Gente, cá em casa, vou deixar um conto curto que achei por aí. Faz parte de uma pequena seleção de histórias que já renderam várias punhetas pra mim. Espero que vocês curtam.
Tô num relacionamento há dois anos, minha mulher chama Soledad e eu sou o Andrés. Moramos em Mar del Plata. A Sole é uma gostosa muito sexy, tem um corpo lindo e uma bunda divina. Ela adora ir pra praia, fica morena o ano inteiro e tem uma pele maravilhosa. Ela ama sexo, a gente trepa pra caralho e adora. E quando falo que ela gosta, é porque fica louca por pica. Já peguei a Sol várias vezes vendo pornô no computador de casa, mas não ligo. No começo, me assustei, porque pensei que ela podia estar me traindo, mas depois fui ver o histórico do computador e percebi que era só pornô. E que pornô! Eram todas páginas de sexo interracial. A lista era interminável, milhares de sites de negros com paus enormes comendo umas gostosas lindas. Esses negros enchiam elas de porra com gozadas intermináveis, nunca vi nada igual. Essas picas deviam passar dos 30 cm, deixando o meu membro parecendo uma coisa insignificante. Parece que ela fica doida por negros de paus gigantes, mas nunca confessou pra mim. Deve ser algo bem íntimo dela.
Como o verão tava chegando e eu trabalho no banco, e todo mundo sabe que o horário bancário é sem falta de manhã até umas 17 horas, falei pra Sol que ia alugar uma barraca pra ela não ficar em casa. Ela sempre usa biquíni tipo fio dental, conjunto de sutiã e tanguinha, que fica incrível nela. Ver aquela bunda linda e como a calcinha entra na racha faz a pica de qualquer homem subir e eles virarem pra olhar. Como não posso ir pra praia por causa do horário, só sábados e domingos, a Sole vai sempre com alguma amiga ou sozinha. A verdade é que não gostava da ideia de... A Soledad vai sozinha pro balneário, não sei por quê, talvez por ciúme ou porque os homens olham muito pra ela, mas enfim, pra ela não ficar entediada na nossa casa, acabei alugando a barraca o mês inteiro de janeiro e fevereiro.
— O que foi…???, com um tom desafiador, como se eu tivesse pegado ela em algo.
— Comigo nada… respondi, …e com você???...
- O que que acontece se eu der pra um negão, você me dá permissão???... me encarando fixamente. Eu, longe de deixar transparecer a morbidez que sentia e a sensação que tinha experimentado instantes antes, não soube o que dizer. Fiz uma manobra com o carro que bateu, pra ganhar tempo e ela não perceber que eu adorava a ideia, respondi:
- Que???... Sole repetiu a pergunta, agora ainda mais segura do que da primeira vez:
- Se você me deixa dar pra um negão???
- Você faz o que quiser, se quiser, eu apoio sua decisão, com um tom totalmente submisso.
Ela ao ouvir minha resposta sorriu, esperava essa resposta ansiosamente. Olhou pra baixo e me disse:
- Olha, não vou mentir pra você, te amo e não vou te enganar, mas aconteceu uma coisa que quero que você saiba. Viu os dois negros que vieram hoje na barraca???
- Sim, falei...
- Bom, aquele negro de hoje, o mais alto, o que estava de calça azul clara e uma regata branca, se chama Marcus.
- Sim, respondi.
- Bom, pra aquele negro eu chupei a rola...
- Como??? Interrompi, freando o carro de repente.
- Sim, sim, o que você ouviu, amor, e agora que você me deu permissão e consentiu, vou te contar tudo...
- Eu não aguentava mais, queria saber todos os detalhes, e falei:
- Bom, espera a gente chegar em casa porque vou bater o carro... Mesmo assim, Sole continuava falando, talvez pelo sentimento de culpa que tinha e agora não conseguia parar de confessar tudo. Agora eu entendia aquele tapa na bunda e o excesso de confiança. Quando chegamos em casa, fomos pro quarto, sentamos na cama e ela explicou:
- Eu não quis te enganar, e vou ser totalmente franca, mas aquele negro me deixa louca, tem uma rola maravilhosa, e é muito gostoso, pai, eu adoro, daria pra ele todo dia. Não consigo dormir há semanas, pensando em você me dar permissão pra eu poder dar pra ele... Eu não acreditava no que Soledad estava me dizendo, ela estava sendo totalmente sincera, a filha da puta; colocou pra fora tudo que tinha dentro.
