Continuamos com a bela história!
Aqui embaixo deixo a primeira parte!
http://www.poringa.net/posts/relatos/3152930/Aprendiendo-sobre-el-amor.html
E aqui a segunda parte!
http://www.poringa.net/posts/relatos/3154026/Aprendiendo-sobre-el-amor-2.html
Agora sim, parei de enrolar e vai o que interessa!!
Saudações!!!
L: Me perdoa.. – Ela dizia quase chorando – de verdade, eu quero. Mas não consigo, não consigo! – Ela se abraçou em mim – tem paciência, espera até eu estar pronta – disse quase como um súplica.
M: não se preocupa, meu bem – falei abraçando ela ainda mais forte – vou esperar por você, a vida inteira se for preciso.
Depois daquele dia, a gente continuou se conhecendo, e cada vez que eu conhecia ela mais, mais eu gostava dela. A voz dela é linda, a mais linda que já ouvi na minha vida inteira. Guardei até o menor detalhe, tipo como ela levanta a sobrancelha quando eu desafio ela pra alguma coisa, como ela desvia o olhar por ficar corada e, sem perceber, morde o lábio, como ela brinca com as mãos quando tá nervosa. Gravei tudo, CADA mínimo detalhe dela.
Tava esperando o momento perfeito pra gente sair, e ele chegou depois de 2 semanas desde que começamos a nos conhecer melhor.
M: Vou te buscar amanhã às 11h. – Falei, estávamos no lugar onde ela me descobriu espiando, aquele virou nosso point – veste algo confortável e uma jaqueta, coração.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você vai me dizer pra onde a gente vai?– neguei com um sorriso nos lábios –Já te falei que não curto surpresas..
M: Eu sei, meu amor, mas essa aqui você vai gostar – falei beijando a bochecha dela – eu prometo.
Ela se resignou a me deixar dizer pra onde eu ia levá-la, eu contava as horas pra levá-la pro encontro, ela tá nervosa e ao mesmo tempo animada. Quando faltavam uns minutos pras 11, já tava na frente da casa dela, desci da moto e ia bater na porta, quando ouço uns gritos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me solta!!– essa era a voz da Luna –SOCORRO!!
Homem: Cala a boca, sua estúpida... – Dava pra ouvir eles jogando uns objetos pela casa – Vem pra cá ou vai ser pior. – Ouviu-se alguém caindo no chão.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Maldito!!– grito luna –mesmo que você tenha…Parei de prestar atenção porque um cachorro saiu de um dos lados da casa, mas não fez nada comigo, só me olhou e foi embora. Voltei a prestar atenção no que eles estavam dizendo.-… você me dá nojo… ouviu NOJO!!!.
Homem: sua gostosa.. Vou te dar um castigo bem merecido – ele também gritava com raiva – você não vai andar por dias, sua estúpida.
Ao ouvir isso, me assustei, bati na porta, apertei a campainha e ninguém saía, ainda dava pra ouvir as brigas...
M: LUNA!!! Abre, porra.. – gritei com toda a minha força, não tava nem aí pros vizinhos, nem se chamassem a polícia, queria ver se ela tava bem.
Ouvi um negócio quebrar, tava começando a ficar com medo de verdade.. Quando vejo a Luna saindo por um dos lados da casa, toda acalorada, o cabelo meio bagunçado, e com uma leve camada de suor.. Eu ainda não tava reagindo até que ela me tirou dos meus pensamentos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vamos nessa!!– Ela me disse, puxando meu braço –Anda, se liga, que ela pode chegar a qualquer hora.
Rapidamente subi na minha moto, ela montou abraçada em mim, e antes mesmo de eu ligar a moto, apareceu um cara mais velho, era grandão, imagino que era o pai, porque identifiquei uns traços da Luna nele.
Homem: Luna, não vai embora!! Ou vai se arrepender..!! – disse o homem com um olhar assustador, parecia pirado, olhando cheio de raiva pra Luna.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai, gostosa..– me ordeno lua
E antes que o pai da Luna nos alcançasse, arranquei a toda velocidade. Parei uns 15 minutos depois, quando já estávamos longe da casa dela. Desci da moto e fiz ela imitar o que eu fiz.
M: Você pode me explicar o que foi aquilo? – perguntei preocupado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Te falei pra não perguntar sobre meu passado.– disse sem nem olhar pra mim –espera um instante— disse ele, tirando o celular e se afastando um pouco de mim —Alô, Sra. Trinidad... Sou a Luna, se não levar o Román de volta pra casa...Eu olhava pra ela sem entender o que tava rolando.– se eu te procurar de noite, não se preocupa, e valeu, prepara tudo que lá pelas 9 horas eu tô aí.- desligou a ligação.
M: Luna... Pode me dizer o que tá rolando? – já tava muito impaciente, me sentindo impotente sem saber como ajudar ela.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.:…- suspiro, e segurando minhas mãos, me disse-Mari… vamos marcar o encontro, tá?– desde que saiu de casa, não olhava na minha cara.– eu.. uff.. Eu te conto quando terminar o encontro, ok? –depois ela fez algo que me deixou chocada, foi ela quem procurou meus lábios e os roçou com os dela, em segundos se afastou de novo de mim– faz eu esquecer de todos os meus problemas –Isso foi... uma súplica? Woo, eu fiquei muito confusa.
M: e..eh e..u – não sabia o que dizer pra ela – va.. Vamos.. – falei subindo de novo na moto.
Ela montou uns segundos depois de mim, me agarrou pela cintura e me beijou bem atrás da orelha. Essa ação me arrancou um suspiro e um arrepio percorreu meu corpo todo. Quando me recuperei, liguei a moto e partimos pro encontro.
A viagem até onde ia ser o encontro durou um pouco mais de 2 horas. Chegamos em Cubiro, uma cidade com um clima gostoso. Demos umas voltas pela cidade, visitamos a igreja, comemos uns sorvetes, e depois levei ela pras Lomas de Cubiro. Lá, demos uns passeios a cavalo, caminhamos um pouco, passamos um momento gostoso, mas essa não era a surpresa. Quando já tava começando a anoitecer, falei pra gente deitar na grama e olhar pro céu.
