Antes de mais nada, vou começar com as apresentações. Meu nome é Marcos e tenho vinte e cinco anos. Sou filho único e agora estou morando com meus pais, num pequeno chalé de dois andares nos arredores de Barcelona, embora quando essa história começou a gente morasse num apartamento pequeno na periferia. Sou um cara de 1,80 m e bem sarado. Curto muito esporte, vou correr e malhar, e sempre trabalhei em atividades fisicamente pesadas. Também gosto de ler e ir ao cinema. Quanto aos estudos, parei com uns 18 anos. Me alistei no exército, onde fiquei cinco anos, quase sempre em missões no exterior. Durante esse tempo, voltei pra casa pouquíssimas vezes, principalmente nos primeiros anos. Depois, nos dois últimos anos antes de dar baixa, fiquei fora do Brasil e não tive folgas longas. Meu pai se chama Alberto, tem cinquenta e oito anos e tá bem acabado. Não é um cara ruim, mas é meio medroso e molenga. Umas dez anos atrás, detectaram uma arritmia no coração dele num exame do trabalho e limitaram bastante as tarefas físicas dele. Todo tipo de tarefa (sexo inclusive, mas isso eu descobri depois). De aparência, é o que a gente chamaria de um gordinho bonachão, tá careca e ultimamente, com a falta de atividade, engordou bem mais, chegando perto da obesidade mórbida. Isso dificultava os movimentos dele e afetava a saúde. Uma beleza, né? Ele era caminhoneiro e passava muito tempo fora, mas depois que descobriram a doença, colocaram ele na supervisão das oficinas da empresa e ele teve que dividir o tempo entre três cidades e vários turnos, então começou a passar pouco tempo em casa. Pra mim não afetou muito, porque eu já tava morando fora, mas pra minha mãe a situação mudou a vida dela. Vamos falar dela agora, a outra protagonista da história. Ela se chama Maria (que original, ha) e é mais nova que meu pai, tem cinquenta anos e, fisicamente, não tá nada mal. Não trabalha. Sempre se dedicou às tarefas de casa. A cuidar de mim e, depois, do meu pai. Eu gosto de mulher, claro. Principalmente daquelas que são bem gostosas, com um belo par de peitões e uma bunda boa de agarrar, mas não sou obcecado por MILFs, nem por mulheres milf, e nunca tinha prestado atenção na minha mãe antes de voltar do exército. Talvez porque ela nunca tinha dado motivo pra alguém reparar nela como mulher. Sobre a aparência dela, tem cabelo preto, mas agora tinge de castanho claro com mechas mais escuras. Depois que meu pai mudou de cargo e passou a ficar tanto tempo fora de casa, ela começou a ir pra academia pra se distrair. Alternava isso com a igreja, o coral da paróquia e outras merdas de santinha que ela gostava de frequentar. E, por causa da academia, suponho, ela começou a ficar muito mais gostosa do que já era. Perdeu um pouco de peso, não muito, e, principalmente, ficou mais definida, com a carne mais firme e dura. A bunda enorme dela ficou dura que nem pedra, mas ainda mantinha um pouquinho de celulite, ideal pra esquentar na base de palmadas. Os peitos, bem grandes, uns 130 mais ou menos, ficaram mais firmes. O rosto dela afinou, destacando mais os lábios grossos e os lindos olhos negros puxados. Além disso, pra completar o pacote, ela começou a usar leggings e lycra, marcando perfeitamente a bunda e, claro, a buceta dela, que tinha uma cara excelente. Nem preciso dizer que, quando voltei pra casa, fiquei impressionado com a aparência dela. Naquela época, ela tinha 48 anos, mas aparentava uns trinta e cinco. Quando ela me abraçou e eu senti os peitos firmes dela apertando meu peito, cheguei a me sentir culpado quando meu pau ficou duro. Poucos dias depois, todos os remorsos passaram. Até que um dia, semanas depois, quando eu tava com ela de quatro e metendo no cu dela, puxando o rabo de cavalo e ouvindo ela grunhir que nem uma porca, pedindo mais e mais, lembrei dos remorsos que tive por ter desejado ela e tive um ataque de riso. Isso me fez parar as bombadas por um momento. Não muito, porque minha puta da mãe é certamente exigente e, quando tem um pau dentro, não tá pra brincadeira. E ela começou a se empurrar sozinha contra meu pau enquanto gritava, como se não houvesse amanhã: "Não para, filho da puta, não para! Me dáaaaaa caaaaalor...!" Mas não vamos nos adiantar, e vamos voltar atrás. Como já disse, tudo começou há uns dois anos. Eu tinha acabado de voltar