Uma Milf é Luxúria Total

Voltando para minha casa às 1:00 da manhã, após ver alguns amigos andando dentro da estação do metrô, observei uma mulher de cabelo negro, liso e longo e de andar muito elegante e atraente. Vestia um terno verde escuro de casaco e calça ajustada nas cadeiras e na parte superior dos muslos;... Fazia-me lembrar de pernas muito torneadas. Não podia observar seu rosto, sua idade ou o resto do seu corpo, pois ela caminhava a um lado mas bastante à frente de mim. Já no andar, a uns dois metros de distância, aguardávamos a chegada do metrô., ela notou que eu a observava pelo canto do olho, mas não se inmutou. Nos tocaram assentos quase enfrentados e em diagonal. O viagem ao destino era algo longa, por isso a maioria dos passageiros optou por ler; ela não o faria. Abri meu livro e tentei ler, mais não podia me concentrar na leitura; desejava descobrir alguma coisa nela, olhar para ela, observá-la e assim fiz. Ela não me mirava. Em seu rosto chamavam a atenção seus olhos verdes escuros e sua pele muito queimada pelo sol, não era nem feia nem bonita. Seus dedos eram esbeltos, sem qualquer anel, embora o dedo anular esquerdo mostrasse uma linha muito pálida, resultado de ter alojado ali um anel de casamento, há pouco tempo atrás. Continuei observando-a de baixo para cima, notando belos tornozelos, a calça ajustada em sua entreperna, uma cintura não magra mas sem excedentes. Pela abertura da sua casaca mostrava suas boas tetas, embora a pele fosse um pouco flácida, que afloravam do grande escote de sua blusa, não deixando dúvida alguma de que não usava sutiã. Seu delgado pescoço e seus grossos lábios, também da pele um pouco flácida, falavam sobre ter uns 25 anos mais que eu, o que a fazia andar nos 55/60 anos. Apesar de sua idade eram notórias duas coisas: que estava muito boa e que gostava muito, gostar... Llevava as pernas ligeramente abertas, deixando ver como uma pequena calcinha presa ali debaixo, se metia dentro, marcando dois interessantes Montes. Ao sentir-se observada analisada sentiu-se algo incomodada pelo que fechou delicadamente suas pernas. Disimulei alguns minutos e voltei a enfocar-me em seu peito. Também o notou e quando olhei fixamente nos seus olhos, tentou fechar a jaqueta mas esta voltou a abrir-se ao segundo. De novo me mirou impassível; fiz uma sonrisa e um gesto como se estivesse dizendo... jejejej, não se podem ocultar... Reagiu inumutável, como ignorando-me, elevando imperceptivelmente a vista. Dediquei-me novamente à leitura; ao passo de uns dez minutos de ler sem saber se era minha imaginação ou não, me senti observado. Levantei a vista abruptamente descobrindo que sim, que estava analisando-me; reagi novamente em forma intelectual sem gesto algum desviando a vista levemente para um lado., sem fazer o menor movimento de músculo algum do seu rosto, mas a rigidez da sua mirada cravada no ar ao meu lado me permitiu ver detida e claramente um especial e destellante brilho nos seus olhos. Era óbvio que algo que lhe produzia alguma sensação especial estava passando pela sua mente. Duas paradas após (a mim faltavam três paradas mais) se levantou quase toda a gente dos assentos, inclusive ela. Instintivamente me parei e me coloquei por detrás, à sua espalda, quase respirando-lhe encima. Pude sentir o aroma leve de perfume e um suave e exquisito aroma corporal. Meu pensamento instintivamente aflorou em voz clara e pausada; susurrando-lhe ao ouvido: - Vou seguir-te até tua casa para desfrutá-la e que me desfrutes. – Pareceu não inmutar durante um segundo, mas o seu corpo reagiu arqueando-se bruscamente e minimamente para frente e girando quase imperceptivelmente o seu rosto para trás. Desceu do metrô com um andar constante e muito seguro de si mesma, nem apressado nem lento, com o mesmo andar sensual de antes. Ao sair da boca do metrô e uns vinte metros mais adiante girou