Os sucateiros
Vou começar dizendo que meu marido tem a mania (como acho que muitos têm) de juntar coisas que pra nós são inúteis, na ideia de usar um dia ou encontrar algum proveito. Ele tem no quintal desde peças de bicicleta, máquina de lavar, eletrodomésticos, canos... Até uma geladeira quebrada! Isso faz do quintal um verdadeiro entulho.
Vivo falando pra ele limpar ou jogar fora o que não presta, até que um dia, quando íamos fazer um churrasco com a família dele, ele percebeu, ao tentar limpar, que estava tudo muito sujo e que muita coisa realmente não servia. Então ele me disse pra dar um jeito de jogar tudo fora.
No dia seguinte, me propus a jogar tudo, sem deixar nada. Assim que meu marido foi trabalhar, comecei a ver como descartar tudo. Nisso, às 10h da manhã, ouvi a buzina de uns caras que compravam sucata, então saí pra chamar eles pra levar tudo.
Eu tava como sempre, de short e minha blusa amarrada na cintura. Assim que me viram sair, me examinaram com um olhar cheio de safadeza, mas não falaram nada. Era um homem de corpo grosso, moreno, meio grandalhão e velho, e outro que parecia o ajudante dele, de altura média, meio pálido, corpo médio, os dois com a camisa mal enfiada e desabotoada quase até a barriga, vieram numa caminhonete.
- Ei, moço, cês podem vir? Tenho um monte de coisas no meu quintal e quero me livrar delas.
- Sim, senhora, nos mostra onde estão.
Eles desceram da caminhonete e eu me virei pra levá-los ao quintal. Quando tava andando, sem querer me requebrava, dava pra sentir os olhares deles cravados na minha bunda e fiquei meio nervosa por saber que tava sozinha com dois desconhecidos em casa. Os dois iam atrás de mim, com os olhos com certeza percorrendo meu rabo, e ouvi eles cochichando algo entre si, mas não consegui entender o que diziam. Fomos pro quintal e eles ficaram vendo a quantidade de coisas que eu queria jogar fora e me falaram:
- Olha, dona, a gente pode te dar US$ 400,00 e a gente leva tudo. O que acha?
—Oki, então podem levar tudo.
Enquanto um deles, que eu acho que era o chefe, falava comigo, o outro não parava de me olhar de cima a baixo. Depois de fechar o preço, eu ia voltar pra casa pra deixar eles trabalharem, mas antes de ir, o que falou comigo disse:
—Desculpa te falar isso, mas você é muito gostosa, tá uma delícia.
—Valeu — respondi, baixando o olhar, meio corada com as palavras e os olhares dele.
Quando levantei a vista, vi os dois trocarem olhares, mas não falaram mais nada. Começaram a carregar as coisas, passavam pela cozinha porque é o caminho pro quintal, e toda vez que passavam, me olhavam. Cada vez que o chefe passava, aproveitava pra me dizer algo —É, como você é linda, uma gata— e eu só agradecia, baixando o olhar. Não posso negar que gostava do jeito que ele me olhava, e ficar sozinha com eles me excitava pra caralho.
Tinha uma espécie de aparador que tava meio pesado pra mover, e eles me pediram ajuda. Quando cheguei, o chefe mandou eu segurar uma parte enquanto eles seguravam outra pra mover, mas como eu tava lutando pra segurar e quase caí, o chefe correu rápido pra me ajudar e me segurou pela cintura, ao mesmo tempo que encostava o volume dele na minha bunda. O contato das mãos calejadas dele e aquele volume provocou em mim um monte de sensações indescritíveis, um orgasmo instantâneo. Aproveitando que tava me "ajudando", ele esfregava a ereção dele na minha bunda enquanto me segurava. Tentei não mostrar o que tava rolando comigo, mas minha respiração claramente acelerou.
—Tá se sentindo bem, moça?
—Tô, não tem problema — minha voz saiu quase como um gemido, tentava esconder minha excitação e fazer minha voz soar convincente, disfarçando meus suspiros. Ele não me soltava, continuava esfregando o volume dele na minha bunda, deixando intencionalmente entre minhas nádegas, a respiração dele no meu pescoço me dava arrepios. Enquanto o ajudante dele me olhava com uma cara de safado como eu nunca tinha visto, o que me deixava ainda mais excitada.
—Sim Baixa isso, senhora, não vai se machucar com essas mãos lindas."
Me inclinei um pouco pra soltar o pegador, mas ele não me soltava e, quando me curvei, o volume dele se enfiou entre minhas nádegas. Quando abaixei, me desvencilhei e fui correndo pra cozinha, tentando escapar do inevitável: queriam me foder e eu não ia conseguir resistir. Me apoiei na pia e fechei os olhos, tentando me acalmar. Muitas coisas e sensações corriam pela minha mente e meu corpo. Eu estava de olhos fechados quando a voz dele me tirou dos pensamentos.