e tava desempregado. Me instalei na casa dos meus pais, no meu quarto antigo que tava mais ou menos igual. Minha mãe tava encantada com minha volta porque agora teria alguém em casa pra encher o saco com as merdas dela ("Faz isso, faz aquilo, desce pra comprar tal coisa ou sobe pra comprar tal outra...") e meu pai na mesma vibe, já que tinha alguém de "confiança" fazendo companhia pra sua mulherzinha... Olha se o velho filho da puta soubesse como as coisas iam se desenrolar...! Minha intenção era arrumar um trampo e alugar um apê, mas também não tava com muita pressa e, como tava recebendo seguro-desemprego e tinha grana guardada, decidi me dedicar uns meses ao "dolce fare niente", que é o jeito chique de dizer: ficar de bobeira. Passava os dias acordando tarde, umas doze horas ou assim, tomava um café da manhã qualquer, ia pra academia (não dá pra descuidar do shape...), subia pra casa, pra dar um pouco de atenção pra minha mãe e ouvir as chatices dela (fofoca de vizinhança e um monte de merda: "A do primeiro vai se separar. A Fátima, a muçulmana, arrumou emprego..." etc. etc...) e, às vezes, fazia algum favor pra ela, mais pra não ter que ouvi-la. Depois, a gente jantava junto, e eu saía pra tomar uma com algum amigo ou pra transar com uma quase-namorada que eu tinha no bairro. Um sábado, comentei com minha mãe que aquela noite ia dormir fora, na casa de um amigo, e que só voltaria no dia seguinte ao meio-dia. Na real, tinha combinado de ir na casa da mina que eu tava comendo. A vadiazinha tinha me dito que os pais dela iam o fim de semana e não voltavam até segunda, então a gente podia ficar sozinho. “Sempre vai ser melhor do que transar no carro...” pensei animado com o plano. Minha mãe engoliu sem piscar a desculpa de que eu ia dormir na casa de um amigo (na real, podia ter falado a verdade. Afinal, já tinha 23 anos... mas, é, naquela época eu ainda tinha aquela imagem de freira inocente dela).
— Bom, então vou ter que ver “Seu Crush” sozinha... – ela disse, fazendo a maior cara de pena. Que puta falsa e hipócrita ela era! Mas eu ainda não sabia disso... Às dez saí de casa e deixei a mamãe encolhida no sofá. Dei um beijinho na bochecha dela e falei:
— É isso, aproveita a TV!
— Você também se diverte, querido... e não bebe muito...
— Claaaaaro, pode deixar – respondi fechando a porta. O plano com a minha gatinha foi uma merda. Tinha combinado de pegar ela pra tomar umas antes de ir comer ela em casa e, quando ela entrou no carro, a primeira coisa que fala é que os pais não foram viajar e que ela tem que voltar antes da uma. Que bosta!
— Então é isso, garota. – falei – Vamos tomar algo e depois te levo pra casa. Fomos num par de bares tomar uns drinks e, depois, com o carro pra um descampado onde os casais iam. Ficamos nos amassando um tempo e depois ela me chupou. A verdade é que a mina não era nenhuma maravilha chupando pau e, além disso, não gostava de engolir a porra. Mesmo assim, naquela noite, como ela se sentia culpada pelo plano furado, caprichou bem mais do que de costume. Eu aproveitei a situação e fiz umas tentativas de garganta profunda. Mas ela ficou tão histérica e soltou tanta baba, que larguei mão e deixei ela seguir no ritmo dela. A verdade é que a garota já tava me entediando um pouco. Já tinha pensado em largar ela e arrumar outra amiga de cama, mas é, também não ia falar naquela hora, antes de soltar minha leitada. Sou um Pouco sacana, mas nem tanto. Finalmente, depois de mais de um quarto de hora com a pica dura e minha amiga reclamando que a boca tava doendo e o maxilar ia desencaixar, decidi parar de fazê-la sofrer e finalizar a jogada, mas antes tentei mais uma vez um dos meus velhos desejos:
— Por que você não engole hoje, bem...? — falei.
— Vaaaai, por favor...! Tô com muita vontade...! Se não, não sei se vou gozar... — ela, ao ouvir essa última frase, e diante da perspectiva de continuar chupando indefinidamente, levantou a cabeça e disse:
— Tááá bom, vaai...! Mas só dessa vez!
Dito e feito. Empurrei com a pélvis pra cima e comecei a soltar porra pra caralho... Ela engasgou e começou a cuspir pra todo lado e a fazer um escândalo reclamão e choroso... Olhei pra cara de dó dela e, enquanto ria por dentro, falei:
— Desculpa, desculpa, sinto muito, bem...! É que como você tinha dito que eu podia gozar...!
