Quadra de putas 5

Comecei a semana cheio de energia e com um otimismo desbordante. Tudo ao contrário da minha querida progenitora, que andava pela casa entre depressiva e assustada, tentando de todo jeito me evitar ou, pelo menos, não ficar a sós comigo. E ela encontrou um aliado inesperado na figura do babaca do meu pai, que estava especialmente chato e grudento e não largava dela nem por sol nem por sombra. Principalmente nos primeiros dias. Dava pra ver que ele não sabia das aventuras da mamãe e da luxúria desmedida dela. Eu assistia divertido ao cerco que a mamãe estava sofrendo e me limitava a lançar olhares lascivos e a dar uma de encontro pelos corredores, esperando o momento de ir amadurecendo a colheita. Enquanto isso, ia tocando minha vida e, uma manhã, ao ir comprar o jornal, cruzei com o Moja no elevador. Cumprimentei ele cordialmente e convidei pra tomar algo, pra celebrar meu retorno ao bairro. Ele, sem desconfiar de nada, aceitou encantado. E assim que sentamos, na frente de duas canecas de chopp, soltei a bomba de uma vez: — Ah, antes que eu esqueça, tem uma coisa que queria te dizer. — consegui prender a atenção dele e joguei a merda no ventilador — Sei que você tá comendo a minha mãe... Bom, melhor dizendo, que tava comendo. O Moja ficou petrificado e o sorriso relaxado que ele estava exibindo congelou. Eu continuei: — Peguei vocês outro dia. Até fiz um filminho amador, pra ter uma lembrança. — passei o celular pra ele, na tela tinha um plano do casal feliz transando como possessos. — Aliás, você é meio frango, acho que devia malhar mais... Minha mãe é mulher demais pra você. O negócio é que isso me surpreendeu bastante. De um otário como você, não me espanta que queira pegar um pedaço com uma gostosa, mas ela, se quisesse dar uma trepadinha, podia ter conseguido coisa melhor. Enfim, com ela já resolvi as coisas e ela não vai precisar de ninguém de fora da família pra regar a plantação. Quanto a você, espero que se toque. conta de que a vossa história acabou. O Moja engoliu em seco e murmurou, timidamente: -É... -Como? -É, acabou. -concluiu com mais firmeza. -Bom, ótimo, adoro ouvir isso. -tomei um gole antes de continuar falando- Mas isso não é tudo. Tem uma coisa chamada justiça, e acho que mereço uma compensação pelo meu sofrimento. Ele me olhava meio espantado, sem saber onde eu queria chegar. -Se você comeu a minha mãe... E de mil maneiras, como pude ver, o justo seria eu comer a sua, não é? O Moja me olhou “de olhos arregalados” e espantado com o pedido e, apesar da cara de susto que tinha, conseguiu balbuciar um tímido protesto: -Marcos, mas isso... Isso acho que você não vai conseguir fazer... Eu não acho que minha mãe... Cortei ele seco: -Claro que vou fazer, e, além disso, você vai me ajudar... -ele não saía do espanto e me olhava de boca aberta- Acho que você me deve isso... -nesse momento dei uma risadinha pra quebrar o gelo, antes de continuar- Você é gente boa, Moja, vai ver que no fim vamos acabar sendo bons amigos... Além disso, essa parada de compartilhar as mães, ou melhor, as putas, une bastante, não é? Ele engoliu em seco e resmungou um quase ininteligível: -Mas... Como...? Como você pretende...? Nem terminou a frase e eu continuei: -Olha, os detalhes ficam por sua conta, e, no fundo, tô nem aí como você vai fazer... Sugiro que invente alguma merda, tipo que tem uma dívida grande de droga ou uma história parecida, e que se não pagar vão te arrebentar a cabeça... Diz que a única coisa que conseguiu