Bom, em 2 dos meus posts anteriores, tanto no primeiro onde contei como conheci o site, quanto no último, onde dei a entender o motivo das minhas buscas se referirem à mesma pessoa.
Uma pessoa que tive a chance de conhecer em um dos meus últimos trabalhos antes de me formar.
Exceto nos 2 primeiros anos da faculdade, onde mergulhei de cabeça só nisso, nos 3 anos e meio restantes trabalhei enquanto estudava.
Primeiro foi numa loja de roupas, depois passei a trabalhar como secretária num consultório e, após esses dois, consegui o último emprego, que foi de recepcionista num bar.
Este, em relação aos outros dois, tinha a vantagem de não ser todos os dias e de ser num horário, 19h às 00h-01h, que me permitia assistir às aulas e estudar durante o dia.
Outras vantagens eram que ficava a poucas quadras do apartamento onde eu morava na época e, finalmente, me presenteou com essa experiência que vou contar, coisa que os dois anteriores não fizeram.
O bar não era nem no estilo desses novos, todos iguais, os famosos de cerveja artesanal, nem aqueles bares clássicos de bairro onde sempre se reúne a mesma galera.
Era um bar estranho, onde algumas noites tinha fila de espera e outras não tinha ninguém, o que pra mim era ótimo porque às 23h no máximo eu já estava dormindo, se fosse o caso.
O que realmente tinha era um grupo de amigos, entre 35 e 45 anos, que religiosamente todas as quintas-feiras das 20h às 23h se reuniam lá, na mesma mesa.
Raro era quando faltava um dos 5.
Meu primeiro encontro com eles foi na minha primeira quinta-feira de trabalho.
Primeiro dia, primeiras mesas, os nervos normais do novo, e aí nos cruzamos e tudo começou.
Quando começaram a chegar, fui eu querendo acomodá-los ou oferecer balcão, promoções ou outras coisas, e o que recebi foram risadas e um "você é nova, né?".
Eles me explicaram um pouco o ritual que vinham mantendo há 7 anos naquela mesma mesa.
O primeiro mês foi bem pesado e tive que pagar o "direito de piso" por ser nova.
Piadas, provocações, indiretas, risadas... piadas e algumas situações pra me deixar desconfortável, que sempre terminavam em risadas pra aliviar o clima.
Nunca nada sério, nem insuportável, e muito menos num nível de assédio. Afinal, era o ambiente dele e o humor dele.
Com o tempo, fui aprendendo a lidar com a situação.
Quando vinha alguma gracinha sobre alguma roupa minha ou algo do tipo, eu logo saía pela tangente, rebatendo, por exemplo, que a mulher dele não podia ficar sabendo – o que, obviamente, gerava risadas no resto do grupo e mudava o alvo das piadas.
Mês a mês, a vibe foi melhorando, e até já me permitiram, de vez em quando, ficar sentada com eles, compartilhando alguma história.
Pra ser clara: 5 homens, 4 deles casados, outro namorando, mais velhos, e uma jovem mais nova que entrava na brincadeira… claramente era uma combinação explosiva.
Embora nenhum tivesse deixado explícitas as intenções de que algo acontecesse, um olhar mais demorado ou uma piada aqui e ali deixavam claro que, na mínima oportunidade…
Vale esclarecer outra coisa: mesmo que eu nunca, nem com eles nem com ninguém, me dedicasse a provocar, criar expectativas ou coisa parecida, eu topava entrar no jogo.
Sempre no controle, sempre sabendo até onde ia e sempre deixando as coisas claras.
Num quinta-feira de julho, as coisas iam mudar.
Entrei pra trabalhar num dos dias mais frios daquele ano, com uma tempestade iminente no céu e com o único consolo de que, mesmo que eu fosse me molhar em breve, logo estaria de volta no meu apartamento, dormindo. Era óbvio que ninguém iria pro bar numa noite daquelas.
Cheguei às 18h50, já de noite, vestida com umas botas de plataforma marrons que me davam uns 6 centímetros pelo menos, uma legging preta de brilho, camisa e suéter brancos, jaqueta de couro preta, com a respectiva echarpe bordô e gorro de lã.
