mi viaje a caracas

Cheguei no aeroporto, embarcamos e às 17:30 decolamos pra Bolívia, a escala do meio. Durante toda essa etapa, fiquei pensando no Claudio. Meus ovários doíam de tanta vontade de transar que eu tinha, que tesão. Só de pensar nisso, eu me molhava de prazer.
No trecho de Santa Cruz de la Sierra até Caracas, encontrei entre os passageiros um ex-colega de faculdade. Ele se chamava Fabián, um cara legal, lembrava bem dele. Era baixinho e não me atraía nem um pouco. Ele me contou que ia pra Caracas por uma semana resolver uns negócios. Me perguntou onde a gente ia se hospedar em Caracas e disse que no dia seguinte ele estaria de folga à noite e, se eu topasse, me convidava pra jantar. Achei uma boa ideia, tinha ótimas lembranças da época da faculdade, então, pensando nisso, deixei o telefone e aceitei o convite.
Na madrugada seguinte chegamos em Caracas. Era um dia lindo, mesmo assim, tomei um banho e fui dormir um pouco porque tava muito cansada. Não conseguia dormir, virava e revirava na cama, tentava fechar os olhos à força e em poucos minutos eles se abriam, continuava me revirando. Tava muito excitada e acelerada, comecei a tocar meu clitóris bem devagarinho. Tava toda molhada, tinha acumulado vontade por 3 dias e já não aguentava mais. Me masturbei feito uma puta, enfiei dois dedos e gozei um monte de porra fervendo. Que prazer, tirei os dedos e chupei todos. Quando senti os dedos na minha boca, esquentei de novo. Continuava com tesão, precisava de uma rola que partisse minha pussy. Que necessidade que eu tava de transar.
Sem outra solução possível e sem conseguir dormir, vesti o maiô e fui pra piscina. Quando cheguei, tinha pouca gente, me deitei numa espreguiçadeira. O sol tava divino e fazia muito calor, comecei a passar bronzeador pelo corpo todo e fiquei excitada de novo. O que tava acontecendo comigo? Já não ligava mais pra nada, tirei o sutiã e, passando óleo nos peitos, me esquentei de novo. O calor do sol na minha pele e a porra que eu tinha dentro de mim estavam me pregando uma peça. De repente, ouvi mais gente chegando. Me levantei rápido e coloquei o sutiã de volta. Que mico! Mas, de qualquer forma, ninguém me viu. Peguei todas as minhas coisas e voltei pro meu quarto.
Seguia com um tesão descomunal, cada vez maior. Quando cheguei no quarto, encontrei uma mensagem do Fabián. Liguei pra ele e combinamos que ele passaria me buscar às 8 da noite pra ir jantar. Num instante, me vieram umas ideias perversas com o Fabián, mas descartei na hora porque definitivamente não gostava dele. Era baixinho e muito magrelo. Não era o tipo de homem que eu curto.
Tentei tirar essas ideias ruins da cabeça e fui tomar um banho e me trocar.Minha viagem pra CaracasTenho que fazer esses 2 dias passarem o mais rápido possível.
Fabián foi me buscar no hotel na hora combinada. Pegamos um táxi e fomos pra área fashion de Caracas. No caminho, vimos uma casa noturna muito bonita. Paramos lá, era super moderna e bem iluminada. Tinha vários casais dançando, música muito boa e um clima gostoso.
Assim que sentamos, já trouxeram champanhe. Pedimos o jantar e ficamos batendo papo sobre os velhos tempos e histórias perdidas. Quando terminamos de comer, o Fabián me chamou pra dançar. A música era uma delícia, então topei na hora. Depois de dançar uns 20 minutos, começaram a tocar um som lento e romântico. O Fabián quis me puxar pra dançar, mas pra evitar rolo, pedi pra gente ir sentar um pouco.