fazer pra salvar seu cu foi oferecer sua mãe pra ser comida... Um plano brilhante, hein? -ele me olhava entre cético e choroso- É, reconheço que é uma putaria que ninguém vai acreditar, mas é aí que entra seu talento e sua habilidade de ator pra ser convincente... E se um frango igual a você conseguiu convencer uma gostosa como minha mãe a dar pra ele, não tenho a menor dúvida de que em breve vou estar devolvendo a bola e enfiando o rabo na sua mamãe... Terminei a cerveja pra ir encerrando a conversa: -De qualquer forma, monta como quiser, mas você tem no máximo duas semanas, contando a partir de agora, pra marcar um encontro entre a buceta da sua mãe e meu pau, tá claro? Se não, é capaz de eu quebrar seu crânio de verdade... Ou algo parecido... - claro que não tava disposto a fazer nada disso, mas não resisti a soltar a bravata. Além disso, tinha que ameaçar ele com alguma coisa. Ele só concordou, morrendo de medo. -Agora - continuei - me passa seu número de celular. - anotei - Perfeito, muito obrigado, Moja, foi um prazer. A gente se fala, já te ligo. Se você não me ligar antes... Tenha um bom dia! E fica tranquilo, eu pago. Se cuida. Levantei e saí do bar. Comi fora de casa e depois de fazer uns recados, segui, bem animado, o caminho de casa. Tava chegando a hora do jantar e o dia intenso que eu tive me abriu o apetite. Lá pela uma e meia abri a porta de casa e o som familiar da TV me lembrou da presença do vagabundo do meu pai largado no sofá na frente da tela, dormindo, o que me esfriou um pouco o ânimo. E, de fato, lá estava o babaca, de boca aberta e olhos fechados, babando, diante das imagens de um concurso idiota. Tava fazendo aquela soneca do bispo, a de antes do jantar. Nem acordei ele. Não queria perturbar o descanso pacífico dele e fui rápido pra cozinha, tentar deixar a gordinha com tesão. A conversa com o Moja me animou bastante... Abri a porta da cozinha e, perto do fogão, tava minha porquinha de costas pra porta, mexendo um ensopado que cheirava pra caralho. Ela vestia umas leggings velhas e gastas da academia, marcando perfeitamente aquele rabão enorme, que balançava como um pudim no ritmo da mão que mexia a panela. Completava a roupa uma camiseta regata justa de cor verde maçã, balançando graciosamente o rabo de cavalo. "Essa aí tá pedindo pra levar tanta pica que nem barata... e morrer gozada até não poder mais...!", lembro de ter pensado. Uma frase carinhosa, né. Ela, ao ouvir a porta, se virou e me olhou entre surpresa e assustada. — Ah, oi, Marcos! — disse, enquanto baixava o olhar e voltava pros afazeres de dona de casa perfeita. — Oi, mãe! — respondi alegremente, enquanto me aproximava dela, ficando bem atrás, mas sem encostar... Logo senti ela ficar tensa. Cheguei mais perto e comecei a esfregar meu pau grosso na bunda dela, enquanto olhava por cima do ombro dela pra panela e comentava despreocupado: — Hummmmm...! Que cara boa que isso tem! Enquanto falava, aproximei meu rosto do dela, que continuava paralisada, encarando hipnoticamente o ensopado. E, assustando ela um pouco, dei um beijo suave no pescoço, apertando mais meu corpo contra o dela e fazendo questão que sentisse a dureza do meu pau. Ela fez menção de se afastar e murmurou, quase sussurrando: — Não, Marcos, não, por favor... agora não... seu pai... Eu sorri, apertei ela mais uma vez, e passei a língua atrás da orelha dela, chupando de leve o lóbulo. Depois, me afastei dizendo: — Delicioso... Isso sim. Ela, meio surpresa por eu desistir tão cedo, se