— Siiiiim... — respondeu ela, choramingando. — Mas você tinha que ter avisado...
— Tá bom, tá bom, desculpa... — concluí, enquanto acariciava o rosto dela, como se fosse um bichinho de estimação.
Naquele instante, tomei a decisão definitiva de largar ela. Mas pensei que era melhor falar outro dia. Quando tivesse uma substituta. Não se dá um passo sem ter onde pisar, dizem. Meia hora depois, tava deixando ela em casa.
— Até logo, Marcos. Você vai me ligar?
— Claro, claro... amanhã de manhã. — “Se eu não tiver dormindo”, pensei. Dois beijinhos e, pronto, até mais, Lucas... he, he, he...
Era quinze pras uma. A noite tinha sido uma merda e pensei em ir tomar mais alguma coisa, pra ver se achava alguma putinha pra molhar o biscoito mais um pouco, ou ir direto pra um puteiro... No fim, nem uma coisa nem outra, tava cansado e pensei em voltar pra casa... Assim amanhã a mamãe ia ficar feliz de ter alguém pra tomar café e poder mandar fazer compras ou encher o saco. Pouco... Cheguei no apartamento e entrei com cuidado pra não fazer barulho. Não queria acordar minha mãe, que, ao contrário do meu pai, tem um sono muito leve. Fechei a porta atrás de mim e, surpreso, vi luz no fim do corredor, no quarto dos meus pais, que estava com a porta entreaberta, e ouvi uns barulhos estranhos. Devagar, tirei os sapatos pra não alertar ninguém e fui andando pelo corredor pra ver que porra tava rolando... Fiquei pasmo e estupefato quando cheguei perto da porta. Fiz de um jeito que não pudessem me ver de dentro, escondido na escuridão do corredor. A imagem que vi nunca vou esquecer e, desde então, minha vida mudou. A cena era a seguinte. Minha mãe tava de quatro, pelada e com a cara virada pra cabeceira da cama, apoiada no travesseiro. Atrás dela tinha um moleque novo, que no começo não reconheci, mas depois, quando vi o rosto dele refletido no espelho do armário, soube que era o Mohamed, o "Moja", como a gente chamava no bairro, o filhinho da Fátima, a viúva muçulmana do segundo andar. Calculei a idade dele na mente e devia ter uns dezoito, dezenove, talvez. Lembrava dele como um pivete de treze ou catorze anos quando eu fui embora. Já era um homenzinho... É, homenzinho seria a palavra. Porque ele era realmente magro e franzino, mas claramente tinha uma bela tranca, como pude ver enquanto ele metia na buceta da minha mãe por trás. Ela, eu tava vendo nua pela primeira vez, e fiquei chocado. A rabeta era impressionante, embora o franzino do Moja escondesse um pouco, mas mesmo assim impressionava. Uma verdadeira gostosa. Os peitões estavam esmagados contra a cama e se espalhavam pros lados. O Moja segurava ela pela cintura e metia com vontade.
— Toma, Promíscua, tomaaa...! — ele gritava. Dava pra ver que ele sabia que o vizinho de baixo era surdo que nem uma porta e que o apartamento de cima tava vazio nesse momento. Ela gemia. agarrando o travesseiro, e, pelo pouco que consegui ver refletido no espelho, ela fazia cara de dor-prazer, como se a pica fosse muito grande. E era, embora não tanto quanto a minha, que tem mais ou menos o mesmo comprimento, mas é bem mais grossa.
— Tá gostando, puta? Fala, tá gostando...?
— Siiiiiiim... — respondeu ela entre gemidos. — Siiiiim... continua, continua. Dá forte, filho da puta!!!!
Eu tava alucinando, a pica tinha subido igual mastro de bandeira. Olha só a santinha! Agora descobri que era uma puta de primeira. De soslaio, dei uma olhada no quarto. Na mesinha, assistindo a cena, tinha duas fotos. A do casamento, onde dava pra ver a cara de feliz do corno do meu pai, todo bobo olhando pra esposa, e outra mais recente, onde a barriga do meu pai contrastava com o corpanzil da minha mãe. O Moja continuava metendo forte:
— E quando você disse que seu filho volta...? — perguntou ele entre gemidos.
— Aaaah, aaaaah! Amanhã... meio... dia...
— Não, não vou poder ficar tanto não, vagabunda... Mas te garanto... — ele enfiou com mais força e ela berrou um pouco mais. — ... te garanto que até as seis da manhã... vou te comer em todos os seus buracos... — e naquele momento ele encostou o polegar no cu dela. Ela deu um pulo e arqueou a coluna...
— Nãããooooo...! — gritou ela com mais tesão. Que escândalo que estavam fazendo, ainda bem que os vizinhos não ouviam. — Aí não, nãããooooo...!
