A última semana de férias
compartilhamos o chalé na praia com minha cunhada e o atual parceiro dela.
Todos nós estamos na casa dos cinquenta, sendo eu o mais novo,
e o parceiro da minha cunhada, o mais velho.
A vida inteira tive vontade da minha cunhada,
quando nova ela era realmente muito gostosa e agora, na velhice, estava aceitável.
O que tinha crescido era a minha tarada por ela.
Aproveitava cada instante para
bater uma pensando nela e quando passávamos algum tempo juntos em família,
aproveitava para passar meu pau molhado por toda a roupa íntima dela,
deixando verdadeiras poças de porra que depois ela usava.
Era uma mulher bem sexual,
diferente da minha mulher, que era muito fechada para novas experiências. Juntos, antes de voltar, recebemos uma ligação de um casal amigo de longa data da minha esposa e da minha cunhada, nos convidando pra jantar na casa deles. Nós éramos: Cris, minha mulher; Grace, minha cunhada; Osvaldo, o parceiro dela; e eu, Ale. Pato, a amiga de infância das irmãs, falou pra gente: _venham jantar, a gente espera. Sem os caras!! A casa vazia, achamos um jogo que talvez vocês curtam. A Grace fez a gente ouvir e todo mundo ficou perplexo… O Ernesto, marido da Pato, vivia fazendo piadas, então a gente achou que era mais uma delas. A gente riu um pouco sobre isso e não deu mais importância. Grace respondeu: "Tá bem, mas é melhor vocês virem, a gente tá cansado pra continuar viajando." "Ok", foi a resposta curta. Chegou a noite do jantar. Cris estava se arrumando e eu tive um pressentimento que compartilhei pela metade com ela.
— Cris, não sei que tipo de jogo esse casal vai trazer, mas se for algo mais pesado, não estraga a reunião e joga com a gente, senão não vale a pena ir.
— Kkkkk, ela riu, conheço eles desde sempre; é só mais uma brincadeira do Osvaldo. Não respondi… já tinha avisado ela. Enquanto ela se vestia, eu olhava pra ela e via que, mesmo aos 54 anos, ainda era uma gostosa… a carne não tinha mais a firmeza de antes, a gordura tinha se espalhado por todo lado, mas ainda era atraente, principalmente pela beleza do rosto, pelos peitões e pelos bicos rosados e carnudos. Não me arrumei muito, só bermuda, tênis e camiseta. Meu bronzeado e meu corpo ainda em forma, por causa de muitos esportes, me mantinham sarado e era meu orgulho. Quando cheguei, a primeira coisa que vi foi minha cunhada nos recebendo na porta, com um decote escandaloso… eu sentia vergonha de olhar pra ela e tinha uma dificuldade enorme de manter meus olhos nos dela.
Fui direto pro banheiro bater uma. Procurei alguma peça de roupa dela pendurada, mas a única coisa que encontrei foi uma camisola curta e transparente… que pedaço de puta que ela é, pensei… o que ela tem que fazer pra fazer o Osvaldo ficar duro…, minha mulher tinha me confessado que o Osvaldo tinha dificuldade pra conseguir uma ereção.
Perguntei a ela que, sendo a irmã dela tão puta, o que fazia com um cara daquele… é uma boa companhia, ela respondeu.
Comecei a bater uma passando a pica por toda a camisola.
Na hora de gozar, foi no vaso sanitário, mas me limpei na parte dos peitos da peça de dormir. Saí e já estavam o Pato e o Ernesto.
Pato era uma mulher de físico grande, uns 1,72 a 1,74 de altura, olhos azuis, peitos enormes e visivelmente caídos. Essas tetas não podem ser duras, nem pela idade nem pelo tamanho; os lábios dela estavam pintados de um vermelho furioso e a atitude que ela colocou fez o meu pau ficar duro de novo. Eu tinha levado uma tequila pra preparar uns drinks pra ver o que podia rolar…
A Grace começou a pular quando viu, ela adorava beber álcool forte. Eu não parava de servir margaritas… e as risadas e os gritos aumentavam no lugar.
Veio o jantar, umas pizzas preparadas pela Grace que eram uma delícia. No final da comida, continuamos bebendo uns drinks que o Pato e o Ernesto tinham trazido… já estávamos todos chapadíssimos.
A Grace, que já era extrovertida por natureza, quando bebia ficava imbatível.
_E aí?? Qual é o jogo que vocês trouxeram, seus degenerados?? Vou ter que ficar pelada??
Minha esposa baixou o olhar pro chão de vergonha, e o resto de nós caiu na risada.
_É isso aí, disse o Ernesto, quem quiser jogar fica, quem não quiser vai embora… isso é um jogo de adulto, se vocês querem jogar generala, esse não é o lugar.
É um jogo com prendas, algumas meio picantes… vocês ficam?