— Senhora, podia nos dar água?
Sem dizer nada, fui na geladeira e peguei uma jarra de água gelada. Quando me virei, ele estava quase colado atrás de mim. Me esquivei como pude e dei um copo de água pra cada um. Então, trocando olhares, ele disse:
— Pode nos dar mais? — falou, deixando o copo na mesa.
Quando me aproximei pra encher mais água, ele segurou minha cintura de novo, mas dessa vez começou a encostar o volume dele na minha bunda:
— EI! O que cê TÁ FAZENDO?
Ele não respondia, continuava esfregando a pica na minha bunda enquanto o ajudante dele nos olhava. Tentei me soltar, mas aí o ajudante foi pro outro lado da mesa e, esticando minhas mãos, me forçou a me inclinar sobre a mesa, ficando à mercê do chefe dele, que começou a me dar palmadas.
— AAAAHHH! NÃO! AAAAHHH!
— PORRA, QUE BUNDÃO GOSTOSO QUE VOCÊ TEM, VAGABUNDA!
Ele dizia sem parar de dar tapas na minha bunda, me deixando dolorida. Cada palmada me excitava e me arrancava gritos. Então ele tapou minha boca e continuou batendo e passando a mão nas minhas pernas até chegar no meu rabo. Aí parou de me nalguear, mas o ajudante ainda me segurava, me deixando indefesa contra as mãos do chefe dele. Inclinada, senti as mãos dele começarem a acariciar minhas pernas e ele desabotoou meu short, puxando pra baixo. Tirou ele de mim. Tentei me virar, mas o ajudante segurou minha cabeça pra eu não olhar e me deu um beijo safado, enfiando a língua na minha boca. Então senti algo gelado nas costas: ele tinha pegado uma faca e estava rasgando minha blusa até... arrancármela. Agora eu tava de calcinha e sutiã, só meu sutiã e minha fio dental impediam que me possuíssem, mas eles não iam perder a chance de devorar a presa. Com a faca, ele rasgou o sutiã e arrancou, jogando na sala junto com meu short e minha blusa em frangalhos. Do jeito que tava, ele se colocou de novo atrás de mim e enfiou o volume entre minhas nádegas, enquanto as mãos dele acariciavam minha bunda, minhas costas e iam buscar meus peitos. Quando segurou eles, começou a amassar selvagemente.
— AAAAH! AH, AH, AH, AH! NÃO, PELO AMOR DE DEUS, NÃO!
— COMO NÃO, VAGABUNDA, AGORA VOCÊ VAI VER O QUE É UM HOMEM DE VERDADE!
Agora a língua dele percorria minhas costas até minha bunda, ele abriu com as mãos e, afastando o fio da calcinha, tomou posse do meu cu. A língua começou a penetrar, arrancando gritos de prazer de mim. Enquanto fazia isso, ele se despia, devorava meu cu e minha bucetinha, lambia minha bunda e meu coelhinho de um jeito bestial, habilidoso. Eu tava nas mãos deles, completamente entregue. Mesmo assim, eu forcejava, tentando escapar dos meus estupradores. Mas era inútil, eu tava perdida, nas mãos deles. Não aguentava mais, porque as lambidas no meu cu e na minha buceta finalmente me dobraram, e eu explodi num orgasmo violento, com meus fluidos escorrendo pelas minhas pernas.
— Kkkkkkkkkk, olha a vagabunda, já gozou, kkkkkkkkkk, vamos dar pica pra ela, tá morrendo de vontade. — Ele disse pro ajudante dele, arrancando minha calcinha fio dental de um jeito selvagem, me deixando totalmente nas mãos deles. Abriu minhas pernas pra continuar comendo meu coelhinho e meu cu, com as mãos acariciando minhas coxas, me obrigando a mantê-las abertas pra língua dele entrar na minha bucetinha.
Aí ele se levantou e colocou um pau descomunal entre minhas pernas, mandou eu fechar elas pra ficar preso, enquanto acariciava minha bunda e minhas costas. Então segurou uma das minhas mãos e colocou atrás das minhas costas, e segurou a outra do mesmo jeito pra me dominar e dar chance pro ajudante dele se despir. Ele esfregava o pau no meu coelhinho e, com minhas pernas meio fechadas, eu sentia... Esse monstro venoso como me excitava descontroladamente no vai e vem entre minhas pernas.
-AAAHHH! AH, AH, AH, AAAGGHHH! JÁ, JÁ, ME DEIXEM, AAAAHHHH!