E naquele momento ela se levantou mais e a pica saiu da buceta. O Moja olhou pra ela com cara de surpresa e ela se virou, e aí sim pude ver o corpanzil dela perfeitamente. Que par de peitos! Que cara de puta! Toda suadinha... mmmmmm, do jeito que eu gosto... A única coisa que não curti muito foram os pelos da buceta. Tavam bem aparados, mas eu prefiro buceta lisinha. Mas, fazer o quê, isso eu dava um jeito depois. Já fazia uns dois minutos que eu tinha percebido de que já tinha uma substituta pra minha puta de foda. Agora era só bolar um plano. Mas ia ser fácil, muito fácil, eu pensava.
— Já te falei mil vezes que no cu não, porra! — gritava a mãe.
— No cu você enfia na sua mãe puta, porra! — “mmmmmm... ah, eu adoraria, a Fátima tem um belo par de gozadas!”
— Como é que tem que repetir as coisas, Mohamed? Faço tudo que você manda, chupo seu pau de todo jeito, fico por cima, fico por baixo, como suas bolas e seu cu! Tudo, faço tudo! — eu tava ouvindo alucinado. O Moja, enquanto isso, ia perdendo a ereção com a bronca que tava levando.
— Só peço, por favor, que guarde meu cu! Eu vou te falar quando tiver pronta... — ela tinha baixado o tom e parecia que tava se apiedando da briga que tava dando no moleque.
— Não é um não pra sempre, Mohamed, só precisa ter paciência comigo... É a primeira vez que faço uma coisa assim... Sempre fui uma boa esposa, amo meu marido e meu filho. — bom, pensei, “também não deve amar tanto assim...”
— O que aconteceu comigo e você não é normal... Você me deixou louca... — nessa hora ela sorriu e passou a mão no rosto dele.
— Mas nem tanto. Por um momento, tive a sensação de que ela tava apaixonada por aquele idiota. Me surpreendeu. É claro que a solidão é uma companhia bem ruim... ha, ha, ha... O Moja tava com cara de quem ia chorar, ela se apiedou e baixou a cabeça:
— Vamos, Mohamed, calma, não foi nada... isso a gente resolve já. — disse enquanto começava a fazer um boquete nele. E tenho que dizer que isso sim era um boquete de verdade, e não a cagada de puta que a minha amiga tinha acabado de fazer. Começou lambendo a cabecinha, depois passou a língua pelo tronco, antes de começar a meter o pau num ritmo constante na boca. O Moja, não demorou nem dois segundos pra ficar duro como pedra de novo. Até eu tirei o meu pra fora e comecei a me acariciar. Embora Não queria gozar. Agora eu tinha um objetivo e queria economizar a porra ao máximo. Já tinha uma destinatária perfeita para o meu sêmen.
— Mari, Mari... tô quase, tô quase! — ofegava o Moja. Ela não parou, pelo contrário, acelerou o ritmo até ele gritar e começar a soltar porra a jato na boca da minha mãe. Ela tentou aproveitar cada gota e continuou chupando, que nem uma boa bezerrinha. Melhor dizendo, que nem uma boa porca. Afinal, era uma cadelinha... ha, ha, ha. Quase gozei também. Mas me segurei e guardei a pica a tempo. Eles se jogaram na cama e começaram a se acariciar com ternura. Mamãe apoiou a cabeça no peito magricela de adolescente tardio do amante. E ele se deixava querer. Que romântico! É uma pena, mas em breve eu teria que interromper tanta felicidade. Não naquela noite. O plano precisava ser mais elaborado, mas já estava bolando. Por enquanto, teria que ir embora de novo e voltar na hora que disse pra minha mãe. Então comecei a andar devagar pelo corredor, em direção à porta. Mas antes parei pra escutar uma última conversa.
— Tá bem, Mohamed? Foi bom, né?
— Sim. — respondeu ele, seco, como se estivesse de mal.
— Qual é, cara... o que foi? Não estraga a noite, que a gente tem ela inteira pela frente. Pra fazer o love, quantas vezes a gente quiser. — olha só... “fazer o love”, que chique, a puta.
— Não, nada, nada... Mari. É que... é que, claro... já faz quase um ano isso. — Um anoooo? Porra, com a minha santa mãe! — e, claro, vai chegando a hora de fazer mais coisas... de evoluir. Ela olhava pra ele e acariciava o peito ossudo. Por um momento, pareceu sentir algo como pena da situação dele e disse...
