Meu marido me pediu pra comprar as passagens pra ir pros EUA ver os primos dele.
Um dia, depois de terminar uma sessão de sexo selvagem com meu vizinho, onde ele fez o que quis comigo até me deixar toda aberta no meu cu e na minha buceta, banhada em esperma, tomei banho e me arrumei pra sair. Mas a sessão foi tão intensa que, em vez de me deixar satisfeita, me deixou com mais vontade, a ponto de eu pedir pra ele ficar mais tempo, mas ele tinha que ir trabalhar e se despediu com a promessa de voltar pra me dar mais.
Tomei banho e saí de casa pra comprar as passagens pra viajar naquele fim de semana pras férias inesquecíveis (ler relato anterior). Me arrumei toda gostosa: uma calça jeans justa, uma blusa decotada de alcinha, meus sapatos de salto, cabelo solto e meus óculos escuros.
No caminho até o ponto de ônibus, todo mundo me cantava e eu só sorria, vendo tanta admiração como sempre.
Subi no coletivo e encontrei um banco vazio. Às vezes é meio desconfortável não achar lugar, porque tem homens que aproveitam quando passam pra esfregar o pau na nossa bunda.
Comecei a ouvir música no meu celular e ia distraída, olhando pela janela. O ônibus lotou, tanto que a gente ficava apertada. Olhei de forma casual pras pessoas e descobri um gordo moreno, meio velho, mal vestido, sujo, que não parava de me olhar descaradamente. Quando olhei pra barriga dele, a camisa deixava ver a pança e parte da calça mostrava o começo dos pelos acima do pau. Ver aquela barriga brilhosa, aqueles pelos, aquele olhar lascivo me fez ficar molhada, porque com os olhos ele me despia. Passei a vista da virilha dele, onde dava pra ver um volume considerável que me fez imaginar um monte de coisas, até o rosto dele. Ele estava me olhando. Quando nossos olhos se encontraram, ele passou a língua nos lábios, lambendo meu corpo.
Me abaixei, envergonhada, mas não conseguia parar de virar pra olhar aquela barriga que me excitava. Ele, sabendo disso, começou a se aproximar até fiquei do lado dele e, com a desculpa da multidão que apertava, ele esfregava o pau no meu ombro, me fazendo tremer. O cheiro dele era igual ao de um macho, tive que me segurar pra não tocar nele e, quando levantei a vista pra ver o rosto dele, ele tava adorando a vista do meu decote.
Quando chegou na minha parada, me levantei e, ao fazer isso, nos olhamos e eu sorri, corada de tesão. Várias pessoas desceram e percebi que ele também desceu atrás de mim. Comecei a rebolada sabendo que ele tava vendo minha bunda.
De repente, ele me alcançou e, com um puxão, me fez virar. Ele disse:
— Então, mamacita, pra onde vai sozinha assim?
— Vou fazer umas compras — falei, sorrindo com safadeza — pegar umas coisas.
— Mmmmm, cê é muito gostosa, mamita, que rabão você tem, hehehehe.
— Ai, sem vergonha — falei, fingindo ofensa, mas as palavras dele me acenderam.
— Sim, mamacita, cê é tudo de bom, o caminho inteiro te comi com os olhos.
— Cê acha mesmo que sou bonita? — perguntei, toda excitada.
— Sim, mamacita, uma delícia.
E sem dizer mais nada, ele me pegou pela mão e me levou pra um Motel que tava a poucos passos. O tesão que ele tinha despertado em mim desde o coletivo fez com que eu me deixasse levar sem resistir. Entramos, ele pediu um quarto e, ao entrar, sentou na cama e disse:
— Então, mamacita, me mostra o que tem debaixo dessa calça.
Comecei a andar em círculos, rebolando com charme, passando perto dele. Cada vez que passava, ele dava um tapa na minha bunda, tapas que me incendeiavam.
Enquanto fazia isso, desabotoei a calça e, de costas, comecei a descer devagar, me inclinando pra ele ver minha bunda. Quando me curvei, o homem soltou um assobio.