Sentia a pele nua dele nas minhas costas, a pele flácida, enrugada, eu estava perdida, então, enquanto me segurava, colocou minhas mãos nos lados sem me soltar e procurava minha boca quando meu rosto estava de lado sobre a mesa, eu tentava evitar, mas cada vez que fazia isso, aquele jogo erótico me esquentava mais, porque ele conseguia roçar meus lábios com a língua mesmo eu tentando fugir. Não queria dar a ele a vitória de meter a língua na minha boca. Mas era questão de tempo até eu ceder, eu estava em chamas e sabia que assim que ele dominasse minha boca, eu seria totalmente dele…
-SE SOLTA, PUTA, DEIXA EU METER A LÍNGUA NA SUA BOCA, VADIA, EU SEI QUE VOCÊ TÁ QUENTE, QUE QUER PIROCA!
-AH, AH, NÃO, ME SOLTA, FILHO DA PUTA! AAAHHHHH!
-MMMMM, ESSA PORRA DE SINAL ME EXCITA, VADIA, VAI SER MEU QUERENDO OU NÃO!
Então ele soltou minhas mãos e com o peso do corpo me deixou imóvel enquanto as mãos dele seguravam meu cabelo e meu queixo para poder lamber minha boca, quando a língua dele pousou sobre o sinal acima da minha boca, eu explodi em outro orgasmo violento, tremia e gemia totalmente submissa. Ele começou a morder meus lábios, lamber meu sinal, meter a língua na minha boca, e eu correspondia entrelaçando minha língua com a dele.
-MMMMM, QUE BOCA GOSTOSA, VADIA, QUE SINAL DELICIOSO, ME EXCITA O QUANTO VOCÊ É PUTA E GOSTOSA!
-AAAHHH! AAAAAHHHHHH! PAPIII! PAPITOOOO! TE AMOOOO!
Percebendo que eu não resistia mais, ele continuou lambendo minha boca, cada vez que a língua dele passava pelo meu sinal, eu tremia toda, e ele, notando que me excitava pra caralho, parava especialmente ali, lambendo ele, e começou a lamber meu pescoço, minhas costas, me mordendo enquanto eu só gemia, então ele me levantou, me sentou na mesa de frente para meter a língua na minha boca enquanto as mãos dele apertavam minha bunda e o pênis enorme dele se posicionava na entrada minha buceta a ponto de que a glande dele quase entrava no meu coelhinho, mas ele não metia, só esfregava. Eu enrolei os braços no pescoço dele e me deixei levar, ele passava a mão em mim e eu correspondia.
Ele me deitou na mesa e voltou a atacar minha buceta, chupava tudo, desde meu clitóris até meu cu, e o ajudante dele começou a chupar meus peitos e minha boca, as mãos deles percorriam cada parte do meu corpo, lambiam tudo. Então me posicionaram na mesa de um jeito que minha cabeça ficou pendurada, e o ajudante passou a chupar minha buceta enquanto o chefe dele se posicionou na minha cara e disse: — ABRE A BOCA, PUTA! — Mal terminou de falar, a glande dele bateu nos meus lábios e, abrindo a boca, ele enfiou de uma vez, quase me engasgando. Agora ele começou a bombear minha boca enquanto o ajudante chupava meu cu. Ele bombava minha boca e amassava meus peitos, esticando ou beliscando meus mamilos. As estocadas dele me deixaram completamente louca, só queria aquela ferramenta enorme dentro da minha buceta. Parecia que ele adivinhava meus pensamentos e desejos, porque disse:
— SIM, MAMACITA, NÃO SE PREOCUPA, VOU ENFIAR TUDO NESSE RABÃO QUE VOCÊ TEM.
Então senti o ajudante colocar a ferramenta dele na entrada da minha buceta, que começou a pulsar, mas o chefe dele disse:
— EI, FILHO DA PUTA, ESSE PRIVILÉGIO É MEU, EU COMO ELA PRIMEIRO E DEPOIS VOCÊ!
E ele não teve escolha a não ser continuar chupando meu coelhinho. Então, aumentando as estocadas na minha boca, ele começou a gozar tão abundantemente que eu estava me afogando, não consegui engolir todo o sêmen dele, só uma parte, o resto escorria da minha boca. Aí ele foi tomar o lugar do ajudante e disse: — Agora sim, come ela pela boca, ela adora pica, a rabuda. — Ouvir eles se referirem a mim como uma rabuda me excitava ainda mais. Então o ajudante aproximou o pênis dele da minha boca, mas antes que conseguisse enfiar, eu segurei com as mãos, comecei a lamber, a beijar, ele se aproximou o suficiente para minha língua percorrer desde a base do tronco até a glande dele. massageava os testíbulos dele e aí tentei lamber eles e ele vendo isso aproximou, eu mordia de leve e lambia igual menina gulosa com o doce dela. Enquanto isso o chefe dele já tinha se enfiado entre minhas pernas e meteu o dedo no meu cu, o vai e vem que ele fazia me deixava louca, aí meteu outro e mais um dedo, chegou a enfiar 3 dedos:
- PORRA VADIA, DÁ PRA VER QUE JÁ FOI COMIDA GOSTOSA, JÁ TEM O CU PREPARADO!
