Quando você é transferido a trabalho pra um lugar exótico, é importante antes de qualquer coisa conhecer a cultura do país. Caso contrário, é muito fácil pisar na bola! Foi o que aconteceu com a minha mulher pouco depois de a gente se mudar pra Mianmar.
Lembro que desde que a Maria visitou as reformas da casa onde a gente ia morar pelos próximos cinco anos, ela me avisou que não ia se ocupar da limpeza.
— Se você quer que a gente more aqui, vou precisar de ajuda.
Como eu recebia em euros e os salários naquelas terras eram ridículos, não vi problema nenhum e deixei ela resolver essa parada do jeito que achasse melhor, afinal era ela quem ia ter que lidar com o serviço.
Como não era um assunto urgente por causa dos atrasos nas obras, a Maria aproveitou que nos dois primeiros meses a gente morava num hotel pra conhecer um pouco a cidade. Foi durante um dos passeios dela por Yangon que ela conheceu uma velhinha que, sendo natural daquele país, falava um pouco de inglês. A Maria viu nela a salvação e meio que a contratou como consultora pra tudo. Assim, na companhia da Maung, ela comprou os móveis que faltavam, conheceu as melhores lojas da cidade e até apresentou umas ocidentais pra tomar café. Convencida de que tinha achado uma fofa, na hora da mudança também contou o problema com o serviço.
— Eu arrumo. Mulheres da minha vila, doces, gostosas, jovens e obedientes. Tá bom pra senhora?
Minha mulher, que é da turma do punho fechado, perguntou:
— E quanto vai me custar por mês?
— Não por mês. A senhora paga 800 dólares americanos por cada uma e depois só comida e casa.
Achando que esse dinheiro era a comissão da velhinha pra arrumar umas empregadas e que elas eram de uma origem tão humilde que com a comida e moradia já ficavam satisfeitas, ela fez as contas e entendeu que se durassem quatro meses já cobria o gasto. Por isso e pela confiança que tinha na mulher, aceitou sem pensar duas vezes. claramente as consequências.
—Vou me mudar em duas semanas, acha que consigo tê-las até lá?
—Claro, minha senhora séria. Duas semanas, mulheres na sua casa…
Capítulo 1. Aung e Mayi chegam em casa.
Maria, que no começo estava desconfortável, ao notar o mimo com que as duas meninas a tratavam, aceitou de bom grado esse tratamento esplêndido e se convenceu de que tinha acertado ao contratá-las. Terminando, pediu que preparassem umas bandejas de comida para elas e, pagando, saiu do local enquanto Aung e Mayi a seguiam carregando as sacolas.
Já em casa e querendo dar uma pausa, deixou elas na cozinha comendo enquanto ela ia tomar um café com as duas britânicas que tinha conhecido. Como em outras tardes, marcou encontro com essas amigas num café perto da embaixada americana, famoso pelos seus gin tônicas.
O calor que fazia naquele dia em Yangon, junto com a conversa agradável, fez com que, sem perceber, minha esposa bebesse demais e, já quase na hora do jantar, tivesse que pedir um táxi pra voltar pro chalé. Ao descer do carro, se deparou com Aung, a mais velha das duas moças, que tinha saído pra recebê-la e, vendo o estado em que ela estava, ajudou-a a chegar até a cama.
Bêbada pra caralho, achou graça que as duas crias competissem pra ver quem ia despí-la, mas mais ainda os olhares cúmplices delas ao conferir o tamanho dos peitos dela. Como as asiáticas são mais murchinhas, ficaram admiradas com o volume exagerado das tetas dela e, por isso, não conseguiram tirar os olhos da minha esposa enquanto, sem querer, comparavam com as delas.
— Não são tão grandes assim! — protestou morrendo de rir e, iniciando um jogo inocente cujas consequências ela nunca previu, pegou os peitos delas com as mãos e disse: — Toca, são naturais!
Como não entenderam as palavras dela, foram os gestos que interpretaram errado e, achando que minha mulher estava mandando elas tocarem, Chuparam, meio sem graça, olharam pra ela tentando confirmar se era aquilo que a patroa queria.
—Toca, não morde! — insistiu, vendo a indecisão das duas garotas.
Mayi, a mais nova e morena das duas, deu um passo à frente, obedeceu e, pegando um dos peitos que lhe ofereciam com as mãos, levou até a boca e começou a mamar. Totalmente paralisada de surpresa, minha mulher ficou olhando pra ela enquanto a companheira, segurando o outro, a imitou.
