Quando por motivo de trabalho você é transferido pra um lugar exótico, é importante antes de fazer qualquer coisa conhecer a cultura do país. Caso contrário, é muito fácil pisar na bola! Foi o que aconteceu com a minha mulher pouco tempo depois de a gente se mudar pra Mianmar.
—Mudo daqui a duas semanas, acha que consigo tê-las até lá?
—Claro, minha senhora séria. Duas semanas, mulheres na sua casa…
Capítulo 1. Aung e Mayi chegam em casa.
Maria, que no começo estava desconfortável, ao notar o carinho com que as duas meninas a tratavam, aceitou de bom grado esse tratamento esplêndido e se convenceu de que tinha acertado ao contratá-las. Terminando, pediu que preparassem umas bandejas com comida para elas e, pagando, saiu do local enquanto Aung e Mayi a seguiam carregando as sacolas.
Já em casa e querendo dar uma pausa, deixou as duas na cozinha comendo enquanto ela ia tomar um café com as duas britânicas que tinha conhecido. Como em outras tardes, marcou encontro com essas amigas num café perto da embaixada americana, famoso pelos seus gin tônicas.
O calor que fazia naquele dia em Yangon, junto com a conversa agradável, fez com que, sem perceber, minha esposa bebesse demais e, já quase na hora do jantar, tivesse que pedir um táxi para voltar ao chalé. Ao descer do carro, se deparou com Aung, a mais velha das duas moças, que tinha saído para recebê-la e, vendo o estado em que ela estava, a ajudou a chegar até a cama.
Bêbada pra caralho, achou graça que as duas crias competissem pra ver quem ia despí-la, mas mais ainda os olhares cúmplices delas ao conferir o tamanho dos peitos dela. Como as asiáticas são mais retas, ficaram admiradas com o volume exagerado das tetas dela e, por isso, não conseguiram tirar os olhos da minha esposa enquanto, sem querer, comparavam com as delas.
— Não são tão grandes assim! — protestou morrendo de rir e, iniciando um jogo inocente cujas consequências ela nunca previu, pegou as mãos delas e disse: — Tocai, são naturais!
Como não entenderam as palavras, foram os gestos que interpretaram errado e, achando que minha mulher estava mandando elas tocarem, começaram a apalpar. Chupariam, meio sem graça, olharam pra ela tentando confirmar se era aquilo que a patroa queria.
—Toca, não morde! — insistiu, vendo a indecisão das duas garotas.
Mayi, a mais nova e mais morena das duas, deu um passo à frente, obedeceu e, pegando um dos peitos que lhe ofereciam com as mãos, levou até a boca e começou a mamar. Totalmente paralisada de surpresa, minha mulher ficou olhando enquanto a outra, agarrando o outro peito, a imitava.
Maria demorou uns segundos pra reagir porque, no fundo, sentir aquelas duas línguas percorrendo os mamilos não foi desagradável, mas ao pensar que suas supostas criadas estavam só obedecendo, se sentiu suja e, separando-as dos peitos, mandou elas dormirem.
As birmanesas demoraram pra entender que minha mulher estava expulsando elas do quarto e, achando que tinham falhado, com lágrimas nos olhos sumiram pela porta enquanto na cama Maria tentava processar o que tinha acontecido. A dor que estampava os rostos delas era tanta que ela soube que, de algum jeito, tinha decepcionado as duas.
«Na Birmânia, a figura do patrão deve ser tipo um senhor feudal», resmungou entre os dentes, lembrando que esses tinham direito à primeira noite: «Elas acharam que eu tava ordenando que satisfizessem minhas necessidades sexuais e, em vez de se indignarem, viram como algo natural».
A certeza de que eram diferenças culturais não diminuiu o tesão que sentiu ao saber que poderia fazer com elas o que bem entendesse. Embora nunca tivesse se considerado bi e seu único contato com uma mulher tivesse sido uns amassos inocentes com uma colega de escola, Maria se excitou pensando no poder que teria sobre aquelas duas meninas e, descendo a mão até a boceta, começou a se masturbar sonhando que, quando voltasse da viagem, me surpreenderia com uma noite cheia de prazer…
—Bom dia— ela conseguiu dizer antes que Mayi a obrigasse a levantar da cama, falando algo que ela não entendeu.
