Sou enfermeira, não puta - 4ª parte

Bom, deixo aqui a continuação

Espero que
gostem

E
obrigado a todos que seguem
essa história
pelos seus pontos
e mais

Amigos, já saiu a
Parte 4


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@Zarcelo977 @ANDRESLANDERS @alejandrofierta
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(4) SOU ENFERMEIRA, NÃO VAGABUNDA!

 

Meu marido estava cada vez mais feliz, mas eu cada vez mais atormentada. Se ele soubesse o que eu fazia no meu trabalho… nem pensar, que horror!... Eu tinha um pequeno incômodo no meu cu, mas felizmente não sangrava. Aquele lubrificante tinha feito maravilhas. Preparei minhas coisas e saí para atender meu adorado tormento. Aquele homem era capaz de me levar tanto ao céu quanto ao inferno. Com ele não tinha meio-termo, era tormento ou prazer. O que o destino me reservaria naquele dia? Não sabia, mas eu já estava com a minha coisinha molhada… digo molhada? Tava ensopada, e ainda nem tinha visto ele. Nunca na minha vida me senti tão puta como naquela semana.
A patroa me recebeu num negligee vaporoso bege, meio transparente, tava um espetáculo. Não sei por quê, mas senti ciúme. O que tava acontecendo comigo? Ela disse que ia ter que arranjar outra substituta pra noite... (Perdão, ela disse prostituta?), porque o marido dela se comportava como um verdadeiro degenerado com todas elas. Me perguntou como eu aguentava ele. Engoli seco e falei que comigo ele era muito respeitoso (se ela soubesse...). Disse que tinha acordado resfriada e que não ia trabalhar. Subiu pro quarto dela no segundo andar, e eu via ela subir como se fosse uma rainha, balançando as cadeiras sem querer, mas de um jeito muito provocante. Tenho que confessar que senti inveja. Que monumento de mulher que era dona Laura.
Contei pro dom Rolo que hoje não estaríamos sozinhos, ele franziu a testa de desgosto, fiz a terapia meio nervosa, tava com medo da senhora descobrir alguma coisa no meu olhar, nos meus gestos, tinha que ser muito cuidadosa, depois levei ele pro chuveiro e, ao despir ele, apareceu aquele pau bem duro e empinado, e pensar que ontem eu tive essa rola dentro da minha boca, que suplício! Lavei o cu dele, ele pediu pra lavar bem, eu tava fazendo, não entendia, ele disse pra passar sabão na luva e lavar direitinho, não sei se era isso que ele queria, mas ensaboei um dedo e enfiei no rabo dele, ele se agarrava no meu pescoço gemendo de prazer, terminei esse pedido estranho, lavei as bolas dele e por último aquela barra de carne que me fazia cometer as piores coisas da minha vida.
Sequei ele, coloquei o roupão de banho e levei pra cama, mediquei e depois o banho de sol de sempre. Sentei no banquinho do lado e ele perguntou se eu tinha estranhado o pedido que fez no banho. Falei a verdade, que era a primeira vez que um paciente me pedia uma parada dessas. Ele disse que gostava porque estimulava a próstata e que, se tivesse continuado um pouco mais, teria gozado sem nem se tocar. Falei que, como enfermeira, entendia perfeitamente como funcionam os corpos masculino e feminino, mas a verdade é que fiquei confusa. Nenhum dos meus poucos amantes tinha me pedido uma coisa dessas, mas fazer o quê, as pessoas nunca deixam de me surpreender.
Precisava usar o banheiro dele na jacuzzi, fiquei com vergonha de colocar o maiô, então entrei segurando ele por trás, abraçando pela cintura:
DON ROLO: Mas se a Laura já te liberou, por que você não veste seu biquíni e entra comigo?
EU: A senhora tá nos olhando da janela dela no segundo andar.
DON ROLO: Já percebi… queria que na frente dela você me masturbasse, chupasse minha pica e até te comeria… Filha da puta!
EU: Tá puto com ela?
DON ROLO: Ela não te contou nada?
EU: Não, do quê?
E ela me contou a mesma coisa que a senhora tinha me narrado, tirei ele da jacuzzi e sequei ele ali mesmo, foi muito constrangedor secar o corpo nu dele na frente da senhora, virei ele de costas pra janela pra secar os genitais dele, ele tava com o pau apontando pra minha boca, mas eu sentia o olhar da dona Laura em cada um dos meus movimentos, coloquei o roupão nele e levei ele pro jantar pra fugir daquele olhar investigador, servi o almoço pra ele, depois levei ele pro quarto dele e mediquei ele, na hora ele apagou.
Saí pro jardim fugindo da tentação de me enfiar debaixo dos lençóis dela, e qual não foi minha surpresa quando senti Dona Laura chegar do meu lado:
DONA LAURA: Ela dormiu?
EU: Sim, senhora.
DONA LAURA: Quanto tempo ela dorme?
EU: Umas duas horas, senhora.
DONA LAURA: Você sabe dar massagem?
EU: Bom, não sou uma expert, mas recebi treinamento pra dar massagens terapêuticas.
DONA LAURA: Me daria um pra mim enquanto o Rolando dorme?
EU: Com muito prazer, senhora, mas sugiro fazer isso numa daquelas camas de sol, porque assim, se seu Rolo acordar, eu consigo ajudar.