Maria demorou uns segundos pra reagir porque, no fundo, sentir aquelas duas línguas percorrendo os mamilos não foi desagradável, mas ao pensar que suas supostas criadas estavam só obedecendo, se sentiu suja e, separando-as dos peitos, mandou elas dormirem.
As birmanesas demoraram pra entender que minha mulher as estava expulsando do quarto e, achando que tinham falhado, com lágrimas nos olhos sumiram pela porta enquanto, na cama, Maria tentava processar o que tinha acontecido. A dor estampada nos rostos delas era tanta que ela soube que, de algum jeito, as tinha decepcionado.
«Na Birmânia, a figura do patrão deve ser tipo um senhor feudal», resmungou entre os dentes, lembrando que esses caras tinham direito à primeira noite: «Elas acharam que eu tava mandando satisfazer minhas necessidades sexuais e, em vez de se indignar, viram como algo natural».
A certeza de que eram diferenças culturais não diminuiu o tesão que sentiu ao saber que poderia fazer com elas o que bem entendesse. Embora nunca tivesse se considerado bi e seu único contato com uma mulher tivesse sido uns amassos inocentes com uma colega de escola, Maria se excitou pensando no poder que teria sobre aquelas duas meninas e, descendo a mão até a boceta, começou a se masturbar sonhando que, quando eu voltasse da viagem, ela me surpreenderia com uma noite cheia de prazer…
— Bom dia — conseguiu dizer antes que Mayi a obrigasse a levantar da cama, falando algo que ela não entendeu.
A alegria da garota dissolveu suas hesitações e, sem reclamar, ela a acompanhou até o banheiro. Lá, a mais velha, Aung, desabotoou a camisola dela, tirou-a, deixando-a completamente nua sobre os azulejos, e chamando a outra oriental, as duas juntas ajudaram ela a entrar na banheira.
«Que delícia!», pensou ao sentir a espuma morna na pele e, fechando os olhos, achou que estava no paraíso.
Ela ainda estava processando que, a partir daquele dia, as criadas deixariam o banho pronto pra quando ela acordasse, quando sentiu que uma das mulherzinhas pegou uma esponja e começou a ensaboá-la.
«Adoro ser mimada!», exclamou mentalmente, satisfeita, ao sentir as mãozinhas de Maya passando a barra de sabão pelos peitos dela.
Embora as duas garotas não parecessem ter outra intenção além de dar banho nela, Maria não conseguiu segurar um gemido quando sentiu as carícias de quatro mãos no corpo dela.
«Tô ficando com tesão», pensou, e já com a buceta encharcada, involuntariamente separou os joelhos quando sentiu que Aung aproximava a esponja da virilha dela.
A birmanesa interpretou que a chefe estava dando abertura e, sem pensar duas vezes, usou os dedinhos pra acariciar a buceta depilada da ocidental. Com uma doçura que impediu minha esposa de reclamar, separou os lábios da boceta dela e se concentrou no botãozinho ereto que escondiam.
— Deus! Como eu gosto disso! — berrou quando a outra garota se fez notar, levando a boca até um dos peitões da chefe.
O estímulo duplo fez que estava sendo submetida venceu toda resistência e, dando um grito, exigiu que continuassem com as carícias lésbicas. Aung, talvez mais experiente que a mais nova, aumentou a velocidade com que torturava o clitóris da minha esposa enquanto Mayi alternava de um peito ao outro sem parar de chupar.
«Vou gozar!», pensou já descomposta e desejando que seu corpo liberasse a tensão acumulada, fez algo que nunca imaginou que teria coragem de fazer: esquecendo qualquer resquício de sanidade, enfiou a mão por baixo do vestido da mais velha em busca da sua buceta.
«Ela não tá de calcinha e tá com tesão!», animada, descobriu ao sentir que estava encharcada quando seus dedos cutucaram diretamente a gruta da mulher pequenina. Aung, longe de tentar se esquivar da carícia, buscou o contato mexendo os quadris enquanto enfiava um par de dedos dentro da boceta da minha esposa.
