“Sos divina cyn”

Bom, em 2 dos meus posts anteriores, tanto no primeiro, onde contei como conheci o site, quanto no último, onde deixei entender o motivo das minhas buscas, eu tava me referindo à mesma pessoa.

Uma pessoa que tive a chance de conhecer num dos meus últimos trampos antes de me formar.

Exceto nos 2 primeiros anos de faculdade, onde só me dediquei de cabeça nisso, nos 3 e meio restantes eu trabalhei enquanto estudava.

Primeiro foi numa loja de roupa, depois fui trabalhar como secretária num consultório e, após esses dois, consegui o último trampo, que foi de recepcionista num bar.

Esse, comparado aos outros dois, tinha a vantagem de não ser todo dia e de ser num horário, das 19h à meia-noite/1h, que me permitia assistir aula e estudar durante o dia.

Outra vantagem é que ficava a poucas quadras do apê onde eu morava na época, e, por fim, também me proporcionou essa experiência que vou contar, que os dois anteriores não.

O bar não era nem daqueles bares novos, tudo igual, os famosos de cerveja artesanal, nem aqueles bares clássicos de bairro onde sempre se reúnem as mesmas pessoas.

Era um bar estranho, onde umas noites tinha movimento e outras não tinha ninguém, o que era ótimo pra mim, porque às 23h no máximo eu já tava dormindo, se fosse o caso.

O que tinha era um grupo de amigos, entre 35 e 45 anos eles, que religiosamente toda quinta-feira, das 20h às 23h, se encontravam lá, na mesma mesa.

Raramente faltava um dos 5.

Meu primeiro encontro com eles foi na minha primeira quinta-feira de trampo.

Primeiro dia, primeiras mesas, aquele nervosismo normal de novata, e aí a gente se cruzou e começou tudo.

Quando eles começaram a chegar, fui lá tentar acomodar eles ou oferecer bar, promoções e tal, e o que eu recebi foram risadas e um "cê é nova, né?".

Eles me explicaram um pouco o ritual que vinham mantendo há 7 anos naquela mesma mesa.

O primeiro mês foi bem pesado e eu tive que pagar o preço de ser novata.

Piadas, indiretas, risadas. piadas e umas situações pra me deixar desconfortável, que sempre acabavam em risada pra sair da situação.
Nunca nada sério, nem insuportável, e muito menos num nível de assédio, afinal era o lugar dele e o humor dele.

Com o tempo, fui aprendendo a lidar com a situação.
Quando vinha alguma piada sobre minha roupa ou algo assim, eu saía rápido rebatendo, tipo "que a mulher não fique sabendo", o que, claro, gerava risada no resto do grupo e mudava o alvo das piadas.
Mês após mês, o clima melhorava, e até já tinha me deixado sentar com eles pra compartilhar alguma história.

Pra ser clara, 5 caras, 4 deles casados, outro de namorada, mais velhos, e com uma jovenzinha mais nova que entrava na brincadeira, claramente era uma combinação explosiva.
Embora ninguém tivesse deixado explícito que queria algo, uns olhares, umas indiretas ou piadas deixavam claro que na mínima oportunidade…

Vale deixar claro outra coisa: mesmo que nunca, com eles nem com ninguém, fiquei provocando ou criando expectativas, eu entrava no jogo da situação.
Sempre no controle, sempre sabendo até onde ir e sempre com as coisas claras.

Numa quinta-feira de julho, a coisa ia mudar.

Entrei no trabalho num dos dias mais frios daquele ano, com uma tempestade iminente no céu e com o único consolo de que, mesmo que fosse me molhar em breve, ia estar de novo no meu apartamento dormindo. Era óbvio que ninguém ia pro bar naquela noite.

Cheguei, 18:50, já de noite, vestida com uns sapatões de plataforma marrons que me davam uns 6 centímetros a mais, uma legging preta brilhante, camisa e suéter brancos, jaqueta de couro preta, com a cachecol vinho e gorro de lã.
A primeira coisa que encontrei ao chegar foi o dono falando: "Cê tá louca, Cyn, nem tinha vindo, se quiser vai embora."

A proposta era tentadora, mas já que tava lá… escolhi ficar um pouco.
Ficamos batendo um papo com o dono, e quando já tava indo embora, um dos 5 valentões chegou no bar.

Entrou, cumprimentou a gente e foi pra mesa de sempre, começou a mexer no celular e de vez em quando olhava pra porta esperando os parceiros.

10, 15 minutos se passaram e nenhum valentão aparecia, dava pra ver que tava mais preocupado, olhava o celular, mandava mensagem, ligava.

Cheguei perto pra perguntar se ia pedir alguma coisa e de quebra zoar ele com a situação.
“São tudo uns mulherzinhas, tão de conchinha com as patroas com certeza, umas gotinhas e já não vêm” falava entre risada e raiva.