— Bom, olha, Mohamed. Vamos fazer uma coisa. O Alberto tá numa obra em Zaragoza e não volta até quarta. Amanhã é domingo e acho que o Marcos não vai sair. Então a próxima... semana que se vá o Alberto e o Marcos sair, a gente fica e você pode meter no meu cu... tá? O Moja deu um pulo e olhou pra ela espantado. Tava alucinado. Igual eu, por sinal. Depois de meses de gota a gota do baixinho, parece que a coisa tava começando a dar resultado... Minha mãe olhou pra ele sorrindo, também surpresa com a reação exagerada dele.
— Sério, Mari? Tá falando sério???
— Claro, Mohamed, você sabe que eu te amo e faria qualquer coisa por você! Depois do meu filho e do meu marido, você é a coisa mais importante da minha vida... — Puuuuuta, que falsa! Aposto que qualquer pinto serviria pra ela... — Demorei pra tomar a decisão, porque isso é tipo perder a virgindade. Não é tão fácil... Entende?
— Siiim, claro, claro... — falou o Moja, que já nem tava ouvindo. Só pensava no prêmio que tinha acabado de ganhar e já tava de novo com o pau duro e a mão no coelhinho da mamãe. Ela se deixava fazer, feliz e contente.
— Uma coisa, Mari... — disse o Moja, parando as carícias por um momento.
— Falaaaa... — respondeu ela, irritada com a interrupção.
— E se amanhã o Marcos sair... Se ele der uma volta, digo. Tipo hoje. Dava pra adiantar o negócio, né? Pelo menos eu acho, se você topar, claro... — a última parte ele falou mais suave, com cara de pidão. Ela olhou pra ele e teve pena do moleque. Mesmo achando que não ia rolar.
— Beeeem... Acho que ele não sai. Mas se sair, te mando um WhatsApp e a gente se encontra, tá?
— Tááá, boooom! — a cara de empolgação do Moja era de filmar.
— E agora, vamos ao que interessa. — concluiu ela. — Porque se você tem que estar em casa às seis, só temos três horas. — Pô, pensei, a putinha é insaciável. Tá claro que não vou precisar de amigas pra foder por um bom tempo. O Moja virou e beijou ela, roçando a barriga dela com o pau. Um mastro. E começou outra sessão de mete-saca. Eu disse pra mim mesmo que já tinha tido o suficiente e recuei de vez em direção à porta. Saí bem devagar e fechei com cuidado pra não fazer barulho. Desci pra rua meio atordoado e entrei no carro com a intenção de ir dormir em algum hostel. Tinha acabado de receber e tava com grana, em outra época teria ligado pra alguma puta dos anúncios de contato e contratado ela pra passar a noite inteira comigo. Mas dessa vez, eu precisava pensar e guardar energia. Tinha que domar uma gostosa impressionante e deixar ela toda puta. E ia ser um trabalho em tempo integral. O assunto valia a pena, e o tesão da situação fazia minha pica ficar dura quase o tempo todo. Mas, promessa é promessa, e meu leite tinha dona. Encontrei uma pensão no bairro ao lado e fui dormir umas quatro da manhã. Dormi como uma pedra, exceto pela pica dura que fiquei tentado a bater umas várias vezes. Quando acordei, umas doze, senti como se todas as minhas ideias tivessem clareado. Já tinha o plano pronto. À primeira vista, parecia perfeito. Embora até o mais perfeito possa falhar. De qualquer forma, tava eufórico e com um longo dia pela frente e uma tarefa importante pra fazer. Mas isso, eu conto no próximo capítulo.
— Bom, então vou ter que ver “Seu Crush” sozinha... – ela disse, fazendo a maior cara de pena. Que puta falsa e hipócrita ela era! Mas eu ainda não sabia disso... Às dez saí de casa e deixei a mamãe encolhida no sofá. Dei um beijinho na bochecha dela e falei:
— É isso, aproveita a TV!
— Você também se diverte, querido... e não bebe muito...
— Claaaaaro, pode deixar – respondi fechando a porta. O plano com a minha gatinha foi uma merda. Tinha combinado de pegar ela pra tomar umas antes de ir comer ela em casa e, quando ela entrou no carro, a primeira coisa que fala é que os pais não foram viajar e que ela tem que voltar antes da uma. Que bosta!
