Quando você é transferido para um lugar exótico a trabalho, é importante conhecer a cultura do país antes de fazer qualquer coisa. Caso contrário, é muito fácil pisar na bola! Foi o que aconteceu com minha esposa pouco depois de nos mudarmos para Mianmar.
Lembro que desde que Maria visitou as reformas da casa onde íamos viver pelos próximos cinco anos, ela me avisou que não pensava em cuidar da limpeza sozinha.
―Se você quer que a gente viva aqui, vou precisar de ajuda.
Como me pagavam em euros e os salários naquelas terras eram ridículos, não vi nenhum problema e dei carta branca para ela resolver essa questão como achasse melhor, afinal ela era quem ia ter que lidar com a equipe de serviço.
Não sendo um assunto urgente por causa dos atrasos nas obras, Maria aproveitou que durante os dois primeiros meses vivíamos em um hotel para conhecer um pouco a cidade. Foi durante um de seus passeios por Yangon que ela conheceu uma senhora idosa que, sendo nativa daquele país, falava um pouco de inglês. Maria viu nela sua salvação e meio que a contratou como consultora para tudo. Dessa forma, na companhia de MAung, ela comprou os móveis que faltavam, conheceu as melhores lojas da cidade e até foi apresentada a algumas ocidentais para tomar café. Convencida de que tinha encontrado uma fofa, quando chegou a hora da mudança, ela também apresentou seu problema com a equipe de serviço.
―Eu consigo. Mulheres da minha vila, doces, bonitas, jovens e obedientes. Está bom?
Minha mulher, que é da irmandade do punho fechado, perguntou:
―E quanto vai me custar por mês?
―Não por mês, você paga 800 dólares americanos por cada uma e depois só comida e casa.
Acreditando que aquele dinheiro era a comissão da idosa por conseguir empregadas e que elas eram de uma origem tão humilde que ficariam satisfeitas com a manutenção, ela fez as contas e entendeu que, se durassem quatro meses, já teria coberto o gasto com folga. Por isso e pela confiança que tinha na mulher, aceitou sem pensar muito. claramente as consequências. ―Eu me mudo em duas semanas, acha que vou poder tê-las até lá? ―Claro, MAung mulher séria. Duas semanas, mulheres na sua casa….
Capítulo 1. Aung e Mayi chegam em casa.
A velha, achando que a reclamação da minha esposa era porque as considerava velhas, respondeu:
― Vinte e um e dezoito. Mas são virgens, a senhora quer comprovar?
Um absurdo desses deixou Maria desconfortável e, acreditando que naquela cultura uma empregada virgem era um sinal de status, respondeu que não era necessário. Depois disso, colocou as duas diretamente para limpar os restos da obra. Após três horas de trabalho, as pobres garotas não haviam tirado nem uma pausa. Minha esposa olhou o relógio e viu que já era hora do almoço. Como não havia preparado nada, por meio de gestos, levou as orientais para almoçar em um restaurante próximo.
As jovens, que não entendiam nada, se deixaram levar submissamente, mas ao ver que entravam em um restaurante, começaram a se olhar completamente alucinadas. Minha mulher achou que a confusão delas se devia ao fato de que, embora fosse um lugar popular, por serem de uma vila no meio da serra, nunca haviam estado em um lugar tão luxuoso. Mas quando tentou fazê-las sentar ao seu lado, as caras de terror delas foram tão grandes que ela teve que chamar a gerente, que falava inglês, para servir de tradutora. Depois de explicar a situação, a birmanesa começou a conversar com suas compatriotas. Como as duas garotas eram de uma região tão remota, seu dialeto foi mal entendido pela mulher e, depois de traduzir, ela disse:
― Senhora, essas duas meninas se recusam a sentar para comer com a senhora. Segundo elas, estariam menosprezando a esposa de seu dono. Preferem ficar de pé e comer quando a senhora terminar.
Sem conhecer a cultura, ela não deu importância à forma como se referiram a ela e, temendo ofender algum costume, começou a comer. As duas orientais se acalmaram, mas... Supondo que elas eram as empregadas, se recusaram a deixar os funcionários do local cuidarem de sua senhora. Por isso, cada vez que faltava água em seu copo, elas o reenchiam, e quando trouxeram os pratos seguintes, tiraram-nos das mãos dos garçons e foram elas mesmas que os colocaram na mesa.