Fui embora e trouxe uma breja pra ele, o mínimo que dava pra fazer por um cliente assim.
“Vai me deixar beber sozinho?” ouvi enquanto me afastava.
“Não, vou pegar a minha” pra entrar na brincadeira.
E foi o que aconteceu, sentei com ele pra fazer companhia.

Mesmo sendo dois conhecidos, a situação era estranha, tava diferente, nunca tínhamos ficado cara a cara, e nos primeiros 10 minutos deu pra perceber.
Não faltou aquele monte de perguntas clássicas, as que entediam todo mundo, como foi o dia, como tava o trampo e tal.

Depois desse tempo de se acostumar com a situação, começou a surgir o interessante.
“Imagina se me vissem tomando uma breja cara a cara com você, morriam esses fdps”
“Por quê?” perguntei rindo, “Ah, cê sabe como é, somos homens, cyn, e você é uma gostosa, imagina o que a gente fala”.
“O quê?” saiu da minha boca, com um tom de quem tava mais que interessada em saber.
“Não, não posso, são coisas privadas nossas”, entendendo por onde vinha a mão.

A curiosidade é um dos motores mais fortes que move uma pessoa, e aquele coroa de quarenta e poucos que tava comigo batendo papo tinha entendido isso perfeitamente.

Na hora ele percebeu que eu tava morrendo de vontade de saber o que falavam de mim, e claro que soube aproveitar.

A conversa virou na mesma hora pra Daquele lado, como se fosse um filme, ele começou a me contar cada situação em que tinham feito algum comentário sobre mim.

Era inacreditável, sabia praticamente dia a dia que roupa eu tinha usado, entre outras coisas.

“Lembra do dia que você trouxe uma calça jeans clara?”
“Não muito, quando?”
“Ué, uns 2 meses atrás, aquele dia você acabou com a gente, mina, juro que não parávamos de falar daquela raba.”

Muitas vezes em situações assim, onde a gente tá muito interessado e envolvido no assunto, perdemos a capacidade de análise e coerência.
Foi o que aconteceu comigo, quando na sequência perguntei:

“E nunca apostaram quem ia me comer primeiro ou algo assim?”
Silêncio total. Claramente ele tava levando a situação melhor que eu e não tinha chegado naquele nível de falar qualquer coisa do inconsciente.
Entre risadas, ele disse: “E você, quantas vezes pensou nisso?”
“Não, eu nunca.” Já era, não era crível e não tinha volta, eu tinha aberto aquela porta.

Pela primeira vez em muito tempo, eu tava numa situação difícil de lidar, e naquela altura já não queria mais controlar, queria que rolasse o que tivesse que rolar.
“Olha, apostar quem te comia primeiro, não, nunca apostamos nem pensamos nisso, mas é uma ideia legal, ainda mais se eu for esse cara.”

A conversa continuou, em outros termos, com outros assuntos.
Olhando fixo nos olhos um do outro, esperando a situação explodir.
“Que horas são?” ele perguntou.
“Onze e quarenta”, respondi.
“Como o tempo passou rápido, daqui a pouco tenho que estar em casa.”
“Ai, girl girl”, ele suspirou e me olhou.

Na minha humilde interpretação naquele momento, ele tava morrendo de vontade de me pegar no colo e morrer num motel comigo, mas tava muito ligado no fato de ter que voltar pra casa.
Dava pra perceber, aquele debate interno que impedia ele de meter a primeira e arrancar.
“Bom, vou indo, se quiser te dou uma carona.”

Sob o olhar atento do dono, que aprovava a situação lá do fundo do bar, acompanhando com um “se divirtam”, saímos.

Corremos meia quadra debaixo da chuva. como dois moleques, onde o carro tava estacionado.
Ele entrou, eu entrei, a gente se olhou e ele ligou o carro rápido.

“Onde você mora?” ele me perguntou, meio na dúvida.
Eu não podia acreditar, ainda ali, comigo sentada, e sendo sincera, totalmente entregue no carro, a situação ainda não tava definida.

Dei meu endereço, rapidinho fizemos as quatro quadras até o lugar.
Chegamos na porta, depois de um silêncio estranho, falei um “valeu, Adri”, dei um beijo na bochecha dele e me virei pra abrir a porta.

Não dava pra fazer outra coisa, mesmo com vontade, tinha que respeitar a decisão dele.
Até que uma mão na minha perna e um “para” seguraram minha ação.

Rápido ele procurou minha boca, que obviamente encontrou.
Não precisava falar mais nada, ele tinha escolhido finalmente.
“Onde tem um hotel por aqui? Faz mil anos que não vou num hotel.”
“Não faço ideia, eu também não, mas vamos pro meu apê, se quiser.”
“Não, quero te comer num hotel.”