Quando me endireitei, sem deixar de ficar de costas, tirei a blusa, ficando só de lingerie. E, sem virar, comecei a ondular os quadris com as mãos pra cima, fechava os olhos. Aquela situação me deixava a mil, ardendo, dançando pra um desconhecido num Motel de calcinha fio dental e sutiã.
Enquanto fazia isso, ouvia ele abaixando o zíper. calça e tirava a camisa, e meu pulso disparava, já queria ser fodida, penetrada.
O homem se aproximou e me abraçou por trás, a barriga dele se acomodou na minha bunda deixando o pau no meio das minhas nádegas, as mãos dele tiraram meu sutiã e tomaram conta dos meus peitos, apertando eles enquanto começava a mordiscar meu pescoço. A respiração dele também estava ofegante...
Desci minhas mãos e procurei pra trás, comecei a acariciar a barriga dele, a tocar ele, sentir o membro dele entre minhas nádegas totalmente duro, como uma barra de ferro me fazia gemer, enquanto eu acariciava ele encaixou o pau na entrada do meu cu e começou a cutucar enquanto apertava meus peitos.
— Que gostosa você tá, mamacita! Que rabão, que peitos! Que foda que vou te dar, puta!
Essa palavra como me excitava! Meus gemidos ficavam cada vez mais fortes, ao perceber a excitação que me dava ouvir aquela palavra, ele repetia no meu ouvido...
— Sim, puta! Você é uma puta faminta de pau e eu vou enfiar tudo em você, mamacita, nesse rabão que você tem.
— Papai! — falei entre gemidos — Você é um animal, um safado... olha como me deixou, Ah, Ah, Ah....
— Sim, vagabunda, te deixei pelada nesse hotel e vou meter todo o pau em você, hehehehe... Filha da puta, como você é gostosa!
E continuava cutucando meu cu com o pau dele, no meu tesão e desespero procurei com a mão e assim que segurei massageei violentamente, estava grosso, venoso, pulsando, nisso ele me virou de frente, me olhou nos olhos e me deu um beijo enorme enfiando a língua na minha boca, um beijo que eu correspondi com todo meu tesão, nossas línguas se entrelaçavam e as mãos dele procuraram minha bunda, pegando uma nádega em cada mão, apertava selvagemente cada uma delas alternando com tapas fortes que arrancavam gemidos enquanto o pau dele ficou entre minhas pernas roçando minha bucetinha por cima da calcinha fio dental.
Depois desceu e mordeu meus peitos, meus mamilos, lambia, mordia, esticava meus mamilos com os dentes arrancando gritos de prazer sem soltar minha bunda, depois peguei a tanga e estiquei até rasgar, jogando ela com força. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e contemplou minha buceta em todo seu esplendor, então colocou minhas pernas nos ombros dele e sua língua abriu caminho na minha rachinha, sua língua percorria cada dobra da minha buceta me fazendo gritar, depois começou a descer até meu cu e lá sua língua começou a arrancar mais gritos de prazer, vendo como ele me tinha nas mãos, alternava a língua entre meu cu e meu clitóris. Era loucura.
Esse velho horrível me deixava ligada igual uma puta, ele sabia fazer muito bem, depois subiu na cama e me disse:
-Coloca sua bunda aqui, na minha cara, sua vagabunda, e chupa minha pica, sua cadelinha.
Ele não falou duas vezes, coloquei minha rachinha molhada bem na cara dele e comecei a dar um boquete naquela pica gostosa e poderosa. Então ele me segurou pela bunda enquanto lambia minha buceta e eu a dele, abriu minhas nádegas e enfiou um dedo no meu cu - AAAAAHHHHHH! - A sensação era deliciosa, depois outro dedo, até enfiar 3 ao mesmo tempo enquanto a língua dele continuava me levando à glória, quando ele começou o vai e vem dos dedos, a combinação dos dedos, a língua na minha buceta e a pica na minha boca me fizeram ter o orgasmo mais intenso daquela manhã, meus fluidos banhavam o rosto dele e ele dava gargalhadas enquanto bebia.
