A história se passa há mais de 10 anos. É sobre a relação sexual com uma mulher muito mais velha, que passou de ser muito recatada a se submeter a todas as fantasias sexuais que me vinham à cabeça.
Pois bem, como dizia no começo, há pouco mais de um ano eu dedicava parte do meu tempo livre a jogar na internet. Sou um pouco maduro para a minha idade, não gosto muito dos típicos videogames. Talvez porque eu era bom aluno – este ano termino o ensino médio com notas excelentes e pretendo fazer faculdade –, gosto de leitura, cinema… ou seja, não sou o protótipo atual de garoto da minha idade. Eu jogava trivial com outras pessoas e era muito bom nisso. A questão é que, jogando, você estabelecia relação com gente muito diferente, que a princípio você não conhecia de nada, mas com quem ia criando confiança. Com algumas dessas pessoas, depois de certo tempo, cheguei a ter relação fora do jogo. Nos comunicávamos pelo WhatsApp e com algumas delas, especificamente com três mulheres, cheguei a ter longas conversas. Pode-se dizer que chegamos a nos conhecer bem, para ser uma relação apenas virtual, especialmente com uma delas, Isabel, a protagonista desta história, com quem a relação foi mais adiante.
Isabel tinha 42 anos quando a conheci na internet. Ela estava passando por um mau momento porque havia se divorciado há pouco tempo. O marido dela a tinha deixado por uma russa, muito mais jovem que ele. Ela nunca tinha amado muito ele, mas estava meio deprimida pelo motivo que causou a separação. Além disso, a situação financeira dela não era muito boa; exceto a casa, por não ter filhos, ela não tinha nenhuma outra compensação financeira do ex. Ela estava há tempo sem trabalhar e tinha conseguido emprego numa empresa de limpeza, mas não ganhava muito. Também se sentia sozinha e o estado de ânimo não a fazia tentar se relacionar com gente e sair.
Começamos a coincidir naquele jogo online e nos demos bem. Eu fazia Tinha muitas brincadeiras nas conversas que tínhamos enquanto jogávamos, e isso ajudava ela a esquecer momentaneamente os problemas e se divertir um pouco. Como já disse, depois começamos a conversar fora do jogo. Compartilhávamos nossos problemas, nossos hobbies… Tínhamos interesses em comum, como cinema, e outros não, por exemplo, ela não gostava nada de esportes e não fazia nenhum tipo de exercício. Também falávamos sobre o trabalho dela, que ela odiava, e sobre meus estudos. Ela achava que eu era mais velho, supostamente na universidade, eu não queria que me vissem como um moleque; contava para todo mundo naquele meio que tinha 21 anos, mesmo que nas fotos que começamos a trocar eu não aparentasse ter essa idade. Depois de alguns meses nos conhecendo, tínhamos muita intimidade. Acho que foi por causa das minhas brincadeiras, às vezes para tentar animá-la e superar o baixo astral, que começamos a falar cada vez mais de coisas íntimas, incluindo questões de sexo. Ela me dizia que eu era lindíssimo, como uma estrela de cinema, que deixaria as garotas malucas. A verdade é que a Isabel não era bonita. Digo que não era, porque tempo depois vi fotos dela quando jovem e ela era realmente muito gata. Mas ela não se cuidava nada, tinha engordado, e naquela época não era nem uma mulher atraente. Nem pra mim, sinceramente. Além disso, naquela época, a baixa autoestima dela fazia com que ela mesma se visse como velha, feia e sem forças para melhorar a aparência. Com o passar do tempo, a Isabel foi me admirando cada vez mais. Toda a minha vida parecia quase perfeita para ela: eu não tinha problemas financeiros, meus pais não eram ricos, mas eram bem de vida, não faltava grana pros meus hobbies e pra curtir; eu era um ótimo aluno, meus estudos (que ela achava que eram da faculdade) estavam indo muito bem; eu era atleta, corria, ia pra academia, e principalmente minhas duas grandes paixões: nadar e snowboard. Ela ficava maravilhada com as fotos e vídeos na neve fazendo snow, das paisagens impressionantes que eu Ela mandava. Também me admirava pela minha vida social e pelas minhas conquistas. As garotas não me desprezam nada mal e eu contava a ela minhas aventuras. Aos poucos, fui contando aspectos mais íntimos dos meus relacionamentos, não só os rolos com minhas namoradinhas, mas também minhas escapadas sexuais. Eu exagerava um pouco nessas histórias, já que, embora tivesse experiências, pela idade que ela supunha que eu tivesse, elas deveriam ser ainda mais frequentes. Contei que ia com amigas a praias nudistas, o que era verdade, e ela ficava pasma de não termos vergonha de fazer isso, ainda mais com garotas com quem só tinha amizade. Todas essas questões foram surgindo naturalmente durante nossas longas conversas. Isabel era meio careta – sua educação e a época em que viveu foram muito mais repressivas em termos de moral e sexo do que as atuais –, mas não a incomodava que o assunto surgisse quando conversávamos, aliás, ela considerava normal no desenvolvimento dos nossos papos. Ela só tinha experiência sexual com o marido e, como nunca tinha realmente se apaixonado por ele, sempre foi muito indiferente e rotineira no sexo. Também agora não se sentia atraída por esse tema, estava passando por uma fase de absoluta indiferença tanto em relação ao sexo quanto aos homens. Com o passar do tempo, à admiração que sentia por mim se somou a gratidão por tê-la tirado levemente do buraco em que se encontrava. Ela considerava que eu tinha ajudado muito com nossas conversas, meus ânimos, meus conselhos…, embora continuasse bastante deprimida. Nos conhecíamos há aproximadamente um ano, o curso tinha acabado, já era verão e ela estava com muita vontade de nos conhecermos pessoalmente. Então decidimos que eu faria uma visita. Ela morava numa cidade da costa sul da Espanha, então eu poderia passar uns dias na casa dela e curtir a praia. Meus pais eram bem tranquilos comigo e não criavam obstáculos para eu viajar alguns dias com meus amigos ou amigas. Chegou o dia de ir conhecer Isabel. Ela Ela me pegou na rodoviária. Me recebeu com muito entusiasmo, estava animada por finalmente nos encontrarmos pessoalmente. Ela achou que eu parecia mais novo do que realmente era –claro, eu tinha 18 anos na época–, e mesmo assim, para ela, eu já parecia super jovem por causa dos 20 anos de diferença, mas ela também dizia que meu jeito de falar e me expressar era de alguém muito mais maduro. Fomos direto para a casa dela. Ela me mostrou o quarto onde eu ia dormir. Deixe minhas coisas lá e fomos para a sala, que era o cômodo principal da casa, onde se entrava direto quando abria a porta. Tinha também outro quarto, o dela; a cozinha e um banheiro.
- Fica à vontade, tá muito calor, aqui não tenho ar condicionado, não posso bancar –ela disse–. Pode tomar um banho se quiser.
- Pois é, tô a fim, tá um calorão, tô suando, um banho vai cair bem.
Ela me mostrou o banheiro e me deu uma toalha. Tomei banho, coloquei um shorts, uma camiseta e um chinelo. Fui me encontrar com Isabel na sala. Não lembro direito que roupa ela estava usando, mas acho que era um roupão fino de ficar em casa e um chinelo, algo confortável e fresco.
- Pode ficar sem camiseta se preferir por causa do calor –Isabel disse, sem dúvida me via quase como um pirralho, não tinha nenhuma outra intenção, dava pra perceber–.
- Tá bom –falei sem pensar muito, tirei a camiseta e sentei no mesmo sofá que Isabel pra bater papo. Sem dúvida, naquele momento não tinha nenhuma tensão sexual no nosso encontro, nem no jeito que a gente agia. Éramos amigos, com idades bem diferentes, que, apesar de nunca termos estado juntos pessoalmente até aquele instante, já nos conhecíamos muito bem e tinha muita confiança entre a gente. Por isso não tinha nada estranho em a gente se tratar assim, mesmo sempre tendo um certo nervosismo pela novidade que era nos encontrar. Mas pra mim, ficar com tão pouca roupa na casa de uma mulher bem mais velha que eu, que para A idade dela estava no nível de uma amiga – quero dizer, ela não era uma mãe, uma professora, nem nada do tipo –, mas mesmo assim não deixava de me provocar certa excitação. A questão não era eu gostar dela fisicamente, como já disse antes; mas eu estava começando a descobrir que o que me excitava nesse caso era me exibir e provocar atração numa mulher madura. O fato de me ver como muito mais desejável que ela, além de acreditar que ela também me via assim quando me adulava dizendo como eu era bonito, contribuía para me dar uma sensação de superioridade que ativava minha libido. Fiquei lá alguns dias. Fomos à praia – sempre de roupa, claro, mesmo assim a Isabel no começo se sentia um pouco constrangida, era muito recatada e não achava que seu corpo estava em condições de ser mostrado com pouca roupa –, eu nadei muito, ela não entrava na água, apesar do calor; saímos para jantar às vezes; demos voltas pela cidade; fomos ao cinema e vimos filmes na casa dela (os dois gostávamos muito de cinema); e conversamos muito, como já fazíamos pela internet, mas agora pessoalmente. Nos divertimos, embora no final eu já estivesse um pouco entediado, estava com vontade de voltar a me divertir com gente da minha idade. A Isabel, como sempre fazia, me agradeceu muito pela visita e pelo tempo que tinha dedicado a ela.
- Você me animou muito. Graças a você, estou me sentindo viva de novo. Agradeço muito que você tenha vindo me ver, poder conhecê-lo pessoalmente. Você aproveita a vida com paixão, vive intensamente. Você tem tudo: é bonito, gostoso, tem todas as garotas que quiser aos seus pés… – essas coisas e muitas outras parecidas ela me disse quando nos despedimos –.
- Não exagera!, não é tudo isso, e com certeza não sou gostoso, não pense isso… o resto mais ou menos, hahaha – respondi meio brincando –.
- Sério. Você foi um sopro de ar fresco na minha vida. Tem que me prometer que vai me visitar de novo, mesmo quando eu for uma velhinha para você. - Claro que volto. Você tá exagerando de novo, nessa idade você não é nenhuma velha, o que você precisa é sair mais, pegar um cara, ou dar pra vários, como preferir, hehehe.
- Nem pensar! Homens pra mim já era.
- Não seja boba. Falando dessas coisas, como a gente fazia antes, a gente se despediu naquela vez, com um abraço e uns beijos. Eu continuei curtindo as férias com meus amigos. A gente fazia um monte de coisa, ir pra praia, esporte, sair pra balada… Continuei dedicando parte do tempo pra Isabel. Pouco depois de ter ficado com ela, ela me confessou que sentia algo por mim, fazendo um esforço enorme pra superar a vergonha que isso causava nela. Por um lado tinha a enorme diferença de idade e por outro ela ficava envergonhada por se sentir muito abaixo, como mulher, do que eu poderia almejar. Eu fui absolutamente sincero com ela. Além de me pegar completamente de surpresa, eu não gostava dela; mesmo que não fosse o caso, eu era muito jovem – muito mais do que ela imaginava – pra me envolver num relacionamento daqueles.
- Sinto muito – eu disse –, mas o sentimento não é recíproco. Não posso te enganar, nem a você, nem a mim mesmo. Gosto da sua amizade, mas não tem nada além disso.
- Eu entendo – ela me respondeu –. Eu precisava te dizer, mas entendo perfeitamente. Tenho plena consciência de que não estou no seu nível, além de me sentir tipo Marujita Díaz, com essa diferença de idade que tenho pra você. Só queria que você soubesse que não consigo evitar esse sentimento por você. Mas claro que eu gostaria de continuar sendo sua amiga, manter a relação que a gente tem, como até agora.
- Por mim não tem problema. Eu também gostaria que a gente pudesse continuar sendo amigos, igual até agora, com a mesma intimidade que a gente tem. E foi isso que fizemos. Continuamos nos tratando do mesmo jeito. Com as mesmas conversas, as mesmas brincadeiras, o mesmo intercâmbio de fotos e vídeos…, bom, na verdade nesse assunto a coisa mudou um pouco… A verdade é que, ao descobrir que, além da admiração que eu percebia que a Isabel sempre sentiu por mim, havia algo mais que amizade nos sentimentos dela — mesmo que não correspondido —, começaram a crescer na minha mente pensamentos eróticos sobre nós dois. Passei a ver aquela mulher não só como uma amiga, mas como uma *milf* que, sem dúvida, me deixava excitado, além da possibilidade de haver certo envolvimento amoroso. Isso me excitava; fantasias eróticas com mulheres maduras já me ligavam antes, e agora surgia a chance de torná-las realidade. Por isso, tanto minhas brincadeiras quanto as imagens que compartilhava com ela subiram de tom. Um dia, aproveitando alguma conversa, eu colocava um emoticon dizendo: "Quer me ver pelado?" Ela entrava na brincadeira e ficava — ou melhor, já estava — interessada no assunto:
- Uffff, pois é claro que eu adoraria! — dizia.
Outro dia, eu mandava algumas fotos minhas sensuais na praia. Ou contava que tinha feito nudismo, adicionando uma dose extra de carga erótica. Ou ainda falava que tinha transado com alguma amiga, entrando em mais detalhes sobre como ela era e o que havíamos feito... Mas nunca cheguei a mostrar minhas partes mais íntimas; queria aumentar a tensão sexual. A Isabel não via aquilo como algo ruim, como exibicionismo direcionado a ela, obscenidade ou algo do tipo. Pelo contrário, sempre dizia o quanto eu era gato, o corpaço que eu tinha, como eu sabia aproveitar a vida... A única coisa que ela não entendia era a parte do nudismo; achava inconcebível que eu não me importasse de ser visto pelado ao ar livre, ainda mais por outras amigas minhas. Foi nesse clima que um dia decidi dar mais um passinho e, enquanto conversávamos pelo WhatsApp, mostrei uma selfie em que dava pra ver minha bunda.
- Meu!!! — exclamou Isabel.
- O quê???
- Que bunda, meu Deus!! — ela respondeu. — Você é como uma escultura grega em carne e osso.