- AAAAAHHHH! AH, AH, AH, AAAAHHHHH!
Aí ele colocou o pauzão dele na entrada do meu cu, mas não meteu, só enfiava a cabeça me enlouquecendo e depois tirava pra esfregar desde meu cu até minha buceta onde esfregava me deixando doida, as pulsações no meu cu e na minha buceta me tinham louca.
- JÁAAAAAA….! JÁ FILHO DA PUTA, METE, METE TUDO EM MIM!
- QUER QUE EU META NESSA CULERA?!
- SIIIIIIIM, ME COME, ME COME PAPAI!!!!
Gritei e aí ele colocou na minha buceta e botando minhas pernas nos ombros dele meteu selvagemente de uma vez…
- AAAAAAAGGGHHHHHHHH!!!!
Que nem um bicho começou a meter de uma vez, tirava quase tudo e de uma vez metia de novo, até que sem tirar começou a bombar igual um louco. Vendo meus gritos de prazer o ajudante dele foi no som e ligou aumentando o volume, botou um reggaeton que eu tinha pra dançar e isso me deixou mais excitada, tava sendo fodida e a música tão sensual me deixava ardendo que nem uma doida.
Nas investidas dele os testíbulos batiam na minha bunda, comecei a ter vários orgasmos intensos, escorria meu mel todo me molhando, molhando a mesa, dava pra ouvir mesmo com a música o chaca chaca das metidas enquanto eu continuava chupando o pau do ajudante dele que sem aguentar mais meteu na minha boca gozando enquanto beliscava meus bicos do peito igual um louco. Os dois caras tavam me fodendo como há muito tempo ninguém fazia.
Aí ele tirou da minha buceta e colocou no meu cu, sem esperar nada meteu devagar até ter tudo dentro e voltou a arremeter contra Meu rabo selvagemente, a pélvis dele batendo na minha bunda, meus peitos balançando, o pau do assistente dele enchendo minha boca até ele gozar também e eu engoli tudo que consegui. O chefe dele acelerou as estocadas e comecei a sentir o pau dele inundando minhas entranhas de porra. Ele tirou o pau do meu cu e começou a dar tapinhas na minha bucetinha com ele, tapinhas que me faziam tremer…
— Vamos levar ela pra cama dela pra foder ela lá, pra encher ela de leite na cama dela.
Me levantaram e me levaram pra minha cama, me deitaram e os dois se jogaram nos meus peitos e na minha periquita, apalpando, mordendo, lambendo como loucos. Aí o chefe deitou de barriga pra cima e falou – SOBE, putinha, CAVALGA EM MIM – sem esperar nada, subi nele e comecei a galopar, a me mexer pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, em círculos, enquanto ele apertava meus peitos e acariciava minha cintura. Aí o assistente dele colocou o pau no meu cu e eu fiquei parada, me inclinando um pouco pra ele me penetrar. Ele empurrou até enfiar tudo, e com ele todo dentro, os dois começaram a bombar em mim num ritmo sincronizado. Um apertava meus peitos e o outro mordia meu pescoço, me dando um chupão. Sentir aqueles paus batendo dentro de mim me fazia uivar, chorar, gemer. Sensações enlouquecedoras me faziam explodir em orgasmos sem fim até os dois gozarem, me inundando de porra.
Aí me jogaram na cama, me deixando acabada. Os dois subiram nela, batendo punheta pra me jorrar mais jatos da porra gostosa deles e, quando terminaram, ME MIJARAM! Quando acabaram, me agradeceram, jogaram $1.000,00 em cima de mim em notas diferentes. Me senti uma puta qualquer e ele falou:
— Toma, putinha, pela foda e pelo que vamos levar. Não levanta não, mamacita, vamos terminar de carregar e outro dia a gente volta pra te foder de novo. Na próxima, vamos te levar num hotel onde vamos te enfiar a pica até você ficar louca.
Não respondi porque não tinha fôlego, só concordei com a cabeça, e os dois se aproximaram pra meter A língua dele na minha boca, depois se afastou, eu apaguei, completamente arrombada, me fizeram deles, me seduziram e encheram de porra e mijo em cima da minha cama de casal toda suja. Sim, me deixaram com o cu e a buceta pulsando, morrendo de vontade que eles voltassem pra mais…
Assim que eles foram, umas 2 horas depois meu celular tocou, era o velho que me comeu no hotel, o desgraçado queria mais e na hora que me ligou me pegou toda excitada:
— Oi, mamacita, sou eu, aquele que te comeu no hotel da outra vez, quero te comer, repetir a foda.
— Mmmmmmm, sei não, pussy, tô ocupada. — falei pra fazer ele me querer mais, mesmo eu morrendo de vontade de ser fodida na hora.