Dona Laura tirou a camisola e fiquei pasada como uma mulher da idade dela tinha um corpo de deusa. Ela estava só de fio dental e um sutiã da mesma cor da camisola, dava pra ver que gastava uma grana em lingerie. Fui pegar minha mala e quando voltei, encontrei ela deitada de barriga pra cima na cama de sol, com os olhos cobertos. Enquanto passava óleo nas mãos, pude ver a buceta dela totalmente depilada através daquele triângulo semitransparente. Nunca tinha visto um sutiã tão pequeno na vida, eram duas tirinhas escondendo os peitões enormes dela. Comparados com os meus, pareciam melões contra limões. Espalhei óleo pelo corpo todo dela e comecei pelos músculos do rosto, depois desci pros ombros e braços — a pele dela era muito delicada. Aí pulei os peitos e massageei a barriga dela, fui pros pés e depois subindo pelas pernas torneadas. Quando acariciei as coxas dela, juro que ouvi um gemido, mas talvez fosse só imaginação minha.
Depois ela mesma se virou, pediu pra eu soltar o sutiã dela, comecei pelos ombros e braços, depois fui descendo pelas costas, de novo desci até os pés e fui subindo pelas panturrilhas, quando eu acariciava a parte interna das coxas dela, ela colocou uma perna no meu ombro e eu percebi que a calcinha tinha deslizado, deixando à mostra aquela bucetinha rosada e bem depilada. Me veio à cabeça que o sexo entre eles devia ter sido delicioso, e de novo senti ciúme. Depois passei óleo nas nádegas empinadas dela e fui amassando, ela virou pra mim e sorriu, era estranho ter aquele par de bundas nas minhas mãos, qualquer homem daria tudo pra estar no meu lugar.
Quando terminou, ela se levantou, deixando eu ver aqueles peitos bem formados com uma auréola rosadinha e os biquinhos durinhos por causa do frio — pelo menos era o que eu queria acreditar. Ela disse que já se sentia melhor e que ia pro escritório. Subiu as escadas como se estivesse desfilando aquele corpo escultural, não conseguia tirar os olhos daquela bunda. Não curto mulheres, mas sei reconhecer uma beleza, e ela tava entre as melhores… Fui lavar as mãos e, depois de um tempo, ela se despediu. Fui me sentar na cama do Dom Rolo e saborear aquela pica dura debaixo dos lençóis.
Quando acordou, eu disse que a esposa dele tinha saído. Melhor não ter dito nada:
DON ROLO: Como você está se sentindo?
EU: Muito bem e você?
DON ROLO: Então, como você tá se sentindo depois do que rolou ontem?
EU: Ai, seu Rolo, já vai começar?
DON ROLO: Esse foi o melhor presente que você já me deu.
EU: Pois nem tão de graça assim, porque o envelope era generoso.
DON ROLO: E tem mais se você continuar me mimando.
EU: Já te falei que sou enfermeira, não puta.
DON ROLO: Já sei, minha rainha, não se ofenda, cê acha que não posso pagar a melhor puta da cidade?
EU: Então por que ela não faz isso? E para de me atormentar com essas coisas dela.
DON ROLO: … porque você me atrai pra caralho.
AI: Ai, Don Rolo, não me diga isso que sou casada.
DON ROLO: Também sei disso… é muito difícil conversar com você. Se te pago, se sente uma puta; se não te pago, me aparece com essa de que é uma mulher casada. Me diz, o que eu faço pra não te ofender?
EU: Sei lá, se eu fosse solteira, ia falar pra ela que tô apaixonada, mas como não sou, então não vou deixar isso rolar… sei lá… nem eu mesma me entendo.
DON ROLO: Isso tá melhor… vamos começar pelo começo… Você gostou do que fez comigo até agora?
EU: … se eu disser que sim, ele vai querer se aproveitar de mim, e se eu disser que não, ele vai ficar puto comigo. O que você quer que eu diga?
DON ROLO: Claro que sim, você gostou pra caralho… e por favor, não pense que quero me aproveitar de você, só quero que você me mime…
EU: Mas é que pra você, consentir tem a ver com sexo.
DON ROLO: E isso é ruim?
EU: Ruim não, mas eu não sou mulher dele.
DON ROLO: Você poderia virar uma, se quisesse.
AI: Ai, as coisas que o senhor fala, eu uma humilde enfermeira sendo mulher de um grande engenheiro… não me faça rir…
DON ROLO: De um engenheiro paraplégico, não esquece esse detalhezinho… Posso te pedir uma coisa?
EU: Peça à vontade, mas eu me reservo o direito de te satisfazer.
DON ROLO: … queria que você fizesse um striptease pra mim… Não vai começar a gritar como sempre, hein!... deixa eu explicar… pra você não se sentir mal, vou pedir pro meu advogado depositar pra você todo mês uma grana com quatro zeros, assim não te ofendo toda vez que pedir alguma coisa… O que você acha?
EU: … com quatro zeros?... mas isso é uma fortuna… isso não ganham nem os médicos do hospital onde eu trabalhava… O senhor tá maluco?
DON ROLO: É, talvez um pouquinho… por você… por que você fica calada?... promete pelo menos que vai pensar…
EU: … e o que eu teria que fazer?
DON ROLO: Primeiro um striptease…
EU: Mas eu não sei dançar.
DON ROLO: Não me importa, não quero ver seu ritmo, quero ver seu corpo.
EU: … ai… não sei… nem meu marido me pediu pra fazer isso.
DON ROLO: Melhor ainda, adoraria ser o primeiro pra quem você faz um striptease. Sabe como fazer isso?
EU: Claro, sou enfermeira, não idiota… a gente vai tirando a roupa até ficar pelada… mas depois ela vai querer mais… e…
DON ROLO: E aí?... Que mal tem eu querer mais?... Pra você é um sacrifício?