virou. E, por um momento, o olhar dela desviou pro meu volume, e tenho certeza que avaliou direitinho. Eu sorri cínico e só completei: — Bom, vou botar a mesa, que o pai de família deve estar faminto... depois de uma manhã tão agitada... Mamãe baixou a guarda e sorriu de leve, achando que o perigo tinha passado... E ela tava certa... em parte. O jogo tinha acabado de começar. Quando ela se virou, notei uma mancha clara de tesão na virilha dela, marcando na legging... Passei minha mão e rocei as costas dos dedos de leve na buceta dela, molhando os dedos. Ela se apertou pra trás e baixou o olhar. Eu sorri e aproximei levei os dedos ao nariz, cheirando eles, enquanto dizia: -Mmmmm, delicioso! Um manjar dos deuses... Isso vai! Durante o jantar, mamãe ficou muito quieta. Quase não comeu nada. Meu pai, estranhando, perguntou um par de vezes se algo estava errado. Ela, desdenhosa, disse que nada, que estava com dor de cabeça. Eu, ao contrário, estava exultante, pulando de alegria. Aproveitava qualquer momento em que meu pai estava distraído para despir ela com o olhar, observando sorrindo seus melões ou passando pelos meus dedos no nariz que, minutos antes, tinha deslizado pela sua buceta molhada. Ela só baixava o olhar envergonhada e mexia distraída a colher no prato intacto. Meu pai, no seu papel habitual de bocó, não percebia nada. Depois do jantar, sentei um pouco pra ver TV com o velho, mas logo fiquei entediado e fui ler no meu quarto. Minha mãe, depois de arrumar a mesa, ficou limpando a cozinha. Mais tarde, ouvi os dois indo pra cama, mas, antes, minha mãe tomou um banho. Assim que ouvi ela terminar e se recolher ao tedioso leito conjugal, levantei e fui pro banheiro, pronto pra bater uma boa punheta. Revirei o cesto de roupa suja e, bingo!, lá estavam as calcinhas que ela tinha acabado de tirar. Cheirei elas ansiosamente, especialmente a mancha de fluido que impregnava a área que tinha estado em contato com a buceta dela. A pica, que já tava dura, ficou dura como pedra e comecei a bater uma com fúria, enquanto cheirava e saboreava a buceta da minha mãe. Não demorei nada pra gozar e procurei encher as calcinhas com minha porra abundante e grossa. A verdade é que eu tava com os ovos bem cheios. Depois, saí um momento pra pegar um papel e um alfinete e escrevi um bilhete: "foxy, tudo isso é em sua homenagem. Em breve, pode ser todo seu". Prendi o bilhete com o alfinete nas calcinhas encharcadas e coloquei elas cuidadosamente no balde. Depois, fui dormir como uma pedra. Na manhã seguinte, acordei cedo, pra ser eu mesmo. Quando entrei no banheiro, a primeira coisa que olhei foi o balde, e, nem a calcinha, nem o bilhete estavam lá. Fui pra cozinha e lá estava o casal feliz tomando café da manhã. Minha mãe, ao me ver entrar, baixou a cabeça envergonhada e se virou rapidamente. Meu pai, alheio a tudo, me deu bom-dia e me convidou pra sentar. Assim fiz, sem tirar os olhos da xereca da mamãe. A situação era meio tensa pra ela, embora eu não quisesse me alongar na humilhação dela e vazei logo. Mas não sem antes reparar se a buceta dela tava molhada de novo. E, puta merda, me pareceu que a legging que ela usava tava mais escura na virilha. Embora talvez fosse só impressão minha. Naquela manhã, eu tinha encontro com um amigo que tinha um estúdio de piercings e tatuagens pra marcar hora pra uma cliente que eu ia mandar pra ele em breve. O resto da semana, antes da partida do meu pai, seguiu na mesma: eu provocava e tentava esquentar e deixar