O bom dessa cidade é que quando amanhece ou anoitece, o céu brinca com as cores, dá pra ver os crepúsculos mais lindos que já existiram. Dessa vez, o céu tava pintado de um azul com roxo, com uns pedacinhos de laranja e amarelo, a vista tava espetacular. Mas, apesar de uma paisagem tão gostosa, eu me distraí olhando o sorriso lindo que a Luna tinha. Nunca me cansaria de ficar de olho nela.
M: E aí, o que você achou de tudo até agora? – perguntei sem tirar os olhos da Luna.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.tudo estava muito gostoso..-e me viro pra me olhar– obrigado– estávamos lá deitadas as duas, nos olhando, eu alternava meu olhar entre os olhos e os lábios dela, mas não cheguei a beijá-la, esperava que ela fizesse isso, que tomasse a decisão. Ela, inconscientemente, mordeu o lábio, e com esse simples gesto fez com que eu sentisse meus lábios secos, então umedeci meus lábios com a língua, vi que ela não parou de olhar para meus lábios enquanto eu fazia isso.
Tava quase certa de que faltava pouquinho pra ele me beijar, então me adiantei e beijei o canto dos lábios dela. Ela me olhou entre frustrada e surpresa — Vamos — falei, me levantando e ajudando ela a se levantar — ainda tem uma surpresa. Caminhamos até um lugar mais afastado, mais íntimo do que a gente tava.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.a..h MEU DEUS!!– disse ela, surpresa. Ela olhava como ali havia uma mesa rodeada de velas, tudo bem decorado (uma amiga me ajudou com tudo). Convidei ela pra sentar enquanto pegava a comida de um carrinho e servia pra gente. Ela tava toda sorridente, parecia feliz, o que me deixava duas vezes mais feliz.
Quando terminamos o jantar, batemos um papo, até que chegou a hora da minha última surpresa do dia.
M: Luna... – falei nervosa – é... eu tenho mais uma surpresa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Outra?.. Não, Mari, isso já é demais.
M: não é nem suficiente pra te mostrar o que você me faz sentir.. - ela corou – bom.. É, preciso que você coloque isso.. - falei mostrando um lenço – é pra você não ver.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.:… eu..-não entendia a expressão dela— não vou vestir isso, desculpaEla me disse –Se quiser, eu cubro meus olhos com as mãos, não vou olhar, juro.
M: tá bom – falei me levantando, ela imitou meu movimento – fecha os olhos – ela fez com uma certa resistência, me aproximei dela e beijei de novo o canto dos lábios dela, fiquei do lado dela e guiei ela uns metros pra frente de onde a gente tava. – Espera aqui, não olha ainda – arrumei os últimos detalhes e me posicionei – faz de conta que tá olhando pro chão – ela fez isso – agora abre os olhos.
A expressão dela, o rostinho dela, nunca vou esquecer, era uma mistura de surpresa, empolgação, felicidade... Adorei ver ela daquele jeito... Ela ainda não tinha saído do choque, olhando pras velinhas onde tava escritocê me gusta, me deixava...E a palavra continuava com uma seta apontando pra mim. Eu tinha vários papeizinhos colados.
Luna se aproximou de mim bem devagar, eu esperava por ela paciente, quando chegou até mim pegou o primeiro papelzinho visível.. e dizia..Te ensinar..depois procuro outro que seguia a frase do anteriora amar?
Ela estava com lágrimas nos olhos, então, enxugando as lágrimas dela, mostrei um papelzinho que estava na minha mão. Dizia:procura no meu coraçãoela viu onde meu coração estava, mas não viu os papeizinhos, o olhar dela era de confusão, então peguei a mão dela e levei até meu coração (que nem preciso dizer que tava aceleradíssimo), aí ela percebeu que o papelzinho tava debaixo da minha jaqueta, tirou minha jaqueta e olhou vários papéis, pegou o primeiro que dizia..Você quer..depois pego o que vinha na sequência..Ser..seguiu com o outro..Mi..e tomo o último.. Namorada?
Ela deu uma risadinha, tava chorando, eu não falava nada, só esperava a resposta dela.
Ela se aproximou de mim e me abraçou –Mari, Deus, isso é demais, você é demais.– disse enxugando as lágrimas –Eu não mereço você, eu poderia te fazer muito dano, mari– disse escondendo o rosto no meu pescoço –mas sou egoísta e não vou te deixar ir.
Então ele começou a acariciar meu pescoço com os lábios e o nariz, ia devagar, MUITO devagar, eu só conseguia tremer com as carícias dele. Subiu até minha orelha e sussurrou –sim, sim, quero ser sua namorada– sem desgrudar os lábios da minha pele, chegou aos meus lábios e roçou os dela nos meus, mas dessa vez finalmente deu o passo, prendeu meu lábio inferior entre os dela e puxou ele pra ela ao mesmo tempo que apertava os lábios dela no meu, foi excitante, soltei um suspiro/gemido com o que ela fez.
Tava no mesmo céu, os lábios dela tinham um gosto único, especial, a gente tava se beijando do jeito mais lindo, mais carinhoso que nenhuma outra mina tinha me beijado, com minha língua contornei os lábios dela pedindo licença pra entrar na boca dela, ela quase na hora deixou, quando minha língua encostou na dela, escapou um gemido quase imperceptível, a gente aprofundou um pouco mais o beijo. Num momento, ela fez com minha língua a mesma coisa que com meu lábio, não teve como não gemer de novo nos lábios dela, puxei ela mais pra perto de mim e a gente se beijou até o ar acabar.
Quando me afastei dela, percebi que a respiração dela tava irregular, igual a minha, e o rostinho dela tava com um vermelho adorável.
— Mais dois beijos assim e vou me apaixonar por você — falei sem tirar os olhos dos dela.