A alegria da garota dissolveu suas resistências e, sem reclamar, ela a acompanhou até o banheiro. Lá, a mais velha, Aung, desabotoou a camisola dela, tirou-a, deixando-a completamente pelada no chão, e chamou a outra oriental. Juntas, as duas ajudaram ela a entrar na banheira.
«Que delícia!», pensou ao sentir a espuma morna na pele e, fechando os olhos, achou que estava no paraíso.
Ela ainda estava se acostumando com a ideia de que, a partir daquele dia, as empregadas deixariam o banho pronto pra quando ela acordasse, quando sentiu que uma das mulherzinhas tinha pegado uma esponja e começado a ensaboá-la.
«Adoro ser mimada!», exclamou mentalmente, satisfeita, ao sentir as mãozinhas de Maya passando o sabonete pelos peitos dela.
Mesmo que as duas garotas não parecessem ter outra intenção além de dar banho nela, Maria não conseguiu segurar um gemido quando sentiu as carícias de quatro mãos no corpo dela.
«Tô ficando com tesão», pensou, e já com a buceta molhada, involuntariamente abriu os joelhos quando sentiu Aung aproximar a esponja da virilha dela.
A birmanesa interpretou que a chefe estava dando liberdade e, sem pensar duas vezes, usou os dedinhos pra acariciar a buceta depilada da ocidental. Com uma doçura que impediu minha esposa de reclamar, ela separou os lábios da xota e se concentrou no botãozinho ereto que eles escondiam.
—Meu Deus! Como eu gosto disso!— ela berrou quando a outra garota se fez notar, levando a boca até um dos peitões enormes da chefe.
O estímulo duplo na que estava sendo submetida venceu toda resistência e, dando um grito, exigiu que continuassem com as carícias lésbicas. Aung, talvez mais experiente que a mais nova, aumentou a velocidade com que torturava o clitóris da minha esposa enquanto Mayi alternava de um peito ao outro sem parar de mamar.
«Vou gozar!», pensou já descomposta e desejando que seu corpo liberasse a tensão acumulada, fez algo que nunca imaginou que teria coragem de fazer: esquecendo qualquer resquício de sanidade, enfiou a mão por baixo do vestido da mais velha em busca da sua buceta.
«Ela não tá de calcinha e tá toda molhada!», animada, descobriu ao sentir que estava encharcada quando seus dedos cutucaram diretamente a gruta da mulher pequenina. Aung, longe de tentar se esquivar da carícia, buscou o contato mexendo os quadris enquanto enfiava um par de dedos dentro da boceta da minha esposa.
Saber que estava no comando de uma não foi suficiente e, repetindo a mesma manobra por baixo da saia da mais nova, confirmou que a moreninha também tinha a xoxota toda molhada e, com uma sensação desconhecida até então, gozou soltando um gemido — não reclamou ao sentir as carícias. Mesmo tendo alcançado o orgasmo, isso não impediu que minha esposa continuasse fervendo e, enquanto masturbava com cada mão uma das orientais, quis ver até onde ia a entrega delas e, por meio de sinais, ordenou que se despissem.
A primeira a entender o que Maria estava dizendo foi a mais velha das duas que, com um brilho especial nos olhos, se levantou e, sem parar de olhar para a chefe, tirou a camiseta que vestia.
Minha esposa, depois me confessou, ao admirar os peitinhos pequenos da birmanesa não aguentou mais e, sem esperar que ela tirasse a saia, exigiu que se aproximasse e, ao tê-la ao lado, pela primeira vez, abrindo a boca, saboreou o gosto de um mamilo de mulher.
A pequena aréola da moça reagiu na hora àquela carícia molhada, se contraindo. Maria, ao pra conferir, ela procurou a outra e, com um desejo insano, começou a chupar ele enquanto Aung terminava de se despir. Assim que a viu pelada, fez ela entrar na banheira junto com ela e, colocando-a entre suas pernas, se deliciou vendo o striptease da segunda.