Voltamos pra mesa e, pra nossa surpresa, ela já tava ocupada por um casal. Falamos que aquela era a nossa mesa e eles perguntaram se a gente se importava de dividir, já que não tinha mais lugar. Como pareciam gente boa e simpáticos, topamos na hora. Eles se apresentaram como Wilson e Liza e contaram que tavam casados há 5 anos e que eram de Caracas. Wilson devia ter uns 42 anos, bem alto, elegante e todo arrumado. Liza era muito gostosa e sensual, uns 33 anos, tinha uma raba do caralho e um corpo caribenho de tirar o fôlego. Começamos a bater um papo sobre um monte de coisas, falamos da Argentina, da Venezuela, do meu trampo, etc. Tava tudo fluindo quando começaram a tocar um som bem ritmado.
Sem hesitar nem um segundo, Wilson me pegou pela mão e disse: "Vem, Argentinita, vou te ensinar a dançar". Olhei pro Fabián, que deu de ombros e, pra não ser mal-educada, aceitei. Fabián e Liza ficaram conversando. Começamos a dançar e percebi que o Wilson era muito sexy e se mexia muito bem no ritmo do salsa. Que rebolado! Era extremamente sensual, amei. A gente tava dançando solto e, de repente, Wilson me pegou pela mão e me puxou pra perto dele, da cintura pra cintura dele, e com um ritmo bem cadenciado e muito sexy, começou a mexer os quadris, se aproximando e se afastando. Fabián me olhava de canto, parecendo com ciúme. Liza chegou mais perto dele e sussurrou algo no ouvido. Caíram na gargalhada. Fiz sinal pra eles virem dançar com a gente, mas me ignoraram. Dançamos mais umas duas músicas e sentamos de novo porque tava meio quente. Enquanto a gente tomava alguma coisa, Liza começou a beijar o marido na boca com muita paixão. Comecei a me sentir meio desconfortável. Nisso, Fabián continuava tentando de todo jeito se aproximar de mim. Passava o braço por trás e eu tirava, pegava na minha mão quando falava, eu tirava também. De repente, Liza chegou perto da gente e me perguntou: "Mas vocês não são um casal?" Respondi que não. "Que sorte", ela disse, e na mesma hora comeu a boca do Fabián num beijo. Fiquei chocada. Não por ela beijar o Fabián, mas pelo jeito que beijou. Me fez pirar a cabeça, essa imagem começou a se misturar com a minha própria tesão. Essa mina despertava alguma coisa dentro de mim, eu gostava muito dela.
Por sorte, o Fabián chamou ela pra dançar e os dois saíram da mesa. Eu e o Wilson ficamos sentados conversando, e foi aí que ele me perguntou se eu tava confortável e me sentindo bem. Respondi que sim e expliquei que o Fabián não tinha nada a ver comigo, que era só um ex-colega da faculdade. O Wilson tinha uma voz fascinante e o jeito dele falar era bem imperativo. Mesmo me dando medo, ele me atraía pra caralho. Ele confessou que ele e a Liza eram bem liberais. Também disse que a mulher dele tinha gostado muito de mim. Deixou no ar. Tava uma mistura de sensações estranhas dentro de mim; por um lado, queria ir embora, mas por outro, essa situação tava me agradando, me dava um pouco de medo e incerteza, mas despertava uma curiosidade muito excitante.
Wilson continuou falando. Cada vez eu o via maior. Ele tava com uma camisa muito foda e um monte de pelo aparecendo no peito dele. Ele falava de um jeito que eu ficava sem reação. Não saía palavra da minha boca. Meu coração tava batendo a mil, eu sentia medo, mas tava super excitada, queria mais aventura, mais contato. Queria adiantar os ponteiros do relógio pra ver como essa história ia terminar. Que o Cláudio me perdoasse, mas isso eu não queria perder. Uma hora ou outra eu ia contar pra ele.
Enquanto eles continuavam dançando, Wilson me pegou pela mão e me levou andando até um reservado que tinha ficado livre. Por mais que eu quisesse, não consegui nem falar, o jeito dele me intimidava demais, sentia que ele tinha domínio sobre mim. Ao passar andando pela pista, a Liza, que estava dançando bem agarradinha com o Fabián, me lançou um olhar dos mais provocantes. Isso me excitou pra caralho, mas também sentia medo e curiosidade.