— Jejejejejejejeje, quer sim, vagabunda, dá pra ouvir na sua voz que você tá no fogo, que quer um macho te montar, te dominar e encher essa sua bunda linda de porra. Não paro de pensar no seu rabo, nessa carinha de anjo, nessa pinta na boca que me deixa louco…
Quando ele mencionou minha pinta, me acendeu mais do que já tava, tanto que minha buceta começou a ficar molhada — Ai, pussy, que coisas você fala, não me diz isso, meu amor…
— Fala sério, vagabunda, vem, quero te comer, meter a pica em você no hotel, você vai sentir um macho de verdade na sua cama. Vem, te espero em 2 horas na Juárez e Reforma, tem um hotel perto.
— Sim, pussy, te vejo lá.
Eu tava no fogo e precisava de porra, por isso coloquei no meu msn "mmmmmmmm Tô com vontade de porra…" E esse velho ia matar essa vontade.
Continua…
—Oki, então podem levar tudo.
Enquanto um deles, que eu acho que era o chefe, falava comigo, o outro não parava de me olhar de cima a baixo. Depois de fechar o preço, eu ia voltar pra casa pra deixar eles trabalharem, mas antes de ir, o que falou comigo disse:
—Desculpa te falar isso, mas você é muito gostosa, tá uma delícia.
—Valeu — respondi, baixando o olhar, meio corada com as palavras e os olhares dele.
Quando levantei a vista, vi os dois trocarem olhares, mas não falaram mais nada. Começaram a carregar as coisas, passavam pela cozinha porque é o caminho pro quintal, e toda vez que passavam, me olhavam. Cada vez que o chefe passava, aproveitava pra me dizer algo —É, como você é linda, uma gata— e eu só agradecia, baixando o olhar. Não posso negar que gostava do jeito que ele me olhava, e ficar sozinha com eles me excitava pra caralho.
Tinha uma espécie de aparador que tava meio pesado pra mover, e eles me pediram ajuda. Quando cheguei, o chefe mandou eu segurar uma parte enquanto eles seguravam outra pra mover, mas como eu tava lutando pra segurar e quase caí, o chefe correu rápido pra me ajudar e me segurou pela cintura, ao mesmo tempo que encostava o volume dele na minha bunda. O contato das mãos calejadas dele e aquele volume provocou em mim um monte de sensações indescritíveis, um orgasmo instantâneo. Aproveitando que tava me "ajudando", ele esfregava a ereção dele na minha bunda enquanto me segurava. Tentei não mostrar o que tava rolando comigo, mas minha respiração claramente acelerou.
—Tá se sentindo bem, moça?
—Tô, não tem problema — minha voz saiu quase como um gemido, tentava esconder minha excitação e fazer minha voz soar convincente, disfarçando meus suspiros. Ele não me soltava, continuava esfregando o volume dele na minha bunda, deixando intencionalmente entre minhas nádegas, a respiração dele no meu pescoço me dava arrepios. Enquanto o ajudante dele me olhava com uma cara de safado como eu nunca tinha visto, o que me deixava ainda mais excitada.
—Sim Baixa isso, senhora, não vai se machucar com essas mãos lindas."
Me inclinei um pouco pra soltar o pegador, mas ele não me soltava e, quando me curvei, o volume dele se enfiou entre minhas nádegas. Quando abaixei, me desvencilhei e fui correndo pra cozinha, tentando escapar do inevitável: queriam me foder e eu não ia conseguir resistir. Me apoiei na pia e fechei os olhos, tentando me acalmar. Muitas coisas e sensações corriam pela minha mente e meu corpo. Eu estava de olhos fechados quando a voz dele me tirou dos pensamentos.
— Senhora, podia nos dar água?
Sem dizer nada, fui na geladeira e peguei uma jarra de água gelada. Quando me virei, ele estava quase colado atrás de mim. Me esquivei como pude e dei um copo de água pra cada um. Então, trocando olhares, ele disse:
— Pode nos dar mais? — falou, deixando o copo na mesa.
Quando me aproximei pra encher mais água, ele segurou minha cintura de novo, mas dessa vez começou a encostar o volume dele na minha bunda:
— EI! O que cê TÁ FAZENDO?
Ele não respondia, continuava esfregando a pica na minha bunda enquanto o ajudante dele nos olhava. Tentei me soltar, mas aí o ajudante foi pro outro lado da mesa e, esticando minhas mãos, me forçou a me inclinar sobre a mesa, ficando à mercê do chefe dele, que começou a me dar palmadas.
— AAAAHHH! NÃO! AAAAHHH!
— PORRA, QUE BUNDÃO GOSTOSO QUE VOCÊ TEM, VAGABUNDA!