um pouco a sua cabeça para trás. Não soube o que pensou, nem se sentiu molesta, o que não seria de estranhar pela Situação. Mantinha o mesmo andar quase distraído, contínuo e sem pausa. Caminhamos ao redor de três ou quatro minutos por uma rua lateral deserta, muito limpa e pouco iluminada a uns três metros de distância. A meio da quadra a calçada se adentrava uns metros para dentro, formando o acesso para um grande parque propriedade de condomínios, franqueado por uma grande grade de ferro com um grande telheiro coberto. Faltando um metro e a um lado do grande portão de acesso se deteve; agachou sua cabeça em busca de algo dentro da bolsa. Este parada provocou que eu continuasse meus passos, ficar novamente atrás, na sua espalda e quase colado nela. A proximidade permitiu que eu observasse que havia extraído do bolso um spray de autodefesa. Instintivamente lhe disse o que passava por minha mente: - Vou respirarte, saborearte,..... Morderte...-. Seu corpo reagiu com um novo e apenas mais pronunciado arqueamento de tórax para frente e sua cabeça para trás, acompanhado por uma estreitamento dos ombros. Respirou fundo; expirou o ar; baixou sua mão para a bolsa abrindo-a devagar e deixando cair o spray dentro e sem se virar para mim, disse: - Eu sei, posso respirar e sentir tua química-. Seguido às suas palavras seu corpo voltou com um novo sacudão a estremecer-se mais notoriamente. Sacou um punhado de chaves da bolsa por uns cinco segundos e voltou a soltar em seu interior. Corri o longo cabelo para um lado aproximando-me à base de sua orelha e seu pescoço abaixo da nuca; Cruzou um dos meus braços pelo flanco direito dela e dirigi uma das minhas mãos subindo seu abdome até posá-la sobre seus peitos. Meu outro braço cruzou o flanco oposto descendo seu ventre, pressionando ligeiramente e alojando-se no de ela, realizando também uma pressão ascendente e descendente; notar-se-ia no ato que a humidade genital feminina se fazia presente. Lhe disse orgulhosamente sensual, sentindo-me sabedor e dando por feito o futuro; - Quieras ou não estarei dentro de ti. Acercou mais sua Boca ao pescoço depositando em firme seus lábios e logo os dentes e pressionou sua sexualidade sobre os glúteos femininos. Em segundos, ela sentiu que se chorreava em umidade e seu corpo fluctuava em sensações jamais experimentadas. Minutos depois, enquanto continuava estimulando-a da mesma maneira em toda a sua feminilidade e sem abandonar o pescoço, ela se colmou de espasmos e jadeos ardentes. Eu, jactando-me verídico e orgulhoso, sentenci: - Se antes da madrugada me aceitas como teu dono, te darei por uma eternidade o prazer mais incrível, mais se assim não fizeres; esta será a tua última vez de gozo. Ela duvidou uns segundos confundida por minhas palavras e pelo jamás experimentado ou que ainda não concluía. Até que o sentido começou a abandoná-la, dando extrema flojedad a todos os seus músculos... eu me retirava... Em meio àquela noite estranha, quente e extasiante, ela pensando e meditando as últimas palavras do desconhecido luxurioso se aflojou por completo, quedando colgada por suas axilas travadas nos horizontais do enrejado. Não pude evitar que sua cabeça caísse floja para trás e para um lado, sua mente correndo uma carrera diabólica entre a dúvida e a paixão e contra o amanhecer... segundo as palavras que lhe havia pronunciado... Seu pescoço, onde havia agido minha ameaça e por onde comencé a possuí-la, ficava ao descoberto mostrando restos de sangue que coagulavam lentamente. Corri o longo cabelo para um lado levando a boca ao lado do seu pescoço por debaixo da sua nuca, mordisqueando-a e saboreando sua pele. Echei atrás sua jaqueta, deixando-a a meio caminho, sem tirá-la e travando seus braços com ela. Foi muito fácil assim, baixar os tiradores de sua blusa alojando-a por debaixo das suas tetas; liberando-as facilmente, pois não usava