— Que gostosa você é! — exclamou, mesmo sabendo que a garota era capaz de entendê-la, ao admirar a harmonia de suas formas pequenas e lindas.
Dotada de peitos um pouco maiores que os da outra oriental, ela era maravilhosa, mas se somasse isso à cinturinha de pilão e à bunda grande e firme, Mayi se tornou simplesmente irresistível. Aguçada pela sensação de poder que saber que aquelas duas não negariam nenhum capricho, ela a chamou para perto, dizendo:
— Você está de dar água na boca!
A garota deve ter entendido o elogio, porque ao entrar no ofurô, em vez de deitar ao lado de María, ficou de pé e, aproximando a buceta do rosto da minha mulher, ofereceu como homenagem. Por uns instantes, minha esposa hesitou, porque nunca tinha comido uma buceta, mas ao ver aqueles lábios tão apetitosos, ficou com água na boca e, esticando a língua, começou a saborear o manjar que aquela menina tinha entre as pernas.
— Porra, é uma delícia! — exclamou confusa ao perceber que o marido tinha razão em insistir em chupar a xereca dela toda hora.
Aung, que até então tinha ficado entre as pernas da dona sem se mexer, viu a oportunidade e começou a beijar minha mulher com uma paixão desconhecida.
María estava tão concentrada na buceta de Mayi que mal percebeu os beijos da outra mulher. Vocês devem estar se perguntando por quê. A razão foi que, ao separar os lábios da garota, ela de repente se deparou com o hímen intacto.
«Não pode ser!» pensou e, lembrando das palavras da velha, por isso, deixando a menina insatisfeita, exigiu que a mais velha mostrasse a vulva. Levantando-se e separando os lábios, ela mostrou o interior da buceta.
Exatamente como tinha garantido, Aung Ela também era virgem!
Foi então que, como se uma laje tivesse caído sobre ela, essa descoberta confirmou que, de alguma forma que ela não conseguia entender, aquelas duas garotas acreditavam que era obrigação delas satisfazer todos e cada um dos seus desejos, mesmo que não quisessem. Sua consciência apagou de um sopro o fogo dentro dela e, em silêncio, ela saiu da banheira quase chorando.
"Sou uma porca. Pobres criaturinhas!", martelou seu cérebro enquanto vestia um roupão.
Maria não teve dúvidas de que uma jovem que ainda tivesse o hímen intacto não se comportaria daquele jeito sem um motivo de peso. Por isso, e embora as birmanesas seguissem seus movimentos de dentro da banheira, ela saiu do banheiro em direção ao seu quarto.
A certeza de que algo estranho motivava aquele comportamento se confirmou quando, em menos de um minuto, aquelas duas princesinhas chegaram e, caindo de joelhos, começaram a beijar seus pés enquanto diziam algo como "perdão".
Admitindo que não havia motivo algum para Anung e Mayi sentirem que tinham falhado com ela, ela só pôde constatar que aquilo as aterrorizava, e isso reforçou seus medos. Então, decidiu que iria falar com a velha que as havia conseguido.
"Tenho que fazê-las ver que não estou brava com elas", disse a si mesma e, dando à sua voz um tom suave e aos seus gestos toda a ternura que pôde, levantou-as do chão e secou suas lágrimas.
A reação das garotas abraçando-a enquanto, em seu idioma, agradeciam por ela tê-las perdoado, ratificou sua decisão de descobrir o que estava acontecendo. Por isso, assim que se vestiu, foi se encontrar com Maung.
Capítulo 2. María descobre que não as contratou, mas sim comprou.
Por isso, ao chegar na casa daquela senhora, aceitou um chá antes de expor suas dúvidas. Maung entendeu que a visita tinha a ver com as duas crias e, antes que ela explicasse o que estava rolando, perguntou na lata:
— O que achou das minhas conterrâneas? São tão obedientes quanto eu falei?
— Demais! — respondeu, grata por ela ter puxado o assunto. — Nunca fazem cara feia, não importa o que eu peça.