minha mãe com tesão, ela não conseguia evitar ficar excitada, mas morria de vergonha e acabava se sentindo humilhada, lutando contra uma natureza que era mais forte que ela. E pra fechar o triângulo, tinha meu pai, que vivia nas nuvens, sem perceber nada, começando a assumir o papel de corno que tão bem lhe caía. Eu só esperava a gostosa cair como fruta madura. Os dias passavam com roçadas, esfregadas e esperma na roupa íntima dela. Assim, até a noite anterior à partida do meu pai. Naquele dia, seguiu a mesma rotina da semana. Eu me dediquei a provocar sexualmente a mamãe sempre que tive chance. A coisa não era fácil, porque meu pai, já grudento por natureza, tava especialmente chato. É que ele ia viajar a trabalho no dia seguinte, e não largava a mamãe nem por um segundo. Minha mãe tava naquele dia mais nervosa e irritada que o normal, mas, paradoxalmente, não descontava em mim, e sim dava patadas no pobre velho, que só conseguia fazer com que ele redobrasse insistência... Ela continuava com o costume de usar leggings em casa, e eu não perdi a chance de reparar se continuavam escurecendo na região da buceta, coisa que naquele dia estava mais evidente do que o normal. Eu atribuí o nervosismo dela à proximidade do fim do prazo que eu tinha imposto e à conversa que teríamos no dia seguinte. E com esses pensamentos fui para a cama naquela noite, um pouco mais cedo do que de costume. Queria estar bem descansado pela manhã. No entanto, também eu não consegui evitar que o nervosismo me afetasse e, como não conseguia pegar no sono rápido, decidi ler um romance policial até que o sono viesse me buscar. Mas, para minha surpresa, quem veio me visitar, por volta das duas da manhã, não foi outra senão a coroa da minha mãe. Já estava quase fechando o livro, quando, quase sem barulho, vi a porta se abrir bem, bem devagar... Vi ela entrar, lentamente, sem fazer barulho, e ficar de pé, olhando para a cama, entre assustada e desconcertada. Ela usava um pijama largo, com estampas toscas de desenhos tipo Disney, e dava para ver que não estava usando sutiã, com aquelas tetonas enormes, penduradas e meio caídas. Ela me olhava em silêncio, sem se atrever a falar, até que fui eu quem quebrou o gelo: - Uuuh, que surpresa! O que te traz aqui? - Sssss! Não fala tão alto. - sussurrou. - Seu pai acabou de dormir... - E você? Não tá com sono? - Não, não é isso... - começou a gaguejar, enquanto se aproximava da cama - É que... Olha... Eu, não sei... - Desembucha! - interrompi, imperativo. - Sim, sim... Mas primeiro, apaga a luz... É que me dá um pouco de vergonha... - "Puxa, puxa", pensei, "a putinha ficou pudica..." Apaguei o abajur da mesinha, mas, de qualquer forma, entrava luz suficiente da rua para dar para ver tudo claramente. Ela parou na frente da cama e, num piscar de olhos, se livrou do pijama. Aos pés dela caiu primeiro a blusinha e depois a calça. Eu me deliciei com a cena. Ali estava minha progenitora, Me olhando na penumbra, pelada, com aquelas tetonas de bico duro, a barriga lisa e firme, a buceta peluda e as pernas musculosas e torneadas. Olhando diretamente pra mim, começou a falar. Eu já tinha tirado a cueca:
— Pensei muito no que você me disse... Tenho um monte de dúvidas, mas acho que vou aceitar sua proposta...
— Que proposta?
— A de... ser...
— Ser o quê?
— Sua... sua putinha...
— Com todas as consequências?
— Sim.
— Perfeito...
— Não vai se arrepender.

Eu já tinha me levantado um pouco na cama e fiz um sinal pra ela se aproximar.
— Vem cá...