Depois ele me deitou na cama, enquanto me contemplava abriu minhas pernas colocando nos ombros dele e colocou a pica na minha buceta, mas só roçava, aproximava a cabeça até quase enfiar e depois tirava, e minha buceta pulsava tentando agarrar aquele intruso, cada vez que ele fazia isso eu sentia as pulsações me enlouquecerem, até meu corpo reagia tentando alcançar.
-Jejejejejejejeje, a putinha quer ser penetrada...
-Sim, papai, siiiim, enfia em mim, por favor...
-Você quer que eu enfie, mamãe?
-Sim, enfia logo, enfia...
-Mas vou deixar meu leite dentro, sua cadelinha...
-Sim, pussy, o que você quiser, mas enfia logo.
E ele enfiou de uma vez, arrancando um Grito intenso, e antes de começar a bombar, ele se inclinou pra enfiar a língua na minha boca de novo e começou o vai e vem animal enquanto mordia meus lábios e meus peitos.
— AAAHHHH! AAAAAAHHHHGGGG! AH, AH, AH, AAAAAAHHHHHH!
Ele se endireitou pra meter com mais força, enquanto apertava meus peitos, as estocadas faziam meus peitos quicar quando ele não os apertava.
— Que gostoso tuas tetas quicam, vagabunda, hahahahahaha!
— AAAHHHH! AAAAAAHHHHGGGG! AH, AH, AH, AAAAAAHHHHHH! MAIS, MAIS, MAIS! AAAAAAHHHHGGGG! AH, AH, AH, AAAAAAHHHHHH!
As estocadas dele me arrancaram outro orgasmo que me fez cravar as unhas nos braços dele, enquanto ele continuava bombando minha bucetinha sem piedade. Aí ele começou a acelerar as estocadas, começou a bufar…
— Vou te encher de porra, puta, vou te engravidar, mamãe hehehehehehe
— Sim, sim, sim, me dá tua porra, me engravida, me faz tua mulher, papai…
E o pau dele soltou uma quantidade impressionante de porra dentro da minha bucetinha, me fazendo ter outro orgasmo. Sem tirar, ele me levantou e sentou na beira da cama, assim como estávamos, ficamos de frente e nos beijando de língua, e ele recomeçou as penetrações selvagens que, nessa posição, faziam o pau dele entrar até o fundo sem limites, e eu, sem me importar com nada, gritava e gritava enquanto ele me abraçava e mordia meus peitos.
Depois ele se levantou e me deitou na cama, tirou o pau e apontou pro meu cu, que ao sentir ele perto começou a pulsar.
— Esse cu é meu, putinha, é meu, ouviu? — Eu só concordei entre gemidos — Fala, vagabunda, fala se quer que eu meta!
— SIM, PAPAI, É SEU, QUANDO VOCÊ QUISER ME COMER, É SEU!
E ele meteu, segurou minhas pernas contra o peito dele e bombou como nunca até sentir as bolas dele batendo na minha bunda, eu gritava e gritava enquanto apertava meus peitos e minha mão acariciava meu clitóris até me arrancar orgasmos sem fim, e ele atacou acelerando o ritmo diante de um orgasmo iminente que explodiu enchendo meu cu de porra.
Quando ele tirou, meu cu ficou aberto escorrendo porra, e minha buceta também. A buceta escorria a mistura dos sucos dela com os meus.
Depois, ele aproximou o pau da minha boca, e eu abri pra gozar do gozo dele na minha boca e limpei com minha língua, não queria que nada se perdesse.
Aí ele me disse:
— Me passa teu número de cel, de agora em diante você é minha putinha, pra te comer todo dia.
— Sim, pussy, é 055**********
Ele anotou no cel dele e foi embora, me deixando acabada. Levantei, tomei um banho e fui comprar as passagens.