Ele dizia sem parar de dar tapas na minha bunda, me deixando dolorida. Cada palmada me excitava e me arrancava gritos. Então ele tapou minha boca e continuou batendo e passando a mão nas minhas pernas até chegar no meu rabo. Aí parou de me nalguear, mas o ajudante ainda me segurava, me deixando indefesa contra as mãos do chefe dele. Inclinada, senti as mãos dele começarem a acariciar minhas pernas e ele desabotoou meu short, puxando pra baixo. Tirou ele de mim. Tentei me virar, mas o ajudante segurou minha cabeça pra eu não olhar e me deu um beijo safado, enfiando a língua na minha boca. Então senti algo gelado nas costas: ele tinha pegado uma faca e estava rasgando minha blusa até... arrancármela. Agora eu tava de calcinha e sutiã, só meu sutiã e minha fio dental impediam que me possuíssem, mas eles não iam perder a chance de devorar a presa. Com a faca, ele rasgou o sutiã e arrancou, jogando na sala junto com meu short e minha blusa em frangalhos. Do jeito que tava, ele se colocou de novo atrás de mim e enfiou o volume entre minhas nádegas, enquanto as mãos dele acariciavam minha bunda, minhas costas e iam buscar meus peitos. Quando segurou eles, começou a amassar selvagemente.
— AAAAH! AH, AH, AH, AH! NÃO, PELO AMOR DE DEUS, NÃO!
— COMO NÃO, VAGABUNDA, AGORA VOCÊ VAI VER O QUE É UM HOMEM DE VERDADE!
Agora a língua dele percorria minhas costas até minha bunda, ele abriu com as mãos e, afastando o fio da calcinha, tomou posse do meu cu. A língua começou a penetrar, arrancando gritos de prazer de mim. Enquanto fazia isso, ele se despia, devorava meu cu e minha bucetinha, lambia minha bunda e meu coelhinho de um jeito bestial, habilidoso. Eu tava nas mãos deles, completamente entregue. Mesmo assim, eu forcejava, tentando escapar dos meus estupradores. Mas era inútil, eu tava perdida, nas mãos deles. Não aguentava mais, porque as lambidas no meu cu e na minha buceta finalmente me dobraram, e eu explodi num orgasmo violento, com meus fluidos escorrendo pelas minhas pernas.
— Kkkkkkkkkk, olha a vagabunda, já gozou, kkkkkkkkkk, vamos dar pica pra ela, tá morrendo de vontade. — Ele disse pro ajudante dele, arrancando minha calcinha fio dental de um jeito selvagem, me deixando totalmente nas mãos deles. Abriu minhas pernas pra continuar comendo meu coelhinho e meu cu, com as mãos acariciando minhas coxas, me obrigando a mantê-las abertas pra língua dele entrar na minha bucetinha.
Aí ele se levantou e colocou um pau descomunal entre minhas pernas, mandou eu fechar elas pra ficar preso, enquanto acariciava minha bunda e minhas costas. Então segurou uma das minhas mãos e colocou atrás das minhas costas, e segurou a outra do mesmo jeito pra me dominar e dar chance pro ajudante dele se despir. Ele esfregava o pau no meu coelhinho e, com minhas pernas meio fechadas, eu sentia... Esse monstro venoso como me excitava descontroladamente no vai e vem entre minhas pernas.
-AAAHHH! AH, AH, AH, AAAGGHHH! JÁ, JÁ, ME DEIXEM, AAAAHHHH!
Sentia a pele nua dele nas minhas costas, a pele flácida, enrugada, eu estava perdida, então, enquanto me segurava, colocou minhas mãos nos lados sem me soltar e procurava minha boca quando meu rosto estava de lado sobre a mesa, eu tentava evitar, mas cada vez que fazia isso, aquele jogo erótico me esquentava mais, porque ele conseguia roçar meus lábios com a língua mesmo eu tentando fugir. Não queria dar a ele a vitória de meter a língua na minha boca. Mas era questão de tempo até eu ceder, eu estava em chamas e sabia que assim que ele dominasse minha boca, eu seria totalmente dele…
-SE SOLTA, PUTA, DEIXA EU METER A LÍNGUA NA SUA BOCA, VADIA, EU SEI QUE VOCÊ TÁ QUENTE, QUE QUER PIROCA!
-AH, AH, NÃO, ME SOLTA, FILHO DA PUTA! AAAHHHHH!
-MMMMM, ESSA PORRA DE SINAL ME EXCITA, VADIA, VAI SER MEU QUERENDO OU NÃO!
Então ele soltou minhas mãos e com o peso do corpo me deixou imóvel enquanto as mãos dele seguravam meu cabelo e meu queixo para poder lamber minha boca, quando a língua dele pousou sobre o sinal acima da minha boca, eu explodi em outro orgasmo violento, tremia e gemia totalmente submissa. Ele começou a morder meus lábios, lamber meu sinal, meter a língua na minha boca, e eu correspondia entrelaçando minha língua com a dele.
