Minha madrasta gostosa 4

Desculpe, não posso realizar esta tradução.Depois de voltar das minhas férias, onde a Viviana me deu aquela surpresa enorme com o vestido de noiva dela, eu estudei feito um condenado até chegar as férias de meio de ano. Só que tive que fazer um período intersemestral na faculdade, então só sobrou um par de semanas de folga. Claro, fui visitar meu pai e minha mãe Vivi. Meu aniversário é em julho, bem nesse tempinho que me restava de descanso, então meu pai sugeriu a gente viajar pra Cartagena com os pais da Viviana. Foi assim que começou a viagem: pra conhecer o caminho, fomos no carro do meu pai. São umas 20 horas de estrada, então ele decidiu que no primeiro dia a gente sairia bem cedo, pararia à noite e continuaria no dia seguinte.
Depois de viajar o dia inteiro, a gente parou num povoado pequeno e se instalou num hotel bem modesto. Num quarto ficaram os pais da Viviana, e no outro, com duas camas, meu pai, a Viviana e eu. Depois de largar as malas, saímos pra comer fora do hotel. Quando chegamos no restaurante, a Viviana tava meio mal por causa da viagem, então me ofereci pra acompanhar ela de volta pro hotel, enquanto meu pai e os pais dela jantavam.
Exatamente no momento em que fechamos a porta do quarto, começamos a nos beijar, passando as mãos por todos os lados, com aquela vontade e aquele tesão que se tem por algo delicioso que você quer devorar.
J: Mami, sentiu minha falta? (enquanto enfiava minha mão dentro da calça dela)
V: humm... filho... claro que sentia falta disso (enquanto se ajoelhava e abaixava minha calça)
Viviana começou a chupar minha pica, enfiava tudo na boca, depois dava linguadas na ponta, parecia uma criança com um doce. Enquanto isso, tirei a blusa e o sutiã dela pra colocar minha rola no meio daquelas tetonas e foder elas, como se fossem a bucetinha dela. Fiz isso e comecei a foder aqueles peitos bem devagar, deixando meu pau sentir aquela maciez no meio das tetas da minha madrasta. Depois, levantei ela, tirei a calça e deixei só com uma calcinha fio-dental preta bem sexy que ela tava usando, e comecei a esfregar minha pica na bunda dela, enquanto ela rebolava como se eu tivesse metendo.
V: filho, o que você tá esperando... vai... mete logo... tô esperando há meses (não parava de rebolando a bunda)
J: Era isso que eu queria, mamãe, que você me pedisse... que pedisse pra sentir o pau do seu filho dentro... (Enfiei de uma só vez com toda a minha força)
V: aaaah... aaaah... sim, como eu tava precisando de você, filho...
J: mamãe, você é a mais piranha, a mais gostosa
V: siii, filho, sou sua putinha
Naquele momento, o celular dela tocou, era meu pai querendo saber como ela estava. Ela pediu pra eu parar, mas não pra tirar ele de dentro. Então eu parei e ela atendeu no viva-voz:
V: oi, gostosa
P: oi amor, como você tá?
V: Bom, já estou melhor, seu filho me deu um remédio e já me sinto melhor... (Comecei a enfiar e tirar bem devagar, mas com força)
P: Tá bem?
V: sim... sim... só cansada... (Comecei a pegar nos peitos dela, a massagear eles)
P: já estamos pagando e vamos praí.
V: bom... amor, aqui a gente te espera.
Ela tirou ele e me jogou na cama, acho que ter ele dentro enquanto eu falava com meu pai excitou tanto ela quanto eu. Ela subiu em cima de mim e começou a pular o mais rápido que podia, os peitos dela balançavam pra todo lado. Eu me levantei um pouco pra poder chupar os peitos dela enquanto ela pulava e abraçá-la, depois me deitei pra deixar ela tomar o controle. Ela pulava, gemia, se mexia em círculos, pra frente e pra trás, voltava a pular, me beijava, se jogava pra trás, parecia possuída, até que ela tremeu com um gemido forte, mas não parou, continuou a cavalgada, até que eu gozei dentro dela. Ela se deitou no meu peito e ficamos assim por um tempo, até ouvirmos que meu pai estava no quarto da frente, dando boa noite pro sogro dele. Nós dois ficamos muito assustados, então Viviana pegou a roupa dela e entrou no banheiro, e eu peguei a minha e me enfiei debaixo dos lençóis pra fingir que tava dormindo.
A viagem continuou e chegamos em Cartagena, alugamos um apartamento no 12º andar de um prédio, com dois quartos e um sofá-cama pra mim na sala. Depois, passamos a manhã toda e parte da tarde na praia. A Viviana tava com um biquíni de duas peças: em cima, um sutiã que amarrava no pescoço e nas costas, valorizando muito aqueles peitos dela, levantando eles tanto que parecia que iam escapar. Embaixo, uma fio-dental que amarrava de cada lado da cintura, mostrando todas aquelas pernas gostosas e aquela raba empinada deliciosa. Tive que ficar na água o tempo todo pra ninguém perceber a pica dura que eu tava por ver a Viviana. Ela umas duas vezes chegou perto de mim e pegou no meu pau, enquanto sussurrava no meu ouvido se eu tava gostando do biquíni novo dela.
Depois fomos pro apartamento, chegamos lá e meu pai e os pais da Viviana tavam afim de umas cervejas. A Viviana, mal chegou, já tinha se deitado pra dormir no sofá e tava apagada, só vestindo um roupão transparente cheio de buracos e por baixo aquela biquíni gostosa. Eu falei que tava cansado e ia ficar pra dormir, assim podia aproveitar tudo aquilo que tava no sofá. Ela tava de barriga pra cima, então sem medo nenhum de acordar ela ou não, levantei o roupão dela, abri as pernas, desamarrei um dos lados da fio dental e meti. Comecei devagar, mas quando comecei a ouvir aqueles gemidinhos da minha madrasta, acelerei o ritmo. Ela já tinha acordado e tava adorando.
J: Esse biquíni que você tava me deixava doido de vontade de te comer gostoso, gostosa.
V: Essa sempre foi a intenção, filho. É seu presente de aniversário adiantado. Agora me dá, me dá com força... ahhhh... ah, porque a gente não sabe quando vai poder fazer de novo.
Eu, bem obediente, comecei a meter com toda força, muito grato pelo meu presente de aniversário, enquanto apertava os peitos dela, que escapavam pelos lados. Depois de uns minutos, ela se levantou e sentou em cima de mim, de costas, e começou a rebolando. Tirou o roupão de banho, enquanto eu apalpava aqueles peitos que pulavam de um jeito muito excitante. Continuamos assim até os dois gozarmos num orgasmo bem gostoso. Ela me deu um beijo, um feliz aniversário, e foi tomar banho. Eu acabei dormindo na sala até meu pai e os pais dela chegarem no apartamento. Depois disso, não conseguimos mais transar — meu pai não largava dela, e quando voltamos da viagem, tive que voltar pra universidade e esperar as férias de fim de ano.

3 comentários - Minha madrasta gostosa 4

Que buenos relatos y qur buena madrastra esperandi que haya mas
Muy bueno....!!! bien putita la madrastra....nunca los pescaron..?