Não seria a última vez que esse velho ia se aproveitar do meu corpo…
Continua…
Beijos pra todos
Um dia, depois de terminar uma sessão de sexo selvagem com meu vizinho, onde ele fez o que quis comigo até me deixar toda aberta no meu cu e na minha buceta, banhada em esperma, tomei banho e me arrumei pra sair. Mas a sessão foi tão intensa que, em vez de me deixar satisfeita, me deixou com mais vontade, a ponto de eu pedir pra ele ficar mais tempo, mas ele tinha que ir trabalhar e se despediu com a promessa de voltar pra me dar mais.
Tomei banho e saí de casa pra comprar as passagens pra viajar naquele fim de semana pras férias inesquecíveis (ler relato anterior). Me arrumei toda gostosa: uma calça jeans justa, uma blusa decotada de alcinha, meus sapatos de salto, cabelo solto e meus óculos escuros.
No caminho até o ponto de ônibus, todo mundo me cantava e eu só sorria, vendo tanta admiração como sempre.
Subi no coletivo e encontrei um banco vazio. Às vezes é meio desconfortável não achar lugar, porque tem homens que aproveitam quando passam pra esfregar o pau na nossa bunda.
Comecei a ouvir música no meu celular e ia distraída, olhando pela janela. O ônibus lotou, tanto que a gente ficava apertada. Olhei de forma casual pras pessoas e descobri um gordo moreno, meio velho, mal vestido, sujo, que não parava de me olhar descaradamente. Quando olhei pra barriga dele, a camisa deixava ver a pança e parte da calça mostrava o começo dos pelos acima do pau. Ver aquela barriga brilhosa, aqueles pelos, aquele olhar lascivo me fez ficar molhada, porque com os olhos ele me despia. Passei a vista da virilha dele, onde dava pra ver um volume considerável que me fez imaginar um monte de coisas, até o rosto dele. Ele estava me olhando. Quando nossos olhos se encontraram, ele passou a língua nos lábios, lambendo meu corpo.
Me abaixei, envergonhada, mas não conseguia parar de virar pra olhar aquela barriga que me excitava. Ele, sabendo disso, começou a se aproximar até fiquei do lado dele e, com a desculpa da multidão que apertava, ele esfregava o pau no meu ombro, me fazendo tremer. O cheiro dele era igual ao de um macho, tive que me segurar pra não tocar nele e, quando levantei a vista pra ver o rosto dele, ele tava adorando a vista do meu decote.
Quando chegou na minha parada, me levantei e, ao fazer isso, nos olhamos e eu sorri, corada de tesão. Várias pessoas desceram e percebi que ele também desceu atrás de mim. Comecei a rebolada sabendo que ele tava vendo minha bunda.
De repente, ele me alcançou e, com um puxão, me fez virar. Ele disse:
— Então, mamacita, pra onde vai sozinha assim?
— Vou fazer umas compras — falei, sorrindo com safadeza — pegar umas coisas.
— Mmmmm, cê é muito gostosa, mamita, que rabão você tem, hehehehe.
— Ai, sem vergonha — falei, fingindo ofensa, mas as palavras dele me acenderam.
— Sim, mamacita, cê é tudo de bom, o caminho inteiro te comi com os olhos.
— Cê acha mesmo que sou bonita? — perguntei, toda excitada.
— Sim, mamacita, uma delícia.
E sem dizer mais nada, ele me pegou pela mão e me levou pra um Motel que tava a poucos passos. O tesão que ele tinha despertado em mim desde o coletivo fez com que eu me deixasse levar sem resistir. Entramos, ele pediu um quarto e, ao entrar, sentou na cama e disse:
— Então, mamacita, me mostra o que tem debaixo dessa calça.
Comecei a andar em círculos, rebolando com charme, passando perto dele. Cada vez que passava, ele dava um tapa na minha bunda, tapas que me incendeiavam.
Enquanto fazia isso, desabotoei a calça e, de costas, comecei a descer devagar, me inclinando pra ele ver minha bunda. Quando me curvei, o homem soltou um assobio.