O reservado era um lugar que não consegui distinguir muito bem porque tinha pouca luz, mas era bem confortável e agradável. Tinha uma mesa, cadeiras, uns sofás e muitos espelhos por todo lado. A gente sentou num sofá e o Wilson me perguntou educadamente se eu tava a fim de chupar a rola dele. A pergunta me desmontou por completo, mas aquela mistura de medo e tesão que ele me fazia sentir fez com que eu imediatamente puxasse o zíper dele e tirasse o pau pra fora. Comecei a beijar ele devagar, passando a língua por toda a superfície. O pau dele era bem grande, mas não tava duro. Enfiei a rola inteira na minha boca, apertando e dando umas mordidinhas com os dentes. Fiquei chupando ele por uns dez minutos, sem nenhum resultado, olhei de canto e percebi que o Wilson tava olhando pra um canto, completamente desligado do que eu tava fazendo. Comecei a me desesperar pra fazer ele endurecer, mas quando virei a cabeça, vi que naquele canto a Liza tava sentada em cima do Fabián. Ele tava beijando os peitos dela e tinha uma mão dentro da calcinha dela. Eu não sei se isso tinha sido combinado antes, mas nessa altura já não tava nem aí.
Comecei a sentir o pau do Wilson endurecendo dentro da minha boca. Sem dúvida, isso aconteceu quando ele viu a mulher dele sendo tocada por outro homem. Wilson pediu desculpas e se levantou. Foi atrás da mulher dele, estendeu a mão e começou a despí-la. Tirou a blusa dela, deixando à mostra os peitos lindos dela, e abaixou a saia. A Liza tinha um corpo espetacular, eu adorava. Toda vez que eu olhava pra ela, ela tava me olhando, me provocando. Aquela mulher tinha algo que me atraía.
Naquele momento, Fabián, que tava no fervor, veio pra cima de mim na lata. Tentou me agarrar e me dar um beijo. Foi meio difícil, mas consegui recusar. Falei pra ele não se iludir, que eu não tinha nenhuma onda com ele e que continuasse no jogo dele com a Liza.
Liza, quase nua, se encostou no Fabián e começou a acariciar o rosto dele devagar. Ela olhou nos meus olhos e perguntou se eu tinha algum problema se ela continuasse. Falei que não me importava. Vendo a cena, comecei a suar frio de medo, fiquei apavorado e comecei a tremer.
Wilson sentou de novo do meu lado, o que me trouxe um pouco de calma de volta. Ele apoiou a mão na minha perna e disse: "Te incomoda a gente ficar olhando enquanto eles tão transando?
Fiquei dura, e meio sem jeito falei "Não, não tenho problema nenhum, adoraria dar uma olhada neles".
Wilson chegou ainda mais perto de mim e, me colocando de costas pra ele, me apertou de leve, passando o braço musculoso pelo meu peito enquanto começou a me beijar no pescoço. Comecei a ficar fascinada.
De frente, tava os dois. Ela terminou de se pelar e começou a ajudar o Fabián a tirar a roupa. Enquanto fazia isso, começou a tocar ele e beijar ele por todo lado. Empurrou ele de leve e o Fabián caiu de costas no sofá. Ela começou a beijar o pescoço dele, o peito, e foi descendo devagar até chegar no pau dele, que já tava durasso. Lambeu ele suavemente, com muito cuidado. Depois, enfiou ele devagarinho na boca grande e molhada dela, e o Fabián começou a gemer de prazer, enquanto me olhava e dava um sorriso.
