Fala, amigos!! De novo me animo a escrever pra vocês, por causa dos comentários gostosos e quentes que recebi no meu e-mail. Me conforta saber que existem outros caras que têm gostos e prazeres parecidos com os meus. Alguns vão me criticar, mas não conhecem esse tipo de vida e de prazer, é tipo uma droga: uma vez que você prova, não consegue nem quer voltar atrás.muito pelo contrário, você fica esperando o macho escolhido vir na sua casa e conversar um pouco com você, enquanto seus vizinhos e familiares pensam que é só uma visita simples ou que vieram falar de negócios. Eles não imaginam que quem entra na minha casa como se nada fosse, fode a minha mulher escultural à vontade e que seus gritos e gemidos são abafados pelas paredes e pela música que eu coloco pra eles poderem se soltar à vontade, enquanto eu me masturbo devagar, fumando e bebendo minha cerveja, até ver como meu amigo abre o cu da minha esposa com a piroca grossa dele, com o creme anal que eu mesmo comprei pra dilatar o esfíncter da minha puta linda.
Depois do que aconteceu naquela noite, onde minha esposa se deixou comer pelo meu amigo Fabián, quem leu o relato anterior sabe o que rolou antes dele macetar ela. (Procurem a primeira parte, se ainda não leram) Lembrar do jeito que ela foi possuída pelo touro continua me deixando de pau duro o tempo todo. É meio-dia e minha amada esposa Jael está atendendo a loja de roupas dela no centro da cidade, então ela não está em casa, e aproveitei pra ficar escrevendo esse relato pra vocês no meu laptop, porque quero transmitir o prazer de compartilhar uma mulher que nasceu pra ser comida por vários machos ao mesmo tempo.
Como eu disse antes, eu tava de pau duro o tempo todo e meditando sobre o que aconteceu, acabava batendo uma punheta braba lembrando como Fabián montava na minha mulher na minha própria casa. Nos dias seguintes, fiquei pensando e revivendo tudo, lembrar como eles comiam minha esposa me deixava excitado o tempo todo. Os dias depois do primeiro acontecimento que marcou de vez o rumo da nossa relação com meu amigo, minha esposa ficava mais safada, tava feliz por permitir que eu concordasse que outro a comesse, que outro aproveitasse o corpo dela e eu, em vez de ficar puto, curtia pra caralho; meu pau inchado dizia tudo… e como recompensa, ela tirava Gozando na boquinha dela quando voltei da rua e ela me dizia:
– Viu como os caras olhavam pra minha bunda, pai?
– Mas ela é sua e do Fabián, meu amor…!
– Vem, vou chupar sua pica pra você dar uma aliviada, mais tarde você me come, vai, pai!
– Enquanto ela me chupava, eu acariciava aquela bunda poderosa que também era do meu amigo…
– Que rabão que esse filho da puta come!
– Você tem uma buceta faminta, olha como engole a pica toda dele…!
– Minha excitação era tanta que em poucos minutos eu explodia na boca dela, jogando meu gozo na garganta, e ela engolia tudo. Depois me dizia com cara de puta: – É assim que você quer que eu chupe o Fabián? Lembra que ele vai voltar pra minha bunda pequenininha!
– Ele tem uma pica enorme, pai!
– Claro, minha vida, ele volta logo, tá guardando todo o gozo dele pra você…!!
– É o que eu espero, pai? – Ela disse, se levantou e foi direto tomar banho.
À noite, na hora do sexo, perguntei pra minha mulher se ela queria continuar naquilo que eu tinha metido ela, se ela tinha mudado de ideia, mas no estado de excitação sexual dela, ela confirmou que queria repetir o encontro com meu amigo…
– Claro que sim! – Você me disse que ia realizar minha fantasia, não foi? – Quero continuar provando a pica dele, meu amor! – Minha bunda pequenininha sente falta da pica dele!
– Tá bom, meu amor, o que você disser – Me enche de prazer ver como esse filho da puta te enfia a pica!!
– Depois de acariciar a pele dela, entre clara e canela, eu chupava a buceta dela, o cuzinho dela…, molhava minha cara com os líquidos gostosos dela, o sabor me deixava louco e eu mandava ela ficar de quatro… não sabia se comia ela ou me masturbava vendo aquele corpo voluptuoso de deusa pagã. Na minha mente vinham cenas dos caras que desejavam ela na rua e a imagem do Fabián quando ele se masturbou atrás dela; quando ele enfiou a pica na buceta e no cu dela.