- Hahahahaha. Mas você sempre exagera! Sou jovem e tento me manter em forma, mas não tenho aquele corpo musculosos, feitos como para dar uma aula de anatomia. - Nãããão, você é muito melhor! Bem definido, mas sem exagero. Meu Deus, dá vontade de devorar… - Da próxima vez que nos vermos, deixo você dar uma massageadinha nele. - Ufffff. Sério mesmo que vai me ver de novo? Olha que posso ter um treco, eu já estou muito velha. - Ah, que bobagem você fala, se você está no auge da vida. Só precisa se cuidar um pouco mais e, principalmente, se animar. Sair e curtir. - Graças a você, estou um pouco mais animada. Você é muito generoso comigo. - Somos amigos, não é mais que isso. - Entendo. Os jovens de hoje têm outro jeito de ver a amizade. Na nossa época, não teríamos coragem dessas intimidades que vocês têm, principalmente com nosso corpo e com a sexualidade. Éramos muito reprimidos. - Bom, se quiser, posso te fazer uma visita num fim de semana desses. - Sério? Não me ilude não, que eu já fico sonhando em te ver. - Claro que sim. - Seria incrível, fico tão nervosa só de pensar em te ver de novo… Então, planejei uma nova visita à Isabel. Ela foi me buscar de novo, muito feliz por eu estar lá novamente. Fomos para a casa dela e ela começou a preparar um jantar enquanto eu tomava um banho. A novidade era que, desta vez, eu calculava meus próximos movimentos para o romance erótico em que aquela relação tinha se transformado. Quando terminei de me lavar, fui para o quarto com a toalha amarrada na cintura para vestir um bermudão. Deixei a porta entreaberta, embora não desse para me ver de fora, e fiquei nu de costas para ela. Queria que Isabel me visse como que por acaso. E foi assim, ela estava falando comigo à distância e, em um certo momento, veio me dizer algo. Senti que ela abriu a porta enquanto falava. Percebi como ela fingiu que não tinha aberto, continuou falando e se afastou de novo, deixando a porta como estava. Sorri. Eu buscava a provocação, que a pulsão sexual nela fosse crescendo aos poucos. Depois Depois do jantar, fomos para o quarto dela, onde ficava o computador. Ela queria me mostrar uma música, não lembro se era por causa de algum assunto que estávamos conversando. Enquanto isso, me joguei na cama dela. Agora, eu queria fazer com que fosse ela a me pedir algo com uma carga erótica/sexual. Sabia que era difícil, porque a Isabel não se sentia à vontade para me pedir nada assim — ela só conseguia aceitar e agradecer o que eu dava. Mesmo assim, eu tentava criar a situação para ajudá-la a dar algum passo. Por isso, quando ela encontrou a música que queria que eu ouvisse, pedi que se deitasse na cama comigo.
— Mas… como amigos… né? — disse ela nervosa, hesitante.
— Claro — respondi.
Ela tirou os sapatos e se deitou ao meu lado, de barriga para cima, um pouco rígida. Dava para ver que estava tensa comigo seminu ali do lado. Ela também estava com pouca roupa por causa do calor, uma espécie de camisola de alcinha que ia até acima do joelho. Eu me mexia mais, mudando de posição, tentando dar uma sensação de normalidade à situação. Conversávamos sobre algum assunto banal, ouvíamos a música que ela tinha colocado e comentávamos algo sobre ela.
— Uffff, que calor! — disse Isabel depois de um tempo deitados — Eu devia tomar um banho, mesmo já tendo tomado um hoje à tarde.
— Eu tô bem, é verdade que aguento bem o calor — respondi — Tira isso — falei, tocando na roupa que ela estava usando, tentando provocá-la —, você vai ficar mais fresca.
— Pffffff, o que você tá dizendo? Seria ainda pior! Com você aí… tão perto… minha nossa… tô pingando.
Eu queria que ela se soltasse para me pedir algo, propor algo… digamos, com uma carga erótica… sexual…, mas via que para ela era quase impossível, ela não se atrevia a dar nenhum passo.
— Tô começando a ficar com muito sono — disse para ela —. Acho que vou dormir, desculpa.
— Não se preocupa, é normal, você deve estar cansado — Isabel respondeu, quase aliviada por acabar com aquela situação que estava Estressante para ela.
- Você se importa se eu dormir aqui mesmo? – perguntei retoricamente, já dando como certo que ela não me negaria, ao mesmo tempo em que me virava para ficar de bruços.
- Nããão… – ela começou a dizer, sem muita convicção, mas sem recusar, claro, como eu já imaginava –, claro que não… isso… não tem problema… vou desligar a música e apagar a luz.
Ela se levantou para desligar o computador e depois se deitou novamente de costas, mantendo uma certa distância de mim.
- Vou tirar isso pra dormir mais confortável – disse, sentando para me despir completamente antes que Isabel apagasse a luz, deitando-me de bruços de novo sem olhar para ela.
- Cla… claro, já apago a luz – disse ela.
O quarto ficou quase no escuro, embora houvesse uma luz fraca entrando pela janela entreaberta por causa do calor e pela porta, também aberta.
- Você tinha prometido me dar uma massagem – falei, fingindo estar meio grogue.
- Sim… sim, claro… – respondeu Isabel, cada vez mais nervosa, com a voz falhando – Quer que eu faça… agora?
- Hummmmmm, sim, eu gostaria… – respondi, com voz relaxada e sonolenta, disfarçando a excitação que sentia.
Isabel se ajeitou na cama, ficando de joelhos, e colocou as mãos na parte superior das minhas costas, começando a massagear. Ela estava me tocando por toda as costas, massageando suavemente, sem se atrever a passar da cintura para baixo.
- Pode descer mais – incentivei, porque ela não se atrevia a chegar até minha bunda – você não ia me massagear os glúteos?
Ela começou a tocar minha bunda, massageando em seguida.
- Meu Deus. Que pele macia você tem. É uma delícia te tocar.
Ela continuou acariciando, massageando leve de vez em quando, e às vezes com mais intensidade nos músculos, descendo pelas pernas até os pés, voltando a subir para a bunda, as costas. Eu estava relaxando, com uma ereção enorme ao mesmo tempo pela excitação do toque. um momento, afastando levemente as pernas para que, quando as mãos da Isabel passassem pela minha bunda, ela pudesse tocar também o interior das nádegas e até roçar nos meus ovos. Ela aproveitou por um bom tempo toda a parte posterior do meu corpo nu, totalmente à disposição dela.
- Muito obrigada. Com isso eu fico satisfeita, foi um presente incrível, um prazer – disse Isabel, deitando-se novamente na cama.
Eu me virei, deitando de barriga para cima.
- Estou excitadíssimo – falei, enquanto procurava a mão dela e a levava até meu pau ereto. – Chupa meu pau.
Isabel se deixou levar. Quando ela já estava segurando meu pau, comecei a mover a mão dela para cima e para baixo, para que ela me masturbasse.
- Meu Deus, como é grande… Que duro está… – ela comentava.
- Ahhh, que delícia!! Continua… continua… que bom – eu dizia, gemendo de prazer.
Estava vivendo o momento sexual mais excitante da minha ainda curta vida – acho que continua sendo, mesmo depois de todas as experiências que tive depois.
Aos 17 anos, eu tinha uma mulher inteira, 25 anos mais velha que eu, curtindo meu corpo como se fosse uma adolescente totalmente inexperiente, nervosa, se deixando guiar por mim, me masturbando.
Aguentei alguns minutos, mas sabia que não conseguiria resistir muito mais sem gozar, então, com a mão esquerda, peguei a cabeça dela e a direcionei para o meu pau.
Ela não ofereceu resistência nenhuma – imediatamente estava me chupando.
- Aaaaaahhhhhhhhhhh – em segundos, tive um orgasmo intensíssimo, gozando pra caralho na boca da Isabel, que engoliu tudo sem reclamar.
Eu sabia que era a primeira vez que ela fazia um boquete, porque, entre as coisas que ela tinha me contado – graças à confiança que tinha em mim – estavam as poucas práticas sexuais que ela tinha experimentado com o ex-marido. Como não era apaixonada por ele, mesmo quando ele pedia, eles só transavam de um jeito bem rotineiro.
Ela nunca tinha aceitado chupá-lo, e só usavam a posição do missionário, com bastante apatia. Por isso, gozar na boca dela e fazê-la engolir toda a minha porra logo de cara só aumentava o tesão que essa relação me causava. Depois de beber toda a gozada e do meu pau começar a relaxar, Isabel se afastou, ficando de joelhos e me acariciando.
- Obrigada por tudo que você me dá. É incrível ter você aqui pelado, poder tocar seu corpo perfeito… tão jovem, tão firme… é tão forte e tão macio ao mesmo tempo. Esse peito, esse abdômen… – ela ia dizendo enquanto me percorria todo com as mãos – Porra, você tem um p…, um pau enorme.
–Isabel era assim tão retraída com tudo que tivesse conteúdo sexual, ela tinha dificuldade até para nomear certas partes do corpo ou certos atos sexuais–
–Como era a do seu ex? –perguntei–
–Muito pequena.
–A minha tem uns 18 ou 19 centímetros.
–Já dá pra ver. A dele devia ter no máximo 12.
–E você gostava quando transavam? –como eu disse, já havíamos falado sobre esse assunto outras vezes, mas eu gostava de me regozijar–
–Bom, você sabe que eu fazia com ele só por obrigação, não tinha nenhum interesse. Ele é que gostava, gozava na hora. Queria experimentar outras coisas, mas eu evitava, nunca chupei ele nem nada do tipo. Essa foi a primeira vez, mas você é especial, com você eu faria qualquer coisa.
–Então por que você continuou com ele?
–Não sei, não pensava em terminar. Eu não trabalhava e tinha me acomodado naquela vida. Sempre fui uma menina de papai, quando jovem vivia muito bem, tinha tudo. E olha só agora, trabalhando por um salário mínimo pra viver com a água no pescoço.
Enquanto conversávamos, Isabel continuava me acariciando por todos os lados. Acho que ela ainda não conseguia acreditar que me tinha ali à disposição e estava aproveitando ao máximo o momento, caso uma oportunidade assim não se repetisse.
–Vou ao banheiro, já volto. –disse, me levantando–
–Tudo bem.
Acendi uma luz fraca e saí pelado do quarto, queria que ela pudesse me ver bem, completamente nu.
Quando voltei, Isabel estava deitada na cama. Ela me observou entrar pelado. Fiquei de joelhos na cama, ficando de frente para ela, queria que ela pudesse contemplar todo o meu corpo, eu adorava me exibir para ela.
–Que corpão você tem. Você está gostosíssimo. Deve deixar todas as garotas loucas por você.
O fato de Isabel me admirar também me excitava.
–Olha, essa "coisinha" está se animando de novo. Espera, tenho que dizer umas coisas –ela disse, se aproximando do meu pau–
Ela o pegou e começou a passar a língua pela fenda da ponta, por toda a glande, pelo tronco, até chegar a meu púbis, beijando-o e passando também a língua entre os pelos aparados. Subiu novamente por toda a pica, que já estava dura como uma pedra, percorrendo-a com a boca até a ponta, brincando com um pouco do líquido seminal que me saía, para descer depois outra vez até minhas bolas, comendo-as também. - Hummmmm, muito bom, gosto muito que você me coma a pica toda… siiii, as bolas também… continua… continua… ótimo… –eu a incentivava a seguir com sua atividade– - É linda, adoro, já está duríssima de novo. –disse, introduzindo-a em sua boca para voltar a chupá-la–
Depois de um tempo deixando Isabel me comer à vontade, eu já estava com um tesão enorme, podia gozar de novo a qualquer momento, mas queria mudar. Aquela primeira sessão de sexo com ela ainda tinha que incluir algumas variantes. Afastei-a, ficando deitada na cama e me coloquei quase em cima de seu rosto, pegando minha pica com a mão para esfregá-la por todo ele: passava na boca, nas bochechas, no nariz, nos olhos; às vezes dava leves tapinhas nela. - Gosta do meu pauzão? Pois aqui o tem, aproveite, é todo seu. Olhe bem se gosta tanto assim. Sabeore bem. - Siiiii, gosto muito… quero tudo… tudo… me dá tudo… - Abre, vou te foder a boca. Ela obedeceu imediatamente e enfiei até a garganta sem piedade. Comecei então a fodi-la como se fosse uma buceta, metendo e sacando minha pica em sua garganta, até que minhas bolas batiam em seu rosto. - Hummmmpppppf, aaaammmpppfffff, oooooorrrrfffff
Isabel aguentava como podia as investidas, engasgando, com alguns engasgos, mas sem reclamar nem tentar me deter. Agarrou minha bunda com as duas mãos, ou com uma mão colocando a outra em meu abdômen para tentar frear um pouco meus impulsos. Segui um tempinho dando duro, queria que ela se sentisse um pouco violentada, mesmo que aguentasse sem reclamar. Finalmente parei para não gozar. - Agora você tem que se despir você também, quero te ver – eu disse –
- Nããão, não quero que você me veja, estou horrível, sou velha, gorda, tenho vergonha…
- Não fale bobagem, você não é tão velha nem tão gorda, só tem uns quilos a mais que poderia perder facilmente com um pouco de exercício e uma vida mais saudável – falei, ignorando as reclamações dela, começando a tirar sua roupa –
Ela resistia sem muita convicção.
- Mas é que tem muita diferença entre você e eu… por favor… você é um verdadeiro adônis e eu estou feia… – ela dizia, com desculpas que sabia serem inúteis desde o início –
- Vou te foder, Isabel, não dá pra fazer isso de roupa. Não fica pensando muito, isso já é inevitável, hehehe.
- Ufffffffff, meu Deus, mas eu sou uma velha pra você, me sinto assim com você, em inferioridade, como uma aproveitadora, você é tão jovem!
- Acha que está se aproveitando? Eu quero fazer o que estou fazendo. Você ser muito mais madura que eu me excita.