-MMMMM, QUE BOCA GOSTOSA, VADIA, QUE SINAL DELICIOSO, ME EXCITA O QUANTO VOCÊ É PUTA E GOSTOSA!
-AAAHHH! AAAAAHHHHHH! PAPIII! PAPITOOOO! TE AMOOOO!
Percebendo que eu não resistia mais, ele continuou lambendo minha boca, cada vez que a língua dele passava pelo meu sinal, eu tremia toda, e ele, notando que me excitava pra caralho, parava especialmente ali, lambendo ele, e começou a lamber meu pescoço, minhas costas, me mordendo enquanto eu só gemia, então ele me levantou, me sentou na mesa de frente para meter a língua na minha boca enquanto as mãos dele apertavam minha bunda e o pênis enorme dele se posicionava na entrada minha buceta a ponto de que a glande dele quase entrava no meu coelhinho, mas ele não metia, só esfregava. Eu enrolei os braços no pescoço dele e me deixei levar, ele passava a mão em mim e eu correspondia.
Ele me deitou na mesa e voltou a atacar minha buceta, chupava tudo, desde meu clitóris até meu cu, e o ajudante dele começou a chupar meus peitos e minha boca, as mãos deles percorriam cada parte do meu corpo, lambiam tudo. Então me posicionaram na mesa de um jeito que minha cabeça ficou pendurada, e o ajudante passou a chupar minha buceta enquanto o chefe dele se posicionou na minha cara e disse: — ABRE A BOCA, PUTA! — Mal terminou de falar, a glande dele bateu nos meus lábios e, abrindo a boca, ele enfiou de uma vez, quase me engasgando. Agora ele começou a bombear minha boca enquanto o ajudante chupava meu cu. Ele bombava minha boca e amassava meus peitos, esticando ou beliscando meus mamilos. As estocadas dele me deixaram completamente louca, só queria aquela ferramenta enorme dentro da minha buceta. Parecia que ele adivinhava meus pensamentos e desejos, porque disse:
— SIM, MAMACITA, NÃO SE PREOCUPA, VOU ENFIAR TUDO NESSE RABÃO QUE VOCÊ TEM.
Então senti o ajudante colocar a ferramenta dele na entrada da minha buceta, que começou a pulsar, mas o chefe dele disse:
— EI, FILHO DA PUTA, ESSE PRIVILÉGIO É MEU, EU COMO ELA PRIMEIRO E DEPOIS VOCÊ!
E ele não teve escolha a não ser continuar chupando meu coelhinho. Então, aumentando as estocadas na minha boca, ele começou a gozar tão abundantemente que eu estava me afogando, não consegui engolir todo o sêmen dele, só uma parte, o resto escorria da minha boca. Aí ele foi tomar o lugar do ajudante e disse: — Agora sim, come ela pela boca, ela adora pica, a rabuda. — Ouvir eles se referirem a mim como uma rabuda me excitava ainda mais. Então o ajudante aproximou o pênis dele da minha boca, mas antes que conseguisse enfiar, eu segurei com as mãos, comecei a lamber, a beijar, ele se aproximou o suficiente para minha língua percorrer desde a base do tronco até a glande dele. massageava os testíbulos dele e aí tentei lamber eles e ele vendo isso aproximou, eu mordia de leve e lambia igual menina gulosa com o doce dela. Enquanto isso o chefe dele já tinha se enfiado entre minhas pernas e meteu o dedo no meu cu, o vai e vem que ele fazia me deixava louca, aí meteu outro e mais um dedo, chegou a enfiar 3 dedos:
- PORRA VADIA, DÁ PRA VER QUE JÁ FOI COMIDA GOSTOSA, JÁ TEM O CU PREPARADO!
- AAAAAHHHH! AH, AH, AH, AAAAHHHHH!
Aí ele colocou o pauzão dele na entrada do meu cu, mas não meteu, só enfiava a cabeça me enlouquecendo e depois tirava pra esfregar desde meu cu até minha buceta onde esfregava me deixando doida, as pulsações no meu cu e na minha buceta me tinham louca.
- JÁAAAAAA….! JÁ FILHO DA PUTA, METE, METE TUDO EM MIM!
- QUER QUE EU META NESSA CULERA?!
- SIIIIIIIM, ME COME, ME COME PAPAI!!!!
Gritei e aí ele colocou na minha buceta e botando minhas pernas nos ombros dele meteu selvagemente de uma vez…
- AAAAAAAGGGHHHHHHHH!!!!
Que nem um bicho começou a meter de uma vez, tirava quase tudo e de uma vez metia de novo, até que sem tirar começou a bombar igual um louco. Vendo meus gritos de prazer o ajudante dele foi no som e ligou aumentando o volume, botou um reggaeton que eu tinha pra dançar e isso me deixou mais excitada, tava sendo fodida e a música tão sensual me deixava ardendo que nem uma doida.