A primeira coisa que encontro ao chegar foi o dono me dizendo: “Você tá louca, Cyn? Nem devia ter vindo. Se quiser, pode ir embora.”
A proposta era tentadora, mas como já estava lá… Resolvi ficar mais um pouco. Ficamos batendo papo um bom tempo com o dono, e quando eu já estava pra ir embora, um dos 5 valentes chegou no bar. Entrou, cumprimentou a gente e foi pra mesa de sempre dele, começou a ficar no celular e de vez em quando dava uma olhada na porta esperando os companheiros. 10, 15 minutos se passaram e nenhum valente apareceu, dava pra ver que ele tava mais preocupado, olhava o celular, mandava mensagem, ligava. Me aproximei pra perguntar se ele ia pedir alguma coisa e de quebra zoar ele com a situação. “São todos uns frangos, ficaram de conchinha com as patroas com certeza, umas gotinhas e já não vêm” ele disse numa mistura de riso e raiva. Fui e trouxe uma cerveja pra ele, o mínimo que se podia fazer por um cliente assim. “Vai me deixar tomando sozinho?” ouvi enquanto me afastava. “Não, vou buscar a minha” pra entrar na brincadeira. E foi o que aconteceu mesmo, sentei com ele pra fazer companhia. A gente até se conhecia, mas a situação era estranha, tava diferente, nunca a gente tinha ficado sozinho assim, e nos primeiros 10 minutos isso ficou bem claro. Não faltou aquele leque clássico de perguntas, aquelas que entediam todo mundo, como tinha sido o dia, como tava o trabalho e tal. Passado aquele tempo de acostumar com a situação, começou a aparecer a parte interessante. “Olha, se me vissem tomando uma cerveja sozinho com você, esses fdps morriam” “Por quê?” perguntei eu entre risos, “Ah, você sabe como é, a gente é homem, cyn, e você é gostosa pra caralho, imagina que tipo de coisa a gente fala”. “Quais?” saiu da minha boca, com um tom de alguém mais do que interessada em saber sobre o assunto. “Nããão, não posso, são coisas privadas nossas”, entendendo por onde ele tava querendo chegar. A curiosidade é um dos motores mais importantes que move uma pessoa, e aquele quarentão que tava comigo conversando tinha entendido isso perfeitamente. Na hora ele percebeu que eu tava morrendo de vontade de saber as coisas que eles falavam de mim, e obviamente soube aproveitar. A conversa mudou de direção na hora pra Desse lado, como se fosse um filme, ele começou a me relatar cada situação em que tinham feito algum comentário sobre mim.
Era incrível, ele sabia praticamente dia por dia que roupa eu tinha usado, entre outras coisas.
“Lembra do dia que você veio com um jeans clarinho?”
“Não muito, quando?”
“Ah, faz uns 2 meses, nesse dia você matou a gente, louca, juro que a gente não parava de falar daquele rabo.”
Muitas vezes em situações assim, em que estamos muito interessados e metidos no assunto, perdemos a capacidade de análise e coerência.
Isso aconteceu comigo, quando logo em seguida perguntei:
“E nunca apostaram quem me comia primeiro ou algo assim?”
Silêncio total, claramente ele vinha conduzindo a situação melhor que eu e não tinha chegado naquele nível de falar qualquer coisa do inconsciente.
Entre risadas ele disse: “e você, quantas vezes pensou nisso?”
“Não, eu nunca”, pronto, não era crível e não tinha volta, tinha aberto essa porta.
Pela primeira vez depois de muito tempo eu estava numa situação difícil de manejar, e que naquela altura eu já não queria manejar, queria que acontecesse o que tivesse que acontecer.
“Olha, apostar quem te comia primeiro não, nunca apostamos nem pensamos nisso, mas é uma ideia legal, ainda mais se for eu aquele.”
A conversa continuou, em outros termos, com outros assuntos.
Nos olhando fixamente nos olhos e esperando que a situação explodisse.
“Que horas são?” ele perguntou.
“Onze menos vinte” eu respondi.
“Como o tempo passou rápido, já daqui a pouco tenho que estar em casa.”
“Ai, gata, gata” ele suspirava e me olhava.
