Clube de swing no Brasil

Primeiramente, essa história não é minha, li por aí e me deixou toda molhadinha! E pensei que mais gente precisava ler, por isso tô compartilhando. Espero que deixe vocês tão tesudos quanto me deixou, abraços pra toda a comunidade!
Depois de ter percorrido um longo caminho e conhecido muitos lugares parecidos ao redor do planeta, cheguei à conclusão de que este é o melhor clube de swing do Brasil e da América Latina.
Fica no bairro elegante de Moema, São Paulo, Brasil. Bem pertinho do Shopping Ibirapuera, e no meio do caminho entre o Parque Ibirapuera e o Aeroporto Internacional de Congonhas.
O custo da entrada não é barato, mas realmente vale a pena. Faço a reserva com antecedência, porque a vaga para solteiros é limitada. E é verdade, ao entrar no Clube a área é imensa e variada, vejo na maioria casais (mais de 500), e muito poucos solteiros. Mesmo assim, as áreas estão perfeitamente identificadas para casais exclusivamente e mistas (casais e solteiros).
O lugar é elegante e espaçoso. Como é minha primeira visita, a recepcionista gostosa de minissaia se oferece pra me mostrar (tipo um tour) as instalações do Clube, mas respondo que conheço muitos clubes parecidos e prefiro ir descobrindo sozinho.
É assim que eu fico inicialmente no bar e pego uma das bebidas de cortesia da casa (incluídas na entrada), enquanto vou observando o panorama. Muitos casais gostosos, novinhas e milf, mas na maioria muito bem cuidadas, fazendo um culto ao físico, à elegância, ao glamour e ao bom gosto. Alguns casais se animam a dançar, meio que como uma exibição.
Enquanto tomo uma cerveja Bhama, fico de olho em várias mulheres gostosas, mas no fim minha vista gruda numa morena linda, novinha (30 anos), alta, de salto alto, vestidinho branco que mal cobre a bunda linda dela, pernas torneadas, quadril generoso, cinturinha fina, peitos exuberantes, com certeza siliconados, que parecem que vão explodir do decote em V generoso. Ela dança sensual junto com o parceiro, um coroa (chuto uns 60 anos), magro, muito bem vestido de terno, cabelos grisalhos, e imagino que esteja muito bem de grana.
Fico de olho em cada movimento dela, cada minuto que passa, tô gostando mais dessa mulher. Eles continuam dançando um pouco, depois sentam, terminam de beber, e aí levantam e vão pra área dos privês. Na hora, largo minha cerveja pela metade e sigo eles de perto. Passamos por uns corredores com luz bem fraca e eles entram num salão. Ali perco eles de vista, porque quero entrar atrás, mas o segurança me avisa que aquela área é restrita e só pra casais.
Infelizmente, perco eles de vista e vou por outra porta, onde vejo entrando sozinhos e casais. Tem vários quartos fechados (privês), com portas que trancam por dentro, onde dá pra ver pelos vidros casais e solteiros transando.

Continuo andando e chego na área do Glory Hole. Pra quem não conhece, são umas cabines pequenas, tipo orelhão, onde dentro fica a mulher sozinha, ou um casal, e do lado de fora os caras sozinhos. As paredes são finas, com uns buracos de uns 15 cm de diâmetro na parte de baixo e vários furinhos menores na parte de cima. O primeiro serve pra enfiar a pica de um lado pro outro, e os outros pra conversar e ver quem tá do outro lado. Minha pica já tava explodindo. Vou me encostando em algumas, até que vejo uma mulher gostosa com o marido dela numa das cabines. Sem nem trocar ideia, enfio a pica pelo buraco de baixo e colo na parede pra meter até as bolas. A mulher começa a chupar gostoso pra caralho, enquanto sinto a mão do marido batendo uma pra mim e acariciando meus ovos. Isso dura uns minutos até que vejo os dois chupando minha pica juntos. Não tava acostumado com essas paradas, mas admito que foi muito erótico. Eles falam pelos furinhos pra eu colocar a camisinha, obedeço na hora, enfio de novo até o fundo, e a mulher, agora virada de costas, enterra na buceta até o talo. Ela começa a rebolar pra frente e pra trás que nem uma louca, com minha pica dura contra a parede, enquanto o marido estimula e esquenta ela.
Vai, safada, gostosa, curte essa porra, sua puta. Não queria isso! Vai, fode gostoso com esse macho! Ele vai te dar toda a porra que você quer...!
Ela fica louquinha, rebola o quadril em círculos, e goza gemendo gostoso pra caralho...
- Ahhhgg, filho da puta...! Que delícia! Me fez gozar gostoso pra caralho...!
Eles saem do cubículo, eu puxo minha rola pra fora e continuo a caminhada. Por sorte ainda não gozei, o que me dá energia pra continuar na luta. Hehe.

Chego em outro salão, cheio de camas redondas. Lá, as mulheres (ou casais) tão de quatro, e vários caras só metendo por trás. Tem um monte de cama redonda, mas cada mina tá com pelo menos 3 ou 4 caras, então vejo que a área tá lotada e deciso seguir andando.