Wilson não parava de me acariciar e gemer no meu ouvido. Comecei a ficar com um tesão danado. A Liza subiu em cima do Fabián e começou a esfregar a buceta bem quente na barriga dele. Ela começou a cavalgar o Fabián, sem freio, com prazer, os gemidos dela eram uma música meio estranha pros meus ouvidos. Já desesperada, agarrei o Wilson e dei um beijo de língua nele que foi uma delícia. Ele tinha um perfume chiquérrimo que me deixava doida. Ele enfiou a língua até o fundo da minha garganta e ali eu me molhei toda. Ele chegou perto do meu ouvido e falou: "Não quer se juntar a eles por um tempinho?". Tava tão excitada que falei que sim. Aquele homem me dominava. Tudo que ele pedia soava como uma ordem e eu obedecia.
Me aproximei dos dois, e a primeira coisa que saiu de dentro de mim foi dar um beijo na boca da Liza, só um selinho. A boca dela tava molhada e suada, igual a minha. Ela sorriu pra mim, pegou minha mão e levou até o corpo do Fabián pra eu acariciar. Eu, no entanto, preferi começar a acariciar os peitos dela. Ela tinha uns peitos lindos, durinhos e com os bicos bem empinados. Fiquei com água na boca de vontade de começar a beijá-los. A Liza levantou e se esticou deitada no sofá, como se esperando que alguém metesse nela. O Fabián subiu em cima dela e foi enfiando devagar.
Wilson chegou perto de mim e me deu um beijo nas bochechas. Me perguntou de novo se eu tava bem. "Perfeitamente", respondi. A gente se levantou, ele me pegou pela cintura e, bem devagar, começou a tirar meu cinto. Não terminava nunca de tirar, continuou desabotoando minha calça. Parecia que o Wilson não tava com pressa nenhuma. Tava me excitando pra caralho, fechei os olhos e ofereci minha boca aberta pra ele arrebentar. Ele enfiou a língua de novo até minha garganta, me fazendo ficar toda molhada. Continuou me despindo aos poucos, como em câmera lenta. Eu já tava desesperada, pedi pra ele se apressar e ele nem se abalou, continuou no ritmo dele que me deixava louca. Enquanto eu ficava vidrada em tudo que eles faziam, ele foi descendo minha calça bem devagarinho.
Num dos gemidos dela, a Liza me chamou e pediu pra eu beijar os peitos dela. Me abaixei e comecei a chupar eles. O Wilson chegou por trás, ajoelhou e segurou na minha cintura, enfiou o pau dele até o fundo, com força. Gemi de prazer e gozei na hora. Começou a sair de dentro de mim toda a porra acumulada. Ele começou a tirar e botar num ritmo gostoso. Na passada, o pau dele roçava na minha bunda, que começou a abrir que nem uma flor. O peito dele encostou nas minhas costas e comecei a sentir os pelos suados dele colando no meu corpo. Já tava quente de novo, queria gozar outra vez.
Liza, enquanto isso, se levantou e veio beijar as bolas do marido dela, que batiam contra minha bunda. Wilson começou a ficar doidão e aumentou o ritmo da foda. Eu continuei alucinando de prazer. A língua da Liza foi deslizando pelo pau dele até chegar no buraco da minha bunda. Ela chupou bem devagarzinho. Meu esfíncter abria e fechava, e ela percebeu. Continuou arrastando a língua pela minha cintura, me dando arrepios até chegar no meu clitóris. Comecei a me mexer que nem uma cobra. Ela sugou com os lábios e naquele momento enfiou um dedo no meu cu. Gozei na hora, aos gritos: que prazer! Ao ouvir meus gritos, Wilson não aguentou mais e começou a serrar que nem um louco, o pau dele estava enorme e em pouco tempo gozou que nem um animal. Tirou o pau da minha buceta e a Liza, sem usar as mãos, foi tirando a camisinha com os dentes, derramando toda a porra que tinha dentro dela na minha barriga. Aquela imagem me perfurou a cabeça. Ela continuou chupando o pau do marido até tirar a última gota. Com a boca