Na minha humilde interpretação daquele momento, ele estava morrendo de vontade de me pegar e morrer num hotel comigo, mas tinha muito presente o fato de voltar para casa.
Dava pra notar, aquele debate interno que impedia ele de engatar a primeira e arrancar.
“Bom, vou indo, se quiser te levo.”
Sob o olhar atento do dono, que aprovava a situação lá do fundo do bar, acompanhando com um “pásenla lindo”, saímos.
Corremos meia quadra debaixo de chuva. como 2 pivetes, onde o carro tava estacionado.
Ele entrou, eu entrei, a gente se olhou e rapidão ele ligou o motor.
“Onde você mora?” ele me perguntou, meio na dúvida.
Eu não tava acreditando, ainda ali, comigo sentada do lado — e sejamos sinceros, totalmente entregue — dentro do carro, a situação ainda não tava definida.
Passei meu endereço, e rapidinho fizemos as 4 quadras até o lugar.
Chegamos na porta, depois de um silêncio constrangedor, eu disse “valeu, Adri”, dei um beijo na bochecha dele e me virei pra abrir a porta.
Não podia fazer mais nada. Mesmo com vontade, tinha que respeitar a decisão dele.
Até que uma mão na minha perna e um “para” travaram minha ação.
Rapidão ele foi na direção da minha boca — e obviamente achou.
Não precisava dizer mais nada, ele finalmente tinha escolhido.
“Tem algum hotel por aqui? Faz mil anos que não vou num hotel.”
“Não faço ideia, eu também não… mas podemos subir pro meu apto, se quiser.”
“Não, eu quero te comer num hotel.”
Na hora ele pegou o celular e me entregou. “Procura aí no Google Maps.”
E aí sim, ele já tinha perdido totalmente a racionalidade depois de tudo aquilo.
“Yerbal e Rojas” — encontrei um e comentei.
“Olha o que tão falando no grupo.”
Quem diria que aquilo ia ser um antes e um depois.
Entrei no WhatsApp e achei o grupo, comecei a ler — as últimas mensagens eram todas pedindo desculpa por não ter ido.
Fiquei lendo tudo.
Ele ria, se irritava, e seguia firme dirigindo pra direção que eu tinha passado.
“Manda uma mensagem pra eles.”
“O que eu ponho?”
“Fala que são todos uns frouxos… melhor ainda, manda um áudio, diz que sentiu falta deles.”
Nem pensei duas vezes: “Oi, galera, que foi, não apareceram? Sentí falta de vocês hoje.”
Imediatamente, aquele grupo morto, cheio de desculpas, explodiu.
Teorias de um lado, teorias do outro.
Tinha os que postavam “que grande, vai comer ela” contra os “gordo, tua mulher vai te dar um pé na bunda”.
Não deu, a situação me pegou.
Estar ali lendo o que eles escreviam gerou um nível de tesão e excitação que eu nunca tinha imaginado.
“Manda uma fotinha pra eles, não?” enquanto o ego dele… explodiu.
Logo depois eu fiz, foto sorrindo no carro dele.
As teorias continuavam, já estávamos 3 a 1 a favor de que era tudo uma zoeira.
Chegamos no hotel, e antes de entrar no quarto ele disse: "vamos fazer parecer real."
E na hora eu entendi que tinha que posar.
Levantando os dois braços, na porta daquele quarto vi o flash disparar.
Entramos, o celular continuava sendo a vedete, ele me pegou no colo, fomos pro primeiro sofá que encontramos.
Me sentou em cima dele, deixando bem claro como ele estava excitado.
Me deu o celular de novo, igual mãe que dá o seu pro filho pra ele calar a boca.
Choviam mensagens, aquele 3 a 1 a favor de que era zoeira rapidamente virou todo tipo de comentário parabenizando ele.
E eu, enquanto isso, ele me deixava louca.
Tão louca que mal tinha percebido que ele já tinha a mão dentro do meu leggin e estava me tocando com os dedos.
Não deu pra mais, o celular foi pro lado.
Me deitou naquele sofá, tirou os dois sapatos rapidinho, e começou a puxar o leggin.
Sem perder tempo, jogou ele longe e rapidamente levou a cabeça entre as minhas pernas.