Na hora ele pegou o celular dele e me deu: “procura aí no Google Maps”.
E naquele momento sim, ele já tinha perdido a razão depois de tanto.
“Yerbal e Rojas” – achei um, comentei.
“Vê o que tão falando no grupo.”

Quem diria que isso ia ser um antes e um depois.
Entrei no WhatsApp e achei aquele grupo, comecei a ler, as últimas mensagens todas desculpas por não terem ido.
Fui lendo tudo.

Ele ria, ficava puto, e continuava firme dirigindo pro endereço que eu tinha falado.
“Manda uma mensagem pra eles.”
“O que eu escrevo?”
“Que são uns cornos mansos… não, melhor, manda um áudio, fala que sentiu falta deles.”

Nem pensei duas vezes: “Oi, galera, o que houve que não vieram? Senti falta de vocês hoje.”
Na hora, aquele grupo morto cheio de desculpas explodiu.
Teorias de um lado, teorias do outro.

Tinha os que mandavam “vai fundo, vai comer ela” contra os “gordo, tua mulher vai te dar um chifre”.
Não aguentei, a situação me pegou.
Estar ali lendo o que eles escreviam me deu um nível de tesão e excitação que eu nunca tinha imaginado.

“Manda uma fotinho, né?” enquanto o ego dele explodiava.
Na hora eu fiz, foto sorrindo dentro do carro dele.

As teorias continuavam, já estávamos 3-1 a favor de que tudo não passava de uma zoeira.
Chegamos no hotel, e antes de entrar no quarto ele falou: "vamos fazer parecer real."

E na hora eu entendi que tinha que posar.
Levantando os dois braços, na porta daquele quarto, vi o flash disparar.
Entramos, o celular continuava sendo a estrela, ele me pegou no colo, fomos pro primeiro sofá que encontramos.

Ele me sentou em cima dele, bem na cara, deixando claro como tava tesudo.
Me deu o celular de novo, igual mãe dá o dela pro filho calar a boca.
Choviam mensagens, aquele 3-1 a favor de que era zoeira virou rapidinho todo tipo de comentário parabenizando ele.

Eu, enquanto isso, tava ficando louca com ele.
Tão louca que mal percebi que ele já tinha a mão dentro da minha legging e tava me tocando com os dedos.

Não deu mais, o celular ficou de lado.
Ele me deitou naquele sofá, arrancou meus dois sapatos num instante e começou a descer minha legging.
Sem perder tempo, jogou ela pra longe e rapidamente levou a cabeça entre minhas pernas.
Faltava a calcinha fio dental, que ele tirou com muita paciência e movimentos lentos.
Eu, enquanto isso, me livrava da camisa e arrancava o sutiã.

Com uma delicadeza e técnica foda, começou a chupar minha buceta, sem dúvida uma das melhores vezes que já me fizeram isso.

Depois ele parou e se levantou pra me dar um beijo, mas não sem antes enfiar bem fundo 2 dedos lá embaixo.
Depois daquele beijo, começou a descer de novo, passou pelo meu pescoço e chegou nos meus peitos, e depois voltou pra lá, pra baixo, onde aqueles 2 dedos não paravam de entrar e sair.

Ele chupou de novo, nunca parando de meter os dedos, o que me fez me contorcer, não conseguia ficar parada.
Isso deixava ele ainda mais excitado, e por consequência, ele ficava ainda melhor.
No meio disso, ele se livrou da calça jeans e conseguiu tirar de qualquer jeito.
Sem eu perceber, trocou os dedos pelo pau dele e começou a me comer com força contra Esse sofá.
Sem tirar a pica, ele me abraçou por trás com um dos braços e me levantou, caminhamos uns passos até a cama.

Ele começou a tirar a camiseta, enquanto eu, já sentada na cama, terminava de tirar o jeans e a cueca dele.

Fiquei de frente pra pica dele, não dava pra não provar, logo ouvi um suspiro da parte dele, e rapidamente a mão dele acompanhando minha cabeça.
“Quanto tempo que não me chupavam” ele exclamou, enquanto apertava e apertava minha cabeça contra ele.
Tirei e passei ela toda no meu rosto, eu tava curtindo tanto quanto ele.
Em seguida, ele jogou ela pra trás e deixou os ovos à disposição.
“Dá uma lidinha” fiz com gosto.

A pica voltou pra minha boca, e depois de eu mamar com força, com as duas mãos dele na minha cabeça me apertando contra ele, ele me levantou com uma mão, me deu um beijo e me virou.
Um leve empurrão na cama, e começou a me comer assim, de costas, com os braços apoiados na cama.