Minha pica tava duríssima e decidi pegar ela por trás, enquanto enfiava na buceta dela, de pé, levei ela até o espelho grande do toucador que temos no quarto e meti forte! Plaf! Plaf! Plaf! Queria que ela percebesse que como seu marido que sou, tinha pau pra dar do jeito que ela quisesse, que também fazia ela gozar com meu pau grande, queria que ela soubesse que também a desejava tanto ou igual como os caras da rua, que a desejava igual ao Fabián…o amante da vez. Gostava de ver pelo espelho seus trejeitos de puta gostosa, como abria a boca quando eu penetrava fundo…ver o movimento que o corpo dela fazia, me fazia lembrar e imaginar o próximo encontro com meu amigo, sabia que ele tinha o pau mais grosso e cabeçudo e a bunda da minha esposa pertencia a ele, sabia que ela sentia falta daquela barra de carne enorme entrando na sua buceta suculenta, sabia que Jael queria chupar de novo o pau potente dele, ter ele só pra ela e pedir pra ele arrebentar o cu dela quantas vezes fosse preciso pra domá-lo de novo…
Suas nádegas duras e poderosas foram feitas pra receber as estocadas de qualquer macho dotado, uma bunda como a da Jael merecia uma boa ferramenta e o Fabián era o sortudo que saboreava o mel dos cantos mais íntimos da anatomia dela, Fabián era o macho dela, o comedor dela, o garanhão dela…Isso ficava claro pra mim!—Era minha esposa, mas era puta de outro, de um macho de pau grande como eu sempre imaginei e eu curtia isso; minha mulher e seu corpo sensacional foram feitos pra ser comidos e dar prazer pros homens sortudos que ela quisesse escolher pra curtir o sexo.
!Aaaagghhh! ¡Aaaaghh!– Meu amor!….!Assim, assim, assim! –Me come gostoso! –!Oooohhhh!– Quer que eu chame o Fabián?—perguntei prestes a explodir, mas me segurei…—Se você chamar ele vai vir e ocupar seu lugar e não vai te dar nada, minha vida! –Dessa vez me come só você…anda, me faz gozar, me come porque quando eu montar nele, você só vai poder ver como ele faz a raba na sua frente…sem sua ajuda…papai corno!
A cara dela tava vermelha e eu sabia que ela tava prestes a gozar, parei um momento e me ajoelhei pra chupar a buceta e o cu dela ao mesmo tempo…!Uuuuummm! que cheiro gostoso tem seu cu! Esse aroma deixa o Fabián louco…mas o sabor é muito melhor…!Aaahhhh! –delicioso! – Tão apertadinho mas mama a pica dele… Isso você gosta, não é, putinha?
– Você vai ordenhar de novo com essa bunda, meu amor?
– Sim! Sim!
– Mas hoje me come, papai!
– Logo vai ser a vez dele!
– Quero sentir o pau dele de novo, mesmo que arrebente meu cu outra vez!
Aquele diálogo estava me fazendo perder os sentidos e, aproveitando o momento, perguntei:
– Onde você gostaria que eu te comesse da próxima vez?
Bombeei forte de novo, ela só virou a cabeça pra trás e disse:
– Leva ele pra festa! Quando terminar, nos leva a um lugar pra eu ser comida pela minha vida…
AAAGGHHH! AAAAAHHGGG!
– Me fode mais forte, igual o Fabián fez!
O corpo dela se agitou e relinchou de prazer… o orgasmo a fez desfalecer. Ao mesmo tempo, enchi a boceta quente dela com meu esperma, uuuufff! Eu bufava como um touro; se tivesse outro macho comigo, teria cedido meu lugar pra sentir o quão quente e apertada era a buceta dela.
Deitei na cama suado, e ela agarrou meu pau dizendo:
– Hoje você me deu mais forte que de costume, papai! E se deitou ao meu lado.
Depois de dormir um pouco, lembrei do que ela tinha dito sobre onde seria nosso próximo encontro: seria numa festa pra qual uns amigos nos convidaram em Oaxaca, num restaurante chique chamado Santa Marta. Era nessa festa que minha mulher queria se encontrar com o amante bem-dotado dela, Fabián.
Antes de continuar contando como ele comeu ela nessa festa, no dia seguinte conversei sério com ela sobre o assunto. No começo, ela queria esquecer tudo; seus princípios morais a faziam pensar. Argumentava que não estava certo o que tinha acontecido, que tudo podia sair do controle e que era um risco grande o que estávamos vivendo, porque Fabián podia contar nosso segredo pros amigos dele. Minha esposa tinha razão; além disso, aquele escândalo podia chegar aos ouvidos dos nossos familiares e amizades. A verdade é que nosso casamento parecia ser como qualquer outro, e não queríamos ter problemas desse tipo. Não estávamos preparados pra isso. mas não me importei, convenci ela de novo do quão fabuloso foi da primeira vez e que muitas experiências excitantes nos esperavam, eu disse que queria vê-la feliz e que aproveitasse a sexualidade dela na juventude, que a beleza dela era para ser admirada e curtida por ele, ou pelos homens que ela decidisse para poder gozar do sexo sem tabus. Ela entendeu e aceitou me dando um beijo por eu ser como era, ela gostava que os homens a desejassem, mas nunca imaginou transar com meu amigo Fabián, ele a satisfazia enormemente com a rola grossa dele, digo rola, porque é realmente o tamanho e formato que minha mulher mais admira no Fabián, o prazer que ela recebe do pauzão dele pelo cuzinho e buceta dela me diz com os gemidos, que ela curte pra caralho; no dia que ela cansar, vou arranjar outra rola com as características que ela precisar e exigir... Se naquela manhã ela tivesse dito: "acabou aqui!" Meu enorme prazer de vê-la transar com outro ia desaparecer...