Faltava o fio dental, que ele tirou com muita paciência e movimentos lentos.
Eu, enquanto isso, tirava a blusa e jogava o sutiã.
Com uma delicadeza e técnica incrível, começou a chupar minha buceta, sem dúvida uma das melhores vezes que já tinham feito isso em mim.
Depois parou, e se levantou pra me dar um beijo, não antes de enfiar dois dedos bem fundo lá embaixo.
Depois desse beijo, começou a descer de novo, passou pelo meu pescoço e chegou nos meus peitos, depois voltou lá, lá embaixo, onde esses dois dedos não paravam de entrar e sair.
Voltou a chupar, sem nunca parar de meter os dedos, o que me fez gemer e me contorcer toda, não conseguia ficar quieta.
Isso deixou ele ainda mais excitado, e, claro, fez com que ele ficasse melhor ainda.
No meio disso, ele abriu o zíper do jeans e tirou como pôde.
Sem eu perceber, trocou os dedos pelo pau dele, e começou a me foder forte contra Essa poltrona.
Sem tirar o pau, ele me abraça por trás com um dos braços e me levanta, caminhamos alguns passos até a cama.
Ele começou a tirar a camiseta, enquanto eu, já sentada na cama, terminei de tirar o jeans e a cueca dele.
Fiquei de frente pro pau dele, não dava pra não experimentar, logo ouvi um suspiro da parte dele, e rapidamente a mão dele acompanhando minha cabeça.
"Quanto tempo fazia que não me mamavam" exclamou, enquanto apertava e apertava minha cabeça contra ele.
Ele tirou e passou ele todo no meu rosto, eu curtia tanto quanto ele.
Em seguida, jogou ele pra trás e deixou as bolas à disposição.
"Dá uma chupadinha" – com prazer eu fiz.
O pau voltou pra minha boca, e depois de me comer fazendo força com as duas mãos na minha cabeça contra ele, me levantou com uma mão, me deu um beijo e me virou.
Um leve empurrão contra a cama, e ele começou a me comer assim, de costas, com os braços apoiados na cama.
Depois deitou atrás de mim, ficando os dois de lado. Aí conheci o Poringa.
Enquanto me comia nessa posição, soltou: "Algum dia você vai aparecer no Poringa"
"O que é isso?" "Um site, onde dá pra postar fotos de casal."
O assunto ficou por ali, ele se jogou em cima de mim e começou a me comer forte contra a cama.
Era minha vez, por isso rodamos, e me cabia ficar por cima.
Como nunca, sentei em cima e subi e desci cobrindo o maior trajeto possível.
Não convencia muito ele, não ter o controle não era algo que ele curtia, por isso rapidamente voltei a ficar de quatro.
E aí ele empurrou e empurrou até que não aguentei mais.
Tava com muita vontade de gozar, e sem me segurar cheguei naquele orgasmo, com ele ali, dentro de mim.
Ele não interrompeu o momento, me deixou curtir, com ele ali.
Assim que terminei, não tive trégua.
Lá estava eu de novo, ajoelhada, com ele de lado pra mim.
Ele juntou todo meu cabelo atrás, enquanto segurava com uma mão, empurrava minha cabeça pra minha boca alcançar de lado pra chupar ele.
Com a outra, ele se tocava.
Quando chegou a Naquele momento, ele se posicionou de frente para mim e, ajustando minha cabeça, disse: “Fecha os olhinhos”.
Em seguida, começou a gozar, muito preocupado em cobrir todo o meu rosto.
Terminou de gozar e levou o pau à minha boca novamente.
“Agora você está pronta para uma fotinho”, disse ele entre risadas. Algo que, se tivesse acontecido, eu não teria me oposto.
“Você é divina, Cyn”, enquanto a situação chegava ao fim.
E assim terminou. Enquanto eu tomava banho, ele se arrumou o melhor possível.
Me levou para casa, nos despedimos.
E só na quinta-feira seguinte nos vimos de novo, não para sexo, mas para a rotina do bar.
Onde, por mútuo acordo, nos encarregamos de fazê-los acreditar que haviam caído na brincadeira.
Plantamos essa dúvida, o que foi suficiente para continuarmos nos divertindo, sem nenhum tipo de certeza para eles.