— Então é isso, garota. – falei – Vamos tomar algo e depois te levo pra casa. Fomos num par de bares tomar uns drinks e, depois, com o carro pra um descampado onde os casais iam. Ficamos nos amassando um tempo e depois ela me chupou. A verdade é que a mina não era nenhuma maravilha chupando pau e, além disso, não gostava de engolir a porra. Mesmo assim, naquela noite, como ela se sentia culpada pelo plano furado, caprichou bem mais do que de costume. Eu aproveitei a situação e fiz umas tentativas de garganta profunda. Mas ela ficou tão histérica e soltou tanta baba, que larguei mão e deixei ela seguir no ritmo dela. A verdade é que a garota já tava me entediando um pouco. Já tinha pensado em largar ela e arrumar outra amiga de cama, mas é, também não ia falar naquela hora, antes de soltar minha leitada. Sou um Pouco sacana, mas nem tanto. Finalmente, depois de mais de um quarto de hora com a pica dura e minha amiga reclamando que a boca tava doendo e o maxilar ia desencaixar, decidi parar de fazê-la sofrer e finalizar a jogada, mas antes tentei mais uma vez um dos meus velhos desejos:
— Por que você não engole hoje, bem...? — falei.
— Vaaaai, por favor...! Tô com muita vontade...! Se não, não sei se vou gozar... — ela, ao ouvir essa última frase, e diante da perspectiva de continuar chupando indefinidamente, levantou a cabeça e disse:
— Tááá bom, vaai...! Mas só dessa vez!
Dito e feito. Empurrei com a pélvis pra cima e comecei a soltar porra pra caralho... Ela engasgou e começou a cuspir pra todo lado e a fazer um escândalo reclamão e choroso... Olhei pra cara de dó dela e, enquanto ria por dentro, falei:
— Desculpa, desculpa, sinto muito, bem...! É que como você tinha dito que eu podia gozar...!
— Siiiiim... — respondeu ela, choramingando. — Mas você tinha que ter avisado...
— Tá bom, tá bom, desculpa... — concluí, enquanto acariciava o rosto dela, como se fosse um bichinho de estimação.
Naquele instante, tomei a decisão definitiva de largar ela. Mas pensei que era melhor falar outro dia. Quando tivesse uma substituta. Não se dá um passo sem ter onde pisar, dizem. Meia hora depois, tava deixando ela em casa.
— Até logo, Marcos. Você vai me ligar?
— Claro, claro... amanhã de manhã. — “Se eu não tiver dormindo”, pensei. Dois beijinhos e, pronto, até mais, Lucas... he, he, he...
Era quinze pras uma. A noite tinha sido uma merda e pensei em ir tomar mais alguma coisa, pra ver se achava alguma putinha pra molhar o biscoito mais um pouco, ou ir direto pra um puteiro... No fim, nem uma coisa nem outra, tava cansado e pensei em voltar pra casa... Assim amanhã a mamãe ia ficar feliz de ter alguém pra tomar café e poder mandar fazer compras ou encher o saco. Pouco... Cheguei no apartamento e entrei com cuidado pra não fazer barulho. Não queria acordar minha mãe, que, ao contrário do meu pai, tem um sono muito leve. Fechei a porta atrás de mim e, surpreso, vi luz no fim do corredor, no quarto dos meus pais, que estava com a porta entreaberta, e ouvi uns barulhos estranhos. Devagar, tirei os sapatos pra não alertar ninguém e fui andando pelo corredor pra ver que porra tava rolando... Fiquei pasmo e estupefato quando cheguei perto da porta. Fiz de um jeito que não pudessem me ver de dentro, escondido na escuridão do corredor. A imagem que vi nunca vou esquecer e, desde então, minha vida mudou. A cena era a seguinte. Minha mãe tava de quatro, pelada e com a cara virada pra cabeceira da cama, apoiada no travesseiro. Atrás dela tinha um moleque novo, que no começo não reconheci, mas depois, quando vi o rosto dele refletido no espelho do armário, soube que era o Mohamed, o "Moja", como a gente chamava no bairro, o filhinho da Fátima, a viúva muçulmana do segundo andar. Calculei a idade dele na mente e devia ter uns dezoito, dezenove, talvez. Lembrava dele como um pivete de treze ou catorze anos quando eu fui embora. Já era um homenzinho... É, homenzinho seria a palavra. Porque ele era realmente magro e franzino, mas claramente tinha uma bela tranca, como pude ver enquanto ele metia na buceta da minha mãe por trás. Ela, eu tava vendo nua pela primeira vez, e fiquei chocado. A rabeta era impressionante, embora o franzino do Moja escondesse um pouco, mas mesmo assim impressionava. Uma verdadeira gostosa. Os peitões estavam esmagados contra a cama e se espalhavam pros lados. O Moja segurava ela pela cintura e metia com vontade.
— Toma, Promíscua, tomaaa...! — ele gritava. Dava pra ver que ele sabia que o vizinho de baixo era surdo que nem uma porta e que o apartamento de cima tava vazio nesse momento. Ela gemia. agarrando o travesseiro, e, pelo pouco que consegui ver refletido no espelho, ela fazia cara de dor-prazer, como se a pica fosse muito grande. E era, embora não tanto quanto a minha, que tem mais ou menos o mesmo comprimento, mas é bem mais grossa.
