês têm vinte centímetros pra enfiar cada uma na garganta. Já podem começar, e eu vou imortalizar a cena com um belo vídeo pro grupo de WhatsApp da Paróquia. E, pra ser sincero, foi um espetáculo digno da mente mais tarada pornográfica. No Porn Hub, ou em qualquer um dos melhores sites porno que rolam por aí, teriam brigado pra conseguir um vídeo tão porco, sacana e, por que não dizer, foda. As duas vadias encaixaram, cada uma de um lado, o pauzão de borracha e, devagar, se acostumando com o tamanho, foram avançando, cada uma pro seu lado, engatinhando na cama, com suas caras de puta velha se encarando. De olhos bem abertos e lacrimejando pelo esforço, a testa suada no quarto abafado e as babas escorrendo pela garganta e vazando das bocas, caindo no lençol da cama. Ao fundo, a tela da TV, com negonas rebolando a rabeta e eu, observando a cena com o pau duro e gritando sem pudor as palavras de "carinho e incentivo" que eu sei que excitavam minhas vadias: "Engulam, porcas nojentas, engulam! Puuuutas! Que par de cadelas! Uma beata mãe de família, mais puta que as galinhas, que come o próprio filho e tudo que se mexe, e uma freira que trocou a fé pela pica do sobrinho!" E toda essa ladainha de gritos e berros, eu acompanhava com tapas na bunda das putas, puxões nos bicos dos peitos e, de vez em quando, juntava as babas que pingavam na cama pra esfregar nas caras das duas. Finalmente, depois de cinco minutos de esforço, conseguiram chegar na marca onde os lábios se encontravam. Naquele momento, mandei elas aguentarem um pouco, que agora era a minha vez de curtir. Então, depois de fazer um travelling circular na cena romântica, guardei o celular, liguei a câmera do tripé focando nas milf putas e, com o pau duro, fui finalizar minha obra. Mestra da putaria. Peguei um pouco da baba que escorria pelas caras delas e lambuzei bem meu pau duro antes de ir pro cu da freirinha. Apontei bem pro rabo dela e enfiei de uma vez. Ela soltou um gemido. Não conseguia gritar e deixou escapar umas lágrimas grossas. Mas, rapidamente se recuperou e começou a rebolar pra espremer meu pau, do jeito que sabia que eu gostava. Fiquei uns cinco minutos metendo forte, puxando o cabelo dela e dando tapas na cabeça dela, pra ver se acertava a cara da minha mãe. Me propus um desafio de acertar os dois olhos dela com cuspe e foi um pouco difícil, mas consegui. Além de um bônus de tapa no nariz, que escorregou pros lábios da Teresa. Observando os olhos suplicantes da minha mãe, antes de gozar, decidi dar a ração de pau pra ela. Então troquei de cu e repeti a operação ouvindo os gemidos da mamãe que saíam pelos espaços entre o pauzão, a boca dela e o nariz entupido, onde, de vez em quando, inflava uma bolha misturada de baba, meleca e o cuspe dos meus tapas que ainda molhava a cara dela. Quando tava quase gozando, saí do cu da mamãe e me coloquei na frente da câmera. E apontando pras caras juntas das duas vadias, reguei elas de esperma quente. No olhar das duas, pareceu que vi gratidão e, enquanto voltava pro meu trono no centro da cama pra relaxar, mandei elas tirarem o pauzão. Elas fizeram devagar, demorando no prazer de se olharem, cara a cara, com as mandíbulas quase se desencaixando. Enquanto iam se separando uma da outra, o enorme dildo ia aparecendo, encharcado de baba e brilhando. Depois falei pra elas não lavarem a cara, que a forma de se limpar era se lambendo uma à outra, coisa que fizeram com gosto, enquanto eu imortalizava o evento de novo com o celular. -Porra! –falei –Com esse vídeo a gente vai estourar mais do que eu arrebentei o cu de vocês, suas putas! Elas riram e continuaram se chupando. Já passava das... Uma vez. E sugeri pras vadias pedir umas pizzas pra janta. Elas toparam na hora. Mandei a mãe descer pra falar pro corno ligar. Ele, obediente e feliz com a janta farta que o esperava, fez o que mandei. Meia hora depois, a campainha tocou e a mãe, com uma camisola fininha cobrindo a nudez, desceu pra pegar o pedido e, já que tava ali, deixar o pau duro do entregador. Deu de gorjeta uma vista do decantado decote e, depois de deixar uma pizza família pro corno, que continuava de perna quebrada vendo TV, subiu com o butim e mais uma leva de cervejas. Tinha chegado a hora de descansar e recuperar as forças. Comemos na mesinha do escritório e depois voltamos pra cama pra descansar. Eu no meio, ladeado pelas duas gostosas que apoiavam as tetonas no meu peito e viam TV felizes. Nem precisei sugerir pra Teresa ficar. Parece que já tava dado como certo. Além disso, ia ser bom dormir os três juntos, já que a mãe não precisava voltar pro quarto de casal. Bastava contar pro viado que ela tinha passado a noite toda trabalhando com a Irmã Teresa... Naquelas coisas de missão na África e tal e tal... No fim das contas, não tava longe da realidade: umas duas vezes acordei de noite pra ver as duas porcas se pegando, chupando as bucetas uma da outra ou alguma delas mamando no meu pau cansado, enquanto a outra lambia o clitóris dela. Umas cachorras adoráveis.

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