Uma pessoa que tive a chance de conhecer em um dos meus últimos trabalhos antes de me formar.
Exceto nos 2 primeiros anos da faculdade, onde mergulhei de cabeça só nisso, nos 3 anos e meio restantes trabalhei enquanto estudava.
Primeiro foi numa loja de roupas, depois passei a trabalhar como secretária num consultório e, após esses dois, consegui o último emprego, que foi de recepcionista num bar.
Este, em relação aos outros dois, tinha a vantagem de não ser todos os dias e de ser num horário, 19h às 00h-01h, que me permitia assistir às aulas e estudar durante o dia.
Outras vantagens eram que ficava a poucas quadras do apartamento onde eu morava na época e, finalmente, me presenteou com essa experiência que vou contar, coisa que os dois anteriores não fizeram.
O bar não era nem no estilo desses novos, todos iguais, os famosos de cerveja artesanal, nem aqueles bares clássicos de bairro onde sempre se reúne a mesma galera.
Era um bar estranho, onde algumas noites tinha fila de espera e outras não tinha ninguém, o que pra mim era ótimo porque às 23h no máximo eu já estava dormindo, se fosse o caso.
O que realmente tinha era um grupo de amigos, entre 35 e 45 anos, que religiosamente todas as quintas-feiras das 20h às 23h se reuniam lá, na mesma mesa.
Raro era quando faltava um dos 5.
Meu primeiro encontro com eles foi na minha primeira quinta-feira de trabalho.
Primeiro dia, primeiras mesas, os nervos normais do novo, e aí nos cruzamos e tudo começou.
Quando começaram a chegar, fui eu querendo acomodá-los ou oferecer balcão, promoções ou outras coisas, e o que recebi foram risadas e um "você é nova, né?".
Eles me explicaram um pouco o ritual que vinham mantendo há 7 anos naquela mesma mesa.
O primeiro mês foi bem pesado e tive que pagar o "direito de piso" por ser nova.
Piadas, provocações, indiretas, risadas... piadas e algumas situações pra me deixar desconfortável, que sempre terminavam em risadas pra aliviar o clima.
Nunca nada sério, nem insuportável, e muito menos num nível de assédio. Afinal, era o ambiente dele e o humor dele.
Com o tempo, fui aprendendo a lidar com a situação.
Quando vinha alguma gracinha sobre alguma roupa minha ou algo do tipo, eu logo saía pela tangente, rebatendo, por exemplo, que a mulher dele não podia ficar sabendo – o que, obviamente, gerava risadas no resto do grupo e mudava o alvo das piadas.
Mês a mês, a vibe foi melhorando, e até já me permitiram, de vez em quando, ficar sentada com eles, compartilhando alguma história.
Pra ser clara: 5 homens, 4 deles casados, outro namorando, mais velhos, e uma jovem mais nova que entrava na brincadeira… claramente era uma combinação explosiva.
Embora nenhum tivesse deixado explícitas as intenções de que algo acontecesse, um olhar mais demorado ou uma piada aqui e ali deixavam claro que, na mínima oportunidade…
Vale esclarecer outra coisa: mesmo que eu nunca, nem com eles nem com ninguém, me dedicasse a provocar, criar expectativas ou coisa parecida, eu topava entrar no jogo.
Sempre no controle, sempre sabendo até onde ia e sempre deixando as coisas claras.
Num quinta-feira de julho, as coisas iam mudar.
Entrei pra trabalhar num dos dias mais frios daquele ano, com uma tempestade iminente no céu e com o único consolo de que, mesmo que eu fosse me molhar em breve, logo estaria de volta no meu apartamento, dormindo. Era óbvio que ninguém iria pro bar numa noite daquelas.
Cheguei às 18h50, já de noite, vestida com umas botas de plataforma marrons que me davam uns 6 centímetros pelo menos, uma legging preta de brilho, camisa e suéter brancos, jaqueta de couro preta, com a respectiva echarpe bordô e gorro de lã.
A primeira coisa que encontro ao chegar foi o dono me dizendo: “Você tá louca, Cyn? Nem devia ter vindo. Se quiser, pode ir embora.”