Ela sorriu e me beijou de novo. Dessa vez, enquanto a beijava, acariciei a bochecha dela, o cabelo, as costas. E quando me afastei de novo, dei um beijo rápido que ela nem teve tempo de responder. Beijei as bochechas dela, cheguei perto do ouvido e sussurrei:
— Você me encanta.
Ficamos um tempão nos beijando, até que tivemos que voltar. Não levei ela até a casa dela, ela me deu outro endereço, um pouco longe da casa dela. Quando chegamos na casa, ela desceu rápido, eu segui ela e, antes que ela chegasse na porta, parei ela e falei.
M: luna.. amor – quando eu disse amor, ela me roubou um beijo – você poderia me dizer o que vai fazer…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.vou buscar meu irmãozinho– Eu olhei pra ela como quem queria dizer que não era aquilo que eu tava falando– mm..-lanço um suspiro– Vou ficar num hotel, não volto pra aquela casa e muito menos vou deixar meu irmãozinho com aquele animal.– ela me respondeu séria.
M: não, amor, você tá muito enganada – ela me olhou confusa – você vai comigo pro meu apê, você dorme no meu quarto com o Román e eu durmo no sofá – ela ia reclamar, mas eu calei ela com um beijo – não tô te perguntando, você vai fazer isso, ok?
Luna me queimou com o olhar e foi buscar o irmãozinho dela. Quando voltou, voltou com uma mochila e o Román. Nós três subimos na moto (nós, venezuelanos, somos malucos, somos capazes de ir até 7 pessoas na mesma moto). Quando chegamos em casa, levei o Román pro meu quarto, porque ele tinha dormido no caminho.
Depois de deitar ele, fui falar com a Luna.
M: amor... – Me armei de coragem pra perguntar – não quero te pressionar, eu sei que prometi não perguntar, mas é impossível pra mim – falei enquanto a levava pra cozinha pra servir um copo de porra – algum dia você vai me contar o que aconteceu com você? – perguntei baixinho, como se falar assim fizesse doer menos pra ela responder.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.:eu.. mari..-vi como ela brincava com as mãos, tava nervosa –Eu… uff. Uma vez eu engravidei…- baixo o olhar para que ela não visse a tristeza que me causava dizer essas palavras –E eu perdi ele... Perdi ele, meu bebê.– ela me disse, chorando– e foi culpa dela, a..aquele desgraçado.. Me fez abortar na porrada..-Ela continuava chorando, eu abracei ela pra ela ver que eu tava do lado dela.n..ão qu.ero que el..a fa..ça a m…esma coi..sa co..m o Ro..man– me abraçou bem forte –e..le sempre me bate.. e.. e..le ..-mas foi incapaz de continuar, não conseguia falar uma palavra de tanto chorar.
M: já, meu amor... – dizia consolando ela – já... não vou deixar aquele espermatozoide mal formado (hahaha) te tocar de novo – ela riu do jeito que eu falei, e essa era a ideia, fazer ela sorrir de novo. – fica aqui o quanto quiser, não vou deixar você ir com o Román pra um hotel, ok?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.:amor…disse com seus olhinhos marejadosvaleu por ser quem você é.. T..e am..o
Naquela noite, Luna dormiu do meu lado, no sofá-cama, enquanto Román dormia no meu quarto. No dia seguinte, voltamos pra casa da Dona Trinidad pra pegar outras malas — ela já tinha planejado uma fuga pra quando as coisas saíssem do controle. Eu, por minha vez, procurei um advogado pra brigar pela guarda de Román e dar ela pra Luna. Pra isso, a gente precisava de provas de que o pai de Luna não criava o filho do jeito certo.
Falei pra ela testemunhar que ele batia nela, mas ela não quis, dizendo que já tinha tentado, mas ninguém acreditava, porque aquele filho da puta não deixava marcas que provassem agressão e/ou abuso.
Advogado: Srta., sem provas de que seu pai não tem capacidade pra cuidar do Román, a gente nunca vai ganhar um julgamento.
M: Amor, você não lembra de nada que faça aquele Senhor perder a guarda do Román? Tráfico, drogas, nada?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Luna estava mergulhada nos pensamentos dela, não falava nada e isso me preocupava.
Advogado: desculpem, meninas, vou me retirar, tenho que ir pra uma reunião.. – o advogado se despediu da gente e vazou o mais rápido possível.
M: amor, vamos dar um jeito de resolver isso, cê vai ver que tudo vai dar certo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.toda vez que peço ajuda, nunca encontro– disse olhando para o chão –tô acostumada a perder o que eu quero.
M: não, gostosa, dessa vez a gente vai ganhar, eu prometo – levanta o rosto dela – então sorri, amor, não quero te ver triste.
Já fazia vários dias desde que a gente se encontrou com o advogado. Luna e Román continuavam morando na minha casa, e a relação com a Luna só crescia. Ela é daquelas pessoas que têm um ar de inocência... que te envolve. Morar com ela esses dias me trouxe tanta felicidade.
Algumas noites a Luna tinha pesadelos, acordava gritando ou chorando, aí ela vinha pro sofá-cama tentar dormir comigo. Eu sempre conseguia fazer ela dormir de novo, mesmo que às vezes desse um trabalhinho pra conseguir.
O Román era o menino mais fofo, lindo e meigo que eu já conheci, esse menino é um amor, a gente ria pra caralho com as travessuras dele.
Chegava em casa depois de passar a manhã toda e parte da tarde na faculdade, a Luna tava na cozinha preparando a comida, tava uma gostosa, tava cantarolando uma música enquanto dançava, não conseguia tirar os olhos do corpo dela. Me aproximei em silêncio até onde ela tava, e abracei ela por trás, encostando minha cabeça no ombro dela depois de dar um beijo na bochecha.
M: oi, gostosa..
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.oi..-disse virando o rosto para me dar um beijo –E aí, como foi teu dia?
M: entediado porque você não estava do meu lado, amor – abracei ela um pouco mais perto de mim – O que você está preparando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É surpresa..– Enfio alguns dos seus dedos no molho e os levo até a boca dela.– mmmm..– Gemeu –Isso tá gostoso.
