Pt 2:http://m.poringa.net/posts/relatos/3131764/Peligros-que-correr-Pt-2.htmlANTES DE COMEÇAR, QUERIA AGRADECER O APOIO DE VOCÊS. ALÉM DISSO, QUERIA DIZER QUE ESTOU PROCURANDO UMA GAROTA PARA ILUSTRAR AS CENAS DA HISTÓRIA. AS INTERESSADAS PODEM MANDAR UMA FOTO (NÃO PRECISA MOSTRAR O ROSTO) POR MENSAGEM PRIVADA. OBRIGADO.
Precisei de uns dias para me recuperar completamente de uma chupada daquelas. Uma tarde nos encontramos no corredor, ela estava com uma camiseta bem justa, como sempre usava, e os mamilos estavam bem duros. Diminuí o ritmo da minha caminhada e tentei beliscar um dos mamilos dela, mas a resposta foi rápida: ela bateu na minha mão e sussurrou:
Andrea: "Você não me toca, eu é que me satisfaço com o seu pau e sua porra."
Aldair: "Isso não é justo, seus mamilos estão implorando para serem estimulados."
Andrea: "Não! Eles são sensíveis, então não toque neles a menos que eu dê permissão."
Aldair: "Tudo bem, mas você não disse nada sobre sua bunda" — enquanto minha mão agarrava completamente uma de suas nádegas.
Andrea: "Você não tem permissão para me tocar em lugar nenhum, e se não obedecer, vou ter que fazer o árduo trabalho de procurar um pau maior e trocar você."
Em seguida, ela pegou minha mão da sua bunda, levou até a boca, lambeu dois dedos e depois os colocou na boca antes de tirá-los e ir embora.
Alguns dias se passaram sem ação, até que do nada ela apareceu na minha porta com um vestidinho laranja. Depois de um sorriso e uma olhada ciumenta pros lados, ela tirou a calcinha e jogou pra mim, dizendo: "Pra você bater uma". Era azul com bolinhas brancas. Imediatamente levei ao nariz; tinha um cheiro muito forte, como se ela tivesse usado mais de um dia só pra impregnar o cheiro e me dar. Ela foi embora e comecei meu serviço, mas a ideia de saber que ela estava sem calcinha não me deixava terminar. Aí decidi que tinha que tomar o controle da situação.
Me levantei e primeiro olhei para os outros. Duas das senhoras mais velhas estavam assistindo TV na sala e minha irmã mais nova estava tirando uma soneca. Voltando, ouvi Andrea falando no celular; entrei no quarto dela bem sorrateiramente enquanto ela falava deitada, com os peitos colados no colchão e as pernas ligeiramente abertas. Sem pensar, enfiei os dedos que ela chupou da outra vez por baixo da saia, entre suas pernas finas mas bem torneadas, indo direto na sua buceta. Ela não tinha colocado outra calcinha e, ao esfregar rapidamente a ponta dos meus dedos no seu clitóris, escapou um pequeno gemido. Tapando a boca, ela se virou, afastou o celular do rosto e disse:
Andrea: "Isso não foi o que combinamos" enquanto agitava as pernas, que eu tentava segurar.
Aldair: "Você falou, eu não aceitei nada. Além do mais, o gemido que você acabou de dar diz o contrário da sua boca."