A proposta era tentadora, mas como já estava lá… Resolvi ficar mais um pouco. Ficamos batendo papo um bom tempo com o dono, e quando eu já estava pra ir embora, um dos 5 valentes chegou no bar. Entrou, cumprimentou a gente e foi pra mesa de sempre dele, começou a ficar no celular e de vez em quando dava uma olhada na porta esperando os companheiros. 10, 15 minutos se passaram e nenhum valente apareceu, dava pra ver que ele tava mais preocupado, olhava o celular, mandava mensagem, ligava. Me aproximei pra perguntar se ele ia pedir alguma coisa e de quebra zoar ele com a situação. “São todos uns frangos, ficaram de conchinha com as patroas com certeza, umas gotinhas e já não vêm” ele disse numa mistura de riso e raiva. Fui e trouxe uma cerveja pra ele, o mínimo que se podia fazer por um cliente assim. “Vai me deixar tomando sozinho?” ouvi enquanto me afastava. “Não, vou buscar a minha” pra entrar na brincadeira. E foi o que aconteceu mesmo, sentei com ele pra fazer companhia. A gente até se conhecia, mas a situação era estranha, tava diferente, nunca a gente tinha ficado sozinho assim, e nos primeiros 10 minutos isso ficou bem claro. Não faltou aquele leque clássico de perguntas, aquelas que entediam todo mundo, como tinha sido o dia, como tava o trabalho e tal. Passado aquele tempo de acostumar com a situação, começou a aparecer a parte interessante. “Olha, se me vissem tomando uma cerveja sozinho com você, esses fdps morriam” “Por quê?” perguntei eu entre risos, “Ah, você sabe como é, a gente é homem, cyn, e você é gostosa pra caralho, imagina que tipo de coisa a gente fala”. “Quais?” saiu da minha boca, com um tom de alguém mais do que interessada em saber sobre o assunto. “Nããão, não posso, são coisas privadas nossas”, entendendo por onde ele tava querendo chegar. A curiosidade é um dos motores mais importantes que move uma pessoa, e aquele quarentão que tava comigo conversando tinha entendido isso perfeitamente. Na hora ele percebeu que eu tava morrendo de vontade de saber as coisas que eles falavam de mim, e obviamente soube aproveitar. A conversa mudou de direção na hora pra Desse lado, como se fosse um filme, ele começou a me relatar cada situação em que tinham feito algum comentário sobre mim.
Era incrível, ele sabia praticamente dia por dia que roupa eu tinha usado, entre outras coisas.
“Lembra do dia que você veio com um jeans clarinho?”
“Não muito, quando?”
“Ah, faz uns 2 meses, nesse dia você matou a gente, louca, juro que a gente não parava de falar daquele rabo.”
Muitas vezes em situações assim, em que estamos muito interessados e metidos no assunto, perdemos a capacidade de análise e coerência.
Isso aconteceu comigo, quando logo em seguida perguntei:
“E nunca apostaram quem me comia primeiro ou algo assim?”
Silêncio total, claramente ele vinha conduzindo a situação melhor que eu e não tinha chegado naquele nível de falar qualquer coisa do inconsciente.
Entre risadas ele disse: “e você, quantas vezes pensou nisso?”
“Não, eu nunca”, pronto, não era crível e não tinha volta, tinha aberto essa porta.
Pela primeira vez depois de muito tempo eu estava numa situação difícil de manejar, e que naquela altura eu já não queria manejar, queria que acontecesse o que tivesse que acontecer.
“Olha, apostar quem te comia primeiro não, nunca apostamos nem pensamos nisso, mas é uma ideia legal, ainda mais se for eu aquele.”
A conversa continuou, em outros termos, com outros assuntos.
Nos olhando fixamente nos olhos e esperando que a situação explodisse.
“Que horas são?” ele perguntou.
“Onze menos vinte” eu respondi.
“Como o tempo passou rápido, já daqui a pouco tenho que estar em casa.”
“Ai, gata, gata” ele suspirava e me olhava.
Na minha humilde interpretação daquele momento, ele estava morrendo de vontade de me pegar e morrer num hotel comigo, mas tinha muito presente o fato de voltar para casa.