Saber que estava no comando de uma não foi suficiente e, repetindo a mesma manobra por baixo da saia da mais nova, confirmou que a moreninha também tinha a periquita ensopada e, com uma sensação desconhecida até então, gozou soltando um gemido — não reclamou ao sentir as carícias. Mesmo tendo alcançado o orgasmo, isso não impediu que minha esposa continuasse fervendo e, enquanto masturbava com cada mão uma das orientais, quis ver até onde ia a entrega delas e, por meio de sinais, ordenou que se despissem.
A primeira a entender o que Maria estava dizendo foi a mais velha das duas que, com um brilho especial nos olhos, se levantou e, sem tirar os olhos da chefe, tirou a camiseta que vestia.
Minha esposa, depois, me confessou que, ao admirar os peitinhos minúsculos da birmanesa, não aguentou mais e, sem esperar que ela tirasse a saia, exigiu que se aproximasse e, ao tê-la ao lado, pela primeira vez, abrindo a boca, saboreou o gosto de um mamilo de mulher.
A pequena aréola da moça reagiu na hora àquela carícia úmida, se contraindo. Maria, ao pra conferir, ela procurou a outra e, com um desejo insano, começou a chupar o pau dela enquanto Aung terminava de se despir. Assim que a viu pelada, fez ela entrar na banheira junto com ela e, colocando-a entre suas pernas, se deleitou vendo o striptease da segunda.
— Que gostosa você é! — exclamou, mesmo sabendo que a novinha era capaz de entendê-la, ao admirar a harmonia de suas formas pequenas e preciosas.
Com uns peitos um pouco maiores que os da outra oriental, ela era maravilhosa, mas se somasse isso à cinturinha de pilão e à bunda grande e firme, Mayi ficou simplesmente irresistível. Aguçada pela sensação de poder que saber que aquelas duas não negariam nenhum capricho, chamou-a para perto, dizendo:
— Você está de dar água na boca!
A novinha deve ter entendido o elogio, porque ao entrar na jacuzzi, em vez de deitar ao lado de Maria, ficou de pé e, aproximando a buceta do rosto da minha mulher, ofereceu-a como homenagem. Por uns instantes, minha esposa hesitou, porque nunca tinha comido uma buceta, mas ao ver aqueles lábios tão apetitosos, ficou com água na boca e, esticando a língua, começou a saborear o manjar que aquela menina tinha entre as pernas.
— Porra, é uma delícia! — exclamou confusa ao perceber que o marido tinha razão em insistir em chupar a xereca dela toda hora.
Aung, que até então tinha ficado entre as pernas da dona sem se mexer, viu a oportunidade e começou a beijar minha mulher com uma paixão desconhecida.
Maria estava tão concentrada na buceta de Mayi que mal percebeu os beijos da outra mulher. Vocês vão perguntar por quê. A razão foi que, ao separar os lábios da garota, de repente se deparou com o hímen intacto.
«Não pode ser!» pensou e, lembrando das palavras da velha, por isso, deixando a menina insatisfeita, exigiu que a mais velha mostrasse a vulva. Levantando-se e separando os lábios, mostrou o interior da buceta.
Exatamente como ela tinha garantido, Aung Ela também era virgem!
Foi então que, como se uma laje tivesse caído sobre ela, essa descoberta confirmou que, de alguma forma que ela não conseguia compreender, aquelas duas meninas acreditavam que era obrigação delas satisfazer todos e cada um dos seus desejos, mesmo que não quisessem. Sua consciência apagou de um sopro o fogo dentro dela e, em silêncio, saiu da banheira quase chorando.
"Sou uma porca. Pobres criaturinhas!", martelou seu cérebro enquanto vestia um roupão.
Maria não teve dúvidas de que uma jovem que ainda tivesse o hímen intacto não se comportaria daquele jeito sem um motivo de peso. Por isso, e embora as birmanesas continuassem a observá-la de dentro da banheira, ela saiu do banheiro em direção ao seu quarto.
A certeza de que algo estranho motivava aquele comportamento se confirmou quando, em menos de um minuto, aquelas duas princesinhas chegaram e, caindo de joelhos, começaram a beijar seus pés enquanto diziam algo como "perdão".
Admitindo que não havia motivo algum para Anung e Mayi sentirem que tinham falhado com ela, ela só pôde constatar que aquilo as aterrorizava, e isso reforçou seus medos. Então, decidiu que iria falar com a velha que as havia arranjado.
"Preciso fazer com que elas vejam que não estou brava com elas", disse a si mesma e, dando à sua voz um tom suave e a seus gestos toda a ternura que pôde, levantou-as do chão e enxugou suas lágrimas.