Eu já tinha planejado contar que era muito mais jovem do que ela imaginava, mas ainda não, queria esperar ela ficar mais viciada no sexo comigo, depois de tê-la introduzido em práticas sexuais muito mais depravadas. Tinha certeza de que, justamente por ser uma recalcada reprimida, ela gozava se deixando levar até se ver imersa num mundo sexual totalmente desconhecido para ela. A ideia de perverter uma mulher madura muito mais velha que eu adicionava um plus às fantasias que estava conseguindo realizar.
Tirei a camisola e o sutiã dela, deixando seus pezões grandes expostos.
- Você tem uns peitos grandes e apetitosos.
- É, sempre tive eles meio grandes
Apanhei um pouco e desci pelo ventre até a calcinha, tirando-a. Sua buceta ficou exposta, à minha disposição. Ela estava arrumada, completamente depilada nas bordas externas, deixando uma penugem curta que cobria parte do púbis e toda a vulva.
- Vamos experimentar essa buceta. – eu disse, me preparando para chupá-la – Mas já te aviso que vai ter que depilar mais a fundo, eu gosto é de pauzão mesmo, hehe. Vi que a Isabel ficou toda corada só de se ver nua na minha frente; os comentários sem vergonha só aumentavam o seu rubor. Ela cobriu o rosto com as mãos, sinal do constrangimento que estava sentindo. Não esperava que tudo fosse acontecer tão rápido; ou será que esperava, quem sabe, porque ela tinha se arrumado para a ocasião. Eu continuei com o meu trabalho. Abri as pernas dela para enfiar a minha cabeça entre elas. Comecei a acariciar a parte interna das suas coxas com os meus lábios, beijando. Continuei pela parte de baixo da barriga. Finalmente cheguei na sua buceta. Eu ia me dedicar a fazer um cunilíngue com calma, queria que ela gozasse ao máximo. Comecei a percorrer os lábios maiores com a língua, mordiscando de leve de vez em quando, esticando. A Isabel gemeu, se agitando levemente. Com as mãos abri a sua vagina para acessar o interior, era a vez agora dos lábios menores que eu lambi com cuidado. Explorei cada dobra da sua ppk, introduzindo levemente a ponta da língua no seu buraco. Agora a Isabel se estremecia gritando de prazer, estava claro que nunca tinham feito sexo oral nela daquele jeito. Por último me concentrei no seu clitóris, que já estava inchado: primeiro o estimulei com a língua; depois chupei, puxando ele para dentro da minha boca, mordendo bem de leve, até que ela explodiu num orgasmo incontrolável, acompanhado de um monte de fluidos.
- Aaaaaaaaahhhhhhhhhhhh!!!
- Isso é incrível!!! O que você fez comigo?? Que prazer. Meu Deus, que gritaria! Quem me ouvir vai pensar que eu tô louca. Nunca imaginei que podia curtir tanto.
- Pois é, isso ainda não acabou. – falei, me posicionando com a clara intenção de penetrar a sua ppk molhada –
- Ufffff, você vai me matar!
- Quer que a gente pare? – perguntei para provocar a reação dela –
- Nããão, por favor… me fode… me fode… preciso de você dentro – ela respondeu, implorando por sexo pela primeira vez, como eu esperava –
Dei o que ela pedia, com uma única enfiada Enfiei meu pau na buceta bem lubrificada dela até o fundo e comecei a meter com força, minhas bolas batendo nela, agora eu queria dar uma foda boa. Coloquei as pernas dela sobre meus ombros para que ela ficasse bem aberta e sentisse a penetração mais profundamente.
- Ahhhh, sim, sim, Deus, como você mete!... ahhhhhhhh… continua… vou gozar de novo… continua assim… ahhhhhhh… ayyyyyy… siiiiiiiii –Isabel gemeu como uma louca-
- Calma… claro que vou te foder… até arrebentar todos os seus buraquinhos…
- Eu vou gozarrrrrrrr!!!
- Eu tambémmmmmmm!! Aaaahhhhhhhhh!! Que booooom!! Deitei-me sobre ela para recuperar o fôlego. Isabel me abraçou, acariciando e me beijando.
- Quem diria que na minha idade eu estaria transando com um vinte e poucos anos. Eu que já tinha me esquecido dos homens e do sexo. Nunca pensei que iriam me foder assim. –ela sussurrou para mim–
- Bom, agora vamos descansar para a próxima sessão. Isso foi só um aperitivo. Ainda temos muitas coisas para experimentar. Por enquanto, amanhã quero tirar sua virgindade pelo cu, estou muito animado para ser o primeiro a entrar lá, hehehe.
- O que você quiser, querido, pode me pedir qualquer coisa, sou toda sua. Essa entrega por parte dela já estava me deixando duro de novo. Mas decidi deixar para o dia seguinte e fomos dormir depois que Isabel foi se limpar de todos os fluidos que escorriam da sua buceta.
Amanhecemos nus. Quando Isabel, que já devia estar acordada há um bom tempo, percebeu que eu também estava, começou a acariciar minhas costas e minha bunda enquanto falava comigo.
- É incrível acordar com um corpo assim ao lado. Você tem costas lindas e uma bunda irresistível, tão poderosa…
- Obrigado, é bom ter o ego massageado logo no começo do dia. –respondi, me virando para que Isabel pudesse contemplar bem a parte frontal nua com a clareza da luz do dia–
- Caralho. E o que dizer da parte da frente? É uma obra de arte. –ela disse, passando suas Mãos por todo o meu corpo... Em pouco tempo ela já estava pegando no meu pau e começando um boquete, mesmo eu não estando muito limpo da noite anterior, o que fez com que eu começasse a ficar excitado.
- Bom! Vejo que você já não é mais tão tímida com o assunto sexo – eu disse.
- Tenho alguém que me ensina bem...
- Você chupa muito bem, mas agora estou com vontade de mijar. Vamos ao banheiro, mas não vou tirar, você me leva – não perdia a chance de provocá-la.
Então fomos ao banheiro, com Isabel me levando enquanto segurava meu pau.
- Segura e aponta, hahaha. – falei, para que fosse ela quem me fizesse mijar.
- Pronto, quando quiser. Comecei a urinar na frente da Isabel.
- Você é incrível, não tem nada que te dê vergonha? – ela perguntou, surpresa com a cara de pau com que eu propunha as coisas. – Você é tão natural e sincero.
- Bom... – comecei a dizer enquanto terminava. – Tem uma coisa em que não fui totalmente sincero com você, na verdade não contei a verdade, mas não por sua causa, foi uma questão que surgiu quando comecei a jogar na internet, para que não me considerassem um moleque quando me relacionava com as pessoas.
- E o que é? – perguntou Isabel, muito interessada.
- Vamos, te conto enquanto preparamos algo para o café da manhã.
Lavamos as mãos. Isabel vestiu um roupão fino de casa, não queria exibir tanto o corpo, do qual não se sentia muito orgulhosa. Eu continuei pelado sem problema.
Preparamos algo para o café da manhã enquanto eu contava sobre o engano da minha idade.
- Bom, como estava dizendo, para não me considerarem um moleque e as pessoas falarem comigo como se eu fosse mais um adulto, mesmo jovem, em vez de 16 anos, que era a idade que eu realmente tinha na época, disse que tinha 21. Então agora, em vez de 22 anos como você acha, eu tenho 18.
- Mas Carlos!! Meu Deus!!! Você é um moleque!! Eu me deitei com um moleque. Você ainda é menor de idade. – Isabel estava realmente escandalizada e envergonhada pelo que tinha feito.
- Bom, falta muito pouco... para ser maior de idade. E eu não me considero nenhum pirralho, sou maduro para a minha idade. Acha que tenho corpo de criança? - Você tem um corpo maravilhoso, mas é jovem demais para mim. Eu que já me considerava uma espécie de velha tarada por estar com um cara de vinte e poucos!… e no fim sou uma pervertida de menores… - Não exagera. Quem mandou aqui? – eu tinha que acalmá-la e fazê-la assumir que não tinha mais volta no que havíamos feito – - Bom… foi você… mas… – dizia Isabel hesitante – - Então pare de se preocupar – eu disse, me posicionando ao lado dela – Quer abrir mão desse pau? – perguntei, pegando sua mão e fazendo com que ela segurasse meu pênis – - Não pode ser, você sabe como eu gosto de você, o que sinto por você, como sou grata por tudo que me deu, mas a realidade é que você tem 18 anos e eu 42, não podemos… não faz sentido eu fazer isso com você - Se não quiser continuar, eu vou embora e você nunca mais vai me ver nem saber de mim – avisei ao mesmo tempo que colocava uma mão em um peito e metia um dedo da outra na boca dela para minar sua determinação – É isso que você quer? - Não…… eu não quero te perder como amigo, mas… não posso transar com você sabendo disso – dizia Isabel hesitante e trêmula por me ter pelado, com meu pau na mão, que ela não tinha soltado, e minhas mãos mexendo – - Então pare com essa bobagem, ter alguns anos a menos não muda nada – eu disse, abrindo seu roupão e levando uma mão até sua buceta – Você não me disse que faria o que eu pedisse e que era minha? Então pare de enrolação e obedeça. Coloquei uma mão no ombro dela, fazendo com que se abaixasse. - Vamos, chupa meu pau, vou te dar meu leitinho no café da manhã. Se se comportar bem, pode continuar aproveitando comigo. Isabel não replicou mais. Enfiou o pau na boca e começou o boquete com toda a vontade até me fazer gozar. Não deixou escapar uma gota. Enquanto ela chupava, eu esfregava um pé na sua buceta, o que a fez chegar ao orgasmo também. - Deus, devo estar louca, você só tem 18 anos, mas não consigo resistir a você. - É assim que eu gosto, que você se deixe levar pelos seus sentidos, que aproveite os prazeres do sexo sem limitações, você é muito reprimida. Vou te ensinar a gozar. - Eu sei, sou de outra época em que as coisas não eram como agora, principalmente em questões sexuais. Os jovens de hoje não fazem ideia. - Calma, eu vou te ensinar a gozar. Vou te perverter e te deixar toda putinha, hahahaha. - Vou tentar te satisfazer, meu bem, sou uma velha desatualizada, mas vou me esforçar. Pode me usar como quiser, sou sua putinha, faça o que quiser comigo, me peça o que quiser. - Muito bem, por enquanto vamos tomar café da manhã, hehe, depois você começa com suas tarefas de putinha, hahaha. Tomamos café da manhã. Enquanto isso, contei alguns dos planos que tinha para aqueles dias, como ir a alguma praia de nudismo. - Não, não posso fazer isso, não seria capaz de ficar nua em um lugar público, tenho muita vergonha, e se alguém conhecido me visse… –replicou Isabel– - Não estava dizendo que faria o que eu pedisse? Já está reclamando? Você tem que se soltar. Vamos a praias com pouca gente, não se preocupe tanto. –disse eu para que ela relaxasse– Agora estou com vontade de cagar. Para isso vou te poupar de me acompanhar por causa do mau cheiro, de todo o resto você não vai escapar, vou te avisar quando acabar para você vir me dar banho. - Obrigada. –disse ela secamente, sorrindo levemente sem muita convicção– Fui ao banheiro. Quando terminei, chamei ela, queria que fosse ela quem me desse banho, queria sentir como percorria todos os cantos do meu corpo para me limpar. Isabel apareceu. - Vem, entra. Você vai me dar banho, me lave bem porque depois vou deixar você me comer todinho, então depende de você que tudo esteja bem limpinho. - Claro, vai ser um prazer lavar esse corpinho gostoso. Então Isabel ficou me dando banho tranquilamente, dava para ver que ela estava gostando do meu corpo. Ela parava para ensaboar bem as áreas típicas: as axilas, os genitais, os pés. Pediu que eu me inclinasse para ter melhor acesso à minha bunda e limpou meu ânus a fundo. Também se demorou no meu peito, que dizia adorar. Depois que Isabel me secou, fomos para o quarto e eu me deitei na cama de barriga para cima, com os braços e as pernas abertos.
- Aqui me tens à tua plena disposição. – disse a ela – Quero que me toques e me saboreies absolutamente por todos os lugares. Gosto que conheças em detalhe cada canto do meu corpo. Desta vez vais começar pelos pés.
- Tens um corpo escandaloso. Devia estar exposto num museu. – Isabel tinha essas ideias às vezes – Não me espanta que me tenhas viciada. Sinto-me uma corrompedora de menores pela diferença de idade e por seres tão jovem, embora na verdade sejas tu quem me provoca e me revela facetas do sexo que eu nem imaginava.
Isabel pôs-se à tarefa. Começou a massagear meus pés, chupando cada dedo, saboreando-os como se fossem guloseimas.
- Tens uns pés muito bonitos, que número calças?
- 42.
- Não tens os pés muito grandes. Ainda vais crescer um pouco, nota-se que ainda és quase um menino, meu menino, todo para mim. – disse Isabel, assumindo a relação sexual com um rapaz como eu – Continuou a acariciar minhas pernas, os joelhos, as coxas; beijando-me, lambendo-me.
- Tens pouco pelo nas pernas, isso não é por seres adolescente, porque com a tua idade já terias.
- Pois é, não sou nada peludo.
- Gosto muito de ti assim, acho-te mais terno. No fim vou acabar sendo uma assaltadora de berçários, hehe. – disse Isabel divertida, estava a relaxar depois de ter descoberto minha idade real – Não se concentrou muito nos genitais, sabendo que eram alvo para outros momentos. Pegou nas minhas bolas, amassou-as delicadamente, meteu-as na boca, mas não parou muito. Mais ou menos o mesmo fez com meu pau, que, depois da gozada do café da manhã, estava semirrelaxado, apesar dos estímulos que recebia. Depois passou a brincar com meus poucos pelos pubianos.
- Que pouquinho de pelo você tem aqui.
- É que eu corto.
- Ah, claro, você é um menino muito safado. Faz isso para agradar mais as meninas? – me dizia enquanto me olhava com cara de viciada –
- Claro – respondi eu –
Chegou ao meu ventre, divertiu-se com meu umbigo…
- Que botãozinho mais lindo.