- ele se chama Marcus, te falei, eu coloquei ele pra dentro da barraca, papi, mas ninguém percebeu, fica tranquilo. Marcus veio me vender bugigangas quando eu tava deitada de bruços tomando sol, me ofereceu um monte de coisas, e quando vi ele, não consegui me segurar de segurá-lo pra olhar um pouco e ver ele bem, me apaixonei desde o primeiro momento. Acabei comprando um anel de alpaca que nem me interessava só pra ele ficar do meu lado. Eu notei que ele olhava pra minha bunda insistentemente, não tirava os olhos do meu rabo e vi como dentro da calça dele crescia a pica e ficava dura. Falei pra ele entrar na barraca que ia pagar o anel. Num momento senti que ele se aproximou e ficou atrás de mim, encostou a pica e senti que tava duríssima. Me virei e, embora a intenção fosse mandar ele embora, ao girar meu corpo olhei na cara dele e me excitei pra caralho. Ali mesmo perdi a cabeça, fiquei louca, piranha, sentia como o pedaço dele tocava agora minha virilha, e a verdade é que fiquei com muito tesão. Marcus me abraçou e me beijou docemente. Agora sentia com força a pica dele fazendo pressão contra meu corpo. Por um segundo pensei na dimensão que o membro dele devia ter, e isso acabou me fazendo explodir de prazer. Não consegui resistir e também beijei ele, beijei o pescoço dele, toquei o abdômen, ele tinha tudo marcado como uma tábua de lavar, aquela pele tão macia e aquela cor me excitaram tanto que nem percebi que passava gente na trilha de pedestres andando. Então fechei a cortina de uma puxada e com aquela pouca privacidade mesmo assim continuei beijando ele, pelo peito e sem perceber cheguei por esse caminho até a cintura dele, ficando ajoelhada na frente dele. Me invadiu uma sensação gostosa que não consegui resistir nem queria perder a oportunidade. Abaixei a calça de Marcus e finalmente descobri o mistério, a pica daquele preto era igual à dos filmes pornô. Quando abaixei a calça dele, de nervoso... também baixei a cueca, tudo junto, já tava que não aguentava mais, Marcus sem dizer uma palavra deixava eu fazer tudo, de repente vi aquela cock terrível vindo na minha direção, porque eu tava de lado, saiu como um chicote que bateu na minha bochecha, ouvi até o barulho que fez, não conseguia acreditar, era de um tamanho descomunal e eu ali, contemplando ela, toda pra mim, finalmente depois de tanta punheta que eu tinha batido olhando pra pica assim no monitor agora era minha vez de aproveitar uma cock gigante e preta, delicadamente comecei a bater uma pra esse falo com a mão até que não aguentei mais e meti na boca, era uma loucura, a cabeça dessa cock não cabia na minha boca, mas fiz um esforço e meti, não sei como, mas logo em seguida já tava enfiando até a garganta, tirava e metia, já não aguentava mais, minha excitação tava nas alturas, minha mandíbula doía de tanto chupar essa cock, já tinha passado uns dez minutos com ela na boca e já queria tomar o cum desse preto divino, Marcus era totalmente permissivo, me deixava chupar a cock à vontade. Chegou o momento, instintivamente me vi com uma mão, a direita batendo uma pra essa porra e chupando sincronizado, e com a esquerda me tocando a buceta que tava totalmente inundada com meus sucos que já escorriam pelas coxas, a calcinha tava encharcada. Nessa hora aumentei o ritmo dos meus dedos dentro da minha buceta e sem perceber fiz o mesmo com o boquete que tava dando nesse macho preto, não conseguia parar de pensar nessa cock dentro de mim, mas já era tarde, ouvi o preto reclamando, gemendo, talvez a única coisa que vocalizou durante esses dez minutos, o que me fez perceber que ele já tava gozando, eu igual investi com a boca naquele pedaço de carne até onde dava, menos da metade, até que ele disse uma palavra que não entendi, talvez na língua dele, e vi ele convulsionando, o fato é que começou a sair cum dessa cock violentamente, os primeiros jatos muito fortes acertaram minha frente, eu de joelhos ali fiquei quietinha, via tudo em primeiro plano, aquele pedaço de carne não parava de jorrar porra e agora caía na minha boca e no canto dos lábios, alguns respingavam, esperei ele parar de soltar o líquido, finalmente um dos meus sonhos tinha se realizado, um negro enchendo minha cara toda de cum, quando vi que não saía mais, meti na boca, engolindo tudo que estava na ponta, espremi com a mão e o que restava no cano tomei. Desde que isso aconteceu não consigo dormir, tô morrendo de vontade de comer o Marcus, ele me deixou mais puta do que antes, entendeu papai, ele disse que também quer me comer, falou que vai arrebentar meu cu, eu não aguento mais love, me deixa love, por favor…
- love, nada vai mudar, eu vou continuar te amando pra sempre, isso só tem a ver com sexo, entendeu...