Dava pra notar, aquele debate interno que impedia ele de engatar a primeira e arrancar.
“Bom, vou indo, se quiser te levo.”
Sob o olhar atento do dono, que aprovava a situação lá do fundo do bar, acompanhando com um “pásenla lindo”, saímos.
Corremos meia quadra debaixo de chuva. como 2 pivetes, onde o carro tava estacionado.
Ele entrou, eu entrei, a gente se olhou e rapidão ele ligou o motor.
“Onde você mora?” ele me perguntou, meio na dúvida.
Eu não tava acreditando, ainda ali, comigo sentada do lado — e sejamos sinceros, totalmente entregue — dentro do carro, a situação ainda não tava definida.
Passei meu endereço, e rapidinho fizemos as 4 quadras até o lugar.
Chegamos na porta, depois de um silêncio constrangedor, eu disse “valeu, Adri”, dei um beijo na bochecha dele e me virei pra abrir a porta.
Não podia fazer mais nada. Mesmo com vontade, tinha que respeitar a decisão dele.
Até que uma mão na minha perna e um “para” travaram minha ação.
Rapidão ele foi na direção da minha boca — e obviamente achou.
Não precisava dizer mais nada, ele finalmente tinha escolhido.
“Tem algum hotel por aqui? Faz mil anos que não vou num hotel.”
“Não faço ideia, eu também não… mas podemos subir pro meu apto, se quiser.”
“Não, eu quero te comer num hotel.”
Na hora ele pegou o celular e me entregou. “Procura aí no Google Maps.”
E aí sim, ele já tinha perdido totalmente a racionalidade depois de tudo aquilo.
“Yerbal e Rojas” — encontrei um e comentei.
“Olha o que tão falando no grupo.”
Quem diria que aquilo ia ser um antes e um depois.
Entrei no WhatsApp e achei o grupo, comecei a ler — as últimas mensagens eram todas pedindo desculpa por não ter ido.
Fiquei lendo tudo.
Ele ria, se irritava, e seguia firme dirigindo pra direção que eu tinha passado.
“Manda uma mensagem pra eles.”
“O que eu ponho?”
“Fala que são todos uns frouxos… melhor ainda, manda um áudio, diz que sentiu falta deles.”
Nem pensei duas vezes: “Oi, galera, que foi, não apareceram? Sentí falta de vocês hoje.”
Imediatamente, aquele grupo morto, cheio de desculpas, explodiu.
Teorias de um lado, teorias do outro.
Tinha os que postavam “que grande, vai comer ela” contra os “gordo, tua mulher vai te dar um pé na bunda”.
Não deu, a situação me pegou.
Estar ali lendo o que eles escreviam gerou um nível de tesão e excitação que eu nunca tinha imaginado.
“Manda uma fotinha pra eles, não?” enquanto o ego dele… explodiu.
Logo depois eu fiz, foto sorrindo no carro dele.
As teorias continuavam, já estávamos 3 a 1 a favor de que era tudo uma zoeira.
Chegamos no hotel, e antes de entrar no quarto ele disse: "vamos fazer parecer real."
E na hora eu entendi que tinha que posar.
Levantando os dois braços, na porta daquele quarto vi o flash disparar.
Entramos, o celular continuava sendo a vedete, ele me pegou no colo, fomos pro primeiro sofá que encontramos.
Me sentou em cima dele, deixando bem claro como ele estava excitado.
Me deu o celular de novo, igual mãe que dá o seu pro filho pra ele calar a boca.
Choviam mensagens, aquele 3 a 1 a favor de que era zoeira rapidamente virou todo tipo de comentário parabenizando ele.
E eu, enquanto isso, ele me deixava louca.
Tão louca que mal tinha percebido que ele já tinha a mão dentro do meu leggin e estava me tocando com os dedos.
Não deu pra mais, o celular foi pro lado.
Me deitou naquele sofá, tirou os dois sapatos rapidinho, e começou a puxar o leggin.
Sem perder tempo, jogou ele longe e rapidamente levou a cabeça entre as minhas pernas.
Faltava o fio dental, que ele tirou com muita paciência e movimentos lentos.
Eu, enquanto isso, tirava a blusa e jogava o sutiã.