Minha pica já estava dura igual a um pau. Levantei e abracei ela pra acalmar e, de quebra, deixar ela sentir na barriga o que ia furar ela depois. Ela se deixou levar e se apertou contra meu corpo, apoiando a cabeça no meu peito. Eu acariciava o cabelo dela e, devagar, fui descendo a mão pelas costas. Enquanto com uma mão eu acariciava a bunda dela e com a outra apertava um mamilo, ela se esfregava firme na minha pica, enquanto passava a mão nas minhas costas, me arranhando de leve. E começou a falar baixinho:
— Como você me deixa louca, Marcos! Passei a semana inteira pensando na sua pica. — Ela baixou a mão e começou a me masturbar de leve. — Não consigo tirar ela da cabeça... E você a semana toda me provocando. Fiquei melada todos os dias... E quando encontrei a calcinha cheia de porra. Com aquele cheiro... E aquele gosto... Tive que bater uma rapidinha... E assim todos os dias...

E começou a se abaixar. Eu empurrava a cabeça dela pra baixo, segurando firme pelos cabelos. Mamãe se ajoelhou e engoliu a cabeça da pica com dificuldade. A boca dela ficou toda esticada. Tava claro que não tava acostumada com um pau tão grosso. Mas a putinha tava com muita vontade e se esforçava.
— Isso, vagabunda, isso... — eu dizia, enquanto empurrava a cabeça dela pra dentro da pica. Ela tava sofrendo, então resolvi dar uma trégua e deixei ela respirar um pouco. Entre ofegos, ela olhou pra cima de boca aberta. aberta. Eu me abaixei um pouco e cuspi forte lá dentro. —Um pouco de lubrificante, Promiscuous, não vai te fazer mal... Ela sorriu e abriu a boca de novo, pedindo mais. —Que porca, lá vai outro... Ela recebeu com ansiedade e agarrou a pica com vontade, cuspiu nela, e engoliu de novo. Cada vez entrava um pouco mais, e as babas iam escorrendo no chão. Eu marcava o ritmo com a mão. Balançando a cabeça dela como se fosse uma boneca. Tava muito tarado, mas não queria gozar ainda e mandei ela parar. —Para. Vamos pra cama... Já deitados, fizemos uma pausa rápida, onde aproveitei pra perguntar por que ela tinha demorado tanto. —Seu pai não dormia. Sempre acontece quando ele tem que viajar. Acho que é conversa fiada pra comer alguém. A verdade é que eu não tava nem um pouco a fim de foder com ele. Mas se eu não der uma mamada, ele ainda ia ficar rolando na cama. Então depois de dois minutos, que é o tempo que ele leva, apagou na hora... E aqui estou eu. Eu olhei sério pra ela e falei: —Ele gozou dentro? —Claro. —Você tomou banho ou se lavou depois? —Não tive tempo, queria vir logo... —Olha, amanhã, quando ele for embora, vou te dizer como as coisas vão funcionar. Como adianto, já pode saber que não vou meter o pau onde um broxa gozou... Não vá que eu pegue alguma coisa. Então hoje você vai gozar de outro jeito. A cara de decepção dela era um poema. Atônita, só conseguiu murmurar: —Mas, Marcos, como você é assim? Se ele nem ficou dois minutos... E quase não tem gozo, só duas gotas de líquido aguado... —Olha, você tá aqui porque quer e porque sua buceta tá ardendo, ninguém te obriga... E as condições quem dita sou eu. Então agora, você vai fazer o que eu mandar. Certo? —Sssim... —Perfeito. —peguei ela pelo pescoço e comecei a beijar ela bem porco, enquanto esfregava a buceta dela. —Bate uma pra mim, porca. —falei sem parar de masturbar ela. Ela, ofegante e com a língua pra fora, pegou a pica com A mãozinha dela e começou a bater uma pra mim devagarzinho. Eu passava a mão na buceta encharcada dela. E passava a língua no rosto dela sussurrando: -Mais forte, mais rápido, aperta firme... Ela se esforçava, mas tava bem mais concentrada no próprio prazer. Eu via que ela tava quase gozando e acelerei o ritmo. Ela gozou que nem uma besta. Começou a gritar, mas rapidamente abafei os gritos dela com a mão. Ela ficou toda mole do meu lado, ali no meu catre apertado. Beijei ela de novo e ela respondeu. -O quê? Você curtiu?