M: posso provar?? – ela sorriu pra mim e passou mais creme nos dedos, mas dessa vez os levou até minha boca, aquele simples gesto fez minha pele toda se arrepiar, ela tava me provocando e nesse jogo a gente podia brincar as duas, sem desviar o olhar do dela, peguei os dedos dela na minha boca e os introduzi devagar, saboreando tanto o gosto do creme quanto o gosto da pele dos dedos dela, fazia bem devagar, sem pressa, de vez em quando passava minha língua, a Luna não parava de olhar o que eu fazia, às vezes não conseguia evitar fechar os olhos, as pupilas dela ficavam cada vez mais escuras, fui tirando os dedos dela dos meus lábios – tá divino, fico pensando como será que…
Peguei mais do molho com meus dedos e passei no pescoço dela, lambi o molho do pescoço dela, não consegui evitar e mordi, deixando uma marca nela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.ee..isso n..ão vale– Ela pegou mais molho e passou no meu pescoço, imitando minha ação. Ela mordeu meu pescoço com um pouco de força, o que fez escapar um gemido da minha parte –Assim a gente fica quites.Eu estava ficando excitada com o que a gente tava fazendo.
Encurralo ela contra a cozinha e beijo ela, minhas mãos acariciando os lados dela e de vez em quando pegávamos mais molho pra comer no corpo uma da outra, perto dos peitos, no pescoço, nos dedos, na boca, tava começando a tirar a camisa dela quando o Romão apareceu.
R: peito... ahm... tetas... tetas...ão.
Nós ajeitamos um pouco a roupa, estávamos meio grudadas por causa do molho, soltamos uma risadinha nervosa, a Luna preparou a mamadeira do Roman e foi colocá-lo pra dormir, enquanto eu tomava banho. Depois disso, não tivemos mais um encontro assim, acho que a Luna ficava com vergonha de falar sobre o que rolou na cozinha.
Dias depois, o advogado se reuniu com a gente pra dizer que o Pai da Luna tava ameaçando processar a gente se não levasse o Román de volta pra ele. A Luna ficou muito puta, ela não queria deixar o Román sozinho com aquele cara, e eu também não queria que o Román fosse embora com ele.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.NÃO!! Não vou deixar o Román voltar com aquele cara..!!
Advogado: Desculpe, senhorita, mas ele é o pai da criança e tem a guarda, então ele pode processar por sequestro. Nos deram 10 dias pra o Román voltar com ele, senão vão te processar.
M: não tem jeito dela ficar mais tempo com a gente??
A: Não, senhorita, ele não tá disposto a negociar, quer o Román de volta, e vai conseguir a menos que a gente tenha algo contra ele.
Luna ficou pensativa, ficou quieta por um tempo até que disse: — Acho que tenho algo contra ela.— mas..—O rosto dela mudou pra um de irritação.— teria que entrar naquela casa de novo.
M: não!! Não vou deixar você nem chegar perto daquela casa, tá maluca se acha que eu deixaria você ir.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.nunca falei que ia ir..-disse irritada– Só falei que tinha o que precisava pra afundar ele.
A: Se isso te coloca em risco, é melhor achar outro jeito de você ficar com a guarda do Román – disse o advogado – Não tô disposto a te arriscar desse jeito.
Era sábado e acordei cedo pra preparar o café da manhã pra Luna e pro Román.. Tava tudo pronto e eu tava indo pro quarto quando o Román aparece com os olhinhos cheios d'água, ia chorar até me olhar.
M: O que foi, gostosa?? – perguntei deixando a bandeja numa mesinha.
R: mama.. — disse com voz triste.
M; A Luna tá no quarto, vamo – peguei ele no colo e levei pro quarto, quando entrei percebi que ela não tava lá, deitei o Román de novo na minha cama – me espera um pouquinho – falei pro Román, procurei a Luna no banheiro, na sala e nada, não achava ela, tava começando a me assustar e resolvi ligar pra ela, mas o celular tava desligado.
- Cadê você, Luna?
sussurrei pra mim mesma, liguei de novo e deixei vários recados de voz.
Luna não apareceu a manhã inteira, de tarde também não, de noite eu já não sabia mais o que fazer, tava desesperada pra saber onde ela tava. Só lá pela madrugada foi que ela voltou. Corri até onde ela tava, tinha a mesma cara de dor que tinha antes da gente começar a namorar, tinha sumido aquela felicidade que ela tava sentindo há poucas horas, e eu fiquei com medo de verdade, morro de medo de perguntar o que tava acontecendo com ela.
Ela não me disse nada, nem me olhou, evitou me tocar e até ficar perto de mim. Pegou uns sacos pretos e foi direto pro banheiro. Passaram mais de 30 minutos e eu tava com medo dela fazer alguma loucura. Então abri a porta do banheiro e, pra minha surpresa, tava sem tranca. Abri devagar, com medo do que ia encontrar.
E o que eu vi me surpreendeu, a Luna estava completamente pelada sentada na banheira chorando, o corpo dela todo vermelho, ela tava esfregando o corpo com sabão, tentando tirar uma sujeira que nem existia nela.
Entrei de roupa e tudo na banheira com a Luna, e abracei ela, não soube o que mais fazer, só abracei mesmo. Ela correspondeu ao meu abraço por uns segundos, mas depois me empurrou, saiu da banheira e sentou no chão do banheiro pra chorar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não chega perto de mim, não.– disse quando viu que ia abraçá-la de novo –Não me toca, tô suja…disse, ainda tentando tirar uma sujeira inexistente.
M: amor..- tentei tocar nela, mas ela me rejeitou, eu tava quase chorando.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.:te falei que ia te machucar..- ela me disse chorando- Você me disse que ele não ia fazer de novo.. Você prometeu!!!
