Me garche a mi tia y le encantó

Boa tarde, galera. Fazia um tempão que não escrevia, porque achei que tava postando umas paradas muito parecidas e não queria encher o saco de vocês. Aí, fuçando umas fotos, lembrei da história com minha tia (tia distante, mas tia, né). Como já contei, passei uns meses na Espanha porque tinha família lá. Parte dessa família era meu primo (que mora em Barcelona) e o pai dele (meu tio, obviamente), que tão lá desde 2001, depois da crise daqui. Meu tio arrumou outra mulher, uma galega chamada Alicia, um pouco mais nova que ele. Eles moram em Sitges, bem perto de Barcelona, com umas praias lindas demais.

O negócio é que eu tava rodando de lá pra cá (só pra não pagar hotel, e muito menos aluguel), e fui passar um tempo na casa deles, porque tinha um quarto vago já que meu primo não morava mais com eles. Eu conhecia a Alicia só por fotos do Facebook do meu tio e do meu primo, e sempre achei ela uma mulher muito gostosa. Quando conheci pessoalmente, achei ainda mais bonita, e quando comecei a conviver, mais ainda. O sotaque galego me deixa louco, e parecia que ela forçava ainda mais quando falava comigo. Loira, corpo muito bom, sorriso encantador. Ela administra uma cafeteria que é do meu tio.

Aí, no primeiro dia que cheguei, fui direto na cafeteria ver meu tio Carlos, e ela tava lá com ele fechando os balancetes do mês. Me chamaram pra entrar, comer e beber uma coisa, tudo uma delícia. Era umas 3 da tarde, e a Alicia ia pra casa. Meu tio perguntou se ela podia me dar uma carona, já que eu tava com mala e cansado da viagem, e ele precisava ficar até fechar o turno da noite. Ela topou na hora, e eu mais ainda.

Entrei no carro dela, e no caminho a gente conversou bastante sobre minha viagem, o que eu fazia e tal. Como todo mundo quando você fala que é massagista, quer massagem pra ver se você é bom mesmo. A conversa continuou, ela me contou como era a vida lá, o trabalho e um monte de coisa que não vem ao caso, até que num cruzamento, um carro... Bateu por trás, nada grave, só uns arranhões, mas o cara que bateu na gente começou a xingar pra caralho. Aí desci, troquei uma ideia, acalmei ele, trocamos os dados e fomos embora. A Alicia não falou uma palavra até chegar em casa. Descemos, fiz um chá pra ela se acalmar, vimos que o carro não tinha nada, só um risquinho, mas ela continuava tensa por causa da batida. Tentei mudar de assunto várias vezes, mas nada. Ela liga pro meu tio, e dava pra ouvir os gritos pelo telefone, me senti culpado porque talvez minha conversa tenha distraído ela, mas na real a culpa foi do outro. Quando desligou, falei de ir num supermercado, peguei uma cera e passei no arranhão do carro, ficou novo, não dava pra ver nada. A Alicia voltou a ficar tranquila e quando meu tio chegou, puto da vida, viu o carro e passou na hora. Jantamos todos de boa, e fui pra cama. Umas 3 horas depois, escuto eles gemendo. Acho que duraram uns 5 minutos de gemidos, eu tava entre a risada e o momento constrangedor, mas imaginava aquela mulher gostosa cavalgando e aí minha pica ficou dura, não tive escolha senão bater uma enquanto ouvia aqueles gemidos quase silenciosos. No dia seguinte, quando levanto, vou pra cozinha e não tem ninguém. Comecei a preparar meu café da manhã e chega a Alicia com um roupão de toalha e o cabelo molhado, quase surpresa por me ver. Começamos a conversar, ela queria ir se trocar, mas falei que pra mim não tinha problema, então ela ficou. Fiz um café e umas torradas pra ela, enquanto perguntava se meu tio ia descer pra tomar café. — Não, ele já foi cedo pra cafeteria, só volta à noite. Eu não fui porque não tava me sentindo bem, essa batida de ontem me deixou meio acabada ainda. Ela começou a tentar massagear o próprio pescoço, reclamando de dor. Aí pergunto se ela quer que eu faça uma massagem pra ver se alivia o incômodo. Meio sem jeito, ela diz que sim. Pedi um creme, ela trouxe rapidinho e sentou na minha frente. Comecei a esfregar o pescoço dela, descendo. até os ombros, passando minhas mãos devagar por baixo daquele roupão (a real é que fiz sem segundas intenções, por tudo que envolvia quem ela era, minha situação e tal). Repeti o movimento por uns minutos, até sentir que ela tinha relaxado bastante. Perguntei se queria que continuasse nas costas e, sem hesitar, ela disse que sim. Joguei umas toalhas na mesa onde a gente tomava café e pedi pra ela deitar de bruços. Ela tirou o roupão e ficou só de uma calcinha booty less preta. Eu percorria as costas dela enquanto ela soltava uns suspiros de prazer, dizendo que minhas mãos eram mágicas. Quando eu tava criando coragem pra ir um pouco além da massagem simples, o telefone tocou. Ela levantou e saiu voando pra atender. Enquanto falava, os peitos dela balançavam livres (não sabia se era de propósito ou se ela não tinha percebido que eu tava ali parado olhando, e meu pau começava a acordar devagar). Ela continuava falando e começou a ajeitar a calcinha, se olhando no espelho, até que virou, me viu parado na cozinha e esboçou um sorriso cúmplice, fazendo sinal de que já ia desligar e a gente continuava. Terminou a conversa, voltou e perguntou onde a gente tinha parado. Minha tara não deixou eu responder, e ela, rindo, falou:

Alicia: — Não vai me dizer que é só de ver os peitos de uma senhora mais velha que você fica assim, todo bobo?