EU: Também não… mas…
DON ROLO: Já sei, você é uma mulher casada, mas vamos encarar a verdade… não fica brava comigo pelo que vou dizer, mas é a verdade… você já não é mais uma mulher fiel… Não fala nada!... só aceita… tira a roupa pra mim… por favor.
Pensei que, se fosse político, teria virado presidente — com essa lábia que ele tinha, convencia até o mais desconfiado. E pensei numa coisa pior: com aquela pica que ele tinha, convencia até uma freira. Felizmente, eu não era uma. Vendo a carinha de menino dele esperando o presente... bom, coloquei uma música e comecei a me mexer. Me senti ridícula na frente dele... não conseguia seguir o ritmo da música... mas fechei os olhos e desabotoei meu uniforme, que caiu no chão. Com muito pudor, virei de costas e tirei o sutiã. Naquele momento, percebi que ele ainda não tinha visto meus peitos... continuei me mexendo... com certeza ele estava rindo de mim, e eu não o culparia — me sentia um armário dançando. Virei para olhar ele, e ele estava se tocando a pica... Ufa! QUE pica!... fui descendo minha calcinha... Que horror!... estava nua na frente dele, e adorava me sentir desejada. Me virei, tapando meus seios, e ele bateu palmas de um jeito grotesco, mas meus olhos estavam cravados naquela pica majestosa.
Num ato ousado, subi na cama dele e dancei em cima do corpo dele. Nessa posição, ele podia me ver inteira: minha bucetinha molhada de tesão, meu cuzinho louco pra ser provado e meus peitos balançando com os bicos durinhos de tanto tesão. Não tinha mais volta. Ajoelhei sobre o corpo dele e enfiei minha raba na cara dele. Igual um bebê faminto, ele esticou a língua e lambeu do meu cu até a buceta e vice-versa. Depois, ele pegou meu clitóris com os lábios e eu não tive outra opção senão me jogar em cima da pica dele pra fazer um delicioso sessenta e nove.
Era hora de sentir... meu corpo tremia com as mamadas que esse homem me dava, e eu também chupava ele, engolindo toda a pica dele, apertava aquelas bolas cheias de esperma... queria que aquilo nunca acabasse... era tão gostoso o jeito que a gente curtia nossos corpos... eu chorava ao sentir a vara dele na minha campainha, mas não ligava... se pudesse, engolia ele inteiro... não tinha nada melhor no mundo do que chupar sendo chupada... como um reflexo, enfiei um dedo no cu dele e mexi por dentro, tentando estimular a próstata, e tenho certeza que consegui, porque ele encheu minha boca de porra, enquanto eu molhava a boca dele com meus fluidos, nunca tinha curtido um orgasmo simultâneo antes... que delícia!
Descansamos um tempinho abraçados… enroscados… mas eu precisava sair daquele sonho, então levantei e fui tomar banho, como um agradecimento por ele ter me feito sentir tanto, deixei a porta aberta e não fechei a cortina do banheiro, ele sorria satisfeito, me vesti e bateram na porta, antes de eu ir abrir, ele pediu pra eu chegar perto e me beijou na boca com ternura, como se eu fosse a esposa dele, enrolei minha língua na dele e me entreguei àquele beijo de amor, bateram de novo e entrou outra velhinha enfermeira, me despedi sem olhar pra ele.
Em vez de ir pra casa, fui pro parque da esquina refletir. Era a primeira vez que Dom Rolo me beijava na boca, e o pior é que eu tinha gostado pra caralho. Como era possível eu curtir aquele beijo se vinha de uma boca torta? Será que eu tava me apaixonando por ele? Ou pelo pau dele? E meu marido?... Mil ideias se amontoavam na minha cabeça, não sabia o que fazer. Fui andando pra casa e, quando cheguei, meu marido estranhou meu atraso. Inventei uma mentira que ele acreditou, mas na hora de dormir ele pediu minha bunda de novo. Falei que só ia no banheiro, e ele perguntou o que eu tava levando nas mãos. Quando viu que era lubrificante, explodiu. Me perguntou onde eu tinha aprendido aquilo, quem tinha me ensinado, tava furioso. Eu disse que, pela minha profissão, sabia que essas coisas ajudavam no sexo anal, mas ele continuava gritando como um louco.
Pra acalmar ele, me despi completa, falei pra ele fazer o que quisesse comigo. Ele também tirou a roupa e, puxando meu cabelo, me obrigou a engolir a pica dele. Depois me colocou de papo pra cima e me comeu brutalmente. Minha cara tava desfigurada, ele me deu vários tapas, era a primeira vez que me batia. Me virou e me violentou o cu sem lubrificante, eu gritava de dor. Finalmente o tormento acabou e ele encheu meus intestinos de porra. Quando tirou a pica, ela tava suja de merda.
Saí correndo pro banheiro e caguei com muita dificuldade e dor, peguei meu rosto entre as mãos e chorei como nunca tinha chorado antes, sentia que merecia ser tratada daquele jeito, como uma puta. Quase dormi sentada na privada. Quando saí, meu marido disse que com certeza minha paciente tava me ensinando essas coisas estranhas, que usar lubrificante é coisa de vagabunda. Ele virou as costas e dormiu... Essa foi a pior noite da minha vida, não consegui dormir, precisava fazer alguma coisa, mas o quê?... Na manhã seguinte...
CONTINUA…