Andrea: "Me solta" enquanto se virava e tentava sentar, e a voz da amiga dela era ouvida pelo celular. Coloquei minha mão na garganta dela e a empurrei de volta para o colchão. "Você relaxa e fala com sua amiga... se conseguir" disse, e depois de tocar um pouco mais sua vagina, desci para buscar com os lábios o que me pertencia; levantei a saia e, separando suas pernas, pude ver de perto sua vagina bem peluda, os contornos eram levemente marrons e seus lábios vaginais estavam um pouco separados. Me deu água na boca e comecei procurando seu clitóris com minha língua, encontrei e suas costas se arquearam, dificultando que ela terminasse a frase. Continuei com seus lábios, que lambi e beijei enquanto via os pelos das pernas dela arrepiarem. Esperei que ela fosse falar para posicionar minha língua no seu períneo e subir com força e fúria até sentir os pelos da sua buceta na minha língua. O gemido foi mais forte e, no pequeno silêncio, ouviu-se a amiga perguntar: "Você está transando enquanto fala comigo? Dessa vez você se superou." Ao que Andrea, reunindo forças, disse: "Não, não, é que meu sutiã apertou e você sabe que... meus mamilos são muito sensíveis》 parece que ele acreditou, e continuaram a conversa enquanto eu também prosseguia com meu diálogo com seus outros lábios. Chupei seu clitóris até que começou a inchar um pouco, para então dar leves batidinhas com a língua e esfregar minha barba áspera, ela começou a tomar medidas dignas de recorde; parecia um micro pau. Ela cobriu o celular novamente e me disse:
Andrea: "Para, por favor" — quase suplicando.
Aldair: "Eu quero que você sofra, putinha."
Andrea: "Não, por favor, eu deixo você beliscar meus mamilos, mas..." — não a deixei terminar a frase ao pegar com meus dentes um de seus lábios. E de seu celular se ouviu: "Você ainda está aí, Andrea? Você está mesmo transando?"
Andrea retomou a conversa como pôde, mas eu tinha mais uma arma na manga para fazê-la sofrer. Deslizei um dos meus dedos entre seus lábios vaginais já encharcados, que entraram com uma facilidade surpreendente, e enquanto estimulava com fúria seu micropênis, ela cortou a ligação para gemer, colocando o travesseiro na boca para não ser ouvida. Seus líquidos tinham um toque doce e salgado ao mesmo tempo, que me fazia querer extrair mais.
Uma das mulheres mais velhas me chamou do corredor, enquanto sentíamos seus passos se aproximando do meu quarto, e, ao não me ver, chamou Andrea para perguntar por mim. Já não me importava se me pegassem, eu já estava curtindo ela, então movia meu dedo rapidamente dentro dela enquanto prendia seu clitóris com os dentes. Fazendo um esforço quase sobre-humano, ela respondeu: "Não, talvez ele tenha saído."
A senhora mais velha replicou: "Você está bem? Sua voz está um pouco estranha" — enquanto seus passos se aproximavam e eu aumentava a velocidade. Andrea disse: "Sim, bem, só estou com um pouco de sono, ainda estou de calcinha, então não entre."
Suas pernas se entrelaçaram sobre mim ao ouvir a senhora se afastar, e ela se deixou levar pelo prazer, repetindo: "Não para, não para" — ao mesmo tempo que tirava os seios do vestido. Sua buceta sofria contrações, e suas mãos buscavam seus mamilos bem duros, até que, jogando a cabeça para trás com os olhos quase em branco, apertando seus seios com muita força, seu corpinho se convulsionou e, com a voz entrecortada, pronunciou as palavras que eu tanto ansiava ouvir: "Gozei" — disse enquanto ofegava.
Me levantei e ela disse: Andrea: "Não faça isso de novo" enquanto arrumava o vestido e recuperava o fôlego. Aldair: "Alguns minutos atrás você não pensava assim". Andrea: "É uma ordem" enquanto levantava a mão como se fosse me dar um tapa. Aldair: "Você não manda em mim, eu faço" enquanto segurava sua mão e com a outra, meus dedos invadiam novamente uma buceta apertada para se mover rápido e freneticamente, o que fez ela perder todas as forças e sentar-se exausta de prazer. Então acrescentei: "agora eu estou no comando aqui" enquanto esfregava seus fluidos nos lábios dela para depois beijá-la e sair, fingindo que ia dizer à senhora mais velha que veio me buscar. CONTINUARÁ... TODAS AS FOTOS SÃO REFERENCIAIS PARA AJUDAR A MERGULHAR NA HISTÓRIA. ESPERO QUE GOSTEM, COMPARTILHEM E ME DEIXEM SUGESTÕES. A PRÓXIMA PARTE VOU POSTAR NA PRÓXIMA SEMANA, OU ANTES SE ESSA ATINGIR 70 PONTOS.