cheia de porra, veio me dar um beijo de língua e eu amei. Senti nossos peitos se roçando e fiquei excitada de novo. Ela se levantou e colocou a buceta dela na minha cara, pra eu chupar. Enfiei a língua até o fundo e ela começou a alucinar de prazer. Senti de novo que estavam me penetrando, dessa vez era o Fabián. Tentei tirar ele. Esse cara já tava me deixando incomodada, mas minha excitação era tanta que no fim me arrependi e deixei. Ele começou a me comer, não gostava do jeito que ele fazia. A Liza, que continuava com a buceta na minha cara, ofereceu os peitos dela pro Fabián tocar e beijar. Ele começou a morder e ela gemia que nem uma louca. Numa mistura de pernas, gemidos, prazeres e cheiros, senti que ia gozar de novo. Aí vi o Wilson com um pauzão enorme, se masturbando. Ele chegou perto de nós três e começou a bater punheta cada vez mais rápido. Ao ver ele, o Fabián quis imitar. Tirou o pau da minha buceta e lá dentro e começou a bater uma sem dó. Liza, percebendo isso, deitou do meu lado. Começou a me abraçar e beijar desesperadamente. Eu correspondia do mesmo jeito, mas não queria perder nenhum detalhe da punheta que os dois caras estavam tocando. Quando nos viram dando um beijo de língua, eles ficaram loucos de tesão e começaram a sacudir as picas com muita força e vigor. Wilson e Fabián gozaram em cima da gente no mesmo instante. Essa cena acendeu um fogo nas minhas entranhas. Comecei a gritar que nem uma louca: "Acho que vou gozar, Ah, não aguento mais... Não aguento." Enfiei um dedo na minha buceta e, me contorcendo, gozei de novo pela última vez.
Fiquei de cama, na verdade ficamos os 4 destruídos. Ninguém falava, só se ouvia a música. Olhei ao redor e vi o casal bem agarradinho deitado num sofá. Do outro lado, vi a carinha do Fabián, como que implorando pra continuar. Já tinha passado do meu limite de quinze minutos. Me vesti rápido e comecei a sentir uma vontade danada de voltar pro hotel. Não queria mais ver aquele lugar. Me despedi do casal e ele me entregou o cartão pessoal dele. Vendo minha cara, Fabián se ofereceu pra me levar até o hotel, e eu aceitei. Partimos logo num táxi. No caminho de volta, não trocamos uma palavra sequer. Quando chegamos, Fabián me perguntou se podia ficar pra dormir. Falei que NÃO e pedi, por favor, pra ele nunca mais me ligar. Ele saiu sem reclamar. Me despi e me deitei. Comecei a me sentir mal. Tinha tido uma experiência inesquecível e não pude compartilhar com meu parceiro. Por momentos, morria de vergonha, me sentia uma puta qualquer. Não sabia como lidar com isso com o Claudio. Finalmente, coloquei as cartas na mesa e liguei pra Buenos Aires. Nunca tinha mentido pra ele, então não ia começar agora. Claudio atendeu meio sonolento, me encolhi e comecei a chorar. Juntei coragem e comecei a contar tudo aos poucos. Tudo isso saiu meio que por acaso, tentando me defender. Pra minha surpresa, Claudio me entendeu e acreditou em mim. Mesmo assim, disse que assim que eu chegasse em Buenos Aires, ia me encher de porrada enquanto me comia. Meio brincando, meio sério, Claudio pediu pra eu contar tudo de novo, com todos os detalhes. Mais uma vez, gozamos os dois pelo telefone, como nunca tínhamos feito antes. Me senti muito apoiada pelo Claudio. Nos despedimos, relaxei e dormi tranquilamente.
Na manhã seguinte, acordei e lembrei daquele casamento maravilhoso. Queria encontrar eles de novo um dia, talvez em outro posto ou quem sabe junto com o Claudio. Nunca vou esquecer o prazer que me fizeram sentir…

4 comentários - mi viaje a caracas

Excelente esperamos tenerte pronto de nuevo en nuestras tierras Venezolanas
Hermosa tu amiga de viaje, decime donde la puedo encontrar!??