Com uma delicadeza e técnica incrível, começou a chupar minha buceta, sem dúvida uma das melhores vezes que já tinham feito isso em mim.
Depois parou, e se levantou pra me dar um beijo, não antes de enfiar dois dedos bem fundo lá embaixo.
Depois desse beijo, começou a descer de novo, passou pelo meu pescoço e chegou nos meus peitos, depois voltou lá, lá embaixo, onde esses dois dedos não paravam de entrar e sair.
Voltou a chupar, sem nunca parar de meter os dedos, o que me fez gemer e me contorcer toda, não conseguia ficar quieta.
Isso deixou ele ainda mais excitado, e, claro, fez com que ele ficasse melhor ainda.
No meio disso, ele abriu o zíper do jeans e tirou como pôde.
Sem eu perceber, trocou os dedos pelo pau dele, e começou a me foder forte contra Essa poltrona.
Sem tirar o pau, ele me abraça por trás com um dos braços e me levanta, caminhamos alguns passos até a cama.
Ele começou a tirar a camiseta, enquanto eu, já sentada na cama, terminei de tirar o jeans e a cueca dele.
Fiquei de frente pro pau dele, não dava pra não experimentar, logo ouvi um suspiro da parte dele, e rapidamente a mão dele acompanhando minha cabeça.
"Quanto tempo fazia que não me mamavam" exclamou, enquanto apertava e apertava minha cabeça contra ele.
Ele tirou e passou ele todo no meu rosto, eu curtia tanto quanto ele.
Em seguida, jogou ele pra trás e deixou as bolas à disposição.
"Dá uma chupadinha" – com prazer eu fiz.
O pau voltou pra minha boca, e depois de me comer fazendo força com as duas mãos na minha cabeça contra ele, me levantou com uma mão, me deu um beijo e me virou.
Um leve empurrão contra a cama, e ele começou a me comer assim, de costas, com os braços apoiados na cama.
Depois deitou atrás de mim, ficando os dois de lado. Aí conheci o Poringa.
Enquanto me comia nessa posição, soltou: "Algum dia você vai aparecer no Poringa"
"O que é isso?" "Um site, onde dá pra postar fotos de casal."
O assunto ficou por ali, ele se jogou em cima de mim e começou a me comer forte contra a cama.
Era minha vez, por isso rodamos, e me cabia ficar por cima.
Como nunca, sentei em cima e subi e desci cobrindo o maior trajeto possível.
Não convencia muito ele, não ter o controle não era algo que ele curtia, por isso rapidamente voltei a ficar de quatro.
E aí ele empurrou e empurrou até que não aguentei mais.
Tava com muita vontade de gozar, e sem me segurar cheguei naquele orgasmo, com ele ali, dentro de mim.
Ele não interrompeu o momento, me deixou curtir, com ele ali.
Assim que terminei, não tive trégua.
Lá estava eu de novo, ajoelhada, com ele de lado pra mim.
Ele juntou todo meu cabelo atrás, enquanto segurava com uma mão, empurrava minha cabeça pra minha boca alcançar de lado pra chupar ele.
Com a outra, ele se tocava.
Quando chegou a Naquele momento, ele se posicionou de frente para mim e, ajustando minha cabeça, disse: “Fecha os olhinhos”.
Em seguida, começou a gozar, muito preocupado em cobrir todo o meu rosto.
Terminou de gozar e levou o pau à minha boca novamente.
“Agora você está pronta para uma fotinho”, disse ele entre risadas. Algo que, se tivesse acontecido, eu não teria me oposto.
“Você é divina, Cyn”, enquanto a situação chegava ao fim.
E assim terminou. Enquanto eu tomava banho, ele se arrumou o melhor possível.
Me levou para casa, nos despedimos.
E só na quinta-feira seguinte nos vimos de novo, não para sexo, mas para a rotina do bar.
Onde, por mútuo acordo, nos encarregamos de fazê-los acreditar que haviam caído na brincadeira.
Plantamos essa dúvida, o que foi suficiente para continuarmos nos divertindo, sem nenhum tipo de certeza para eles.
21 comentários - “Sos divina cyn”
Espero tengas mas experiencias o anécdotas que quieras compartir.
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