A pedido da @TebiJ. Uns anos atrás existia um chat telefônico (a ilha da fantasia) onde eu contei que tinha a fantasia de ser comida e ainda ganhar dinheiro, sim, de ser uma puta. Vários me responderam me xingando de tudo, mas teve um que realmente quis realizar. Marcamos para uma tarde e ele mandou eu ir "discreto", me buscou a duas quadras de casa em Avellaneda, na caminhonete dele. Assim que entrei, mandou eu tirar a calça e fiquei só de meia, calcinha e regata. Fomos para Constitución e no caminho ele me apalpava e beliscava. Entrou num hotel em Constitución e mandou eu descer daquele jeito. Entramos no quarto, terminei de me vestir e me maquiar no banheiro e quando saí, ele já estava pelado na cama me esperando. Me fez desfilar, fazer poses e depois amarrou minhas mãos atrás das costas, me puxou pelo cabelo, me jogou no chão e comeu minha boca. Depois me deu uns tapas na cara "por ser viado" e me arrastou até uma janela, abriu, me fez me inclinar pra fora e enquanto com uma mão me segurava pelo cabelo, com a outra batia na minha bunda e me obrigava a dizer "sou viado", "quero que arrebentem meu cu". Me senti super humilhada e quase comecei a chorar, mas eu amava. E depois ele voltou a foder minha boca enquanto tentava enfiar os dedos no meu cu. Aí me jogou na cama e colocou minhas perninhas no ombro dele, como ele era grandão, me virava do jeito que queria, me comeu bem forte e me trocava de posição. Na primeira vez gozou na minha cara e tampou meu nariz pra jogar o esperma na minha boca, e na segunda vez me colocou de quatro e depois de um tempo me virou de barriga pra baixo e ficou por cima com todo o peso dele, não me deixava nem mexer. Quando terminou, quis que eu limpasse bem a rola dele, pegou o dinheiro e jogou no chão, falou que eu tinha que ir de quatro e catar. Foi assim a vez que fui uma puta.
3 comentários - O dia que me prostituí