M: e aí... tava muito confusa - amor, me fala o que que tem?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.el.. el.. ele fez de novo..-quase não conseguia falar de tanto chorar– ele… me es…tuprou.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Aqui embaixo deixo a primeira parte!
http://www.poringa.net/posts/relatos/3152930/Aprendiendo-sobre-el-amor.html
E aqui a segunda parte!
http://www.poringa.net/posts/relatos/3154026/Aprendiendo-sobre-el-amor-2.html
Agora sim, parei de enrolar e vai o que interessa!!
Saudações!!!
L: Me perdoa.. – Ela dizia quase chorando – de verdade, eu quero. Mas não consigo, não consigo! – Ela se abraçou em mim – tem paciência, espera até eu estar pronta – disse quase como um súplica.
M: não se preocupa, meu bem – falei abraçando ela ainda mais forte – vou esperar por você, a vida inteira se for preciso.
Depois daquele dia, a gente continuou se conhecendo, e cada vez que eu conhecia ela mais, mais eu gostava dela. A voz dela é linda, a mais linda que já ouvi na minha vida inteira. Guardei até o menor detalhe, tipo como ela levanta a sobrancelha quando eu desafio ela pra alguma coisa, como ela desvia o olhar por ficar corada e, sem perceber, morde o lábio, como ela brinca com as mãos quando tá nervosa. Gravei tudo, CADA mínimo detalhe dela.
Tava esperando o momento perfeito pra gente sair, e ele chegou depois de 2 semanas desde que começamos a nos conhecer melhor.
M: Vou te buscar amanhã às 11h. – Falei, estávamos no lugar onde ela me descobriu espiando, aquele virou nosso point – veste algo confortável e uma jaqueta, coração.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você vai me dizer pra onde a gente vai?– neguei com um sorriso nos lábios –Já te falei que não curto surpresas..
M: Eu sei, meu amor, mas essa aqui você vai gostar – falei beijando a bochecha dela – eu prometo.
Ela se resignou a me deixar dizer pra onde eu ia levá-la, eu contava as horas pra levá-la pro encontro, ela tá nervosa e ao mesmo tempo animada. Quando faltavam uns minutos pras 11, já tava na frente da casa dela, desci da moto e ia bater na porta, quando ouço uns gritos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me solta!!– essa era a voz da Luna –SOCORRO!!
Homem: Cala a boca, sua estúpida... – Dava pra ouvir eles jogando uns objetos pela casa – Vem pra cá ou vai ser pior. – Ouviu-se alguém caindo no chão.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Maldito!!– grito luna –mesmo que você tenha…Parei de prestar atenção porque um cachorro saiu de um dos lados da casa, mas não fez nada comigo, só me olhou e foi embora. Voltei a prestar atenção no que eles estavam dizendo.-… você me dá nojo… ouviu NOJO!!!.
Homem: sua gostosa.. Vou te dar um castigo bem merecido – ele também gritava com raiva – você não vai andar por dias, sua estúpida.
Ao ouvir isso, me assustei, bati na porta, apertei a campainha e ninguém saía, ainda dava pra ouvir as brigas...
M: LUNA!!! Abre, porra.. – gritei com toda a minha força, não tava nem aí pros vizinhos, nem se chamassem a polícia, queria ver se ela tava bem.
Ouvi um negócio quebrar, tava começando a ficar com medo de verdade.. Quando vejo a Luna saindo por um dos lados da casa, toda acalorada, o cabelo meio bagunçado, e com uma leve camada de suor.. Eu ainda não tava reagindo até que ela me tirou dos meus pensamentos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vamos nessa!!– Ela me disse, puxando meu braço –Anda, se liga, que ela pode chegar a qualquer hora.
Rapidamente subi na minha moto, ela montou abraçada em mim, e antes mesmo de eu ligar a moto, apareceu um cara mais velho, era grandão, imagino que era o pai, porque identifiquei uns traços da Luna nele.
Homem: Luna, não vai embora!! Ou vai se arrepender..!! – disse o homem com um olhar assustador, parecia pirado, olhando cheio de raiva pra Luna.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai, gostosa..– me ordeno lua
E antes que o pai da Luna nos alcançasse, arranquei a toda velocidade. Parei uns 15 minutos depois, quando já estávamos longe da casa dela. Desci da moto e fiz ela imitar o que eu fiz.
M: Você pode me explicar o que foi aquilo? – perguntei preocupado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Te falei pra não perguntar sobre meu passado.– disse sem nem olhar pra mim –espera um instante— disse ele, tirando o celular e se afastando um pouco de mim —Alô, Sra. Trinidad... Sou a Luna, se não levar o Román de volta pra casa...Eu olhava pra ela sem entender o que tava rolando.– se eu te procurar de noite, não se preocupa, e valeu, prepara tudo que lá pelas 9 horas eu tô aí.- desligou a ligação.
M: Luna... Pode me dizer o que tá rolando? – já tava muito impaciente, me sentindo impotente sem saber como ajudar ela.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.:…- suspiro, e segurando minhas mãos, me disse-Mari… vamos marcar o encontro, tá?– desde que saiu de casa, não olhava na minha cara.– eu.. uff.. Eu te conto quando terminar o encontro, ok? –depois ela fez algo que me deixou chocada, foi ela quem procurou meus lábios e os roçou com os dela, em segundos se afastou de novo de mim– faz eu esquecer de todos os meus problemas –Isso foi... uma súplica? Woo, eu fiquei muito confusa.
M: e..eh e..u – não sabia o que dizer pra ela – va.. Vamos.. – falei subindo de novo na moto.
Ela montou uns segundos depois de mim, me agarrou pela cintura e me beijou bem atrás da orelha. Essa ação me arrancou um suspiro e um arrepio percorreu meu corpo todo. Quando me recuperei, liguei a moto e partimos pro encontro.
A viagem até onde ia ser o encontro durou um pouco mais de 2 horas. Chegamos em Cubiro, uma cidade com um clima gostoso. Demos umas voltas pela cidade, visitamos a igreja, comemos uns sorvetes, e depois levei ela pras Lomas de Cubiro. Lá, demos uns passeios a cavalo, caminhamos um pouco, passamos um momento gostoso, mas essa não era a surpresa. Quando já tava começando a anoitecer, falei pra gente deitar na grama e olhar pro céu.
