E aí, esse é meu primeiro post, e vou contar como foi que eu comi minha meia-irmã pela primeira vez. Ela chegou faz uns anos, um dia simplesmente apareceu na frente de casa. Era uma mina alta, uns 1,70, a roupa dela tava suja e rasgada, além de ter uns machucados nos braços e uns na cara também. "Posso te ajudar?" — perguntei. Ela ficou com uma cara confusa até que finalmente falou, num inglês bem básico, disse que o nome dela era Nikki, e que vinha da Ucrânia, um país cheio de problemas naquela época. Tava pedindo comida e água. Desde o começo, eu achei ela uma gata: cabelo longo e preto, olhos verdes e brilhantes, sem contar que tinha um corpo escultural. Educadamente, convidei ela pra entrar, falei pra sentar e servi um prato de sopa e um copo d'água. O rosto dela mostrou confusão, virou pra mim e perguntou se aquilo era pra ela, e eu respondi que sim. Ela começou a comer felizona. Pouco depois, meus pais chegaram e estranharam ao ver a mina. Contei a situação enquanto ela ainda comia. Meus pais e eu concordamos que, se possível, a gente ia adotar ela. Imediatamente fui até ela e perguntei se tinha pra onde ir, e ela respondeu que não. Então falei que, se ela quisesse, podia ficar com a gente, que ela podia ser minha irmãzinha. A cara dela foi uma mistura de felicidade, incredulidade e confusão. Peguei a mão dela e falei: "Vai, aceita, eu ia ficar feliz em ter outra irmã." Ela, chorando, respondeu que sim, e na hora eu abracei ela. Com o passar dos dias, ela foi se adaptando, aos poucos aprendeu português e conseguia se comunicar melhor. Um dia, voltando da escola, ela tava no meu quarto, vestindo uma saia e uma jaqueta com capuz. Comprimentei ela como sempre e perguntei como tava. Ela respondeu que bem, e que queria falar comigo. Disse que tava muito grata por tudo, por deixar ela ficar, por ter dado comida, carinho e uma nova oportunidade, eu respondi que não era nada, que tava feliz por ter conhecido ela e que aceitasse ficar, ela sorriu e disse —Vou te pagar tudo que você fez por mim— —Não precisa, o fato de você estar aqui com a gente já é suficiente— respondi Ela ficou vermelha e falou: —Não tenho dinheiro, mas ainda assim posso te dar isso— e na hora abaixou o zíper da jaqueta, deixando à mostra os peitos lindos e grandes dela, eu não soube o que fazer, fiquei em choque porque não esperava por aquilo, ela se ajoelhou na minha frente e tirou meu pau da calça, começou a esfregar com as mãos, eram muito macias e eu ainda não sabia bem como reagir e ela percebeu, então me disse —Não se preocupa, irmãozinho, só deixa que eu cuido disso— e colocou meu pau na boca dela, era tão gostoso, a língua dela se mexendo, a saliva molhando meu pau e aqueles olhos verdes lindos me olhando enquanto ela enfiava meu pau no fundo da garganta, poucos minutos depois, segurei a nuca dela e comecei a empurrar a cabeça dela pra meu pau entrar mais, ela começou a massagear um peito com uma mão e a se masturbar com a outra, ver ela daquele jeito me deixou muito excitado, cada vez empurrava com mais força até que não aguentei e gozei na boca dela, ela empurrou até meu pau terminar o mais fundo possível, mexeu a língua e tirou meu pau devagar da boca, virou pra mim e abriu a boca mostrando a língua, provando que tinha engolido todo o leite, ela se levantou, deitou na cama e disse —ainda tem mais, então vem e se cobra, irmãozinho— tirou a calcinha e abriu as pernas, a buceta dela era linda, estava raspada, escorrendo de tão molhada que tava e era de um rosa lindo. Não resisti e me joguei rápido nela, levantei as pernas dela e apoiei nos meus ombros, e sem pensar duas vezes enfiei, a buceta dela era quente, apertada e muito molhada, ela fez uma cara linda de satisfação e safadeza. Comecei a me mexer, e ela mexia o quadril, o que deixava ainda mais gostoso aos poucos, os gemidos dela foram se transformando em gritos cheios de perversão, a buceta dela apertava mais conforme eu empurrava mais fundo, ela me puxou pra perto e me beijou apaixonadamente, eu correspondi o beijo enquanto continuava penetrando ela, de repente ela começou a gemer muito forte e a falar coisas em russo enquanto eu continuava metendo meu pau na buceta linda dela, falei que tava quase gozando, e ela disse -sim! Goza! - e enrolou as pernas na minha cintura, fazendo impossível eu tirar meu pau de dentro da buceta dela, eu continuei me movendo por uns instantes até gozar dentro da buceta dela, ela gritou muito excitada, eu beijei ela e devagar tirei meu pau da buceta dela, depois disso a gente se vestiu, e ela falou -Espero a gente passar um bom tempo de novo, irmãozinho- -Quando você quiser, eu adoro te foder- Ela sorriu pra mim e saiu do quarto Essa foi a primeira de muitas, em breve vou postar outras histórias
2 comentários - Primeira vez que comi minha irmã postiça