Eu: — Não, nada disso, só me surpreendi, pensei que você não tinha percebido que eu tava aqui.

A: — Homem, como não vou perceber se você tá me deixando toda molinha com essas mãos, e ontem ainda me salvou do seu tio com essa história do carro? Acho que vou te adotar e não vou deixar você ir embora pra Argentina.

Eu: — Bom, também não é pra tanto. Vamos continuar que você vai esfriar. (Meu olhar obviamente vai pros peitos dela e vejo que os bicos tão durinhos.) Então, antes de terminar a frase e como isca, falei: — Vejo que já tá com frio, hahaha.

A: — Anda!! Olha só, você é atrevido, hein, moleque!!

Aí veio aquele segundo desconfortável em que você não sabe se tem que ir embora, ou tu tem que avançar, mas eu sempre penso igual, sempre pra frente, afinal, o que tá feito, tá feito. então perguntei se ela queria que eu tirasse o frio dela...

Ela me olhou, se aproximou, me encarou nos olhos como se quisesse ver se eu mantinha o olhar nela ou se desviava, colocou a mão no meu rosto e me comeu de boca, num piscar de olhos, a gente já tava se enroscando enquanto ela tentava arrancar minha camisa com movimentos bruscos. Passei minhas mãos por baixo das coxas dela, levantei e sentei ela na mesa onde até uns minutos atrás eu tava fazendo massagem nela. Tirei a calcinha dela e comecei a descer com beijos e lambidas desde os lábios molhados dela, passando pelo pescoço perfumado, os peitos e os bicos endurecidos, agora de tesão, fui descendo pelo umbigo até chegar na pussy depilada e molhada dela. Chupei os lábios dela com calma, mas massageava o clitóris com a língua, com raiva e rapidez, enquanto ouvia aqueles gemidos que na noite anterior eu queria que fossem por mim. Enfiei um dedo e senti ela gozar rápido, então continuei chupando aquela pussy linda, enquanto meu dedo maior chegava no ponto G dela, gerando uma nova gozada e um "AYYYYYYY ME CORRO TODAAAA" "QUE PRAZERRRRR, MEU DEUSSSS". Continuei do mesmo jeito, já com dois dedos dentro da pussy dela e massageando rápido, parei de chupar pra beijar ela com paixão, com a boca toda molhada das gozadas dela. Chupei os peitos dela e senti nos meus dedos a pussy dela tremer, acompanhada por um "NÃO AGUENTO MAIS MÔ, VOU GOZAR, NÃO TÔ AGUENTANDO MAISSSS, NÃO PARA POR FAVOR". Agitei minha mão ainda mais forte e senti: "AHHHHHHHHHHHH, SIM SIM SIM SIIIIIIIII". Um squirt longo, forte, que molhou tudo, encharcou o chão, a cadeira e a mesa. Tirei ela de lá, virei ela de costas e fiz ela se abaixar, com os peitos apoiados na toalha que cobria a mesa. Do tesão que tava, meti sem camisinha, no pelo, e comecei a bombar enquanto sentia ela As pernas tremiam e ela continuava gozando, enchendo minha pica de porra. Um novo squirt escorria pelas pernas dela enquanto ela pedia pra eu meter forte. Tentei enfiar um dedo no cu dela, mas ela pediu pra não fazer naquele momento, então sentei na cadeira e ela montou na minha pica. Enquanto cavalgava e se divertia, sussurrava no meu ouvido o quanto fazia tempo que não transava assim com alguém. Ela gozou mais uma vez, dessa vez sem squirt, e pedi pra ela se tocar com minha pica dentro. Ela começou a fazer isso até que vi os olhos dela ficarem praticamente brancos. Enfiei minha pica o mais fundo que pude e senti uma força tentando expulsá-la. Ela gritou bem alto, minha pica continuava dentro enquanto eu a movia em círculos sobre mim, e ela batia no clitóris com a mão. Foi aí que veio o último gozo dela. Levantei ela, deixando meio tronco pra fora, e uma cachoeira molhou minhas pernas. Terminei de levantá-la, ela se ajoelhou na minha frente e começou a chupar minha pica com força, me punhetando com a mão direita, a mesma que tinha feito ela gozar pela última vez. Senti que minha pica ia explodir, quando agarrei a cabeça dela com as duas mãos e fiz ela engolir minha pica toda, até as bolas. Senti minha porra encher a garganta dela. Ela engasgou, tossiu, e a porra transbordava pela boca e pela mão dela. Continuou chupando até me deixar seco, engoliu tudo, e depois passou a língua em todos os cantos por onde a porra tinha escapado, chupando minhas bolas com a língua enquanto se recuperava do engasgo. Ela se levantou, olhou a bagunça que era a cozinha e disse: "Que café da manhã que a gente comeu, hein?"

Obrigado por ter chegado até aqui, como sempre, um prazer escrever pra vocês.
Até a próxima.Me garche a mi tia y le encantó

anal

sexo

boquete

jato

depilada

Porra

vaginal

10 comentários - Me garche a mi tia y le encantó

Muy bueno!!!!!! sin dudas, una hermosa experiencia muy bien relatada. Las fotos son de ella? Van puntos, saludos!!
buen relato .,.. ahora conta cuando le hiciste el culo ,,,, y algun trio
Esa es tu tia ?? un encanto !! y putisima
kramalo +1
muy bueno...!! qué carita de calentona que tiene....! saludos.