Maria, que inicialmente estava desconfortável, ao notar o carinho com que ambas as garotas a tratavam, aceitou de bom grado aquele tratamento esplêndido e se convenceu de que tinha acertado em contratá-las. Terminada a refeição, pediu que preparassem algumas bandejas com comida para elas e, pagando a conta, saiu do local enquanto Aung e Mayi a seguiam carregando as bolsas.
Já em casa e desejando respirar um pouco, deixou-as na cozinha comendo enquanto ela foi tomar um café com as duas britânicas que havia conhecido. Como em outras tardes, encontrou-se com essas amigas num café perto da embaixada americana, famoso pelos seus gin tônicos.
O calor que fazia em Yangon naquele dia, junto com a conversa agradável, fez com que, sem perceber, minha esposa bebesse demais. Quase na hora do jantar, teve que pedir um táxi para voltar ao chalé. Ao descer do veículo, encontrou Aung, a mais velha das duas garotas, que havia saído para recebê-la e, vendo o estado em que ela estava, a ajudou a chegar até a cama.
Bêbada pra caralho, achou graça que as duas novinhas competissem para ver quem a despia, mas ainda mais divertidas foram os olhares cúmplices delas ao constatarem o tamanho dos seus peitos. Como as asiáticas costumam ser mais planas, ficaram maravilhadas com o volume exagerado das suas tetas, e por isso foi impossível tirar os olhos da minha esposa enquanto involuntariamente comparavam com os seus.
— Não são tão grandes assim! — protestou, morta de rir, e começando um jogo inocente cujas consequências nunca previu, pegou-os com as mãos e disse: — Toquem, são naturais!
Como não entenderam suas palavras, foram seus gestos que interpretaram mal, acreditando que minha mulher ordenava que se Elas as chuparam, um tanto hesitantes, olharam para ela tentando confirmar que era isso que a patroa queria.
―Toquem-nas, elas não mordem!― insistiu, vendo a indecisão das duas garotas.
Mayi, a mais nova e mais morena das duas, dando um passo à frente, obedeceu e, pegando um dos dois seios que lhe eram oferecidos entre suas mãos, levou-o até a boca e começou a mamar. Totalmente paralisada pela surpresa, minha esposa ficou olhando enquanto sua companheira, segurando o outro, a imitou.
Maria demorou alguns segundos para reagir porque, no seu íntimo, sentir aquelas duas línguas percorrendo seus mamilos não lhe pareceu desagradável, mas ao pensar que suas empregadas birmanesas estavam apenas obedecendo, sentiu-se suja e, separando-as de seus seios, mandou-as dormir.
As birmanesas demoraram a entender que minha esposa estava as expulsando do quarto e, achando que haviam falhado, com lágrimas nos olhos desapareceram pela porta enquanto, na cama, Maria tentava assimilar o que havia acontecido. A dor que refletiam em seus rostos era tal que ela soube que, de alguma forma, as havia decepcionado.
«Na Birmânia, a figura do patrão deve ser parecida com a de um senhor feudal», murmurou entre dentes, lembrando que estes tinham direito à primeira noite: «Elas acharam que eu estava ordenando que satisfizessem minhas necessidades sexuais e, em vez de se indignarem, viram como algo natural».
A certeza de que eram diferenças culturais não diminuiu o tesão que sentiu ao saber que poderia fazer com elas o que bem entendesse. Embora nunca se considerasse bissexual e seu único contato com uma mulher tivesse sido uns amassos inocentes com uma colega de escola, Maria ficou excitada pensando no poder que teria sobre aquelas duas garotas e, levando a mão até a virilha, começou a se masturbar sonhando que, quando eu voltasse da viagem, me surpreenderia com uma noite cheia de prazer…
―Bom dia― conseguiu dizer antes que Mayi a obrigasse a levantar da cama, dizendo algo que ela não conseguiu entender.