Chego depois no cinema. É um verdadeiro cinema pornô médio, com umas 20 fileiras de poltronas, bem escuro, diria que na penumbra, uma tela gigante passando um filme pornô, geralmente com temática de gang bang. Mas o mais interessante acontece nas fileiras e poltronas dos supostos espectadores. Levo uns minutos pra acostumar minha retina com a pouca iluminação, e então percebo vários grupos espalhados. No centro de cada grupo, uma mulher chupando pica e sendo penetrada por um ou mais caras sozinhos. Vou até a que acho mais gostosa, tiro a pica pra fora, e em segundos já tava recebendo outra mamada deliciosa. Depois ela vira, me oferece a raba de quatro. Penetro ela forte por trás, enquanto o marido sentado na poltrona ao lado supervisiona que tá tudo sob controle, e ela chupa outros dois caras sozinhos que estão na fileira de cima. Ficamos assim uns minutos, até que chega minha vez de entregar ela pra um dos caras que tava sendo chupado. Nesses lugares é assim, rodízio.A demanda é muita, a oferta é pouca, e não tem como se perpetuar com uma buceta. Exploro outras instalações do clube, salas, camas redondas, sofás, etc. Todo mundo transando pra todo lado. Até que encontro algo que me chama a atenção: o ônibus.
É um ônibus de verdade, todo climatizado por dentro. Lá dentro tá quase lotado de caras, a maioria em pé. E a regra é: as mulheres sozinhas e os casais entram pela porta da frente e saem pela de trás. Durante o trajeto, elas levam todo tipo de mão, apertão e até uma pegada mais forte. Tirando as fodas, acho que o resto não é muito diferente do que rola na vida real em algumas linhas urbanas de São Paulo e outras capitais grandes, na hora do rush. Entro no ônibus e vejo as mulheres passando. A que menos recebe é um beijo, uma mão nos peitos ou na bunda. A maioria sai do ônibus com vários apertões e pegadas no caminho da porta da frente até a de trás.
De repente vejo a gostosa e exuberante morena jovem chegando na área do ônibus. Aquela que eu segui com o olhar no começo da noite e depois perdi de vista. Quase meu coração para! E me posiciono de propósito na frente do ônibus, perto da porta de entrada. O marido mais velho a acompanhou até a porta, dá um beijinho desejando sorte, e espera ela lá embaixo. Ao subir e começar a percorrer o corredor para ir para trás, cruzo no caminho dela, toco no braço dela como pedindo licença, ela sorri pra mim e, como aceitação, pisca um olho, então eu abraço ela e beijo deliciosamente, devorando a boquinha de mel dela. Instantes depois, já tinha descido as alças do vestidinho leve dela, e chupava aquelas tetas enormes e maravilhosas. Ela gemia e me incentivava a continuar, enquanto empurrava minha cabeça pra baixo com a mão.
- Vai, safado, me chupa gostoso minha bucetinha... Mmmm que delícia...! Quero tudo...!
Me ajoelho na frente dela, puxo pra o lado a calcinha fio dental dela, e começo a chupar aquela deliciosa pussy depilada. Depois viro ela, e começo a chupar também o bum dela, vou alternando com minha língua. Até que ela não aguenta mais, se ajoelha num dos bancos e me pede pra penetrar ela.
- Vai, me dá teu pau, por favor!. Quero foder gostoso com você. Meu marido tá lá embaixo e faz tempo que não me deixa satisfeita.
Ela fica de quatro, levanto o vestidinho, puxo a tanguinha de novo e meto até o fundo na buceta dela. Vou bombando com força, com todo o tesão que vinha acumulando a noite inteira! Ela adora...! Se remexe com força pra frente e pra trás. Continua gritando, enquanto eu vejo o marido, do lado de fora do ônibus, olhando a putinha dele sendo comida por um macho. Acho que ela tá quase gozando, até pede pra eu meter no cu.
- Me dá teu pau no meu cuzinho, seu safado gostoso... Vai comer essa puta no cuzinho...! Vai querer?
Tiro ela da buceta e entra quase sozinha no cu, que já tava bem lubrificado. Meto com mais força ainda, seguro ela firme pela cintura, e enfio toda a minha pica e o peso do meu corpo nessa bunda deliciosa e durinha. Ela pede pra eu maltratar ela, puxar o cabelo dela, dar tapas na raba, e é isso que vou fazendo até ela gozar gostoso e eu gozar atrás. Solto toda a porra acumulada.
- Ahhhhgggg. Que delícia
Meio que nos recompondo, ela se levanta, a gente se veste. Só aí a gente percebe que deu um show pra todo o ônibus. Ela me dá um beijinho na boca, e vai andando em direção à porta de trás. Passam a mão nela por todo lado no caminho, mas ela não para até descer do ônibus. Desce, e se abraça e beija com o marido dela.

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