Naquele mesmo dia, depois de ficar conversando com ela sobre o Fabián e o encontro com ele na festa em Santa Marta, ela também aproveitou pra reclamar que o vizinho tinha roubado 2 das calcinhas dela, eu disse pra ela não se preocupar que o pobre coitado só ia estar se acabando na punheta por causa dela. Ela riu e disse: "Coitadinho! Que poder minhas calcinhas têm! Kkkkkk!" – "Qualquer um ia querer ter uma peça sua tão pequenininha! Um dia eu chamo ele pra ver o jogo e capaz que ele acabe batendo uma na sua sala! Kkkkkk!" – "Ei, mas ele levou as mais bonitas que você me comprou, meu amor!" – "Um dia desses ele te grava a bunda da laje dele, é capaz!"... E depois de mais comentários safados, combinamos que a atitude do vizinho com ela não nos afetava. Voltamos ao assunto que nos interessava e decidimos convidar o Fabián pra casa no dia seguinte antes da festa, pra conversar sério com ele sobre o assunto e estabelecer algumas regras de privacidade, inclusive que ele fizesse alguns exames pra comprovar a boa saúde; embora eu soubesse que Ele praticava futebol, corria e sempre se cuidava. A única mulher que ele tinha visto era a namorada atual, uma gostosa de uns 25 anos que morava fora de Ocotlán de Morelos.
No dia seguinte, peguei o celular e liguei pro Fabián. Ele chegou meia hora depois de eu ter chamado. Quando ouvi a campainha, meu pau reagiu na hora, sentia as gotas de lubrificante molhando toda a minha cabeça. Ele entrou sorrindo e cumprimentando alegremente com um beijo perto da boca da Jael… dava pra ver a vontade que ele tava de continuar comendo minha mulher. Meu pau começou a crescer e crescer dentro da cueca; enquanto a gente conversava, a Jael tava no meio de nós dois e eu vi que nosso convidado tava devorando minha esposa com os olhos. Ele não aguentou a vontade, agarrou ela pela cintura, passou a mão de leve, tocou as pernas dela e chegou mais perto. Era uma situação muito excitante e eu já imaginava o que ia rolar na minha sala de novo.
Nós três combinamos as regras, a mais importante era que a relação ia ser só sexo, nada de se apaixonar, só putaria mesmo e saber manter as aparências. Como ele queria continuar aproveitando o corpanzil da minha mulher, aceitou as condições que ela impôs. Depois de tudo combinado, ele levantou do sofá e chegou perto pra beijar minha mulher com paixão, eles se beijavam como se fossem namorados na minha frente…
Eu só observava a situação sem falar nada, minha mulher se deixava beijar à vontade. Depois, ele tentou enfiar a mão por baixo da calça jeans apertada dela pra acariciar as bundas carnudas. Como não conseguiu, meteu a mão por baixo da blusa dela e amassou os peitos dela. O volume na calça dele tinha crescido pra caralho. Ele se afastou um pouco da minha esposa e, de repente, abaixou o zíper e tirou o majestoso cacete dele pra fora. A cabeça tava brilhando, pulsava sozinha e babava de tesão. Minha mulher olhou pra mim e disse sorrindo: – Pelo amor de Deus, fecha a porta. Hoje é domingo e não quero ser pega pelos meus pais mamando essa pica. pau do Fabián! – Tranquei a porta com chave, a porta da rua e a da nossa casa, voltei pra sala imaginando o que vinha por aí. Fabián oferecia a pauzuda dele sem parar de acariciar o cabelo da Jael… ela, ao ver o membro suculento, passou a língua nos lábios e cobriu com a boca a cabecinha enorme, — AAAAGGGHH! AAAGGHH! – Precisava sentir sua boquinha! Come o que der, sua putinha! Aaaagghh! Minha mulher só chupava a cabeça, dava uns chupões barulhentos, Sssluuurrp! Sssluuurpp! E com a língua recolhia as gotas cor de mel que brotavam e brotavam daquele olhinho da pau dele. Assim, assim, assim! – Que boquete gostoso, putinha! – Ela tava tão concentrada que precisei chegar perto dela pra ela saber que eu tava ali. Virando pra me olhar e sabendo que isso me deixava louco, ela disse: — Bárbaro! Olha como ele tá duro, amor! – Me desculpa, mas a pau dele é uma delícia e precisa dos meus serviços…! Uuummm! Meu rei, senti tanto sua falta, senti falta do gosto da sua pau! – Quero seu leite, meu rei! Fiquei surpreso com essa ação não planejada, meu amigo tava tomando a iniciativa e minha esposa entrava na brincadeira. Ao vê-la chupar aquela barra de carne quente, minha ereção tava no talo, não aguentei e tirei a minha pau pra fora, chegando mais perto deles e perguntei: Posso? Na hora, Fabián disse: – Quero que ela tire meu leite primeiro… espera um pouco! – Minha mulher levantou do sofá e mandou meu amigo esperar uns minutos. Ela foi pro quarto, não sabia o que ela tava pensando em fazer… Assim que ela entrou no quarto, falei pro Fabián: — Vai comer ela agora? — Claro que eu adoraria, mas minha mina me espera no ponto de táxi em 20 minutos, só quero que ela tire meu leite com a boquinha dela! Tudo bem pra você? – Claro! Se ela prefere assim, pode ir… Durante os minutos que Jael demorou pra sair do nosso quarto, ele ficou com a pau pra fora, se masturbando sem parar, e o filho da puta ainda disse: – Tô com os ovos cheios de leite pra ela!, Para sua puta mulher! —Mostrando descaradamente o pau dele—Olha como minha rola incha só de pensar na bunda da Jael…! —A bunda dela me enlouquece, sinto falta desde aquela noite, mas com a pressa que tô, me contento com um boquete bem dado! Espero que não fique brava, hahaha! E assim fechamos o pacto e nos preparamos pra festa de Oaxaca, né?
