Perigos que Enfrentar. Pt 4

Pt. 3: http://m.poringa.net/posts/relatos/3133875/Peligros-que-correr-Pt-3.html ANTES DE COMEÇAR, QUERIA AGRADECER O APOIO. ALÉM DISSO, QUERIA DIZER QUE ESTOU PROCURANDO UMA GAROTA PARA ILUSTRAR AS CENAS DA HISTÓRIA. AS INTERESSADAS PODEM MANDAR UMA FOTO (NÃO PRECISA MOSTRAR O ROSTO) POR MENSAGEM PRIVADA. OBRIGADO. ----------------------------------------------------------- Dias depois, me esgueirei para o quarto dela de novo; ela estava sentada na cama de calcinha e, ao me ver entrar, ficou visivelmente nerviosa e, enquanto se cobria com as mãos, eu disse: Aldair: 《Chegou a hora de brincar, então é sua vez ou minha?》 Andrea: 《De ninguém, sai de perto de mim》. Isso me confundiu muito e, depois de alguns segundos, respondi: Aldair: 《Como assim? Não quer mais seu brinquedo favorito?》. Enquanto isso, tirei meu pau mole do shorts e me aproximei. Andrea: 《Para, estou te dizendo não, então é melhor você amadurecer ou eu vou gritar》. Aldair: 《Não entendo, você se divertia chupando ele e da outra vez estava gritando de prazer》. Andrea: 《Eu te avisei... E não entra mais aqui》. Seguido de um grito forte, com o qual eu saí quase correndo, para depois me juntar a uma irmã e uma senhora que chegaram para perguntar o que tinha acontecido. Eu estava desorientado, me perguntando o que tinha acontecido para ela mudar tão radicalmente, já não era a mesma putinha faminta por porra; agora era tímida e recatada. Os dias passavam, as semanas, e ela não dirigia a palavra para mim e quebrava rapidamente o contato visual; e eu já não aguentava mais a lembrança da boca dela no meu pau e muito menos o gosto da sua buceta molhada, então "a momentos desesperados, medidas desesperadas". Então retomei alguns hábitos, me esgueirar para o quarto dela para pegar suas calcinhas usadas e me lembrar do seu cheiro e, se tivesse sorte, as encontrava um pouco úmidas dos seus fluidos; a espiava quando ela se trocava para ir para a festa e fotografava sua bunda quando ela passava com algo bem apertado e, claro, também voltei à adrenalina de gravá-la no banho.Perigos que Enfrentar. Pt 4Uma das tantas vezes que revistava seu quarto, encontrei em uma de suas gavetas um dildo coberto por sua calcinha, e já não os preservativos que antes ela tinha (inclusive um dia achei uma caixa inteira, uma caixa!). Era claro que já não transava muito e se estimulava sozinha. Naquela mesma madrugada, fui até seu quarto para espiar por baixo da cortina que ela tinha, provisoriamente, como porta. Me ajoelhei e lá estava ela, com as pernas abertas e as costas encostadas na parede, com uma mão segurava o celular e com a outra tirava e metia o dildo de novo e de novo. Não era muito grande (talvez 14 ou 15 cm) e, apesar dos seus gemidos baixos, não parecia estar satisfazendo ela. Ela mudou de posição: colocou o rosto contra a cama e levantou a bunda, enquanto continuava com o dildo entre as pernas. E foi aí que percebi que ela estava assistindo a um vídeo pornô (pela minha experiência, eu diria que era a deusa Adriana Chechik). Eu estava alucinado! Ela estava de quatro, gritando para alguém entrar e arrombar sua buceta peluda. Ela colocou o celular em alguma superfície e logo em seguida começou a apertar seus mamilos. Depois de alguns minutos (e depois de trocar de vídeo), ela soltou um gemido mais forte, como um anúncio de que tinha terminado seu serviço.gostosaO tempo foi passando, e fomos convidados para uma reunião de família, onde todo mundo apareceu. Tinham separado os ambientes: um para os mais velhos, outro para a galera jovem e um para as crianças, tudo pra ninguém ficar entediado; chegamos nós dois (meu irmão mais velho ia chegar mais tarde). Tinha muito álcool e todo mundo tava dançando e rindo, aí se aproximaram da gente assim que entramos e disseram: "Vocês têm que se igualar". Então nos deram um copo cheio de bebida, mas a Andrea respondeu: "Não posso, amanhã eu trabalho". Mas ela acabou cedendo à pressão que eu comecei, era óbvio que ela não queria, porque pra garotas como ela, álcool solta a buceta, e esse era exatamente o meu plano.

Depois de talvez uma hora, ela já tava visivelmente mais solta e dançando sem parar, enquanto as mãos dela mexiam em tudo. Ela se aproximou de mim e me levou pra dançar; ela se mexia de um jeito muito sexy, mas as mãos dela tocavam disfarçadamente no meu pau por cima da calça. A gente tava no meio da família, e ela tava com o tesão no talo. Então me aproximei do ouvido dela:

Aldair: "Parece que o rosadinho (era assim que ela chamava o dildo dela) não tá te satisfazendo como antes". Enquanto isso, guiava a mão dela disfarçadamente pro meu pau.

Andrea: "Como você sabe do rosadinho?" Com cara de surpresa.

