Com a gostosa do tour

Aos 24 anos, eu tinha ido de férias sozinho, mas dentro de um tour de uma semana com alguns desconhecidos entre 18 e 40 anos. Uma espécie de viagem de formatura para adultos, digamos, compartilhando transportes, excursões e a pousada. A semana passou sem grandes novidades: a paisagem linda, as noites de balada, as brincadeiras, a piscina, as compras, a gente que a gente conhece, as tentativas frustradas de pegar alguma gatinha, nada demais. Mas a última noite foi inesquecível.

Essa noite estava marcada de antemão uma festa a fantasia. Eu tinha preparado uma fantasia de operário industrial, com um capacete e um macacão antigos. Depois de algumas horas de drinks e dança, sentei numa espreguiçadeira na beira da piscina com um fernet Booty na mão, para descansar um pouco. Nas duas espreguiçadeiras à minha direita estavam Fernanda e Adriana. Nenhuma delas tinha um rosto particularmente bonito, embora não fossem exatamente feias, pois tinham curvas mais que interessantes e carnudas. Digamos que não eram das mulheres que o homem superficial escolheria primeiro, mas também não descartaria. Nunca soube as idades delas, nem perguntei; mas claramente tinham passado dos 30, e provavelmente dos 35 também. Começamos a conversar entre um gole e outro. Embora obviamente já tivéssemos conversado algumas vezes, começamos a nos conhecer de verdade ali: Fernanda era solteira e Adriana recentemente divorciada, esse era o motivo da viagem delas. Tinham muito bom humor, e um jeito extrovertido e até um pouco masculino. Fernanda estava fantasiada de diabinha e Adriana de bruxa, tudo bem simples. À medida que as bebidas passavam, a conversa foi ficando mais pessoal, passamos a contar anedotas de nossos ex-relacionamentos, depois aventuras e conselhos amorosos, depois sexuais… até que a Fer me perguntou qual era minha fantasia sexual favorita.

Aí eu decidi: ia tentar esquentar a cabeça dela e comer ela. Com ou sem a Adriana.

Respondi que tinha muitas, e algumas poucas eu tinha realizado, mas o melhor mesmo não são as fantasias, e sim os relatos.
- Relatos?
- Claro. Às vezes leio alguns.
- E qual a diferença?
- Na verdade, nenhuma. Bom, os relatos podem ser reais. Mas também podem ser fantasias, só que muito mais desenvolvidas e completas.
- Explica.
- Vamos ver… pra dar um exemplo… não é a mesma coisa te dizer que eu adoraria lamber toda essa sua bunda linda, e te contar uma história que começa agora e termina no seu quarto, daqui a vinte minutos, com suas mãos apoiadas na parede e seu cuzinho empinado pra trás, minha língua invadindo o fundo do seu cu, meus dedos brincando na sua buceta bem molhadinha e seus lábios me implorando pra te comer de uma vez. Afinal, é a última noite, né?

A expressão no rosto delas foi inesquecível. Primeiro surpresa, depois um pouco de indignação, um tanto de riso, e finalmente a Fernanda soltou um sorriso perversíssimo. Ela tinha imaginado tudo e adorado. Ali eu soube que ela tinha decidido que a gente ia foder, e muito. “E como a gente começaria?”, ela perguntou.

Devo ter dito algumas frases sobre carícias, beijos e mãos de cada um em certos lugares do outro, acariciei ela um pouco, mas não demorei muito. Ela logo se levantou da espreguiçadeira, me deu a mão, e com seu melhor tom de veterana guerreira disse: “vamos lá pra cima, gato”. Depois perguntou pra Adriana se queria vir com a gente; ela hesitou (provavelmente deu uma vergonha de mulher casada), e a Fer comentou: “bom… quando você se decidir, já sabe onde a gente tá”.

Atravessamos o pátio com minha mão esquerda agarrando bem forte a bunda dela. Paramos na parede ao lado da escada e começamos a nos beijar do jeito mais bruto e molhado possível; um escândalo de mãos esfregando qualquer parte do corpo um do outro, línguas brigando uma com a outra por alguns segundos. Subimos a escada como deu, entramos no quarto dela… e tinha outra colega de quarto em pé. A essa altura a gente já estava começando a se despir desde o— corredor, então a garota não precisou que a gente pedisse pra ela sair. Nossos olhares diziam tudo. Em segundos terminamos de nos despir, enquanto nos beijávamos como se fosse a última vez, exatamente como havíamos feito na parede do pátio. Ao tirar a regata vermelha e o sutiã de renda vermelho dela, seus peitões ficaram expostos. Agarrei, beijei, mordi, brinquei minha língua em seus mamilos enquanto a senti gemer como uma puta no cio. Ela se agachou, tirou minha cueca e lambeu meu pau de um jeito tão lento e perverso que me fez tremer. Imediatamente se levantou, se virou, se inclinou, apoiou as mãos na parede, olhou pra trás e me disse: -Você sabe o que me prometeu, cara. Me ajoelhei, lambi sua buceta por vários segundos, naquela altura ela estava encharcada. Ela soltou um gemido que foi quase um grito. Abri sua bunda com as mãos. Esfreguei meu pau entre suas nádegas e ela soltou um suspiro. Aproximei meu rosto de sua vala, enfiei meu nariz e aspirei bem forte aquele cheiro de cu excitado, suado, quente. Finalmente enfiei minha língua bem fundo e comecei a movê-la em todas as direções possíveis, pra cima, pra baixo, esquerda, direita e mais fundo ainda. A putona estava gozando como nunca. Tirei meu rosto por um segundo da sua bunda e ordenei que ela segurasse sua bunda aberta com as mãos. Ela obedeceu, e pude dedicar meus dedos a masturbá-la, a massagear seu clitóris, a me encharcar com seus fluidos, a fazer com que o cheiro de buceta quente invadisse todo o quarto. Finalmente ela soltou um grito de orgasmo que deve ter sido ouvido até na piscina. Aí ela se virou, me ordenou que ficasse de pé, obedeci e ela enfiou meu pau na boca de uma só vez. Umas poucas chupadas depois eu já estava gozando em todo seu rosto de satisfação. Quando consegui me recuperar, comecei a beijá-la de novo, enquanto a masturbava e massageava seus peitos. Nem um minuto passou até que meu pau estivesse pronto de novo. Levei-a para a cama, deitei-a, mostrei minha Porra ereta e aproximei do rosto dela.
- Agora vou te dar toda essa pica que você queria, putona.
- Já estava na hora, pelotudo.

Ela estava tão lubrificada que entrou sem resistência. Comecei a bombear e ouvia o barulho da buceta molhada chapinhando como nunca, mesmo assim esfregando nas paredes dela. Senti ela tremer, cravar as unhas nas minhas costas e ter mais dois orgasmos.
- Você gosta, né? Era isso que você queria?
- Eu adoro, pendejoooooooooo!
- Quer mais?
- Sim, não para, filho da puta, me come mais!
- Tenho pique pra horas, mami, vou te fazer gozar de novo, senti como você me deixa duro.

Finalmente, depois de meia hora bem intensa, terminei dando cada vez mais forte e gozei com um grunhido bem alto. Ficamos deitados, calados, exaustos, sorrindo, por alguns minutos. Até que o Fer se levantou, foi ao banheiro e me disse:
- Você vai ter que me passar seu número de telefone, cara. Porque quando voltarmos pra Buenos Aires vamos continuar com isso. A Adriana não sabe o que está perdendo.

5 comentários - Com a gostosa do tour

Excelente relato van puntos máquina y fotos de la nena para la proxima
Gracias loco!!
Trataré conseguir fotos para la próxima