O bom dessa cidade é que quando amanhece ou anoitece, o céu brinca com as cores, dá pra ver os crepúsculos mais lindos que já existiram. Dessa vez, o céu tava pintado de um azul com roxo, com uns pedacinhos de laranja e amarelo, a vista tava espetacular. Mas, apesar de uma paisagem tão gostosa, eu me distraí olhando o sorriso lindo que a Luna tinha. Nunca me cansaria de ficar de olho nela.
M: E aí, o que você achou de tudo até agora? – perguntei sem tirar os olhos da Luna.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.tudo estava muito gostoso..-e me viro pra me olhar– obrigado– estávamos lá deitadas as duas, nos olhando, eu alternava meu olhar entre os olhos e os lábios dela, mas não cheguei a beijá-la, esperava que ela fizesse isso, que tomasse a decisão. Ela, inconscientemente, mordeu o lábio, e com esse simples gesto fez com que eu sentisse meus lábios secos, então umedeci meus lábios com a língua, vi que ela não parou de olhar para meus lábios enquanto eu fazia isso.
Tava quase certa de que faltava pouquinho pra ele me beijar, então me adiantei e beijei o canto dos lábios dela. Ela me olhou entre frustrada e surpresa — Vamos — falei, me levantando e ajudando ela a se levantar — ainda tem uma surpresa. Caminhamos até um lugar mais afastado, mais íntimo do que a gente tava.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.a..h MEU DEUS!!– disse ela, surpresa. Ela olhava como ali havia uma mesa rodeada de velas, tudo bem decorado (uma amiga me ajudou com tudo). Convidei ela pra sentar enquanto pegava a comida de um carrinho e servia pra gente. Ela tava toda sorridente, parecia feliz, o que me deixava duas vezes mais feliz.
Quando terminamos o jantar, batemos um papo, até que chegou a hora da minha última surpresa do dia.
M: Luna... – falei nervosa – é... eu tenho mais uma surpresa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Outra?.. Não, Mari, isso já é demais.
M: não é nem suficiente pra te mostrar o que você me faz sentir.. - ela corou – bom.. É, preciso que você coloque isso.. - falei mostrando um lenço – é pra você não ver.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.:… eu..-não entendia a expressão dela— não vou vestir isso, desculpaEla me disse –Se quiser, eu cubro meus olhos com as mãos, não vou olhar, juro.
M: tá bom – falei me levantando, ela imitou meu movimento – fecha os olhos – ela fez com uma certa resistência, me aproximei dela e beijei de novo o canto dos lábios dela, fiquei do lado dela e guiei ela uns metros pra frente de onde a gente tava. – Espera aqui, não olha ainda – arrumei os últimos detalhes e me posicionei – faz de conta que tá olhando pro chão – ela fez isso – agora abre os olhos.
A expressão dela, o rostinho dela, nunca vou esquecer, era uma mistura de surpresa, empolgação, felicidade... Adorei ver ela daquele jeito... Ela ainda não tinha saído do choque, olhando pras velinhas onde tava escritocê me gusta, me deixava...E a palavra continuava com uma seta apontando pra mim. Eu tinha vários papeizinhos colados.
Luna se aproximou de mim bem devagar, eu esperava por ela paciente, quando chegou até mim pegou o primeiro papelzinho visível.. e dizia..Te ensinar..depois procuro outro que seguia a frase do anteriora amar?
Ela estava com lágrimas nos olhos, então, enxugando as lágrimas dela, mostrei um papelzinho que estava na minha mão. Dizia:procura no meu coraçãoela viu onde meu coração estava, mas não viu os papeizinhos, o olhar dela era de confusão, então peguei a mão dela e levei até meu coração (que nem preciso dizer que tava aceleradíssimo), aí ela percebeu que o papelzinho tava debaixo da minha jaqueta, tirou minha jaqueta e olhou vários papéis, pegou o primeiro que dizia..Você quer..depois pego o que vinha na sequência..Ser..seguiu com o outro..Mi..e tomo o último.. Namorada?
Ela deu uma risadinha, tava chorando, eu não falava nada, só esperava a resposta dela.
Ela se aproximou de mim e me abraçou –Mari, Deus, isso é demais, você é demais.– disse enxugando as lágrimas –Eu não mereço você, eu poderia te fazer muito dano, mari– disse escondendo o rosto no meu pescoço –mas sou egoísta e não vou te deixar ir.
Então ele começou a acariciar meu pescoço com os lábios e o nariz, ia devagar, MUITO devagar, eu só conseguia tremer com as carícias dele. Subiu até minha orelha e sussurrou –sim, sim, quero ser sua namorada– sem desgrudar os lábios da minha pele, chegou aos meus lábios e roçou os dela nos meus, mas dessa vez finalmente deu o passo, prendeu meu lábio inferior entre os dela e puxou ele pra ela ao mesmo tempo que apertava os lábios dela no meu, foi excitante, soltei um suspiro/gemido com o que ela fez.
Tava no mesmo céu, os lábios dela tinham um gosto único, especial, a gente tava se beijando do jeito mais lindo, mais carinhoso que nenhuma outra mina tinha me beijado, com minha língua contornei os lábios dela pedindo licença pra entrar na boca dela, ela quase na hora deixou, quando minha língua encostou na dela, escapou um gemido quase imperceptível, a gente aprofundou um pouco mais o beijo. Num momento, ela fez com minha língua a mesma coisa que com meu lábio, não teve como não gemer de novo nos lábios dela, puxei ela mais pra perto de mim e a gente se beijou até o ar acabar.
Quando me afastei dela, percebi que a respiração dela tava irregular, igual a minha, e o rostinho dela tava com um vermelho adorável.
— Mais dois beijos assim e vou me apaixonar por você — falei sem tirar os olhos dos dela.