A reação das garotas, abraçando-a enquanto agradeciam em seu idioma por tê-las perdoado, confirmou sua decisão de descobrir o que estava acontecendo. Por isso, assim que se vestiu, foi falar com Maung.
Capítulo 2. María descobre que não as contratou, mas sim comprou.
Por isso, ao chegar na casa da senhora, aceitou um chá antes de expor suas dúvidas. Maung entendeu que a visita tinha a ver com as duas crias e, antes que ela explicasse o que estava rolando, perguntou na lata:
— O que achou das minhas conterrâneas? São tão obedientes quanto eu falei?
— Demais! — respondeu, grata por ela ter puxado o assunto. — Nunca fazem cara feia, não importa o que eu peça.
Foi então que a velha, sorrindo, respondeu:
— Que bom. Pra elas foi uma sorte uma pessoa como a senhora ter comprado elas, porque o destino normal delas seria acabar num puteiro.
Maria não processou o "comprado" e só ficou com a parte do "destino normal", então insistiu:
— Por que você diz isso?
A senhora, dando outro gole no chá, respondeu:
— Infelizmente, nasceram numa casa onde os pais eram tão pobres que nunca iam conseguir pagar um dote, então desde pequenas foram criadas pra, na hora certa, virar concubinas de algum ricaço, embora o mais comum é que acabem num bordel da capital.
E, reforçando o fim inevitável, confessou:
— Eu mesma fui uma dessas meninas. Com quinze anos, me venderam pra um pedófilo, mas a sorte fez eu conhecer meu falecido marido, que me comprou de volta. Desde então, eu busco livrar minhas conterrâneas desse inferno! Por isso arrumo lugar pra elas em famílias como a sua, onde sei que vão ser bem tratadas.
— A senhora tá me dizendo que eu sou a "dona" delas?
— Isso mesmo. Aung e Mayi tiveram muita sorte. Sei que servindo a senhora e ao O marido dela, essas duas criancinhas vão ser felizes. Elas mesmas me disseram quando te viram que nunca tinham visto uma mulher tão gostosa e se comprometeram comigo a fazer a vida dela o mais "prazerosa" que pudessem.
O tom com que ele disse "prazerosa" confirmou pra ela que, de algum jeito, já desconfiava que a visita dela era porque as duas já tinham começado a cumprir essa promessa. Maria ficou tão sem graça que só conseguiu baixar o olhar e, com a voz trêmula, perguntar:
— E meu marido? O que ele vai pensar quando souber?
— Ele tem que saber o que elas são! Pense que, enquanto não forem desfloradas por ele, os pais delas podem revendê-las pra outros donos!
Segundo minha esposa, quando ouviu que as duas mocinhas ainda não tinham certeza se eu não tava transando com elas, isso acabou de convencê-la de que nunca se perdoaria se elas fossem parar num puteiro. E, se despedindo da velha, prometeu que assim que chegasse na Birmânia, ia meter elas na minha cama.
Durante o caminho de volta pra casa, minha mulher teve tempo de digerir a conversa e foi aí que caiu sobre ela a responsabilidade de fazer essas duas criancinhas felizes. Como não tínhamos filhos, decidiu que, de certa forma, ia adotá-las e fazer com que eu também as acolhesse.
"Sou a dona delas", murmurou entre os dentes, "tenho que cuidar do bem-estar delas".
Sem perceber, tinha aceitado o papel dela e, por isso, quando entrou em casa, achou normal que Mayi a recebesse de joelhos e tirasse os sapatos dela, seguindo os costumes daquele país. Já descalça, chamou Aung e, levando as duas pro quarto dela, abriu o armário e procurou umas roupas que pudessem servir pra elas.
As birmanesas não sabiam o que a chefe queria, mas mesmo assim, por cinco minutos, ficaram na expectativa, tentando adivinhar o que ela pretendia. Achando que ela precisava delas pra se trocar, quando terminou de escolher as peças que queria provar nelas, as duas começaram a despir a patroa.
A ternura com que desabotoaram a camisa dela não impediu que ela recusasse e, mais excitada do que gostaria de admitir, por sinais, pediu que a mais velha tirasse a camisola que estava usando. Aung, com um sorriso, se despiu da mesma e, olhando para sua dona, se aproximou e colocou seus peitos à disposição, dizendo:
—São seus, minha ama.