A alegria da garota dissolveu suas reticências e, sem reclamar, ela a acompanhou até o banheiro. Lá, a mais velha, Aung, desabotoando seu camisola, tirou-a, deixando-a completamente nua sobre os azulejos e, chamando a outra oriental, entre as duas a ajudaram a entrar na banheira.
«Que delícia!», pensou ao sentir a espuma morna sobre sua pele e, fechando os olhos, achou que estava no paraíso.
Ainda estava assimilando que, a partir daquele dia, suas empregadas teriam o banho preparado para quando acordasse, quando notou que uma das mulherzinhas havia pegado uma esponja e começado a ensaboá-la.
«Adoro ser mimada!», exclamou mentalmente, satisfeita ao experimentar as mãozinhas de Maya percorrendo com a barra de sabão seus seios.
Embora as duas garotas não parecessem ter outra intenção além de banhá-la, Maria não pôde reprimir um gemido quando sentiu as carícias de quatro mãos sobre sua anatomia.
«Estou ficando com tesão», refletiu e, já com sua buceta encharcada, involuntariamente separou os joelhos ao notar que Aung aproximava a esponja de sua virilha.
A birmanesa interpretou que sua chefe estava dando abertura e, sem pensar duas vezes, usou seus dedinhos para acariciar a buceta depilada da ocidental. Com uma doçura que impediu minha mulher de reclamar, separou as dobras de sua vulva e concentrou-se no botão ereto que escondiam.
―Meu Deus! Como eu gosto!― gritou quando a outra garota se fez notar, levando sua boca até um dos enormes seios de sua chefe.
O duplo estímulo ao... A vontade que estava sendo subjugada venceu toda resistência e, soltando um grito, ela exigiu que continuassem com as carícias lésbicas. Aung, talvez mais experiente que a mais nova, aumentou a velocidade com que torturava o clitóris da minha esposa, enquanto Mayi alternava de um peito ao outro sem parar de mamar.
"Vou gozar!", pensou, já descontrolada e desejando que seu corpo liberasse a tensão acumulada. Ela fez algo que nunca imaginou que teria coragem: esquecendo qualquer resquício de sanidade, introduziu a mão sob o vestido da mais velha em busca de seu sexo.
"Ela não está de calcinha e está com tesão!", entusiasmada, descobriu ao sentir que estava encharcada quando seus dedos exploraram diretamente a caverna da mulherzinha. Aung, longe de tentar se esquivar daquela carícia, buscou o contato movendo os quadris enquanto introduzia um par de dedos dentro da boceta da minha esposa.
Saber que estava no comando de uma não foi suficiente e, repetindo a mesma manobra sob a saia da mais nova, confirmou que a moreninha também tinha sua xoxota encharcada. Com uma sensação desconhecida até então, ela gozou soltando um gemido e não reclamou ao sentir as carícias. Mesmo tendo alcançado o orgasmo, isso não impediu que minha esposa continuasse ardendo e, enquanto masturbava com cada mão uma das orientais, quis ver até onde ia a entrega delas e, por meio de gestos, ordenou que se despissem.
A primeira a entender o que Maria estava dizendo foi a mais velha das duas que, com um brilho especial nos olhos, se levantou e, sem parar de olhar para sua chefe, tirou a camiseta que vestia.
Minha esposa, posteriormente me confessou, ao admirar os peitinhos minúsculos da birmanesa não aguentou mais e, sem esperar que ela tirasse a saia, exigiu que se aproximasse. Ao tê-la ao seu lado, pela primeira vez, abrindo a boca, saboreou o sabor de um mamilo de mulher.
A pequena aréola da garota reagiu instantaneamente àquela carícia úmida, contraindo-se. Maria, ao... Para comprovar, ela procurou a outra e, com um desejo insano, começou a chupá-la enquanto Aung terminava de se despir. Assim que a viu pelada, fez com que entrasse na banheira com ela e, colocando-a entre suas pernas, deleitou-se contemplando o striptease da segunda.
―Que gostosa você está! ― exclamou, mesmo sabendo que a garota era capaz de entendê-la ao admirar a harmonia de suas formas pequenas e preciosas.