— Tá gostando, puta? Fala, tá gostando...?
— Siiiiiiim... — respondeu ela entre gemidos. — Siiiiim... continua, continua. Dá forte, filho da puta!!!!
Eu tava alucinando, a pica tinha subido igual mastro de bandeira. Olha só a santinha! Agora descobri que era uma puta de primeira. De soslaio, dei uma olhada no quarto. Na mesinha, assistindo a cena, tinha duas fotos. A do casamento, onde dava pra ver a cara de feliz do corno do meu pai, todo bobo olhando pra esposa, e outra mais recente, onde a barriga do meu pai contrastava com o corpanzil da minha mãe. O Moja continuava metendo forte:
— E quando você disse que seu filho volta...? — perguntou ele entre gemidos.
— Aaaah, aaaaah! Amanhã... meio... dia...
— Não, não vou poder ficar tanto não, vagabunda... Mas te garanto... — ele enfiou com mais força e ela berrou um pouco mais. — ... te garanto que até as seis da manhã... vou te comer em todos os seus buracos... — e naquele momento ele encostou o polegar no cu dela. Ela deu um pulo e arqueou a coluna...
— Nãããooooo...! — gritou ela com mais tesão. Que escândalo que estavam fazendo, ainda bem que os vizinhos não ouviam. — Aí não, nãããooooo...!
E naquele momento ela se levantou mais e a pica saiu da buceta. O Moja olhou pra ela com cara de surpresa e ela se virou, e aí sim pude ver o corpanzil dela perfeitamente. Que par de peitos! Que cara de puta! Toda suadinha... mmmmmm, do jeito que eu gosto... A única coisa que não curti muito foram os pelos da buceta. Tavam bem aparados, mas eu prefiro buceta lisinha. Mas, fazer o quê, isso eu dava um jeito depois. Já fazia uns dois minutos que eu tinha percebido de que já tinha uma substituta pra minha puta de foda. Agora era só bolar um plano. Mas ia ser fácil, muito fácil, eu pensava.
— Já te falei mil vezes que no cu não, porra! — gritava a mãe.
— No cu você enfia na sua mãe puta, porra! — “mmmmmm... ah, eu adoraria, a Fátima tem um belo par de gozadas!”
— Como é que tem que repetir as coisas, Mohamed? Faço tudo que você manda, chupo seu pau de todo jeito, fico por cima, fico por baixo, como suas bolas e seu cu! Tudo, faço tudo! — eu tava ouvindo alucinado. O Moja, enquanto isso, ia perdendo a ereção com a bronca que tava levando.
— Só peço, por favor, que guarde meu cu! Eu vou te falar quando tiver pronta... — ela tinha baixado o tom e parecia que tava se apiedando da briga que tava dando no moleque.
— Não é um não pra sempre, Mohamed, só precisa ter paciência comigo... É a primeira vez que faço uma coisa assim... Sempre fui uma boa esposa, amo meu marido e meu filho. — bom, pensei, “também não deve amar tanto assim...”
— O que aconteceu comigo e você não é normal... Você me deixou louca... — nessa hora ela sorriu e passou a mão no rosto dele.
— Mas nem tanto. Por um momento, tive a sensação de que ela tava apaixonada por aquele idiota. Me surpreendeu. É claro que a solidão é uma companhia bem ruim... ha, ha, ha... O Moja tava com cara de quem ia chorar, ela se apiedou e baixou a cabeça:
— Vamos, Mohamed, calma, não foi nada... isso a gente resolve já. — disse enquanto começava a fazer um boquete nele. E tenho que dizer que isso sim era um boquete de verdade, e não a cagada de puta que a minha amiga tinha acabado de fazer. Começou lambendo a cabecinha, depois passou a língua pelo tronco, antes de começar a meter o pau num ritmo constante na boca. O Moja, não demorou nem dois segundos pra ficar duro como pedra de novo. Até eu tirei o meu pra fora e comecei a me acariciar. Embora Não queria gozar. Agora eu tinha um objetivo e queria economizar a porra ao máximo. Já tinha uma destinatária perfeita para o meu sêmen.
— Mari, Mari... tô quase, tô quase! — ofegava o Moja. Ela não parou, pelo contrário, acelerou o ritmo até ele gritar e começar a soltar porra a jato na boca da minha mãe. Ela tentou aproveitar cada gota e continuou chupando, que nem uma boa bezerrinha. Melhor dizendo, que nem uma boa porca. Afinal, era uma cadelinha... ha, ha, ha. Quase gozei também. Mas me segurei e guardei a pica a tempo. Eles se jogaram na cama e começaram a se acariciar com ternura. Mamãe apoiou a cabeça no peito magricela de adolescente tardio do amante. E ele se deixava querer. Que romântico! É uma pena, mas em breve eu teria que interromper tanta felicidade. Não naquela noite. O plano precisava ser mais elaborado, mas já estava bolando. Por enquanto, teria que ir embora de novo e voltar na hora que disse pra minha mãe. Então comecei a andar devagar pelo corredor, em direção à porta. Mas antes parei pra escutar uma última conversa.