Ela sorriu e me beijou de novo. Dessa vez, enquanto a beijava, acariciei a bochecha dela, o cabelo, as costas. E quando me afastei de novo, dei um beijo rápido que ela nem teve tempo de responder. Beijei as bochechas dela, cheguei perto do ouvido e sussurrei:
— Você me encanta.
Ficamos um tempão nos beijando, até que tivemos que voltar. Não levei ela até a casa dela, ela me deu outro endereço, um pouco longe da casa dela. Quando chegamos na casa, ela desceu rápido, eu segui ela e, antes que ela chegasse na porta, parei ela e falei.
M: luna.. amor – quando eu disse amor, ela me roubou um beijo – você poderia me dizer o que vai fazer…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.vou buscar meu irmãozinho– Eu olhei pra ela como quem queria dizer que não era aquilo que eu tava falando– mm..-lanço um suspiro– Vou ficar num hotel, não volto pra aquela casa e muito menos vou deixar meu irmãozinho com aquele animal.– ela me respondeu séria.
M: não, amor, você tá muito enganada – ela me olhou confusa – você vai comigo pro meu apê, você dorme no meu quarto com o Román e eu durmo no sofá – ela ia reclamar, mas eu calei ela com um beijo – não tô te perguntando, você vai fazer isso, ok?
Luna me queimou com o olhar e foi buscar o irmãozinho dela. Quando voltou, voltou com uma mochila e o Román. Nós três subimos na moto (nós, venezuelanos, somos malucos, somos capazes de ir até 7 pessoas na mesma moto). Quando chegamos em casa, levei o Román pro meu quarto, porque ele tinha dormido no caminho.
Depois de deitar ele, fui falar com a Luna.
M: amor... – Me armei de coragem pra perguntar – não quero te pressionar, eu sei que prometi não perguntar, mas é impossível pra mim – falei enquanto a levava pra cozinha pra servir um copo de porra – algum dia você vai me contar o que aconteceu com você? – perguntei baixinho, como se falar assim fizesse doer menos pra ela responder.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.:eu.. mari..-vi como ela brincava com as mãos, tava nervosa –Eu… uff. Uma vez eu engravidei…- baixo o olhar para que ela não visse a tristeza que me causava dizer essas palavras –E eu perdi ele... Perdi ele, meu bebê.– ela me disse, chorando– e foi culpa dela, a..aquele desgraçado.. Me fez abortar na porrada..-Ela continuava chorando, eu abracei ela pra ela ver que eu tava do lado dela.n..ão qu.ero que el..a fa..ça a m…esma coi..sa co..m o Ro..man– me abraçou bem forte –e..le sempre me bate.. e.. e..le ..-mas foi incapaz de continuar, não conseguia falar uma palavra de tanto chorar.
M: já, meu amor... – dizia consolando ela – já... não vou deixar aquele espermatozoide mal formado (hahaha) te tocar de novo – ela riu do jeito que eu falei, e essa era a ideia, fazer ela sorrir de novo. – fica aqui o quanto quiser, não vou deixar você ir com o Román pra um hotel, ok?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.:amor…disse com seus olhinhos marejadosvaleu por ser quem você é.. T..e am..o
Naquela noite, Luna dormiu do meu lado, no sofá-cama, enquanto Román dormia no meu quarto. No dia seguinte, voltamos pra casa da Dona Trinidad pra pegar outras malas — ela já tinha planejado uma fuga pra quando as coisas saíssem do controle. Eu, por minha vez, procurei um advogado pra brigar pela guarda de Román e dar ela pra Luna. Pra isso, a gente precisava de provas de que o pai de Luna não criava o filho do jeito certo.
Falei pra ela testemunhar que ele batia nela, mas ela não quis, dizendo que já tinha tentado, mas ninguém acreditava, porque aquele filho da puta não deixava marcas que provassem agressão e/ou abuso.
Advogado: Srta., sem provas de que seu pai não tem capacidade pra cuidar do Román, a gente nunca vai ganhar um julgamento.
M: Amor, você não lembra de nada que faça aquele Senhor perder a guarda do Román? Tráfico, drogas, nada?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Luna estava mergulhada nos pensamentos dela, não falava nada e isso me preocupava.
Advogado: desculpem, meninas, vou me retirar, tenho que ir pra uma reunião.. – o advogado se despediu da gente e vazou o mais rápido possível.
M: amor, vamos dar um jeito de resolver isso, cê vai ver que tudo vai dar certo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.toda vez que peço ajuda, nunca encontro– disse olhando para o chão –tô acostumada a perder o que eu quero.
M: não, gostosa, dessa vez a gente vai ganhar, eu prometo – levanta o rosto dela – então sorri, amor, não quero te ver triste.
Já fazia vários dias desde que a gente se encontrou com o advogado. Luna e Román continuavam morando na minha casa, e a relação com a Luna só crescia. Ela é daquelas pessoas que têm um ar de inocência... que te envolve. Morar com ela esses dias me trouxe tanta felicidade.
Algumas noites a Luna tinha pesadelos, acordava gritando ou chorando, aí ela vinha pro sofá-cama tentar dormir comigo. Eu sempre conseguia fazer ela dormir de novo, mesmo que às vezes desse um trabalhinho pra conseguir.
O Román era o menino mais fofo, lindo e meigo que eu já conheci, esse menino é um amor, a gente ria pra caralho com as travessuras dele.
Chegava em casa depois de passar a manhã toda e parte da tarde na faculdade, a Luna tava na cozinha preparando a comida, tava uma gostosa, tava cantarolando uma música enquanto dançava, não conseguia tirar os olhos do corpo dela. Me aproximei em silêncio até onde ela tava, e abracei ela por trás, encostando minha cabeça no ombro dela depois de dar um beijo na bochecha.
M: oi, gostosa..
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.oi..-disse virando o rosto para me dar um beijo –E aí, como foi teu dia?
M: entediado porque você não estava do meu lado, amor – abracei ela um pouco mais perto de mim – O que você está preparando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É surpresa..– Enfio alguns dos seus dedos no molho e os levo até a boca dela.– mmmm..– Gemeu –Isso tá gostoso.