Dotada de seios um pouco maiores que os da outra oriental, ela era maravilhosa, mas somando a isso a cinturinha de pilão e seu bumbum grande e apertado, Mayi lhe pareceu simplesmente irresistível. Estimulada pela sensação de poder ao saber que aquelas duas não negariam nenhum capricho, chamou-a para perto, dizendo:
―Você está para comer!
A garota deve ter entendido o elogio, porque ao entrar no jacuzzi, em vez de deitar-se ao lado de Maria, ficou de pé e, aproximando sua buceta do rosto da minha esposa, ofereceu-a como homenagem. Por alguns instantes, minha esposa hesitou, porque nunca tinha chupado uma buceta, mas ao observar aqueles lábios tão apetitosos, sua boca encheu de água e, esticando a língua, começou a saborear a iguaria que aquela garota tinha entre as pernas.
―Porra, está uma delícia! ― exclamou, confusa, ao perceber a razão que seu marido tinha ao insistir em chupar sua xota a toda hora.
Aung, que até então havia permanecido entre as pernas de sua dona sem se mover, viu a oportunidade de começar a beijar minha esposa com uma paixão desconhecida.
Maria estava tão concentrada na buceta de Mayi que mal percebeu os beijos da outra mulher. Vocês devem estar se perguntando o porquê. A razão foi que, ao separar as dobras da garota, de repente ela descobriu que ela tinha o hímen intacto.
"Não pode ser!" pensou e, lembrando das palavras da anciã, por isso, deixando a garota insatisfeita, exigiu que a mais velha mostrasse sua vulva. Levantando-se e separando os lábios, ela mostrou o interior de sua buceta.
Exatamente como ela havia garantido, Aung ela também era virgem!.
Foi então que, como se uma laje tivesse caído sobre ela, essa descoberta confirmou que, de alguma forma que ela não conseguia compreender, aquelas duas garotas acreditavam ser sua obrigação satisfazer todos e cada um dos seus desejos, mesmo que não quisessem. Sua consciência apagou de uma só vez o fogo que ardia dentro dela e, em silêncio, ela saiu da banheira quase chorando.
"Sou uma porca. Coitadinhas das crianças!", martelava seu cérebro enquanto vestia um roupão.
Maria não tinha dúvidas de que uma jovem que ainda tivesse o hímen intacto não se comportaria assim sem uma razão muito forte. Por isso, e mesmo que as birmanesas acompanhassem seus movimentos de dentro da banheira, ela saiu do banho rumo ao seu quarto.
A certeza de que algo estranho motivava aquele comportamento se confirmou quando, menos de um minuto depois, as duas princesinhas chegaram e, caindo de joelhos, começaram a beijar seus pés enquanto diziam algo como "perdão".
Admitindo que não havia motivo algum para que Anung e Mayi sentissem que haviam falhado com ela, ela só pôde constatar que aquilo as aterrorizava, e isso fortaleceu seus temores. Por isso, decidiu que iria falar com a idosa que as havia conseguido—
"Preciso fazê-las ver que não estou brava com elas", disse para si mesma e, dando à sua voz um tom suave e aos seus gestos toda a ternura que pôde, levantou-as do chão e secou suas lágrimas.
A reação das garotas, abraçando-a enquanto em sua língua agradeciam por tê-las perdoado, confirmou sua decisão de descobrir o que estava acontecendo. Por isso, assim que se vestiu, foi se encontrar com Maung.
Capítulo 2. Maria descobre que não as contratou, mas sim comprou.
Por isso, ao chegar à casa da senhora, aceitou um chá antes de apresentar suas dúvidas. Maung entendeu que sua visita estava relacionada às duas garotas e, antes que ela explicasse o que acontecia, perguntou diretamente:
― O que achou das minhas conterrâneas? São tão obedientes como eu disse?
― Demais! ― respondeu, agradecida por ela ter puxado o assunto. ― Nunca fazem cara feia, não importa o que eu peça.
Foi então que a anciã, sorrindo, respondeu:
― Fico feliz. Para elas foi uma sorte uma pessoa como você tê-las comprado, já que o destino normal teria sido acabar num bordel.