—Porra, sortudo! —Você tá transformando a Jael numa puta com essa pica! —Falei sem parar de admirar o pau grosso dele que balançava na minha frente, —É toda sua, esse é o trato. —Meu pau também não tava guardado e eu me masturbava impaciente pra ser testemunha do que ia rolar. —Queria ver você comendo ela de novo, mesmo que ela fique dolorida, ela adora que você enfie forte! Ela ficou fascinada pelo seu pau!!
De repente, minha mulher apareceu com um shortinho de algodão, a bunda dela devorava o tecido, a buceta se desenhava perfeitamente, as nádegas eram um manjar dos deuses, mas naquela manhã era pro deleite e prazer do Fabián. Ela sabia que os homens enlouqueciam pela bunda dela, pelas pernas e pela cinturinha fina, e queria agradar o amante bem-dotado. Ela se aproximou dele e disse: —Meu rei, por ser tão paciente, vou tirar seu leite do jeito que você quiser…! —Pegou de novo aquela pica monstruosa entre as mãozinhas e batia uma descaradamente, abrindo a boca o tempo todo. —Que pica enorme, meu rei! —Ouvi que você só tem pouco tempo pra mim… não importa, não se preocupa, minha mãe também vai chegar a qualquer hora e não quero que ela me pegue feito o tigre de Santa Julia…! hahaha! Chupando sua pica, meu rei! —Chupa um pouco mais, tá quase saindo meu gozo, putinha! —Tá ficando mais dura! Sluurrp! Sssluurrp!
Sem mais demora, ela tentou engolir a cabeça toda, abrindo a boca ao máximo, e começou um boquete fenomenal. Comecei a me masturbar acariciando a bunda da minha mulher; —Aaaagghhh! —Então ela me perguntou: —Quer ver como eu tiro o leite dele, amor? …Claro que quero, faz ele feliz, minha vida! —Eu puxei o shortinho dela pra baixo Algodão e encaixei meu pau entre as nádegas dela pra me masturbar, tava prestes a explodir, a bunda dela me convidava pra sodomizar, ela queria e rebolava pra trás pra torturar mais meu membro e me dar um prazer delicioso; mas não fiz porque queria que estivesse bem apertadinha pro Fabião comer ela na festa daqui a dois dias. Em menos de dois minutos jorrei meu leite entre as nádegas carnudas dela…!Oooohhh! Meu coração tava batendo muito rápido, meu gozo não parava de sair e ela continuava dando prazer pro Fabião,–Que bem que você ensinou essa puta a chupar! –Ouvi o Fabião falar,– Olha como ela come meu pau… vai me deixar seco! –Jael chupava aquele pau terrível e disse:– Quero seu leite, meu rei!– Quero comer ele agora! – Nessa hora tocou a campainha da nossa porta da frente e minha esposa soltou o pau do macho dela… dizendo num tom preocupado: –É minha mãe, é minha mãe, já chegou!—Depois me ordenou:–Fala pra eles que a gente tá procurando a chave, que esperem um momento! Jááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááá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Mostrou o cacete dele que ainda queria mais. – Segura aí pra festa – falei, e ele se acomodou num sofá, ligou a TV pra disfarçar a situação constrangedora que a gente tava. Da minha parte, com o pau duro, fui receber meus sogros que estavam lá fora esperando... Desculpa! pela demora, mas não achávamos a chave. Entrem, entrem! A Jael tá tomando banho, eu tava quase saindo pra fechar um negócio com meu amigo Fabián. Ele, por sua vez, cumprimentou meus sogros com toda educação e a gente conversou um pouco, depois ele se despediu de todo mundo, falando pra eu cuidar deles que outro dia ele vinha pra conversar melhor sobre o negócio que a gente planejava. (Claro que era pura mentira.) Eu e a Jael acompanhamos ele até a saída, e ela aproveitou pra reclamar de um jeito gostoso: – Que bruto você é! – Por pouco a gente não é pego! – Vim te dar tua ração de porra, a próxima vai ser no teu cu, minha rainha! – e passou a mão na bunda dele. – Jáááá! Calma, que vão nos ver! Aí perguntei: – Então, e aí? Contamos com teu pau pra festa? Hahaha! – Por esse cu aqui, vou onde me mandarem! HAHAHA! – SSSHHHHHTTT! – Cala a boca! – Não grita, animal! – falou minha esposa. – Com isso a gente fecha um bom trato!... seria uma burrice parar de comer uma mulher como a sua... Minha esposa respondeu sem nenhuma vergonha na hora de se despedir com um beijo: – Como eu sou puta, quero mais do teu pau, meu rei! – e apertou o ferro grosso dele que ainda tava duro. Depois voltamos pra sala pra conversar e preparar um almoço pros meus sogros. Eles não faziam ideia do que tinha rolado meia hora antes na nossa casa, e não sabiam que a gente ia sair pra uma festa onde a Jael, a filha preferida deles, ia ser comida na minha frente. Mais pra frente vou contar como deram porrada nela nessa festa, foi sensacional e muito tesão garantido... Antes de me despedir, agradeço os comentários anteriores do primeiro relato. Se quiserem, mandem pra: cornox_@outlook.com, vou agradecer. E se tiver críticas, pode mandar, mas é um estilo de vida que me faz feliz. Feliz e minha parceira também.