— sim, tá bem...
Soledad se jogou em cima de mim e me abraçou com carinho, tava super feliz, me disse que ia resolver tudo, o encontro ia ser na nossa própria casa, ela deixou claro. A verdade é que com a decisão tomada, tudo começou a mudar, agora minha morbidez começou a avançar na minha cabeça mil por cento, queria saber como ia ser tudo, queria ver como aquele preto ia comer minha mulherzinha, ver cada instante daquele encontro, já tava imaginando a Sole chupando a pica daquele preto e cavalgando aquela rola enorme, mas tentei disfarçar.
— Ele vem hoje à noite...
Eu na hora já imaginei de quem ela tava falando, mas instintivamente, pra disfarçar, perguntei:
— Quem? Quem?
— Marcus... Ela me olhou de novo nos olhos e perguntou: — Tá arrependido?
— Não... não... tá tudo bem, respondi. A Sol me disse:
— O que você vai fazer? Vai ficar em casa ou vai sair? Pra mim não tem problema. Quer olhar? Não me importo, e o Marcus também não, já perguntei pra ele. Adoraria que você tirasse muitas fotos, porque eu vou estar muito ocupada engolindo essa pica gigante e quero ter muitas fotos de lembrança.
— Beleza, então... respondi. Me chamaram pro jogo, pensei! Na hora me virei pra ter tudo que era necessário. Daqui a pouco já tava tudo pronto. A Soledad tava no banho se preparando pro encontro e eu com um nervoso danado. Quando fui pro quarto, vi a Soledad que tinha saído do banho e tava na frente do espelho, já vestida como uma putaço da porra, divina. Tava de meia combinando com liga e conjunto de sutiã e tanguinha. O cabelo solto e ela tinha prendido a franja com uma presilha em cima. Ficou fantástico. Depois ela me explicou que era pra não cair cabelo no rosto quando fosse chupar a pica do Marcus. Não aguentei e comecei a passar a mão nela toda, apalpar a bunda dela em pé, que tava macia por causa dos cremes que ela usa. Ela também tava nervosa, não me deixou fazer muito, tava ocupada com os preparativos dela. Mesmo assim, aproveitei e tirei umas fotos dela vestida de puta. Já eram 22h, a hora que tinham combinado o encontro com o Marcus. Eu estava na expectativa, parecia um paparazzi com a câmera na mão. Nisso, a campainha toca, e a Soledad gritou: "Vai você abrir". Quando abro a porta, lá estava o Marcus parado. Não sabia como tratá-lo, era algo intenso, de repente tinha na minha frente o cara que ia comer minha mulher e me fazer de corno. Tratei ele com educação, estendi a mão e nos cumprimentamos. Ele entrou na sala e pude ver melhor, verdade que o cara era muito elegante, um físico perfeito, estava muito bem vestido, com uma calça jeans desgastada, uma camiseta tipo de moletom com gola redonda aberta com dois botões, e uma jaqueta justa na cintura preta brilhante. Era uma gostosura. A Soledad, quando viu ele, foi direto pros braços do Marcus e beijou ele com paixão na boca, um beijo que durou uns segundos. Imediatamente, o Marcus desceu as mãos da cintura dela pra bunda da minha mulher e começou a apalpar a rabeta dela. Me senti desconfortável, como se estivesse sobrando naquele lugar, mas fiquei olhando minha mulher não soltar aquele exemplar de macho. O Marcus tirou a jaqueta e os dois sentaram no sofá, e ficaram lá se pegando um bom tempo. Eu ia e vinha, levei algo pra beber, um licor que eu sei que deixa a Soledad completamente soltinha e doidinha. Deixei os copos na mesa sem dizer nem perguntar nada. Ao fazer isso, pude ver que o pau do Marcus marcava na calça dele. Era inacreditável, já dava pra ver o tamanho, chegava até a metade da coxa dele, com uma grossura de uns 5 ou 6 centímetros. Me retirei dali e na minha cabeça comecei a calcular as medidas daquela pica. Não sei, mas deve ser algo tipo uns 27 