Foi então que a velha, sorrindo, respondeu:
— Que bom. Pra elas foi uma sorte uma pessoa como a senhora ter comprado elas, porque o destino normal delas seria acabar num puteiro.
Maria não processou o "comprado" e só ficou com a parte do "destino normal", então insistiu:
— Por que você diz isso?
A senhora deu outro gole no chá e respondeu:
— Infelizmente, nasceram numa casa onde os pais eram tão pobres que nunca iam conseguir pagar um dote, então desde pequenas foram criadas pra, quando chegasse a hora, virar concubinas de algum ricaço, embora o mais comum seja acabarem num cortiço qualquer da capital.
E, reforçando o fim inevitável, confessou:
— Eu mesma fui uma dessas meninas. Com quinze anos, me venderam pra um pedófilo, mas a sorte fez eu conhecer meu falecido marido, que me comprou de volta. Desde então, busco livrar minhas conterrâneas desse inferno! Por isso arrumo lugar pra elas em famílias como a sua, onde sei que vão ser bem tratadas.
— Tá me dizendo que sou a "dona" delas?
— Isso mesmo. Aung e Mayi tiveram muita sorte. Sei que servindo a senhora e a O marido dela, essas duas criancinhas vão ser felizes. Elas mesmas me disseram quando viram você que nunca tinham visto uma mulher tão gostosa e se comprometeram comigo a fazer a vida delas o mais “prazerosa” possível.
O tom com que ele disse “prazerosa” confirmou pra ela que, de algum jeito, ele já desconfiava que a visita dela era porque aquelas duas já tinham começado a cumprir essa promessa. Maria ficou tão sem graça que só conseguiu baixar o olhar e, com a voz tremendo, perguntar:
― E meu marido? O que ele vai pensar quando souber?
― Elas têm que saber o que são! Pense que, enquanto não forem desvirginadas por ele, os pais delas podem revendê-las pra outros donos!
Segundo minha esposa, quando ouviu que as duas mocinhas ainda não tinham certeza se eu não tava transando com elas, isso acabou de convencê-la de que ela nunca se perdoaria se elas fossem parar num puteiro. E, se despedindo da velha, prometeu que, assim que chegasse na Birmânia, ia meter elas na minha cama.
Durante o caminho de volta pra casa, minha mulher teve tempo de digerir a conversa e foi aí que caiu sobre ela a responsabilidade de fazer essas duas criancinhas felizes. Como não tínhamos filhos, ela decidiu que, de certa forma, ia adotá-las e fazer com que eu também as acolhesse.
“Sou a dona delas”, murmurou entre os dentes, “tenho que cuidar do bem-estar delas”.
Sem perceber, ela já tinha aceitado o papel dela, e por isso, quando entrou em casa, achou normal que Mayi a recebesse de joelhos e tirasse os sapatos dela, seguindo os costumes daquele país. Já descalça, chamou Aung e, levando as duas pro quarto dela, abriu o armário e procurou umas roupas que pudessem servir pra elas.
As birmanesas não sabiam o que a chefe queria, mas mesmo assim, por cinco minutos, ficaram esperando, tentando adivinhar o que ela tava planejando. Achando que elas precisavam se trocar, quando ela terminou de escolher as roupas que queria provar nelas, as duas começaram a despir ela.
A ternura com que desabotoaram a camisa dela não impediu que ela recusasse e, mais excitada do que gostaria de admitir, por gestos, pediu pra mais velha tirar a camisola que tava usando. Aung com um sorriso se livrou dela e, olhando pra sua dona, se aproximou e colocou os peitos à disposição, dizendo:
—São seus, minha ama.
A surpresa da minha mulher foi total ao ouvir ela falando espanhol, e por isso não hesitou em perguntar se ela conhecia o idioma. A oriental morrendo de rir, pegou um dicionário na estante e, procurando uma palavra, respondeu:
—Mayi e eu querer aprender.
Imitando a novinha, Maria procurou nesse livro a tradução pro birmanês e disse:
—Eu e meu marido vamos ensinar vocês.
Os rostos delas brilharam de felicidade e, procurando os lábios da minha mulher, as duas garotas começaram a beijá-la rindo enquanto praticavam as primeiras palavras em espanhol.