— Tá bem, Mohamed? Foi bom, né?
— Sim. — respondeu ele, seco, como se estivesse de mal.
— Qual é, cara... o que foi? Não estraga a noite, que a gente tem ela inteira pela frente. Pra fazer o love, quantas vezes a gente quiser. — olha só... “fazer o love”, que chique, a puta.
— Não, nada, nada... Mari. É que... é que, claro... já faz quase um ano isso. — Um anoooo? Porra, com a minha santa mãe! — e, claro, vai chegando a hora de fazer mais coisas... de evoluir. Ela olhava pra ele e acariciava o peito ossudo. Por um momento, pareceu sentir algo como pena da situação dele e disse...
— Bom, olha, Mohamed. Vamos fazer uma coisa. O Alberto tá numa obra em Zaragoza e não volta até quarta. Amanhã é domingo e acho que o Marcos não vai sair. Então a próxima... semana que se vá o Alberto e o Marcos sair, a gente fica e você pode meter no meu cu... tá? O Moja deu um pulo e olhou pra ela espantado. Tava alucinado. Igual eu, por sinal. Depois de meses de gota a gota do baixinho, parece que a coisa tava começando a dar resultado... Minha mãe olhou pra ele sorrindo, também surpresa com a reação exagerada dele.
— Sério, Mari? Tá falando sério???
— Claro, Mohamed, você sabe que eu te amo e faria qualquer coisa por você! Depois do meu filho e do meu marido, você é a coisa mais importante da minha vida... — Puuuuuta, que falsa! Aposto que qualquer pinto serviria pra ela... — Demorei pra tomar a decisão, porque isso é tipo perder a virgindade. Não é tão fácil... Entende?
— Siiim, claro, claro... — falou o Moja, que já nem tava ouvindo. Só pensava no prêmio que tinha acabado de ganhar e já tava de novo com o pau duro e a mão no coelhinho da mamãe. Ela se deixava fazer, feliz e contente.
— Uma coisa, Mari... — disse o Moja, parando as carícias por um momento.
— Falaaaa... — respondeu ela, irritada com a interrupção.
— E se amanhã o Marcos sair... Se ele der uma volta, digo. Tipo hoje. Dava pra adiantar o negócio, né? Pelo menos eu acho, se você topar, claro... — a última parte ele falou mais suave, com cara de pidão. Ela olhou pra ele e teve pena do moleque. Mesmo achando que não ia rolar.
— Beeeem... Acho que ele não sai. Mas se sair, te mando um WhatsApp e a gente se encontra, tá?
— Tááá, boooom! — a cara de empolgação do Moja era de filmar.
— E agora, vamos ao que interessa. — concluiu ela. — Porque se você tem que estar em casa às seis, só temos três horas. — Pô, pensei, a putinha é insaciável. Tá claro que não vou precisar de amigas pra foder por um bom tempo. O Moja virou e beijou ela, roçando a barriga dela com o pau. Um mastro. E começou outra sessão de mete-saca. Eu disse pra mim mesmo que já tinha tido o suficiente e recuei de vez em direção à porta. Saí bem devagar e fechei com cuidado pra não fazer barulho. Desci pra rua meio atordoado e entrei no carro com a intenção de ir dormir em algum hostel. Tinha acabado de receber e tava com grana, em outra época teria ligado pra alguma puta dos anúncios de contato e contratado ela pra passar a noite inteira comigo. Mas dessa vez, eu precisava pensar e guardar energia. Tinha que domar uma gostosa impressionante e deixar ela toda puta. E ia ser um trabalho em tempo integral. O assunto valia a pena, e o tesão da situação fazia minha pica ficar dura quase o tempo todo. Mas, promessa é promessa, e meu leite tinha dona. Encontrei uma pensão no bairro ao lado e fui dormir umas quatro da manhã. Dormi como uma pedra, exceto pela pica dura que fiquei tentado a bater umas várias vezes. Quando acordei, umas doze, senti como se todas as minhas ideias tivessem clareado. Já tinha o plano pronto. À primeira vista, parecia perfeito. Embora até o mais perfeito possa falhar. De qualquer forma, tava eufórico e com um longo dia pela frente e uma tarefa importante pra fazer. Mas isso, eu conto no próximo capítulo.
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