sutiã. As massagei lentamente mas com força e destreza; em seguida, minha outra mão afrouxou o broche do seu calção, dirigindo os dedos sem pausa para sua chucha úmida. Ela ejetou sua espalda para trás e sua cintura Hacia atrás fregándose com entusiasmo contra meu masculino bulto, endureciendo-me o nabo em seguida. Seus braços atrapados não lhe impidiram liberar da cremallera. Eu baixei um pouco mais o calção fazendo de lado a fina thong, frotando-lhe a cabeça da ferramenta fazendo círculos por seus glúteos; também para cima e para baixo em toda sua raja. A mulher começou a dizer: -Vivo aqui, me conhecem, não me gustaria que meus vizinhos.......- Não pôde terminar de dizer quando sentiu como a quente e dura cock se lhe metia, penetrando sua almeja. Reagiu com entusiasmo e premência, jogando seu cu para trás, logrando dessa maneira que o térmico falo se lhe cravasse até o fundo. Os movimentos de ambos se tornaram vigorosos e constantes. - Não abandones meu pescoço! - disse ela. Ele esteve de acordo mordendo-a, como resposta, muito duramente e por sobre o omoplato sem soltá-la. Ela se prendeu firme aos hierros verticais da grade, quedando seu rosto encaixado e quase apanhado pelos mesmos hierros. A situação em si os mantinha a ambos em excitación sobremaneira. Ela acrescentou:- subamos, minha casa é no 1ª A. Eu, mais lascivo, tinha na minha mente uma ideia distinta da dela, minha intenção era premeditada, de deixá-la com as ganas. Respondeu secamente: - ¡Hoy no!........... ¡Mañana!,..... Mañana será para ti – Arremetiéndola e embistindo-a com toda sua força, para em poucos segundos preencher seu uso o palavra: pussy de cum. Sabia que, mesmo ela, quedando-se com as ganas, continuaria gostosa de voltar a ver-me. Apenas acabei de depositar-lhe meu jugo, acomodei minhas roupas. Disse-lhe com toda convicção novamente: -Mañana vou à tua casa às 23,00 hs; e acrescentou imperativo: - ¡Y deve estar preparada e cachonda à minha chegada! Sabendo exatamente o que fazia e o que faria nos tempos a vir; fui de improviso deixando-a ambiguamente comovida, quente, pendurada da grade e a meio vestir. De intenção pura e premeditada cheguei 40 minutos atrasado. Toquei seu timbre. Ninguém respondeu, embora o portal de ferro franqueasse minha entrada. Subi as escadas até o primeiro andar, a porta do apartamento se encontrava entreaberta, deixando entrever luzes fracas no seu interior. Ao transpassar a porta de entrada ao departamento, havia um separador de esterias que permitia ver o interior da sala através das pequenas fendas das esterias. Pudendo ver assim, que se encontrava já iniciada na labor. Vesti uma gravata preta amarrada no seu pescoço, um arnês peitoral que deixava total descoberto suas tetas sustentando-as e realçandolas por baixo, botas curtas até o tornozelo cor de amarelo e meias vermelhas de amplo calado também do mesmo amarelo forte que subiam até quase sua anca. Lograva com essa vestimenta um contraste muito extremo ao lado do tom marron da sua pele bronzeada. Encontrava-se recostada sobre um sofá de tecido leopardo. Em suas mãos levava grilhetas/esposas separadas fechadas sobre elas, indicando claramente seu entusiasmo por ser amarrada ou sujeita. Encontrava-se masturbandose o cu com uma chata de goma e acariciandose o clitóris com os dedos. Franquee o biombo de esterias. Ao ver-me exclamou:... Ven aqui e deixe-me agrandar tua barra de carne!!! Ela me increpou com voz firme, sem enojo e entusiasmada.: ¡Hijo de puta! ¡Me has deixado quente, com as vontades; e em pelotas na rua à vista de qualquer vizinho!..... Ela estava terrivelmente excitada e atraída pela atitude animal do desconhecido. Disse: - faz mais de meia hora que devias estar aqui!!!. Tive que começar sozinha. Recostei-me sobre o canto da porta e disse: - ¡Deleitame um pouco mais com tua imaginação ! . Continuou masturbandose ao mesmo tempo em que