Pra não dar mais detalhes do que conversei com meus sogros, vou contar o que me interessa e vocês também, porque toda vez que as lembranças vêm na minha mente, tenho que me masturbar pra me acalmar e conseguir focar no meu trabalho.
Depois do que aconteceu naquela noite, onde minha esposa se deixou comer pelo meu amigo Fabián, quem leu o relato anterior sabe o que rolou antes dele macetar ela. (Procurem a primeira parte, se ainda não leram) Lembrar do jeito que ela foi possuída pelo touro continua me deixando de pau duro o tempo todo. É meio-dia e minha amada esposa Jael está atendendo a loja de roupas dela no centro da cidade, então ela não está em casa, e aproveitei pra ficar escrevendo esse relato pra vocês no meu laptop, porque quero transmitir o prazer de compartilhar uma mulher que nasceu pra ser comida por vários machos ao mesmo tempo.
Como eu disse antes, eu tava de pau duro o tempo todo e meditando sobre o que aconteceu, acabava batendo uma punheta braba lembrando como Fabián montava na minha mulher na minha própria casa. Nos dias seguintes, fiquei pensando e revivendo tudo, lembrar como eles comiam minha esposa me deixava excitado o tempo todo. Os dias depois do primeiro acontecimento que marcou de vez o rumo da nossa relação com meu amigo, minha esposa ficava mais safada, tava feliz por permitir que eu concordasse que outro a comesse, que outro aproveitasse o corpo dela e eu, em vez de ficar puto, curtia pra caralho; meu pau inchado dizia tudo… e como recompensa, ela tirava Gozando na boquinha dela quando voltei da rua e ela me dizia:
– Viu como os caras olhavam pra minha bunda, pai?
– Mas ela é sua e do Fabián, meu amor…!
– Vem, vou chupar sua pica pra você dar uma aliviada, mais tarde você me come, vai, pai!
– Enquanto ela me chupava, eu acariciava aquela bunda poderosa que também era do meu amigo…
– Que rabão que esse filho da puta come!
– Você tem uma buceta faminta, olha como engole a pica toda dele…!
– Minha excitação era tanta que em poucos minutos eu explodia na boca dela, jogando meu gozo na garganta, e ela engolia tudo. Depois me dizia com cara de puta: – É assim que você quer que eu chupe o Fabián? Lembra que ele vai voltar pra minha bunda pequenininha!
– Ele tem uma pica enorme, pai!
– Claro, minha vida, ele volta logo, tá guardando todo o gozo dele pra você…!!
– É o que eu espero, pai? – Ela disse, se levantou e foi direto tomar banho.
À noite, na hora do sexo, perguntei pra minha mulher se ela queria continuar naquilo que eu tinha metido ela, se ela tinha mudado de ideia, mas no estado de excitação sexual dela, ela confirmou que queria repetir o encontro com meu amigo…
– Claro que sim! – Você me disse que ia realizar minha fantasia, não foi? – Quero continuar provando a pica dele, meu amor! – Minha bunda pequenininha sente falta da pica dele!
– Tá bom, meu amor, o que você disser – Me enche de prazer ver como esse filho da puta te enfia a pica!!
– Depois de acariciar a pele dela, entre clara e canela, eu chupava a buceta dela, o cuzinho dela…, molhava minha cara com os líquidos gostosos dela, o sabor me deixava louco e eu mandava ela ficar de quatro… não sabia se comia ela ou me masturbava vendo aquele corpo voluptuoso de deusa pagã. Na minha mente vinham cenas dos caras que desejavam ela na rua e a imagem do Fabián quando ele se masturbou atrás dela; quando ele enfiou a pica na buceta e no cu dela.
Minha pica tava duríssima e decidi pegar ela por trás, enquanto enfiava na buceta dela, de pé, levei ela até o espelho grande do toucador que temos no quarto e meti forte! Plaf! Plaf! Plaf! Queria que ela percebesse que como seu marido que sou, tinha pau pra dar do jeito que ela quisesse, que também fazia ela gozar com meu pau grande, queria que ela soubesse que também a desejava tanto ou igual como os caras da rua, que a desejava igual ao Fabián…o amante da vez. Gostava de ver pelo espelho seus trejeitos de puta gostosa, como abria a boca quando eu penetrava fundo…ver o movimento que o corpo dela fazia, me fazia lembrar e imaginar o próximo encontro com meu amigo, sabia que ele tinha o pau mais grosso e cabeçudo e a bunda da minha esposa pertencia a ele, sabia que ela sentia falta daquela barra de carne enorme entrando na sua buceta suculenta, sabia que Jael queria chupar de novo o pau potente dele, ter ele só pra ela e pedir pra ele arrebentar o cu dela quantas vezes fosse preciso pra domá-lo de novo…
Suas nádegas duras e poderosas foram feitas pra receber as estocadas de qualquer macho dotado, uma bunda como a da Jael merecia uma boa ferramenta e o Fabián era o sortudo que saboreava o mel dos cantos mais íntimos da anatomia dela, Fabián era o macho dela, o comedor dela, o garanhão dela…Isso ficava claro pra mim!—Era minha esposa, mas era puta de outro, de um macho de pau grande como eu sempre imaginei e eu curtia isso; minha mulher e seu corpo sensacional foram feitos pra ser comidos e dar prazer pros homens sortudos que ela quisesse escolher pra curtir o sexo.