Continuou subindo…
- Você tem uns abdominais de atleta, durinhos, levemente marcados, eu adoro… E esse peito… me deixa louca… – dizia apalpando todo o peitoral – esses peitinhos… – me chupava e mordiscava os mamilos – esses ombros… esses braços… – tocava todas essas áreas com gosto, lambendo minhas axilas sem pudor – esse pescoço… – me mordia de leve –
E o que dizer dessa carinha de pivete arteiro. – disse chegando finalmente ao meu rosto, acariciando-me e beijando-me por toda a face, bagunçando meu cabelo de vez em quando –
Quando se cansou de me beijocar e apalpar, Isabel, que a essa altura do campeonato já estava com uma expressão cada vez mais de viciada, me disse:
- Agora vira de costas, de quatro, vamos para a parte de trás.
Obedeci de boa vontade.
- Você fica imponente nessa posição – continuou me elogiando –
Isabel me deu uma massagem nos ombros, nas costas até chegar na bunda.
- Nossa, que glúteos! – dizia enquanto os amassava, dando palmadinhas às vezes, separando as nádegas também e passando as mãos pelo meio, tocando meu ânus, primeiro de passagem e depois se concentrando mais nele –
Você gosta que eu acaricie seu buraquinho mais íntimo?
- Mmmmmmmmmm, siiiim, dá uma coceirinha muito gostosa.
Come.
- O que você quiser, minha vida.
Então Isabel aproximou a cabeça da minha bunda sem frescura: primeiro levou a boca às nádegas, me beijando; depois começou a enfiá-la no meio, passando a língua por toda a fenda; finalmente se concentrou em lamber o anel do ânus.
- Ai, que tasty!, tão limpinho, tão macio. Quem me diria Nunca imaginei que ia gostar tanto de fazer isso com um cara. Até seu cu é maravilhoso, Carlitos.
- Continua, continua, tô adorando.
Finalmente, Isabel começou a abrir levemente meu ânus para introduzir a língua no meu reto.
- Foi incrível. Você me deixou com tesão de novo. Deita, vou gozar na sua cara – pedi.
Isabel recostou na cama. Eu me posicionei de joelhos, montado sobre ela, e comecei a me masturbar. Em um minuto, estava ejaculando, jorrando uma porrada de porra por toda a cara dela. Quando terminei, fiquei brincando com o resto do esperma, espalhando pelo rosto dela e pegando partes com meus dedos para levar até a boca.
- Abre a boca, não vai querer desperdiçar minha porra – falei.
- Você é impressionante, Carlos, como um rio sem fim – e, obedecendo, ela engolia o que eu dava.
- Limpa meu pau também – ordenei, enfiando na boca dela.
- Uhmmmmmmm, ahmmmmmm, que delícia! – ela dizia, chupando tudo com prazer.
Quando terminamos essa nova sessão de sexo, Isabel disse:
- Vou tomar um banho e me arrumar, me sinto muito promíscua.
- Tudo bem, te espero aqui descansando. Mas antes vou te dar um enema que trouxe pra você limpar bem a bunda, quero meter forte, adoro sexo anal e mais ainda se for o cu virgem de uma madura como você, hehe.
- O que você mandar, Carlos, você sabe que não posso negar nada – disse Isabel, com cara de preocupada, não muito convencida, mas sem coragem de reclamar.
- Ah! E depila a buceta, quero sem um pelo quando eu chupar.
Procurei e dei a ela. Ela foi então para o banheiro. Eu fiquei na cama esperando. Demorou um bom tempo, então eu estava quase dormindo quando ela voltou ao quarto.
- Pronta – disse ao entrar, ainda vestida com um roupão, sem se acostumar a ficar nua na minha frente.
- Pode tirar essa roupa, não vai precisar e quero te ver pelada – foi a primeira coisa que falei.
- Desculpa – disse. tirando-a, ficando completamente nua – ela não usava nada por baixo – "É difícil me expor assim pra você, se eu estivesse em melhor forma física… me sinto muito abaixo de você."
- Não fale bobagem. Sou eu quem decide o que quero. Vem, – pedi, me levantando – agora deita você, vou começar fazendo um cunnilingus. Isabel deitou-se de costas. Eu me posicionei sobre ela. Coloquei seus braços abertos acima da cabeça, como se estivessem presos à cabeceira da cama, e abri suas pernas, queria que todo o corpo dela estivesse à minha disposição. Comecei a acariciá-la por todos os lados, de cima a baixo: braços, axilas, peitos, abdômen, púbis, pernas e pés. Ela se contorcia de prazer, mas mantinha a postura que eu havia imposto. Depois de percorrer todo o corpo dela de ponta a ponta, passei a me concentrar em sua buceta, chupando-a com calma e profundamente, até que Isabel teve um orgasmo intenso.
- Aaaaaaahhhhh!!!. Porra!! Nunca tinha sentido nada igual, não me reconheço, você me transporta para universos desconocidos.
- É disso que se trata. Viu como você devia se deixar levar? Agora vira de lado, vamos trabalhar seu bum.
- Uffff. Tenho muita vergonha disso. Além disso, vai doer. Não podemos deixar pra lá?
- Não, quero te sodomizar. Calma, vamos devagar. Isabel não teve escolha a não ser se virar. Ajoelhou-se com a bunda empinada. Eu me joguei para chupá-la. Primeiro passei a língua pela parte externa do orifício, para depois ir enfiando-a dentro, ensalivando tudo bem. Depois de um bom tempo assim, passei a enfiar meu pau, que já estava pronto novamente; pouco a pouco, primeiro a ponta dilatando lentamente seu cu até conseguir introduzir toda a cabeça dentro.
- Não, não, não, não!! Para, para!! Você vai me rasgar!! – reclamou Isabel –
- Aguenta, você vai se acostumando.
- Não, por favor!! Está doendo muito.
- Vamos, o pior já passou. Continuei movendo bem de leve o pau dentro de seu reto e aos poucos Isabel foi se acalmando até parar de reclamar. Então comecei a bombear com movimentos cada vez mais amplos, até enfiar tudo até o fundo.
- Viu? Pronto. Como é bom meter no seu cu, a rola fica mais apertada aqui.
- Já pode… ahh… gostar,… ai… quase… ai… você me mata –Isabel me repreendeu sem mágoa, ainda entre gritinhos de dor–
Finalmente, quando Isabel já estava totalmente acostumada, me deixei levar pelos meus impulsos, metendo nela com força. Eu estava muito excitado sodomizando ela, com 18 anos era uma fantasia quase irreal fazer isso com uma mulher de quarenta. Isso, junto com o prazer enorme que sentia fodendo ela pelo cu, fez com que eu logo gozasse dentro.
- Ufffffffff, que sensação tão diferente. –disse Isabel ao sentir meu sêmen enchendo seus intestinos– Você é uma máquina, é a terceira vez que você goza em poucas horas. Como dá pra notar os anos que você tem.
- É a vantagem de se envolver com um jovem, hehe.
Tirei a rola do cu de Isabel. Ao fazer isso, parte dos meus fluidos também escorreram pelo seu ânus. Aproveitei a lubrificação para enfiar dois dedos nele. Apesar de estar vermelho e dolorido, Isabel deixou. Fui abrindo cada vez mais, adicionando dedos até ter todos dentro. Continuei movendo a mão, vendo que era possível enfiar ela toda. Enquanto isso, com a outra mão a estimulava tocando seu clitóris.
Foi assim que acabei fodendo ela com um punho no reto e com a outra mão penetrando sua vagina.
- Ahhhh, ahhh… o que você tá fazendo comigo?... tá visto que… ahhhhh… você quer me acabar.
- Isso se chama dupla penetração, mesmo que seja com as mãos, haha. Gostou?
- Siiiiiii, aaaahhhhhhh, me sinto muito putaaaaa…, mas eu gostoooooo –ela respondeu, chegando ao orgasmo–
Depois de alguns instantes, tirei minhas mãos das entranhas de Isabel com cuidado. Ela se deixou cair de bruços na cama exausta, escorrendo pelos dois buracos. Eu me sentei sobre suas nádegas, sem deixar meu peso cair sobre ela, acariciando suas costas. - Você se comportou muito bem. Passou no exame sexual. - Uffffff, minha bunda está destruída. Preciso descansar. Nunca teria imaginado que faria coisas assim. E menos na minha idade e com um adolescente. Com sua idade e já é um expert do sexo. - Relaxa, descansa. Esta tarde vamos à praia nos recuperar sob o sol. - Sim, claro, mostrando minhas misérias pra todo mundo que passar por lá. - Calma, nas praias nudistas nem todos são corpos 10, você vai ver. Descansamos, comemos algo e à tarde fomos para uma cala nudista quase deserta. Certamente fomos o centro das atenções das poucas pessoas que havia, dava pra perceber sem muita dificuldade. Deviam estar pensando que éramos mãe e filho, o que não era muito comum nesse tipo de praia. Isso incomodava um pouco mais a Isabel, pra quem já era suficientemente indecente estar pelada em um lugar público. Depois de ficar um tempo ao sol, decidi dar um mergulho. Fui em direção à água. Havia outro homem de uns 50 anos na beira. - Oi, tudo bem? – me cumprimentou – - Oi, e aí? – devolvi o cumprimento, sem mais, pensando em entrar na água pra me refrescar – - Você vem aqui com sua mãe? Vi vocês chegando antes – me perguntou então – - Não, nada disso – respondi – É uma amiga. - Ah, desculpe, como ela parece bem mais velha, tinha pensado… você parece tão jovem… - Não se preocupe. – de repente me ocorreu uma ideia, senti como uma corrente elétrica percorrendo meu pau – Mais tarde íamos fazer sexo em algum cantinho, você gostaria de assistir? – falei direto, nesses lugares as pessoas costumam ser bem liberais – - Não me diga que você come ela. – disse ele sorrindo, obviamente interessado – Claro que tenho vontade. Seria só pra olhar ou poderia participar? - O que você prefere? Acho que daria pra organizar um sanduíche com ela. - Caralho, moleque, como você se garante. Isso seria ótimo. Me avisa então. - Sim. Quando nos vamos nessa, vou te dar um sinal. Vamos entrar por ali entre aquelas pedras pra ter um pouco mais de privacidade – falei, apontando para um canto da praia onde parecíamos poder nos esconder atrás de algumas rochas –
- É, é um bom lugar. Já vim muito por aqui e não é nada estranho que role sexo por ali.
- Beleza então, a gente se vê depois. – me despedi pra entrar na água –
- Perfeito, vou ficar esperando.
Depois do banho, fui me secar ao sol, deitado na toalha. Vi que a Isabel não tirava o olho de mim, tanto quando eu fui embora quanto quando voltei da água.
- Que gostoso você está. É um prazer te ver pelado no sol.
- Então no final você gosta de nudismo… – falei ironicamente –
- Afffff, tô torrando.
- Claro, você não mudou de posição desde que virou as costas pro sol. Devia ir se molhar.
- Cala a boca, não quero exibir mais essa carne.
- Nem tá tão ruim assim… Você tem uns peitões bons, só sobra uns quilinhos, mas olha o que tem por aqui, não são misses. Você não vai ficar assim o tempo todo. Além do mais, depois a gente vai foder escondido ali.
- Você tá louco?? – gritou, percebendo rapidamente que elevou demais a voz – Como você pensa uma coisa dessas…? – continuou falando num tom mais baixo, quase sussurrando – Não vou foder num lugar que possam nos ver, nem pense nisso.
- Isabel, achei que já tínhamos superado suas resistências. Ninguém vai nos ver, vamos nos esconder num cantinho entre as pedras. Aqui é muito comum isso, principalmente entre os gays, ninguém vai estranhar nem vir perturbar.
- Porra, só de pensar nisso já fico tremendo. Eu não tô acostumada com essas coisas, pra mim é escandaloso, já é um parto ficar aqui pelada.
- Você vai se acostumando, com um pouco de paciência você aceita. É que nem quando te dei no cu, no final você conseguiu e ainda gostou.
- Não sei o que dizer, é como se tudo isso fosse irreal. É como se não fosse eu que tô fazendo tudo isso. - Vem, relaxa. Quer que eu te acompanhe na água?
- Não dá. É impossível relaxar aqui, mas vamos na água, senão vou morrer torrada.
Acompanhei ela para se refrescar no mar. Ela tentou ir onde fosse menos visível. A verdade é que, mesmo não tendo muita gente, tinha bastante gente reparando na gente, por sermos um casal pouco comum. Entramos na água, ficamos um bom tempo mergulhados para nos refrescar. Quando saímos, eu disse para a Isabel irmos até as pedras para ver se era um lugar discreto para transar. Como ela não queria discutir de novo, principalmente ali que já estávamos à vista de todo mundo e ia chamar mais atenção, ela aceitou de má vontade. Uma vez lá, vimos que tinha uns buracos onde ficávamos protegidos de qualquer olhar.
- Viu? Aqui ninguém vai nos ver nem incomodar.
- Porra, você é incorrigível, quando teima em alguma coisa sempre consegue o que quer. Como você quer fazer? Vai ser super desconfortável. No chão vamos ficar cheios de areia...
- Você se agacha apoiando numa pedra e assim me deixa te comer por trás. É o melhor.
- Tá bom, como você quiser. – disse adotando a posição que eu pedia, dava pra ver que ela queria passar por isso o mais rápido possível.
- Porra, Isabel, primeiro temos que entrar no clima. Agacha e me chupa um pouco.
Isabel obedeceu e me fez um boquete que em pouco tempo deixou meu pau duríssimo.
- Tá bom, nesse ritmo eu vou gozar. – falei para ela parar e se colocar como antes. Agora vou comer sua buceta.
Isabel se agachou de novo, abrindo as pernas para deixar sua zona genital livre para mim. Eu enfiei minha cabeça para passar minha boca e língua por todas as suas partes, desde o clitóris, passando pela vagina até o ânus. Fiquei trabalhando ela um tempo, sentindo seus fluidos vaginais escorrendo. Quando percebi que ela estava totalmente encharcada, passei a penetrar, enfiando minha rola até o fundo.
- Não é tão ruim transar ao ao ar livre?