Precisei de uns dias para me recuperar completamente de uma chupada daquelas. Uma tarde nos encontramos no corredor, ela estava com uma camiseta bem justa, como sempre usava, e os mamilos estavam bem duros. Diminuí o ritmo da minha caminhada e tentei beliscar um dos mamilos dela, mas a resposta foi rápida: ela bateu na minha mão e sussurrou:
Andrea: "Você não me toca, eu é que me satisfaço com o seu pau e sua porra."
Aldair: "Isso não é justo, seus mamilos estão implorando para serem estimulados."
Andrea: "Não! Eles são sensíveis, então não toque neles a menos que eu dê permissão."
Aldair: "Tudo bem, mas você não disse nada sobre sua bunda" — enquanto minha mão agarrava completamente uma de suas nádegas.
Andrea: "Você não tem permissão para me tocar em lugar nenhum, e se não obedecer, vou ter que fazer o árduo trabalho de procurar um pau maior e trocar você."
Em seguida, ela pegou minha mão da sua bunda, levou até a boca, lambeu dois dedos e depois os colocou na boca antes de tirá-los e ir embora.
Alguns dias se passaram sem ação, até que do nada ela apareceu na minha porta com um vestidinho laranja. Depois de um sorriso e uma olhada ciumenta pros lados, ela tirou a calcinha e jogou pra mim, dizendo: "Pra você bater uma". Era azul com bolinhas brancas. Imediatamente levei ao nariz; tinha um cheiro muito forte, como se ela tivesse usado mais de um dia só pra impregnar o cheiro e me dar. Ela foi embora e comecei meu serviço, mas a ideia de saber que ela estava sem calcinha não me deixava terminar. Aí decidi que tinha que tomar o controle da situação.
Me levantei e primeiro olhei para os outros. Duas das senhoras mais velhas estavam assistindo TV na sala e minha irmã mais nova estava tirando uma soneca. Voltando, ouvi Andrea falando no celular; entrei no quarto dela bem sorrateiramente enquanto ela falava deitada, com os peitos colados no colchão e as pernas ligeiramente abertas. Sem pensar, enfiei os dedos que ela chupou da outra vez por baixo da saia, entre suas pernas finas mas bem torneadas, indo direto na sua buceta. Ela não tinha colocado outra calcinha e, ao esfregar rapidamente a ponta dos meus dedos no seu clitóris, escapou um pequeno gemido. Tapando a boca, ela se virou, afastou o celular do rosto e disse:Andrea: "Isso não foi o que combinamos" enquanto agitava as pernas, que eu tentava segurar.
Aldair: "Você falou, eu não aceitei nada. Além do mais, o gemido que você acabou de dar diz o contrário da sua boca."
Andrea: "Me solta" enquanto se virava e tentava sentar, e a voz da amiga dela era ouvida pelo celular. Coloquei minha mão na garganta dela e a empurrei de volta para o colchão. "Você relaxa e fala com sua amiga... se conseguir" disse, e depois de tocar um pouco mais sua vagina, desci para buscar com os lábios o que me pertencia; levantei a saia e, separando suas pernas, pude ver de perto sua vagina bem peluda, os contornos eram levemente marrons e seus lábios vaginais estavam um pouco separados. Me deu água na boca e comecei procurando seu clitóris com minha língua, encontrei e suas costas se arquearam, dificultando que ela terminasse a frase. Continuei com seus lábios, que lambi e beijei enquanto via os pelos das pernas dela arrepiarem. Esperei que ela fosse falar para posicionar minha língua no seu períneo e subir com força e fúria até sentir os pelos da sua buceta na minha língua. O gemido foi mais forte e, no pequeno silêncio, ouviu-se a amiga perguntar: "Você está transando enquanto fala comigo? Dessa vez você se superou." Ao que Andrea, reunindo forças, disse: "Não, não, é que meu sutiã apertou e você sabe que... meus mamilos são muito sensíveis》 parece que ele acreditou, e continuaram a conversa enquanto eu também prosseguia com meu diálogo com seus outros lábios. Chupei seu clitóris até que começou a inchar um pouco, para então dar leves batidinhas com a língua e esfregar minha barba áspera, ela começou a tomar medidas dignas de recorde; parecia um micro pau. Ela cobriu o celular novamente e me disse:
Andrea: "Para, por favor" — quase suplicando. Aldair: "Eu quero que você sofra, putinha."