!Aaaagghhh! ¡Aaaaghh!– Meu amor!….!Assim, assim, assim! –Me come gostoso! –!Oooohhhh!– Quer que eu chame o Fabián?—perguntei prestes a explodir, mas me segurei…—Se você chamar ele vai vir e ocupar seu lugar e não vai te dar nada, minha vida! –Dessa vez me come só você…anda, me faz gozar, me come porque quando eu montar nele, você só vai poder ver como ele faz a raba na sua frente…sem sua ajuda…papai corno!
A cara dela tava vermelha e eu sabia que ela tava prestes a gozar, parei um momento e me ajoelhei pra chupar a buceta e o cu dela ao mesmo tempo…!Uuuuummm! que cheiro gostoso tem seu cu! Esse aroma deixa o Fabián louco…mas o sabor é muito melhor…!Aaahhhh! –delicioso! – Tão apertadinho mas mama a pica dele… Isso você gosta, não é, putinha?
– Você vai ordenhar de novo com essa bunda, meu amor?
– Sim! Sim!
– Mas hoje me come, papai!
– Logo vai ser a vez dele!
– Quero sentir o pau dele de novo, mesmo que arrebente meu cu outra vez!
Aquele diálogo estava me fazendo perder os sentidos e, aproveitando o momento, perguntei:
– Onde você gostaria que eu te comesse da próxima vez?
Bombeei forte de novo, ela só virou a cabeça pra trás e disse:
– Leva ele pra festa! Quando terminar, nos leva a um lugar pra eu ser comida pela minha vida…
AAAGGHHH! AAAAAHHGGG!
– Me fode mais forte, igual o Fabián fez!
O corpo dela se agitou e relinchou de prazer… o orgasmo a fez desfalecer. Ao mesmo tempo, enchi a boceta quente dela com meu esperma, uuuufff! Eu bufava como um touro; se tivesse outro macho comigo, teria cedido meu lugar pra sentir o quão quente e apertada era a buceta dela.
Deitei na cama suado, e ela agarrou meu pau dizendo:
– Hoje você me deu mais forte que de costume, papai! E se deitou ao meu lado.
Depois de dormir um pouco, lembrei do que ela tinha dito sobre onde seria nosso próximo encontro: seria numa festa pra qual uns amigos nos convidaram em Oaxaca, num restaurante chique chamado Santa Marta. Era nessa festa que minha mulher queria se encontrar com o amante bem-dotado dela, Fabián.
Antes de continuar contando como ele comeu ela nessa festa, no dia seguinte conversei sério com ela sobre o assunto. No começo, ela queria esquecer tudo; seus princípios morais a faziam pensar. Argumentava que não estava certo o que tinha acontecido, que tudo podia sair do controle e que era um risco grande o que estávamos vivendo, porque Fabián podia contar nosso segredo pros amigos dele. Minha esposa tinha razão; além disso, aquele escândalo podia chegar aos ouvidos dos nossos familiares e amizades. A verdade é que nosso casamento parecia ser como qualquer outro, e não queríamos ter problemas desse tipo. Não estávamos preparados pra isso. mas não me importei, convenci ela de novo do quão fabuloso foi da primeira vez e que muitas experiências excitantes nos esperavam, eu disse que queria vê-la feliz e que aproveitasse a sexualidade dela na juventude, que a beleza dela era para ser admirada e curtida por ele, ou pelos homens que ela decidisse para poder gozar do sexo sem tabus. Ela entendeu e aceitou me dando um beijo por eu ser como era, ela gostava que os homens a desejassem, mas nunca imaginou transar com meu amigo Fabián, ele a satisfazia enormemente com a rola grossa dele, digo rola, porque é realmente o tamanho e formato que minha mulher mais admira no Fabián, o prazer que ela recebe do pauzão dele pelo cuzinho e buceta dela me diz com os gemidos, que ela curte pra caralho; no dia que ela cansar, vou arranjar outra rola com as características que ela precisar e exigir... Se naquela manhã ela tivesse dito: "acabou aqui!" Meu enorme prazer de vê-la transar com outro ia desaparecer...
Naquele mesmo dia, depois de ficar conversando com ela sobre o Fabián e o encontro com ele na festa em Santa Marta, ela também aproveitou pra reclamar que o vizinho tinha roubado 2 das calcinhas dela, eu disse pra ela não se preocupar que o pobre coitado só ia estar se acabando na punheta por causa dela. Ela riu e disse: "Coitadinho! Que poder minhas calcinhas têm! Kkkkkk!" – "Qualquer um ia querer ter uma peça sua tão pequenininha! Um dia eu chamo ele pra ver o jogo e capaz que ele acabe batendo uma na sua sala! Kkkkkk!" – "Ei, mas ele levou as mais bonitas que você me comprou, meu amor!" – "Um dia desses ele te grava a bunda da laje dele, é capaz!"... E depois de mais comentários safados, combinamos que a atitude do vizinho com ela não nos afetava. Voltamos ao assunto que nos interessava e decidimos convidar o Fabián pra casa no dia seguinte antes da festa, pra conversar sério com ele sobre o assunto e estabelecer algumas regras de privacidade, inclusive que ele fizesse alguns exames pra comprovar a boa saúde; embora eu soubesse que Ele praticava futebol, corria e sempre se cuidava. A única mulher que ele tinha visto era a namorada atual, uma gostosa de uns 25 anos que morava fora de Ocotlán de Morelos.