Pois bem, como dizia no começo, há pouco mais de um ano eu dedicava parte do meu tempo livre a jogar na internet. Sou um pouco maduro para a minha idade, não gosto muito dos típicos videogames. Talvez porque eu era bom aluno – este ano termino o ensino médio com notas excelentes e pretendo fazer faculdade –, gosto de leitura, cinema… ou seja, não sou o protótipo atual de garoto da minha idade. Eu jogava trivial com outras pessoas e era muito bom nisso. A questão é que, jogando, você estabelecia relação com gente muito diferente, que a princípio você não conhecia de nada, mas com quem ia criando confiança. Com algumas dessas pessoas, depois de certo tempo, cheguei a ter relação fora do jogo. Nos comunicávamos pelo WhatsApp e com algumas delas, especificamente com três mulheres, cheguei a ter longas conversas. Pode-se dizer que chegamos a nos conhecer bem, para ser uma relação apenas virtual, especialmente com uma delas, Isabel, a protagonista desta história, com quem a relação foi mais adiante.
Isabel tinha 42 anos quando a conheci na internet. Ela estava passando por um mau momento porque havia se divorciado há pouco tempo. O marido dela a tinha deixado por uma russa, muito mais jovem que ele. Ela nunca tinha amado muito ele, mas estava meio deprimida pelo motivo que causou a separação. Além disso, a situação financeira dela não era muito boa; exceto a casa, por não ter filhos, ela não tinha nenhuma outra compensação financeira do ex. Ela estava há tempo sem trabalhar e tinha conseguido emprego numa empresa de limpeza, mas não ganhava muito. Também se sentia sozinha e o estado de ânimo não a fazia tentar se relacionar com gente e sair.
Começamos a coincidir naquele jogo online e nos demos bem. Eu fazia Tinha muitas brincadeiras nas conversas que tínhamos enquanto jogávamos, e isso ajudava ela a esquecer momentaneamente os problemas e se divertir um pouco. Como já disse, depois começamos a conversar fora do jogo. Compartilhávamos nossos problemas, nossos hobbies… Tínhamos interesses em comum, como cinema, e outros não, por exemplo, ela não gostava nada de esportes e não fazia nenhum tipo de exercício. Também falávamos sobre o trabalho dela, que ela odiava, e sobre meus estudos. Ela achava que eu era mais velho, supostamente na universidade, eu não queria que me vissem como um moleque; contava para todo mundo naquele meio que tinha 21 anos, mesmo que nas fotos que começamos a trocar eu não aparentasse ter essa idade. Depois de alguns meses nos conhecendo, tínhamos muita intimidade. Acho que foi por causa das minhas brincadeiras, às vezes para tentar animá-la e superar o baixo astral, que começamos a falar cada vez mais de coisas íntimas, incluindo questões de sexo. Ela me dizia que eu era lindíssimo, como uma estrela de cinema, que deixaria as garotas malucas. A verdade é que a Isabel não era bonita. Digo que não era, porque tempo depois vi fotos dela quando jovem e ela era realmente muito gata. Mas ela não se cuidava nada, tinha engordado, e naquela época não era nem uma mulher atraente. Nem pra mim, sinceramente. Além disso, naquela época, a baixa autoestima dela fazia com que ela mesma se visse como velha, feia e sem forças para melhorar a aparência. Com o passar do tempo, a Isabel foi me admirando cada vez mais. Toda a minha vida parecia quase perfeita para ela: eu não tinha problemas financeiros, meus pais não eram ricos, mas eram bem de vida, não faltava grana pros meus hobbies e pra curtir; eu era um ótimo aluno, meus estudos (que ela achava que eram da faculdade) estavam indo muito bem; eu era atleta, corria, ia pra academia, e principalmente minhas duas grandes paixões: nadar e snowboard. Ela ficava maravilhada com as fotos e vídeos na neve fazendo snow, das paisagens impressionantes que eu Ela mandava. Também me admirava pela minha vida social e pelas minhas conquistas. As garotas não me desprezam nada mal e eu contava a ela minhas aventuras. Aos poucos, fui contando aspectos mais íntimos dos meus relacionamentos, não só os rolos com minhas namoradinhas, mas também minhas escapadas sexuais. Eu exagerava um pouco nessas histórias, já que, embora tivesse experiências, pela idade que ela supunha que eu tivesse, elas deveriam ser ainda mais frequentes. Contei que ia com amigas a praias nudistas, o que era verdade, e ela ficava pasma de não termos vergonha de fazer isso, ainda mais com garotas com quem só tinha amizade. Todas essas questões foram surgindo naturalmente durante nossas longas conversas. Isabel era meio careta – sua educação e a época em que viveu foram muito mais repressivas em termos de moral e sexo do que as atuais –, mas não a incomodava que o assunto surgisse quando conversávamos, aliás, ela considerava normal no desenvolvimento dos nossos papos. Ela só tinha experiência sexual com o marido e, como nunca tinha realmente se apaixonado por ele, sempre foi muito indiferente e rotineira no sexo. Também agora não se sentia atraída por esse tema, estava passando por uma fase de absoluta indiferença tanto em relação ao sexo quanto aos homens. Com o passar do tempo, à admiração que sentia por mim se somou a gratidão por tê-la tirado levemente do buraco em que se encontrava. Ela considerava que eu tinha ajudado muito com nossas conversas, meus ânimos, meus conselhos…, embora continuasse bastante deprimida. Nos conhecíamos há aproximadamente um ano, o curso tinha acabado, já era verão e ela estava com muita vontade de nos conhecermos pessoalmente. Então decidimos que eu faria uma visita. Ela morava numa cidade da costa sul da Espanha, então eu poderia passar uns dias na casa dela e curtir a praia. Meus pais eram bem tranquilos comigo e não criavam obstáculos para eu viajar alguns dias com meus amigos ou amigas. Chegou o dia de ir conhecer Isabel. Ela Ela me pegou na rodoviária. Me recebeu com muito entusiasmo, estava animada por finalmente nos encontrarmos pessoalmente. Ela achou que eu parecia mais novo do que realmente era –claro, eu tinha 18 anos na época–, e mesmo assim, para ela, eu já parecia super jovem por causa dos 20 anos de diferença, mas ela também dizia que meu jeito de falar e me expressar era de alguém muito mais maduro. Fomos direto para a casa dela. Ela me mostrou o quarto onde eu ia dormir. Deixe minhas coisas lá e fomos para a sala, que era o cômodo principal da casa, onde se entrava direto quando abria a porta. Tinha também outro quarto, o dela; a cozinha e um banheiro.
- Fica à vontade, tá muito calor, aqui não tenho ar condicionado, não posso bancar –ela disse–. Pode tomar um banho se quiser.
- Pois é, tô a fim, tá um calorão, tô suando, um banho vai cair bem.
Ela me mostrou o banheiro e me deu uma toalha. Tomei banho, coloquei um shorts, uma camiseta e um chinelo. Fui me encontrar com Isabel na sala. Não lembro direito que roupa ela estava usando, mas acho que era um roupão fino de ficar em casa e um chinelo, algo confortável e fresco.
- Pode ficar sem camiseta se preferir por causa do calor –Isabel disse, sem dúvida me via quase como um pirralho, não tinha nenhuma outra intenção, dava pra perceber–.
- Tá bom –falei sem pensar muito, tirei a camiseta e sentei no mesmo sofá que Isabel pra bater papo. Sem dúvida, naquele momento não tinha nenhuma tensão sexual no nosso encontro, nem no jeito que a gente agia. Éramos amigos, com idades bem diferentes, que, apesar de nunca termos estado juntos pessoalmente até aquele instante, já nos conhecíamos muito bem e tinha muita confiança entre a gente. Por isso não tinha nada estranho em a gente se tratar assim, mesmo sempre tendo um certo nervosismo pela novidade que era nos encontrar. Mas pra mim, ficar com tão pouca roupa na casa de uma mulher bem mais velha que eu, que para A idade dela estava no nível de uma amiga – quero dizer, ela não era uma mãe, uma professora, nem nada do tipo –, mas mesmo assim não deixava de me provocar certa excitação. A questão não era eu gostar dela fisicamente, como já disse antes; mas eu estava começando a descobrir que o que me excitava nesse caso era me exibir e provocar atração numa mulher madura. O fato de me ver como muito mais desejável que ela, além de acreditar que ela também me via assim quando me adulava dizendo como eu era bonito, contribuía para me dar uma sensação de superioridade que ativava minha libido. Fiquei lá alguns dias. Fomos à praia – sempre de roupa, claro, mesmo assim a Isabel no começo se sentia um pouco constrangida, era muito recatada e não achava que seu corpo estava em condições de ser mostrado com pouca roupa –, eu nadei muito, ela não entrava na água, apesar do calor; saímos para jantar às vezes; demos voltas pela cidade; fomos ao cinema e vimos filmes na casa dela (os dois gostávamos muito de cinema); e conversamos muito, como já fazíamos pela internet, mas agora pessoalmente. Nos divertimos, embora no final eu já estivesse um pouco entediado, estava com vontade de voltar a me divertir com gente da minha idade. A Isabel, como sempre fazia, me agradeceu muito pela visita e pelo tempo que tinha dedicado a ela.
- Você me animou muito. Graças a você, estou me sentindo viva de novo. Agradeço muito que você tenha vindo me ver, poder conhecê-lo pessoalmente. Você aproveita a vida com paixão, vive intensamente. Você tem tudo: é bonito, gostoso, tem todas as garotas que quiser aos seus pés… – essas coisas e muitas outras parecidas ela me disse quando nos despedimos –.
- Não exagera!, não é tudo isso, e com certeza não sou gostoso, não pense isso… o resto mais ou menos, hahaha – respondi meio brincando –.
- Sério. Você foi um sopro de ar fresco na minha vida. Tem que me prometer que vai me visitar de novo, mesmo quando eu for uma velhinha para você. - Claro que volto. Você tá exagerando de novo, nessa idade você não é nenhuma velha, o que você precisa é sair mais, pegar um cara, ou dar pra vários, como preferir, hehehe.
- Nem pensar! Homens pra mim já era.
- Não seja boba. Falando dessas coisas, como a gente fazia antes, a gente se despediu naquela vez, com um abraço e uns beijos. Eu continuei curtindo as férias com meus amigos. A gente fazia um monte de coisa, ir pra praia, esporte, sair pra balada… Continuei dedicando parte do tempo pra Isabel. Pouco depois de ter ficado com ela, ela me confessou que sentia algo por mim, fazendo um esforço enorme pra superar a vergonha que isso causava nela. Por um lado tinha a enorme diferença de idade e por outro ela ficava envergonhada por se sentir muito abaixo, como mulher, do que eu poderia almejar. Eu fui absolutamente sincero com ela. Além de me pegar completamente de surpresa, eu não gostava dela; mesmo que não fosse o caso, eu era muito jovem – muito mais do que ela imaginava – pra me envolver num relacionamento daqueles.
- Sinto muito – eu disse –, mas o sentimento não é recíproco. Não posso te enganar, nem a você, nem a mim mesmo. Gosto da sua amizade, mas não tem nada além disso.
- Eu entendo – ela me respondeu –. Eu precisava te dizer, mas entendo perfeitamente. Tenho plena consciência de que não estou no seu nível, além de me sentir tipo Marujita Díaz, com essa diferença de idade que tenho pra você. Só queria que você soubesse que não consigo evitar esse sentimento por você. Mas claro que eu gostaria de continuar sendo sua amiga, manter a relação que a gente tem, como até agora.
- Por mim não tem problema. Eu também gostaria que a gente pudesse continuar sendo amigos, igual até agora, com a mesma intimidade que a gente tem. E foi isso que fizemos. Continuamos nos tratando do mesmo jeito. Com as mesmas conversas, as mesmas brincadeiras, o mesmo intercâmbio de fotos e vídeos…, bom, na verdade nesse assunto a coisa mudou um pouco… A verdade é que, ao descobrir que, além da admiração que eu percebia que a Isabel sempre sentiu por mim, havia algo mais que amizade nos sentimentos dela — mesmo que não correspondido —, começaram a crescer na minha mente pensamentos eróticos sobre nós dois. Passei a ver aquela mulher não só como uma amiga, mas como uma *milf* que, sem dúvida, me deixava excitado, além da possibilidade de haver certo envolvimento amoroso. Isso me excitava; fantasias eróticas com mulheres maduras já me ligavam antes, e agora surgia a chance de torná-las realidade. Por isso, tanto minhas brincadeiras quanto as imagens que compartilhava com ela subiram de tom. Um dia, aproveitando alguma conversa, eu colocava um emoticon dizendo: "Quer me ver pelado?" Ela entrava na brincadeira e ficava — ou melhor, já estava — interessada no assunto:
- Uffff, pois é claro que eu adoraria! — dizia.
Outro dia, eu mandava algumas fotos minhas sensuais na praia. Ou contava que tinha feito nudismo, adicionando uma dose extra de carga erótica. Ou ainda falava que tinha transado com alguma amiga, entrando em mais detalhes sobre como ela era e o que havíamos feito... Mas nunca cheguei a mostrar minhas partes mais íntimas; queria aumentar a tensão sexual. A Isabel não via aquilo como algo ruim, como exibicionismo direcionado a ela, obscenidade ou algo do tipo. Pelo contrário, sempre dizia o quanto eu era gato, o corpaço que eu tinha, como eu sabia aproveitar a vida... A única coisa que ela não entendia era a parte do nudismo; achava inconcebível que eu não me importasse de ser visto pelado ao ar livre, ainda mais por outras amigas minhas. Foi nesse clima que um dia decidi dar mais um passinho e, enquanto conversávamos pelo WhatsApp, mostrei uma selfie em que dava pra ver minha bunda.
- Meu!!! — exclamou Isabel.
- O quê???
- Que bunda, meu Deus!! — ela respondeu. — Você é como uma escultura grega em carne e osso.