centímetros de comprimento por uns 7 ou 8 de diâmetro quando tiver duro. Vi a Soledad apalpando o pau do Marcus por cima da calça, e já tava esquentando. Até que a Sole se levantou na frente dele e começou a fazer movimentos sensuais, se virava e mostrava a bunda pra ele. Uma puta danada, nunca tinha visto ela assim. Quando achou que era a hora certa, se ajoelhou e, de quatro, foi se aproximando do Marcus. enquanto a olhava nos olhos atentamente, Sol mordendo os lábios chegou a se colocar entre as pernas do convidado, abriu o cinto e desabotoou o botão da calça e num movimento só puxou a calça pra baixo, deixando ainda a cueca onde a cabeça da porra da pica enorme já aparecia, Sol ao ver soltou um suspiro, e ali mesmo aproximou a boca da virilha e começou a lamber a cabeça por cima da cueca, depois percorreu todo o pau até a base, molhando a cueca inteira. Eu já não sabia o que fazer, a excitação me tomou e fui buscar a câmera, quando voltei a cueca já estava abaixo dos joelhos do Marcus junto com a calça e a Soledad fazendo um esforço danado pra enfiar na boca um quarto daquela pica, ela tirava e colocava com uma maestria impressionante, pra mim era muito melhor que um filme pornô, porque eu tava vendo ao vivo, a língua da Soledad percorria aquela pica por todos os lados, de lado, de frente e até num momento desceu e chupou os ovos do Marcus, ele tava com os olhos vidrados naquela puta que tinha na frente dele, se contorcia de prazer. Ali mesmo, tirei minha primeira foto, não queria interromper a cena, mas a imagem da minha mulher chupando aquela pica tava incrível, Soledad me olhou e com a pica na boca sorriu, adorou, o que fez ela começar a fazer todo tipo de cara de puta com aquela pica na boca e fora da boca, colocava no rosto e batia nas bochechas, também apoiou o cotovelo na base daquela pica pra mostrar o tamanho do pau, ficando claro que era até um pouquinho maior que o cotovelo dela, Soledad tava fantástica com aquele pênis preto, agora dava pra calcular o tamanho, a pica do Marcus tava no máximo, era tipo uns 30 centímetros por 7 de largura, algo imenso. Soledad continuava mamando aquela porra sem parar, não deixava um centímetro daquela rola sem chupar e babar, vi a Sol se tocando a buceta e enfiando os dedos, até que o Marcus disse algo, não escutei direito, depois a Soledad me disse que ele falou... quero te comer no cu... Eles pararam e ela, passando do meu lado, me olhando na cara, levou o Marcus agarrado pela pica rumo ao meu quarto, o Marcus já estava sem a calça, que ficou com a cueca na sala. Quando olhei no meu quarto, vi o Marcus deitado na cama de barriga pra cima com aquele mastrão duro e a Soledad ajoelhada na frente chupando aquela pica imensa, mas isso durou só uns minutos, porque quando o Marcus ficou de pau duro a Soledad se aproximou e subiu em cima, a safada com a mão direita masturbava ele, deixando aquela pica atrás dela, batia uma punheta enquanto olhava na cara do Marcus que ficava louco de prazer, até que num momento a Soledad começou a procurar o buraco da buceta dela pra meter aquela barra de carne que tava dura igual um poste, fazendo um movimento pra cima enfiou, não toda, mas uma boa parte, sei lá, uns 20 centímetros mais ou menos, e se mexia devagar, dava pra ver que ela tava muito excitada porque em um minuto já tava enfiando tudo pra dentro, não sei como aquela pica gigante entrava na cavidade da minha mulher, mas juro que cabia, eu fui testemunha. A Soledad finalmente tava completa, ou pelo menos era o que eu achava, já tava comendo a pica que ela tanto queria. Mas a noite me guardava outra surpresa, apesar de tudo não sofri muito, na verdade curti, a pica