Um silêncio pesado se espalhou.
O Pato, óbvio, disse que sim.
A Grace foi na mesma… o Osvaldo, inacreditavelmente, também topou, eu levantei a mão e minha esposa fez um gesto de ombros que concordava… estávamos todos dentro. Tinha 2 baralhos, um pra jogar e o outro pro perdedor tirar uma carta com uma prenda pra cumprir. Depois de 30 minutos, estávamos todos com o torso nu… as mulheres de sutiã, exceto a Grace que, no auge da sua putaria, tirou primeiro o short jeans, mas a mesa impedia a visão daquela vagabunda de calcinha. Uma carta foi sorteada e uma das mulheres tinha que dançar sensualmente na frente de todo mundo, senão todas teriam que ficar de peitos de fora. Pato assumiu o comando e começou a dançar um reggaeton lento.
Meu pau já não aguentava mais, tava doendo pra caralho… tinha que tirar ele de algum jeito.
Depois de um tempo, saiu outra carta, que caiu pra minha mulher… os olhos da Cris se abriram que nem dois ovos fritos… ela colocou na mesa sem conseguir ler.
Grace começou a rir: hahahaha!!! A monjuta tem que mostrar as tetonas!!!! Hahahaha!!!
A excitação só fez minha pica ficar mais molhada com o líquido pré-gozo… eu precisava comer alguém ou ia explodir.
A Cris, com dificuldade, tentou desabotoar o sutiã, mas a cachaça e o nervosismo não deixaram. O Osvaldo, num gesto que eu não esperava dele, pegou o gancho e soltou.
Ela pegou o sutiã e foi descendo devagar… quando ficou em cima da mesa, uma das mãos tapava os peitos, impossível, só os bicos apareciam, o resto da carne explodia pelos lados; ela colocou as mãos na mesa e as tetonas ficaram de fora.
O silêncio foi profundo, os machos ficaram admirando as mamas daquela cara tão gostosa.
O Osvaldo e o Ernesto já estavam se masturbando abertamente, cada um na sua pica. Outro cartão…”SEM LUZ, SE ACARICIAR SEM SABER QUEM É”.
A luz apagou… levantei correndo pra passar a mão na minha cunhada, mas trombei com a Pato; não dava pra evitar. Peguei na mão dela e levei pra cozinha. No caminho, vi o Osvaldo e o Ernesto amassando os peitos da minha esposa, não acreditei… estavam espremendo os bicos dela, o corpo da Cris balançava pra todo lado por causa dos apertões dos caras dos lados.
Nem cheguei na cozinha e já tava com a pica pra fora… encostei a Pato na parede e comi a boca dela, as línguas se enfiaram, as duas bocas se chocaram e se lamberam, sentindo o gosto da saliva uma da outra.
Levantei o sutiã dela, deixando aqueles peitões enormes no ar, juntei eles e comecei a chupar os bicos pretos e duros. Baixei uma mão até a buceta dela, tirei a tanga que ficou no chão, enfiei um dedo que entrou de uma vez de tão molhada que tava a xereca dela.
Na mesma hora encaixei a cabeça da minha pica nos lábios dela e entrou até a metade… complicou um pouco, tirei uns centímetros e voltei a meter, e foi inteira até as bolas.
Um grito abafado saiu das entranhas dela, comecei a bombar ela brutalmente… tirava tudo e metia de novo com força… em um minuto, minuto e meio, ela gozou com gemido e choro incluído… ela tava debruçada em cima de mim, beijando meu pescoço, minha orelha, meu ombro… as lágrimas dela caíam nas minhas costas. Entendi o quanto essa mulher tava precisada… obviamente o Ernesto não tava à altura dessa mulherão.
Os gritos e gemidos chamaram a atenção de todo mundo… apareceram logo todos na cozinha; minha mulher apareceu com o sutiã tampando os peitos, com o olhar no chão… só Deus sabe o que fizeram com aqueles peitos, o fato é que parte dos peitos dela brilhava na luz… não queria imaginar que tipo de fluido tinha caído neles.
O fato é que eu já não aguentava mais… precisava gozar.
Falei no ouvido da Pato:
— Me chupa?
Ela se ajoelhou no chão da cozinha e começou a lamber meu abdômen enquanto me punhetava a rola, puxava toda a pele pra trás e engoliu de uma vez.
Foram 2 ou 3 bombadas, derramei todo o leite em dois jatos.
Ela tentou engolir, mas os engasgos fizeram parte do soro ir pro nariz, outra parte foi pro estômago dela.
A imagem do rosto dela com lágrimas e pequenas gotas de porra saindo pelo nariz era incrível. Voltamos pro salão de jantar…um olhar me perturbou…Ernesto…alguma coisa não tinha agradado ele…tomei uma taça de vinho de um gole só, recuperei o fôlego e me juntei ao resto. Continua…
compartilhamos o chalé na praia com minha cunhada e o atual parceiro dela.