- Hahahahaha. Mas você sempre exagera! Sou jovem e tento me manter em forma, mas não tenho aquele corpo musculosos, feitos como para dar uma aula de anatomia. - Nãããão, você é muito melhor! Bem definido, mas sem exagero. Meu Deus, dá vontade de devorar… - Da próxima vez que nos vermos, deixo você dar uma massageadinha nele. - Ufffff. Sério mesmo que vai me ver de novo? Olha que posso ter um treco, eu já estou muito velha. - Ah, que bobagem você fala, se você está no auge da vida. Só precisa se cuidar um pouco mais e, principalmente, se animar. Sair e curtir. - Graças a você, estou um pouco mais animada. Você é muito generoso comigo. - Somos amigos, não é mais que isso. - Entendo. Os jovens de hoje têm outro jeito de ver a amizade. Na nossa época, não teríamos coragem dessas intimidades que vocês têm, principalmente com nosso corpo e com a sexualidade. Éramos muito reprimidos. - Bom, se quiser, posso te fazer uma visita num fim de semana desses. - Sério? Não me ilude não, que eu já fico sonhando em te ver. - Claro que sim. - Seria incrível, fico tão nervosa só de pensar em te ver de novo… Então, planejei uma nova visita à Isabel. Ela foi me buscar de novo, muito feliz por eu estar lá novamente. Fomos para a casa dela e ela começou a preparar um jantar enquanto eu tomava um banho. A novidade era que, desta vez, eu calculava meus próximos movimentos para o romance erótico em que aquela relação tinha se transformado. Quando terminei de me lavar, fui para o quarto com a toalha amarrada na cintura para vestir um bermudão. Deixei a porta entreaberta, embora não desse para me ver de fora, e fiquei nu de costas para ela. Queria que Isabel me visse como que por acaso. E foi assim, ela estava falando comigo à distância e, em um certo momento, veio me dizer algo. Senti que ela abriu a porta enquanto falava. Percebi como ela fingiu que não tinha aberto, continuou falando e se afastou de novo, deixando a porta como estava. Sorri. Eu buscava a provocação, que a pulsão sexual nela fosse crescendo aos poucos. Depois Depois do jantar, fomos para o quarto dela, onde ficava o computador. Ela queria me mostrar uma música, não lembro se era por causa de algum assunto que estávamos conversando. Enquanto isso, me joguei na cama dela. Agora, eu queria fazer com que fosse ela a me pedir algo com uma carga erótica/sexual. Sabia que era difícil, porque a Isabel não se sentia à vontade para me pedir nada assim — ela só conseguia aceitar e agradecer o que eu dava. Mesmo assim, eu tentava criar a situação para ajudá-la a dar algum passo. Por isso, quando ela encontrou a música que queria que eu ouvisse, pedi que se deitasse na cama comigo.
— Mas… como amigos… né? — disse ela nervosa, hesitante.
— Claro — respondi.
Ela tirou os sapatos e se deitou ao meu lado, de barriga para cima, um pouco rígida. Dava para ver que estava tensa comigo seminu ali do lado. Ela também estava com pouca roupa por causa do calor, uma espécie de camisola de alcinha que ia até acima do joelho. Eu me mexia mais, mudando de posição, tentando dar uma sensação de normalidade à situação. Conversávamos sobre algum assunto banal, ouvíamos a música que ela tinha colocado e comentávamos algo sobre ela.
— Uffff, que calor! — disse Isabel depois de um tempo deitados — Eu devia tomar um banho, mesmo já tendo tomado um hoje à tarde.
— Eu tô bem, é verdade que aguento bem o calor — respondi — Tira isso — falei, tocando na roupa que ela estava usando, tentando provocá-la —, você vai ficar mais fresca.
— Pffffff, o que você tá dizendo? Seria ainda pior! Com você aí… tão perto… minha nossa… tô pingando.
Eu queria que ela se soltasse para me pedir algo, propor algo… digamos, com uma carga erótica… sexual…, mas via que para ela era quase impossível, ela não se atrevia a dar nenhum passo.
— Tô começando a ficar com muito sono — disse para ela —. Acho que vou dormir, desculpa.
— Não se preocupa, é normal, você deve estar cansado — Isabel respondeu, quase aliviada por acabar com aquela situação que estava Estressante para ela.
- Você se importa se eu dormir aqui mesmo? – perguntei retoricamente, já dando como certo que ela não me negaria, ao mesmo tempo em que me virava para ficar de bruços.
- Nããão… – ela começou a dizer, sem muita convicção, mas sem recusar, claro, como eu já imaginava –, claro que não… isso… não tem problema… vou desligar a música e apagar a luz.
Ela se levantou para desligar o computador e depois se deitou novamente de costas, mantendo uma certa distância de mim.
- Vou tirar isso pra dormir mais confortável – disse, sentando para me despir completamente antes que Isabel apagasse a luz, deitando-me de bruços de novo sem olhar para ela.
- Cla… claro, já apago a luz – disse ela.
O quarto ficou quase no escuro, embora houvesse uma luz fraca entrando pela janela entreaberta por causa do calor e pela porta, também aberta.
- Você tinha prometido me dar uma massagem – falei, fingindo estar meio grogue.
- Sim… sim, claro… – respondeu Isabel, cada vez mais nervosa, com a voz falhando – Quer que eu faça… agora?
- Hummmmmm, sim, eu gostaria… – respondi, com voz relaxada e sonolenta, disfarçando a excitação que sentia.
Isabel se ajeitou na cama, ficando de joelhos, e colocou as mãos na parte superior das minhas costas, começando a massagear. Ela estava me tocando por toda as costas, massageando suavemente, sem se atrever a passar da cintura para baixo.
- Pode descer mais – incentivei, porque ela não se atrevia a chegar até minha bunda – você não ia me massagear os glúteos?
Ela começou a tocar minha bunda, massageando em seguida.
- Meu Deus. Que pele macia você tem. É uma delícia te tocar.
Ela continuou acariciando, massageando leve de vez em quando, e às vezes com mais intensidade nos músculos, descendo pelas pernas até os pés, voltando a subir para a bunda, as costas. Eu estava relaxando, com uma ereção enorme ao mesmo tempo pela excitação do toque. um momento, afastando levemente as pernas para que, quando as mãos da Isabel passassem pela minha bunda, ela pudesse tocar também o interior das nádegas e até roçar nos meus ovos. Ela aproveitou por um bom tempo toda a parte posterior do meu corpo nu, totalmente à disposição dela.
- Muito obrigada. Com isso eu fico satisfeita, foi um presente incrível, um prazer – disse Isabel, deitando-se novamente na cama.
Eu me virei, deitando de barriga para cima.
- Estou excitadíssimo – falei, enquanto procurava a mão dela e a levava até meu pau ereto. – Chupa meu pau.
Isabel se deixou levar. Quando ela já estava segurando meu pau, comecei a mover a mão dela para cima e para baixo, para que ela me masturbasse.
- Meu Deus, como é grande… Que duro está… – ela comentava.
- Ahhh, que delícia!! Continua… continua… que bom – eu dizia, gemendo de prazer.
Estava vivendo o momento sexual mais excitante da minha ainda curta vida – acho que continua sendo, mesmo depois de todas as experiências que tive depois.
Aos 17 anos, eu tinha uma mulher inteira, 25 anos mais velha que eu, curtindo meu corpo como se fosse uma adolescente totalmente inexperiente, nervosa, se deixando guiar por mim, me masturbando.
Aguentei alguns minutos, mas sabia que não conseguiria resistir muito mais sem gozar, então, com a mão esquerda, peguei a cabeça dela e a direcionei para o meu pau.
Ela não ofereceu resistência nenhuma – imediatamente estava me chupando.
- Aaaaaahhhhhhhhhhh – em segundos, tive um orgasmo intensíssimo, gozando pra caralho na boca da Isabel, que engoliu tudo sem reclamar.
Eu sabia que era a primeira vez que ela fazia um boquete, porque, entre as coisas que ela tinha me contado – graças à confiança que tinha em mim – estavam as poucas práticas sexuais que ela tinha experimentado com o ex-marido. Como não era apaixonada por ele, mesmo quando ele pedia, eles só transavam de um jeito bem rotineiro.
Ela nunca tinha aceitado chupá-lo, e só usavam a posição do missionário, com bastante apatia. Por isso, gozar na boca dela e fazê-la engolir toda a minha porra logo de cara só aumentava o tesão que essa relação me causava. Depois de beber toda a gozada e do meu pau começar a relaxar, Isabel se afastou, ficando de joelhos e me acariciando.
- Obrigada por tudo que você me dá. É incrível ter você aqui pelado, poder tocar seu corpo perfeito… tão jovem, tão firme… é tão forte e tão macio ao mesmo tempo. Esse peito, esse abdômen… – ela ia dizendo enquanto me percorria todo com as mãos – Porra, você tem um p…, um pau enorme.
–Isabel era assim tão retraída com tudo que tivesse conteúdo sexual, ela tinha dificuldade até para nomear certas partes do corpo ou certos atos sexuais– –Como era a do seu ex? –perguntei–
–Muito pequena.
–A minha tem uns 18 ou 19 centímetros.
–Já dá pra ver. A dele devia ter no máximo 12.
–E você gostava quando transavam? –como eu disse, já havíamos falado sobre esse assunto outras vezes, mas eu gostava de me regozijar–
–Bom, você sabe que eu fazia com ele só por obrigação, não tinha nenhum interesse. Ele é que gostava, gozava na hora. Queria experimentar outras coisas, mas eu evitava, nunca chupei ele nem nada do tipo. Essa foi a primeira vez, mas você é especial, com você eu faria qualquer coisa.
–Então por que você continuou com ele?
–Não sei, não pensava em terminar. Eu não trabalhava e tinha me acomodado naquela vida. Sempre fui uma menina de papai, quando jovem vivia muito bem, tinha tudo. E olha só agora, trabalhando por um salário mínimo pra viver com a água no pescoço.
Enquanto conversávamos, Isabel continuava me acariciando por todos os lados. Acho que ela ainda não conseguia acreditar que me tinha ali à disposição e estava aproveitando ao máximo o momento, caso uma oportunidade assim não se repetisse.
–Vou ao banheiro, já volto. –disse, me levantando–
–Tudo bem.
Acendi uma luz fraca e saí pelado do quarto, queria que ela pudesse me ver bem, completamente nu.
Quando voltei, Isabel estava deitada na cama. Ela me observou entrar pelado. Fiquei de joelhos na cama, ficando de frente para ela, queria que ela pudesse contemplar todo o meu corpo, eu adorava me exibir para ela.
–Que corpão você tem. Você está gostosíssimo. Deve deixar todas as garotas loucas por você.
O fato de Isabel me admirar também me excitava.
–Olha, essa "coisinha" está se animando de novo. Espera, tenho que dizer umas coisas –ela disse, se aproximando do meu pau–
Ela o pegou e começou a passar a língua pela fenda da ponta, por toda a glande, pelo tronco, até chegar a meu púbis, beijando-o e passando também a língua entre os pelos aparados. Subiu novamente por toda a pica, que já estava dura como uma pedra, percorrendo-a com a boca até a ponta, brincando com um pouco do líquido seminal que me saía, para descer depois outra vez até minhas bolas, comendo-as também. - Hummmmm, muito bom, gosto muito que você me coma a pica toda… siiii, as bolas também… continua… continua… ótimo… –eu a incentivava a seguir com sua atividade– - É linda, adoro, já está duríssima de novo. –disse, introduzindo-a em sua boca para voltar a chupá-la–
Depois de um tempo deixando Isabel me comer à vontade, eu já estava com um tesão enorme, podia gozar de novo a qualquer momento, mas queria mudar. Aquela primeira sessão de sexo com ela ainda tinha que incluir algumas variantes. Afastei-a, ficando deitada na cama e me coloquei quase em cima de seu rosto, pegando minha pica com a mão para esfregá-la por todo ele: passava na boca, nas bochechas, no nariz, nos olhos; às vezes dava leves tapinhas nela. - Gosta do meu pauzão? Pois aqui o tem, aproveite, é todo seu. Olhe bem se gosta tanto assim. Sabeore bem. - Siiiii, gosto muito… quero tudo… tudo… me dá tudo… - Abre, vou te foder a boca. Ela obedeceu imediatamente e enfiei até a garganta sem piedade. Comecei então a fodi-la como se fosse uma buceta, metendo e sacando minha pica em sua garganta, até que minhas bolas batiam em seu rosto. - Hummmmpppppf, aaaammmpppfffff, oooooorrrrfffff
Isabel aguentava como podia as investidas, engasgando, com alguns engasgos, mas sem reclamar nem tentar me deter. Agarrou minha bunda com as duas mãos, ou com uma mão colocando a outra em meu abdômen para tentar frear um pouco meus impulsos. Segui um tempinho dando duro, queria que ela se sentisse um pouco violentada, mesmo que aguentasse sem reclamar. Finalmente parei para não gozar. - Agora você tem que se despir você também, quero te ver – eu disse –
- Nããão, não quero que você me veja, estou horrível, sou velha, gorda, tenho vergonha…
- Não fale bobagem, você não é tão velha nem tão gorda, só tem uns quilos a mais que poderia perder facilmente com um pouco de exercício e uma vida mais saudável – falei, ignorando as reclamações dela, começando a tirar sua roupa –
Ela resistia sem muita convicção.
- Mas é que tem muita diferença entre você e eu… por favor… você é um verdadeiro adônis e eu estou feia… – ela dizia, com desculpas que sabia serem inúteis desde o início –
- Vou te foder, Isabel, não dá pra fazer isso de roupa. Não fica pensando muito, isso já é inevitável, hehehe.
- Ufffffffff, meu Deus, mas eu sou uma velha pra você, me sinto assim com você, em inferioridade, como uma aproveitadora, você é tão jovem!
- Acha que está se aproveitando? Eu quero fazer o que estou fazendo. Você ser muito mais madura que eu me excita.
Eu já tinha planejado contar que era muito mais jovem do que ela imaginava, mas ainda não, queria esperar ela ficar mais viciada no sexo comigo, depois de tê-la introduzido em práticas sexuais muito mais depravadas. Tinha certeza de que, justamente por ser uma recalcada reprimida, ela gozava se deixando levar até se ver imersa num mundo sexual totalmente desconhecido para ela. A ideia de perverter uma mulher madura muito mais velha que eu adicionava um plus às fantasias que estava conseguindo realizar.