Quando me endireitei, sem deixar de ficar de costas, tirei a blusa, ficando só de lingerie. E, sem virar, comecei a ondular os quadris com as mãos pra cima, fechava os olhos. Aquela situação me deixava a mil, ardendo, dançando pra um desconhecido num Motel de calcinha fio dental e sutiã.
Enquanto fazia isso, ouvia ele abaixando o zíper. calça e tirava a camisa, e meu pulso disparava, já queria ser fodida, penetrada.
O homem se aproximou e me abraçou por trás, a barriga dele se acomodou na minha bunda deixando o pau no meio das minhas nádegas, as mãos dele tiraram meu sutiã e tomaram conta dos meus peitos, apertando eles enquanto começava a mordiscar meu pescoço. A respiração dele também estava ofegante...
Desci minhas mãos e procurei pra trás, comecei a acariciar a barriga dele, a tocar ele, sentir o membro dele entre minhas nádegas totalmente duro, como uma barra de ferro me fazia gemer, enquanto eu acariciava ele encaixou o pau na entrada do meu cu e começou a cutucar enquanto apertava meus peitos.
— Que gostosa você tá, mamacita! Que rabão, que peitos! Que foda que vou te dar, puta!
Essa palavra como me excitava! Meus gemidos ficavam cada vez mais fortes, ao perceber a excitação que me dava ouvir aquela palavra, ele repetia no meu ouvido...
— Sim, puta! Você é uma puta faminta de pau e eu vou enfiar tudo em você, mamacita, nesse rabão que você tem.
— Papai! — falei entre gemidos — Você é um animal, um safado... olha como me deixou, Ah, Ah, Ah....
— Sim, vagabunda, te deixei pelada nesse hotel e vou meter todo o pau em você, hehehehe... Filha da puta, como você é gostosa!
E continuava cutucando meu cu com o pau dele, no meu tesão e desespero procurei com a mão e assim que segurei massageei violentamente, estava grosso, venoso, pulsando, nisso ele me virou de frente, me olhou nos olhos e me deu um beijo enorme enfiando a língua na minha boca, um beijo que eu correspondi com todo meu tesão, nossas línguas se entrelaçavam e as mãos dele procuraram minha bunda, pegando uma nádega em cada mão, apertava selvagemente cada uma delas alternando com tapas fortes que arrancavam gemidos enquanto o pau dele ficou entre minhas pernas roçando minha bucetinha por cima da calcinha fio dental.
Depois desceu e mordeu meus peitos, meus mamilos, lambia, mordia, esticava meus mamilos com os dentes arrancando gritos de prazer sem soltar minha bunda, depois peguei a tanga e estiquei até rasgar, jogando ela com força. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e contemplou minha buceta em todo seu esplendor, então colocou minhas pernas nos ombros dele e sua língua abriu caminho na minha rachinha, sua língua percorria cada dobra da minha buceta me fazendo gritar, depois começou a descer até meu cu e lá sua língua começou a arrancar mais gritos de prazer, vendo como ele me tinha nas mãos, alternava a língua entre meu cu e meu clitóris. Era loucura.
Esse velho horrível me deixava ligada igual uma puta, ele sabia fazer muito bem, depois subiu na cama e me disse:
-Coloca sua bunda aqui, na minha cara, sua vagabunda, e chupa minha pica, sua cadelinha.
Ele não falou duas vezes, coloquei minha rachinha molhada bem na cara dele e comecei a dar um boquete naquela pica gostosa e poderosa. Então ele me segurou pela bunda enquanto lambia minha buceta e eu a dele, abriu minhas nádegas e enfiou um dedo no meu cu - AAAAAHHHHHH! - A sensação era deliciosa, depois outro dedo, até enfiar 3 ao mesmo tempo enquanto a língua dele continuava me levando à glória, quando ele começou o vai e vem dos dedos, a combinação dos dedos, a língua na minha buceta e a pica na minha boca me fizeram ter o orgasmo mais intenso daquela manhã, meus fluidos banhavam o rosto dele e ele dava gargalhadas enquanto bebia.