M: posso provar?? – ela sorriu pra mim e passou mais creme nos dedos, mas dessa vez os levou até minha boca, aquele simples gesto fez minha pele toda se arrepiar, ela tava me provocando e nesse jogo a gente podia brincar as duas, sem desviar o olhar do dela, peguei os dedos dela na minha boca e os introduzi devagar, saboreando tanto o gosto do creme quanto o gosto da pele dos dedos dela, fazia bem devagar, sem pressa, de vez em quando passava minha língua, a Luna não parava de olhar o que eu fazia, às vezes não conseguia evitar fechar os olhos, as pupilas dela ficavam cada vez mais escuras, fui tirando os dedos dela dos meus lábios – tá divino, fico pensando como será que…
Peguei mais do molho com meus dedos e passei no pescoço dela, lambi o molho do pescoço dela, não consegui evitar e mordi, deixando uma marca nela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.ee..isso n..ão vale– Ela pegou mais molho e passou no meu pescoço, imitando minha ação. Ela mordeu meu pescoço com um pouco de força, o que fez escapar um gemido da minha parte –Assim a gente fica quites.Eu estava ficando excitada com o que a gente tava fazendo.
Encurralo ela contra a cozinha e beijo ela, minhas mãos acariciando os lados dela e de vez em quando pegávamos mais molho pra comer no corpo uma da outra, perto dos peitos, no pescoço, nos dedos, na boca, tava começando a tirar a camisa dela quando o Romão apareceu.
R: peito... ahm... tetas... tetas...ão.
Nós ajeitamos um pouco a roupa, estávamos meio grudadas por causa do molho, soltamos uma risadinha nervosa, a Luna preparou a mamadeira do Roman e foi colocá-lo pra dormir, enquanto eu tomava banho. Depois disso, não tivemos mais um encontro assim, acho que a Luna ficava com vergonha de falar sobre o que rolou na cozinha.
Dias depois, o advogado se reuniu com a gente pra dizer que o Pai da Luna tava ameaçando processar a gente se não levasse o Román de volta pra ele. A Luna ficou muito puta, ela não queria deixar o Román sozinho com aquele cara, e eu também não queria que o Román fosse embora com ele.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.NÃO!! Não vou deixar o Román voltar com aquele cara..!!
Advogado: Desculpe, senhorita, mas ele é o pai da criança e tem a guarda, então ele pode processar por sequestro. Nos deram 10 dias pra o Román voltar com ele, senão vão te processar.
M: não tem jeito dela ficar mais tempo com a gente??
A: Não, senhorita, ele não tá disposto a negociar, quer o Román de volta, e vai conseguir a menos que a gente tenha algo contra ele.
Luna ficou pensativa, ficou quieta por um tempo até que disse: — Acho que tenho algo contra ela.— mas..—O rosto dela mudou pra um de irritação.— teria que entrar naquela casa de novo.
M: não!! Não vou deixar você nem chegar perto daquela casa, tá maluca se acha que eu deixaria você ir.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.nunca falei que ia ir..-disse irritada– Só falei que tinha o que precisava pra afundar ele.
A: Se isso te coloca em risco, é melhor achar outro jeito de você ficar com a guarda do Román – disse o advogado – Não tô disposto a te arriscar desse jeito.
Era sábado e acordei cedo pra preparar o café da manhã pra Luna e pro Román.. Tava tudo pronto e eu tava indo pro quarto quando o Román aparece com os olhinhos cheios d'água, ia chorar até me olhar.
M: O que foi, gostosa?? – perguntei deixando a bandeja numa mesinha.
R: mama.. — disse com voz triste.
M; A Luna tá no quarto, vamo – peguei ele no colo e levei pro quarto, quando entrei percebi que ela não tava lá, deitei o Román de novo na minha cama – me espera um pouquinho – falei pro Román, procurei a Luna no banheiro, na sala e nada, não achava ela, tava começando a me assustar e resolvi ligar pra ela, mas o celular tava desligado.
- Cadê você, Luna?
sussurrei pra mim mesma, liguei de novo e deixei vários recados de voz.
Luna não apareceu a manhã inteira, de tarde também não, de noite eu já não sabia mais o que fazer, tava desesperada pra saber onde ela tava. Só lá pela madrugada foi que ela voltou. Corri até onde ela tava, tinha a mesma cara de dor que tinha antes da gente começar a namorar, tinha sumido aquela felicidade que ela tava sentindo há poucas horas, e eu fiquei com medo de verdade, morro de medo de perguntar o que tava acontecendo com ela.
Ela não me disse nada, nem me olhou, evitou me tocar e até ficar perto de mim. Pegou uns sacos pretos e foi direto pro banheiro. Passaram mais de 30 minutos e eu tava com medo dela fazer alguma loucura. Então abri a porta do banheiro e, pra minha surpresa, tava sem tranca. Abri devagar, com medo do que ia encontrar.
E o que eu vi me surpreendeu, a Luna estava completamente pelada sentada na banheira chorando, o corpo dela todo vermelho, ela tava esfregando o corpo com sabão, tentando tirar uma sujeira que nem existia nela.
Entrei de roupa e tudo na banheira com a Luna, e abracei ela, não soube o que mais fazer, só abracei mesmo. Ela correspondeu ao meu abraço por uns segundos, mas depois me empurrou, saiu da banheira e sentou no chão do banheiro pra chorar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não chega perto de mim, não.– disse quando viu que ia abraçá-la de novo –Não me toca, tô suja…disse, ainda tentando tirar uma sujeira inexistente.
M: amor..- tentei tocar nela, mas ela me rejeitou, eu tava quase chorando.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.:te falei que ia te machucar..- ela me disse chorando- Você me disse que ele não ia fazer de novo.. Você prometeu!!!
M: e aí... tava muito confusa - amor, me fala o que que tem?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.el.. el.. ele fez de novo..-quase não conseguia falar de tanto chorar– ele… me es…tuprou.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
0 comentários - Aprendendo sobre o love 3