Maria não assimilou que as havia comprado e ficou apenas com a parte do "destino normal", por isso insistiu:
― Por que diz isso?
A senhora, dando outro gole no chá, respondeu:
― Infelizmente nasceram numa casa onde os pais eram tão pobres que nunca poderiam pagar um dote, então desde pequenas foram educadas para que, na hora certa, se tornassem concubinas de algum ricaço, embora o comum fosse acabar com os ossos num antro da capital.
E reforçando seu fim inevitável, confessou:
― Eu mesma fui uma dessas meninas e, aos quinze anos, fui vendida a um pedófilo, mas a sorte quis que conhecesse meu falecido marido, e ele me recomprou. Desde então, busco livrar minhas conterrâneas desse inferno! Por isso arrumo acomodação para elas em famílias como a sua, onde sei que serão bem tratadas.
― Está me dizendo que sou a "dona" delas?
― Isso mesmo. Aung e Mayi tiveram muita sorte. Sei que servindo a você e a seu marido, essas duas garotinhas serão felizes. Elas mesmas me disseram ao vê-la que nunca tinham visto uma mulher tão linda e se comprometeram comigo a tornar a vida dela o mais "prazerosa" possível.
O tom com que ele pronunciou "prazerosa" confirmou para ela que, de alguma forma, ele desconfiava que sua visita se devia ao fato de que aquelas duas já haviam começado a cumprir essa promessa. Maria ficou tão sem graça que só conseguiu baixar o olhar e, com voz trêmula, perguntar:
―E meu marido? O que vai pensar quando descobrir?
―Ele deve saber o que elas são! Pense que, enquanto não tiverem sido desfloradas por ele: seus pais poderiam revendê-las a outros senhores!
Segundo minha esposa, quando ouviu que as duas mulherzinhas ainda não tinham certeza se eu não me deitava com elas, isso a convenceu de uma vez por todas de que nunca se perdoaria se elas acabassem num puteiro. E, despedindo-se da anciã, prometeu que, assim que chegasse à Birmânia, as colocaria na minha cama.
Durante o caminho de volta para casa, minha mulher teve tempo de assimilar a conversa e foi então que caiu sobre ela a responsabilidade de fazer felizes aquelas duas garotinhas. Como não tínhamos filhos, decidiu que, de certa forma, as adotaria e faria com que eu também as acolhesse.
«Sou a dona delas», murmurou entre dentes, «devo zelar pelo bem-estar delas».
Sem perceber, ela havia aceitado seu papel e, por isso, ao entrar em casa, pareceu-lhe normal que Mayi a recebesse de joelhos e lhe tirasse os sapatos, seguindo os costumes daquele país. Já descalça, chamou Aung e, levando-as até seu quarto, abriu o guarda-roupa e procurou algumas roupas que pudessem servir para elas.
As birmanesas não sabiam o que sua chefe queria, mas mesmo assim, durante cinco minutos, permaneceram expectantes, tentando adivinhar suas intenções. Supondo que ela precisasse delas para se trocar, quando terminou de escolher as peças que queria experimentar nelas, as duas começaram a despirá-la.
A ternura com que desabotoaram sua blusa não impediu que ela se recusasse e, mais excitada do que gostaria de admitir, Por gestos, pediu à mais velha que tirasse a camisola que estava vestindo. Aung, com um sorriso, livrou-se dela e, olhando para sua dona, aproximou-se e ofereceu seus seios, dizendo:
―São seus, minha senhora.
A surpresa da minha mulher foi total ao ouvi-la falar em espanhol e, por isso, não hesitou em perguntar se ela conhecia seu idioma. A oriental, morta de rir, pegou um dicionário da estante e, procurando uma palavra nele, respondeu:
―Mayi e eu querer aprender.
Imitando a garota, Maria procurou naquele livro a tradução para birmanês e disse:
―Eu e meu marido vamos ensinar vocês.
Seus rostros radiarem de felicidade e, buscando os lábios da minha mulher, as duas garotas começaram a beijá-la rindo enquanto praticavam as primeiras palavras em espanhol.
―Senhora, deixar amar.