A surpresa da minha mulher foi total ao ouvi-la falar em espanhol e, por isso, não hesitou em perguntar se ela conhecia o idioma. A oriental, morrendo de rir, pegou um dicionário da estante e, procurando uma palavra nele, respondeu:
—Mayi e eu querer aprender.
Imitando a garota, Maria procurou naquele livro a tradução para o birmanês e disse:
—Eu e meu marido vamos ensinar vocês.
Os rostos delas irradiaram felicidade e, buscando os lábios da minha mulher, as duas meninas começaram a beijá-la, rindo enquanto praticavam as primeiras palavras em espanhol.
—Ama, deixar amar.
Com empurrões suaves, derrubaram minha mulher na cama. Maria, morrendo de rir, deixou que fizessem isso e, dos lençóis, observou como elas se despiam. Seus corpos lindos e nus fizeram a buceta da minha mulher ficar toda molhada e, já completamente dominada pela vontade de possuí-las, chamou-as para perto, dizendo:
—Venham, vadias.
Tanto Mayi quanto Aung responderam à ordem da sua dona, miando como gatinhas e, já sem roupa, foram para os braços dela. Assim que subiram no colchão, terminaram de despir Maria e, com muita ternura, tomaram seus peitos com os lábios. As carícias das línguas daquelas garotas fizeram com que um primeiro gemido saísse da garganta de Maria.
—Adoro isso!— soluçou minha esposa ao sentir duas línguas percorrendo as bordas dos seus mamilos.
As orientais, ao verem o resultado dos seus carinhos, aumentaram a pressão, encaixando suas bucetas contra as pernas da dona. Segundo minha mulher me contou, ela ficou louca ao sentir a umidade daqueles cofinhos roçando suas coxas e, descendo as mãos pelos corpos minúsculos das garotas, agarrou suas bundas.
Mayi, ao sentir a palma da mão da mulher acariciando suas nádegas, buscou sua boca e, forçando os lábios, a beijou enquanto, com sua Deditos separavam as dobras da sua ama. Incapaz de reagir, Maria colaborou com a novinha afastando os joelhos. Foi então que Aung viu sua chance e, deslizando sobre os lençóis, levou a boca até a entreperna da minha mulher.
Esta, ao sentir o duplo estímulo das pontinhas dos dedos da pequena e da língua da mais velha, achou que não demoraria a gozar e, querendo devolver parte do prazer que estava recebendo, levou a própria boca até os peitinhos de Mayi e, agarrando seu mamilo, começou a mamar com paixão. A novinha gemeu ao sentir a doce tortura dos dentes da sua ama e, dominada pela luxúria, foi rastejando pelo corpo da minha mulher até conseguir colocar a boceta na altura da boca dela. Maria, ao ver as intenções da garota, sorriu enquanto dizia:
— Minha putinha quer que a ama coma a periquita dela? — e, sem se importar que ela não entendesse, diretamente a levantou e a colocou montada na sua cara.
Enquanto Aung tateava o terreno introduzindo um par de dedos dentro do estreito canal da sua dona, Maria começou a lamber a boceta da outra com uma urgência que até ela mesma se surpreendeu. O dulcíssimo sabor daquele virginal xoxotinho despertou seu lado mais lésbico e, se deliciando, buscou o prazer da novinha mordiscando seu clitóris já ereto.
O soluço que surgiu da garganta da oriental revelou que ela estava tendo sucesso, mas, reservando o himen dela para mim, se absteve de meter qualquer dedo dentro daquela boceta virgem e usou para isso sua língua. A guria, ao conhecer pela primeira vez o amor da sua ama, deu um grito e, como se tivesse aberto uma torneira na sua entreperna, brotou um riacho do qual Maria bebeu sem parar.
A satisfação que sentiu ao notar que a menina estava gozando a esquentou ainda mais e, usando a língua como se fosse uma colher, absorveu o fluxo morno de Mayi enquanto todo seu corpinho tremia com uma violência inusitada. Bem naquele momento, minha esposa sentiu que os dedos de Aung iam além e estavam Acariciando a entrada traseira dela.
—O que cê tá fazendo? — perguntou com a pele arrepiada, já que ninguém nunca tinha ousado mexer naquele buraco escuro.