No dia seguinte, peguei o celular e liguei pro Fabián. Ele chegou meia hora depois de eu ter chamado. Quando ouvi a campainha, meu pau reagiu na hora, sentia as gotas de lubrificante molhando toda a minha cabeça. Ele entrou sorrindo e cumprimentando alegremente com um beijo perto da boca da Jael… dava pra ver a vontade que ele tava de continuar comendo minha mulher. Meu pau começou a crescer e crescer dentro da cueca; enquanto a gente conversava, a Jael tava no meio de nós dois e eu vi que nosso convidado tava devorando minha esposa com os olhos. Ele não aguentou a vontade, agarrou ela pela cintura, passou a mão de leve, tocou as pernas dela e chegou mais perto. Era uma situação muito excitante e eu já imaginava o que ia rolar na minha sala de novo.
Nós três combinamos as regras, a mais importante era que a relação ia ser só sexo, nada de se apaixonar, só putaria mesmo e saber manter as aparências. Como ele queria continuar aproveitando o corpanzil da minha mulher, aceitou as condições que ela impôs. Depois de tudo combinado, ele levantou do sofá e chegou perto pra beijar minha mulher com paixão, eles se beijavam como se fossem namorados na minha frente…
Eu só observava a situação sem falar nada, minha mulher se deixava beijar à vontade. Depois, ele tentou enfiar a mão por baixo da calça jeans apertada dela pra acariciar as bundas carnudas. Como não conseguiu, meteu a mão por baixo da blusa dela e amassou os peitos dela. O volume na calça dele tinha crescido pra caralho. Ele se afastou um pouco da minha esposa e, de repente, abaixou o zíper e tirou o majestoso cacete dele pra fora. A cabeça tava brilhando, pulsava sozinha e babava de tesão. Minha mulher olhou pra mim e disse sorrindo: – Pelo amor de Deus, fecha a porta. Hoje é domingo e não quero ser pega pelos meus pais mamando essa pica. pau do Fabián! – Tranquei a porta com chave, a porta da rua e a da nossa casa, voltei pra sala imaginando o que vinha por aí. Fabián oferecia a pauzuda dele sem parar de acariciar o cabelo da Jael… ela, ao ver o membro suculento, passou a língua nos lábios e cobriu com a boca a cabecinha enorme, — AAAAGGGHH! AAAGGHH! – Precisava sentir sua boquinha! Come o que der, sua putinha! Aaaagghh! Minha mulher só chupava a cabeça, dava uns chupões barulhentos, Sssluuurrp! Sssluuurpp! E com a língua recolhia as gotas cor de mel que brotavam e brotavam daquele olhinho da pau dele. Assim, assim, assim! – Que boquete gostoso, putinha! – Ela tava tão concentrada que precisei chegar perto dela pra ela saber que eu tava ali. Virando pra me olhar e sabendo que isso me deixava louco, ela disse: — Bárbaro! Olha como ele tá duro, amor! – Me desculpa, mas a pau dele é uma delícia e precisa dos meus serviços…! Uuummm! Meu rei, senti tanto sua falta, senti falta do gosto da sua pau! – Quero seu leite, meu rei! Fiquei surpreso com essa ação não planejada, meu amigo tava tomando a iniciativa e minha esposa entrava na brincadeira. Ao vê-la chupar aquela barra de carne quente, minha ereção tava no talo, não aguentei e tirei a minha pau pra fora, chegando mais perto deles e perguntei: Posso? Na hora, Fabián disse: – Quero que ela tire meu leite primeiro… espera um pouco! – Minha mulher levantou do sofá e mandou meu amigo esperar uns minutos. Ela foi pro quarto, não sabia o que ela tava pensando em fazer… Assim que ela entrou no quarto, falei pro Fabián: — Vai comer ela agora? — Claro que eu adoraria, mas minha mina me espera no ponto de táxi em 20 minutos, só quero que ela tire meu leite com a boquinha dela! Tudo bem pra você? – Claro! Se ela prefere assim, pode ir… Durante os minutos que Jael demorou pra sair do nosso quarto, ele ficou com a pau pra fora, se masturbando sem parar, e o filho da puta ainda disse: – Tô com os ovos cheios de leite pra ela!, Para sua puta mulher! —Mostrando descaradamente o pau dele—Olha como minha rola incha só de pensar na bunda da Jael…! —A bunda dela me enlouquece, sinto falta desde aquela noite, mas com a pressa que tô, me contento com um boquete bem dado! Espero que não fique brava, hahaha! E assim fechamos o pacto e nos preparamos pra festa de Oaxaca, né?
—Porra, sortudo! —Você tá transformando a Jael numa puta com essa pica! —Falei sem parar de admirar o pau grosso dele que balançava na minha frente, —É toda sua, esse é o trato. —Meu pau também não tava guardado e eu me masturbava impaciente pra ser testemunha do que ia rolar. —Queria ver você comendo ela de novo, mesmo que ela fique dolorida, ela adora que você enfie forte! Ela ficou fascinada pelo seu pau!!