eu entrei. Sorriu picaramente. Aguardei alguns minutos observando seu show, descobrindo na sua pele quase a sua verdadeira idade... teria cerca de 58/62 anos. Um frasco quase vazio de vitamina E localizado sobre a pequena mesa ao seu lado também falava disso por si só. Ao ver meu Observação, atinhou... Sim, à minha idade, faz falta, eu vinha tomando desde a manhã. Me aproximei. Sem tirar o preservativo de borracha do meu cu, meteu suas mãos em meu cinto, minha correia e, naturalmente, sobre meu pau, acariciando-o e lambendo-o palmo a palmo, sem parar de massagear meus testículos até alcançar um bom tamanho. Acompanhei sua mamada durante todo aquele lapso, fregueando sua pelve com movimentos sem opor à frente e para trás, para que o preservativo de borracha continuasse estimulando além do seu cu, ao seu vão. Que espetáculo! Ver essa madura em atitude tão activa. Me agrada!, disse. Eres uma madura muito perversa e muito puta... és uma puta exquisita de merda! Olhou-me fixamente nos olhos para se certificar de que eu visse claramente a luxúria nos seus pensamentos perversos e, além disso, sua satisfação me deu um beijo profundo e vigoroso na cabeça do meu pau e esticou bruscamente minhas bolas para trás, alcançando o estiramento ao limite da pele da minha ferramenta. ... Realmente estava muito excitado com a sua atitude. Exclamou: - ¡Muchachito, vais meter-me em todos os lados! Sem dúvida, respondi. Empurrei seus ombros para trás, obrigando-a a se recostar sobre o encosto do sofá, me agachei lambendo por dentro suas pernas acendendo por suas panturrilhas e muslos detendo em sua almeja inteiramente recentemente depilada. No momento em que me arreglace para tirar a roupa. Pouco fez falta que ela chupasse para que emergisse ao máximo seu clítoris do esconderijo; sorri de prazer. Continue entrando e saindo o estimulador do seu cu enquanto com minha outra mão acariciava sua vulva e minha língua continuava em seu clítoris. Seus gemidos aumentaram; transpirava um mar. Chegaram os jadeos entrecortados. Elevou suas mãos para suas tetas levando-as à boca e mordisqueando-se e chupando-se com intensidade seus pêlos. Não conseguiu fazer isso por muito tempo. Mantive minha língua e lábios com forte pressão sobre seu ardente botão. Seu orgasmo chegou junto com suas convulsões e suas unhas Clavando-me na minha costela. Enquanto, um profundo grito de saciedade, semiahogado entre seus dentes mordendo-se os peitos; e seus músculos fechando-se e apertando-se ferro sobre a minha cabeça. Sem esperar nada, e juntando seus braços na sua costela, cerrei as esposas sobre suas muñecas. Parando-me em horcadillas atrás de ela e tomando-me das suas muñecas, penetré com dureza alternativamente no seu agrandado cu e seu mochacinho pussy durante 15 minutos. Não tardou muito para repetir um orgasmo acelerado enchendo o meu cock com toda a humidade dos seus dois agujeros. Meus bolas pegando-se na base do cock prestes a rebentar, não me dariam muito mais tempo para continuar essa cavalgata. O meu corpo endurecido abruptamente delatou a minha situação. A lasciva desconhecida rapidamente se ingeniou para girar e atrapar novamente o meu cock em sua boca chupando e mordendo dezaforadamente, extraiu toda a minha cum, lambendo-se a que restava na comissura dos seus lábios, mostrando-me triunfal, todo o conteúdo em sua boca formando fios pegajosos entre a língua e o palato, antes de engoli-los com uma enorme gulosema.... Deixei-me desplomar sobre ela arrastando-a na minha queda para ficar por debaixo dela no chão. Uma vez recuperado o alento, me vesti. Ao afastar-me muito complacente e silencioso, ela perguntava se voltaria amanhã....??? Sorriso e silencioso me retirei deixando-a............... dando por feito que sabia que era das chaves dos grilhetos ainda atrapando suas muñecas na sua costela.

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