14 comentários - Sou enfermeira, não puta - 4ª parte

tiger36 +1
Wuauuuu. Increible la primera vez que un relato me vuela la cabeza de esa manera... Felicitaciones. 20 puntos.
Gracias
Excelente y cada vez más caliente van 10 pts.y gracias por mencionarme
Graciad a ustedes pir la buena onda
Seguir y comentar
@Yoymonse es imposible no comentar y nos encantaría un par de fotos de esa enfermera que nos tiene locos
Excelente ahora que mandea la mierda al marido come putas y aproveche a Don Rolo para que le llene esa vaginita de amor, de leche y sus bolsillos de dinero, jajajajajajaja
Que degenerado me he vuelto jajajajaja gracias por compartir
Ha y posdata el marido es gay.....
Ahora viene lo peor esperar la siguiente parte, asi se debe de sentir Don Rolo con esta enfermera
😊😊😊😜😜😜
Que lindo se esta poniendo la historia espero que llegue rapido el siguiente
Trío don Rolo, doña Laura y la enfermera???? Me encanta esta historia!!!!!!!
Gracias
Apoyo la moción! Se me vuela la cabeza!!
Que historia, a mi me paso algo similar mi mujer es enfermera.
Jonybjr +1
Cada vez más caliente esta historia, esperamos la otra parte
No es la historia más fiel del mundo pero el marido es un pelotudo. El lubricante lo usa cualquiera! Espero ansioso la continuación!!
por Dios! Me deja las cabezas estalladas!!! +10! y me quedo corto!