explodia ao ver o que acontecia, minha pica escorria e minha cueca tava toda molhada e aproveitando o barulho que as nádegas da minha mulher faziam com a pélvis do Marcus, uma cavalgada do caralho, me aproximei com a câmera e pude ver melhor como aquela pica entrava e saía de dentro da Soledad, acho que nem perceberam, tirei um monte de fotos capturando a pica do Marcus totalmente dentro e também quando chegava no limite de sair, era fascinante ver aquilo, foi aí que não aguentei mais e abri o zíper e gozei numa punheta violenta que parei com a mão. ejaculação e depositou toda a porra. Depois mudaram de posição, Marcus se levantou e Sole ficou de quatro, aquele preto metia sem piedade, os gritos da minha mulher com certeza foram ouvidos pelos vizinhos, mas não importava nada, aquele preto era implacável. Minha mulher não aguentava mais de tesão, e eu vi como entre uma metida e outra o preto arrancou um orgasmo tremendo nela que a fez vibrar e ela se sacudiu se movendo ao longo da pica do Marcus que a deixava quieta e Sole sozinha se empurrava. Marcus repetiu pra ela que queria comer o cu dela, e agora eu ouvi, ela me olhou, e eu fiz um movimento com os ombros, tipo, se ela quisesse... A gente raramente faz anal, Soledad quase não tem experiência no cu. A resposta dela foi um ok categórico, porque na hora ela se posicionou pra ser penetrada e o preto também se ajeitou pra fazer, esfregou a pica e começou a procurar o buraco precioso, apontou aquela pica monstra na porta do cu de Soledad, ela parecia tensa mas decidida, Marcus cuspiu na porta do cu e na própria pica, deixando bem molhada, e de uma só vez enfiou a ponta daquela pica dentro da minha mulher, ela deu um grito e franziu a testa com sinais de dor intensa, mas Marcus parecia ter a ideia fixa de arrebentar o cu de Soledad. Marcus não parava de se mexer, fazia devagar porque entendeu que doía muito nela, mas a pica dele foi ganhando terreno mesmo assim, até que num momento ele tinha metade daquela pica dentro, Sole não aguentava mais e implorou pra ele parar, Marcus não parou até entender e tirou devagar. A verdade é que aquela pica era divina, brilhava de tão dura e molhada que tava, nisso minha mulher ainda dolorida mudou de posição e ficou de barriga pra cima, o preto sem hesitar começou a penetrar ela pela buceta com muita força e rápido, dava umas estocadas brutais até que não aguentou mais e tirou de dentro da buceta da minha mulher e com a Com a porra na mão, começou a jorrar leite em jatos que os primeiros acertaram o rosto da minha mulher, que tava deitada na cama. Saíram dois ou três esguichos de porra que bateram na boca e na cara da Soledad, que instintivamente abriu a boca, e os outros no meio dos peitos. Mas num instante, o líquido que a Soledad, de tanta excitação, começou a juntar com os dedos e enfiar na boca pra tomar. Eu fiquei duro de novo, também não aguentei mais e, sem inibições, me masturbei de novo, mas a porra que saiu foi uma merda comparada com a do Marcus, só uns dois ou três esguichinhos. Eu fui embora e deixei eles se recuperarem. Daí a pouco eles se levantaram e o Marcus foi embora, sempre sério mas educado ao mesmo tempo. Apertamos as mãos de novo e eu soltei um "valeu", ele fez que sim com a cabeça e foi embora. No fim, ainda agradeci ele ter comido minha mulher, fiquei pensando nisso. Quando voltei pro quarto, a Soledad tava deitada no meio da cama, exausta de tanto desgaste físico e tanto sexo. A única coisa que ela me disse antes de dormir foi:
— Como ficaram as fotos que você tirou?
— Falei: … tão fodas, você esteve demais… Ela sorriu e apagou até o dia seguinte.
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