Por meio de suaves empurrões, deitaram minha mulher na cama. Maria, morta de rir, deixou que fizessem e, de entre os lençóis, observou como se despiam. Seus corpos lindos ao natural fizeram a buceta da minha mulher ficar encharcada e, já completamente dominada pela urgência de possuí-las, chamou-as para perto, dizendo:
―Venham, vadias.
Tanto Mayi quanto Aung responderam à ordem de sua dona miando como gatinhas e, já sem roupa, correram para seus braços. Assim que subiram no colchão, terminaram de despi-la e, com grande ternura, apoderaram-se de seus seios com os lábios. As carícias das línguas dessas garotas fizeram que da garganta de Maria saísse um primeiro gemido.
―Eu adoro!― soluçou minha esposa ao sentir duas línguas percorrendo as bordas de seus mamilos.
As orientais, ao comprovar o resultado de seus carinhos, aumentaram a pressão, encaixando suas bocetas contra as pernas de sua dona. Segundo minha mulher me confessou, ela ficou louca ao sentir a umidade daquelas bucetinhas roçando contra suas coxas e, descendo as mãos pelos corpos minúsculos das garotas, apoderou-se de suas bundas.
Mayi, ao notar a palma da mulher acariciando suas nádegas, buscou sua boca e, forçando seus lábios, beijou-a enquanto com suas... Seus dedinhos separavam as dobras de sua dona. Incapaz de reagir, Maria colaborou com a novinha, afastando os joelhos. Foi então que Aung viu sua chance e, deslizando sobre os lençóis, levou sua boca até a virilha da minha mulher.
Ao sentir o duplo estímulo das pontinhas dos dedos da menor e a língua da mais velha, ela achou que não demoraria para gozar e, desejando devolver parte do prazer que estava recebendo, levou sua própria boca até os peitinhos pequenos de Mayi e, tomando conta de seu mamilo, começou a mamar com paixão. A novinha gemeu ao sentir a doce tortura dos dentes de sua dona e, dominada pela luxúria, foi rastejando pelo corpo da minha mulher até conseguir colocar sua buceta na altura de sua boca. Maria, ao ver as intenções da garota, sorriu enquanto dizia:
―Minha putinha quer que sua dona coma sua bucetinha?― e sem se importar que ela não entendesse, diretamente a levantou e a colocou de cavalinho sobre seu rosto.
Enquanto Aung explorava o terreno, introduzindo um par de dedinhos dentro do canal apertado de sua dona, Maria começou a lamber a buceta da outra com uma urgência que a surpreendeu. O sabor docinho daquela bucetinha virgem despertou seu lado mais lésbico e, se deliciando, buscou o prazer da novinha mordiscando seu clitóris já ereto.
O soluço que saiu da garganta da oriental revelou que ela estava tendo sucesso, mas reservando seu hímen para mim, se absteve de meter nenhum dedo dentro daquela buceta virgem e usou para isso sua língua. A garota, ao conhecer pela primeira vez o amor de sua dona, soltou um grito e, como se uma torneira tivesse sido aberta em sua virilha, jorrou um riachinho do qual Maria bebeu sem parar.
A satisfação que sentiu ao notar que a menina estava gozando a esquentou ainda mais e, usando sua língua como se fosse uma colher, absorveu o fluxo morno de Mayi enquanto todo seu corpinho tremia com uma violência inusitada. Justo nesse momento, minha esposa sentiu que os dedos de Aung iam mais fundo e estavam... acaricieiando sua entrada traseira.
―O que você está fazendo?― perguntou com a pele arrepiada, já que ninguém nunca havia ousado mexer naquele buraco escuro.
A moreninha, achando que ela estava gostando, aumentou o assédio ao seu esfíncter, enfiando uma de suas pontas dos dedos dentro. Maria, embora indignada, não achou justo punir a ousadia da garota, mas mesmo assim a chamou à ordem dando uma palmadinha suave em sua bunda. Aung pensou que, de alguma forma, sua dona queria brincar com ela e, ficando de quatro sobre o colchão, disse em espanhol:
―Sou sua.