Todos nós estamos na casa dos cinquenta, sendo eu o mais novo,
e o parceiro da minha cunhada, o mais velho.
A vida inteira tive vontade da minha cunhada,
quando nova ela era realmente muito gostosa e agora, na velhice, estava aceitável.
O que tinha crescido era a minha tarada por ela.
Aproveitava cada instante para
bater uma pensando nela e quando passávamos algum tempo juntos em família,
aproveitava para passar meu pau molhado por toda a roupa íntima dela,
deixando verdadeiras poças de porra que depois ela usava.
Era uma mulher bem sexual,
diferente da minha mulher, que era muito fechada para novas experiências. Juntos, antes de voltar, recebemos uma ligação de um casal amigo de longa data da minha esposa e da minha cunhada, nos convidando pra jantar na casa deles. Nós éramos: Cris, minha mulher; Grace, minha cunhada; Osvaldo, o parceiro dela; e eu, Ale. Pato, a amiga de infância das irmãs, falou pra gente: _venham jantar, a gente espera. Sem os caras!! A casa vazia, achamos um jogo que talvez vocês curtam. A Grace fez a gente ouvir e todo mundo ficou perplexo… O Ernesto, marido da Pato, vivia fazendo piadas, então a gente achou que era mais uma delas. A gente riu um pouco sobre isso e não deu mais importância. Grace respondeu: "Tá bem, mas é melhor vocês virem, a gente tá cansado pra continuar viajando." "Ok", foi a resposta curta. Chegou a noite do jantar. Cris estava se arrumando e eu tive um pressentimento que compartilhei pela metade com ela.
— Cris, não sei que tipo de jogo esse casal vai trazer, mas se for algo mais pesado, não estraga a reunião e joga com a gente, senão não vale a pena ir.
— Kkkkk, ela riu, conheço eles desde sempre; é só mais uma brincadeira do Osvaldo. Não respondi… já tinha avisado ela. Enquanto ela se vestia, eu olhava pra ela e via que, mesmo aos 54 anos, ainda era uma gostosa… a carne não tinha mais a firmeza de antes, a gordura tinha se espalhado por todo lado, mas ainda era atraente, principalmente pela beleza do rosto, pelos peitões e pelos bicos rosados e carnudos. Não me arrumei muito, só bermuda, tênis e camiseta. Meu bronzeado e meu corpo ainda em forma, por causa de muitos esportes, me mantinham sarado e era meu orgulho. Quando cheguei, a primeira coisa que vi foi minha cunhada nos recebendo na porta, com um decote escandaloso… eu sentia vergonha de olhar pra ela e tinha uma dificuldade enorme de manter meus olhos nos dela.
Fui direto pro banheiro bater uma. Procurei alguma peça de roupa dela pendurada, mas a única coisa que encontrei foi uma camisola curta e transparente… que pedaço de puta que ela é, pensei… o que ela tem que fazer pra fazer o Osvaldo ficar duro…, minha mulher tinha me confessado que o Osvaldo tinha dificuldade pra conseguir uma ereção.
Perguntei a ela que, sendo a irmã dela tão puta, o que fazia com um cara daquele… é uma boa companhia, ela respondeu.
Comecei a bater uma passando a pica por toda a camisola.
Na hora de gozar, foi no vaso sanitário, mas me limpei na parte dos peitos da peça de dormir. Saí e já estavam o Pato e o Ernesto.
Pato era uma mulher de físico grande, uns 1,72 a 1,74 de altura, olhos azuis, peitos enormes e visivelmente caídos. Essas tetas não podem ser duras, nem pela idade nem pelo tamanho; os lábios dela estavam pintados de um vermelho furioso e a atitude que ela colocou fez o meu pau ficar duro de novo. Eu tinha levado uma tequila pra preparar uns drinks pra ver o que podia rolar…
A Grace começou a pular quando viu, ela adorava beber álcool forte. Eu não parava de servir margaritas… e as risadas e os gritos aumentavam no lugar.
Veio o jantar, umas pizzas preparadas pela Grace que eram uma delícia. No final da comida, continuamos bebendo uns drinks que o Pato e o Ernesto tinham trazido… já estávamos todos chapadíssimos.
A Grace, que já era extrovertida por natureza, quando bebia ficava imbatível.
_E aí?? Qual é o jogo que vocês trouxeram, seus degenerados?? Vou ter que ficar pelada??
Minha esposa baixou o olhar pro chão de vergonha, e o resto de nós caiu na risada.
_É isso aí, disse o Ernesto, quem quiser jogar fica, quem não quiser vai embora… isso é um jogo de adulto, se vocês querem jogar generala, esse não é o lugar.
É um jogo com prendas, algumas meio picantes… vocês ficam?