Andrea: "Não, por favor, eu deixo você beliscar meus mamilos, mas..." — não a deixei terminar a frase ao pegar com meus dentes um de seus lábios. E de seu celular se ouviu: "Você ainda está aí, Andrea? Você está mesmo transando?"
Andrea retomou a conversa como pôde, mas eu tinha mais uma arma na manga para fazê-la sofrer. Deslizei um dos meus dedos entre seus lábios vaginais já encharcados, que entraram com uma facilidade surpreendente, e enquanto estimulava com fúria seu micropênis, ela cortou a ligação para gemer, colocando o travesseiro na boca para não ser ouvida. Seus líquidos tinham um toque doce e salgado ao mesmo tempo, que me fazia querer extrair mais.
Uma das mulheres mais velhas me chamou do corredor, enquanto sentíamos seus passos se aproximando do meu quarto, e, ao não me ver, chamou Andrea para perguntar por mim. Já não me importava se me pegassem, eu já estava curtindo ela, então movia meu dedo rapidamente dentro dela enquanto prendia seu clitóris com os dentes. Fazendo um esforço quase sobre-humano, ela respondeu: "Não, talvez ele tenha saído."
A senhora mais velha replicou: "Você está bem? Sua voz está um pouco estranha" — enquanto seus passos se aproximavam e eu aumentava a velocidade. Andrea disse: "Sim, bem, só estou com um pouco de sono, ainda estou de calcinha, então não entre."
Suas pernas se entrelaçaram sobre mim ao ouvir a senhora se afastar, e ela se deixou levar pelo prazer, repetindo: "Não para, não para" — ao mesmo tempo que tirava os seios do vestido. Sua buceta sofria contrações, e suas mãos buscavam seus mamilos bem duros, até que, jogando a cabeça para trás com os olhos quase em branco, apertando seus seios com muita força, seu corpinho se convulsionou e, com a voz entrecortada, pronunciou as palavras que eu tanto ansiava ouvir: "Gozei" — disse enquanto ofegava.
Me levantei e ela disse: Andrea: "Não faça isso de novo" enquanto arrumava o vestido e recuperava o fôlego. Aldair: "Alguns minutos atrás você não pensava assim". Andrea: "É uma ordem" enquanto levantava a mão como se fosse me dar um tapa. Aldair: "Você não manda em mim, eu faço" enquanto segurava sua mão e com a outra, meus dedos invadiam novamente uma buceta apertada para se mover rápido e freneticamente, o que fez ela perder todas as forças e sentar-se exausta de prazer. Então acrescentei: "agora eu estou no comando aqui" enquanto esfregava seus fluidos nos lábios dela para depois beijá-la e sair, fingindo que ia dizer à senhora mais velha que veio me buscar. CONTINUARÁ... TODAS AS FOTOS SÃO REFERENCIAIS PARA AJUDAR A MERGULHAR NA HISTÓRIA. ESPERO QUE GOSTEM, COMPARTILHEM E ME DEIXEM SUGESTÕES. A PRÓXIMA PARTE VOU POSTAR NA PRÓXIMA SEMANA, OU ANTES SE ESSA ATINGIR 70 PONTOS.
1 comentários - Peligros que correr. Pt 3.