A moreninha, achando que ela tava gostando, aumentou o assédio no esfíncter dela, enfiando a ponta do dedo lá dentro. Maria, mesmo indignada, não achou justo punir a ousadia da garota, mas ainda assim a chamou à atenção com um tapinha suave na bunda dela. Aung pensou que, de algum jeito, a dona queria brincar com ela e, se ajoelhando de quatro no colchão, disse em espanhol:
— Sou sua.
Ver aquela garota daquele jeito fez minha mulher sentir de novo que era a dona dela e, querendo exercer esse poder, se jogou em cima dela. A moça não esperava que, se colocando atrás dela, Maria levasse as mãos até os peitos dela e, enquanto fingia que tava montando, torcesse os mamilos dela de leve enquanto sussurrava no ouvido:
— Tô doida pra ver meu marido te comendo.
Como se tivesse entendido, a birmanesa começou a esfregar a bunda na boceta da minha mulher, dando uns gemidinhos. Ao ouvir o desejo que a garota demonstrava, Maria entendeu que não dava pra esperar até eu chegar pra usar a propriedade dela e, desejando pela primeira vez ter um pau entre as pernas, usou as mãos pra abrir as duas nádegas dela. Esse gesto simples, além de deixar ela ver um cu rosado e apertado, fez Mayi achar errado que a ama queria desvirginar ele. Por isso, ela levantou da cama, pegou uma escova de madeira na mesinha e passou pra Maria usar.
No começo, Maria não entendeu por que ela tava dando aquilo, até que, mostrando a língua, a moreninha lambuzou a escova de saliva e, com gestos, explicou que era pra usar no cu da companheira dela. Foi aí que ela percebeu que as duas tinham mantido a virgindade só na entrada da frente, mas tinham dado vazão à sexualidade pela traseira.
Essa descoberta excitou ela pra caralho e, vencendo a relutância anterior, passou os dedos por a bunda de Aung enquanto ele gemia descaradamente, avisava que queria ser usado. Vendo a indecisão da minha mulher, Mayi veio ajudar e, colocando-se ao lado dela, molhou um dos dedos na buceta da novinha e, sem esperar consentimento, enfiou no cu dele.
— Ummm — gemeu Aung, aprovando a manobra.
A naturalidade com que recebeu a ponta do dedo da amiga lá dentro confirmou pra Maria que aquelas garotas já tinham feito isso antes, e por isso, colocando Mayi no lugar dela, ordenou que continuasse. A moreninha não se fez de rogada e, besuntando bem os dedos na buceta da amiga, usou eles pra ir relaxando aquele objeto de desejo enquanto minha esposa olhava.
«Que erótico!», Maria teve que admitir assim que ouviu os gemidos contínuos saindo da garganta de Aung ao sentir aquela carícia no rabo e, com a buceta encharcada, levou uma das mãos até lá e começou a se masturbar sem parar de olhar como Mayi tinha dois dedos dentro do cu da outra.
Supondo que o ânus de Aung já tava relaxado, a oriental pegou a escova e começou a enfiar devagar. A novinha berrou de tesão e isso deu chance pra amiga enfiar ela toda, sob o olhar atento da dona. A paixão que aquelas duas meninas mostraram venceu todas as hesitações dela, e minha esposa, substituindo Mayi, tomou o instrumento e começou a meter e tirar com rapidez.
— Cê gosta, né, putinha? — perguntou, tomada por uma excitação avassaladora e, sem esperar resposta, deu um tapa pra ela se mexer.
A garota gemeu de prazer enquanto Maria continuava socando a bunda dela sem piedade. Mayi, percebendo que a dona tava excitada, se aproximou pra acariciar ela. Foi tão grande o turbilhão de sensações que minha mulher tava sentindo que, quando a outra garota começou a acariciar o clitóris dela, puxando a própria melena, obrigou ela a chupar a buceta.
Assim que sentiu a língua da novinha percorrendo as pregas, gozou dando um grito que se prolongou por um bom tempo. porque sua escrava, sabendo que era sua função, continuou lambendo a boceta da sua dona enquanto ela dava conta do cuzinho da amiga. Juntando um clímax com outro, Maria aproveitou o prazer de comer e ser comida até que, exausta, caiu sobre os lençóis e, enquanto se recuperava de tanto prazer, se perguntou como faria pra eu deixar ela ficar com essas duas gostosas tão "solicitas".
5 comentários - Minha esposa comprou duas escravas por engano!!
Caliente fantasía, van 4 puntos.