Tirei a camisola e o sutiã dela, deixando seus pezões grandes expostos.
- Você tem uns peitos grandes e apetitosos.
- É, sempre tive eles meio grandes
Apanhei um pouco e desci pelo ventre até a calcinha, tirando-a. Sua buceta ficou exposta, à minha disposição. Ela estava arrumada, completamente depilada nas bordas externas, deixando uma penugem curta que cobria parte do púbis e toda a vulva.
- Vamos experimentar essa buceta. – eu disse, me preparando para chupá-la – Mas já te aviso que vai ter que depilar mais a fundo, eu gosto é de pauzão mesmo, hehe. Vi que a Isabel ficou toda corada só de se ver nua na minha frente; os comentários sem vergonha só aumentavam o seu rubor. Ela cobriu o rosto com as mãos, sinal do constrangimento que estava sentindo. Não esperava que tudo fosse acontecer tão rápido; ou será que esperava, quem sabe, porque ela tinha se arrumado para a ocasião. Eu continuei com o meu trabalho. Abri as pernas dela para enfiar a minha cabeça entre elas. Comecei a acariciar a parte interna das suas coxas com os meus lábios, beijando. Continuei pela parte de baixo da barriga. Finalmente cheguei na sua buceta. Eu ia me dedicar a fazer um cunilíngue com calma, queria que ela gozasse ao máximo. Comecei a percorrer os lábios maiores com a língua, mordiscando de leve de vez em quando, esticando. A Isabel gemeu, se agitando levemente. Com as mãos abri a sua vagina para acessar o interior, era a vez agora dos lábios menores que eu lambi com cuidado. Explorei cada dobra da sua ppk, introduzindo levemente a ponta da língua no seu buraco. Agora a Isabel se estremecia gritando de prazer, estava claro que nunca tinham feito sexo oral nela daquele jeito. Por último me concentrei no seu clitóris, que já estava inchado: primeiro o estimulei com a língua; depois chupei, puxando ele para dentro da minha boca, mordendo bem de leve, até que ela explodiu num orgasmo incontrolável, acompanhado de um monte de fluidos.
- Aaaaaaaaahhhhhhhhhhhh!!!
- Isso é incrível!!! O que você fez comigo?? Que prazer. Meu Deus, que gritaria! Quem me ouvir vai pensar que eu tô louca. Nunca imaginei que podia curtir tanto.
- Pois é, isso ainda não acabou. – falei, me posicionando com a clara intenção de penetrar a sua ppk molhada –
- Ufffff, você vai me matar!
- Quer que a gente pare? – perguntei para provocar a reação dela –
- Nããão, por favor… me fode… me fode… preciso de você dentro – ela respondeu, implorando por sexo pela primeira vez, como eu esperava –
Dei o que ela pedia, com uma única enfiada Enfiei meu pau na buceta bem lubrificada dela até o fundo e comecei a meter com força, minhas bolas batendo nela, agora eu queria dar uma foda boa. Coloquei as pernas dela sobre meus ombros para que ela ficasse bem aberta e sentisse a penetração mais profundamente.
- Ahhhh, sim, sim, Deus, como você mete!... ahhhhhhhh… continua… vou gozar de novo… continua assim… ahhhhhhh… ayyyyyy… siiiiiiiii –Isabel gemeu como uma louca-
- Calma… claro que vou te foder… até arrebentar todos os seus buraquinhos…
- Eu vou gozarrrrrrrr!!!
- Eu tambémmmmmmm!! Aaaahhhhhhhhh!! Que booooom!! Deitei-me sobre ela para recuperar o fôlego. Isabel me abraçou, acariciando e me beijando.
- Quem diria que na minha idade eu estaria transando com um vinte e poucos anos. Eu que já tinha me esquecido dos homens e do sexo. Nunca pensei que iriam me foder assim. –ela sussurrou para mim–
- Bom, agora vamos descansar para a próxima sessão. Isso foi só um aperitivo. Ainda temos muitas coisas para experimentar. Por enquanto, amanhã quero tirar sua virgindade pelo cu, estou muito animado para ser o primeiro a entrar lá, hehehe.
- O que você quiser, querido, pode me pedir qualquer coisa, sou toda sua. Essa entrega por parte dela já estava me deixando duro de novo. Mas decidi deixar para o dia seguinte e fomos dormir depois que Isabel foi se limpar de todos os fluidos que escorriam da sua buceta.
Amanhecemos nus. Quando Isabel, que já devia estar acordada há um bom tempo, percebeu que eu também estava, começou a acariciar minhas costas e minha bunda enquanto falava comigo.
- É incrível acordar com um corpo assim ao lado. Você tem costas lindas e uma bunda irresistível, tão poderosa…
- Obrigado, é bom ter o ego massageado logo no começo do dia. –respondi, me virando para que Isabel pudesse contemplar bem a parte frontal nua com a clareza da luz do dia–
- Caralho. E o que dizer da parte da frente? É uma obra de arte. –ela disse, passando suas Mãos por todo o meu corpo... Em pouco tempo ela já estava pegando no meu pau e começando um boquete, mesmo eu não estando muito limpo da noite anterior, o que fez com que eu começasse a ficar excitado.
- Bom! Vejo que você já não é mais tão tímida com o assunto sexo – eu disse.
- Tenho alguém que me ensina bem...
- Você chupa muito bem, mas agora estou com vontade de mijar. Vamos ao banheiro, mas não vou tirar, você me leva – não perdia a chance de provocá-la.
Então fomos ao banheiro, com Isabel me levando enquanto segurava meu pau.
- Segura e aponta, hahaha. – falei, para que fosse ela quem me fizesse mijar.
- Pronto, quando quiser. Comecei a urinar na frente da Isabel.
- Você é incrível, não tem nada que te dê vergonha? – ela perguntou, surpresa com a cara de pau com que eu propunha as coisas. – Você é tão natural e sincero.
- Bom... – comecei a dizer enquanto terminava. – Tem uma coisa em que não fui totalmente sincero com você, na verdade não contei a verdade, mas não por sua causa, foi uma questão que surgiu quando comecei a jogar na internet, para que não me considerassem um moleque quando me relacionava com as pessoas.
- E o que é? – perguntou Isabel, muito interessada.
- Vamos, te conto enquanto preparamos algo para o café da manhã.
Lavamos as mãos. Isabel vestiu um roupão fino de casa, não queria exibir tanto o corpo, do qual não se sentia muito orgulhosa. Eu continuei pelado sem problema.
Preparamos algo para o café da manhã enquanto eu contava sobre o engano da minha idade.
- Bom, como estava dizendo, para não me considerarem um moleque e as pessoas falarem comigo como se eu fosse mais um adulto, mesmo jovem, em vez de 16 anos, que era a idade que eu realmente tinha na época, disse que tinha 21. Então agora, em vez de 22 anos como você acha, eu tenho 18.
- Mas Carlos!! Meu Deus!!! Você é um moleque!! Eu me deitei com um moleque. Você ainda é menor de idade. – Isabel estava realmente escandalizada e envergonhada pelo que tinha feito.
- Bom, falta muito pouco... para ser maior de idade. E eu não me considero nenhum pirralho, sou maduro para a minha idade. Acha que tenho corpo de criança? - Você tem um corpo maravilhoso, mas é jovem demais para mim. Eu que já me considerava uma espécie de velha tarada por estar com um cara de vinte e poucos!… e no fim sou uma pervertida de menores… - Não exagera. Quem mandou aqui? – eu tinha que acalmá-la e fazê-la assumir que não tinha mais volta no que havíamos feito – - Bom… foi você… mas… – dizia Isabel hesitante – - Então pare de se preocupar – eu disse, me posicionando ao lado dela – Quer abrir mão desse pau? – perguntei, pegando sua mão e fazendo com que ela segurasse meu pênis – - Não pode ser, você sabe como eu gosto de você, o que sinto por você, como sou grata por tudo que me deu, mas a realidade é que você tem 18 anos e eu 42, não podemos… não faz sentido eu fazer isso com você - Se não quiser continuar, eu vou embora e você nunca mais vai me ver nem saber de mim – avisei ao mesmo tempo que colocava uma mão em um peito e metia um dedo da outra na boca dela para minar sua determinação – É isso que você quer? - Não…… eu não quero te perder como amigo, mas… não posso transar com você sabendo disso – dizia Isabel hesitante e trêmula por me ter pelado, com meu pau na mão, que ela não tinha soltado, e minhas mãos mexendo – - Então pare com essa bobagem, ter alguns anos a menos não muda nada – eu disse, abrindo seu roupão e levando uma mão até sua buceta – Você não me disse que faria o que eu pedisse e que era minha? Então pare de enrolação e obedeça. Coloquei uma mão no ombro dela, fazendo com que se abaixasse. - Vamos, chupa meu pau, vou te dar meu leitinho no café da manhã. Se se comportar bem, pode continuar aproveitando comigo. Isabel não replicou mais. Enfiou o pau na boca e começou o boquete com toda a vontade até me fazer gozar. Não deixou escapar uma gota. Enquanto ela chupava, eu esfregava um pé na sua buceta, o que a fez chegar ao orgasmo também. - Deus, devo estar louca, você só tem 18 anos, mas não consigo resistir a você. - É assim que eu gosto, que você se deixe levar pelos seus sentidos, que aproveite os prazeres do sexo sem limitações, você é muito reprimida. Vou te ensinar a gozar. - Eu sei, sou de outra época em que as coisas não eram como agora, principalmente em questões sexuais. Os jovens de hoje não fazem ideia. - Calma, eu vou te ensinar a gozar. Vou te perverter e te deixar toda putinha, hahahaha. - Vou tentar te satisfazer, meu bem, sou uma velha desatualizada, mas vou me esforçar. Pode me usar como quiser, sou sua putinha, faça o que quiser comigo, me peça o que quiser. - Muito bem, por enquanto vamos tomar café da manhã, hehe, depois você começa com suas tarefas de putinha, hahaha. Tomamos café da manhã. Enquanto isso, contei alguns dos planos que tinha para aqueles dias, como ir a alguma praia de nudismo. - Não, não posso fazer isso, não seria capaz de ficar nua em um lugar público, tenho muita vergonha, e se alguém conhecido me visse… –replicou Isabel– - Não estava dizendo que faria o que eu pedisse? Já está reclamando? Você tem que se soltar. Vamos a praias com pouca gente, não se preocupe tanto. –disse eu para que ela relaxasse– Agora estou com vontade de cagar. Para isso vou te poupar de me acompanhar por causa do mau cheiro, de todo o resto você não vai escapar, vou te avisar quando acabar para você vir me dar banho. - Obrigada. –disse ela secamente, sorrindo levemente sem muita convicção– Fui ao banheiro. Quando terminei, chamei ela, queria que fosse ela quem me desse banho, queria sentir como percorria todos os cantos do meu corpo para me limpar. Isabel apareceu. - Vem, entra. Você vai me dar banho, me lave bem porque depois vou deixar você me comer todinho, então depende de você que tudo esteja bem limpinho. - Claro, vai ser um prazer lavar esse corpinho gostoso. Então Isabel ficou me dando banho tranquilamente, dava para ver que ela estava gostando do meu corpo. Ela parava para ensaboar bem as áreas típicas: as axilas, os genitais, os pés. Pediu que eu me inclinasse para ter melhor acesso à minha bunda e limpou meu ânus a fundo. Também se demorou no meu peito, que dizia adorar. Depois que Isabel me secou, fomos para o quarto e eu me deitei na cama de barriga para cima, com os braços e as pernas abertos.
- Aqui me tens à tua plena disposição. – disse a ela – Quero que me toques e me saboreies absolutamente por todos os lugares. Gosto que conheças em detalhe cada canto do meu corpo. Desta vez vais começar pelos pés.
- Tens um corpo escandaloso. Devia estar exposto num museu. – Isabel tinha essas ideias às vezes – Não me espanta que me tenhas viciada. Sinto-me uma corrompedora de menores pela diferença de idade e por seres tão jovem, embora na verdade sejas tu quem me provoca e me revela facetas do sexo que eu nem imaginava.
Isabel pôs-se à tarefa. Começou a massagear meus pés, chupando cada dedo, saboreando-os como se fossem guloseimas.
- Tens uns pés muito bonitos, que número calças?
- 42.
- Não tens os pés muito grandes. Ainda vais crescer um pouco, nota-se que ainda és quase um menino, meu menino, todo para mim. – disse Isabel, assumindo a relação sexual com um rapaz como eu – Continuou a acariciar minhas pernas, os joelhos, as coxas; beijando-me, lambendo-me.
- Tens pouco pelo nas pernas, isso não é por seres adolescente, porque com a tua idade já terias.
- Pois é, não sou nada peludo.
- Gosto muito de ti assim, acho-te mais terno. No fim vou acabar sendo uma assaltadora de berçários, hehe. – disse Isabel divertida, estava a relaxar depois de ter descoberto minha idade real – Não se concentrou muito nos genitais, sabendo que eram alvo para outros momentos. Pegou nas minhas bolas, amassou-as delicadamente, meteu-as na boca, mas não parou muito. Mais ou menos o mesmo fez com meu pau, que, depois da gozada do café da manhã, estava semirrelaxado, apesar dos estímulos que recebia. Depois passou a brincar com meus poucos pelos pubianos.
- Que pouquinho de pelo você tem aqui.
- É que eu corto.
- Ah, claro, você é um menino muito safado. Faz isso para agradar mais as meninas? – me dizia enquanto me olhava com cara de viciada –
- Claro – respondi eu –
Chegou ao meu ventre, divertiu-se com meu umbigo…
- Que botãozinho mais lindo.