Ela me respondeu com um beijo intenso, enfiando a língua até a campainha e apertando a piroca com força. Enquanto ela espremia minha piroca, eu ia passando a mão na raba dela e beijando ela. -Como é que tá seu cu? - perguntei, enquanto com a ponta do dedo começava a acariciar o rabo dela. Ela deu um pulinho enquanto respondia. -Tá bem... na real, passei um dia muito ruim depois que o Mohamed arrombou ele. Mas fui passando creme durante a semana e treinei um pouco com uma banana... -Com uma banana...? - perguntei rindo. -Claro... não tinha outra coisa... Agora que o buraco tava aberto, queria que continuasse assim... Aproveitei pra me masturbar e lamber a porra que você foi deixando na minha calcinha... -Porra, que puta que você é! - falei enquanto enfiava o dedo no cu dela. Entrou fácil e comecei a mexer ele lá dentro enquanto ela continuava batendo uma pra mim. -E o que você fez com a banana? - perguntei. -Coloquei de sobremesa pro seu pai... - respondeu rindo - Sem lavar nem nada... Ainda bem que ele descasca... -Mas que safada você é! Abre a boca - ela abriu e eu cuspi dentro. Ela engoliu a cuspida se lambendo e eu sorri satisfeito. -Sabe o quê...? Acho que chegou a hora de eu provar essa raba de padeira que você tem... -Boa! Mas vai com calma, Marcos, que sua tranca é bem mais grossa que a do moreno -Fica tranquila, mãe, que isso eu sei fazer bem. Fica de quatro, abre o cu e apoia a cabeça O travesseiro... Foi assim que ela fez. Era um espetáculo completo ver a minha mãe gostosa, de quatro na minha cama com a cara esmagada no travesseiro, os dentes apertados e as mãozinhas abrindo as bandas da bunda, mostrando aquele buraquinho marrom precioso, enquanto esperava estoicamente o filho meter a pica nela, com o fundo sonoro dos roncos do corno do marido no quarto ao lado... Acho que com tudo isso o pau cresceu uns cinco centímetros... Primeiro chupei a buceta dela por um tempo, molhando bem de saliva e penetrando com a língua e o nariz. Adorei o cheiro e o gosto. Enquanto isso, massageava o clitóris dela com o polegar pra relaxar. Depois de um tempo, comecei a penetrar com os dedos. Ela gemia e se deixava levar. Sem dúvida, tava adorando. Quando consegui meter três dedos com facilidade, enfiei a cabeça da pica. Ela soltou um grunhido, mas aguentou como uma campeã. — Muito bem, mamãe, muito bem! — eu incentivei. — Continua, filho da puta, continua, que eu tô pegando fogo... — ela parecia não estar pra brincadeira. Vendo as palavras dela, decidi partir pra ação e enfiei de uma vez até a metade. Ela soltou um grito abafado que me fez tampar a boca dela. — Calma, porquinha, quieta...! Ela se mexeu inquieta e eu esperei uns segundos antes de continuar. Na penumbra, vi duas lágrimas grossas escorrendo pelas bochechas dela. — Tá bem? Quer que eu pare...? — perguntei. — Nãããooo! — respondeu ela — Continua, filho da puta, que eu tou adorando! As palavras dela deixaram meu pau mais duro ainda, se é que era possível, e enfiei de uma vez o resto da pica que faltava. Ela deu outro pulo e um gemido abafado, enquanto arqueava as costas. Eu agarrei ela pelos cabelos e, enquanto segurava ela levantada, dando um chupão no pescoço, comecei uma metida violenta. Eu me movia com raiva e agressividade, e ela ofegava intensamente, meio levantada, tinha começado a se masturbar. Tava muito tesão e não demorou quase nada pra gozar. Eu já não aguentava mais e a imitei, enchendo as entranhas dela de grossos coágulos de porra. Caímos os dois na cama, eu ainda com o pau dentro do cu dela, amolecendo devagar. Ficamos