Nas investidas dele os testíbulos batiam na minha bunda, comecei a ter vários orgasmos intensos, escorria meu mel todo me molhando, molhando a mesa, dava pra ouvir mesmo com a música o chaca chaca das metidas enquanto eu continuava chupando o pau do ajudante dele que sem aguentar mais meteu na minha boca gozando enquanto beliscava meus bicos do peito igual um louco. Os dois caras tavam me fodendo como há muito tempo ninguém fazia.
Aí ele tirou da minha buceta e colocou no meu cu, sem esperar nada meteu devagar até ter tudo dentro e voltou a arremeter contra Meu rabo selvagemente, a pélvis dele batendo na minha bunda, meus peitos balançando, o pau do assistente dele enchendo minha boca até ele gozar também e eu engoli tudo que consegui. O chefe dele acelerou as estocadas e comecei a sentir o pau dele inundando minhas entranhas de porra. Ele tirou o pau do meu cu e começou a dar tapinhas na minha bucetinha com ele, tapinhas que me faziam tremer…
— Vamos levar ela pra cama dela pra foder ela lá, pra encher ela de leite na cama dela.
Me levantaram e me levaram pra minha cama, me deitaram e os dois se jogaram nos meus peitos e na minha periquita, apalpando, mordendo, lambendo como loucos. Aí o chefe deitou de barriga pra cima e falou – SOBE, putinha, CAVALGA EM MIM – sem esperar nada, subi nele e comecei a galopar, a me mexer pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, em círculos, enquanto ele apertava meus peitos e acariciava minha cintura. Aí o assistente dele colocou o pau no meu cu e eu fiquei parada, me inclinando um pouco pra ele me penetrar. Ele empurrou até enfiar tudo, e com ele todo dentro, os dois começaram a bombar em mim num ritmo sincronizado. Um apertava meus peitos e o outro mordia meu pescoço, me dando um chupão. Sentir aqueles paus batendo dentro de mim me fazia uivar, chorar, gemer. Sensações enlouquecedoras me faziam explodir em orgasmos sem fim até os dois gozarem, me inundando de porra.
Aí me jogaram na cama, me deixando acabada. Os dois subiram nela, batendo punheta pra me jorrar mais jatos da porra gostosa deles e, quando terminaram, ME MIJARAM! Quando acabaram, me agradeceram, jogaram $1.000,00 em cima de mim em notas diferentes. Me senti uma puta qualquer e ele falou:
— Toma, putinha, pela foda e pelo que vamos levar. Não levanta não, mamacita, vamos terminar de carregar e outro dia a gente volta pra te foder de novo. Na próxima, vamos te levar num hotel onde vamos te enfiar a pica até você ficar louca.
Não respondi porque não tinha fôlego, só concordei com a cabeça, e os dois se aproximaram pra meter A língua dele na minha boca, depois se afastou, eu apaguei, completamente arrombada, me fizeram deles, me seduziram e encheram de porra e mijo em cima da minha cama de casal toda suja. Sim, me deixaram com o cu e a buceta pulsando, morrendo de vontade que eles voltassem pra mais…
Assim que eles foram, umas 2 horas depois meu celular tocou, era o velho que me comeu no hotel, o desgraçado queria mais e na hora que me ligou me pegou toda excitada:
— Oi, mamacita, sou eu, aquele que te comeu no hotel da outra vez, quero te comer, repetir a foda.
— Mmmmmmm, sei não, pussy, tô ocupada. — falei pra fazer ele me querer mais, mesmo eu morrendo de vontade de ser fodida na hora.
— Jejejejejejejeje, quer sim, vagabunda, dá pra ouvir na sua voz que você tá no fogo, que quer um macho te montar, te dominar e encher essa sua bunda linda de porra. Não paro de pensar no seu rabo, nessa carinha de anjo, nessa pinta na boca que me deixa louco…
Quando ele mencionou minha pinta, me acendeu mais do que já tava, tanto que minha buceta começou a ficar molhada — Ai, pussy, que coisas você fala, não me diz isso, meu amor…
— Fala sério, vagabunda, vem, quero te comer, meter a pica em você no hotel, você vai sentir um macho de verdade na sua cama. Vem, te espero em 2 horas na Juárez e Reforma, tem um hotel perto.
— Sim, pussy, te vejo lá.
Eu tava no fogo e precisava de porra, por isso coloquei no meu msn "mmmmmmmm Tô com vontade de porra…" E esse velho ia matar essa vontade.
Continua…
3 comentários - 21. As cachaceiras (SexyAracely)
QUIERO COMERME ESE CULO Y DEJARTELO BIEN DILATADO PUTITA ..
MORDERTE ESE LUNAR Y QUE TE TRAGUES TODA MI LECHE COMO UNA PERRITA EN CELO...YA DIME PENDEJA NO TE GAS DEL ROGAR MI REYNA.