Um silêncio pesado se espalhou.
O Pato, óbvio, disse que sim.
A Grace foi na mesma… o Osvaldo, inacreditavelmente, também topou, eu levantei a mão e minha esposa fez um gesto de ombros que concordava… estávamos todos dentro. Tinha 2 baralhos, um pra jogar e o outro pro perdedor tirar uma carta com uma prenda pra cumprir. Depois de 30 minutos, estávamos todos com o torso nu… as mulheres de sutiã, exceto a Grace que, no auge da sua putaria, tirou primeiro o short jeans, mas a mesa impedia a visão daquela vagabunda de calcinha. Uma carta foi sorteada e uma das mulheres tinha que dançar sensualmente na frente de todo mundo, senão todas teriam que ficar de peitos de fora. Pato assumiu o comando e começou a dançar um reggaeton lento.
Meu pau já não aguentava mais, tava doendo pra caralho… tinha que tirar ele de algum jeito.
Depois de um tempo, saiu outra carta, que caiu pra minha mulher… os olhos da Cris se abriram que nem dois ovos fritos… ela colocou na mesa sem conseguir ler.
Grace começou a rir: hahahaha!!! A monjuta tem que mostrar as tetonas!!!! Hahahaha!!!
A excitação só fez minha pica ficar mais molhada com o líquido pré-gozo… eu precisava comer alguém ou ia explodir.
A Cris, com dificuldade, tentou desabotoar o sutiã, mas a cachaça e o nervosismo não deixaram. O Osvaldo, num gesto que eu não esperava dele, pegou o gancho e soltou.
Ela pegou o sutiã e foi descendo devagar… quando ficou em cima da mesa, uma das mãos tapava os peitos, impossível, só os bicos apareciam, o resto da carne explodia pelos lados; ela colocou as mãos na mesa e as tetonas ficaram de fora.
O silêncio foi profundo, os machos ficaram admirando as mamas daquela cara tão gostosa.
O Osvaldo e o Ernesto já estavam se masturbando abertamente, cada um na sua pica. Outro cartão…”SEM LUZ, SE ACARICIAR SEM SABER QUEM É”.
A luz apagou… levantei correndo pra passar a mão na minha cunhada, mas trombei com a Pato; não dava pra evitar. Peguei na mão dela e levei pra cozinha. No caminho, vi o Osvaldo e o Ernesto amassando os peitos da minha esposa, não acreditei… estavam espremendo os bicos dela, o corpo da Cris balançava pra todo lado por causa dos apertões dos caras dos lados.
Nem cheguei na cozinha e já tava com a pica pra fora… encostei a Pato na parede e comi a boca dela, as línguas se enfiaram, as duas bocas se chocaram e se lamberam, sentindo o gosto da saliva uma da outra.
Levantei o sutiã dela, deixando aqueles peitões enormes no ar, juntei eles e comecei a chupar os bicos pretos e duros. Baixei uma mão até a buceta dela, tirei a tanga que ficou no chão, enfiei um dedo que entrou de uma vez de tão molhada que tava a xereca dela.
Na mesma hora encaixei a cabeça da minha pica nos lábios dela e entrou até a metade… complicou um pouco, tirei uns centímetros e voltei a meter, e foi inteira até as bolas.
Um grito abafado saiu das entranhas dela, comecei a bombar ela brutalmente… tirava tudo e metia de novo com força… em um minuto, minuto e meio, ela gozou com gemido e choro incluído… ela tava debruçada em cima de mim, beijando meu pescoço, minha orelha, meu ombro… as lágrimas dela caíam nas minhas costas. Entendi o quanto essa mulher tava precisada… obviamente o Ernesto não tava à altura dessa mulherão.
Os gritos e gemidos chamaram a atenção de todo mundo… apareceram logo todos na cozinha; minha mulher apareceu com o sutiã tampando os peitos, com o olhar no chão… só Deus sabe o que fizeram com aqueles peitos, o fato é que parte dos peitos dela brilhava na luz… não queria imaginar que tipo de fluido tinha caído neles.
O fato é que eu já não aguentava mais… precisava gozar.
Falei no ouvido da Pato:
— Me chupa?
Ela se ajoelhou no chão da cozinha e começou a lamber meu abdômen enquanto me punhetava a rola, puxava toda a pele pra trás e engoliu de uma vez.
Foram 2 ou 3 bombadas, derramei todo o leite em dois jatos.
Ela tentou engolir, mas os engasgos fizeram parte do soro ir pro nariz, outra parte foi pro estômago dela.
A imagem do rosto dela com lágrimas e pequenas gotas de porra saindo pelo nariz era incrível. Voltamos pro salão de jantar…um olhar me perturbou…Ernesto…alguma coisa não tinha agradado ele…tomei uma taça de vinho de um gole só, recuperei o fôlego e me juntei ao resto. Continua…
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