Fabrica en Florencio Varela ...

Vou contar pra quem não sabe que a filha do Luis realmente existiu, hoje ela é felizmente casada mas não castrada, continua aprontando das suas. Depois de muitos anos relembrando aventuras gostosas com ela, decidi contar uma história nova: como, sendo uma faxineira numa metalúrgica e com meus quilinhos a mais, fui bombada por todos da empresa. Já fazia três anos que trabalhava lá, sempre me olhavam, a gente se divertia, ria, tomava mate junto. Eu era a única mulher, mas todos me respeitavam e ninguém passava dos limites. Mas quando descobri que meu marido me traiu, decidi relembrar velhos momentos da minha vida em que eu aproveitava mais do que hoje.

Tudo começou numa manhã de chuva, quando na fábrica tinha pouco serviço, como sempre. Entrei pra trabalhar às 6 da manhã e naquele dia ia sair mais tarde porque cobri o turno da minha colega, já que ela tinha me coberto na semana anterior. Tinha que sair às 2, mas naquele dia sairia às 10 da noite. Os caras me contaram que na semana anterior, com minha colega, depois das 8 da noite, já com pouco trabalho, tinham se divertido muito. Tomaram cerveja e até o encarregado entrou na onda e jogaram truco todos juntos. Também me contaram que o clima tinha ficado bem quente. Pena que tivemos que ir embora todos às 10 da noite, senão iam foder ela gostoso.

Eu disse: "Que legal que teria sido". E eles responderam que eram oito caras contra uma mulher só. E eu falei: "É a coisa mais linda do mundo abusarem de uma mulher com o consentimento dela, óbvio". (Tudo isso aconteceu às 7:30 da manhã, enquanto tomávamos mate. Éramos cinco, e quatro estavam em outro setor. O encarregado, claro, estava no escritório.)

Quando comentei isso, o uruguaio ficou durão. Percebi uma ereção absurda que me deixou muito excitada. Fiquei corada e decidi ir ao banheiro, deixando todos pensando. Lá no banheiro, excitada, com raiva, furiosa, relembrando tudo que meu marido fez... Comigo, decidi que tal vez se eles quisessem, passaríamos um tempo maravilhoso, e foi assim que aconteceu. Quando eu estava no banheiro, o uruguaio bateu na porta e, sem esperar absolutamente nada, entrou. Perguntei o que ele estava procurando enquanto arrumava minha roupa, e ele me disse, muito descaradamente, que estava procurando uma putinha bem safada, porque ele estava precisando muito. Eu disse que se ele estava procurando uma puta, não ia achar nada aqui. Então ele me perguntou: "Como? Não entendo... como assim?" Já te falei, uru, eu tenho muitas histórias, e você sozinho não vai conseguir fazer nada. Ele ficou muito louco, ouvi ele gritar alguma coisa, mas não sei o que foi, e me agarrou pelo cabelo, me puxando em direção ao pau dele. Ele me segurou pelo cabelo com muita força, e eu logo me ajoelhei e comecei a chupar. Estava muito gostoso, tanto que engoli tudo de uma vez. Foi aí que entrou o Héctor, um velho de uns 50 anos, perguntando: "Que que tá acontecendo, uruguaio?" E o uruguaio disse: "Chama os caras, temos que satisfazer uma gordinha puta." O Héctor não conseguia acreditar, me olhava desorientado. Eles me conheciam há mais de 2 anos e nunca tinham pensado isso de mim. O Héctor não chamou ninguém e foi direto para os meus peitos. Sou uma mulher meio gordinha e tenho bons peitos. O velho, tocando meus seios, me disse que já tinha batido mil punhetas só de pensar que um dia poderia estar assim. Eu, tirando o pau do uruguaio da minha boca, disse: "Você é um velho pervertido e um covarde, porque nunca tinha me dito nada." O uruguaio soltou outro grito, chamando o Jorge. Quando o Jorge entrou, viu o velho me apalpando as tetas e eu chupando o pau do uruguaio, e nem pensou duas vezes: foi logo enfiando os dedos na minha buceta. Eu, toda excitada, disse: "O que tá esperando para me comer, neném?" De repente, o Jorge estava dentro da minha garganta, me penetrando sem piedade, com um pau tremendamente comprido. Eu não conseguia respirar. O Héctor continuava com minhas tetas, e o uruguaio foi chamar todo mundo, até o encarregado. Quando entrou um velho de uns 60 anos, me viu ajoelhada... Gozando de chupar pau e não acreditava. Decidiram me levar para a sala, onde tinha uma poltrona, me colocaram de quatro, e enquanto eu chupava o pau de um, o outro me comia pela buceta. Ficamos assim até quase 11 da manhã, quando chegou um fornecedor. Todos se vestiram, se arrumaram e me deixaram, sozinha e quentinha, descansando trancada, me dizendo: você não sai daqui até a gente voltar. Parece que eram amigos do Flash, porque não passaram nem 20 minutos e já estavam todos de volta na sala e eu outra vez engolindo o pau do Jorge. Depois de uma hora, quase todos satisfeitos, me perguntaram se eu queria almoçar alguma coisa. Eu, muito puta e bem puta, disse que queria pau, a tarde toda. Nem o responsável se preocupou com o telefone que não parava de tocar. Quase 1 da tarde, perguntei se ninguém tinha vontade de fazer minha bunda, porque até aquele momento estava intacta. Estavam todos mortos, ninguém queria comer mais, mas quando falei da bunda, todos ficaram a mil. Chuparam tanto meu cu que nem precisou de lubrificante, foi tanto que quando meteram, não senti nada. O Jorge deitou de costas, eu subi em cima dele, sentei no pau dele e disse para o uruguaio vir me dar pela buceta, que isso eu já tinha feito antes. Enquanto os dois estavam me comendo sem parar, eu agarrava o pau de quem estivesse mais perto, chupava como podia e de vez em quando engolia um pouco de porra. Quase 4 da tarde, antes do outro turno entrar, paramos tudo, nos vestimos, e ficaram todos muito excitados. Eu estava exausta, mas tinha deixado todos muito satisfeitos.

3 comentários - Fabrica en Florencio Varela ...

Donde sera esa fabrica yo soy de Varela y me encantaría conocer a una mujer asi
Y a mi ser ella
@TiziOeste666 pero podemos recrear este relato y vos ser la protagonista