—Ama, deixar amar.
Com empurrões suaves, derrubaram minha mulher na cama. Maria, morrendo de rir, deixou elas fazerem e, deitada nos lençóis, observou como se despiam. Seus corpos lindos e nus fizeram a buceta da minha mulher ficar toda molhada e, já completamente dominada pela vontade de possuí-las, chamou elas pra perto dizendo:
—Vem, suas vadias.
Tanto Mayi quanto Aung responderam à ordem da sua dona miando como gatinhas e, já sem roupa, vieram pros braços dela. Assim que subiram no colchão, terminaram de despir Maria e, com muita ternura, tomaram os peitos dela com os lábios. As carícias das línguas dessas novinhas fizeram um primeiro gemido sair da garganta de Maria.
—Adoro!— soluçou minha esposa ao sentir duas línguas percorrendo as bordas dos mamilos dela.
As orientais, vendo o resultado dos seus carinhos, aumentaram a pressão, encaixando as bucetinhas delas contra as pernas da sua dona. Segundo minha mulher me contou, ela ficou louca ao sentir a umidade daqueles cofinhos roçando nas coxas dela e, descendo as mãos pelos corpos pequeninos das garotas, agarrou as bundas delas.
Mayi, ao sentir a palma da mulher acariciando as nádegas dela, procurou a boca de Maria e, forçando os lábios, a beijou enquanto com a Com os dedinhos, ela separava as dobras da sua ama. Incapaz de reagir, Maria colaborou com a novinha afastando os joelhos. Foi então que Aung viu sua chance e, deslizando sobre os lençóis, levou a boca até a entreperna da minha mulher.
Ao sentir o estímulo duplo das pontas dos dedos da pequena e da língua da mais velha, ela achou que não ia demorar pra gozar e, querendo devolver um pouco do prazer que estava recebendo, levou a própria boca até os peitinhos de Mayi e, agarrando o mamilo, começou a chupar com paixão. A novinha gemeu ao sentir a doce tortura dos dentes da sua ama e, dominada pela luxúria, foi rastejando pelo corpo da minha mulher até conseguir colocar a boceta na altura da boca dela. Maria, vendo as intenções da garota, sorriu enquanto dizia:
— Minha putinha quer que a ama coma a bucetinha dela? — e, sem se importar que ela não entendesse, simplesmente a levantou e a colocou montada na sua cara.
Enquanto Aung tateava o terreno enfiando um par de dedos dentro do canal apertado da sua dona, Maria começou a lamber a boceta da outra com uma urgência que até ela mesma estranhou. O sabor docinho daquela bucetinha virgem despertou seu lado mais lésbico e, se deliciando, ela buscou o prazer da novinha mordiscando o clitóris já durinho dela.
O soluço que saiu da garganta da oriental revelou que ela estava tendo sucesso, mas, reservando o hímem dela pra mim, se absteve de enfiar qualquer dedo dentro daquela boceta virgem e usou a língua pra isso. A garota, ao conhecer o amor da sua ama pela primeira vez, deu um grito e, como se tivesse aberto uma torneira na entreperna dela, jorrou um riacho do qual Maria bebeu sem parar.
A satisfação que sentiu ao notar que a menina estava gozando a esquentou ainda mais e, usando a língua como se fosse uma colher, absorveu o fluxo morno de Mayi enquanto todo o corpinho dela tremia com uma violência inusitada. Bem naquele momento, minha esposa sentiu que os dedos de Aung iam além e estavam... acariciando sua entrada traseira.
—O que você está fazendo? — perguntou com a pele arrepiada, já que ninguém nunca tinha ousado mexer naquele buraco escuro.
A moreninha, achando que era do agrado dela, aumentou o assédio no esfíncter, enfiando uma das pontas dos dedos lá dentro. Maria, embora indignada, não achou justo castigar a ousadia da garota, mas ainda assim a chamou à ordem com um tapinha suave na bunda. Aung pensou que, de algum jeito, sua dona queria brincar com ela e, ficando de quatro no colchão, disse em espanhol:
—Sou sua.