Em seguida, ele se deitou atrás de mim, ficando os dois de lado. Aí que conheci o Poringa.
Enquanto me comia nessa posição, soltou: “Um dia você vai aparecer no Poringa”.
“O que é isso?” “Um site, onde dá pra postar fotos de casal”.
O assunto ficou por ali, ele se jogou por cima de mim e começou a me comer forte contra a cama.
Era minha vez, então a gente rodou, e chegou a minha hora de ficar por cima.

Como nunca, sentei em cima e subia e descia, aproveitando o máximo de percurso possível.
Não tava convencendo ele totalmente, não ter o controle não era algo que ele curtia, então rapidamente voltei a ficar de quatro.

E aí ele empurrou e empurrou até eu não aguentar mais.
Tava com muita vontade de gozar, e sem me segurar, cheguei naquele orgasmo, com ele ali, dentro de mim.
Ele não interrompeu o momento, me deixou aproveitar, com ele lá dentro.

Assim que terminei, não tive descanso.
Lá estava eu de novo, de joelhos, com ele de lado pra mim.
Ele juntou todo meu cabelo pra trás, enquanto segurava com uma mão, e empurrava minha cabeça pra minha boca chegar de lado pra chupar ele.
Com a outra, ele se tocava.

Quando ele gozou Na hora, ele ficou de frente pra mim, ajeitou minha cabeça e mandou: “fecha os olhinhos”.
Na sequência, começou a gozar, todo preocupado pra que minha cara inteira recebesse um pouco.
Terminou de gozar e levou a pica de volta pra minha boca.
“Agora você tá pronta pra uma fotinha”, ele disse entre risadas, e, se tivesse rolado, eu não teria me oposto.
“Você é divina, Cyn”, enquanto a situação chegava ao fim.

Foi assim que acabou, enquanto eu tomava banho, ele se arrumava do jeito mais apresentável possível.
Ele me levou pra casa, a gente se despediu.
E só nos vimos de novo na quinta seguinte, não pra sexo, mas pra rotina do bar.
Onde, de comum acordo, a gente se virou pra fazer eles acreditarem que tinham caído na brincadeira.
Plantamos aquela dúvida, o que foi suficiente pra continuar nos divertindo, sem dar nenhuma certeza pra eles.

21 comentários - “Sos divina cyn”

JoyceQ +1
oh nena ahora si te pasaste . jajajja te volviste profecional en 1 dia besos excelente
Cynntu +1
Jaja no es muy ameno para escribir.
JoyceQ
Ajaja burno. Igual acepto el relato bueno
JoyceQ
Ajaja burno. Igual acepto el relato bueno
Nada mejor que sacar provecho de las oportunidades cuando se presentan.

“Sos divina cyn”
Cynntu
Es asi!
Muy buen relato. Poder imaginar cada parte es sintoma de que es un gran trabajo. Hay cosas que pasan a las cuales uno no debe dudar en hacer. Y mas si se trata de semejante placer.
Cynntu +1
Muchas gracias, me alegra poder transmitir eso!
Un juego de seducción (doble, como siempre) muy excitante.
Cynntu +1
Siempre tiene que ser doble, gracias!
O más...
Cynntu +1
Si se presenta como debe presentarse, bienvenido
Un crack el señor julio , me encanto el relato DRA DEJE PUNTOS
Cynntu
Muchas gracias!
Uuufff, qué jugadora me perdí, habíamos matcheado en t, pero nunca te hablé porque tengo pareja... a mi psicóloga le va a encantar la historia 😛
Cynntu
Siempre se esta a tiempo 😉
@Cynntu awrighty then, cómo hacemo? Hay chat privado en P? Soy muy novato en estas lides
Te frenó en el momento justo antes que te vayas.. muy bien por el chabon. Y te marcó con lo de poringa, también lo tiró en un buen momento.
Cynntu +1
2 golazos jajaja
Se mitad de cancha y al ángulo
Excelente relato cyn, me dieron ganas de ser él, tenerte entregada a mi para nuestro placer.
Cynntu
Muchas gracias!
http://www.poringa.net/posts/relatos/2920711/Noche-de-omegle.html. Me gustaria q leas el mio, se q falta mejorar pero creo q compartimos algo con los relatos
Excelente, espero poder compartir contigo todo lo que quieras,te seguiré leyendo todo lo que quierae
que bien que escribis, se nota que como psicologa sabes como jugar con la mente, o mejor dicho cogernos la mente, gracias por compartir tus experiencias!
Muy bueno. Bien relatado y muy vívido. Puntos y besos para vos
Excelente historia, con gran interés leí completo todo.
Espero tengas mas experiencias o anécdotas que quieras compartir.
Muy buen relato,me dejaste al palo Cyn.
Que flaca divina!. Te mando un Chirlo en la cola me gusto tu relato y forma de contarlo van puntos +10
Muy buena historia! Me gusto como aparece el: ya vas a aparecer en poringa. 😂🤣😂👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
escelente relato. +10 buenisima experiencia.