uns minutos de conchinha, com meu pau murchinho no cu dela e beijando o pescoço dela. Ela ofegava mais suavemente e ia recuperando um ritmo normal de respiração. — Gostou? — perguntei. — Sim — respondeu num sussurro. — Então isso é só o começo... Tirei o pau, molhado e pegajoso, e perguntei: — Quer limpar? Ela tinha virado e me olhava. — Claro — respondeu, enquanto descia debaixo do lençol e metia o pau na boca com avidez, chupando e engolindo toda a mistura de fluidos... Sem conseguir evitar, começou a endurecer de novo. A puta chupava com fome, feito um faminto numa coxa de frango. Afastei o lençol pra observar minha puta de mãe. Ela lambuzava o pau de cima a baixo, forçava a mandíbula ao máximo e, tentando encher a garganta, provocava ânsia de vômito em si mesma. Era uma tentativa admirável de garganta profunda, mas ainda precisava de prática pra um troço do meu tamanho. Eu tentava encorajá-la, com palavras carinhosas: — Isso, porca, isso, adoro que você seja tão puta! Vadia nojenta! Ao mesmo tempo, segurava a cabeça dela puxando pelos cabelos e marcando o ritmo. Num momento em que consegui que, entre babas, ela chegasse com os lábios a uns cinco ou seis centímetros da base do meu pau, com as bolas quase batendo no queixo dela (como diz a piada) e com o troço marcando na traqueia, olhei pro criado-mudo distraído e vi a hora no despertador. Faltavam menos de cinco minutos pro corno acordar. Rápido e veloz, dei um puxão no cabelo da minha mãe e arranquei o pau da boca dela... Ela se separou deixando um longo fio de babas e saliva entre os lábios dela e minha cabeça. — Porra, rabuda! Tem que vazar na base do cagaço! — nunca tão bem dito. — O cabrito Ela tá prestes a se levantar... Ela me olhou com uma cara de desespero, como se fosse começar a chorar. — Por favor... — ela implorou — por favor, Marcos, deixa eu continuar. Goza logo! Só quero seu leite! — É, claro. — falei, levantando ela da cama e dando o pijama pra ela ir se vestindo — Pra ir embora com um gostinho bom na boca, né?... Quem me dera gozar na sua garganta. Olha como você me deixa — eu ainda tava com a pica dura que nem um poste — Mas não gosto de fazer as coisas com pressa. E pode ficar tranquila, que de agora em diante vai sair meu leite até pelas suas orelhas... Ela foi se vestindo, fazendo corpo mole. Eu peguei ela pelos cabelos e dei um beijão babado e porco, e depois fiquei olhando pra ela: — Porra, mãe, você tinha que ver a cara de puta que você tá! Tô orgulhoso de você! Ela me olhou com uma cara de agradecimento e, enquanto apertava minhas bolas, disse: — Você me deixa super com tesão, seu filho da puta! Não ousa bater uma punheta, porque amanhã vou fazer meu café com seu leite... Eu tava alucinado. Tinha criado um monstro! Foda! Faltava um minuto pra despertador do velho tocar, quando minha mãe pegou na maçaneta da porta. O tempo exato pra entrar na cama de casal e acordar junto com o marido corno. Nessa hora, lembrei de uma coisa e procurei debaixo do travesseiro. Peguei a calcinha que tinha guardado pra bater uma naquela noite e joguei na cara dela: — E leva isso, putinha! Hoje não vou precisar mais... O leite eu já te dou amanhã ao vivo. Ela pegou no ar, rindo: — Valeu, Marcos! Agora você não precisa desperdiçar nem uma gota! — Nem pensar! Vai... Corre! A gente se vê daqui a pouco! Vou ver se durmo um pouco e guardo energia... — Até mais, gostoso! Vou despachar o pica-mole! Eu ri e vi ela fechar a porta enquanto eu voltava pra cama com a pica dura que nem pedra.

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