Depois ele me deitou na cama, enquanto me contemplava abriu minhas pernas colocando nos ombros dele e colocou a pica na minha buceta, mas só roçava, aproximava a cabeça até quase enfiar e depois tirava, e minha buceta pulsava tentando agarrar aquele intruso, cada vez que ele fazia isso eu sentia as pulsações me enlouquecerem, até meu corpo reagia tentando alcançar.
-Jejejejejejejeje, a putinha quer ser penetrada...
-Sim, papai, siiiim, enfia em mim, por favor...
-Você quer que eu enfie, mamãe?
-Sim, enfia logo, enfia...
-Mas vou deixar meu leite dentro, sua cadelinha...
-Sim, pussy, o que você quiser, mas enfia logo.
E ele enfiou de uma vez, arrancando um Grito intenso, e antes de começar a bombar, ele se inclinou pra enfiar a língua na minha boca de novo e começou o vai e vem animal enquanto mordia meus lábios e meus peitos.
— AAAHHHH! AAAAAAHHHHGGGG! AH, AH, AH, AAAAAAHHHHHH!
Ele se endireitou pra meter com mais força, enquanto apertava meus peitos, as estocadas faziam meus peitos quicar quando ele não os apertava.
— Que gostoso tuas tetas quicam, vagabunda, hahahahahaha!
— AAAHHHH! AAAAAAHHHHGGGG! AH, AH, AH, AAAAAAHHHHHH! MAIS, MAIS, MAIS! AAAAAAHHHHGGGG! AH, AH, AH, AAAAAAHHHHHH!
As estocadas dele me arrancaram outro orgasmo que me fez cravar as unhas nos braços dele, enquanto ele continuava bombando minha bucetinha sem piedade. Aí ele começou a acelerar as estocadas, começou a bufar…
— Vou te encher de porra, puta, vou te engravidar, mamãe hehehehehehe
— Sim, sim, sim, me dá tua porra, me engravida, me faz tua mulher, papai…
E o pau dele soltou uma quantidade impressionante de porra dentro da minha bucetinha, me fazendo ter outro orgasmo. Sem tirar, ele me levantou e sentou na beira da cama, assim como estávamos, ficamos de frente e nos beijando de língua, e ele recomeçou as penetrações selvagens que, nessa posição, faziam o pau dele entrar até o fundo sem limites, e eu, sem me importar com nada, gritava e gritava enquanto ele me abraçava e mordia meus peitos.
Depois ele se levantou e me deitou na cama, tirou o pau e apontou pro meu cu, que ao sentir ele perto começou a pulsar.
— Esse cu é meu, putinha, é meu, ouviu? — Eu só concordei entre gemidos — Fala, vagabunda, fala se quer que eu meta!
— SIM, PAPAI, É SEU, QUANDO VOCÊ QUISER ME COMER, É SEU!
E ele meteu, segurou minhas pernas contra o peito dele e bombou como nunca até sentir as bolas dele batendo na minha bunda, eu gritava e gritava enquanto apertava meus peitos e minha mão acariciava meu clitóris até me arrancar orgasmos sem fim, e ele atacou acelerando o ritmo diante de um orgasmo iminente que explodiu enchendo meu cu de porra.
Quando ele tirou, meu cu ficou aberto escorrendo porra, e minha buceta também. A buceta escorria a mistura dos sucos dela com os meus.
Depois, ele aproximou o pau da minha boca, e eu abri pra gozar do gozo dele na minha boca e limpei com minha língua, não queria que nada se perdesse.
Aí ele me disse:
— Me passa teu número de cel, de agora em diante você é minha putinha, pra te comer todo dia.
— Sim, pussy, é 055**********
Ele anotou no cel dele e foi embora, me deixando acabada. Levantei, tomei um banho e fui comprar as passagens.
Não seria a última vez que esse velho ia se aproveitar do meu corpo…
Continua…
Beijos pra todos
2 comentários - 11. Um velho me comeu num Hotel (Sexy Aracely)