Ver aquela garota daquele jeito fez minha mulher sentir novamente que era sua dona e, desejando exercer esse poder, se jogou em cima dela. A moça não esperava que, se colocando atrás dela, Maria levasse as mãos até seus peitos e, enquanto fingia que a montava, torcesse suavemente seus mamilos enquanto sussurrava no ouvido dela:
—Estou morrendo de vontade de ver como meu marido vai te foder.
Como se tivesse entendido, a birmanesa começou a esfregar a bunda contra a boceta da minha mulher, dando pequenos gemidos. Ao ouvir o desejo que a garota demonstrava, Maria entendeu que não poderia esperar minha chegada para usar sua propriedade e, desejando pela primeira vez ter um pau entre as pernas, usou as mãos para abrir suas duas nádegas. Esse gesto simples, além de permitir que ela visse um ânus rosado e apertado, fez Mayi acreditar erroneamente que sua ama queria desflorá-lo. Por isso, ela se levantou da cama e, pegando uma escova de madeira na mesinha de cabeceira, passou para Maria usar.
No começo, Maria não entendeu por que ela estava dando aquilo até que, mostrando a língua, a moreninha a lambuzou com saliva e, por meio de gestos, explicou que era para usar no cu da companheira. Foi então que ela entendeu que aquelas duas tinham mantido a virgindade apenas na entrada da frente, mas tinham dado vazão à sexualidade pela traseira.
Essa descoberta a excitou pra caralho e, vencendo a relutância anterior, passou as pontas dos dedos por O cu de Aung, enquanto ele gemia descaradamente, avisava que queria ser usado. Vendo a indecisão da minha mulher, Mayi veio em seu socorro e, colocando-se ao lado dela, molhou um dos dedos na buceta da novinha e, sem esperar consentimento, enfiou no cu dele.
— Hummm — gemeu Aung, aprovando a manobra.
A naturalidade com que recebeu a ponta do dedo da amiga lá dentro confirmou pra Maria que aquelas garotas já tinham feito aquilo antes, e por isso, colocando Mayi no lugar dela, ordenou que continuasse. A moreninha não se fez de rogada e, besuntando bem os dedos na boceta da amiga, usou eles pra ir relaxando aquele objeto de desejo enquanto minha esposa observava.
«Que erótico!», Maria teve que admitir assim que ouviu os gemidos contínuos saindo da garganta de Aung ao sentir aquela carícia no rabo e, com a boceta encharcada, levou uma das mãos até lá e começou a se masturbar sem parar de olhar como Mayi tinha dois dedos dentro do intestino da outra.
Supondo que o cu de Aung já estava relaxado, a oriental pegou a escova e começou a enfiar devagar. A novinha berrou de tesão, e isso deu chance pra amiga enfiar ela por completo sob o olhar atento da dona. A paixão que aquelas duas garotas mostraram venceu todas as reservas dela, e minha esposa, substituindo Mayi, tomou o instrumento e começou a meter e tirar com rapidez.
— Cê gosta, né, putinha? — perguntou tomada por uma excitação avassaladora e, sem esperar resposta, deu um tapa pra ela se mexer.
A garota gemeu de prazer enquanto Maria continuava socando a bunda dela sem piedade. Mayi, percebendo que a dona estava excitada, se aproximou pra acariciar ela. Foi tão grande o turbilhão de sensações que minha mulher estava sentindo que, quando a outra garota começou a acariciar o clitóris dela, puxando a própria melena, a obrigou a chupar a boceta dela.
Assim que sentiu a língua da novinha percorrendo suas dobras, gozou dando um grito que se prolongou por um bom tempo. porque a escrava dela, sabendo que era sua função, continuou lambendo a buceta da sua dona enquanto ela dava conta do cuzinho da amiga. Juntando um clímax com outro, Maria aproveitou o prazer de comer e ser comida até que, exausta, caiu nos lençóis e, enquanto se recuperava de tanto prazer, se perguntou como faria pra eu deixar ela ficar com essas duas gostosas tão "solicitas".
5 comentários - Minha esposa comprou duas escravas por engano!!
Caliente fantasía, van 4 puntos.