De repente, minha mulher apareceu com um shortinho de algodão, a bunda dela devorava o tecido, a buceta se desenhava perfeitamente, as nádegas eram um manjar dos deuses, mas naquela manhã era pro deleite e prazer do Fabián. Ela sabia que os homens enlouqueciam pela bunda dela, pelas pernas e pela cinturinha fina, e queria agradar o amante bem-dotado. Ela se aproximou dele e disse: —Meu rei, por ser tão paciente, vou tirar seu leite do jeito que você quiser…! —Pegou de novo aquela pica monstruosa entre as mãozinhas e batia uma descaradamente, abrindo a boca o tempo todo. —Que pica enorme, meu rei! —Ouvi que você só tem pouco tempo pra mim… não importa, não se preocupa, minha mãe também vai chegar a qualquer hora e não quero que ela me pegue feito o tigre de Santa Julia…! hahaha! Chupando sua pica, meu rei! —Chupa um pouco mais, tá quase saindo meu gozo, putinha! —Tá ficando mais dura! Sluurrp! Sssluurrp!
Sem mais demora, ela tentou engolir a cabeça toda, abrindo a boca ao máximo, e começou um boquete fenomenal. Comecei a me masturbar acariciando a bunda da minha mulher; —Aaaagghhh! —Então ela me perguntou: —Quer ver como eu tiro o leite dele, amor? …Claro que quero, faz ele feliz, minha vida! —Eu puxei o shortinho dela pra baixo Algodão e encaixei meu pau entre as nádegas dela pra me masturbar, tava prestes a explodir, a bunda dela me convidava pra sodomizar, ela queria e rebolava pra trás pra torturar mais meu membro e me dar um prazer delicioso; mas não fiz porque queria que estivesse bem apertadinha pro Fabião comer ela na festa daqui a dois dias. Em menos de dois minutos jorrei meu leite entre as nádegas carnudas dela…!Oooohhh! Meu coração tava batendo muito rápido, meu gozo não parava de sair e ela continuava dando prazer pro Fabião,–Que bem que você ensinou essa puta a chupar! –Ouvi o Fabião falar,– Olha como ela come meu pau… vai me deixar seco! –Jael chupava aquele pau terrível e disse:– Quero seu leite, meu rei!– Quero comer ele agora! – Nessa hora tocou a campainha da nossa porta da frente e minha esposa soltou o pau do macho dela… dizendo num tom preocupado: –É minha mãe, é minha mãe, já chegou!—Depois me ordenou:–Fala pra eles que a gente tá procurando a chave, que esperem um momento! Jááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááá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Mostrou o cacete dele que ainda queria mais. – Segura aí pra festa – falei, e ele se acomodou num sofá, ligou a TV pra disfarçar a situação constrangedora que a gente tava. Da minha parte, com o pau duro, fui receber meus sogros que estavam lá fora esperando... Desculpa! pela demora, mas não achávamos a chave. Entrem, entrem! A Jael tá tomando banho, eu tava quase saindo pra fechar um negócio com meu amigo Fabián. Ele, por sua vez, cumprimentou meus sogros com toda educação e a gente conversou um pouco, depois ele se despediu de todo mundo, falando pra eu cuidar deles que outro dia ele vinha pra conversar melhor sobre o negócio que a gente planejava. (Claro que era pura mentira.) Eu e a Jael acompanhamos ele até a saída, e ela aproveitou pra reclamar de um jeito gostoso: – Que bruto você é! – Por pouco a gente não é pego! – Vim te dar tua ração de porra, a próxima vai ser no teu cu, minha rainha! – e passou a mão na bunda dele. – Jáááá! Calma, que vão nos ver! Aí perguntei: – Então, e aí? Contamos com teu pau pra festa? Hahaha! – Por esse cu aqui, vou onde me mandarem! HAHAHA! – SSSHHHHHTTT! – Cala a boca! – Não grita, animal! – falou minha esposa. – Com isso a gente fecha um bom trato!... seria uma burrice parar de comer uma mulher como a sua... Minha esposa respondeu sem nenhuma vergonha na hora de se despedir com um beijo: – Como eu sou puta, quero mais do teu pau, meu rei! – e apertou o ferro grosso dele que ainda tava duro. Depois voltamos pra sala pra conversar e preparar um almoço pros meus sogros. Eles não faziam ideia do que tinha rolado meia hora antes na nossa casa, e não sabiam que a gente ia sair pra uma festa onde a Jael, a filha preferida deles, ia ser comida na minha frente. Mais pra frente vou contar como deram porrada nela nessa festa, foi sensacional e muito tesão garantido... Antes de me despedir, agradeço os comentários anteriores do primeiro relato. Se quiserem, mandem pra: cornox_@outlook.com, vou agradecer. E se tiver críticas, pode mandar, mas é um estilo de vida que me faz feliz. Feliz e minha parceira também.
Pra não dar mais detalhes do que conversei com meus sogros, vou contar o que me interessa e vocês também, porque toda vez que as lembranças vêm na minha mente, tenho que me masturbar pra me acalmar e conseguir focar no meu trabalho.
3 comentários - Compartindo a buceta da minha esposa, parte 2