Continuou subindo…
- Você tem uns abdominais de atleta, durinhos, levemente marcados, eu adoro… E esse peito… me deixa louca… – dizia apalpando todo o peitoral – esses peitinhos… – me chupava e mordiscava os mamilos – esses ombros… esses braços… – tocava todas essas áreas com gosto, lambendo minhas axilas sem pudor – esse pescoço… – me mordia de leve –
E o que dizer dessa carinha de pivete arteiro. – disse chegando finalmente ao meu rosto, acariciando-me e beijando-me por toda a face, bagunçando meu cabelo de vez em quando –
Quando se cansou de me beijocar e apalpar, Isabel, que a essa altura do campeonato já estava com uma expressão cada vez mais de viciada, me disse:
- Agora vira de costas, de quatro, vamos para a parte de trás.
Obedeci de boa vontade.
- Você fica imponente nessa posição – continuou me elogiando –
Isabel me deu uma massagem nos ombros, nas costas até chegar na bunda.
- Nossa, que glúteos! – dizia enquanto os amassava, dando palmadinhas às vezes, separando as nádegas também e passando as mãos pelo meio, tocando meu ânus, primeiro de passagem e depois se concentrando mais nele –
Você gosta que eu acaricie seu buraquinho mais íntimo?
- Mmmmmmmmmm, siiiim, dá uma coceirinha muito gostosa.
Come.
- O que você quiser, minha vida.
Então Isabel aproximou a cabeça da minha bunda sem frescura: primeiro levou a boca às nádegas, me beijando; depois começou a enfiá-la no meio, passando a língua por toda a fenda; finalmente se concentrou em lamber o anel do ânus.
- Ai, que tasty!, tão limpinho, tão macio. Quem me diria Nunca imaginei que ia gostar tanto de fazer isso com um cara. Até seu cu é maravilhoso, Carlitos.
- Continua, continua, tô adorando.
Finalmente, Isabel começou a abrir levemente meu ânus para introduzir a língua no meu reto.
- Foi incrível. Você me deixou com tesão de novo. Deita, vou gozar na sua cara – pedi.
Isabel recostou na cama. Eu me posicionei de joelhos, montado sobre ela, e comecei a me masturbar. Em um minuto, estava ejaculando, jorrando uma porrada de porra por toda a cara dela. Quando terminei, fiquei brincando com o resto do esperma, espalhando pelo rosto dela e pegando partes com meus dedos para levar até a boca.
- Abre a boca, não vai querer desperdiçar minha porra – falei.
- Você é impressionante, Carlos, como um rio sem fim – e, obedecendo, ela engolia o que eu dava.
- Limpa meu pau também – ordenei, enfiando na boca dela.
- Uhmmmmmmm, ahmmmmmm, que delícia! – ela dizia, chupando tudo com prazer.
Quando terminamos essa nova sessão de sexo, Isabel disse:
- Vou tomar um banho e me arrumar, me sinto muito promíscua.
- Tudo bem, te espero aqui descansando. Mas antes vou te dar um enema que trouxe pra você limpar bem a bunda, quero meter forte, adoro sexo anal e mais ainda se for o cu virgem de uma madura como você, hehe.
- O que você mandar, Carlos, você sabe que não posso negar nada – disse Isabel, com cara de preocupada, não muito convencida, mas sem coragem de reclamar.
- Ah! E depila a buceta, quero sem um pelo quando eu chupar.
Procurei e dei a ela. Ela foi então para o banheiro. Eu fiquei na cama esperando. Demorou um bom tempo, então eu estava quase dormindo quando ela voltou ao quarto.
- Pronta – disse ao entrar, ainda vestida com um roupão, sem se acostumar a ficar nua na minha frente.
- Pode tirar essa roupa, não vai precisar e quero te ver pelada – foi a primeira coisa que falei.
- Desculpa – disse. tirando-a, ficando completamente nua – ela não usava nada por baixo – "É difícil me expor assim pra você, se eu estivesse em melhor forma física… me sinto muito abaixo de você."
- Não fale bobagem. Sou eu quem decide o que quero. Vem, – pedi, me levantando – agora deita você, vou começar fazendo um cunnilingus. Isabel deitou-se de costas. Eu me posicionei sobre ela. Coloquei seus braços abertos acima da cabeça, como se estivessem presos à cabeceira da cama, e abri suas pernas, queria que todo o corpo dela estivesse à minha disposição. Comecei a acariciá-la por todos os lados, de cima a baixo: braços, axilas, peitos, abdômen, púbis, pernas e pés. Ela se contorcia de prazer, mas mantinha a postura que eu havia imposto. Depois de percorrer todo o corpo dela de ponta a ponta, passei a me concentrar em sua buceta, chupando-a com calma e profundamente, até que Isabel teve um orgasmo intenso.
- Aaaaaaahhhhh!!!. Porra!! Nunca tinha sentido nada igual, não me reconheço, você me transporta para universos desconocidos.
- É disso que se trata. Viu como você devia se deixar levar? Agora vira de lado, vamos trabalhar seu bum.
- Uffff. Tenho muita vergonha disso. Além disso, vai doer. Não podemos deixar pra lá?
- Não, quero te sodomizar. Calma, vamos devagar. Isabel não teve escolha a não ser se virar. Ajoelhou-se com a bunda empinada. Eu me joguei para chupá-la. Primeiro passei a língua pela parte externa do orifício, para depois ir enfiando-a dentro, ensalivando tudo bem. Depois de um bom tempo assim, passei a enfiar meu pau, que já estava pronto novamente; pouco a pouco, primeiro a ponta dilatando lentamente seu cu até conseguir introduzir toda a cabeça dentro.
- Não, não, não, não!! Para, para!! Você vai me rasgar!! – reclamou Isabel –
- Aguenta, você vai se acostumando.
- Não, por favor!! Está doendo muito.
- Vamos, o pior já passou. Continuei movendo bem de leve o pau dentro de seu reto e aos poucos Isabel foi se acalmando até parar de reclamar. Então comecei a bombear com movimentos cada vez mais amplos, até enfiar tudo até o fundo.
- Viu? Pronto. Como é bom meter no seu cu, a rola fica mais apertada aqui.
- Já pode… ahh… gostar,… ai… quase… ai… você me mata –Isabel me repreendeu sem mágoa, ainda entre gritinhos de dor–
Finalmente, quando Isabel já estava totalmente acostumada, me deixei levar pelos meus impulsos, metendo nela com força. Eu estava muito excitado sodomizando ela, com 18 anos era uma fantasia quase irreal fazer isso com uma mulher de quarenta. Isso, junto com o prazer enorme que sentia fodendo ela pelo cu, fez com que eu logo gozasse dentro.
- Ufffffffff, que sensação tão diferente. –disse Isabel ao sentir meu sêmen enchendo seus intestinos– Você é uma máquina, é a terceira vez que você goza em poucas horas. Como dá pra notar os anos que você tem.
- É a vantagem de se envolver com um jovem, hehe.
Tirei a rola do cu de Isabel. Ao fazer isso, parte dos meus fluidos também escorreram pelo seu ânus. Aproveitei a lubrificação para enfiar dois dedos nele. Apesar de estar vermelho e dolorido, Isabel deixou. Fui abrindo cada vez mais, adicionando dedos até ter todos dentro. Continuei movendo a mão, vendo que era possível enfiar ela toda. Enquanto isso, com a outra mão a estimulava tocando seu clitóris.
Foi assim que acabei fodendo ela com um punho no reto e com a outra mão penetrando sua vagina.
- Ahhhh, ahhh… o que você tá fazendo comigo?... tá visto que… ahhhhh… você quer me acabar.
- Isso se chama dupla penetração, mesmo que seja com as mãos, haha. Gostou?
- Siiiiiii, aaaahhhhhhh, me sinto muito putaaaaa…, mas eu gostoooooo –ela respondeu, chegando ao orgasmo–
Depois de alguns instantes, tirei minhas mãos das entranhas de Isabel com cuidado. Ela se deixou cair de bruços na cama exausta, escorrendo pelos dois buracos. Eu me sentei sobre suas nádegas, sem deixar meu peso cair sobre ela, acariciando suas costas. - Você se comportou muito bem. Passou no exame sexual. - Uffffff, minha bunda está destruída. Preciso descansar. Nunca teria imaginado que faria coisas assim. E menos na minha idade e com um adolescente. Com sua idade e já é um expert do sexo. - Relaxa, descansa. Esta tarde vamos à praia nos recuperar sob o sol. - Sim, claro, mostrando minhas misérias pra todo mundo que passar por lá. - Calma, nas praias nudistas nem todos são corpos 10, você vai ver. Descansamos, comemos algo e à tarde fomos para uma cala nudista quase deserta. Certamente fomos o centro das atenções das poucas pessoas que havia, dava pra perceber sem muita dificuldade. Deviam estar pensando que éramos mãe e filho, o que não era muito comum nesse tipo de praia. Isso incomodava um pouco mais a Isabel, pra quem já era suficientemente indecente estar pelada em um lugar público. Depois de ficar um tempo ao sol, decidi dar um mergulho. Fui em direção à água. Havia outro homem de uns 50 anos na beira. - Oi, tudo bem? – me cumprimentou – - Oi, e aí? – devolvi o cumprimento, sem mais, pensando em entrar na água pra me refrescar – - Você vem aqui com sua mãe? Vi vocês chegando antes – me perguntou então – - Não, nada disso – respondi – É uma amiga. - Ah, desculpe, como ela parece bem mais velha, tinha pensado… você parece tão jovem… - Não se preocupe. – de repente me ocorreu uma ideia, senti como uma corrente elétrica percorrendo meu pau – Mais tarde íamos fazer sexo em algum cantinho, você gostaria de assistir? – falei direto, nesses lugares as pessoas costumam ser bem liberais – - Não me diga que você come ela. – disse ele sorrindo, obviamente interessado – Claro que tenho vontade. Seria só pra olhar ou poderia participar? - O que você prefere? Acho que daria pra organizar um sanduíche com ela. - Caralho, moleque, como você se garante. Isso seria ótimo. Me avisa então. - Sim. Quando nos vamos nessa, vou te dar um sinal. Vamos entrar por ali entre aquelas pedras pra ter um pouco mais de privacidade – falei, apontando para um canto da praia onde parecíamos poder nos esconder atrás de algumas rochas –
- É, é um bom lugar. Já vim muito por aqui e não é nada estranho que role sexo por ali.
- Beleza então, a gente se vê depois. – me despedi pra entrar na água –
- Perfeito, vou ficar esperando.
Depois do banho, fui me secar ao sol, deitado na toalha. Vi que a Isabel não tirava o olho de mim, tanto quando eu fui embora quanto quando voltei da água.
- Que gostoso você está. É um prazer te ver pelado no sol.
- Então no final você gosta de nudismo… – falei ironicamente –
- Afffff, tô torrando.
- Claro, você não mudou de posição desde que virou as costas pro sol. Devia ir se molhar.
- Cala a boca, não quero exibir mais essa carne.
- Nem tá tão ruim assim… Você tem uns peitões bons, só sobra uns quilinhos, mas olha o que tem por aqui, não são misses. Você não vai ficar assim o tempo todo. Além do mais, depois a gente vai foder escondido ali.
- Você tá louco?? – gritou, percebendo rapidamente que elevou demais a voz – Como você pensa uma coisa dessas…? – continuou falando num tom mais baixo, quase sussurrando – Não vou foder num lugar que possam nos ver, nem pense nisso.
- Isabel, achei que já tínhamos superado suas resistências. Ninguém vai nos ver, vamos nos esconder num cantinho entre as pedras. Aqui é muito comum isso, principalmente entre os gays, ninguém vai estranhar nem vir perturbar.
- Porra, só de pensar nisso já fico tremendo. Eu não tô acostumada com essas coisas, pra mim é escandaloso, já é um parto ficar aqui pelada.
- Você vai se acostumando, com um pouco de paciência você aceita. É que nem quando te dei no cu, no final você conseguiu e ainda gostou.
- Não sei o que dizer, é como se tudo isso fosse irreal. É como se não fosse eu que tô fazendo tudo isso. - Vem, relaxa. Quer que eu te acompanhe na água?
- Não dá. É impossível relaxar aqui, mas vamos na água, senão vou morrer torrada.
Acompanhei ela para se refrescar no mar. Ela tentou ir onde fosse menos visível. A verdade é que, mesmo não tendo muita gente, tinha bastante gente reparando na gente, por sermos um casal pouco comum. Entramos na água, ficamos um bom tempo mergulhados para nos refrescar. Quando saímos, eu disse para a Isabel irmos até as pedras para ver se era um lugar discreto para transar. Como ela não queria discutir de novo, principalmente ali que já estávamos à vista de todo mundo e ia chamar mais atenção, ela aceitou de má vontade. Uma vez lá, vimos que tinha uns buracos onde ficávamos protegidos de qualquer olhar.
- Viu? Aqui ninguém vai nos ver nem incomodar.
- Porra, você é incorrigível, quando teima em alguma coisa sempre consegue o que quer. Como você quer fazer? Vai ser super desconfortável. No chão vamos ficar cheios de areia...
- Você se agacha apoiando numa pedra e assim me deixa te comer por trás. É o melhor.
- Tá bom, como você quiser. – disse adotando a posição que eu pedia, dava pra ver que ela queria passar por isso o mais rápido possível.
- Porra, Isabel, primeiro temos que entrar no clima. Agacha e me chupa um pouco.
Isabel obedeceu e me fez um boquete que em pouco tempo deixou meu pau duríssimo.
- Tá bom, nesse ritmo eu vou gozar. – falei para ela parar e se colocar como antes. Agora vou comer sua buceta.
Isabel se agachou de novo, abrindo as pernas para deixar sua zona genital livre para mim. Eu enfiei minha cabeça para passar minha boca e língua por todas as suas partes, desde o clitóris, passando pela vagina até o ânus. Fiquei trabalhando ela um tempo, sentindo seus fluidos vaginais escorrendo. Quando percebi que ela estava totalmente encharcada, passei a penetrar, enfiando minha rola até o fundo.
- Não é tão ruim transar ao ao ar livre?
3 comentários - Corrompendo uma madura
En consecuencia, lo termino yo....resulta que se la estaba poniendo a la veterana, y viene el veterano que había estado hablando.... y me la pone a mi....jaaa..!! y bueno viejo, es lo que pasa cuando no está bien terminado el relato..jeje..!! saludos..