Ver a garota daquela maneira fez minha mulher sentir novamente que era sua dona e, desejando exercer esse poder, se atirou sobre ela. A garota não esperava que, colocando-se atrás dela, Maria levasse as mãos até seus seios e, enquanto fingia montá-la, torcesse suavemente seus mamilos enquanto sussurrava em seu ouvido:
―Estou louca para ver como meu marido vai foder vocês.
Como se a tivesse entendido, a birmanesa começou a esfregar sua bunda contra a boceta da minha mulher, soltando pequenos gemidos. Ao ouvir o desejo que a garota demonstrava, Maria entendeu que não poderia esperar minha chegada para fazer uso de sua propriedade e, desejando pela primeira vez ter um pênis entre suas pernas, usou as mãos para abrir suas duas nádegas. Esse simples gesto, além de permitir que ela visse um ânus rosado e apertado, fez com que Mayi erroneamente achasse que sua dona queria desvirginá-lo. Por isso, ela se levantou da cama e, pegando uma escova de madeira da mesinha, passou-a para que Maria usasse.
No início, Maria não entendeu por que ela estava dando isso, até que, mostrando a língua, a moreninha a cobriu com sua saliva e, por meio de gestos, explicou que era para usar no cu de sua companheira. Foi então que ela entendeu que aquelas duas haviam mantido a virgindade apenas pela entrada da frente, mas haviam dado vazão à sua sexualidade pela traseira.
Essa descoberta a excitou demais e, vencendo sua relutância anterior, passou as pontas dos dedos por O cu da Aung, enquanto ela gemia descaradamente, deixava claro que queria ser usada. Vendo a indecisão da minha esposa, Mayi foi ajudá-la e, colocando-se ao seu lado, molhou um dedo na buceta da novinha e, sem esperar permissão, enfiou no cu dela.
― Ummm ― gemeu Aung, aprovando a manobra.
A naturalidade com que recebeu o dedo da amiga lá dentro confirmou para Maria que aquelas garotas já tinham feito isso antes. Então, colocando Mayi no lugar dela, ordenou que continuasse. A moreninha não fez cerimônia e, ensopando bem os dedos na xota da amiga, usou-os para relaxar aquele objeto de desejo enquanto minha esposa observava.
"Que erótico!", Maria teve que admitir ao ouvir os gemidos contínuos que saíam da garganta de Aung ao sentir aquela carícia na sua bunda. Com a própria buceta encharcada, levou uma das mãos até lá e começou a se masturbar, sem parar de observar como Mayi tinha dois dedos dentro do intestino da outra.
Assumindo que o cu da Aung já estava relaxado, a oriental pegou a escova e começou a enfiar lentamente. A novinha gritou de prazer, e isso deu à amiga a chance de enfiar por completo, sob o olhar atento de sua dona. A paixão que aquelas duas garotas demonstraram venceu todas as suas hesitações, e minha esposa, substituindo Mayi, tomou o instrumento e começou a meter e sacar rapidamente.
― Você gosta, não é, sua puta? ― perguntou, tomada por uma excitação transbordante, e, sem esperar resposta, deu um tapa para fazê-la se mexer.
A garota gemeu de prazer enquanto Maria continuava a foder sua bunda sem piedade. Mayi, percebendo que sua dona estava excitada, aproximou-se para acariciá-la. Foi tão grande o turbilhão de sensações que minha mulher estava experimentando que, quando a outra garota começou a acariciar seu clitóris, puxou seus cabelos e a obrigou a chupar sua buceta.
Mal sentiu a língua da novinha percorrendo seus lábios, ela gozou, soltando um grito que durou um bom tempo. porque sua escrava, sabendo que essa era sua função, continuou lambendo a buceta de sua dona enquanto ela dava conta do rabo de sua amiga. Unindo um clímax ao outro, Maria aproveitou o prazer de comer e ser comida até que, exausta, caiu sobre os lençóis e, enquanto se recuperava de tanto prazer, se perguntou como faria para que eu permitisse que ela ficasse com aquelas duas gostosas tão "atentas".
5 comentários - Mi esposa se compro dos esclavas por error!!
Caliente fantasía, van 4 puntos.