Aldair: "Era de se esperar, você precisa se satisfazer, já que não quer seu brinquedo favorito, nem quer engolir a porra quentinha que guardei pra você".

Ela não respondeu nada, mas isso deixou ela ainda mais excitada. Ela parou de dançar e foi beber mais; eu tava conversando com uns primos meus até que ela se aproximou e disse: "Me emprestam ele um cadinho?" e, me puxando pela mão, me tirou da sala.

Aldair: "Aonde a gente vai?"

Andrea: "Vou te ordenhar, preciso da sua porra".

Entramos no banheiro rapidão e ela trancou a porta, então a gente se despiu quase rasgando as roupas enquanto se beijava. Tirei o sutiã dela e mergulhei nos mamilos marrons, lambendo-os e encharcando de saliva, apertando com força enquanto o rosto dela se... desfigurada de prazer, para depois mordê-los como pequenas tetinhas. Seus gritos foram mais altos, mas a música os abafava. Ela me sentou no vaso e começou com um deep throat forte, como se quisesse me machucar de propósito, chupando e masturbando. Mas já não era o suficiente, com a lembrança da madrugada em que a espiei; eu queria estar dentro dela, então revirei os bolsos da minha calça procurando a camisinha que ela tinha comprado. Ao vê-la, ela a pegou e abriu imediatamente, mas o álcool mais a excitação fizeram com que a rasgasse, ficando inútil. Andrea: «Merda! Rasgou. Não importa, mete assim mesmo». Aldair: «Não! Você sabe que a família engravida na primeira». Andrea: «Quero seu pau dentro de mim, não aguento mais». Aldair: «Nem você nem eu queremos um filho». Ela se levantou e se encostou na parede, oferecendo-me sua buceta suculenta, que escorria, chegando seus fluidos até a metade de suas coxas. «Pelo menos esfrega na minha... use a palavra: xota». Coloquei entre suas pernas, mas sem penetrar, e começamos a nos mover como se eu estivesse a fodendo, enquanto nossas línguas se encontravam e sua mão acariciava minha glande, e minhas mãos percorriam cada centímetro de seus peitos enormes. Mostrando sua flexibilidade, com um só movimento ela levantou a perna até a pia, toquei seu sexo molhado e fervendo, não resisti e desci para beber água dali, seu clitóris já estava no tamanho máximo, beijei-o, e introduzi minha língua entre seus lábios enquanto ela os separava e suas pernas perdiam a força. Alguém bateu na porta e ela imediatamente respondeu «Está ocupado» com a voz trêmula de prazer. Sentei novamente, mas desta vez ela se sentou sobre mim, com seu sexo molhado queimando meu pau, movendo-se como se o tivesse dentro, e eu me divertia com seus mamilos, introduzi dois dedos dentro dela e comecei a movê-los enquanto ela banhava meu pau, aumentei a velocidade e ela se rendeu ao prazer, seus peitos pressionando contra mim e seu rosto mostrando sua libido, gemendo perto do meu rosto. Ela voltou ao chão, mas dessa vez ele colocou meu pau duro entre seus peitos e os movia de cima para baixo, que deliciosa espanhola ou punheta com os peitos ela estava fazendo com seus grandes seios. Ela aproximava a boca o máximo que podia e colocava a língua para fora para lamber minha glande enquanto eu estava no meio de seus peitos, até que ela me fez gozar, jorrando todo o sêmen quente no rosto dela; cheia de prazer, ela juntava com os dedos todo o sêmen do rosto para levá-lo à boca.peitaoDepois de alguns minutos nos vestindo e nos apalpando, eu saí primeiro e depois ela, e voltamos para a festa. Todos já estavam bêbados, então ninguém percebeu nossa ausência. Por volta das 3 da madrugada, todos voltamos para casa, nós exaustos daquela sessão de "sexo seco". No dia seguinte, que era feriado, acordamos juntos; pelo visto, eu tinha me infiltrado no quarto dela e tínhamos "brincado" um pouco. Ela estava nua, com seus lindos peitos apertados contra mim, enquanto suas pernas se entrelaçavam nas minhas, fazendo sua buceta quente esfregar em mim — até dormindo ela queria se masturbar. Sua mão segurava meu pau pela base, como se, mesmo dormindo, quisesse puxar o prepúcio. Assim que recuperei a consciência, saí correndo, fazendo uma parada no banheiro. Ao me ver no espelho, notei que tinha manchas secas ao redor da boca. Desconcertado, precisava saber o que era; e ao molhá-las e prová-las com certo medo, percebi que era o líquido da buceta da Andrea. Como eu sabia? Bom, tinha aquele leve sabor doce e salgado ao mesmo tempo, e além disso, sabendo que acordei no quarto dela, fazia sentido. ---------------------------------------------------------- CONTINUARÁ... TODAS AS FOTOS SÃO REFERENCIAIS PARA AJUDAR A IMBIRIR NA HISTÓRIA. ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM, COMPARTILHEM E ME DEIXEM SUGESTÕES. A PRÓXIMA PARTE VOU POSTAR NA SEMANA QUE VEM, OU ANTES SE ESSA ATINGIR 70 PONTOS.

0 comentários - Perigos que Enfrentar. Pt 4